O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quarta-feira que nenhum político, nem mesmo o presidente da República, tem a atribuição de recomendar o uso de medicações e considerou “grave” a recente defesa do presidente Jair Bolsonaro do uso da hidroxicloroquina, medicamento contra malária que não tem comprovação de eficácia contra a Covid-19.
Bolsonaro anunciou na terça-feira estar contaminado com o novo vírus e fez questão de declarar que já havia começado a tomar o remédio antes mesmo da divulgação do resultado do exame a que se submeteu.
“Eu não acho que o presidente, nem eu, nem ninguém, deve ficar aqui tratando de qual remédio orientar a sociedade a tomar”, disse Maia em entrevista à CNN Brasil.
“Isso é questão da área médica. E é até grave que o presidente trate desse assunto”, afirmou o deputado.
Na terça-feira, Bolsonaro chegou a publicar vídeo nas redes sociais tomando comprimido de hidroxicloroquina.
Maia acrescentou considerar o tema “muito delicado”, sobre uma doença nova, um vírus novo, e que traz mudanças e adaptações frequentes dos protocolos. Para ele, que informou a morte da tia de sua esposa durante a entrevista por Covid-19 nesta quarta-feira, o assunto é atribuição da área médica.
O presidente da Câmara aproveitou ainda para rechaçar agressões a Bolsonaro por conta de sua situação de saúde e disse estar torcendo por sua recuperação.
“Da mesma forma que critico quando sou agredido, ou quando o Supremo é agredido, também acho errado quando o presidente da República é agredido”, disse, sem se referir a uma situação específica.
Ridículo é ver um país ser levado por um bando de canalhas e bandidos, simplesmente não reagir. Eles deveriam tomar veneno. Assim nos libertaria dessa corja.
Grave é vc ser um ladrão ! Estamos cansados de vcs políticos viverem como nababos, sorrindo da nossa cara, ganhando pencas de dinheiro, sendo investigados, vivendo na luxúria, isso é o que não deve acontecer.
O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro afirmou nesta quarta-feira (8), em depoimento à Justiça do Distrito Federal, que não influenciou a atuação da Polícia Federal na investigação sobre as invasões às contas de Telegram de autoridades.
De acordo com Moro, que como ministro tinha a corporação sob sua gestão, a “PF atuou de maneira independente”. O ex-ministro foi um dos alvos do hackeamento, que é visto como algo relacionado à chamada “Vaza Jato”, divulgação de mensagens privadas atribuídas ao então juiz e aos procuradores da Operação Lava Jato.
Moro explicou ao juiz Ricardo Leite que, durante o primeiro semestre de 2019, quando ainda ocupava o cargo de ministro de Segurança Pública foi contatado com a informação que procuradores da lava jato teriam sofrido ataques cibernéticos que buscavam hackear conteúdos no Telegram.
“E em abril final da tarde o mesmo número do meu celular estava me ligando e me chamou a atenção. Eu só observei e na segunda ligação e cometi um equívoco de atender, mas sem consequências. Em seguida, constatei que eu havia sido uma das vítimas de hackeamento”, disse.
Segundo Moro, na sequência ele recebeu em seu celular uma mensagem avisando que havia ingressado no Telegram, aplicativo que havia deixado de usar, segundo ele, em 2017. “Esse era o modus operandi. Foi aí que comuniquei a Polícia Federal”, afirma.
O ex-ministro afirmou que deixou o Telegram justamente por razões relacionadas a invasões. Sergio Moro também disse ter acompanhado as investigações à distância e não conhecer os detalhes das apurações. “Eu ser informado das investigações é natural, mas eu nunca dirigi as investigações, jamais conduziria”, disse.
“Como ministro, não acompanhava, só requisitei a PF. Em julho, foi feita uma operação com identificação dos responsáveis e me disseram que foi importante a disponibilização do meu celular para perícia”, completa Sergio Moro, que diz ter sabido apenas neste momento que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), também eram alvos do ataque.
Ministério da Justiça
Ao ser perguntado por quê não fez uma representação formal, e fez como ministro da Justiça, Moro afirmou que, embora o celular hackeado fosse um número privado, era utilizado também para questões de governo.
“Eu tinha posição de vítima e também me preocupava com a lei de Segurança Nacional. Eu só informei a direção da PF. Eu queria saber quem eram esses indivíduos. Havia uma situação extremamente preocupante em que criminosos estariam tentando ter informações confidenciais, até mesmo do ministro Paulo Guedes e da deputada Joice Hasselmann também”, justifica.
No ano passado, Moro informou que iria descartar mensagens apreendidas com suspeitos presos. O ministro da Justiça disse hoje que a afirmação de que o material seria descartado foi “apenas um mal-entendido” quando da declaração sobre a “possível destinação” das mensagens, “considerando a natureza ilícita dele e as previsões legais”.
O ministro ainda destacou que a própria PF já havia emitido nota sobre o assunto, assim como ele, para esclarecer que não haveria nenhuma determinação administrativa para destruição do material.
Manuela D’Ávila
A Operação Spoofing foi deflagrada em julho do ano passado e prendeu o hacker Walter Delgatti Neto, conhecido como “Vermelho”. A ex-deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) e o delegado Luiz Flavio Zampronha de Oliveira também depuseram ao juiz federal Ricardo Leite.
Citada por Vermelho como contato entre ele e o jornalista Glenn Greenwald, Manuela afirmou que apenas sugeriu ao hacker que procurasse o editor do site The Intercept Brasil e que foi orientada por um advogado. A ex-deputada também disse que Delgatti deu a entender que agia sozinho.
Devemos rezar pela recuperação do nosso presidente para que em 2022 tenhamos os debates das propostas das chapas que irão concorrer. Até agora o meu voto, de alguns amigos e familiares está com Moro. Uma eleição com bons candidatos disputando o pleito é muito salutar para a democracia.
Abra o olho amigo, eu era um defensor sem reservas de Moro, depois de tudo que aconteceu entendi porque a Lava Jato não atingia Aécio, Serra, Alckmin e outros. É claro que o saldo foi positivo, mas as motivações não eram completamente justas.
Tá ficando igual ao Lula, não viu, não é dele, não sabe de nada.
A única coisa que sabe agora é cuspir no prato que comeu.
O Ministério Público do Rio Grande do Norte, por meio do Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Patrimônio Público (Caop Patrimônio Público), lançou nesta quarta-feira (8) a campanha “Licitação Transparente”.
A proposta é que os órgãos e entidades públicas municipais e estaduais do RN implementem, mediante lei, a transmissão ao vivo e online dos seus processos licitatórios presenciais. A ideia é que essas transmissões contemplem todas as fases da licitação consideradas públicas, desde a abertura dos envelopes contendo a documentação relativa à habilitação dos concorrentes, até o julgamento e classificação das propostas.
Para o coordenador do Caop Patrimônio Público, promotor de Justiça Rafael Silva Paes Pires Galvão, “a iniciativa busca ampliar a transparência e assegurar a legitimidade e o exercício da cidadania, já que nesses novos tempos da administração pública, calcados no avanço tecnológico, busca-se cada vez mais a exposição do uso do dinheiro público de forma mais proativa e pela utilização de ferramentas que aproximem os cidadãos dos atos públicos”.
A campanha, portanto, pretende sensibilizar os gestores públicos para adotarem essa postura cada vez mais transparente e responsável. Para isso, o Caop Patrimônio Público disponibilizou um pequeno tutorial de como realizar uma transmissão online pelo YouTube. Além disso, preparou uma minuta de projeto de lei para auxiliar os legisladores a buscarem a regulamentação legal dessas transmissões.
O Ministério da Saúde contabilizou 5.371 cidades brasileiras com casos confirmados de covid-19, até 4 de julho de 2020.
Isso equivale a 96,4% de todos os municípios.
Em 6 de junho, eram 4.379 cidades atingidas. O número aumentou 22,6% em pouco menos de 1 mês.
O Ministério da Saúde ressalta que a maioria dos municípios com infectados (71%) tinha até 100 casos confirmados e que 233 cidades ultrapassaram os 1.000 diagnósticos de covid-19.
Óbitos
O Brasil tinha mortes confirmadas por covid-19 em 51% das cidades até 4 de julho. São 2.840 dos 5.570 municípios do país com pelo menos uma vítima da doença.
Os números representam acréscimo de 289 cidades em comparação com a semana anterior. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (8).
Em 937 cidades, apenas uma pessoa morreu por covid-19. Com exceção de Santa Catarina, todas as unidades da Federação têm cidades com mais de 50 mortes pela doença.
Imagem: reprodução/Ministério da Saúde
Interiorização da Covid-19
Os dados do governo demonstram que a doença está avançando sobre o interior do país –tanto na incidência de casos, quanto no número de mortes.
De acordo com o Ministério da Saúde, 65% dos casos concentravam-se nas capitais e 35% nas demais cidades até 18 de abril. De 17 a 23 de maio, já se observava que a maioria dos casos se concentrava fora das capitais brasileiras.
Ao final da semana encerrada em 4 de julho, 52% das mortes e 63% dos casos registrados de covid-19 estavam em municípios do interior.
Mortes por data de ocorrência
O Ministério da Saúde também divulgou a data e a quantidade de mortes ocorridas até 4 de julho. De acordo com as informações disponíveis, 14 de maio se mantém com o maior número de vítimas pela doença até o momento: 988.
Imagem: reprodução/Ministério da Saúde
Outras 4.146 mortes estavam em investigação, até a publicação desta reportagem, para determinar se a causa foi o novo coronavírus. Ele foi responsável por 64,8% de todas as mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave até 4 de julho. O quadro pode ser desencadeado por outros patógenos, como a influenza.
Confira a íntegrados dados apresentados pela pasta.
Em três meses de vigência, o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras) elevou o padrão de vida em mais de 23 milhões de lares brasileiros, revelou relatório divulgado, hoje (8), pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia. Nos domicílios mais pobres, mais de 93% da renda vem do benefício social.
A secretaria publicou nota informativa em que usa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD – Covid-19) para analisar a abrangência, a focalização e o efeito sobre a distribuição de renda do auxílio emergencial.
De acordo com o texto, a medida conseguiu atender aos objetivos ao se concentrar nos trabalhadores informais e nos indivíduos, tanto os que estão sem ocupação como fora da força de trabalho, em especial, nas faixas mais baixas da distribuição de renda.
Segundo a análise, a medida é fortemente concentrada nos 30% mais pobres da população brasileira, apesar de denúncias apuradas pela Controladoria-Geral da União (CGU) de que pessoas que não teriam direito ao auxílio recebem o benefício. Nos cerca de 23 milhões de domicílios com elevação do padrão de vida, informou o relatório, o auxílio emergencial permitiu que os moradores saíssem do nível habitual de renda a padrões que superam os limites de extrema pobreza e de pobreza.
“O auxílio emergencial conseguiu atingir plenamente os seus objetivos. O foco na população mais pobre e nos trabalhadores informais merece destaque. Muitas famílias tiveram sua vida melhorada pelo auxílio, permitindo a adoção de práticas voltadas à prevenção contra a Covid-19 e a elevação do seu padrão de consumo”, informou o Ministério da Economia em comunicado.
Em meio à pandemia da Covid-19, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) lançou um edital milionário para contratar 35 “operadores de elevador”. O valor da contratação, segundo a previsão do edital? R$ 3,7 milhões. O serviço será terceirizado. Em razão das medidas de isolamento social, o contrato será assinado, mas será executado aos poucos: os ascensoristas serão chamados a trabalhar conforme convocações específicas da diretoria do STJ.
Deve ser para os juizes e desembargadores que nao sabem apertar o botão dos elevadores do forum…. pq dos prédios onde moram…. eles sabem! Manda eles irem ao CTC ali na Amintas Barros que eles vão ver o que é tecnologia! Em plena era da automação….. brincadeira!
“Parte da imprensa fica maldosamente e de forma vil imputando a mim uma sórdida campanha contra nosso ministro Ricardo Salles”, escreveu Ramos. “Quero reafirmar meu total apoio e apreço ao competente e dedicado ministro do Meio Ambiente, que corajosamente vem enfrentando os ideólogos esquerdistas”, completou.
Imagem: reprodução/Twitter
Salles vem sendo criticado pela atuação à frente do ministério e, nos últimos dias, estaria sendo posto em processo de ‘fritura’ por parte da ala militar. O ministro do Meio Ambiente rechaçou e classificou como ‘fake news’.
Na última segunda-feira (6), o MPF (Ministério Público Federal) apresentou ação de improbidade administrativa contra o ministro, por ‘desestruturação dolosa’ e ‘esvaziamento’ de políticas ambientais ‘para favorecer interesses que não têm qualquer relação com a finalidade da pasta’. Por isso, solicitou àJustiça que conceda liminar para afastar o ministro do cargo.
Vamos parar de hipocrisia, todos nós sabemos que há política no tratamento da doença por parte dos médicos , não há um protocolo para aplicação de medicamentos, que só são aplicados quando você está na UTI.
Cada um fornece um tipo de medicamento e alguns receitam apenas dipirona quando a pessoa aparece com os sintomas com tosse ou febre como foi o meu caso que fui parar na UTI,
Os medicamentos polêmicos tem que ser aplicados no início da doença e óbvio, dentro do limites estipulados pela bula.
A globo não mostra.
Estamos no topo do mundo, ninguém cura mais que o Brasil.
Mais a Globo LIXO, despreza isso.
É uma vegonha né não?
Pensa que o povo não vê.
E ainda quer enfiar guela a baixo um tal de Hulk.
É brincadeira?
E só quem mata mais que o Brasil é os Estados Unidos. " E daí? Eu não sou coveiro!".
Oh Bob esponja, o Brasil tem essa grande quantidade de curados por que tem quase 2 milhões de infectados. O índice de letalidade dessa doença tem uma média para o mundo inteiro. Então, se um país tem uma pequena quantidade de recuperados, isso significa que ele tem também uma pequena quantidade de infectados.
O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quarta-feira (8):
– Registro de 1.223 óbitos nas últimas 24h, totalizando 67.964 mortes;
– Foram 44.571 novos casos de coronavírus registrados, no total 1.713.160 pessoas já foram infectadas.
– O número total de recuperados do coronavírus é 1.020.901, são mais 43.924 pacientes curados em relação ao boletim de ontem. Outros 624.295 pacientes estão em acompanhamento.
Sou dos antigos e não entendo essa matemática, cada dia tem maios óbitos e o número de casos batem recorde, governos fazem aberturas e os hospitais de campanha estão sendo desativados.
Quando tinha milhão de contaminados faltavam leitos de baixa ou alta complexidade, agora temos 1.800,000 mil infectados e sobram leitos sera que o povo agora esta morrendo antes de chegar aos hospitais?
Alguém sabe explicar, eu não entendo.
Um avião de pequeno porte caiu na região do Aeroporto Campo de Marte, na Zona Norte de São Paulo, no final da tarde desta quarta-feira (8). O avião caiu na Avenida Braz Leme e, segundo informações iniciais, o piloto morreu no acidente.
Após a queda o avião pegou fogo. Segundo equipe do Corpo de Bombeiros, o piloto tentou um pouso de emergência por causa de pane e o avião caiu pouco antes da pista. O modelo do avião é BE58.
Foto: reprodução
Um engenheiro civil presenciou a explosão. “Eu estava a uns 50 metros pela Braz leme e eu vi uma bola preta, uma explosão. Aí, eu já cheguei perto explodiu um pouco mais. Eu consegui ver um corpo, mas não tinha como chegar perto. Estava pegando fogo ainda e estava muito quente perto. Eu só não entendi se estava decolando ou chegando porque o muro parece que não foi abalado. Foi no meio da pista sentido bairro”, disse o engenheiro civil, Fausto Batista.
Um corpo carbonizado foi encontrado perto dos destroços, segundo o Corpo de Bombeiros. Sete equipes da corporação foram enviadas. O fogo foi extinto.
O Governo do Estado do Rio Grande do Norte vai seguir a recomendação do comitê de especialistas da Secretaria de Estado da Saúde (Sesap) para o enfrentamento da pandemia pela Covid-19, que emitiu parecer favorável em relação ao plano de trabalho para retorno e conclusão do campeonato potiguar, encaminhado pela Federação Norte-rio-grandense de Futebol (FNF).
O parecer positivo pode, no entanto, ser revisto em caso de mudanças no cenário epidemiológico do RN. A proposta aprovada é de que a fase de treinamentos terá início no próximo dia 15 e a retomada dos jogos, sem torcida presente, está prevista para o dia 1º de agosto. O retorno deverá obedecer a uma série de condições, de acordo com o protocolo elaborado pela FNF, em busca de garantir a segurança de todo o processo.
Entre essas condições, destaca-se a redução do quantitativo de pessoas envolvidas nas atividades, no que se refere à delegação das equipes e aos profissionais presentes no evento, na área de competição e nas áreas administrativas do estádio.
Além disso, o protocolo da FNF prevê que o planejamento para o retorno das atividades seja precedido de medidas internas de segurança e higiene. Segundo o documento, a gestão do clube de futebol deverá planejar as ações a serem executadas em todos os setores administrativos e nas estruturas internas onde ocorrerão as atividades de treinamento.
O protocolo traz recomendações específicas para as diferentes situações, entre as quais estão: usar máscaras em todos os ambientes, realizar o controle clínico diário dos atletas e testagem para covid-19, orientar todos os atletas e colaboradores do clube para que lavem as mãos com frequência com água e sabão ou que usem álcool em gel 70% com regularidade, utilizar etiqueta respiratória (cobrir a boca ao tossir ou espirrar, não cuspir no campo ou local de trabalho).
Outras recomendações são não cumprimentar as pessoas com aperto de mãos ou tocando-as, garantir maior frequência de limpeza das superfícies e equipamentos utilizados para atividades físicas, realizar reuniões técnicas preferencialmente em locais abertos e bem ventilados, e respeitando a distância mínima de 1 metro entre os participantes, evitar aglomerações em vestiários, concentrações, ambientes fechados e em campo, além de monitorar todos que compareçam aos locais de treinamento, com aferição da temperatura corporal.
Segundo a FNF, atletas, comissões técnicas e demais profissionais dos clubes envolvidos na competição serão testados (método PCR), além de ser solicitado que todos os profissionais envolvidos na operação de jogo, entre eles maqueiros, gandulas, profissionais da imprensa e demais envolvidos no protocolo de jogo sejam submetidos ao mesmo processo de testagem.
Sergio Moro voltou a comparar Jair Bolsonaro e Lula. Segundo ele, ambos tem “um caráter um tanto populista” e representam extremos do espectro político brasileiro, que “devem ser evitados”.
“Ambos têm um caráter um tanto populista na formulação das políticas públicas, com a diferença de que o presidente Bolsonaro seria um populista de direita, e Lula, de esquerda”, disse o ex-ministro da Justiça em entrevista à agência France-Presse.
“De certa maneira, [Bolsonaro e Lula] são dois extremos, na minha opinião respeitosa, que devem ser evitados.”
Moro saudou, no entanto, o novo tom adotado por Bolsonaro nas últimas semanas — segundo ele, “reduzindo a hostilidade e adotando um discurso mais moderado”.
“Essa mudança de postura do presidente nas últimas semanas […] é boa para o país, isso favorece a estabilidade. Infelizmente, alguns pronunciamentos do presidente haviam criado uma tensão desnecessária, gerando, inclusive, uma imagem negativa do país no exterior, isso é ruim. O Brasil sempre foi uma democracia confiável, e, por outro lado, o povo brasileiro sempre foi tido como muito tolerante, muito simpático. […] Essa imagem estava sendo corroída por um discurso hostil. É bom que isso mude.”
Perguntado se percebeu um clima de confronto entre as alas militar e o grupo mais “ideológico” do governo, Moro respondeu:
“Em qualquer governo, às vezes se tem um ambiente de intriga entre determinados grupos, e às vezes isso era um pouco exagerado pela imprensa. […] Eu tentava permanecer alheio a essas questões e realizar um trabalho bastante técnico. Tinha uma proximidade com os ministros militares e alguma relação também com os ministros dessa chamada outra ala. Mas sempre me vi mais como um ministro de perfil técnico dentro do governo, assim como o ministro Paulo Guedes.”
Não fala coisa com coisa.
Lula um comunista aproveitador que se auto denomina o pai dos pobres.
Se aproveita da miséria e ignorância da população.
Lula não foi perseguido.
Fez o que quis.
Já Bolsonaro nem entrou levou facada.
E segue sendo perseguido por oportunistas que não percebem que a esquerda pretende implantar o bolivarianismo no Brasil e somente Bolsonaro foi capaz de derrotar a máfia lulopetista.
A dívida é: por que Moro critica tanto Bolsonaro mas não critica ministros do STF, Rodrigo Maia, Doria?
Será que está sendo chatageado?
Alguém o influenciou?
Ano passado pagaram os hackers com mensagens de autoridades.
Políticos influentes e ministros do STF atacaram Moro de todas as formas e ele fica caladinho.
Só critica Bolsonaro.
Qual é a dele?
O STF soltou Lula.
O congresso passou a lei para intimidar juízes e promotores e ele vem falar mal de Bolsonaro.
Moro não tem foco, não fez nada como ministro da justiça, não fez a lavajato das facções e agora posa de isentao?
Deixou o país nas mãos da esquerda colocando em risco o governo anticomunista achando que ele ou o PSDB podem eleger quem quiser.
Eu poderia até votar nele, mas demonstrou falta de capacidade para compreender a guerra contra o bolivarianismo, contra políticos corruptos e contra a extrema imprensa. Isso ele não fala.
Até parece que a imprensa, o congresso e o STF não fazem o jogo da esquerda.
Moro candidatissimo,aposto como ganha.Não sei se em segundo ou primeiro.Mas,no segundo turno,se for Lula éle ganha e se for Bolsonaro vai depender do povo.
Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço.
Se disser que tem uma vaga no STF não duvido que mude de ideia.
O cara vir dizer, agora, que não sabia quem era Bozo, é querer brincar com a cara do povo.
Não soube esperar o herói brasileiro.
Avechou se.
Tinha tudo pra da continuidade ao governo de direita de Jair Bolsonaro.
Dizer isso agora, não dá.
O ex ministro sabia do temperamento do Bolsonaro a muito tempo.
Se não for assim, não é Bolsonaro.
Quem votou,,,, votou sabendo do jeitão do candidato, que aliás, vai ser reeleito em primeiro turno viu?? É melhor JAIR se acustumando.
Éééé meu fii, não tem quem tome…
Agora!!
Fátima tá acabando com o Rio Grande do Norte.
A PT pra fazer vítimas, cadê o dinheiro que Bolsonaro mandou??
Foi pra Bahia foi????
Pros respiradores????
Peça renúncia mulher!
Um grupo de cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) desenvolveu uma nova tecnologia para o combate ao Aedes aegypti. Em fase de testes, o produto farmacêutico é uma formulação que contém uma substância sintetizada com base em um produto natural presente no óleo de canela e que pode ser utilizada em diferentes formas, líquida ou sólida.
Um dos inventores envolvidos, o professor Leandro De Santis Ferreira, pontuou que o produto tem facilidades relativas à possibilidade de aplicação do produto diretamente no mosquito na forma de spray, ou mesmo ser utilizado nos carros “fumacê”, como também para eliminar larvas em ralos e pratos de plantas sendo que a forma sólida tem vantagem no transporte, armazenamento e maior prazo de validade.
“O produto possui tanto atividade larvicida, contra as larvas do mosquito, durante a etapa do seu desenvolvimento, bem como atividade inseticida, contra o mosquito na fase adulta. Assim, conseguimos desenvolver formulações com diferentes formas, líquidas e sólidas, que permitem uma aplicação mais eficaz de uma substância derivada de um produto natural, que possui atividade em diferentes estágios de desenvolvimento do vetor de diversas doenças graves. Além disso, o desenvolvimento das formulações pode prolongar a ação da substância. A substância possui atividade em larvas e no próprio mosquito adulto, em um cenário em que as substâncias comumente utilizadas ou apresentam toxicidade para o meio-ambiente ou já selecionaram os mosquitos resistentes e não são mais tão eficazes”, explicou Leandro De Santis.
O Aedes aegypti é vetor de diversas doenças endêmicas do nosso país como Dengue, Zika e Chikungunya. Segundo o Ministério da Saúde, até o final de maio deste ano, já foram notificados no Brasil quase 800 mil casos de dengue, 35 mil de Chikungunya e mais de três mil notificações de Zika. “A forma mais eficaz de combater estas doenças é controlar o mosquito responsável pela transmissão de todas estas doenças, uma vez que o processo para o desenvolvimento de medicamentos eficazes e vacinas é demorado e caro”, afirmou Addison Ribeiro de Almeida, servidor técnico-administrativo da UFRN que também integra o grupo de cientistas.
Além dos dois, completam a equipe envolvida, Waldenice de Alencar Morais Lima, Cícero Flávio Soares Aragão, Wilken Cesar Galdencio da Silva, Damião Pergentino de Sousa, Lorena Carneiro Albernaz e Laila Salmen Espindola. O estudo é vinculado ao Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas (PpgCF) da UFRN e rendeu um depósito de pedido de patente, denominado “Formulações líquidas e sólidas contendo cinamato de pentila, processo de obtenção e uso das mesmas para o controle de insetos hematófagos”, com co-titularidade dividida entre a UFRN, a Universidade Federal da Paraíba e a Universidade de Brasília.
“É relevante destacar que o patenteamento foi importante para a formação de recursos humanos na área de farmácia, contribuindo com a formação acadêmica de um servidor da UFRN, o qual concluiu mestrado defendendo dissertação de mestrado em 2020, com a formação de um aluno de graduação que realizou iniciação científica e defendeu trabalho de conclusão de curso de farmácia, além da formação científica de outros dois alunos do curso de graduação de farmácia que realizam iniciação científica neste projeto”, relatou Leandro De Santis.
Para a também professora do Departamento de Farmácia da UFRN, Waldenice de Alencar Morais Lima, esse processo de patenteamento apresenta relevância acadêmica por permitir a proteção da tecnologia desenvolvida no projeto, bem como a possibilidade de retorno à Universidade e sociedade por todo o suporte e investimento fornecido. Por sua vez, o também docente Cícero Flávio Soares Aragão acrescentou que “o patenteamento e a posterior publicação dos resultados em artigo científico de alto impacto, além de participação em eventos e em outros meios de divulgação, podem despertar o interesse de empresas para continuidade de estudos visando a futura comercialização do produto”. As próximas fases de desenvolvimento do produto objeto do pedido de patente são estudos em um processo de produção em maior escala, ou seja, que garanta a atividade da substância e ausência de toxicidade quando produzido e utilizado em quantidades maiores o que é necessário quando se pensa em produção para a comercialização do produto.
Espero que esta pesquisa não fique só no laboratório da universidade, seja utilizada para beneficiar toda população que se encontra com este mosquito a transmitir diversas doenças, que não levem para um laboratório onde vá ser explorado, pondo os custos mais uma vez para estado.
O Inep (Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais) anunciou nesta quarta-feira (8) que o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) será realizado em janeiro de 2021.
Conforme anunciado no edital, as provas deveriam ser realizadas em novembro deste ano, no entanto, por conta da pandemia do novo coronavírus, o exame foi adiado.
Diante disso, o MEC (Ministério da Educação) chegou a realizar uma enquete entre os participantes. A maioria (49,7%) optou por fazer as provas em maio e 35,3% em janeiro. Mas o Inep não levou em consideração o resultado da pesquisa e optou por ouvir secretários de educação e as universidades.
No entendimento do instituto, a realização do Enem em maio faria com que estudantes perdessem o primeiro semestre. Porque além da correção das provas, é preciso que as notas sejam colocadas no Sisu (Sistema de Seleção Unificado), porta de entrada para as universidades públicas. Também prejudicaria os calendários do Fies (Financiamento Estudantil) e ProUni (Programa Universidade para Todos).
As universidades particulares também seriam prejudicadas uma vez que os alunos aguardam as notas das públicas para depois fazerem matrícula nas instituições privadas.
Justiça
Além da mudança de data das provas, uma liminar na Justiça impede que o contrato com a nova gráfica responsável pela impressão das provas seja assinado. A Valid, segunda colocada na licitação, afirma que a Plural não apresentou os requisitos de segurança necessários.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou, nesta quarta-feira, trecho de uma resolução que proibia homens homossexuais de doar sangue. A medida foi tomada para cumprir uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que, no início de maio, considerou inconstitucional a vedação presente nas normas do governo federal.
Dessa forma, foi extinta a regra que considera “inaptos” por 12 meses os “indivíduos do sexo masculino que tiveram relações sexuais com outros indivíduos do mesmo sexo e/ou as parceiras sexuais destes” devido aos “riscos de contrair infecções transmissíveis”. A retirada da proibição foi publicada no Diário Oficial da União, assinada por Antonio Barra Torres, designado como “diretor-presidente substituto” da Anvisa no despacho.
No mesmo ato, a Anvisa informou que vai elaborar uma orientação técnica a respeito do “gerenciamento dos riscos sanitários e das responsabilidades pertinentes aos serviços de hemoterapia públicos e privados em todo o país e aos demais atores” em virtude da retirada da proibição.
O julgamento no Supremo foi concluído em 8 de maio. Sete dos 11 ministros da Corte votaram pela suspensão da norma que impede homens homossexuais de doarem sangue pelo período de um ano depois da última relação sexual. A ação foi apresentada pelo PSB em junho de 2016, que defendia haver na regra um “absurdo tratamento discriminatório por parte do poder público em função da orientação sexual”.
Votaram contra a norma, formando a maioria para derrubá-la, os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Cármen Lúcia. Para eles, a regra trata os homens homossexuais de forma preconceituosa.
A Ordem dos Advogados do Brasil protocolou nesta quarta-feira (8) um pedido de investigação da força-tarefa da Lava-Jato de Curitiba. O ofício foi feito junto ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
No documento, a OAB pede a investigação de fatos recentes revelados pela imprensa envolvendo os procuradores de Curitiba, como a relação dos investigadores com o FBI, o sistema de gravações telefônicas questionado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, e dados camuflados de Rodrigo Maia e David Alcolumbre em uma denúncia apresentada pela força-tarefa.
“Ora, os fatos mencionados e que estão vindo à tona são graves, merecendo pronta e imediata atuação deste Conselho, no sentido de promover as investigações republicanamente necessárias”, diz o ofício.
Engracado, que varios artistas e políticos tomaram esse mesmo medicamentos para combater o covid-19
Ridículo é ver um país ser levado por um bando de canalhas e bandidos, simplesmente não reagir. Eles deveriam tomar veneno. Assim nos libertaria dessa corja.
A pilantra demagogo
Grave é vc ser um ladrão ! Estamos cansados de vcs políticos viverem como nababos, sorrindo da nossa cara, ganhando pencas de dinheiro, sendo investigados, vivendo na luxúria, isso é o que não deve acontecer.
Esse Botafogo ladrão, até na vida particular dos outros ele se mete, é do quanto pior melhor, há ladrão…
Mas abrir o processo de impedimento desse imbecil ele nao abre. Tudo amiguinho e encenação.
Toma quem quer.
Não tem outro meio de atacar o presidente, não?
Procura outro argumento!