Economia

PIB: Atividade econômica cresce 1,7% em fevereiro, diz Banco Central

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A atividade econômica registrou crescimento, em fevereiro, pelo décimo mês consecutivo. É o que mostra o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central (BC).

Em fevereiro, o índice apresentou alta de 1,7% na comparação com janeiro, segundo dados dessazonalizados (ajustados para o período). Em relação a fevereiro de 2020, a expansão ficou em 0,98% (sem ajustes).

No primeiro bimestre comparado ao mesmo período de 2019, foi registrado crescimento de 0,23%. Em 12 meses terminados em fevereiro de 2021, houve retração de 4,02%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

Mas o indicador oficial, com metodologia diferente do IBC-Br, é o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado trimestralmente.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Uma noticia como essa estraga o dia da turma que vive de politicagem, tentando prejudicar o Brasil para tentar derrubar o presidente. O jeito é apelaram para mentiras.

    1. Sossega, militonto! Estais vendo pelo em casca de ovo.

  2. tá bom de aumentar essa taxa de juros antes que o dólar chegue a 10 reais. Quando a taxa de juros é muito baixa, os investidores estrangeiros retiram os dólares do Brasil, aumentando assim o valor do dólar em relação ao real.

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Economia

Em quatro meses de recuperação, atividade econômica subiu 12,25% no Brasil

Após a forte queda nos meses de março e abril, quando o isolamento social se intensificou, a atividade econômica segue em trajetória de recuperação no Brasil. Mesmo com o País ainda enfrentando a pandemia do novo coronavírus, o Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) acumulou o quarto mês consecutivo de alta. Em agosto, o indicador avançou 1,06% em relação a julho, na série já livre de efeitos sazonais.

Com o desempenho de agosto, a atividade econômica brasileira registrou expansão de 12,25% desde abril – quando foram registrados os piores resultados na pandemia. Medido em pontos, o IBC-Br saltou de 119,42 pontos em abril para 134,05 pontos em agosto.

O IBC-Br acumulou baixa de 5,44% no ano até agosto, informou o BC. O porcentual diz respeito à série sem ajustes sazonais. Pela mesma série, o IBC-Br apresenta baixa de 4,09% nos 12 meses encerrados em agosto.

O Banco Central revisou nesta quinta-feira dados do IBC-Br na margem, na série com ajuste. O índice de julho foi de +2,15% para +3,71%, enquanto o IBC-Br de junho passou de +5,32% para +5,33%.

No caso de maio, o índice foi de +1,86% para +1,68%. O dado de abril passou de -9,37% para -9,27% e o de março foi de -5,89% para -5,93%. Em relação a fevereiro, o BC alterou o indicador de +0,51% para +0,41%.

Média móvel trimestral

A média móvel trimestral do Índice de Atividade do Banco Central subiu 3,30% em agosto, na série com ajuste sazonal. Em julho, o indicador havia registrado alta de 3,59% e, em junho, baixa de 1,00%.

Os dados gerais do índice foram divulgados na manhã desta quinta-feira pelo Banco Central. Bastante observada pelos economistas do mercado financeiro, a média móvel do IBC-Br costuma ser usada como indicativo de tendências para o índice. O porcentual de hoje refletiu a comparação entre o trimestre encerrado em agosto e o trimestre encerrado em julho.

Conhecido como uma espécie de “prévia do BC para o PIB”, o IBC-Br serve mais precisamente como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. A projeção atual do BC para a atividade doméstica em 2020 é de retração de 5,0%. Este cálculo foi divulgado por meio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de setembro.

No Relatório de Mercado Focus divulgado pelo BC na última terça-feira, a projeção é de queda de 5,03% do PIB em 2020. O Focus reúne as projeções dos economistas do mercado financeiro.

Isto É, com Estadão

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Economia

Atividade econômica no RN apresenta queda de 9% na 1ª quinzena de julho

O volume de transações econômicas nas duas primeiras semanas do mês reduziu em relação à última quinzena de junho. O varejo registrou a maior queda no período segundo boletim da SET-RN.

A retomada gradual das atividades no Rio Grande do Norte ainda não surtiu um efeito significativo na economia potiguar. O volume de operações comerciais na primeira quinzena de julho foi 8,8% inferior ao mesmo período do mês anterior. O estado movimentou uma média R$ 273,35 milhões em operações diárias, enquanto que, nos 15 dias anteriores, essa média chegou a R$ 300 milhões por dia. Neste mês, foram realizadas 851 mil transações por dia.

As informações são da Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN), que emitiu a nona edição do Boletim Semanal de Atividade Econômica. O estudo acompanha o desempenho dos principais setores da economia do Rio Grande do Norte a partir da emissão de documentos fiscais no intervalo de análise e do recolhimento do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação. O informativo completo está disponível no site www.set.rn.gov.br/.

De acordo com o levantamento, o comércio varejista foi o que teve a maior queda no valor diário de operações realizadas, caindo de R$ 86,1 milhões por dia para R$ 76,5 milhões por dia entre as duas quinzenas. No entanto, a quantidade de notas fiscais emitidas no intervalo praticamente permaneceu estável. Na última quinzena de junho, as empresas do comércio chegaram a emitir 5,3 milhões notas fiscais a cada dia e nesta primeira quinzena de julho o número de documentos fiscais foi de 5,2 milhões por dia.

A indústria de transformação registrou a segunda maior redução, saindo de uma média de R$ 39,6 milhões negociados a cada dia para R$ 35,6 milhões por dia. Já a indústria extrativista negociou R$ R$ 7,8 milhões por dia, enquanto na quinzena anterior esse volume foi de R$ 10,1 milhões. O valor médio diário de operações no atacado reduziu de R$ 52,5 milhões para R$ 49,6 milhões e no segmento de venda de combustíveis o valor saiu de R$ 40,4 milhões para 38,9 milhões por dia.

“Apesar dessa queda de 9%, podemos observar uma crescente recuperação. É importante ressaltar que setores têm contribuído para essa tendência, e os setores atacadista e o da indústria extrativista são os dois principais que apresentam uma consolidação de crescimento, tanto comparando com o mesmo período do ano anterior, quanto com o período pré-Covid, que vai de janeiro até 15 de março. E esses dois setores estão positivos em relação a essas duas comparações”, analisa Álvaro Bezerra, que é secretário adjunto da SET-RN.

Segundo o boletim, comparando com o período antes da pandemia, ou seja, entre janeiro e março, o setor extrativista já recuperou suas perdas e possui ganho médio de faturamento na ordem de 7,25%. O mesmo ocorre com o setor atacadista, que também se recuperou e possui ganho médio de 3,53%. O setor mais afetado é a Indústria de Transformação, com perda média na ordem de 33,18%. A perda média de faturamento para todos os segmentos econômicos do Estado do Rio Grande do Norte é de 19,53% no período após as restrições comerciais para contenção do Covid-19.

Opinião dos leitores

  1. Se houvesse a fusão política e administrava e territorial do estado do Rio Grande do Norte e da Paraíba atualmente unindo esses dois PIBs nós somariamos um PIB de Mais de126 bilhões de reais Nós nos tornariamos muito mais competitivos na economia e na política e na atração de investimentos indústriais para esse território unificado nós teríamos nesse novo estado uma população de mais de 7,5milhões de habitantes com um PIB de mais de 126 bilhões de reais nós seriamos o quarto produto interno bruto do nordeste e ainda ultrapassariamos em muito o quarto maior PIB atual do nordeste que o estado do Maranhão que hoje possui um PIB de 82 bilhões de reais,em primeiro lugar disparado aparece o estado da Bahia com um PIB de 268 bilhões,em segundo lugar vem o estado de Pernambuco com um PIB 181 bilhões de reais e em terceiro lugar vem o estado do Ceará com um pib de 147 bilhões,nesse hipotético estado potiguar-paraibano unificado nós alcançariamos um PIB atual de mais de 126 bilhões de reais bem aproximados do atual PIB do estado do Ceará com um PIB de 147 bilhões de reais como já escrevi aqui nós nos tornariamos um estado potiguar-paraibano super competitivos economicamente e politicamente frente a atual estrutura econômica e política dos estados da Bahia de Pernambuco e do Ceará.

  2. O estado do RN tem pouquíssimas indústrias em funcionamento,o que se ver naquele parque industrial entre Macaiba e Parnamirim uma boa parte de indústrias fechadas,e também em extremoz as indústrias estão indo embora do estado já naquela parte oeste do estado na Cidade de Mossoró apesar de não conhecer está cidade mas vejo e ouco as pessoas dizerem e escreverem por sites e blogs que a indústria petrolífera está se esgotando a Petrobras já abandonou aquela cidade vendendo seus poços de petróleo em terras profundas para terceiros,as indústria do estado estão fechando e indo embora para outros estados,de relevante mesmo só nos restam as indústrias salineira,textil,algumas indústrias de bebidas,alimentos,remedios agora sendo instalada em São José de Mipibu e outras mais com pouca relevância na geração de riquezas e empregos,e também em crescimento da indústria de energia eólica e solar e da indústria do turismo e principal atividade econômica de Natal e litoral norte e sul proximos da capital e também o setor público com a União federal com alguns órgãos públicos com representação no estado ufrn,ifrn,receita Federal,inss,forças armadas e entre outros órgãos,fundações e empresas federais que geram milhares de empregos e salários ativos,inativos e pensionistas pessoas consideradas de classe media e da elite social e econômica de Natal e também dos funcionários do governo estadual dependente do FPE com os mais de 100 mil empregos ativos,inativos,pensionistas essas pessoas que também São consideradas de classe media ou da elite econômica e social de Natal e do RN e há ainda a prefeitura local dependente do FPM com mais de 20 mil funcionários ativos,inativos e pensões esse setor público fazem movimentar todo o setor de comércio e serviços de Natal e há em Natal também uma uma relevante industria de infraestrutura.
    No interior do RN com o FPM com os empregos ativos,inativos e pensionistas e também com as aposentadorias e pensões do fundo rural do INSS e também das rendas do bolsa família movimentam todo o setor comercial e de serviços e além de pequena agricultura e pecuária de sequeiro e com rara agricultura irrigada.
    Creio para esse estado do RN e também o vizinho estado Paraíba possam sobreviverem econômicamente e socialmente esses dois perifericos,pequenos e pobres estados brasileiros precisaram no futuro próximo se fundirem e se transformarem num único estado ou esses dois estados paupérrimos se fundem ou vão ficarem isolados e excluídos do capitalismo brasileiro,com essa fusão será a única alternativa para desses dois estados sobreviverem socialmente e econômicamente para esses dois estados poderam almejarem algum sucesso na atração das indústrias para se desenvolverem e gerarem riquezas,empregos e salários para o povo,esses dois pobres estados brasileiros quase totalmentes dependentes do FPE e FPM e do fundo rural do INSS e do bolsa família e convenios de obras públicas,se nao existissem essas e outras transferências diretas e indiretas da União Federal, esses dois estados teriam índices de desenvolvimento econômico e social e cultural comparável a maioria dos países do continente Áfricano,ou esses dois estados do RN e da Paraíba se fundem politicamente e administrativamente ou sempre perderam indústrias para os Estados do Ceará e de Pernambuco dois estados com ascendentes e crescentes avanços e desenvolvimentos dos seus parques indústriais com instalação e funcionamento de grandes indústrias nacionais e internacionais gerando
    riquezas,empregos e salários para a suas populações.

    1. Acrescentando ocorreu me um lapso de memória acabei esquecendo da produção dos poços de petróleo e gás em alto mar entre os municípios litorâneos de Macau,Areia Branca,Guamaré e Galinhos que também está se esgotando e a Petrobras também está perdendo o interesse nessa produção de petróleo e gás a Petrobras está vendendo para outras empresas privadas esses poços petrolíferos.

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Economia

Prévia do PIB indica crescimento da atividade econômica em maio

Foto: Pixabay

A prévia do PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos pelo país, registrou crescimento da atividade econômica em maio, de acordo com o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), divulgado pelo BC (Banco Central) nesta terça-feira (14).

O IBC-Br teve crescimento de 1,31% no mês. Em abril, o indicador havia despencado (-9,73%) devido à pandemia de coronavírus.

A previsão do mercado financeiro é que a atividade econômica tenha retração de 6,1% em 2020.

R7

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Economia

Entidades do Comércio se dizem surpresas e decepcionadas com suspensão da retomada gradual da atividade econômica pelo Governo do Estado

Foi com um misto de surpresa e decepção que as entidades abaixo assinadas receberam, nesta terça, 7, a notícia de que o Plano de Retomada Gradual da Economia será interrompido pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte. Além de pensar e elaborar protocolos que pudessem promover uma reabertura gradual, segura e responsável, as entidades empresariais vêm desenvolvendo um trabalho sério e forte de conscientização dos empresários e dos seus colaboradores, podendo afirmar que este retorno vem se dando da maneira mais segura possível.

As instituições lamentam o retrocesso que, inclusive, não encontra guarida em muitos indicadores ligados à evolução da Covid-19 em nosso Estado que, desde o dia 1º de julho – quando teve início a retomada – só têm melhorado.

Exemplos desta melhoria são a Taxa de Transmissibilidade (que caiu de 1,45 para 0,94); o Índice de Isolamento Social da nossa população (que passou de 50% pela primeira vez nos últimos dias) e até mesmo o percentual total de ocupação dos leitos críticos para Covid, que já está na média de 91% e caindo, com registro de menos de 80% em algumas regiões do estado.

Por fim, as entidades parabenizam a Prefeitura de Natal, que já deu início, nesta mesma data, à segunda fração da primeira fase da retomada na capital, e afirmam que seguirão nutrindo a esperança de que a decisão do governo estadual seja revista o quanto antes, de modo a evitar danos ainda maiores à economia do Rio Grande do Norte, especialmente, no presente momento, às empresas que haviam se preparado para retomar suas atividades a partir desta quarta-feira, dia 8.

FECOMÉRCIO RN

FCDL RN

FACERN

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO RN

CDL NATAL

CDL JOVEM NATAL

AEBA

ASSOCIAÇÃO VIVA O CENTRO

SINDILOJAS RN

Opinião dos leitores

  1. Bom dia! Sou comerciante já 38 anos, acho que tem que abrir, mas com prudência, aquilo que está acontecendo no Alecrim ê uma loucura. Se continuar daquele jeito em 29 dias teremos uma super loraçao de infectados na cidade.

  2. cada qual com seu problema o auxilio nao e pra todos e nem tao pouco da pra se manter e ninguem da a minima pra o trabalhador autonomo temos que ver que ninguem sobrevive sem seu trabalho esperando por um governo falho e corrupto ou voce se meche pra se sustentar ou morre em casa de fome sem luz sem agua na torneira ou ate mesmo despejado temos que olhar pra todos os lados e seguir os protocolos usando mascaras e etc que se pede pra se usar e trabalhar sim pra sobreviver

  3. Estamos diante de uma moléstia grave. Toda prudência é muito bem vinda.
    A governadora está certa.

  4. Ei cidadão… Ei cidadã…. Quando começarem a sentir os sintomas da Covid 19, procurem essas entidades, elas vão lhes apoiar tão bem quanto aos comerciantes de Natal e do estado do RN.

  5. Está certíssima !!! ???????????? É pra fechar tudo !! Até o interior do RN que estava até então controlada , nesses últimos dias o vírus está com a gota serena por aqui . Dias difíceis esse nosso .

  6. Cadê os 5 milhões? Onde está o dinheiro, o gato comeu, o gato comeu e ninguém viu, o gato fugiu, o gato fugiu, o seu paradeiro está no estrangeiro , onde está o dinheiro.

  7. Quando vc lê a morte de uma família inteira na ZN por esse vírus vc entende que a governadora está corretíssima, obrigado Gov Fatima por pensar em vidas. Minha família é pobre e poucos tem plano de saúde para um socorro.

    1. Que tal cobrar mais leitos a Sesap ??? Mais cedo ou mais tarde todos irão pegar.

  8. As entidades de comércio e mídia, em sua grande maioria, foram contra a expansão de leitos com o hospital de campanha. Agora amargam, indignados, mais uns dias de fechamento do comércio diante de uma ocupação acima de 90% de leitos. Dividam agora os custos da covardia do governo e da cretinice do empresariado local!

  9. Parabéns pela decisão governadora , agora que o mito pegou covid19 o gado está ciente do risco

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Economia

Atividade econômica do RN aquece na primeira semana de maio, informa Secretaria Estadual de Tributação

A economia do Rio Grande do Norte apresentou uma alta entre o final de abril e início de maio. O volume diário de movimentação comercial teve um crescimento de pouco mais de 10% em comparação com a semana anterior. O valor médio diário cresceu de R$ 202,8 milhões para R$ 223,3 milhões. Isso é resultado do crescimento do volume de operações nos principais setores da economia: indústria, varejo, atacado e setor de combustíveis. Essas informações são os destaques da quarta edição do Boletim de Atividade Econômica, divulgado nesta quarta-feira (13) pela Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN).

O estudo se baseia nos documentos fiscais emitidos pelos contribuintes do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) no período, comparando semana a semana. O material completo está disponível para download no site da SET-RN (http://www.set.rn.gov.br/contentProducao/aplicacao/set_v2/principal/gerados/boletins-covid19.asp).

Apesar desse aquecimento, o montante ainda está aquém do movimentado na semana equivalente do ano passado: valor médio diário das operações é 24,1% menor do que o verificado em 2019, revelando o reflexo negativo da crise gerada pela Covid-19 na economia do estado. O boletim mostra que a emissão média de notas fiscais por dia saiu de 716 mil na última semana de abril para 740 mil na semana de 27 de abril a 3 deste mês.

“Mesmo com esse crescimento do nível de operações diárias nos setores base da nossa economia de uma semana para outra, que é bastante animador, ainda estão muito abaixo dos patamares verificados antes da pandemia da Covid-19. Mas esse monitoramento que estamos fazendo é importante para decisões de políticas públicas para recuperar o ritmo das atividades produtivas do estado”, comenta o secretário estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier.

O setor que teve o maior índice de aquecimento na semana analisada em relação à anterior foi o da indústria de transformação, que registou uma alta de 21,3% no nível diário de movimentação financeira, atingindo um patamar de R$ 24,69 milhões movimentados por dia. Já, no comércio varejista, o aumento foi 17,4%, chegando a um movimento diário médio de aproximadamente R$ 62,76 milhões.

O comércio atacadista também cresceu: 16,9%, chegando a movimentar R$ 42,2 milhões por dia, enquanto o crescimento no setor de combustível foi de 15,3%. As transações comerciais diárias nesse segmento atingiram o pico de R$ 33,9 milhões comercializados.

O informativo semanal da SET-RN revela que a indústria foi o setor mais impactado pela pandemia durante a primeira semana de maio na comparação com o período antes das medidas restritivas e de afastamento social. A redução do nível de operações diárias na indústria foi 40,5%. O setor combustível encolheu 30,5%, seguido do varejo, que reduziu 19%, e atacado (12,8%).

Opinião dos leitores

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