Criança que pode ter visto assassinato da mãe e avó recebe acompanhamento psicológico

Uma menina de apenas 10 anos e que pode ter visto a mãe e a avó sendo mortas cruelmente. É com esse trauma que um profissional da psicologia contratado pelo Estado irá lidar no tratamento da filha da a estudante Tatiana Cristina Cruz de Oliveira, 36, e a mãe dessa, a aposentada Olga Cruz de Oliveira Lima, 61, assassinadas no início da semana em Nova Parnamirim.

A garota iniciou ontem a assistência psicológica providenciada pela promotoria da Vara da Infância e Juventude de Parnamirim.

A promotora Isabelita Garcia ressalta a importância do Estado em proteger e providenciar o acompanhamento e o auxílio psicológico a essa criança, que é a principal testemunha no duplo homicídio registrado em Nova Parnamirim.

“O Ministério Público, como instituição, tem o dever de dar esse respaldo e  fazer o acompanhamento, protegendo-a e resguardando a integridade física e mental dessa menina”. Segundo ela, o psicólogo, cuja identidade foi mantida sob sigilo, irá trabalhar tanto a questão da violência sofrida pela garota, como também o trauma de ter presenciado a barbárie contra sua mãe e avó e fazer a coleta de dados que possam contribuir com a investigação do crime.

Fonte: DN Online

Estudante de Medicina é acusado de matar avô por dívida de R$ 2 mil

Deu n’O Globo

O estudante de medicina Lothar Hoehne Kaltmaier, de 24 anos, é suspeito de matar o avô Gerhard Kaltmaier, de 81 anos, em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. Ele se apresentou à polícia e prestou depoimento que durou cerca de três horas. Segundo a polícia, o universitário confessou ter matado o avô com golpes de faca depois que ele se recusou a dar dinheiro para pagamento de dívidas. A justiça decretou sigilo no inquérito.

O jovem apresentou-se à polícia acompanhado dos pais e da irmã. O crime ocorreu na última sexta-feira. De acordo com o depoimento de Lothar, ele foi á casa do avô pedir R$ 2 mil para pagar uma dívida de seu pai. Também pediu R$ 3 mil para quitar dívidas que alegou ter na faculdade. O avô se recusou a dar o dinheiro e passou a insultar o estudante, segundo ele contou à polícia.
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