Esporte

ELIMINATÓRIAS: Com brilho de Neymar e Raphinha, Brasil goleia Uruguai por 4 a 1

Foto: © Lucas Figueiredo / CBF / Direitos Reservados

Com uma boa atuação de Neymar e Raphinha, o Brasil retomou o caminho das vitórias nas Eliminatórias para a Copa de 2022 (Catar) ao golear o Uruguai por 4 a 1, na noite desta quinta-feira (14) na Arena da Amazônia, em Manaus.

Não apenas o resultado foi importante, mas a forma como ele foi alcançado vale ser destacado. A equipe comandada pelo técnico Tite foi muito superior, sendo empurrada por 12.528 mil torcedores que acompanharam o confronto ao vivo.

Após a vitória, a seleção brasileira permanece na liderança das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa com 31 pontos.

Neymar e Raphinha decisivos

O camisa 10 da seleção brasileira mostrou desde os primeiros minutos que queria jogo. E, logo aos 2, criou sua primeira chance com um chute forte, que parou em defesa de Muslera.

Porém, aos 9 minutos o goleiro uruguaio não conseguiu fazer nada, quando Fred lançou Neymar, que, dentro da área, dominou no peito e se livrou de Muslera para finalizar com liberdade. Com este gol o camisa 10 se tornou o vice-artilheiro da competição com 7 gols (1 a menos que o boliviano Marcelo Moreno).

E o Brasil queria mais, e conseguiu aos 17 minutos, quando Neymar chutou, Muslera defendeu parcialmente e Raphinha aproveitou para ampliar.

A equipe comandada por Tite ainda tentou chegar ao terceiro no restante da etapa inicial, mas ele só veio aos 12 minutos do segundo tempo. E o gol foi fruto da parceria entre Neymar e Raphinha. Em jogada de velocidade, o camisa 10 enfiou em profundidade para o camisa 19, que avançou e bateu cruzado de esquerda.

Aos 31 minutos o Uruguai ainda conseguiu descontar com um belo gol, em cobrança de falta, do artilheiro Luis Suárez. Mas a noite era mesmo da seleção brasileira, que ampliou aos 37 minutos graças a gol de cabeça de Gabriel Barbosa, que aproveitou lindo lançamento de Neymar para fechar o placar.

Próximos compromissos

O Brasil volta a jogar pelas Eliminatórias para a Copa em Novembro, quando enfrenta a Colômbia e a Argentina.

Agência Brasil

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Esporte

Brasil recebe Uruguai na Arena da Amazônia em 1º jogo com público

Foto: LUCAS FIGUEIREDO / CBF

Muito perto da classificação para a Copa do Mundo do Catar e líder com folga das Eliminatórias Sul-Americanas, a seleção brasileira encerra hoje (14), às 21h30, contra o Uruguai, a rodada tripla de outubro. Os resultados são bons, mas o futebol apresentado recentemente não agrada. Por isso, o objetivo principal é fazer uma boa apresentação na Arena da Amazônia, em Manaus, onde cerca de 14 mil torcedores poderão assistir ao time de Tite.

Será a primeira partida do Brasil com público no País desde o início da pandemia do novo coronavírus. Os 10 mil ingressos colocados à venda pela CBF — com valores de R$ 125 a R$ 500 — para o confronto foram esgotados em menos de dois dias. No total, incluindo convidados, 14 mil pessoas vão ver de perto o duelo na capital amazonense. Com o objetivo de estimular a vacinação no Estado, o governo do Amazonas sorteou 3 mil entradas entre as pessoas que já tomaram as duas doses da vacina contra a Covid-19.

“O calor da torcida brasileira é único. Espero que o ambiente no jogo de Manaus seja excelente, com duas das maiores seleções do mundo em campo. Vamos jogar em casa, então temos obrigação de propor. Queremos fazer de tudo para disputar uma excelente partida e merecer vencer”, disse o volante Fabinho, titular no meio de campo na ausência de Casemiro.

Os torcedores esperam ver uma vitória dos comandados de Tite, mas, sobretudo, uma atuação com mais brilho. O time soma 28 pontos e está invicto nas Eliminatórias após dez jogos. “Temos sido criticados pela forma que jogamos. O momento não é dos melhores, apesar dos resultados positivos”, reconheceu o zagueiro Thiago Silva. Um dos líderes do elenco, ele completou 100 jogos pela seleção diante da Colômbia.

Tite sinalizou mudanças na defesa e no ataque. Elogiado por ter melhorado a produção ofensiva do time nos últimos dois jogos ao sair do banco de reservas, Raphinha deve ganhar a primeira chance entre os titulares, no lugar de Gabriel Barbosa, formando trio ofensivo com Neymar e Gabriel Jesus.

No gol, Ederson treinou como titular e deve começar jogando após Alisson ser o escolhido nos dois jogos anteriores. Tite indicou que usará Emerson no lugar de Danilo na lateral-direita e a zaga será formada por Thiago Silva e Lucas Veríssimo. Marquinhos ganha descanso.

O Uruguai convive com críticas depois de ser atropelado pela Argentina, por 3 a 0, no último domingo. Atualmente no quarto lugar na classificatória para o Mundial de 2022, com 16 pontos, a seleção celeste não tem sido mais combativa como outrora e seus craques amargam um jejum de gols.

JOGOS DA 12ª RODADA

17h00 – Bolívia x Paraguai
18h00 – Colômbia x Equador
20h30 – Argentina x Peru
21h00 – Chile x Venezuela
21h30 – Brasil x Uruguai

Jornal Cruzeiro do Sul

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Polícia

Mais da metade dos homicídios no Brasil não são solucionados; RN não divulga dados

Foto: Reprodução / Agência Saiba Mais

A impunidade ainda faz parte da maior parcela dos homicídios ocorridos no Brasil. Dezessete estados esclareceram só 44% das mortes ocorridas em circunstâncias criminosas durante o ano de 2018. O Rio Grande do Norte, por sua vez, não enviou os dados solicitados pelo Instituto Sou da Paz, que fez a pesquisa “Onde Mora a Impunidade”.

A organização não governamental atua há vinte anos para reduzir a violência no Brasil. A entidade solicitou aos estados, via Lei de Acesso à Informação, os assassinatos ocorridos em 2018 e solucionados até o fim de 2019. Além do RN, Alagoas, Amazonas, Ceará, Sergipe e Tocantins não encaminharam as informações.

O Paraná, com 12% de esclarecimento, e o Rio de Janeiro, com 14%, são os piores estados na resolução de homicídios. Dez estados não são capazes de informar quantos homicídios esclareceram.

Segundo a pesquisa, o Mato Grosso do Sul foi o estado que mais esclareceu homicídios ocorridos em 2018, com percentual de 89% de esclarecimento, seguido por Santa Catarina, com 83%.

O Distrito Federal resolveu 81% dos casos. De acordo com avaliação do instituto, a capital federal piorou o percentual de esclarecimento em relação à última edição da pesquisa, quando apresentou taxa de 91%.

O estado com a menor taxa de esclarecimento de homicídios foi o Paraná, com 12%. Porém, o dado representa um avanço em relação ao anterior, quando o estado enviou dados incompletos que impossibilitaram o cálculo e prejudicaram a transparência.

A Bahia melhorou expressivamente o índice de resolução de homicídios. O estado subiu de 4%, registrado na pesquisa anterior, para 22% agora.

Entre os estados que não enviaram os dados solicitados pelo Instituto Sou da Paz estão Alagoas, Amazonas, Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins.

Entre aqueles que enviaram dados incompletos, o que inviabilizou o cálculo do percentual de homicídios nesses estados, estão Amapá, Goiás, Pará e Maranhão.

“É importante reconhecer o avanço no percentual de esclarecimento de homicídios no Brasil, que aumentou 12% em relação à última edição da pesquisa”, comemora Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, em comunicado à imprensa.

Ela conclui. “Esta é a edição com o maior número de estados que enviaram dados completos e a maior parte deles apresentou aumento no esclarecimento de homicídios em relação ao ano anterior”, pondera.

Segundo o instituto, entre as razões para esse avanço nos estados é a melhora na capacidade investigativa indicada pelo aumento nos esclarecimentos no mesmo ano da morte, reforçando o que a literatura especializada já aponta: quanto mais tempo demora a atividade investigativa, mais difícil fica a identificação de autores, gerando maior possibilidade do inquérito ter como destino o arquivamento.

Para que o Brasil passe a priorizar a investigação de homicídios, o Instituto Sou da Paz propõe, entre outras recomendações, a modernização da gestão, infraestrutura e remuneração das Polícias Civis Estaduais, a garantia da disponibilidade ininterrupta de equipes completas (delegado, investigadores e peritos) para chegada rápida ao local do crime em todas regiões dos estados, além da padronização e integração dos sistemas de informação dos Ministérios Públicos estaduais, conferindo mais transparência à resposta que o estado dá aos crimes contra a vida.

Metrópoles

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Saúde

Covid: Brasil ultrapassa marca de 600 mil mortes

Foto: Hermes de Paula / Agência O Globo

O Brasil superou hoje a marca de 600 mil mortes por covid-19. Segundo contagem do consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte, junto às secretarias estaduais de Saúde, o país soma 600.077 óbitos pela doença às 14h24 de hoje. O boletim diário, com a média móvel de mortes, novos casos e vacinação, será divulgado no início da noite de hoje.

O Brasil se torna o segundo país do mundo a superar a marca de 600 mil mortes confirmadas por covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos. O número é atingido em um momento de arrefecimento da doença diante do avanço da vacinação, apesar do temor pela propagação da variante delta, considerada mais transmissível.

O boletim do consórcio de ontem indicou que o Brasil, pelo quarto dia seguido, teve uma média de óbitos abaixo de 500. Morreram em média 438 pessoas nos últimos sete dias, o que indica uma tendência de queda de -22% na comparação com 14 dias atrás.

A média móvel é o melhor indicador para analisar a pandemia, pois corrige as flutuações nos dados das secretarias de saúde que ocorrem aos fins de semana e feriados. A média dos últimos sete dias é comparada com o mesmo índice de 14 dias atrás. Se ficar abaixo de -15%, indica tendência de queda; acima de 15%, aceleração; entre esses dois valores, estabilidade.

O viés de baixa, apesar da trágica marca e de ainda persistir uma média diária alta, é referendado pela análise da evolução de mortes ao longo da pandemia. O Brasil havia atingido 500 mil mortes por covid-19 em 19 de junho, há 111 dias. Na ocasião, o país chegou a marca apenas 50 dias depois de registrar 400 mil.

A marca é atingida em um momento em que estados e cidades brasileiras flexibilizam medidas de distanciamento social, com a volta de eventos e liberação quase integral de atividades econômicas. Especialistas, porém, alertam que não é hora de relaxar e recomendam a continuidade de medidas como o uso de máscaras e controle de aglomerações.

Para ler a matéria na íntegra acesse AQUI.

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Tecnologia

Brasil recicla menos de 3% do lixo eletrônico

Foto: WEEE Irland / Divulgação

Os brasileiros ainda não sabem o que é resíduo eletrônico e como descartá-lo, de acordo com a pesquisa Resíduos eletrônicos no Brasil — 2021, conduzida pela Radar Pesquisas a pedido da Green Eletron, gestora de logística reversa da Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica (Abinee). O Brasil ocupa o 5º lugar do ranking mundial e o primeiro da América Latina na produção desse tipo de material.

“O Brasil descartou, apenas em 2019, mais de 2 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos, sendo que menos de 3% foram reciclados. Além das possíveis contaminações de solo e água com o descarte incorreto, também há um grande desperdício, porque os materiais reciclados podem ser reutilizados em diferentes indústrias, evitando a extração de matérias-primas virgens”, explicou Ademir Brescansin, gerente executivo da Green Elétron.

De acordo com o The Global E-waste Monitor 2020, mais de 53 milhões de toneladas de equipamentos eletroeletrônicos e pilhas são descartadas em todo o mundo. Além disso, o número de dispositivos cresce cerca de 4% por ano e, quando descartados e manuseados incorretamente, os componentes químicos podem ser prejudiciais ao meio ambiente e à saúde humana.

O Brasil tem poucas informações sobre o que é lixo eletrônico, a possibilidade de reciclagem dos aparelhos e componentes e a importância da discussão desse tema para a sustentabilidade do planeta. “O público é parte fundamental no processo de logística reversa e reciclagem, esse cenário precisa mudar, por isso essa pesquisa é tão importante”, disse Brescansin.

Entre os participantes da pesquisa, 87% já ouviram falar em lixo eletrônico e 42% relacionaram o conceito a aparelhos quebrados. Um terço dos entrevistados (33%), entretanto, acredita que lixo eletrônico está relacionado ao meio digital, como spams, e-mails, fotos ou arquivos, o que mostra que ainda existe muita dúvida. Das pessoas ouvidas na pesquisa, 71% alegaram que não há muita informação na mídia sobre o assunto. A maioria dos brasileiros (87%) guarda algum tipo de eletroeletrônico sem utilidade em casa e mais de 30% ficam com eles por mais de um ano.

Jovens com idades entre 18 e 25 anos são os que declaram maior desconhecimento do que é lixo eletrônico — 14%, contra 5% dos adultos de 26 a 45 anos e 3% dos mais experientes (46 a 65 anos). Apesar disso, os jovens associam menos o lixo eletrônico a spam (28%), enquanto 36% das pessoas da segunda faixa etária e 31% dos integrantes da última já ligaram os termos alguma vez.

O estudo foi realizado com 2.075 pessoas de 13 estados e do Distrito Federal, entre 14 e 24 de maio de 2021. O público-alvo contemplou homens e mulheres de 18 a 65 anos das classes A, B e C.

Onde descartar
A pesquisa revelou que um terço dos entrevistados (33%) nunca ouviu falar em pontos ou locais de descarte correto para lixo eletrônico, os pontos de entrega voluntária (PEVs). O índice de desconhecimento entre a classe C foi maior (41%) do que nas classes A (24%) e B (26%).

Entre os que já ouviam falar dos pontos de coleta, mas nunca levaram seus eletrônicos usados para descartar nesses locais, apenas 7% dão destino correto ao lixo eletrônico — mesmo assim, doam, vendem ou chamam alguém para retirar. Os motivos para não levar os resíduos ao descarte são vários: 20% não sabem onde há um coletor, 21% dizem que é distante e 21%, que não existem pontos de coleta onde moram. No total, 25% dos brasileiros que já ouviram falar em PEVs nunca levaram aparelhos para serem descartados no local.

Em sua grande maioria, os entrevistados que levaram algum lixo eletrônico aos pontos de coleta, mais da metade disse que os PEVs estão a mais de 15 minutos de carros de sua residência, e 10% não sabiam onde havia um posto perto de sua residência. Outros motivos para não fazer o descarte correto foram falta de tempo (10%), falta de informação sobre o descarte (6%) e falta de interesse (4%).

Entre os entrevistados no estudo, 75% dos que têm entre 46 e 65 anos já ouviram falar nos pontos de descarte, ante apenas 57% na faixa etária de 15 a 25 anos.

Correio Braziliense

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Esporte

Raphinha e Antony estreiam bem, Brasil vira em cima da Venezuela e mantém 100% nas Eliminatórias

Foto: Lucas Figueiredo / CBF

Foi suado, com atuação bem abaixo do normal, mas saiu a nona vitória em nove partidas da Seleção – virada por 3 a 1 contra a Venezuela, em Caracas, no estádio Olímpico da UCV. A melhor notícia foi a boa atuação de Raphinha, o estreante da segunda etapa. Antony também foi bem. A primeira etapa foi de muitas dificuldades. O Brasil saiu atrás em lance de dupla escorregão da defesa – Erick Ramírez aproveitou – e só virou na segunda etapa em dois gols de bola parada – Marquinhos de cabeça e Gabigol de pênalti. No fim, Antony recebeu de Raphinha e fez o terceiro.

Com a vitória, o Brasil mantém 100% de aproveitamento após nove rodadas e vai a 27 pontos, na liderança das Eliminatórias. A classificação para a Copa do Mundo está muito bem encaminhada – a chance é de 99% segundo o matemático Tristão Garcia. Já a Venezuela segue na última colocação, com apenas quatro pontos ganhos.

O Brasil volta a campo no domingo, às 18h (de Brasília), contra a Colômbia, em Barranquilla. No mesmo dia, às 17h30, a Venezuela recebe o Equador. Os duelos são válidos pela 5ª rodada e deveriam ter acontecido em março, mas foram adiados por conta da pandemia.

GE

Opinião dos leitores

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Esporte

Eliminatórias: Brasil e Venezuela fazem duelo de opostos

© Lucas Figueiredo / CBF/ Direitos Reservados

Brasil e Venezuela realizam um duelo de opostos, a partir das 20h30 (horário de Brasília) desta quinta-feira (7) no estádio Olimpico de la UCV, em Caracas, pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo do Catar (2022).

Enquanto a seleção brasileira chega como líder incontestável da competição, com 100% de aproveitamento (8 vitórias em 8 partidas), a Vinotinto ocupa a lanterna da classificação com apenas 4 pontos em 9 jogos realizados.

Em entrevista coletiva realizada na última quarta (6), o técnico Tite disse que o Brasil terá mudanças para o confronto com a Venezuela, e confirmou a equipe titular com: Alisson; Danilo, Marquinhos, Thiago Silva e Guilherme Arana; Fabinho, Éverton Ribeiro, Gerson e Lucas Paquetá; Gabriel Barbosa e Gabriel Jesus.

O treinador afirmou que o bom momento na competição permite a realização de experiências, como a entrada de Arana na lateral no lugar de Alex Sandro: “A campanha permite abrir mais o leque de oportunidades. Coisa que, na campanha de 2018, não foi possível. Agora a própria campanha nos permite das oportunidades aos atletas. É o caso do Arana”.

Sobre o adversário, o comandante do Brasil afirmou que o respeito é fundamental para se buscar um triunfo fora de casa: “Temos muito respeito pela Venezuela. Tem links dos atletas que foram campeões no sub-17. Era uma equipe que sempre propunha o jogo. No Morumbi, o jogo ficou vivo. É uma equipe que vem jogando mais. Com isso, quem ganha é a qualidade do espetáculo”.

Se o Brasil não pode contar com a sua principal referência técnica, o atacante Neymar, que está suspenso por acúmulo de cartões amarelos, a Venezuela também chega à partida sem contar com peças importantes, como o meia Savarino, do Atlético-MG, e os atacantes Rondón, do Everton (Inglaterra), e Josef Martínez, do Atlanta United (EUA).

Agência Brasil

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Geral

Reino Unido tira viajantes de Brasil e de outros países de quarentena obrigatória

Foto: Reprodução

O primeiro-ministro britânico Boris Johnson vai flexibilizar para mais países as viagens com destino ao Reino Unido, tirando a necessidade de fazer quarentenas, e anunciará a medida ainda nesta semana, informou o The Sunday Telegraph, acrescentando que a “lista vermelha” será reduzida de 54 países para nove.

Viajantes totalmente vacinados do Brasil e de outros países incluindo África do Sul, México e Indonésia não terão mais que ficar em quarentena em hotéis designados pelo governo por 10 dias quando chegarem à Inglaterra a partir do fim de outubro, disse o jornal.

As mudanças devem ser anunciadas na quinta-feira e provavelmente resultarão em uma onda de reservas nos hotéis, ajudando as companhias aéreas e de viagens que ficaram seriamente comprometidas durante a pandemia.

A política de quarentena de hotéis para países de alto risco custa 2.285 libras (ou 3.095 dólares) por adulto.

A Grã-Bretanha já planejava relaxar suas regras de viagem a partir de 4 de outubro, descartando a lista para destinos de risco médio e não mais exigindo que os passageiros totalmente vacinados façam teste de Covid-19 antes de chegar ao país vindos de lugares que não estão na lista vermelha.

O governo informou que, a partir do fim de outubro, quem chegar à Inglaterra não precisará mais fazer o teste de PCR dois dias após a chegada e poderá optar por outro teste mais barato.

IstoÉ Dinheiro

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Saúde

Brasil tem 44,2% da população com a vacinação completa contra o coronavírus

Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou nesta segunda-feira, 4, a 147.731.532, o equivalente a 69,25% da população total. Nas últimas 24 horas, 274,4 mil pessoas receberam a primeira aplicação da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal.

Entre os mais de 147 milhões de vacinados, 94,27 milhões estão com a imunização completa contra o coronavírus, o que representa 44,2% da população total. Nas últimas 24 horas, 720,3 mil pessoas receberam a segunda dose e 2,6 mil receberam um imunizante de aplicação única.

Nesta segunda-feira, outras 164,5 mil pessoas receberam a dose de reforço. Ao todo, 1,22 milhão de brasileiros já foram “revacinados”.

Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, o Brasil administrou 1,15 milhão de doses nas últimas 24 horas.

São Paulo tem 79,3% da população total vacinada ao menos com uma dose contra o coronavírus, e 58,45% com o esquema vacinal completo (duas doses ou aplicação única), o mais avançado no País. Os outros quatro Estados com a maior proporção de habitantes totalmente imunizados são: Mato Grosso do Sul (58,39%), Rio Grande do Sul (50,22%), Paraná (46,73%) e Espírito Santo (45,52%).

Terra

Opinião dos leitores

  1. Quantas doses, os governadores ou o consórcio Nordeste compraram?
    O Véio Bolsonaro tem razão

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Política

Governo discute prorrogar auxílio emergencial por mais um ano

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Uma alta fonte do governo federal garantiu: “Vamos retomar as conversas”, referindo-se à prorrogação do auxílio emergencial, que termina no fim do mês. Integrantes da ala política defendem a ideia de aumentar o valor, que hoje varia de R$ 150 a R$ 375, e prorrogar o benefício até o fim de 2022. A intenção é evitar que o benefício termine antes das eleições e tentar dar um fôlego eleitoral à disputa da reeleição do presidente Jair Bolsonaro. Nesse contexto, os integrantes do governo defendem até um aumento do valor do benefício para algo em torno de R$ 400 a R$ 500.

O problema é que, na visão da equipe econômica, a medida aceleraria ainda mais a inflação, que já está na casa dos dois dígitos. “A inflação vai continuar subindo. Aí, quem pegar o país vai pegar todo complicado. É incrível a falta de patriotismo, de responsabilidade de quem está defendendo. Na verdade vai ser ruim para todo mundo, vai ser ruim para o governo, vai ser ruim para o Brasil, vai ser ruim para todo mundo”, afirma fonte.

A prorrogação é avaliada por outra importante fonte como “uma saída que os políticos gostam mais, mas não é o mais responsável”, do ponto de vista das contas públicas. O argumento é para lembrar que a prorrogação do auxílio emergencial seria por meio do Orçamento de Guerra, fora do teto de gastos públicos.

O ministro Paulo Guedes tem defendido a ampliação do Bolsa Família, que passaria a se chamar Auxílio Brasil. O governo já tem os recursos para pagar o benefício com o reajuste neste ano. O novo Bolsa Família iria dos atuais R$ 190, em média, para R$ 300, e o número de famílias saltaria para 17 milhões de pessoas. Só que o Auxílio Brasil depende do Congresso, não é possível lançar o programa social sem a definição dos recursos para o ano que vem. Essa medida depende da aprovação de duas propostas: mudanças no pagamento de precatórios, que são as dívidas judicias do governo, e reforma do Imposto de Renda, que cumpre a regra de apontar uma nova fonte de recursos para a despesa.

O impasse coloca em lados opostos ministros como Fábio Faria (das Comunicações), Rogério Marinho (do Desenvolvimento Regional), Ciro Nogueira (da Casa Civil) e Paulo Guedes (da Economia), que tem dito nos bastidores que está decepcionado. Guedes acredita que tem o apoio de Bolsonaro e de Arthur Lira (presidente da Câmara) para continuar no Plano A, que consiste em aprovar as medidas e lançar a reformulação do Bolsa Família sem prorrogar o auxílio emergencial.

Nesse contexto, é importante entender que o Auxílio Brasil depende da aprovação de mudanças nos precatórios e da reforma do Imposto de Renda, que enfrentam resistência no Senado. Com o prazo apertado, aumentam as chances de prorrogação do auxílio emergencial, e as conversas nos próximos dias serão decisivas para saber o caminho que o governo vai seguir.

Segundo outra importante fonte da ala política, é preciso uma definição até a metade de outubro.

Outro fato relevante entra nessa difícil equação política e econômica. O auxílio emergencial é pago a 35 milhões de pessoas, e o novo Bolsa Família seria repassado a 17 milhões de famílias, ou seja, outros 18 milhões de pessoas podem ficar sem benefícios se não houver prorrogação do auxílio emergencial.

Blog do Nolasco / R7

Opinião dos leitores

  1. Tchau, tchau, tchau, tchau
    Tchau, tchau, tchau, tchau…
    ESQUERDALHADA!!!!
    acabou 🎶ôôôôô 🎵 acabou🎵!!!
    Kkkkkkkkkkkkk.

    1. Vixe! Pelo que me lembro a mesma esquerdalha que vc cita fazia o mesmo tipo de coisa , qual seja, inchar programas sociais para aumentar a popularidade (inclusive isso era AMPLAMENTE criticado pelo MINTO das rachadinhas). Agora o governo do presidente inepto está usando da mesma coisa que antes tanto criticara! Não é mais errado fazer isso?

    2. Chupa babaca derrotado.
      O mito ta reeleito e os institutos de pesquisa mentindo.
      Peguem pêia braba no lombo até umas horas dias meses anos.
      O ladrão vai desistir.
      É melhor jair arrumando um poste pra vcs se rscorarem.
      Kkkkkķkkkkkkk

  2. Cada dia o governo do MINTOmaníaco das rachadinhas parece mais com o do PT, especialmente com o da DilmAnta! Haja dinheiro público pra aumentar a popularidade desse futuro Senador…

    1. E aí o povo de do mito vai pra galera, isso já está ficando chato, a caravana passa e os cachorros ladram, todos os cachorros sem dentes, o povo não foi para rua.

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Economia

Voos domésticos atingem 80% de nível pré-pandemia

Foto: © Fernando Frazão/Agência Brasil 

Os voos domésticos já recuperaram 80% dos níveis de passageiros que havia antes da pandemia de covid-19 no Brasil, segundo o ministro do Turismo, Gilson Machado. Em entrevista à Agência Brasil, durante visita à Expo 2020 em Dubai, nos Emirados Árabes, Machado disse que a companhia aérea Azul já até superou seus números pré-pandemia.

“O hub de Recife, por exemplo, já está com 115% de fluxo aéreo. A gente vê também as reservas nos hotéis no final do ano, não tem mais hotel praticamente no Nordeste brasileiro, nos endereços de ecoturismo, no Natal Luz de Gramado e Canela”, afirmou o ministro.

Os voos internacionais, no entanto, ainda estão longe da recuperação. De acordo com Machado, as ligações aéreas com o exterior movimentam atualmente apenas 30% dos passageiros de antes da covid-19.

Gilson Machado chegou a Dubai com a mensagem de que pretende ampliar o número de turistas internacionais que viajam ao Brasil e aumentar os investimentos estrangeiros na infraestrutura de turismo do país. Ele acredita que depois da pandemia, muitos vão querer ter contato com a natureza, que seria um forte ativo brasileiro.

Mas, para isso, seria preciso investir na promoção do Brasil no exterior. “Estamos lutando por recursos para isso, porque a briga pelo turista internacional é briga de cachorro grande. O turismo é dinheiro na veia da economia. A gente vê hoje um país como o México, que tem US$ 500 milhões para divulgar seu país lá fora. Por isso que o México recebe praticamente quase dez vezes mais turistas estrangeiros que o Brasil. Nós estamos lutando junto com o Congresso Nacional, para que a Embratur tenha mais recursos”, acrescentou.

A meta é atingir um patamar de 12 milhões de visitantes internacionais, o dobro do recorde já registrado no país, que foi atingido em 2018, com 6,62 milhões. Nos dois anos anteriores, os números também ficaram próximos de 6,6 milhões. Em 2019, se esperava bater a marca de 7 milhões, devido à isenção de vistos para americanos, canadenses, japoneses e australianos.

Segundo o ministro, no entanto, a crise econômica na Argentina, principal emissor de turistas para o Brasil, representando mais de um terço do total, frustrou as expectativas, e o Brasil recebeu apenas 6,35 milhões de visitantes internacionais.

Agência Brasil

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Saúde

Brasil tem 43,86% da população com esquema vacinal completo contra a covid-19

Foto: Alex Régis/Secom

A quantidade de vacinados com duas doses ou dose única de vacinas contra a covid-19 no Brasil chegou nesse domingo (3), a 93.558.913, o que corresponde 43,86% da população. Enquanto isso, 147.457.100 pessoas, o equivalente a 69,13% do total, receberam ao menos uma dose.

Nas últimas 24 horas, o País registrou a aplicação de 441.236 doses de vacinas contra a covid-19. Foram administradas 139.867 primeiras doses, 286.166 segundas doses, 1.297 doses únicas e 13.906 terceiras doses.

Os dados são reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal. Proporcionalmente, São Paulo segue como o Estado que mais vacinou com primeira dose, com 79,22% dos habitantes parcialmente imunizados contra a covid-19.

Já o Mato Grosso do Sul retomou a maior porcentagem da população completamente vacinada: 58,10% do total. São Paulo está logo atrás, com 57,89%.

Novo Notícias 

Opinião dos leitores

  1. Em tempo recorde. Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.
    Obrigado Presidente Bolsonaro, o MITO.

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Geral

ACORDA, POVO! Covid-19: Número de pessoas em atraso para segunda dose dobra em 40 dias; Ministério da Saúde alerta para 17,2 milhões ausentes

Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo

Apesar dos avanços na vacinação, o Brasil ainda empaca na segunda dose. Dados do Ministério da Saúde, compilados a partir de estados e municípios, mostram que cerca de 17,2 milhões de pessoas ainda não voltaram aos postos de saúde para completar o ciclo de imunização. O total é 102,3% maior do que o registrado em 20 de agosto.

O dado foi divulgado pela primeira vez pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em 15 de abril. À época, 1,5 milhão de brasileiros estavam atrasados para a segunda dose. Esse número triplicou e para 4,6 milhões de pessoas em 30 de julho. Onze dias depois, 7 milhões de pessoas ainda não haviam retornado aos postos para completar o esquema vacinal. O abandono vacinal saltou 1.046,6% em cinco meses e meio, o que põe em risco a campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil.

Como O GLOBO mostrou, medo de reação adversa às vacinas e desinformação sobre os imunizantes são apontados por especialistas como principais causas para o abandono vacinal. Além disso, o combate à Covid-19 é prejudicado na medida em que parte da população fica com imunidade parcial da primeira dose, insuficiente para oferecer a proteção desejada, sobretudo diante da variante Delta, que se alastra pelo país.

Mesmo assim, o país ainda carece de estratégias e políticas públicas contra o abandono vacinal. Procurado pelo GLOBO, o ministério não detalha ações para incentivar que as pessoas voltem aos pontos de vacinação:

“A pasta reforça a importância da segunda dose para garantir a máxima proteção dos brasileiros, principalmente, contra as novas variantes. A orientação é completar o esquema vacinal da Covid-19 para que o caráter pandêmico da doença seja superado no país. O ministério continua com sua campanha massiva de incentivo à imunização nacional e a importância da segunda dose e recomenda aos estados e municípios que também façam uma busca ativa da população-alvo”, informou, em nota.

O Globo

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Diversos

No Brasil, 14% da população se considera vegetariana

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O Dia Mundial do Vegetarianismo é comemorado em 1º de outubro. Há alguns anos, a negociação para uma alimentação mais baseada em verduras, legumes e frutas era difícil entre nutricionistas e pacientes. Mas esse cenário vem mudando cada vez mais. De acordo com dados da Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec), em todas as regiões brasileiras – e independentemente da faixa etária -, 46% dos brasileiros já deixam de comer carne, por vontade própria, pelo menos uma vez na semana.

Uma pesquisa de 2018, encomendada pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) ao Ibope, mostrava que 14% dos brasileiros se consideravam vegetarianos e estavam dispostos a escolher mais produtos veganos (entenda a diferença) também. Especialistas e pessoas que adotam esse tipo de dieta reforçam que a alimentação sem carne acaba influenciando diretamente na qualidade de vida.

Segundo a nutricionista Shila Minari , as dietas vegetarianas adequadamente planejadas, incluindo as totalmente vegetarianas ou veganas, são saudáveis, nutricionalmente adequadas e podem proporcionar benefícios para a saúde na prevenção e no tratamento de certas doenças. Quando corretamente planejadas, elas podem ser adotadas em todas as etapas da vida, incluindo a gravidez, a lactação, a infância e a adolescência, bem como ser seguida por atletas.

“É preciso entender sua escolha, se informar, aprender a substituir e a se alimentar de forma variada e adequada”, destaca a jornalista Mariana Camargo, de 34 anos, que é vegetariana há nove anos. Antes de adotar a dieta vegetariana, nem tomate ela comia. Hoje, ela conta, rindo, que ama escolher brócolis no mercado e testar receitas novas para variar cada vez mais o cardápio.

Grávida de uma menina, ela diz que encontrou resistência ao manifestar sua decisão de manter o estilo de vida durante a gestação, por julgarem sua escolha. “A orientação era sempre de ter mais cuidado. Cheguei a ser aconselhada a comer carne por um dos médicos. Mas sou vegetariana há muitos anos e, nesse tempo, aprendi a substituir, me cuidar e me alimentar adequadamente”. Mariana explica que faz a mesma suplementação de uma gestante que come carne: “Não tive nenhum problema. Pelo contrário, a alimentação vegetariana nos incentiva a comer menos processados e mais verduras e legumes frescos, o que é muito positivo para a mãe e para o bebê”.

A empresária Maria Cleomana Targino conta que seu primeiro contato com o vegetarianismo aconteceu quando uma amiga vegetariana afirmou que a alimentação baseada em produtos de origem animal, que Cleomana até então adotava, não era saudável. “Depois disso, a vontade de buscar informações sobre a alimentação vegetariana cresceu cada vez mais”, explica. Por trabalhar em casa, Cleomana diz que não enfrenta tantas dificuldades para se alimentar no dia a dia.

“A minha alimentação é à base de grãos, vegetais, sementes. Sempre estou indo à feira e buscando novas especiarias também”, diz a empreendedora, que já é vegetariana há seis anos e planeja uma transição para o veganismo.

A nutricionista Lara Natacci, mestre e doutora pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e integrante da Comissão de Comunicação da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN), explica as diferenças entre a dieta vegana e vegetariana. “A dieta vegetariana é aquela onde a gente não inclui carne, frango e peixe. As pessoas que fazem a dieta vegetariana normalmente consomem leite e derivados e ovos. Existe o vegetariano estrito, que não consome nenhum alimento de origem animal, então ele não consome carne vermelha, carne de frango, carne de peixe, não consome nem ovos e nem leite e derivados. Temos também o vegano, que não consome nenhum alimento de origem animal e nenhum produto de origem animal também”, exemplifica Lara Natacci.

Entenda os tipos de dieta vegetariana:

Não ingerem nenhum tipo de carne (nem frango, peixe ou frutos do mar), mas consomem laticínios e ovos. Esse tipo de vegetarianismo é o mais comum.

Além de não ingerir nenhum tipo de carne – como os ovolactovegetarianos -, os lactovegetarianos excluem os ovos da dieta. É o tipo de vegetarianismo predominante em países como a Índia, de acordo com a Sociedade Vegetariana Brasileira.

Não ingerem nenhum tipo de carne, laticínios ou ovos.

E o que é o veganismo?

Por motivações éticas, os veganos não consomem nada de origem animal em nenhuma área de sua vida. Alimentação, vestuário, espetáculos ou qualquer outro tipo de atividade que envolva sofrimento animal é excluída da vida de uma pessoa vegana. O veganismo é uma postura política e não uma dieta.

Para Lara Natacci, o maior cuidado que deve ter alguém que queira fazer esse tipo de alimentação é buscar a orientação de um profissional especializado, o que ajuda a alcançar uma alimentação equilibrada e bem planejada, além das informações para fazer as substituições necessárias. “Não adianta nada deixar de consumir carne no nosso prato para consumir, em seu lugar, um alimento muito rico em carboidrato e que não seja rico em proteína”, diz a nutricionista.

Ela lembra que muitos alimentos de origem animal são mais ricos em gordura saturada. Esse tipo de alimentação pode contribuir para o desenvolvimento de alguns tipos de doenças crônicas não transmissíveis, principalmente as cardiovasculares.

Sobre os aspectos nutricionais da dieta, a nutricionista Shila Minari reforça que pessoas vegetarianas também podem ter problemas por fazerem escolhas alimentares erradas. Shila aconselha a inclusão de leguminosas e fontes de proteína não animal na alimentação. “Suplementos de vitamina B12 muitas vezes são necessários para os vegetarianos. Essa é a única vitamina que não se consegue suprir com esse tipo de alimentação”, explica.

Para ter uma dieta balanceada e não compensar a falta de proteína animal com outros alimentos pobres em nutrientes, ela aconselha acompanhamento especializado. “É importante que quem vá começar uma dieta vegetariana faça acompanhamento nutricional”.

O mercado voltado especificamente para esse público também vem sendo mais explorado. Misael Heron e Julyana Pinheiro são de Brasília e criaram o Cozinha Muju em 2019, com produtos artesanais e autorais. “A nossa venda era baseada em molhos e geleias, sem uso de produtos de origem animal. Com o tempo, a gente foi expandindo o cardápio e incluímos pães de fermentação natural e alguns doces. Hoje funcionamos como uma pequena padaria sem nada de origem animal” destaca Julyana.

“Os cardápios que a gente faz são semanais e respeitam a sazonalidade dos produtos. Além disso, as frutas e as hortaliças usadas nos preparos vêm direto dos pequenos produtores locais e orgânicos da região” complementa Misael.

Quer começar?

Para Mariana, a relação com o alimento deveria ser a mesma em qualquer tipo de alimentação. Ela explica que, no vegetarianismo, as pessoas tendem a criar uma conexão diferente com a alimentação. “Acho que esse cuidado deveria ser o mesmo para qualquer escolha alimentar. Deveríamos olhar para o que comemos e saber escolher as melhores opções, variar alimentação, explorar combinações e transformar o alimento em cuidado pessoal”, diz.

A “Segunda sem Carne”, iniciativa da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), pode ser uma alternativa para quem quer começar a adotar esse tipo de dieta ou diminuir o consumo de proteínas de origem animal. Outro caminho é a dieta flexitariana: há uma diminuição no consumo de alimentos de origem animal, mas as pessoas não deixam de consumir definitivamente esses alimentos. “Seria realmente um intermediário entre a dieta vegetariana e a dieta onívora, e já traz alguns benefícios tanto para a nossa saúde, quanto para o planeta”, completa Lara Natacci.

“É muito importante que a gente tenha essa opção, porque muitas vezes quando a gente faz mudanças muito bruscas na alimentação ou nos nossos hábitos, não consegue sustentá-las em longo prazo. Por isso, fazer pequenas mudanças já pode gerar bons resultados”.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Cada um faz o que achar melhor, mas tem muita moda e interesses aí. A boa alimentação deve ser com alimentos o mais natural possível, sem alimentos processados e refinados como farinha de trigo, óleos vegetais(soja, milho, canola, girassol) e açúcar. Não existe evidência científica de qualidade que comer proteína de origem animal seja maléfico ao corpo humano que por natureza é carnívoro. O que existe são interesses da indústria e dos profissionais da nutrição. Há inúmeras histórias de veganos que tiveram que voltar a consumir proteína animal por deficiência de nutrientes, entre eles Gisele Bundchen.

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Saúde

Fiocruz defende o passaporte da vacina para todo o Brasil

Foto: Cristine Rochol/PMPA

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou, nesta sexta-feira (1º), um novo boletim em que recomenda a adoção do passaporte da vacina para todo o Brasil. A fundação afirma que o documento pode se tornar uma estratégia para estimular que mais cidadãos se vacinem contra a Covid-19.

A recomendação veio no dia seguinte ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, reestabelecer o decreto da prefeitura do Rio de Janeiro que exige a apresentação da comprovação de vacinação para acessar locais fechados.

Na quarta-feira (29), o decreto foi suspenso por uma decisão do desembargador Paulo Rangel, do Tribunal de Justiça do estado, devido a um habeas corpus que argumentava cerceamento de liberdade de locomoção.

Em linhas gerais, o passaporte funciona como um comprovante individual, que informa se a pessoa está ou não imunizada contra a doença. A norma controla o acesso da população a locais fechados, sejam eles públicos ou privados. Academias, cinemas e teatros são alguns dos estabelecimentos que estão aptos a cobrarem essa autorização.

Para os estudiosos da Fiocruz, o emprego do passaporte em todo o território nacional evitaria a judicialização do tema. Assim, seria possível criar um cenário de maior estabilidade frente à iniciativa. Os pesquisadores do Observatório Covid-19 da Fiocruz, responsáveis pela elaboração do boletim, alegam que o desenvolvimento dessas diretrizes a nível nacional faz parte dos pilares de universalidade e integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Esta estratégia é central na tentativa de controle de circulação de pessoas não vacinadas em espaços fechados e com maior concentração de pessoas, para reduzir a transmissão da Covid-19, principalmente entre indivíduos que não possuem sintomas”, destaca o boletim.

Logo em setembro, quando o passaporte da vacina foi anunciado na cidade do Rio de Janeiro, as autoridades locais registraram aumento na procura por imunização. Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, já no dia seguinte ao anúncio, os pontos de vacinação da capital carioca receberam o triplo do público usual.

De acordo com o levantamento mais recente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), divulgado na última terça-feira (28), atualmente, ao menos 249 cidades brasileiras – 4,47 % do total de municípios do país – exigem o passaporte vacinal. O Nordeste é a região com o maior número de adesões à medida. Ao todo, 60 prefeituras da região implementaram a norma sanitária.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Já que querem assim, deveriam também pedir antecedentes criminais para concursos públicos, ficha limpa para concorrer a eleições, exame de HIV para doadores e futuros servidores públicos, e etc, etc, etc

    1. Pra você se fosse exigido o “teste da goma” ia dar ruim heim?! kkkkk
      bisonho

  2. Com essa notícia os bovinos mais adestrados vão mugir feito loucos, afinal não querem tomar vacina no braço pq preferem ozônio do rainbow…

    1. Vagabundo sempre vagabundo …idiota se mude para o paraíso Venezuela ou Cuba …chora não bebê, perdeu a boquinha, vá trabalhar VA GA BUN DO

    2. Já começaram a mugir… KKK. Boquinha vai perder vc quando o MINTOmaníaco das rachadinhas perder as eleições de 2022. Eu não preciso vender minha alma pra ganhar dinheiro não coitado!

    3. Olha só a horda ignara… Aceitem a verdade, que dói menos. KKK ver o gado sendo tangido e enganado é muito divertido! Comentem mais, bolsominions!

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Economia

Brasil registra 1,4 milhão de novos negócios de maio a agosto de 2021

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Brasil alcançou a marca de 1,4 milhão de novos negócios abertos, de maio a agosto de 2021. Nesse período, o saldo positivo de empresas em funcionamento no país chegou a 936.229. O saldo é a diferença entre todos os negócios abertos (1.420.782) e fechados (484.553) no período. O total de empresas ativas no Brasil é de 18.440.986. Os dados são do Boletim do Mapa de Empresas do Ministério da Economia, divulgado nesta quinta-feira (30).

De acordo com o boletim, o último quadrimestre segue a tendência já observada nos períodos anteriores, em que o número de empresas abertas ultrapassou a marca de 1 milhão. O crescimento registrado nos meses de maio a agosto de 2021 representa aumento de 1,9% em relação ao quadrimestre anterior e de 26,5% em comparação com o mesmo período de 2020.

Setores – A atividade econômica que representou o maior fluxo de novos negócios foi a de comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, com 82.943 novas empresas abertas. Houve aumento de 11% em relação aos primeiros meses de 2021 e de 20,7% em relação ao segundo quadrimestre de 2020. De acordo com o ministério, outros ramos que tiveram destaque foram os de promoção de vendas (67.888 abertas), cabeleireiros, manicure e pedicure (46.137 abertas) e obras de alvenaria (45.957 abertas).

Tempo de abertura – Ainda de acordo com o ministério, o tempo médio registrado no segundo quadrimestre de 2021 foi de 2 dias e 16 horas. São 13 horas a menos do que registrado nos primeiros quatro meses do ano. Se comparado com o mesmo período de 2020, houve uma redução de 5 horas.

A Estratégia de Governo Digital 2020-2022 definiu como meta diminuir para 1 dia o tempo médio de abertura de empresas no Brasil.

Com Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Graças ao Presidente Bolsonaro e sua equipe Ministerial.
    O Véio Bolsonaro é duro e quem não quiser cair que se deite.

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