Política

Maduro anuncia quarentena ‘radical e consciente’ de sete dias na Venezuela

Foto: Jhonn Zerpa/AFP

A Venezuela adotará uma quarentena “radical e consciente”, nas palavras do presidente Nicolás Maduro, por sete dias, de 17 a 23 de maio, para tentar conter o avanço da Covid-19. O anúncio foi feito por Maduro em uma rede social neste domingo (17).

“Esta semana, de segunda, 17 de maio, a domingo, 23 de maio, haverá 7 dias de quarentena radical e consciente. Contemos a segunda onda da pandemia, no entanto, temos um alto patamar de infecções e é importante continuarmos nos cuidando. Disciplina máxima!”, escreveu.

Maduro, entretanto, não detalhou o que será ou não permitido nesta quarentena.

Segundo levantamento feito pela Universidade Johns Hopkins, a Venezuela já registrou, até o momento, mais de 140 mil casos do novo coronavírus e mais de 1.300 mortes. Políticos da oposição e pessoas da área da saúde, entretanto, questionam essas estatísticas com o argumento de que o número real é provavelmente muito maior devido à falta de testes.

Em março deste ano, a Venezuela passou por um período de confinamento parecido, mas de 14 dias.

Vacinação no país

Maduro e sua esposa, Cilia Flores, receberam a primeira dose da vacina russa Sputnik V no começo de março. O presidente venezuelano disse que se sentiu “bem” após receber a injeção.

Neste sábado (15), a Venezuela autorizou o uso da Sputnik Light, versão em uma dose da Sputnik V (saiba mais sobre este imunizante aqui). O anúncio foi feito pelo Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF, na sigla em inglês), que é administrado pelo governo russo e financiou a criação do imunizante.

Pesquisadores afirmaram que a vacina light apresentou efetividade de mais de 79% na proteção contra a doença nos testes clínicos. O anúncio da nova versão do imunizante foi feito pela Rússia no dia 06 de maio.

Vendido a um custo inferior a U$10 a dose, o imunizante tem como foco os países que possuem taxas altas de infecção. De acordo com a Rússia, a versão light é uma forma de fazer a vacina render mais.

G1

Opinião dos leitores

  1. Ditador maluco. Claro que nenhum desses dados são reais, país em colapso total. Mas o Lula já foi lá p buscar parceira para sua campanha do ano que vem, afinal de contas para o PT a Venezuela é um exemplo de democracia.

  2. Esse aí é hors concours em ignorância de conhecimentos e pós-doutorado em covardia… Quem gosta, aproveita os preços baixos de passagens e vai de vez pra Venezuela…

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Política

Maduro recorre à privatização depois da experiência falida do socialismo

Foto: Yuri CORTEZ/AFP

No início de 2007, após ganhar um segundo mandato de seis anos como presidente, Hugo Chávez anunciou seu plano de nacionalizar a maior empresa de telecomunicações da Venezuela, a CANTV, sugerindo que planos de nacionalização mais amplos estavam por vir.

“Tudo que foi privatizado, que seja nacionalizado”, anunciou Chávez, que havia concorrido sob a bandeira do socialismo democrático.

Quase uma década e meia depois, à beira de um colapso alimentar em massa e de uma crise energética crescente, a Venezuela está agora se movendo na direção oposta.

De acordo com a Bloomberg News, o mandatário venezuelano Nicolás Maduro começou discretamente a transferir ativos do Estado de volta para as mãos de proprietários privados em um esforço para reverter o colapso econômico do país.

“Sobrecarregado com centenas de empresas estatais falidas em uma economia que despenca de um penhasco, o governo venezuelano está abandonando a doutrina socialista ao transferir empresas-chave para investidores privados, oferecendo lucro em troca de uma parcela da receita ou produtos”, escrevem as jornalistas Fabiola Zerpa, sediada em Caracas, e Nicolle Yapur.

A transferência, que não foi anunciada publicamente, mas foi confirmada por “nove pessoas com conhecimento do assunto”, supostamente inclui dezenas de processadores de café, silos de grãos e hotéis que foram confiscados como parte da nacionalização generalizada da Venezuela que começou sob Chávez.

Em alguns aspectos, a situação da Venezuela é a mais improvável das histórias.

Em 1950, a Venezuela era uma das nações mais prósperas do mundo. Estava entre as dez primeiras em PIB per capita e tinha uma força de trabalho com produtividade mais alta do que os Estados Unidos.

O crescimento econômico da Venezuela começou a estagnar em meados dos anos 1970, no entanto, depois que ela nacionalizou o setor de petróleo, o que resultou em um aumento na receita do governo e gastos públicos. Estima-se que a Venezuela arrecadou US$ 7,6 bilhões apenas em 1975 com a nacionalização (equivalente a US$ 37 bilhões em 2021). Isso levou a um aumento sem precedentes nos gastos públicos. John Polga-Hecimovich, professor de ciência política da Academia Naval dos Estados Unidos, disse que o governo venezuelano gastou mais de 1974 a 1979 do que em toda a sua história anterior.

Apesar do crescimento dos gastos do governo, a situação política manteve-se relativamente estável. No final dos anos 70, o professor de ciências políticas da Universidade de Michigan, Daniel H. Levine, afirmou que “os venezuelanos alcançaram uma das poucas ordens políticas competitivas estáveis ​​na América Latina”.

No entanto, o flerte da Venezuela com o socialismo acabaria se transformando em um caso de amor.

Em 1998, os venezuelanos votaram em Chávez, populista que se autodenominava marxista. Ele foi reeleito em 2000 (59,8% dos votos) e em 2006 (62,8%), quando começou a nacionalizar vários setores da economia – incluindo agricultura, siderurgia, transporte e mineração – e confiscar mais de mil empresas, fazendas e propriedades.

Na época da morte de Chávez, suas políticas socialistas foram anunciadas pela revista Salon como um “milagre econômico” – mas na realidade a economia venezuelana já estava em queda livre.

Em 2014, com o colapso do preço do petróleo, o governo de Maduro admitiu que estava em uma recessão severa e que a Venezuela estava sofrendo com a inflação mais alta das Américas. Em janeiro de 2016, o país estava à beira de um “completo colapso econômico”. Não muito depois, o governo venezuelano abandonou qualquer pretensão de ser um regime “democrático”.

Um relatório das Nações Unidas de 2019 concluiu que havia “motivos razoáveis ​​para acreditar que” o governo de Maduro havia usado forças especiais para matar milhares de oponentes políticos em “execuções extrajudiciais”.

Até o momento, acredita-se que mais de 5 milhões de venezuelanos tenham fugido do país para escapar da ruína econômica e da opressão política.

Privatização salva?

O colapso da Venezuela, que já foi o país mais próspero da América Latina, não é segredo. Mas a virada de Maduro em direção à iniciativa privada na tentativa de estabilizar o país em colapso é uma nova revelação.

Não é sem precedentes, no entanto.

“Este processo é semelhante ao processo de privatização na Rússia, em que os ativos são transferidos para empresas privadas locais e para investidores de países aliados do governo”, disse Asdrubal Oliveros, chefe da consultoria econômica Ecoanalitica, à Bloomberg.

Rodrigo Agudo, chefe da Venezuela Food Network, disse à agência de notícias que o regime instituiu “um capitalismo selvagem” ao cessar a cobrança de impostos sobre certas empresas, liberalizar o licenciamento de importações e convencer militares e outros funcionários relacionados a investir em certos negócios.

Ramon Lobo, legislador do partido socialista no poder e ex-ministro das finanças, disse que os acordos tendem a ser temporários (geralmente menos de 10 anos) e funcionam como uma concessão. As empresas podem investir e administrar o ativo, com o governo ficando com uma porcentagem.

“Acreditamos que seja positivo porque é a sincronização do setor público com o setor privado”, disse Lobo. “O Estado atua como um supervisor e recebe uma compensação.”

Em certo sentido, a revelação do impulso de privatização da Venezuela é um claro desenvolvimento positivo.

O esforço de Maduro para formar discretamente parcerias público-privadas, uma estratégia que começou em 2017, revela o fracasso total da economia de comando (economia planejada por um governo central) da Venezuela. A Bloomberg aponta, por exemplo, que fábricas de processamento de alimentos antes bem-sucedidas estão “quase ociosas” desde que foram confiscadas pelo governo, plantas que poderiam estar alimentando uma população faminta.

Esta revelação é trágica e enfurecedora, mas não é surpreendente. Por sua própria natureza, as economias de comando estão condenadas ao fracasso porque carecem dos incentivos básicos e das estruturas de preços que estão presentes em uma economia de mercado.

“É mais do que uma metáfora descrever o sistema de preços como uma espécie de maquinário para registrar mudanças, ou um sistema de telecomunicações que permite aos produtores individuais observar apenas os movimentos de alguns ponteiros, como um engenheiro observaria um mostrador, a fim de ajustar suas atividades a mudanças das quais eles talvez nunca saibam mais do que o que está refletido no movimento dos preços”, escreveu o economista ganhador do Prêmio Nobel F.A. Hayek.

Muitos podem ficar tentados a pensar que Maduro era apenas uma pessoa má ou estúpida. Mas Ludwig von Mises nos lembra que a busca pela pessoa certa para dirigir uma economia de comando é fútil por esse motivo.

“Não se percebeu que mesmo homens excepcionalmente talentosos de alto caráter não podem resolver os problemas criados pelo controle socialista da indústria”, observou Mises.

Parece que depois de muita dor e sofrimento, mesmo os líderes socialistas na Venezuela admitiram que não podem administrar uma economia com eficiência suficiente para evitar a ruína econômica. Mas, embora devolver as empresas ao setor privado seja um passo na direção certa, não é correto chamar a estratégia de Maduro de “capitalismo”.

O governo de Maduro ainda está usando de tudo, desde controles de preços de alimentos a aumentos do salário mínimo e manipulação da moeda para administrar sua economia, sem mencionar a seleção de quais empresas poderão participar de seus esforços de privatização (e quem pode investir). Em termos de liberdade econômica geral, a Venezuela ficou em 179º lugar entre 180 países em 2020 – um lugar à frente da Coreia do Norte e um atrás de Cuba.

Na melhor das hipóteses, o atual sistema econômico da Venezuela é uma forma de fascismo, que Sheldon Richman certa vez descreveu como “socialismo com verniz capitalista”.

Portanto, enquanto aplaudimos o pequeno mas importante passo da Venezuela, não devemos perder de vista uma declaração de Vernon Smith, vencedor do Nobel de Economia, que em 2018 observou que a prosperidade voltaria quase que imediatamente para a Venezuela se os políticos revogassem suas políticas prejudiciais e liberassem o poder dos mercados.

Gazeta do Povo, com Jonathan Miltimore é o editor-chefe da FEE.org.

Opinião dos leitores

  1. Ninguém sabe que zegado e santos é a mesma pessoa. Aliás, acho que o tal natalense, que anda sumido, também é zegado kkk

  2. Como sempre, bolsonaristas são incapazes de ler a matéria, ficaram no título e olhe lá.
    kkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. Se o finado Chávez reaparecer ao "Caindo de PODRES Maduro Manaus será em forme de um simples e frágil passarinho, mas sim como um Pterodactilo. E agora José? O que será da PeTralhada marxista antiliberal?

  4. O IDIOTA ZÉ GADO , ainda defende esse VERME LADRAO, é muita vagabundagem, passar o dia defendendo esses ratos PTRALHAS

  5. Depois que esse verme acabou com o país agora quer entrar na realidade e não mais na utopia da esquerda é muito engraçado, tem que ser fuzilado esse vagabundo agora eu queria vê a cara de um esquerdopata com essa noticia kkkkkkkkkkkk

  6. Os vermes parasitas PTralhas vão a loucura , o modelo ladrao de roubar o POVO , NÃO ESTÁ DANDO CERTO

  7. Caraca! Até Maduro vai privatizar e o inepto MINTOmaníaco aqui não privatiza nem estatais que poderia fazer por decreto (tais como a EBC)? Ah, ele até criou uma estatal! Que liberal eh esse hein?!

    1. Você se seu o trabalho de LER a matéria até o fim?
      Tenho certeza que não!
      Ler uma matéria extensa como essa, para vocês, é pedir muito.

  8. Vixe! Se acontecer Chávez el comandante vai ressuscitar e os seus amigos ditadores vão lhes dar banana.

  9. Doido é quem investe num país desses… cheio de ideologia fascista esquerdopata. Vai levar uma a duas geracoes pra aquele povo se livrar das amarras da esquerda fascista.

  10. OBRIGADO PRESIDENTE BOLSONARO, por nos ter salvo deste destino desejado pelos ESQUERDOPATAS, que levaria o Brasil ao colapso econômico, à miséria, à fome e ao comunismo.
    Hoje muitos venezuelanos fogem para os países vizinhos para não morrerem de fome.
    Infelizmente esse ainda é o modelo aplaudido pelos ESQUERDOPATAS que sonham transformar o Brasil em mais uma ditadura comunista.

  11. Um dos problemas dos simpatizantes da esquerda "comunismo", é que *para eles, o que mais importa é eles mesmos*, o resto (país) que se dane.
    (…)
    Dito isto, fiquem na paz, (todos) até eles, os esquerdistas…

  12. Bom está o nosso país que recebeu da Venezuela oxigênio para brasileiros não morrerem sem oxigênio, a nossa experiência de governo está perfeita.

    1. Isso, graças aos governos do pt que acabaram com o Brasil, o governo Bolsonaro em 2 anos não levava o país a esse ponto

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Diversos

Justiça britânica reconhece Juan Guaidó como presidente e retira de Maduro controle de ouro venezuelano em Londres

O líder opositor venezuelano, Juan Guaidó. Foto: Manaure Quintero – 10.mar.2020/Reuters

O Reino Unido reconheceu o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, como presidente do país, decidiu o Supremo Tribunal inglês nesta quinta-feira (02), em um caso sobre quem deve controlar 1 bilhão de dólares em ouro venezuelano armazenado em Londres.

Uma audiência ao longo de quatro dias na semana passada (22) foi a última parte de uma batalha relacionada às reservas de ouro mantidas no Banco da Inglaterra e centrada em qual dos dois presidentes rivais – Nicolás Maduro ou Guaidó – o Reino Unido consideraria como líder legítimo da Venezuela.

No início de 2019, o governo britânico juntou-se a dezenas de nações para apoiar Guaidó, chefe da Assembleia Nacional controlada pela oposição, depois que ele se autodeclarou presidente interino e denunciou Maduro como um usurpador que garantiu uma reeleição fraudulenta.

O juiz da Suprema Corte Nigel Teare proferiu uma sentença determinando que o Reino Unido havia “inequivocamente” reconhecido Guaidó como presidente interino constitucional. Teare baseou sua decisão na chamada doutrina de “uma voz”, na qual o tribunal deve aceitar como conclusiva uma declaração inequívoca do governo britânico que reconheça o líder de uma nação estrangeira.

“O Judiciário e o Executivo devem falar a uma só voz”, disse Teare. “Não podem existir dois presidentes da Venezuela.”

A equipe jurídica de Maduro disse que seu Banco Central (BCV) quer vender o ouro para financiar a resposta da Venezuela ao novo coronavírus. O BCV entrou com uma ação contra o Banco da Inglaterra em maio, alegando que o acesso às reservas de ouro da Venezuela fora proibido.

Sarosh Zaiwalla, um dos advogados que representam Maduro, disse nesta quinta-feira (02) que o BCV estaria buscando uma saída para recorrer da sentença.

No Twitter, o BCV classificou a decisão como “absurda” por privar a Venezuela “do ouro de que precisa urgentemente para enfrentar a pandemia”.

A oposição alega que Maduro quer usar o ouro para pagar seus aliados estrangeiros, o que seus advogados negaram. Nos últimos dois anos, o governo de Maduro retirou cerca de 30 toneladas de suas reservas na Venezuela para vender no exterior por moedas mais valorizadas.

“Garantimos o ouro para o futuro do povo venezuelano”, disse a embaixadora de Guaidó no Reino Unido, Vanessa Neumann.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Imagina Maduro com todo esse ouro em suas mãos, iria fazer muita merda, torraria todo ouro e a pobre Venezuela continuaria na bosta.

  2. Putin está a uns 20 anos no poder da Rússia e ninguém dá um piu.
    Nada como ter bomba atômica e um poderio bélico imenso.

  3. A PTralhada vai ao delírio ..seu mestre está perdendo a boquinha, aquele ladrao do Maduro será preso em breve

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Segurança

EUA oferecem recompensa de US$ 15 milhões por informações que levem à captura de Maduro

Foto: Reprodução

Os Estados Unidos ofereceram uma recompensa de US$ 15 milhões por informações que levem à captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, formalmente acusado pelo Departamento de Justiça de tráfico de drogas.

O anúncio da recompensa foi feito pelo secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, nesta quinta-feira (26). “O povo venezuelano merece um governo transparente, responsável e representativo, e não que traia a confiança das pessoas empregando oficiais públicos envolvidos no tráfico de narcóticos ilícitos”, disse.

Maduro é acusado pelos EUA de ser o líder de um grupo de narcotraficantes chamado “Cartel dos Sóis”, que envolveria militares, magistrados e políticos venezuelanos. Segundo o procurador-geral americano, Bill Barr, o cartel teria enviado aos Estados Unidos até 250 toneladas métricas de cocaína sob a proteção de Caracas.

A Casa Branca considera o líder de oposição Juan Guaidó como presidente legítimo da Venezuela, assim como o Brasil. Em seu perfil no Twitter, Maduro havia dito antes do anúncio da recompensa que os EUA estavam conspirando com a Colômbia para “encher a Venezuela de violência”.

“Como chefe de Estado, sou obrigado a defender a paz e a estabilidade de toda a pátria”, afirmou.

Isto É, via Ansa

Opinião dos leitores

  1. Maduro está no Palácio de Miraflores, Caracas, Venezuela. Onde recebo a grana da recompensa pela informação?
    Maduro é narcoterrorista, Sadan Hussein tinha armas nucleares e o papai Noel existe.

  2. O cara é afilhado do finado hugo chaves e amigo de lula e de dilma. Esperar o que desse infeliz esquerdista?

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Economia

Com Governo impopular, Maduro abraça capitalismo e emigração da Venezuela desacelera

Maduro: depois de conduzir a economia do país ao precipício, o presidente venezuelano adotou uma certa medida de estabilidade (Carlos Barria/Reuters)

Carlos Viloria retornou à Venezuela no mês passado.

O advogado de 35 anos ficou cansado de trabalhar 15 horas por dia e de aguentar chefes abusivos como funcionário de um restaurante na Argentina por um ano e meio. Viloria estava entre os mais de 5 milhões de venezuelanos que deixaram o país nos últimos cinco anos na esperança de escapar de uma das piores catástrofes humanitárias do mundo.

Seu retorno também é emblemático. “Vou encontrar um emprego que me pague em dólares”, disse.

Depois de conduzir a economia do país ao precipício, o presidente Nicolás Maduro adotou uma certa medida de estabilidade. Ao permitir que os dólares fluíssem livremente e que a iniciativa privada florescesse nos últimos meses, Maduro parece ter dado nova vida ao regime. O líder venezuelano continua sendo muito impopular, mas a emigração começa a desacelerar, venezuelanos estão voltando e o governo está promulgando leis para tributar transações em dólares e permitir que empresas emitam dívidas em moedas estrangeiras.

Todos são sinais de que, apesar de uma turnê mundial triunfante, incluindo uma reunião na Casa Branca com o presidente dos EUA, Donald Trump, o líder da oposição Juan Guaidó está mais longe de derrubar Maduro do que há um ano, quando anunciou o plano e ganhou amplo apoio internacional.

Ajuda de aliados

Na época, muitos acharam que Maduro já era carta fora do baralho. Afinal, havia assumido o controle de um dos países mais ricos da região para arruiná-lo em meio à corrupção e má administração. Então, há um ano, os EUA atacaram Maduro com sanções contra o petróleo. O país sofreu um grande golpe e muitos acreditavam que não poderia sobreviver. Mas os que duvidavam não sabiam quanta ajuda Maduro obteria dos principais aliados para evitar sanções ou como adotaria uma versão do capitalismo de estado no estilo chinês.

“As economias dos países que nos ajudaram são capitalistas – China, Turquia e Índia”, disse David Paravisini, deputado na Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela aliado a Maduro. “Receber essa ajuda exige condições de liberalismo econômico. Foi o que a China fez para levar o país adiante. É o que temos que fazer.”

A nova abordagem inclui conversas secretas que Maduro teve com detentores de cerca de US$ 60 bilhões em títulos, alguns deles norte-americanos, oferecendo-se para atrelá-los a uma petroleira estrangeira que receberia os direitos sobre os campos de petróleo como forma de recuperar a dívida. A Venezuela possui as maiores reservas de petróleo conhecidas do mundo e, se esse acordo se concretizar, muitos investidores poderão obter lucros enormes.

Várias pessoas que se encontraram com Maduro recentemente e falaram sob condição de anonimato dizem que ele está mais confiante.

Bolívar desvalorizado

Durante o ano passado, o dólar se tornou a moeda não oficial da Venezuela, aparecendo nos cardápios de cafeterias e vitrines de lojas populares nos arredores do palácio presidencial. Em toda a capital, lojas repletas de champanhe francês, salmão selado a vácuo e queijo italiano Grana Padano apareceram onde antes havia comércios falidos. O bolívar, a moeda oficial, tornou-se inútil depois de anos de hiperinflação.

“O que vimos não foi uma liberalização, mas uma permissividade e, em alguns casos, uma estrutura legal que existia, mas não havia sido aplicada”, disse Tamara Herrera, economista-chefe da consultoria Síntesis Financiera, com sede em Caracas. “A necessidade surgiu devido à intensificação progressiva das sanções americanas. Os novos decretos mostram a fome fiscal e a vocação punitiva do governo.”

Exame

Opinião dos leitores

  1. Quem vai investir num pais desse?
    Será com o dinheiro do povo, criando empresas que, em um breve futuro, possam ser desestatização?

    1. Se o PT voltar pra presidência certamente nosso dinheiro vai bancar o governo da Venezuela a juros camaradas… Foi assim antes ou esqueceram?

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Diversos

“Brasil não tem quaisquer satisfações a prestar ao regime ilegítimo venezuelano”, responde Itamaraty a Maduro, sobre presença de nacionais do país vizinho em território nacional

Fronteira entre Brasil e Venezuela, perto da cidade de Santa Elena de Uairén. Grupo atacou unidade militar venezuelana na região e roubou um lote de armas Foto: BRUNO MANCINELLE / AFP

O governo brasileiro vai ignorar o pedido realizado pelo presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de capturar e entregar suspeitos de cometerem atentados a bases militares e policiais venezuelanas que Caracas afirma terem se refugiado em território brasileiro. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores disse que o Brasil não tem “satisfações a prestar” ao governo venezuelano.

“O Brasil não tem quaisquer satisfações a prestar ao regime ilegítimo venezuelano sobre a presença de nacionais venezuelanos em território nacional”, diz a nota do Itamaraty, enviada ao GLOBO.

A nota é uma resposta a acusações feitas pelo presidente Nicolás Maduro na noite de segunda-feira, onde afirmou que um lote de armamentos roubados estaria em solo brasileiro e classificou o ocorrido como um “ataque terrorista”. Na ocasião, Maduro dirigiu-se nominalmente ao presidente Jair Bolsonaro, pedindo que o Brasil detenha os suspeitos e os entregue às autoridades venezuelanas, juntamente com as armas. Ele disse ainda que 11 pessoas foram presas, entre civis e militares desertores.

O Itamaraty também reiterou que o governo brasileiro “não tem qualquer participação nas ações em questão ocorridas dentro do território venezuelano”. Essa posição já havia sido formalizada na manhã de segunda-feira, depois de acusação do ministro do Comunicação venezuelano, Jorge Rodríguez, de que os acusados teriam tido ajuda brasileira antes de cometer os atentados.

Rodriguez afirmou que os acusados passaram pelo Brasil antes de realizar a ação. Em pronunciamento ao vivo na TV estatal, o ministro disse, sem apresentar provas, que os homens receberam treinamento em Cali, na Colômbia, antes de serem transportados até o Peru e dali, por terra, até Manaus. Em seguida, foram até a cidade fronteiriça de Pacaraima, em Roraima, onde, segundo o chavista, ficaram hospedados em um hotel por 15 dias, recebendo ali “instruções e detalhes” sobre os ataques.

Colômbia, Peru e Equador

Jorge Rodríguez apontou ainda diretamente para o governo da Colômbia, que, segundo ele, protegia os acusados do ataque e teria agido em conluio com os deputados oposicionistas Gilber Caro, Gaby Arellano, José Manuel Olivares e Ismael León. Ele mencionou o oposicionista Vilca Fernández, que hoje vive no Peru e foi chamado de “psicopata perigoso”.

O governo do Peru negou qualquer participação no episódio, chamando de falsas as acusações feitas pelo chanceler Jorge Arreaza, de que o grupo estaria baseado no país. Em comunicado, o chanceler Gustavo Meza-Cuadra ainda reiterou seu compromisso com “uma solução pacífica” que “permita o retorno para a democratização e o fim do regime ilegal de (Nicolás) Maduro”.

A Chancelaria colombiana também rechaçou as acusações de Caracas, afirmando que tratam-se de “acusações temerárias por parte de um regime que apenas tenta distrair a atenção frente aos graves problemas internos ao inventar inimigos externos”. O Ministério de Relações Exteriores do Equador, por sua vez, classificou as acusações como “audaciosas e sem fundamento” e disse “rechaçar com firmeza” a acusação “frívola” que “não passa de uma mera tentativa de desviar a atenção para o fracasso econômico, a violação dos direitos humanos, emigração massiva e ilegitimidade institucional”.

Quatro unidades atacadas

De acordo com informações oficiais, na madrugada de domingo um grupo de 12 homens pertencentes à etnia pemón, liderados por Andrés Antonio Fernández atacou uma base de infantaria na região de Gran Sabana, no estado de Bolívar, que faz fronteira com o Brasil. Foram levados 112 fuzis, 120 granadas, três lançadores de foguetes, três metralhadoras, dez bazucas e dez caixas de munição, além de um caminhão. As autoridades disseram que quase todos os equipamentos foram recuperados. Um militar teria sido levado como refém.

Ataques a unidades militares

Segundo a Venezuela, os homens que atacaram bases militares e policiais no Sul do país no domingo treinaram em Cali (Colômbia), se deslocaram até o Peru e depois seguiram para Manaus e Pacaraima, no Brasil.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Devia complementar que: se tiver algum brasileiro querendo ir pra lá ou fazer turismo, será dado todo apoio. Não sei porquê a esquerdalha não quer ir pra lá, evo morales, jean wills, Fátima bezerra, lula nem pensar, só na parcerias.

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Política

Maduro convoca protesto mundial contra bloqueio imposto pelos EUA

Palácio de Miraflores/via Reuters/Direitos reservados

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, convocou para sábado (10) uma jornada mundial de protesto contra a decisão dos Estados Unidos (EUA) de congelar todos os ativos do governo venezuelano em território norte-americano.

“Uno-me ao apelo feito pelo Grande Pólo Patriótico e pelo Congresso Bolivariano dos Povos e faço-o meu, a uma grande jornada mundial de protesto contra o bloqueio de Donald Trump, no sábado, 10 de agosto”, disse.

Nicolás Maduro falou em Caracas, no Panteão Nacional, durante atos que marcaram os 200 anos da Batalha de Boyacá, que representou o fim do domínio espanhol sobre a Nova Granada, atual Colômbia.

“Os povos do mundo protestam contra Donald Trump? Já basta de bloqueio e agressão à Venezuela”, afirmou.

O presidente vnezuelano pediu a máxima mobilização popular, de todos os setores produtivos do país, das instituições do Estado e dos militares para condenar o bloqueio, as agressões e a ingerência norte-americana nos assuntos internos do país.

Maduro pediu que o protesto seja feito também por meio das redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

“Mil formas de protesto em Maracaibo, Caracas, Cumaná, em Puerto Ordaz [localidades venezuelanas]. Mil formas de protesto no mundo, em Washington, Madri, Bogotá e mil formas de protesto nas redes sociais e que conheça a verdade de tudo”, disse.

“Façamos livre a Venezuela e vejamos como a América Latina toma o caminho à liberdade”, acrescentou.

Os Estados Unidos congelaram todos os ativos do governo venezuelano, uma decisão anunciada pela Casa Branca na segunda-feira (5) que traduz uma escalada das tensões com o presidente Nicolás Maduro.

A proibição aos norte-americanos de fazer quaisquer negócios com o governo da Venezuela também entrou em vigor imediatamente.

Segundo o ministro venezuelano de Relações Exteriores, Jorge Arreaza, a decisão de Washington “põe em risco os processos petrolíferos da Venezuela”, ao dificultar “a importação de partes e peças” e a obtenção de diluentes e o transporte internacional.

Arreaza garantiu, no entanto, que a Venezuela continuará “firme” na construção de novos caminhos alternativos.

“Perante esses ataques já estamos preparados. Criamos caminhos alternativos porque não cederemos em nenhuma situação”, assegurou.

*Emissora pública de televisão de Portugal

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Chama a turma do pt que irão protestar mas tenha cuidado com quebra quebra contratem uma boa segurança!

  2. Oba, a gunvernadora vai protestar pô uma sumana, fechar os órgão du istado, protestando contra essa malvadeza q maduro tá sofrendo.

  3. Ué? o EUA não são o capeta? Por que é que eles querem comércio com eles?
    Tem todo o resto do mundo pra fazer negócio.

  4. Protesto mundial pra Venezuela ser livre??? Estranho… ele ta pedindo protesto contra ele mesmo?

  5. Chico Buarque, Manuela dÁvila, Fernando Henrique Cardoso, Jean Wyllys e Glenn Greenwald irão. Só.

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Política

Deputado fala em desmoralização do PT no caso Cesare Battisti, e pede que o partido repense o apoio que continua dando a Maduro

O deputado federal Rubens Bueno, do Cidadania (ex-PPS), disse que o PT foi desmoralizado — ainda mais, claro — com o depoimento de Cesare Battisti à Justiça italiana.

“O que Lula e o PT terão a dizer com a confissão de assassinatos? Eles concederam refúgio político ao criminoso e o defendiam abertamente no Brasil e pelo mundo afora. Fica a desmoralização para o PT.”

O parlamentar acrescentou:

“Espero que esse caso sirva de lição para o partido. Que possa fazer o PT repensar, entre outras coisas, sobre o apoio que deu e continua dando ao regime ditatorial e sanguinário de Nicolás Maduro na Venezuela.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Quem ficou desmoralizado no episódio, foi o Brasil. Passamos por otários protetores de assassinos.

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Polêmica

VÍDEO: Maduro autorizou detenção de jornalista americano ao ver imagens que mostram venezuelanos buscando comida do lixo

Nicolás Maduro autorizou ontem a detenção do jornalista americano Jorge Ramos após ver um vídeo no qual ele mostra venezuelanos que tiram comida do lixo, informa a Crusoé.

Ramos entrevistava o ditador quando lhe mostrou a gravação em seu celular. Maduro mandou deportar o jornalista do país. Veja o vídeo abaixo e saiba mais aqui.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Ninguém nunca foi em periferia não? Algo corriqueiro. E eu não defendo socialismo, nem Venezuela e muito menos Maduro.

  2. "Viva o socialismo !!! Viva a democracia Venezuelana !!! Viva Maduro !!! Não há fome na Venezuela !!!" Esquerdismo é doença !!!

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Jornalismo

Venezuela detém jornalistas durante entrevista com o ditador Maduro

Jorge Ramos sendo retirado de coletiva de Donald Trump durante comício em agosto de 2015. Foto: Ben Brewer / REUTERS 25-08-15

Seis integrantes de uma equipe da Univision Noticias ficaram retidos por cerca de duas horas no Palácio Miraflores, sede da presidência da Venezuela, na tarde de segunda-feira. Segundo a emissora, a maior rede de televisão hispânica dos Estados Unidos, a ordem partiu de Nicolás Maduro. A equipe será deportada nesta terça-feira.

O jornalista Jorge Ramos, um âncora veterano nascido no México, disse em entrevista à Univision que perguntou a Maduro sobre a falta de democracia na Venezuela, a tortura de presos políticos e a crise humanitária do país. Depois de ver um vídeo de jovens venezuelanos comendo restos de alimentos retirados de um caminhão de lixo, o presidente venezuelano interrompeu a gravação, mandou confiscar o equipamento e ordenou a detenção dos profissionais.

A equipe incluiria ainda os funcionário da Univisión María Martínez e Claudia Rendón, Juan Carlos Guzmán, Martín Guzmán e o jornalista venezuelano Francisco Urreiztieta.

De acordo com a Univisión, os equipamentos e celulares da equipe também foram coletados. Segundo jornalista colombiano Daniel Coronell, a equipe foi liberada pouco antes das 22h de Caracas. Não se sabe ainda se o equipamento foi devolvido.

No Twitter, o ministro das Comunicação e Informação da Venezuela, Jorge Rodríguez, disse que “no Miraflores passaram centenas de jornalistas que receberam o trato habitual que habitualmente compartilhamos com quem vem realizar o trabalho jornalístico e publicar o resultado deste trabalho. Não participamos de shows baratos”.

Em 2015, Ramos foi expulso de uma coletiva de imprensa de Donald Trump, depois de perguntar se o então candidato à presidência pretendia deportar 11 milhões de pessoas. Ramos, que já tinha entrado em choque com Trump sobre temas como imigração e deportação, se levantou para fazer uma pergunta e foi ignorado pelo chefe de Estado americano, que cedeu a palavra a outro jornalista. Ele insistiu, e Trump se irritou: “Desculpe-me, mas o senhor não foi chamado, sente-se”.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Se fosse o governo de Bolsonaro,a Petralhada ja estava chamando de Fascista,Nazista,Denunciavam á ONU,Direitos Humanos………etc,etc,etc……….

    1. Ao Amigo cuja alcunha é LULADRÃO,
      Tomo a liberdade para te sugerir um tratamento psiquiátrico. Vc, caro amigo, precisa urgentemente, se livrar do trauma q PT lhe causou e q tanto lhe atormenta. Se vc ñ tiver $ para bancar o pagamento do tratamento, procure o departamento de psicologia da UFRN q lá vc vai encontrar psicólogos gratuitamente, e certamente, vão muito de ajudar.
      Somente depois q o amigo passar por um rigoroso tratamento, poderá voltar-se para enxergar a realidade e perceber q o PT ñ governa mais o Brasil; q lula já foi condenado por 2 vezes e se encontra preso; poderá perceber, ainda, q os males da sociedade brasileira foram causados, historicamente, por uma classe política em geral, corrupta e atrasada. Ah, também vc cairá na real e perceberá q o Brasil está sob novo governo.
      Boa sorte.

    2. É mesmo, Luladrão. Cadê a petralhada prá reclamar à Comissão de Direitos Humanos da ONU, à CNBB, ao Frei Beto, ao Roger Waters, à Comissão do Oscar… Será que o Wagner Moura vai estrelar um filme enaltecendo as "qualidades do Maduro"? Essa gente é caso perdido. kkkkkkkk

    3. Ei, gavião, o Lula tá preso. E os problemas do Brasil são herança do teu PT.

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Política

EUA anunciam novas sanções contra aliados de Maduro na Venezuela

AP Photo/Fernando Vergara

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira que incluiu mais quatro autoridades venezuelanas do regime de Nicolás Maduro em sua lista de sanções.

Os nomes dos sancionados são Ramon Carrizales, Jorge Garcia Carnero, Rafael Lacava Evangelista e Omar Prieto, governadores de quatro estados do país latinoamericano “envolvidos na corrupção endêmica e no bloqueio da entrega de ajuda humanitária”, segundo o órgão americano.

Ainda de acordo com o Tesouro, todos os ativos e propriedades desses governadores venezuelanos e que estão nos Estados Unidos ficam bloqueadas a partir de hoje.

O anúncio ocorre no dia em que o vice-presidente americano, Mike Pence, participa de uma reunião do Grupo de Lima, em Bogotá. A expectativa é que Pence anuncie novas medidas de pressão contra o regime Maduro.

“As tentativas ilegítimas do regime Maduro de bloquear a ajuda internacional destinada ao povo venezuelano são vergonhosas”, afirmou Steven Mnuchin, secretário do Tesouro dos EUA, em comunicado.

“Os Estados Unidos apoiam totalmente os esforços do presidente interino Juan Guaidó para enfrentar a corrupção endêmica, os abusos dos direitos humanos e a repressão violenta que se tornou a marca do regime ilegítimo de Maduro, e aguarda a restauração de um governo democraticamente eleito para o povo da Venezuela”, afirmou o secretário.

Valor

Opinião dos leitores

  1. Piada 1: Os EUA se preocupam com o sofrimento do povo Venezuelano e não com as reservas de petróleo que o país possui. Piada 2: Maduro não é ditador.

    1. Se Maduro nao é ditador e nem assassino, entao ele é uma fada da esquerda burguesa caviar.

  2. Se a Maduro não quer ajuda humanitária do Brasil ,disse que pagava tudo e não queria esmolas, por que aceitou 3bi do BNDES (PT) e não paga o que deve, vai sobrar para nós contribuintes….

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Finanças

Deputada pede à Procuradoria Geral da República confisco de eventuais bens de Maduro no Brasil

A deputada Joice Hasselmann disse a Crusoé que pediu à PGR que solicite a Justiça o confisco dos bens de Nicolás Maduro. Confira abaixo repercussão na rede social Instagram, com vídeos.

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

Peço agora na PGR o rastreamento e bloqueio de bens de Maduro no Brasil. #venezuelagritalibertad #venezuelalibre #joiceadeputadadobrasil #joicehasselmann

Uma publicação compartilhada por Joice Hasselmann (@joicehasselmannoficial) em

Opinião dos leitores

  1. Essa senhora foi eleita para quê? Vai trabalhar pelo Brasil deixe a venezuela cuidar dos seus probremas.

  2. O pt é de uma pilantragem sem limite, lembro bem quando lula comemorou a declaraçao do presidente da Venezuela, em que enfatizava que a empresa petrolífera da venezuela iria construir a refinaria de pernambuco. No entanto o brasil foi quem bancou essa obra e mais outras na venezuela, pior, sem o devido lastro, na verdade a corrupção se generalizou nessas obras, alcançando níveis inimaginaveis nesses e em todos os projetos de uma forma estarrecedora.

    1. É verdade!
      Arábia Saudita, tentou bancar com recursos próprios, mas o EX-PRESIDENTE, Luiz Inácio , optou para VENEZUELA e sem êxito total.

  3. Além disso deveriam cobrar todos os BILHÕES que os governos do PT enviaram a Venezuela para ajudar e manter as DITADURAS que se estabeleceram naquele país e acabou com o povo.
    Mesmo com toda evolução dos meios de comunicações, mesmo diante da oportunidade de diversificação de opiniões, mesmo os fatos sendo expostos de forma incontestável, tem pessoas que fazem questão de se prender as versões e as ficções criadas para justificar o injustificável.
    A situação na Venezuela que criou os mais novos DITADORES no mundo, que deixou o povo venezuelano sem comida, sem trabalho, sem direitos, com mortes brutais aos opositores do governo ainda encontra mentes atrofiadas que os defendem.
    Com a atuação de 02 DITADORES que deixaram o povo na igualdade, TODOS NA MAIS ABSOLUTA MISÉRIA.
    A Venezuela entrou em decadência a mais de 15 anos e só agora, depois de mais de uma década de desgraça, caos, fome e miséria os EUA resolveram intervir, tem zumbi esquerdopata que culpa os americanos por toda desgraça daquele povo oprimido por DITADORES.
    Esses doentes mentais deveriam ir para o fronte do exército venezuelano, defender a “democracia” de Maduro, dois ditadores apoiado e idolatrados pelo PT.
    Qual a razão do heterofóbico Jean Wyllys não ter saído do Brasil para viver na Venezuela ou em Cuba? Qual o sentido dele buscar refugio na Europa, primeiro na Espanha, onde foi convidado a se retirar e agora vai para Alemanha, um país capitalista e contra o socialismo?
    Nem quando correm com medo do preso que tem a pagar, praticam e vão vivenciar as asneiras que tanto vomitam?

  4. O PT alimentou o monstro, agora o mostro cresceu e está mostrando os dentes. Só vai na bala, estão esperando o que para matar esse ditador?

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Diversos

Ditador Maduro diz que vai fechar fronteira da Venezuela com Brasil

Nicolás Maduro em evento em que anunciou chegada de ajuda humanitária da Rússia, nesta segunda-feira (18) em Caracas — Foto: Venezuelan Presidency / AFP

Nicolás Maduro disse nesta quinta-feira (21) que a Venezuela irá fechar sua fronteira com Brasil esta noite, a partir das 20h, pela hora local.

“A partir das 20h de hoje, quinta-feira, 21 de fevereiro fica fechada total e absolutamente até novo aviso, a fronteira com o Brasil”, afirmou o líder chavista.

O anúncio acontece em meio à pressão para que ele permita a entrada de ajuda humanitária oferecida pelos EUA e por países vizinhos após o pedido do auto-proclamado presidente interino Juan Guaidó. Maduro vê a oferta de ajuda humanitária como uma interferência externa na política do país.

Ele também está estudando o fechamento da fronteira venezuelana com a Colômbia. Guaidó iniciou nesta quinta a viagem de 800 km à fronteira da Colômbia, onde vai pressionar para a entrada de ajuda humanitária.

Reconhecido por dezenas de países como o chefe de Estado legítimo da Venezuela, o oposicionista disse que seu movimento pretende recolher a ajuda por terra e mar no sábado para aliviar a escassez generalizada de alimentos e remédios. Ele fez campanha para que os venezuelanos se voluntariassem para trabalhar na distribuição da ajuda.

Ainda não está claro como Guaidó planeja receber a ajuda. Integrantes da oposição sugeriram a formação de correntes humanas através da fronteira colombiana para passar pacotes de pessoa a pessoa e frotas de barcos provenientes das Antilhas Holandesas.

Envolvimento do Brasil

O governo brasileiro mobilizou uma força-tarefa de ministérios para enviar a partir de sábado (23) ajuda humanitária, por meio de alimentos e medicamentos, “ao povo da Venezuela”. Os alimentos e medicamentos serão levados até as cidades de Boa Vista e Pacaraima, ambas em Roraima, e seriam buscados por caminhões venezuelanos, conduzidos por cidadãos do país vizinho.

Os próprios venezuelanos teriam de cruzar a fronteira com os produtos. A operação é feita em cooperação com os Estados Unidos.

Pence na Colômbia

Nesta quinta, os EUA anunciaram ainda que o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, viajará para a Colômbia na segunda-feira para reforçar o apoio do governo de Donald Trump a Guaidó, em sua disputa de poder com Maduro.

“O vice-presidente declarará claramente que chegou a hora de Nicolás Maduro se afastar”, afirma a assessoria de Pence em um comunicado.

O texto afirma ainda que o vice-presidente participará da Colômbia em uma reunião do Grupo de Lima, criado em 2017 para promover uma saída para a crise venezuelana.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Pior de tudo é a necessidade que o povo está passando. Para nós, parte dos brasileiros, é ver o PT mandar representante para posse desse algoz de muitos venezuelanos. Quem caminha com petistas doentes termina adoecendo; afastem-se enquanto é tempo!

  2. Incrível ninguém conseguir matar esse monstro. O POVO sofrendo com a fome e a falta de tudo, enquanto esse FDPT fica zombando do mundo inteiro.

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Diversos

Trump pede às Forças Armadas da Venezuela que deixem de apoiar Maduro

Foto: Reuters/Carlos Barria/Direitos Reservados

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, pediu às Forças Armadas da Venezuela que deixem de apoiar o presidente Nicolás Maduro ou correrão o risco de perder tudo.

Nessa segunda-feira (18), Trump falou na Flórida, diante de um público que incluía imigrantes venezuelanos.

Ele afirmou que os Estados Unidos buscam uma transição de poder pacífica na Venezuela, mas que todas as opções estão disponíveis.

Donald Trump alertou que, caso os militares venezuelanos continuem a apoiar Maduro, eles não encontrarão um refúgio seguro ou uma saída fácil, ficarão sem saída e perderão tudo.

Os Estados Unidos e outras nações ocidentais apoiam o líder oposicionista da Venezuela, Juan Guaidó, que se declarou presidente interino. Nicolás Maduro, por sua vez, é apoiado pela China e a Rússia.

O presidente americano chamou Maduro de um fantoche de Cuba. Ele criticou os governos socialistas da Venezuela, de Cuba e da Nicarágua, afirmando que os dias do socialismo estão contados nesses países.

Aparentemente, o discurso duro de Trump tem por objetivo conquistar o apoio de imigrantes hispânicos que fugiram de governos esquerdistas nas Américas Central e do Sul. A Flórida é um dos principais campos de batalha eleitoral no pleito presidencial de 2020.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

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Política

O fim de Maduro

Uma fonte do governo de Jair Bolsonaro disse para O Globo que as sanções anunciadas pelos Estados Unidos contra a PDVSA serão fatais para a ditadura de Nicolás Maduro.

Não parece ser um segredo de Estado. Ratos precisam de oxigênio.

O Antagonista

Opinião dos leitores

    1. Pergunte a Nélter, que agora é petista desde criancinha.

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