Tecnologia

Bolsonaro reduz pela 3ª vez imposto para consoles de videogames e jogos

O presidente Jair Bolsonaro decidiu reduzir mais uma vez o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente sobre jogos eletrônicos e acessórios. Essa é a terceira redução do imposto para o setor e, segundo informou a Secretaria Geral da Presidência da República, a medida “visa incentivar o desenvolvimento do segmento de jogos eletrônicos no País – o ramo do setor de entretenimento que mais cresce no mundo”.

O corte nas alíquotas do IPI virá por meio de Decreto presidencial, que deve ser ainda publicado no Diário Oficial da União, e entrará em vigor imediatamente.

A medida prevê a redução das alíquotas do IPI sobre consoles e máquinas de jogos de vídeo de 30% para 20%. No caso de partes e acessórios dos consoles e das máquinas de jogos de vídeo cujas imagens são reproduzidas numa tela, a alíquota passará de 22% para 12%. O decreto reduz ainda o imposto sobre máquinas de jogos de vídeo com tela incorporada, portáteis ou não, e suas partes, de 6% para 0%.

Segundo informou a Secretaria Geral, essa desoneração implicará em uma queda na arrecadação em 2021 de R$ 82,9 milhões. Para 2022, a estimativa é de uma perda da ordem de R$ 119,5 milhões nas receitas do IPI.

A primeira vez que o presidente Bolsonaro reduziu o IPI do setor foi em agosto de 2019, quando cortou as alíquotas do imposto de 20% a 50% para taxas entre 16% a 40%, de acordo com o produto. Em outubro do ano passado, veio o segundo corte, levando as alíquotas do IPI para uma faixa de 6% a 30%.

Quando falou sobre a medida em outubro de 2020, Bolsonaro afirmou que a “molecada” voltou a “chiar” sobre os preços dos jogos eletrônicos.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Seja no próximo ano ou no fim de outro eventual mandato, acho que ele deve estar pensando em abrir um comércio para trabalhar com esse material quando sair da presidência e por isso já está trabalhando em causa própria. Kkkkk

  2. Pra alimento que é bom, zero, mas pra video game e arma, prioridade máxima. Tá Sertú. Chapéu de prego é marreta!

  3. Enquanto o povo está na fila do osso, o bunda suja praticamente zera impostos para videogames…
    Esse é o governo da fome, miséria e seletivo.

    1. Vagabundo você prefere que o presidente DOE dinheiro para Cuba ou Venezuela?? Vá trabalhar VAGABUNDO

    2. Zé!
      Pensa bem no que vc fala zé.
      Tu não tem medo de passar a comer carne de cachorro e gato como na Venezuela não zé????
      Presta atenção meu fiii.
      Bota essa cabecinha pra funcionar.
      Tu tá achando que vc vai ser um deles pra comer filemion é ????.
      Vc tá muito enganado.
      Eles estão te pagando hoje, a manhã não estão te devendo nada.
      Abre o olho pra depois não está gritando êpa, e se lamentando por ter ajudado a eles botar no frinfa dos brasileiros inclusive VC.
      Ainda não conseguiu absolver o que já está em curso né mesmo?
      Depois não diga que não sabia, tá avisado.
      Cabeça, não é só pra andar em cima do pescoço não, é pra pensar.
      Acorda babacão, antes que seja tarde.
      Fui!!!!

  4. Grande medida do presidente. Agora ingressamos de vez no primeiro mundo. Colocar internet nas escolas, o ministro já disse que não dá. Não há dinheiro para essas frivolidades.

    1. Toda redução de impostos é benéfica à sociedade. Pode não interessar a parasitas como vc, mas vai beneficiar muita gente, com toda certeza.

  5. Ô véi bom!!!
    Urnas seguras.
    Quando a petezada perder no primeiro turno não venha com mimimimi.
    A urna é boa!!!!
    De luxo!!
    Não venha com lorotas como no passado viu esquerdalhada corrupta.
    O ladrão perdeu duas vezes pra FHC no primeiro turno o ai ai ai era grande.
    Por tanto cala te a boca.

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Economia

‘Não pode ter vergonha de ser rico, tem que ter vergonha de não pagar imposto’, diz Paulo Guedes

Foto: Edu Andrade / Ministério da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a defender nesta quarta-feira a tributação dos dividendos, conforme proposto pelo governo no projeto de lei que muda as regras do Imposto de Renda para pessoas físicas e empresas. Ele rebateu as críticas de que a redução do imposto para empresas é pequena, se comparada com a alíquota proposta para tributar os lucros.

— Se reinvestir, se ficar na empresa, o imposto deve ser baixo. Agora, se tirou para usufruto pessoal, que é natural, não tem problema nenhum ser rico. Não pode ter vergonha de ser rico, tem que ter vergonha de não pagar imposto — afirmou o ministro durante audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, na Câmara dos Deputados.

Guedes defendeu que a reforma proposta pelo governo faz uma redistribuição de encargos: ao propor a tributação de dividendos, isentos desde 1995, ela pode reduzir a base de impostos para empresas e assalariados.

— O Brasil é um país de baixa renda. Não adianta você jogar os impostos em cima de 30 milhões de brasileiros com renda relativamente baixa quando, do outro lado, 20 mil proprietários de capital receberam R$ 400 bilhões de dividendos e tiveram isenção de R$ 50 bilhões ou R$ 60 bilhões – disse, acrescentando que esse montante a ser tributado, somado à remoção de alguns subsídios é que permitiria as reduções de impostos para pessoa física e empresas.

Como o GLOBO já mostrou, o ministro defende o corte de R$ 40 bilhões em subsídios para promover uma redução maior do imposto para as empresas. Ele também admite rever e estabelecer um novo limite de renda para a declaraçao simplificada das pessoas físicas.

Crime de responsabilidade

Guedes compareceu a essa audiência na condição de convocado. A convocação foi aprovada no início de junho, após o ministro faltar a sessões para as quais tinha sido convidado. Ele também não compareceu à audiência na última semana, já como convocado, porque no mesmo dia o Tribunal de Contas da União (TCU) julgaria as contas do governo.

Os deputados consideraram a justificativa inapropriada, alegando que a comunicação foi feita tarde da noite na véspera da audiência, e aprovaram um requerimento para provocar a Procuradoria-Geral da República a denunciar Guedes ao Supremo Tribunal Federal (STF) por crime de responsabilidade.

A Constituição determina que, nos casos de convocação, o não comparecimento sem justificativa de um ministro à Câmara caracteriza crime de responsabilidade, que pode motivar o afastamento do cargo. Guedes alegou que não compareceu à audiência porque foi orientado por sua assessoria jurídica de que não haveria problema.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Roubar dinheiro dos pobres, deixando-os desassistidos, pode. Isso é a filosofia de Bolsonaro e de luladrão. Oas, Camargo correia, Odebrecht, jbs, tubarões da administração… Podem roubar, prisão em 2a instância jamais. Fica livre até não ser mais atingido pela justiça. Temos mais é que votar numa 3a via

  2. É por essa e por outras que o Véio cunhudo Paulo Guedes, foi eleito o melhor Ministro da Economia do mundo. Segundo uma revista Inglesa.
    Pense num Véio arroxado é Paulo Guedes.

    1. VErdade, é um ótimo ministro, basta ver o quanto aumentou os combustíveis, os alimentos, os produtos de limpeza, os produtos de higiene pessoal, os bens duráveis, comparado com a renda do brasileiro… e tem gado que gosta… a alfafa baixou de preço ?

    2. Favor revelar o nome da revista. Acho que você deve ter interpretado errado o texto… Esse título ele não tem, viu? Esse Caligola é uma piada!

  3. Pense num ministro liberal que só pensa em criar imposto… Cortar gastos do governo e privilégios do legislativo e militares nem pensar né?

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Economia

Guedes faz afago ao Congresso, defende vacinação em massa e descarta imposto

Foto: Reprodução/CNN Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, classificou o auxílio emergencial como “um instrumento muito efetivo” e defendeu a vacinação em massa para que “38 milhões de brasileiros [os ‘invisíveis’] possam trabalhar para ganhar a própria vida”. Ele também agradeceu ao Congresso pela aprovação da PEC Emergencial, promulgada na segunda-feira, disse que as novas lideranças do Congresso ajudaram a “destravar a pauta de reformas”. Guedes afirmou, ainda, que não irá “cair na armadilha” de aumentar impostos.

As afirmações foram feitas em entrevista exclusiva à CNN, com o âncora Márcio Gomes e o analista político Igor Gadelha, gravada na segunda-feira (15). Veja abaixo alguns dos principais tópicos abordados pelo ministro.

Auxílio emergencial

“Eu queria começar agradecendo o Congresso. Acabo de ter a informação de que o Congresso promulgou a PEC Fiscal. Isso era importante porque, como você diz, a coisa começa com o auxílio emergencial, que foi um instrumento muito efetivo. Nós protegemos 64 milhões de brasileiros durante a primeira grande onda da pandemia, e nós temos que agora renovar os esforços, porque essa tragédia continua entre nós.”

Troca de comando no Congresso

“É importante deixar claro para todo mundo que é a política que dispara essas ondas de reformas. Nós tínhamos que esperar justamente a troca de comando na Câmara dos Deputados e no Senado para podermos encaminhar [as reformas]”.

Vacinação em massa

“O que vem pela frente? Vacinação em massa. Porque os 38 milhões de invisíveis, que nós descobrimos, são pessoas que têm que trabalhar de manhã para comer à noite. Então, elas precisam dessa vacinação, porque está indissociável a economia da saúde. Economia e saúde andam juntos, são indissociáveis. Então, se nós quisermos que esses 38 milhões de brasileiros possam trabalhar para ganhar a própria vida, eles têm que ser vacinados. A vacinação em massa é um passo indispensável, porque ela permite que haja uma redução dramática do desemprego informal.”

Tomar a vacina

“Já queria ter vacinado. Já queria ter vacinado. Eu acho ótimo. Sou candidato a vacinar, quero me vacinar.”

Andamento das reformas

“Considerando todos os fatores, nós temos um Congresso reformista. Ele já avançou com a reforma da Previdência, fizemos a cessão onerosa. Nós estamos fazendo muita coisa que estava parada. Eu acho que nós temos conseguido um coeficiente de 70% de aprovação das medidas que mandamos. 70% parece um número razoável, incluindo o fogo amigo. O que é satisfatório para fazer a economia se mover.”

Reforma administrativa

“A [reforma] administrativa está pronta para ser aprovada. Ela é uma reforma leve e suave. Como eu disse, ela já conseguiu, para os três níveis da Federação, economizar uns R$ 140, R$ 150 bilhões em salários, que nenhuma reforma administrativa teria potência para fazer isso em tão curto tempo. E, ao mesmo tempo, em nível federal, ela permite uma economia de outros R$ 300 bilhões.”

Reforma tributária e alta de impostos

“A [reforma] tributária é um pouco mais complexa, e justamente nós não queriamos cair na armadilha que estava preparada para fazer aumento de impostos. Nós estamos há 40 anos aumentando os impostos no Brasil. Toda vez que há um déficit, nós aumentamos os impostos.

O nosso raciocínio na tributária foi exatamente o seguinte: a economia brasileira teve dois anos de recessão, em 2015 e 2016, ou seja, a base de arrecadação caiu bastante. Tivemos de novo em 2017, 2018 e 2019, um crescimento de 1%, 1,3%, 1,4%. È um crescimento baixo, ou seja, continua reprimida a arrecadação. Então, seria um contrassenso, baseado nesse déficit que está lá, você tentar aumentar os impostos para fechar o déficit.

Muitos críticos, inclusive, despreparados, estavam reclamando o tempo inteiro, que nós devíamos estar aumentando os impostos, porque tem um déficit, etc. Despreparados porque você não deve aumentar impostos no meio de uma recessão. Se não, você agudiza a recessão.”

Troca no comando da Petrobras

“O que nós dissemos ao presidente é que isto tem um custo econômico pesado. Então, resultado: se o objetivo era baixar o preço do combustível, o que aconteceu com isso [a troca do presidente da Petrobras] foi que os mercados começaram a subir o câmbio, a Petrobras perdeu valor, e o presidente mesmo falou: ‘Mas, peraí, eu quero fazer isso organizadamente’.

Aí, mostrou-se ao presidente que tem contratos, e o presidente, o CEO da Petrobras, na verdade, que é o Castello Branco, não terá seu contrato renovado. Por quê? Quer se mexer nessa governança? Isso é uma questão em aberto aí para o futuro. Vamos ver como esse novo presidente da Petrobras vai enfrentar esse problema ali na frente.”

Lava Jato

“A Lava Jato não foi uma ficção. Aconteceram uma porção de coisas. Pode ter tido arbritrariedades de um lado, ou do outro, mas a verdade é que bilhões foram devolvidos. Se bilhões foram devolvidos, bilhões foram roubados. Tem diretor da Petrobras que devolveu US$ 100 milhões. Muita coisa aconteceu e, realmente, tinha uma grande liderança política à frente disso tudo.”

Futuro econômico

“Eu acho que daqui até o fim do governo –ao contrário do que está sendo dito, que vai ser cada vez mais difícil, porque a base do governo é instável… Eu acho o contrário. Eu acho que o governo ficou dois anos para montar sua base de sustentação parlamentar. E justamente ela acaba de destravar a pauta de reformas.”

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Infelizmente, não vejo com otimismo as reformas pautadas por esse governo, principalmente essa reforma administrativa que, em sua essência, retira direitos dos servidores públicos.
    Como condição e para ganhar o apoio popular, foi aprovada a PEC emergencial que garante o auxílio emergência e proíbe os entes federativos conceder aumento salarial ao servidor público por 15 anos.
    Sou servidor público estadual há 12 anos, nunca tive aumento, nunca mudei de nível e ganho exatamente o mesmo que ganhava no primeiro mês de trabalho, e agora com a garantia de passar mais 15 anos sem aumento.
    Será que o servidor público não é cidadão? Não tem família? Não contribui para economia? Mas se engana quem pensa que o servidor não vota e seus familiares também.
    Como o ministro da economia disse “Vamos jogar uma granada na mão do inimigo (o servidor público).
    Sei que a ideia desse governo é sucatear o serviço publico do Brasil, para assim precarizar o serviço ofertado pelos governos e impulsionar a narrativa que deve privatizar tudo.
    Veja os correios que mesmo dando lucro vai ser privatizado, não para economizar, mas para atender interesse do mercado.
    O Grande problema do serviço público no Brasil são os cargos comissionados (Presidentes, diretores, coordenadores e tantos outros cargos comissionados) ocupados na sua GRANDE MAIORIA com indicação política, apadrinhados, incompetentes, por arranjos políticos que são colocados lá não para atender o interesse comum, que é servir o cidadão mais para fazer politicagem.
    Em contraponto vamos assistir daqui a pouco algumas categorias politizadas conseguir aumentos consecutivos e o judiciário recebendo auxílios e mais auxílios, e reajustes passando o dedo no nariz da grande maioria dos servidores.
    Triste do nosso país e do nosso povo…

  2. Não podiam ter focado na vacinação em massa,quando as primeiras ofertas foram ofrrecidas.
    Omissão cruel….!

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Diversos

Governo do Estado dá mais 90 dias para bares e restaurantes pagarem imposto e anuncia volta do Refis

Foto: Reprodução/Twitter

O secretário de Tributação do Estado, Carlos Eduardo Xavier, anunciou nesta quinta-feira(11), através do microblog Twitter, que por determinação da Governadora Fátima Bezerra, serão publicados dois decretos nesta quinta-feira(11) como medidas de mitigação do impacto econômico da pandemia.

Segundo o secretário de Tributação, as medidas funcionarão na seguinte ordem: “1º prorrogando até maio o SUPER REFIS 2020 e o 2º concedendo prorrogação do prazo de pgto do ICMS de Bares e Restaurantes por 90 dias”.

Com a medida, o imposto estadual, que vence no dia 15 de março, poderá ser pago em até 90 dias, ou seja, até 15 de junho.

Carlos Eduardo Xavier ainda disse que “essas são as primeiras medidas no sentido de salvar vidas e também preservar os empregos nos setores mais atingidos. Outras medidas serão anunciadas em breve”.

 

Opinião dos leitores

  1. Como ele querem que os estabelecimentos paguem impostos se não permitem nem que os mesmos trabalhem? Tem condições isso não, ou abre os bares ou isentas os impostos.

  2. Alguém me responde por favor,se o Lula sabe como ninguém como tirar o povo da pobreza,porque ele não ensina os governadores do PT sair dessa crise?

  3. Prorrogação? é pra ser isenção, pelo amor de deus. aí quer dizer que ela esta preocupada com os empregos? deve estar se preparando pros pais de família que vai chegar pedindo na porta dela. pq esses petralhas adoram um assistencialismo politico.

  4. Muito pouco.
    Tem que da isenção dos impostos.
    Péssimo esse governo.
    Fraco!
    Não ajuda a ninguém.

  5. Esse é o governo petista/comunista Fatão, decreta lockdown e obriga os empresários pagar impostos, enquanto recebe bilhões do governo Bolsonaro para investir na saúde, não abre leitos, paga com dinheiro destinado a saúde publicidade aos seus interlocutores da filial da GLOBOLIXO no RN e não está nem aí para quebradeira geral no comércio do estado.

  6. O trabalhador que estão sendo demitido! qual valor do benefício que governo do estado vai dá ao trabalhador? Governo incompetente.

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Economia

Bolsonaro anuncia redução no imposto de importação de bicicletas

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na noite dessa quarta-feira (17) que o governo vai reduzir de 35% para 20% a alíquota do imposto de importação de bicicletas no Brasil até o final do ano. Em uma postagem nas redes sociais, em que aparece andando de bicicleta, o presidente escreveu que a medida foi uma decisão da Câmara de Comércio Exetior (Camex), do Ministério da Economia, e será publicada na edição de amanhã (18) do Diário Oficial da União (DOU).

“Atualmente o Imposto é de 35%. A CAMEX deliberou por diminuí-lo. Publicará no DOU de amanhã: para 30% em março/21; para 25% em julho/21; e para 20% em dezembro/21”, postou Bolsonaro.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Então é essa a novidade, com a alta do combustível agora só de bicicleta ou vai ter que ficar em casa

  2. Entendi agora o que ele tinha prometido de novidade para os combustíveis pra essa semana, aumento do preço da gasolina e redução do imposto para as bicicletas. Kkkk
    Ta brincando com fogo, quero dizer, com gasolina.

  3. Esse presidente acha q somos trouxa:
    Gasolina alta. Como resolver? Batateira o preço das Coronabikes q vão vir da china. Podendo valorizar as nacionais. "Brasil acima de tudo, sqn".

  4. Aí uma notícia "boa"…vai ajudar a quebrar as fábricas nacionais de bikes.
    O omi é bom…o omi é espetacular.
    Pah…???
    ?????????

  5. Ótima Noticia, com o preço dos combustíveis nas altura o governo federal incentiva a pratica do pedal, sinal que só vai ter carros os políticos, os ricos e os metidos a rico.

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Economia

Bolsonaro diz que governo avalia ICMS fixo sobre combustíveis ou cobrança do imposto nas refinarias

Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (5) que o governo avalia um projeto para estabelecer um valor fixo de ICMS sobre combustíveis ou a incidência do ICMS no preço dos combustíveis vendidos nas refinarias.

Bolsonaro deu a declaração após uma reunião com ministros e com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, sobre maneiras de conter a disparada dos preços de combustíveis no país.

O presidente afirmou que o governo faz estudos sobre as propostas para o ICMS sobre combustíveis e que, se ficar comprovada a viabilidade jurídica, apresentará um projeto sobre o tema ao Congresso na semana que vem.

“Nós pretendemos é ultimar um estudo e, caso seja viável, seja juridicamente possível, nós apresentaremos ainda na próxima semana, fazendo com que o ICMS venha a incidir sobre o preço do combustível nas refinarias ou um valor fixo para o álcool, a gasolina e o diesel. E quem vai definir esse percentual ou esse valor fixo serão as respectivas assembleias legislativas”, afirmou o presidente.

O ICMS é um imposto estadual, cobrando sobre venda de produtos. As tarifas variam de acordo com as mercadorias. Alterações no modelo dependem de aprovação no Congresso. Atualmente, o ICMS é cobrado no momento da venda do combustível no posto de gasolina. O valor na bomba é maior que nas refinarias.

Na formação do preço dos combustíveis, além do ICMS, entram também tributos federais: a Cide e o PIS/Cofins. Além disso, entram na conta valores de custo e lucros da Petrobras, distribuidoras e postos.

Segundo a Petrobras, a composição de preço pago pelo consumidor do diesel S-10 nas principais capitais é a seguinte:

16%: distribuição e revenda

14%: custo do biodiesel

14%: ICMS

9%: Cide e Pis/Pasep e Cofins

47%: Petrobras

Estados

Uma eventual alteração no ICMS dos combustíveis mexeria com a arrecadação dos estados, que já enfrentam dificuldades financeiras, agravadas pela pandemia de COvid-19. Politicamente, o tema é delicado e encontra resistências.

Petrobras

Bolsonaro também disse que o governo federal não vai interferir nos preços praticados pela Petrobras.

“Temos esse compromisso, bem como respeitar contratos e jamais intervir, seja qual forma for, contra outras instituições, como no caso aqui a nossa Petrobras. Jamais controlaremos preços da Petrobras. A Petrobras está inserida em contexto mundial de políticas próprias, e nós a respeitamos”, completou o presidente.

Na semana passada, a Petrobras anunciou um novo aumento da gasolina (5%) e do diesel (4%) nas refinarias, com um preço médio de R$ 2,08 e R$ 2,12 por litro, respectivamente. Foi o segundo aumento da gasolina em 2021.

Quando a Petrobras anuncia aumento nas suas refinarias, praticamente determina o aumento do produto em todo o país, porque a empresa detém grande parte das refinarias no Brasil.

A Petrobras é uma empresa estatal e, por isso, o governo federal tem ingerência sobre a companhia. No entanto, se o governo interfere a ponto de fazer a Petrobras segurar os preços artificialmente, a empresa perde valor de mercado, o que gera prejuízo também para a União.

G1

Opinião dos leitores

  1. Hoje é cobrada a alíquota mínima de 25% em são Paulo e alguns estados e 34% no Rio, uma alíquota muito elevada. Ao propor 14% reduziria bem o valor do combustível, que com essa medida pode diminuir os custos das despesas.
    Mas teria também que restringir o limite de ganho nos postos de combustíveis, alguns aproveitam a onda de aumento para extrapolarem os seus preços.

  2. E a disparada do dólar como fica ? Paulo dizia que só fazendo muita merda o dólar passaria de 5 , fez.
    Se o valor do combustível tá dolaruzado pode zerar o ICMS que ainda teremos problema.

  3. Essa pessoa auto de nome fictício zegado comentarista assíduo desse blog, é apenas uma estrela em fase de extinção, o melhor a fazer é ignora-lo solenemente. Aos medíocres o silêncio.

  4. Falta pouco para parar de sermos reféns desse combustível fóssil e tb das lojas de peças. Os carros elétricos estão chegando. Já viram a simplicidade de um motor elétrico? Sem radiador, sem bateria para ignição, sem vela e etc. Quem investir em placa de energia solar vai rodar de graça.

  5. Boa tarde,
    Estou com um cupom fiscal aqui na mão, referente a um abastecimento de gasolina que fiz ontem no Posto Petrobrás de Mirassol. Consta no próprio cupom os tributos pagos, impostos Federal, 13,44 % e imposto Estadual 29 %. Portanto quem tiver dúvidas sobre os impostos cobrados nos combustíveis, que abasteça, peça o cupom fiscal e veja por si próprio. A fonte sobre os tributos é o IBPT. Total de impostos 42,44 %.

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Economia

Bolsonaro diz que, após ‘molecada chiar’, vai reduzir mais uma vez imposto sobre games

Foto:  Reprodução/Twitter

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou na noite dessa quinta-feira(08) que busca reduzir o imposto sobre jogos eletrônicos. Durante a sua live semanal no Facebook, Bolsonaro disse já ter pedido a diminuição ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e também à Receita Federal.

“A garotada ano passado começou a reclamar do preço de jogos eletrônicos, chips, etc. Tinha degraus de imposto. Conseguimos passar o maior degrau de 50% a 40%. A molecada voltou a chiar, com razão. Já conversei com o Paulo Guedes, conversei com a Receita Federal, então no ano passado passamos de 50% para 40%. Agora vamos passar de 40% para 30%”, declarou Bolsonaro durante a transmissão.

“Ah, é muito. Eu sei que é muito, mas vamos tirando aos poucos”, acrescentou.

Mais tarde, o chefe do Executivo fez uma postagem no Twitter resumindo a live e mencionando o assunto. “Um abraço aos gamers”, escreveu.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Gente vamos providenciar esterco de cavalo, Manoel Mané voltou a dar as caras. Depois de um longo período em tratamento, inclusive tendo ido visitar a Venezuela, ele voltou a sentir a abstinência dos ratos, nem o choque de saber que nove dedos deu, em dizer que não iria enrolar e mentir mais, foi suficiente para ele voltar a realidade…..????????

    1. Pedrinho "boca de sofá", ataca mais uma vez. Cansou de flertar com o entregador, agora só tem olhos para o manézinho.

    2. Vc nao sabe como fico feliz fazendo gado pegar ar.
      Kkkkk
      Mmmuuuuuummmmmm

  2. A esquerda fala mal até de baixa de imposto… por essas e outras é que perdeu totalmente a credibilidade. (2)
    Crédito ao Kim (MBL) ele que vem fazendo essa zoada para redução

  3. Enquanto isso a inflação de setembro é a maior para o mês em 17 anos.
    O gado faz Mmmmuuuummmmm

    1. Você continua chorando??? Perdeu o cargo comissionado? Perdeu a boquinha de ganhar sem trabalhar? Está tendo que produzir e isso incomoda demais? Revoltado por ver um país sendo reconstruído, tendo suas obras, alvo de promessas repetidas de campanha por 20 anos, sendo concluídas?
      Seria abstenção causada pela falta das facilidades que eram distribuídas para comprar apoio que acabou?
      Vá morar nos paraísos da terra para esquerda, onde todos são iguais, Cuba e Venezuela. Mas pode ir também para Argentina, lá até final de 2021 todos também serão iguais, na miséria, n falta de emprego, na distribuição de bolsas para manipular o povo com o mínimo, mas sem trabalho, só tomando cana.

  4. Muito bem presidente, isso sim que é uma prioridade, meu filho ñ vive sem o seu Play Staiton. O que seria de mim sem o meu Mito, sempre pensando no bem da família brasileira.

    1. A esquerda fala mal até de baixa de imposto… por essas e outras é que perdeu totalmente a credibilidade.

    2. Verdade……., se falou mal do MITO com certeza absoluta é de esquerda. Ñ conseguem enxerga o bom coração desse homem.

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Economia

Mourão fala em flexibilizar teto de gastos e até criar imposto para bancar Renda Cidadã

 Foto: Jorge William / Agência O Globo

O vice-presidente Hamilton Mourão sugeriu nesta quinta-feira que o governo negocie com o Congresso a flexibilização do teto de gastos para custear o Renda Cidadã. Segundo Mourão, o governo não tem de onde tirar dinheiro para financiar a iniciativa. Por isso, só teria duas opções: realocar verbas ou negociar com o Congresso uma exceção para o teto de gastos, com a criação de um novo imposto para bancar o programa.

— Vamos olhar uma coisa aqui de uma forma muito clara. Se você quer colocar em um programa social mais recursos do que o existente, você só tem duas direções: ou você vai cortar gastos de outras áreas e transferir esses recursos para esse programa ou, então, você vai sentar com o Congresso e propor algo diferente, uma outra manobra que seja, por exemplo, fora do teto de gastos, um imposto especifico para isso e que seja aceito pela sociedade como um todo. Não tem outra solução, ou então mantém o status quo — disse.

A criação de um novo imposto sugerida por Mourão resolveria apenas uma parte do problema relacionado ao custeio do novo programa.

O tributo poderia ser indicado como fonte de financiamento — uma exigência constitucional para a criação de qualquer tipo de benefício. No entanto, não resolve a limitação imposta pelo teto de gastos.

Essa regra fiscal impede que as despesas primárias cresçam mais que a inflação do ano anterior. O problema é que a previsão de gastos para o ano que vem já está nesse limite.

Portanto, mesmo com um aumento na arrecadação, seria necessário abrir uma exceção na legislação do teto para que o novo gasto financiado com essa nova receita não fique sujeito à trava fiscal.

A declaração de Mourão ocorre em um momento de impasse sobre o financiamento do Renda Cidadã. Na segunda-feira, governo e aliados anunciaram que o programa seria financiado com recursos reservados para o pagamento de precatórios, além de novas verbas do Fundeb, fundo que financia a educação básica.

A proposta, no entanto, não foi bem recebida por especialistas e pelo mercado, levando o governo a reconsiderar essas fontes de financiamento. Na quarta-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o programa social não pode ser financiado com um “puxadinho” e que seriam necessárias receitas permanentes.

— Nós temos que aterrissar esse auxílio emergencial em um programa social robusto, consistente e bem financiado. Financiado, como é uma despesa permanente, financiado por uma receita permanente. Não pode ser financiado com puxadinho, por um ajuste, não é assim que se financia o Renda Brasil. É com receitas permanentes — disse Guedes, sempre chamando o programa de “Renda Brasil”, e não de “Renda Cidadã”, como outros integrantes do governo batizaram.

A declaração de Guedes foi seguida de uma reunião no Palácio do Planalto, com o presidente Bolsonaro e secretários do ministério da Economia para discutir o projeto. Os participantes evitaram falar com a imprensa após o encontro.

Programa mantido, diz líder

Um participante disse de forma reservada, no entanto, que o relator da proposta, senador Márcio Bittar (MDB-AC), estaria disposto a fazer mudanças no seu texto.

Na manhã de hoje, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), afirmou que o programa está mantido. A declaração foi dada em São José do Egito (PE), ao lado do presidente Bolsonaro.

— Obrigado, sobretudo, pela decisão de criar o Renda Brasil, anote aí: o maior programa de solidariedade social da história desse país será implementado pelo nosso presidente — afirmou, também trocando o nome do Renda Cidadã.

Questionado sobre o uso de verbas do Fundeb e de precatórios, Mourão afirmou que “esse assunto já virou a página”.

— Esse assunto já virou a página. Já acabou. Voltou atrás, provavelmente não vai usar, né. Acredito que não [vai usar] também [recursos do Fundeb] — disse.

O vice-presidente disse que, no entanto, que não sabia se o Renda Cidadã seria mantido.

— Isso daí tem que perguntar lá do outro lado, não é para mim porque eu não participo dessas reuniões — comentou.

Mourão também afirmou que o desentendimento entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro da Economia, Paulo Guedes é algo “pessoal”.

— Vocês ficam revirando esse assunto, esse é um assunto que não leva a nada, é uma questão pessoal — comentou.

Ontem, Guedes disse que há boatos de que Rodrigo Maia teria feito um acordo com a esquerda para não pautar as privatizações. Em resposta às críticas do deputado sobre o andamento da reforma tributária. Maia rebateu, e disse que Guedes está “desequilibrado”.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Agora vc acertou Entregador De Pizza, na hora de descer o malho se desce, na hora de elogiar se elogia. Só quero saber duas coisas: 1 – Suspendeu a viagem para Venezuela ou Cuba? Se suspendeu acertou, aqui está melhor. 2 – No meio dessas grandes fortunas vc gostaria de ver a de nove dedos e sua família taxadas? Se sim maravilha, vc finalmente tomou algum medicamento contra essa doença que é ser petista.

  2. Tem que diminuir esse mastodôntico e corrupto estado Brasileiro , se diminuir 50 % vai sobrar dinheiro. Nós eleitores e contribuinte estamos escravizados por este sistema parasita , um estado arrecadador e inepto !

  3. Têm despesas supérfluas a cortar que cobre esse acréscimo do Bolsa Família e ainda sobra dinheiro.
    Só não vale criar um imposto a mais pra cima do trabalhador já sacrificado!

    1. Vamos criar um emprego/ trabalho verdadeiro para esse TAL , entregador de pizza , acho que ele não sabe oque é isto ,

    2. Deixa de conversar besteira homi… Esse papinho de que taxar 2% da população vai resolver o problema de 98%… Já pagam 27,5% de IR. Tem que taxar pouco, e taxar todos de forma justa e escalonada. Sem ser pelo consumo.

    3. Seus vermes PTralhas ficaram 13 anos ROUBANDO O POVO BRASILEIRO, não deu tempo para criar esse IMPOSTO ??? Ou o rato ladrao preferiu roubar ???
      Faça melhor , se mude para o paraíso Venezuela ou Cuba, lá é maravilhoso, mas leve uma pá para revirar o lixo para ter oque comer

    4. Vergonha, Acorda Brasil e Brasil, vocês não fazem parte desses 2%, ou seja, não são ricos!
      Gostaria de saber, para que essa valentia toda, em defender as fortunas dos marajás?

    5. Não mexa com os bilionários do RN não rapaz, pois você vai arrumar confusão, kkkkkkkkkkkk. Além de te mandarem para Cuba, Venezuela ou qualquer clichê desses, vão te carimbar de comunista/petralha/lulista, kkkkkkkk.
      Tem que achar tudo bom e baixar a cabeça, aprenda !!

  4. Tem sim. Pega o dinheiro destinado a compra de satélite em duplicata(INPE já tem um) e todo tipo de equipamento militar bilionário. Tem também os penduricalhos dos funcionários públicos marajás, tem ainda a cobrança de tributos sobre dividendos, tem que acabar com todo tipo de possibilidade de receber extrateto(essa vai para a penca de militares reformados e que estão no governo).Grandes fortunas, heranças milionárias…. o problema é que só querem tomar dos pequenos, dos que não tem lobby dentro do congresso e do governo.

    1. Rapaz, dissesse tudo.
      Mas isso eles não fazem. O corporativismo fala mais alto.

    2. Vejo que vocês tem raiva e inveja dos militares. Mas você pode visitar os pelotões de fronteira do Exército na Amazônia e acompanhar o dia de um militar (se conseguir, pois é preciso preparo físico) e comprovar por si mesmo o trabalho que é feito para garantir que VOCÊ e SUA FAMÍLIA possam ser livres, vivam numa grande cidade como Natal, possam fazer suas compras, estudar, viajar nas férias ( em tempos sem pandemia), viver numa democracia, fazer um comentário no Blog do BG, entre outras "regalias". Pois os militares que, muitas vezes, estão nas fronteiras, foram transferidos para lá e levaram suas famílias para passarem de dois a quatro anos, no mínimo, em locais com pouquíssimos recursos (de escolas, de saúde, de variedade de mantimentos…). SOMENTE DEPOIS de você conhecer essa realidade, poderá falar e escrever algo contra os militares.
      Não existe perfeição em nenhum sistema, nem ninguém é perfeito, mas o desvio moral no meio militar é raro e combatido sempre que necessário.
      Com absoluta certeza, os militares não são os citados "marajás". Essa denominação se encaixa bem com Fernando Collor, Luladrão, Dilmanta, José Dirceu…e outros da laia PETRALHA e associados, que dilapidaram os cofres do nosso país. Quem defende esses larápios é farinha do mesmo saco.

    3. Procure se informar miro esses novos satélites tem uma capacidade muito maior de observação, para você saber, são capazes de filmar a 3 metros do solo . Muito necessário para descobrir até mineradoras ilegais.
      Mais uma arma para combate a incêndios e explorações irregulares.

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Finanças

Líder do governo confirma que reforma tributária prevê criação de novo imposto sobre transações de 0,2%

Líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO) Foto: Roque de Sá / Agência Senado

O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), confirmou que a reforma tributária do governo prevê a criação de um imposto sobre transações com alíquota de 0,2%. Ele exemplificou que, em uma operação de R$ 1 milhão, o contribuinte passaria a pagar R$ 2 mil.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Gomes destacou que não haverá aumento de carga tributária porque no novo tributo não será discutido de forma “solta”, mas atrelado à desoneração da folha de salários de todos os setores da economia.

Hoje, as empresas pagam 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos empregados. A ideia é que essa contribuição seja menor. Com isso, os empregadores deixariam de recolher R$ 100 bilhões por ano.

Gomes assegurou também que a proposta que será apresentada nesta segunda-feira vai respeitar o teto de gastos, que limita o crescimento das despesas públicas.

Além da proposta de reforma tributária, também será apresentado aos líderes do Congresso o Renda Cidadã, novo programa social que vai substituir o Bolsa Família, que o governo quer que seja mantido com recursos destinados a precatórios. Os dois programas foram “validados'” pelo presidente Jair Bolsonaro.

Além da nova etapa da reforma tributária, o pacote de medidas costurado entre líderes da base de apoio e o governo prevê a criação do Renda Cidadã, novo programa social do presidente Jair Bolsonaro e que deve substituir o Bolsa Família a partir de janeiro.

— Se aprovada essa possibilidade de imposto, será apresentada no momento com a seguinte regra: não se pode aumentar carga tributária, a população não pode pagar mais impostos e precisa apresentar para a sociedade o que o governo do presidente Jair Bolsonaro vai fazer com relação à desoneração para retirar impostos de setores estratégicos, diminuindo a carga tributária e garantindo mais geração de emprego — disse Gomes.

Ao ser indagado sobre declarações do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, contra à criação de imposto, Gomes disse acreditar na possibilidade de um acordo. Segundo ele, Maia é a favor das reformas do Estado:

— A forma como o presidente Rodrigo Maia dirige a Câmara dos Deputados, no sentido de amparar reformas de modernização do Estado fará com que a gente tenha um acordo do bem para que a gente possa construir essas medidas todas que precisam ser tomadas, já que nós passamos seis meses numa economia de guerra por conta da pandemia do coronavírus.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Imposto em cascata. O bem ou serviço é taxado inúmeras vezes até chegar ao consumidor final. Logo, quem produz, distribui, vende ou revende, vai repassar o imposto para o produto/serviço, deixando o consumidor para pagar a conta. Se você transfere um dinheiro para a conta de seu filho que estuda outra cidade, este valor será taxado no mínimo duas vezes.
    Não sou de esquerda, mas deveriam taxar grandes fortunas/patrimônio para reduzir desigualdades socias, pois o problema é esse.

  2. Isso é conversa . O presidente não vai deixar . O véio é duro é arrochado . Ele vai bloquear isso . Isso é conversa de petralha para atrapalhar Mito . O véio é cacete , o véio é virado nos 30 e não vai nos decepcionar . Chora petezada . Não vai ter CPMF não .

    1. Édison mesmo Pixuleco . Isso é intriga dos desocupados do PT . O nosso presidente não vai descumprir suas promessas . Eu acredito em Bolsonaro .

    2. Esses petistas vivem semeando a discórdia , inventando intrigas e provocando confusão . O meu presidente não vai fazer isso . Ele é honesto e não mente .

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Geral

Redução de imposto sobre tarifa de ônibus é aprovada pela Câmara Municipal de Natal

Foto ILUSTRATIVA: Josenilson Rodrigues/Busão de Natal

A Câmara Municipal de Natal aprovou nessa terça-feira(22) a redução de 50% na alíquota do Imposto Sobre Serviços(ISS) incidente sobre as tarifas de transporte público.

Além da aprovação do projeto, também foi articulada a redução do ICMS cobrado pelo Estado sobre o combustível usado pelo transporte público municipal.

Vale destacar que antes antes da pandemia, a média diária do transporte público na capital era de 360 mil passageiros, número que reduziu drasticamente no auge da crise, com 89 mil. Após a reabertura gradual da economia, hoje se encontra em torno de 140 mil passageiros.

A nova regra de desoneração valerá também para o transporte opcional regulamentado pelos órgãos de trânsito e mobilidade urbana, e ainda o intermunicipal.

Vale lembrar que o acordo firmado pelo Governo do Estado e Prefeitura do Natal de desoneração sobre o diesel e biodiesel adquiridos por empresas de transporte coletivo urbano, intermunicipal e alternativo estabelece validade até o fim do ano, em modelo de incentivo às empresas sob a condição de que não ocorra aumento da tarifa.

Em resumo, o objetivo firmado visa desafogar o segmento em dificuldade econômica para busca do equilíbrio de suas finanças.

Com acréscimo de informações da Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Boa noticias aos empresários, porém cabe uma pergunta: os usuários do transporte publico vão ser beneficiados ?

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Economia

Economia define projeto de reforma tributária e inclui criação de imposto sobre pagamentos eletrônicos

O Ministério da Economia fechou sua proposta de reforma tributária e deve enviá-la para Casa Civil ainda nesta semana. O texto, segundo o blog apurou, inclui a criação de um imposto sobre pagamentos eletrônicos.

Empresários esperam que, desta vez, o governo cumpra sua promessa e encaminhe suas sugestões para o Congresso Nacional ainda em julho.

O projeto de lei do Ministério da Economia, antecipado nesta terça-feira (14) pela colunista da GloboNews Natuza Nery, terá sua aprovação articulada por líderes como Arthur Lira (Progressista-PB), que agora integram a base aliada do governo Bolsonaro.

A proposta da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, será enviada ao Legislativo na forma de um projeto de lei unificando tributos federais, como PIS/Cofins, na Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Será um tributo sobre valor agregado a ser cobrado nas transações de bens e serviços.

O novo imposto incidirá, por exemplo, sobre serviços digitais, ou seja, pagamentos eletrônicos. Essa tributação vai na linha do que Guedes vem defendendo sobre criar uma fonte de receita para desonerar a folha de pagamento de todos os setores da economia.

A ideia de Guedes é criticada porque seria a volta de um tributo semelhante à antiga CPMF, a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira.

O ministro defende a proposta de sua equipe sob o argumento de que, ao contrário do chamado imposto do cheque, a nova contribuição não incidiria sobre movimentações financeiras, como saques e depósitos nos bancos, mas sobre pagamentos eletrônicos.

A equipe econômica vinha sendo cobrada por empresários e parlamentares a enviar sua proposta de reforma tributária. O governo chegou a prometer que encaminharia suas sugestões no início do ano passado. Foi renovando sua promessa sem nunca cumpri-la.

Agora, segundo empresários ouvidos pelo blog, a expectativa é que a proposta realmente siga para o Congresso ainda em julho.

Para o setor privado, na linha do que defende o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, é essencial a aprovação da medida para garantir a recuperação da economia brasileira, que vai registrar a pior recessão de sua história neste ano.

Paulo Guedes já está apresentando sua proposta a líderes do Congresso Nacional, na busca de conseguir apoio para seu projeto de lei. O ministro diz que a estratégia do governo é o projeto ser discutido junto às demais propostas de reforma tributária em discussão na Câmara e no Senado.

Principal defensor da aprovação da reforma tributária, Rodrigo Maia reuniu nesta terça-feira (14) empresários para discutir o tema e pediu apoio para garantir a aprovação da medida.

Apesar do tempo curto, especialmente por causa das eleições municipais, o presidente da Câmara confia na aprovação da reforma neste ano.

Maia tem dito que não concorda com a criação de um tributo nos moldes da extinta CPMF. Ele e seus aliados avaliam que a proposta do governo não é abrangente e seria uma reforma pela metade. Por isso, seria importante aprovar a Proposta de Emenda Constitucional que vem sendo discutida no Legislativo.

Antes do início da pandemia do novo coronavírus, em fevereiro, Câmara e Senado criaram uma comissão mista para debater as mudanças no regime de impostos. Maia prometeu retomar as negociações na Casa sobre a medida ainda nesta semana.

Enquanto isso, empresários estão preocupados com as divergências entre governo e Congresso e defendem que todos os lados se reúnam e negociem um texto para ser aprovado ainda neste ano.

Blog do Valdo Cruz – G1

 

Opinião dos leitores

  1. CPMF VELADA! Só lasca quem tá lá embaixo, governo liberal só para grandes empresas, para o resto é keynesiano pesado.

  2. Os muares canhotos ainda estão ruminando a derrota eleitoral , defendem os 16 anos dos ex-presidentes que se comportaram no poder como ASSALTANTES do país.

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Comportamento

TOC pode se agravar com medo de ficar doente imposto pela pandemia

FOTO: Freepik

A pandemia de covid-19 pode agravar o quadro de pessoas com TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), segundo o psiquiatra e doutor em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), Ivan Braun. “Como há maior risco de contaminação nesse período, a pessoa que tem o ritual de lavar as mãos pode realizá-lo ainda mais frequentemente. Além disso, todo o estresse causado pela pandemia, desde o medo de ficar doente até o receio de perder o emprego, pode provocar uma piora dos rituais, sejam eles quais forem”, afirma.

O psiquiatra afirma ainda que de, modo geral, situações de estresse podem desencadear o aparecimento de diversos transtornos psiquiátricos, mas que não há, por enquanto, evidências científicas de que pessoas sem TOC venham a desenvolver o transtorno em decorrência da pandemia. “Transtornos psiquiátricos pressupõe uma vulnerabilidade biológica, de modo que pessoas que venham a desenvolver TOC, mesmo na pandemia, possivelmente tinham algum grau de predisposição.”

Há cerca de quatro anos, Clara (nome fictício), 18, começou a desenvolver alguns hábitos incomuns. “Chegava atrasada nos lugares porque fazia questão de voltar duas, três vezes para garantir que tinha trancado a porta ou desligado o fogão, sendo que muitas vezes eu nem tinha usado o utensílio naquele dia”, conta. Após a consulta com um psiquiatra, ela descobriu ser portadora do transtorno.

O médico explica que o TOC se caracteriza por pensamentos de natureza desagradável que, apesar de reconhecidos como exagerados e até absurdos pelos pacientes, os levam a realizar os chamados “rituais”, que, momentaneamente, serviriam de alívio para eles.

No TOC, hábitos como os desenvolvidos por Clara são chamados “rituais de checagem”. “A pessoa sai de casa e aí vem à cabeça: ‘será que fechei a porta?’. Se você perguntar para ela, ela até sabe que fechou, mas a dúvida persiste. Aí ela volta, verifica, sai de novo e o pensamento reaparece”, explica o psiquiatra.

De forma geral, no entanto, os rituais podem se manifestar de muitas outras maneiras. “Podem ser públicos, ou seja, visíveis para outras pessoas, como lavar as mãos, andar para trás ou fazer algum gesto específico, ou podem ser rituais encobertos, nos quais o paciente tem que rezar ou ficar repetindo alguma coisa para si mesmo, por exemplo.”

Em decorrência da quarentena imposta pela pandemia do novo coronavírus, Clara afirma que, no caso dela, os rituais de checagem saíram de cena. Mas, devido ao medo de contrair covid-19, ela conta que tem lavado as mãos excessivamente.

“Sempre lavei as mãos muitas vezes por dia, pois achava que se não fizesse isso, poderia ficar doente. Antes da pandemia, eu conseguia parar e raciocinar: ‘eu não vou ficar doente, é só um pensamento.’ Agora não tem como. Na minha cabeça, se eu não lavar as mãos, vou morrer”, afirma.

O especialista explica que não existe, necessariamente, uma relação de causa e efeito entre atravessar uma pandemia e desenvolver outros rituais. “Tanto em situações de pandemia quanto em situações ‘normais’, os rituais podem variar ao longo da vida. A pessoa pode melhorar de uma coisa e piorar de outra. Mas não é uma regra. Eu tenho pacientes que durante o período de pandemia, pelo fato de não estarem se expondo a determinadas situações, apresentaram uma melhora do quadro. Isso é muito subjetivo.”

Devido à piora do quadro, Clara afirma que se consultou com seu psiquiatra, que aumentou a dosagem do remédio. Braun ressalta que se o paciente sentir que está piorando, a recomendação é que procure um profissional para uma nova avaliação. “Se a pessoa tem uma piora de um dia é uma coisa, se ela tem uma piora de um mês é outra. Cada situação precisa ser analisada individualmente.”

Segundo o psiquiatra, em princípio, o TOC pode ser tratado exclusivamente com terapia comportamental, mas pode ser também associado a medicamentos antidepressivos e ansiolíticos. “O TOC tem dois componentes: o biológico, no qual o medicamento atua, que é como o cérebro do paciente funciona, e o de aprendizado. O ato de realizar ou não realizar os rituais é um mecanismo de aprendizado. A terapia força a pessoa a não realizar os rituais, mesmo que venham os pensamentos obsessivos, então é como se você criasse um aprendizado para o seu organismo de que esse pensamento não representa nenhum perigo, e com isso, os pensamentos vão enfraquecendo.”

No artigo “Why the OCD Community Holds the Key to Coping with covid-19 Anxiety” (em tradução livre para o português, “Por que a comunidade portadora de TOC detém a chave para lidar com a ansiedade da covid-19”), publicada em 24 de março no site da International Obsessive-Compulsive Disorder Foundation (IOCDF), a fundação afirma que, embora os pacientes com transtornos de ansiedade (sobretudo TOC) que não estejam em tratamento tendam a lidar pior com a pandemia, “há os que gerenciam o TOC com sucesso para aprender habilidades eficazes para lidar com a ansiedade e manter a saúde mental” durante esse período.

O médico concorda. “É válido estimular os pacientes a se utilizarem do aprendizado que tiveram ao longo do tratamento do TOC para lidar com as incertezas da pandemia. A incerteza é um dos focos do tratamento comportamental. O paciente é orientado a não verificar por diversas vezes se trancou a porta, e com isso, ele aprende a lidar com essa dúvida.”

Clara, no entanto, não acredita que os aprendizados adquiridos durante o tratamento estejam a ajudando a lidar melhor com a pandemia. “Não vejo dessa forma. Minha ansiedade aumentou muito.”

Ela faz terapia uma vez por semana. As sessões, que antes eram realizadas presencialmente, agora estão sendo feitas por chamada de vídeo. “No começo foi meio estranho, porque quando você está em casa, você não quer muito compromisso. Mas, no final das contas, acabei me acostumando e agora estou gostando até mais.”

R7

 

Opinião dos leitores

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Política

Governo zera Imposto de Importação da cloroquina e da azitromicina, para uso exclusivo de hospitais em pacientes em estado crítico com coronavírus, anuncia Bolsonaro

Foto: Reprodução/Twitter

Atualizando informações sobre o combate ao coronavírus no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro divulgou nas redes sociais nesta quinta-feira(26) que o governo zerou o Imposto de Importação da cloroquina e da azitromicina, para uso exclusivo de hospitais em pacientes em estado crítico. “Essa redução também se estende a outros produtos e vai fazer toda a diferença em nossa luta”, disse.

Veja mais: Ministério da Saúde autoriza cloroquina para casos graves de covid-19

Opinião dos leitores

  1. Eu só quero saber porque o medicamento só é administrado no estado crítico da doença. E como só agora este remédio pode causar sérios danos a saúde .
    E como pode um remédio que pode causar morte ser vendido sem receita médica, fato este que ocorria antes do descobrimento dos benefícios do medicamento.
    Antes nenhum medico ou a anvisa estavam preocupados se matava ou não.
    Medicina de merda , onde todos querem parecer inteligentes, entendidos e interessados um bando de hipócritas.
    Administrem em quem já tem a doença e não deixem estar a beira da morte para administrala pois pode ser tarde demais.

    1. Não existe ainda estudos que determina que esse medicamento seja eficaz contra o coronavirus. Apenas alguns poucos testes realizados em outros países mostraram que houve uma melhora no quadro clínico de pacientes infectados por esse tipo de vírus . Esse tipo de medicamento poderá ocasionar efeitos colaterais. Por isso, a utilização deverá ser feira por acompanhemento médico, independente se o paciente está com coronavirus ou outras doenças que podem ser tratadas com esse medicamento e em casos graves de coronavirus.
      Abraços, Irmão.

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Diversos

Bolsonaro diz que está descartado aumento de imposto sobre cerveja, cigarro e itens com açúcar

Foto: Marcos Corrêa/PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (24) que está descartado aumento de imposto sobre cerveja, cigarro e itens com açúcar.

“Paulo Guedes, desculpa, você é meu ministro, te sigo 99%, mas aumento de imposto para cerveja não”, afirmou Bolsonaro ao desembarcar em Nova Délhi, na Índia.

A mudança na tributação foi aventada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta quinta-feira (23).

Guedes está em Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial. Lá, em entrevista à GloboNews, o ministro afirmou que o governo avalia uma cobrança de tributos sobre cigarros, álcool e produtos com açúcar numa eventual proposta de reforma tributária a ser apresentada pela equipe econômica.

De acordo com ele, o sistema tributário de vários países prevê a cobrança do “imposto do pecado” para diminuir o consumo de cigarros, álcool e produtos com açúcar.

“Não tem nada definido, tem um grupo fazendo a reforma tributária. Fala-se de tributos e impostos e existe esse conceito de tributar coisas que fazem mal para a saúde”, disse Guedes.

Porém, Bolsonaro disse nesta sexta ser contra a proposta. “Não tem como aumentar, não consegue mais aumentar a carga tributária no Brasil. Todo mundo consome algo de açúcar todo dia, não da pra aumentar”, complementou o presidente.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. É óbvio
    Quem tem interesse de tumultuar é quem perdeu as eleições.
    Esses partidos vivem disso até quando estavam no poder não rram diferentes.

  2. Aiiiimm tem gente enganando o povo…
    Quando Bolsonaro decretou o fim do DPVAT quem foi a justiça pedir que o imposto continuasse? O PSOL o maior puxadinho do PT.
    Só lembrando a "turma do quando pior melhor" pra eles:
    Menor taxa de juros do cheque especial;
    Geração que 640 mil novos empregos;
    Deixou em ZERO alíquota para importação de equipamento médico;
    Sancionada lei da liberdade econômica;
    Governo ZERA imposto de IMPORTAÇÃO de 532 produtos;
    Extinção 27 mil cargos federais sem servidor ocupando que servia como cabide de emprego;
    Vem muito mais por aí… aguardemmmmm.
    A vocês resta a mentira, a falácia e o desespero em ver um governo fazendo pelo povo.

  3. Tudo combinado: vc levanta a bola e eu chuto a Gol. Cri uma babozeiras no imposto que proíbo. …entenderam otarios? Sem pré jogando pra arquibancada.

  4. Muitos crimes e contravenções estão associadas ao consumo do álcool. Deveria ser taxado parte para a saúde (doenças relacionadas) e segurança (crimes relacionados).

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Política

Maia: imposto sobre transação financeira digital não passa na Câmara

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quinta-feira (19) que não há ambiente político para a criação de um imposto sobre transações financeiras digitais. Ontem (18), o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a equipe econômica estuda a criação de um imposto sobre transações para financiar a desoneração da folha de pagamento.

“Essa é uma agenda que vai ter muita dificuldade de avançar [no Parlamento], na Câmara é praticamente impossível”, avaliou, após café da manhã com jornalistas na Residência Oficial da Câmara.

“Não [passa na Câmara], porque esse é um imposto que é regressivo e que mais uma vez atinge o cidadão mais simples. A justificativa de que é para evitar a sonegação não é verdadeira e em 2007 nós provamos isso. Tem uma lei que cuida desse tema. Todas as transações serão, ao longo dos próximos anos, sempre digitais. Então, cada vez se dificulta mais a sonegação, independente de uma nova tributação e essa tributação ainda exporta imposto. Quer dizer que gera menos competitividade para o setor produtivo brasileiro. Então, não há nenhum ganho”, acrescentou o deputado.

Segundo Maia, a carga tributária brasileira já consome quase 40% do Produto Interno Bruto (PIB) e não racionaliza o sistema de arrecadação do país. “Há outro caminho para desonerar a folha. Outros países, que são economias fortes e têm carga tributária parecia com a do Brasil, têm o seu sistema tributário no IVA Nacional [Imposto sobre o Valor Agregado], que é o que a gente quer aprovar. E nenhum deles tributa a folha como nós tributamos”, completou.

Fundo eleitoral

Em meio à polêmica sobre os recursos destinados no Orçamento da União para Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), conhecido como fundo eleitoral, Maia defendeu a necessidade de rediscutir o modelo de financiamento de campanhas. Atualmente, a legislação proíbe doações de empresas privadas e estabelece um limite em até 10% do seu rendimento no ano anterior as doações de pessoas físicas.

“O que eu acho que a gente vai fazer é organizar o financiamento. Vamos reduzir o valor máximo [de doação] de pessoa física. Já que ninguém precisa financiar a campanha, vamos botar cinco salários mínimos no máximo”, afirmou.

Para Rodrigo Maia, é fundamental assegurar que nenhum segmento da sociedade vai ter mais força para ingressar no Poder Legislativo, como grandes empresários que podem dispor de autofinanciamento para as campanhas eleitorais.

“O financiamento público existe na Espanha, na Alemanha, em vários países. Como há uma crítica aos partidos políticos, a sociedade radicaliza muito nesse tema. Nós precisamos mostrar que necessitamos financiar a democracia e que uma parte do financiamento sendo público pode tirar a pressão, por exemplo, do setor privado dentro da política. Essa pressão gerou tantos problemas nos últimos anos”, completou.

Pelo Orçamento aprovado no Congresso nesta terça-feira (17), serão destinados R$ 2,034 bilhões para o fundo eleitoral em 2020 com as eleições municipais. Na manhã desta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que pode vetar o trecho do Orçamento.

“É um direito do presidente [vetar o fundo eleitoral]. Ele mandou o valor de R$ 2 bilhões [na proposta orçamentária de 2020], o Congresso aprovou o valor, ratificou a posição do presidente nesse tema. Se ele vai vetar a sua própria proposta, é uma decisão dele”, argumentou o deputado.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Retaliação contra o governo pelo veto do fundo partidário. Se não passar o imposto e for vetado o fp, quem ganha é o povo

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Diversos

Papa Francisco extingue ‘segredo pontifício’ imposto aos casos de abusos de menores na Igreja

Foto: ALBERTO PIZZOLI / AFP

O Papa Francisco anunciou nesta terça-feira, dia em que completa 83 anos, mudanças expressivas na forma como a Igreja Católica lida com os relatos de abuso sexual de menores. O Pontífice decidiu abolir a vigência do chamado “segredo pontifício”, que era imposto aos casos praticados por clérigos e, na visão de críticos, funcionava como um instrumento de silenciamento e omissão dos estupros. As medidas entram em vigor a partir de 1º de janeiro.

Dois documentos assinados por Francisco, conhecidos como “rescriptums”, usados pelo chefe da Igreja Católica para reescrever artigos específicos da lei canônica ou trechos de documentos papais, formalizam práticas que já estavam em vigor em alguns países, como reportar suspeitas de abuso sexual às autoridades civis em locais onde isso é exigido por lei. Dessa maneira, a notificação ainda não é obrigatória a nível global. O Papa também proibiu a imposição do silêncio aos que denunciarem casos, incluindo vítimas.

A extinção do “segredo pontifício” em investigações de abusos sexuais era uma demanda central levantada por líderes da Igreja em uma cúpula sobre o assunto, realizada no Vaticano em fevereiro. Francisco também ampliou de 14 para 18 anos o limite da idade considerada como pornografia infantil em casos de compartilhamento de imagens pornográficas de jovens “com o propósito de satisfação sexual através de quaisquer meios ou de qualquer tecnologia”.

A imposição do silêncio sobre as denúncias foi determinada pelo então Papa Bento XVI, em 2010. O segredo pontifício é o maior grau de informações secretas permitido pela Igreja. O Vaticano, ao longo dos últimos nove anos, insistiu na defesa de que o silêncio era uma forma de preservar a privacidade da vítima, a reputação dos acusados e a integridade do processo canônico. Atualmente, dentro das leis canônicas, conduzidas internamente na Igreja, a pior punição que pode ser aplicada contra um padre é ser excomungado.

O Globo

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