Judiciário

Juíza prorroga prisão dos envolvidos na Operação Sinal Fechado

A juíza Emanuella Cristina Pereira, da titular da 6ª Vara Criminal, acatou o pedido de prorrogação das prisões temporárias solicitado pelo Ministério Público na tarde desta segunda-feira (28) para os envolvidos na Operação Sinal Fechado.

Na decisão a magistrada prorrogou por mas cinco dias as prisões de João Faustino Ferreira Neto, Marcus Vinicius Saldanha Procópio, José Gilmar de Carvalho Lopes, Carlos Theodorico de Carvalho Bezerra, Caio Biagio Zuliani, Fabiano Lindemberg Santos Romeiro, Flávio Ganen Rillo, Nilton José de Meira, Marco Aurélio Doninelli Fernandes e Edson Cézar Cavalcanti Silva.

Além das prisões temporárias, Emanuella Peireira converteu a prisão temporária de Carlos Alberto Zafred Marcelino em prisão preventiva, para a garantia da aplicação da lei penal, visto ele foi o único que conseguiu fugir e não ser preso. No parecer, a magistrada considerou que “a existência de crime grave é evidente e os indícios de autoria também se encontram demonstrados, do que restam preenchidos todos os requisitos da legislação pertinente”.

Segue descisão da Juíza da 6ª Vara Criminal da Comarca de Natal:

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. Me orgulho ver que a justiça está sendo feita e que sirva de exemplo para os corruptos tomarem mais cuidado. E a juíza está de parabéns.

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Judiciário

Sinal Fechado: MP pede prorrogação de prisões

O Ministério Público do Rio Grande do Norte solicitou, nesta segunda-feira (28), a prorrogação das prisões temporárias dos investigados na operação Sinal Fechado. A petição dos promotores está sob análise da juíza Emanuella Cristina, da 6ª Vara Criminal. As prisões temporárias expiram à meia-noite.

Ao todo, 12 pessoas tiveram as prisões temporárias decretadas, entre elas o ex-deputado João Faustino. Além dele, Carlos Alberto Zafred Marcelino, Carlos Theodorico de Carvalho Bezerra, José Gilmar de Carvalho Lopes, Edson Cézar Cavalcante Silva, Marco Aurélio Doninelli Fernandes, Caio Biagio Zuliani, Jailson Herikson Costa da Silva, Fabiano Lindemberg Santos Romeiro, Marcus Vinicius Saldanha Procópio, Nilton José de Meira e Flávio Ganem Rillo também tiveram prisões temporárias decretadas.

Dos supostos envolvidos no esquema de corrupção no Detran do Rio Grande do Norte, tiveram pedidos de prisões preventivas apenas três pessoas: o advogado George Anderson Olímpio da Silveira, apontado como líder da quadrilha e mentor do esquema fraudulento, Marcus Vinícius Furtado da Cunha e Alcides Fernandes Barbosa.

Fonte: Tribuna do Norte

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Jornalismo

Sinal Fechado: Em meio a confusão, presos dão novos depoimentos ao MP

Todos os presos na Operação Sinal Fechado deram entrada no Ministério Público há poucos minutos para prestar depoimentos sobre o esquema fraudulento, com excessão do suplente de senador João Faustino.

Inclusive, os presos foram levados pelo Ministério Público e sem autorização prévia da Justiça. Inclusive, fontes revelaram houve confusão entre os advogados exatamente pela falta da liberação judicial.

Foram presos na operação: Carlos Alberto Zafred Marcelino, Nilton José Meira, Flávio Ganen Rillo, Carlos Theodorico de Carvalho Bezerra, Gilmar de Carvalho Lopes (da Montana), Edson Cézar Cavalcante Silva, Marco Aurélio Doninelli Fernandes, Caio Biagio Zuliani, Fabiano Lindemberg Santos Romeiro e Marcus Vinícius Saldanha Procópio.

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Jornalismo

Sinal Fechado: Polícia apreende Ipad após revista no alojamento dos detidos

Durante revista realizada ontem pela manhã no alojamento onde estão detidos os envolvidos da operação Sinal Fechado, no quartel do Comando Geral da Polícia Militar foi encontrado um Ipad. A revista teve início às 6h30 e se prolongou até às 14h.

A recomendação para a fiscalização partiu do Grupo de Ação de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual, após suspeita de irregularidades cometidas pelos presos.

Policias que fizeram a revista apreenderam o Ipad e entregaram ao comando da Polícia.

Toda a ação da Polícia Militar foi filmada e o relatório com o equipamento e o resultado da ação será encaminhado ao MP/RN.

Além dos envolvidos na operação Sinal Fechado, também estava detido no mesmo alojamento do quartel o advogado Rychardson Macedo

Opinião dos leitores

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Jornalismo

Sinal Fechado: Gilmar da Montana recebe alta e volta para o QG da Polícia

O empresário Gilmar da Montane recebeu alta nesta segunda-feira da UTI do hospital do Coração. Após receber alta, o empresário preso desde a última quinta-feira na Operação Sinal Fechado retornou sob escolta policial ao quartel da Polícia Militar, onde os outros seis envolvidos no esquema de corrupção na inspeção veicular estão detidos.

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Judiciário

Sinal Fechado: Gilmar da Montana entra com novo pedido de habeas corpus

Tribuna do Norte

Os representantes pela defesa do empresário José Gilmar de Carvalho Lopes entraram com pedido de habeas corpus em favor do seu cliente. O pedido foi registrado na tarde deste sábado (26) no Tribunal de Justiça do Estado. Antes disso, Gilmar da Montana, como é conhecido, já viu um pedido de revogação de prisão ser negado em 1ª instância.

O habeas corpus com pedido de liminar deve ser apreciado nesta segunda-feira (28) pelo desembargador Virgílio Macedo Júnior. Apesar de o recurso ter sido registrado durante o plantão judicial, a decisão inicial do relator não caracterizou como urgente a liminar. “Observando-se que o pedido formulado não se encontra entre as matérias de urgência alencada na norma a serem apreciadas nesta ocasião (…), deixo para apreciar o pleito após regular distribuição do processo”, registra a publicação expedida na tarde deste domingo.

Gilmar da Montana foi detido na quinta-feira passada em virtude da deflagração da operação Sinal Fechado do Ministério Público do RN, que investiga supostas fraudes no Departamento de Trânsito do Estado (Detran/RN).

Acompanhe decisões sobre o pedido de habeas corpus do empresário clicando aqui.

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Jornalismo

Prazo da prisão provisória do envolvidos na Operação Sinal Fechado encerra hoje

Amanhã é um dia importante para os presos da Operação Sinal fechado, que investiga irregularidades no processo de implantação da Inspeção Veicular no RN. Caso não seja prorrogada, os cinco dias de prisão provisória se encerram nesta segunda-feira (28).

O destino dos sete presos da Operação aguarda parecer da juíza Emanuelle Cristina Fernandes, que deverá definir amanhã se os detidos no Quartel da PM voltam para casa ou se a prisão será prorrogada. A prorrogação é a aposta mais forte.

Segundo apurou o BG, novos elementos tem aparecido na investigação do MP

Opinião dos leitores

  1. Antes que alguém reclame, "prisão provisória" não está totalmente errado, posto que é o gênero do qual a "prisão temporária" é espécie. Para a doutrina, o termo "prisão provisória" serve para diferenciar daquela prisão decorrente de decisão judicial definitiva. No entanto, vale observar que, como dizia Rousseau, o estado natural do ser humano é a liberdade. Além disso, em nosso país, não se admite a prisão perpétua. Assim, o termo "prisão provisória" é inapropriado, posto que toda prisão é provisória. Da mesma forma, o termo "liberdade provisória", largamente utilizado até pela própria lei, também é inapropriado, posto que o cidadão, na verdade, está sendo restituído em seu estado natural, que é a liberdade. Provisória é a situação de privação de liberdade.
    Sobre o caso em tela, a prisão temporária pode ser estendida, se existirem motivos para tanto, ou mesmo convertida em preventiva, se cada caso se enquadrar nas hipóteses desta espécie de prisão provisória ou cautelar.

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Jornalismo

Sinal Fechado: Familiares não puderam visitar presos durante o dia

A Justiça do RN acatou, no final da tarde deste domingo (27), mandado de segurança garantindo a visita dos parentes e familiares dos presos da Operação Sinal Fechado, que estão custodiados no Quartel da PM, no Tirol.

Segundo advogado Duvaldo Varandas, que representou o ex-diretor do Detran-RN, Carlos Theodorico de Carvalho e representa o ex-presidente do IPEM, Rychardson Macedo,  durante todo domingo os familiares dos presos foram impedidos realizar a visitar social, que é garantida por lei. A medida não afetou os representantes da defesa dos acusados.

À proibição, que seguiu recomendação verbal do Ministério Público, foi acatada pelo Comando Geral da PM e confirmada pelo oficial de plantão do quartel.

O mandado de segurança foi acatado pelo juiz de plantão Eduardo Pinheiro, e estende o horário de visitas até ás 23h59 deste domingo. A ação vale para a todos os presos até o fim da custódia na sede da PM.

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Jornalismo

Estado de saúde de João Faustino é regular

O Hospital São Lucas emitiu nota sobre o estado de saúde do suplente de senador João Fasutino. Confiram:

“Informamos que o senhor João Faustino Ferreira Neto encontra-se hospitalizado na Unidade de Terapia Intensiva da Casa de Saúde São Lucas desde as 15 horas do dia 26 de agosto do corrente ano, ora sob tratamento médico especializado. O estado clínico do paciente é regular.

As visitas estão restritas aos familiares conforme determinação da equipe médica assistente e normas desta instituição.

Natal, 27 de novembro
Miguel Angel Sicolo – Coordenador Médico
Francisco Edênio Rego Costa – Médico Cardiologista

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Jornalismo

Henrique Alves visita João Faustino

O deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB) visitou, longe dos holofotes da imprensa, o suplente de senador João Faustino, preso no Comando Geral da Polícia Militar.

A visita foi ontem à noite. Henrique chegou às 18h15 e saiu às 19h30.

Antes dele, Felipe Maia e Rogério Marinho também foram visitar o colega preso.

Em tempo, o regimento só permite visita aos fins de semana, o que implica afirmar que os atos de solidariedades são precedidos de autorização superior para que se transgrida o próprio mandamento da corporação.

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Política

SINAL FECHADO: Devassa à Assembleia Legislativa não está descartada

As investigações que apontam para existência de um esquema fraudulento que bateria a casa do bilhão de reais dentro do Detran se estende, por ora, ao Executivo.

Os questionamentos, contudo, também passam pela Assembleia Legislativa do Estado. É que para viabilizar a inspeção veicular ambiental – o instrumento chave que permitiria os desvios milionários – foi preciso que a Assembleia aprovasse uma lei.

Como se sabe, tal lei, batizada de PCVC, foi apontada como um instrumento eivado de vícios de ilegalidade, o que motivou o cancelamento da lei pela atual administração do Estado.

À época em que a lei foi aprovado, o presidente da Casa era o hoje vice-governador do Estado, Robinson Faria, que, até aqui, tem sido apontado como um alvo do grupo, não tendo, contudo, se subjugado às artimanhas.

Uma fonte com trânsito livre nas investigações do MP confidenciou a este blog que deputados estaduais não foram investigados em razão do foro privilegiado.

Eventuais indícios de envolvimento de deputados estaduais não serão relegados. O Tribunal de Justiça deverá ser acionado.

Opinião dos leitores

  1. E o IDEMA?
    Onde entram os estudos e quem fez que embasaram essas coisas?
    Vão achar umas fundações bem ligadas a uns politicos…

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Jornalismo

MP bate duro na ex-governadora Wilma e no seu filho

O Ministério Público Estadual (MPE) emitiu nota em tréplica às afirmações da ex-governadora Wilma de Faria (PSB), que insinuou má fé na atuação do parquet nas investigações de fraudes ao Detran.

Eis o texto:

O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte, em razão de notas à imprensa elaboradas pela ex-Governadora do RN, Wilma Maria de Faria, e seu filho, advogado Lauro Maia, em que se faz adjetivações negativas a respeito da atuação desta Instituição e se lança um “desafio”, vem a público esclarecer o seguinte:

a)É comum que investigados, confrontados com fortes indícios e evidências de sua participação em ilícitos procurem desviar o “foco” do noticiário, por meio da desgastada estratégia de tentar acusar e desafiar o órgão investigador;

b)Quanto à acusação de má-fé por parte desta Instituição, muito provavelmente pelo fato de se ter dado publicidade a provas, indícios e evidências de que a ex-Governadora do RN, Wilma Maria de Faria, e seu filho, advogado Lauro Maia, tiveram participação na cadeia criminosa revelada na operação “Sinal Fechado”, esta deve ser prontamente repelida;

c)Não existiu qualquer razão metajurídica para tanto. Não houve “pirotecnia jurídica”, mormente diante de peças bem elaboradas, claras e tecnicamente precisas. Não existem “medos políticos inconfessáveis” por parte desta Instituição. Ao contrário, o Ministério Público tem se pautado pela investigação e acusação a quem quer que seja, como no caso presente, independentemente de sua suposta importância ou “lado” na cena política; Aliás, todas as menções a Srª Wilma Maria de Faria e ao advogado Lauro Maia constantes nas petições advém de informações obtidas a partir de diálogos mantidos entre os investigados, que de forma expressa registram tais pessoas como beneficiárias das ações da organização criminosa, tendo o Ministério Público, como é de seu dever, levado os fatos ao Poder Judiciário, que reconheceu a procedência dos pedidos e determinou a realização das diligências necessárias à continuação da apuração dos fatos. Não há uma única afirmação feita pelo Ministério Público que não esteja baseada em elementos de evidências e provas, notadamente as próprias palavras dos demais investigados e pessoas referenciadas em interceptações judicialmente autorizadas.

d)Não é verdade que um membro do MPRN teria afirmado inexistir provas contra a ex-Governadora do RN, Wilma Maria de Faria, e seu filho, advogado Lauro Maia, na coletiva de imprensa dada na tarde do dia 24 passado. O que se afirmou foi que não havia necessidade de busca e apreensão na residência destes investigados, dado que, muito provavelmente, não seriam ali encontradas provas a esse respeito, uma vez que os fatos ocorreram em meados de 2009;

e)Ora, as petições levadas a público com autorização judicial, que continuam à disposição no “site” da Instituição (www.mp.rn.gov.br), descreveram de forma minuciosa as diversas provas acerca da participação dos investigados em comento, colhidas ao longo de nove meses de apurações, como diálogos em que se afirma, categoricamente, que George Olímpio pagou vantagem indevida (“propina”) a Lauro Maia, bem como fez promessa de pagamento de vantagem indevida a este investigado, além de comunicações telemáticas em que George Olímpio revela que participou ativamente da elaboração de projeto de lei de autoria da investigada Wilma Maria de Faria, tendo recebido a própria mensagem por ela encaminhada à Assembléia Legislativa, com o projeto de lei que resultou na sanção da Lei n.º 9.270/09, o que representou indício de que as propostas a Lauro Maia se destinavam, em verdade, à sua mãe, então gestora máxima do Executivo Estadual;

f)O interrogatório do investigado José Gilmar de Carvalho Lopes (Gilmar da Montana), tomado no dia da operação, e, portanto, após a elaboração das referidas petições corrobora a prova e evidências até então conhecidas, reforçando ainda mais o que já havia sido apurado, principalmente quando o mesmo afirma que, de fato, George Olímpio lhe confidenciou que ofereceu promessa de vantagem indevida à investigada Wilma Maria de Faria, consistente em cota de 15% (quinze por cento) da sua parcela nos futuros lucros do Consórcio INSPAR, como forma de garantir a vitória deste consórcio na licitação para a inspeção veicular no RN;

g)Diversas provas já colhidas na investigação Ministerial, portanto, dão conta da implicação e envolvimento da Ex-Governadora Wilma de Faria e seu filho Lauro Maia no aludido esquema;

h)Importante repisar, apesar de ser de conhecimento público, que o Ministério Público Estadual contesta veementemente a constitucionalidade da Lei n. 9.270/09, que trata da Inspeção Veicular no Estado do Rio Grande do Norte, tanto que representou ao Procurador-Geral da República em face de tal vício, tendo sido ajuizada no Supremo Tribunal Federal a competente Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin n° 4.551). A Adin está sob a relatoria da Ministra Carmén Lúcia, em pauta para julgamento;

i)Por fim, é de se reconhecer que é absolutamente compreensível a insatisfação e, mesmo, a revolta, expressadas por pessoas que estão sendo investigadas por fatos tão graves quanto os descortinados com a operação “Sinal Fechado”. É, inclusive, uma reação humana natural e esperada a autodefesa diante da magnitude dos fatos. Todavia, o papel do Ministério Público sempre será regido pelo aspecto técnico, não se deixando envolver partidária e emocionalmente em qualquer caso, nem aceitando desafios pessoais. Afinal, no Estado Democrático de Direito cada instituição deve exercer as suas atribuições, sendo as ações do Ministério Público pautadas dentro da estrita ordem constitucional, da qual jamais se afastará;

j)O Ministério Público do Rio Grande do Norte reafirma o seu total compromisso com a verdade, não havendo qualquer interesse em imputar culpa a pessoas realmente inocentes. Por outro lado, com a mesma serenidade,afirma que jamais deixará de investigar quem quer que seja, inclusive aqueles que, não se sabe por qual motivo, parecem imaginar que estão acima da lei.


Natal/RN, 26 de novembro de 2011.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

Opinião dos leitores

  1. O RN tbunca esteve tao famoso nacionalmente… Ate na folha.com ja saiu a cobertura da operecao sinal fechado… Oooo cidadezinha pra ter peca boa…

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Jornalismo

Gilmar da Montana: Não posso, portanto, ficar calado diante das acusações sem provas"

O empresário Gilmar da Montana, divulgou uma nota a respeito da denúncia do Ministério Público que culminou na sua prisão.

Gilmar da Montana afirma que está sendo condenado sem julgamento e sem provas, e nega participação no suposto esquema de fraudes envolvendo a inspeção veicular.

Confira a íntegra da nota:

“·Do leito hospitalar onde me encontro, assisto com revolta, indignação e tristeza o meu nome ser jogado numa vala comum entre supostos corruptos e corruptores. Sempre pautei a minha vida pessoal e profissional sob os alicerces do trabalho, da família, do respeito e da honestidade. Não posso, portanto, ficar calado diante das acusações sem provas que fazem contra a minha pessoa.

· Desde o primeiro momento em que o meu nome foi envolvido nesse assunto, sempre procurei ser claro, positivo e transparente nos questionamentos que me foram feitos, até como forma de poder dar ao MPE a oportunidade e as condições de separar o joio do trigo.

· È preciso que se diga que o meu relacionamento com o grupo Inspar se deu tão somente no âmbito comercial. Sou construtor e a minha construtora – como poderia ter sido qualquer uma do nosso estado – foi a escolhida para erguer os prédios onde funcionaria as bases de prestação de serviço de inspeção veicular.

· Trabalhei, investi, fiz obras pelas quais não recebi um único centavo. Fiquei no mais completo e absoluto prejuízo.

· Tive a minha casa e escritório devassados, fui preso e hospitalizado, me vejo condenado sem julgamento, com o meu nome negativamente exposto perante a sociedade, envolto em um ‘mar de lama’.

· No entanto, os meus acusadores não apresentam – e não vão apresentar porque não existe – uma única prova, cabal, consistente e fulminante, que indique que eu me beneficiei de dinheiro público, que recebi ou ofereci propinas, que fui corrompido ou que sou agente corruptor.

· Mesmo sem ser protagonista de qualquer ato de corrupção passiva ou ativa, estou com meus bens seqüestrados, impossibilitado de movimentar os meus negócios.

· A decisão judicial que me veta o direito de exercer a minha vida empresarial, penaliza também  180 famílias de operários e trabalhadores sérios e honestos, privados agora de receber seus vencimentos e vantagens como o 13º salário.

· Continuo preso, sofrendo de uma privação de liberdade temporária, cuja legalidade é questionável, pois o Ministério Público já colheu os objetos que julgou necessário para subsidiar a ação investigativa.

·Confio na Justiça do meu estado e desafio a quem quer que seja que apresente as provas dos crimes que me acusam, ou me esqueçam.

· Não posso continuar a ser usado como ‘bode’ expiatório de um espetáculo midiático do qual eu sou vitima e não réu.

· Reafirmo a minha inocência e enfatizo que em nenhum momento cometi qualquer ilicitude, nem atos que possam envergonhar a minha família, meus amigos, parceiros comerciais, colaboradores e a sociedade potiguar como um todo.

José Gilmar de Carvalho Lopes”

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Jornalismo

George Olímpio e o sócio advoga para Iberê desde 2008

Tribuna do Norte:

“Eu não tenho ligação com políticos ou pessoas ligadas ao governo passado”, admitiu George Olímpio fazendo referência ao ex-governador Iberê Ferreira de Souza em uma das entrevistas concedidas à TRIBUNA DO NORTE durante o processo de suspensão da inspeção veicular, entre janeiro e fevereiro passados. As evidências, porém, provam o contrário. Numa consulta realizada no site do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, ontem à noite, George Olímpio atua como advogado de defesa do ex-governador no processo 2008.903069-7 distribuído por sorteio no dia 18 de dezembro de 2008.

Emanuel AmaralEx-governador Iberê Ferreira de Souza é defendido por George Olímpio

Além de George Olímpio, Caio Biagio Zuliani, aparece como o advogado de defesa do ex-governador Iberê Ferreira de Souza em mais seis processos diferentes. Caio Biagio também foi preso de forma temporária na Operação Sinal Fechado, deflagrada pelo Ministério Público quinta-feira passada. Ele é um dos sócios minoritários da GO Desenvolvimento de Negócios com participação societária de 1% e capital investido de R$ 15.750,00. De acordo com petição do Ministério Público, Biagio participou das fraudes praticadas pela organização de George Olímpio relacionadas ao Consórcio Inspar.

O Ministério Público Estadual aponta Iberê Ferreira de Souza como “possível eminência parda por trás de George Olímpio”. De acordo com a petição que embasou a Operação Sinal Fechado, há provas de que Iberê havia recebido pelo menos R$ 1 milhão do esquema fraudulento, além de ter sido agraciado com com cotas de participação nos futuros lucros do Consórcio Inspar. As acusações contra o ex-governador pelo Ministério Público continuam com a afirmação de que ele teria contribuído para a contratação do Consórcio e para a assinatura do contrato fraudulento com a Planet Business Ltda.

Ainda de acordo com a petição, o ex-governador “presidiu a reunião do Conselho Deliberativo do Estado (CDE) que aprovou a minuta de contrato da Planet Business Ltda sem que sequer existisse o órgão para o qual esta empresa prestaria serviço. Enfim, foi o quem assinou o contrato da terceirização de serviço do CRC/Detran/RN e o termo de concessão do serviço de inspeção veicular ambiental”.

Os promotores definem o modus operandi do processo fraudulento como peculiar e com provas e fortes indícios de uma parceria exitosa entre George Olímpio e os demais citados na petição, sobretudo com membros do mais alto escalão do Governo Estadual à época: Wilma de Faria e Iberê Ferreira.

No início do segundo semestre do ano passado, no lançamento da campanha de reeleição do então ex-governador Iberê Ferreira de Souza, o advogado e empresário George Olímpio dividiu o mesmo palanque com Iberê e a candidata ao senado, Wilma de Faria. Na ocasião, ele ficou ao lado de um dos filhos de Iberê no evento que ficou conhecido como “Iberetion”, realizado na Vila Folia, em Parnamirim.

Na nota oficial encaminhada pelo ex-governador à imprensa, Iberê Ferreira de Souza não faz nenhuma menção ao advogado George Olímpio. A assessoria de imprensa de Iberê afirmou que ele jamais havia negado conhecer Olímpio e confirmou que ele era advogado do ex-governador. À época do processo de suspensão da inspeção veicular, entre janeiro e fevereiro, Iberê preferia não comentar qual relação mantinha com George Olímpio.

Fraudes só foram possíveis por rede de influência política

A investigação de noves meses do Ministério Público Estadual (MPE) conseguiu reunir documentos que podem comprovar a ação corruptiva de empresários e agentes políticos no trato com a coisa pública no Rio Grande do Norte. Os e-mails e telefonemas interceptados pelos promotores, com autorização da Justiça, arrolados na petição apresentada pelo MPE, escancaram como a suposta quadrilha tinham penetração no Governo do Estado e faziam parte da engrenagem de uma máquina que geraram R$ 10 milhões de faturamento em apenas oito meses.

Para colocar a máquina em funcionamento, era necessário influência e bom relacionamento com as pessoas certas. A amizade com algumas pessoas, inclusive, era citada como um diferencial no currículo dos lobistas. Na interceptação de uma telefonema entre Alcides Fernandes Barbosa e Marco Aurélio Doninelli, no dia 13 de maio desse ano, às 01h22,  segue o seguinte diálogo começado por Alcides: “Para achar um cara com o nível de e relacionamento que eu tenho é difícil, é difícil”.

Um levantamento feito pela TRIBUNA DO NORTE mostra que boa parte dos envolvidos no esquema já tinham algum envolvimento com o Poder Público ou respondem a processos judicais. Alguns chegaram a ocupar cargos comissionados em instituições como Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE/RN). É o caso de Marcus Vinícius Saldanha Procópio, genro de João Faustino. Outros, como Marcus Vinícius Furtado da Cunha, já foram condenados por improbidade administrativo.

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Lauro Maia: "estou sendo USADO para atingir politicamente minha mãe"

Mais uma nota de esclarecimento é emitida na efervescência das implicações desencadeadas pela Operação Sinal Fechado.

Diante do seu nome na petição do Ministério Público como recebedor de vantagens indevidas, o advogado Lauro Maia divulga nota:

Eis:

– Fui surpreendido com mais uma acusação infundada contra mim, na recente operação realizada pelo Ministério Público Estadual, denominada “Sinal Fechado”.

Mais uma vez, são construídas ilações a partir de citações feitas ao meu nome por pessoas estranhas ao meu convívio social.

Novamente estou sendo acusado pelo Ministério Público, que faz uma série de adjetivações pejorativas a minha pessoa, por ter sido citado em conversas de terceiros, sem que exista sequer UMA prova idônea capaz de configurar qualquer prática de ilícito penal cometido por mim.

Mais uma vez estou sendo USADO para atingir politicamente minha mãe, a ex-governadora Wilma de Faria, a véspera de um pleito eleitoral.

É profundamente lamentável que alguns membros de uma instituição de credibilidade como o Ministério Público possam atribuir a mim, levianamente, práticas de fatos delituosos que jamais cometi.

Desde 2008, estou sendo caluniado, difamado e injuriado. Não tenho nada a esconder. A minha vida fiscal, patrimonial e bancária já está à disposição da Justiça. Espero, serenamente, que a VERDADE E A JUSTIÇA ao final prevaleçam.

LAURO MAIA

Fonte: Eliana Lima

Opinião dos leitores

  1. MAIS UM LAUREADO!
    CUIDADO É COM TU MAMA CHICO! APURA-TE HOMBRE, LOS CARABINEROS ESTÁN A TÚ PROCURA

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Sinal Fechado: Genro de João Faustino é exonerado do TRE

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Francisco Saraiva Sobrinho, exonerou Marcus Vinicius Saldanha Procopio, genro do suplente de senador João Faustino e que está sendo investigado por integrar um esquema de corrupção no Detran.

Marcus Procópio, que está preso no Quartel Geral da Polícia Militar, foi nomeado para o cargo no dia 2 de setembro, também pelo desembargador Saraiva Sobrinho.

Fonte: Ana Ruth Dantas

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