19 anos de prisão em regime fechado. Essa foi a pena atribuída à José Júnior Alves de Sousa, de 38 anos, acusado de assassinar o pai e agricultor Lauro Luiz de Souza, de 72 anos. O crime foi em 2011, na localidade de Melancias, zona rural de Mossoró/RN.
José Junior surpreendeu o pai por trás, com uma estaca. Deu inicialmente duas pancadas, tendo Lauro Luiz desmaiado. José Junior teria ido até o povocado, pedir ajuda e quando retornou ao local junto com um irmão, disse que ele e o pai havia sido assaltado por 3 homens encapuzados.
Lauro Luiz ainda estava vivo e falando, meio que atordoado. Daí José Junior pediu para o irmão ir atras de socorro na comunidade e ele ficou no local. Ao invés de cuidar dos ferimentos do pai, terminou por desferir outras três pancadas e jogar fora a estaca usada no crime.
Esta versão foi confirmada com documentos e depoimentos dos familiares e do próprio réu José Junior, bem como com os laudos de exame cadavérico feitos no Instituto Técnico-científico (ITEP) no corpo da vítima.
Com base nisto, o promotor Ítalo Moreira Martins pediu a condenção por homicídio triplamente qualificado. “Ele matou o pai porque este se recusou a comprar mais uma moto para ele (já havia comprado outras 2). E o fez pelas costas, sem chance de defesa da vítima, um senhor de 72 anos”, destaca.
O defensor público José Alberto da Silva Calazans defendeu a tese de homicidio privilegiado, que Código Penal Brasileiro prevê pena de até 12 anos de prisão. Sendo na tese do promotor, a pena variava de 12 a 30 anos de prisão.
Ao final dos debates, o Conselho de Sentença condenou o réu nos termos propostos pelo Ministéiro Público Estadual. Com o que foi decidido, o presidente do Tribunal do Júri Popular, juiz Renato Vasconcelos Magalhães, aplicou pena de 19 anos de prisão, o qual deve ser cumprido inicialmente em regime fechado.
Segundo matéria publica pela Tribuna do Norte, ainda não há a definição sobre quais empresas farão a coleta de lixo em Natal. A análise acerca do pedido de suspensão da licitação da Urbana só vai ocorrer na quinta-feira (20), no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Nesta quinta-feira (13), o conselheiro Cláudio Emerenciano pediu a retirada do processo da pauta porque disse que precisaria de mais tempo para fundamentar o voto.
O caso trata sobre o pedido de suspensão da licitação impetrado pelo Sindicato das Empresas de veículos e bens Móveis do Rio Grande do Norte (Sinloc). Os recursos foram acatados parcialmente pela procuradora do MP junto ao TCE, Luciana Ribeiro Campos. Entre os pareceres favoráveis estão a possibilidade da Urbana fracionar os serviços de coleta contratados em lotes menores e aos critérios para a qualificação econômica-financeira das empresas habilitadas. Caso o entendimento seja acatado pelo TCE, a Urbana terá que enviar informações com base na lei de licitações que justifiquem os parâmetros adotados. O parecer mantém os critérios da licitação para a “fixação de índices contábeis em patamar igual ou superior a 1,75”, “apresentação prévia da declaração pormenorizada dos veículos, maquinas e equipamentos” e o prazo mínimo dos contratos em 60 meses.
As fortes pancadas de chuvas que atingem Natal e todo o interior do Estado nesta quinta-feira(13), além de deixarem as vias alagadas, também afetaram os voos em Natal durante a tarde. No aeroporto internacional Augusto Severo, os voos foram cancelados. As delegações de ABC e América, por exemplo,não puderam pousar e tiveram que voltar para Recife-PE devido a instabilidade do clima e nuvens carregadas. Os times aguardam a liberação do aeroporto potiguar para a viagem e desembarque.
isso aí ainda não é NADA… vai ficar PIOR quando essa tal COPA passar, essas TAÍS OBRAS que estão fazendo para receber os TURISTAS não vão terminar até a COPA. o que for feito vai ficar feito, mais os restos de BURACOS E OBRAS que sobrarem vão ficar ATOA para nós que somos moradores desta cidade usufruir… quebrando assim os nossos automóveis que precisamos usar em nossos trabalhos e nossas tarefas nos nossos dias.
Isso para min e normal vcs estao so vendo criticando todos mas nao e assjn vcs viran que o jornal disse que choveu em todo rn ate em mossoro tanben choveu muito forte chuvas que era esperado para o mes todo foi so en dois dias entao vao reclamar com sao pedro boa noite natal
Infelizmente, nenhum desses pontos de alagamento sao novos … tudo ta ai na rua ha anos e nada é feito . alem disto temos uma populacao sem educacao que acha que pode jogar o "seu lixo" na rua pq paga imposto e alguem tem obrigacao de limpar.
e assim caminhamos no seculo 21 #desastre
Meu caro editor, no dia 13 de fevereiro deste ano, vossa senhoria publicou um release com foto e tudo, onde o sr. Osair Vasconcelos falava de um tal Plano de Contingência de Defesa Civil. Na época, fiz um comentário perguntando se era o mesmo Plano que deixou a cidade, ano passado, no glub-glub-glub. Fui buscar o tal release, aqui mesmo no BG, e pincei esse dois trecho do que foi publicado. Leia.
1) "Visando à elaboração do Plano de Contingência de Defesa Civil, a Secretaria Municipal de Segurança e Defesa Social (Semdes) começou nesta quinta-feira (13), às 9h30, no auditório do Museu de Cultura Popular, a discutir o Plano com os parceiros mirando o período chuvoso que se aproxima".
2) "Vasconcelos comentou, ainda, que a secretaria quer fazer neste ano um trabalho melhor que no ano passado. Conforme o secretário, o que foi feito em 2013 não foi suficiente para atender às demandas da população. “Nossas ações no ano passado deveram-se muito ao voluntarismo dos nossos agentes”, observou.
No que eu digo: diante do que está aí, agora é com você, meu caro leitor.
O povo, padrão Burkina Faso, nao olha pro próprio rabo e admite que ele é culpado por isso tb, afinal quem jogo mesmo lixo nas ruas, canteiros e etc? Seria a FIFa?
A Receita Federal do Brasil (RFB) inicia, nesta quinta-feira (13), o prazo de inscrições de seu recém-lançado concurso público para o cargo de auditor fiscal. Ao todo, são 278 vagas, sendo 14 destinadas a pessoas com deficiência. A remuneração do posto é bastante atraente: R$ 14.965,44. As candidaturas podem ser feitas até as 23h59 do dia 27 de março, pelo site da banca organizadora, a Escola de Administração Fazendária (Esaf). A taxa de participação é de R$ 130. Conversamos com o professor de legislação e direito tributário do IMP Concursos Edvaldo Nilo para tirar algumas dúvidas e compilar dicas de estudos. Confira!
Nilo já adianta que a seleção será concorrida. “É um certame sempre aguardado por todos os graduados que estudam para o mundo dos concursos fora da área específica da formação em direito”, conta. De acordo com o professor, o candidato deve focar os estudos principalmente nos regulamentos do Imposto de Renda (IR) e do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), mas não deve se descuidar do conhecimento da jurisprudência sobre esses tributos.
O especialista lembra que a banca organizadora é bastante exigente e alerta para o extenso conteúdo programático do edital. ”Mesmo aquele aluno que já vem se preparando há algum tempo não consegue estudar o edital completo, em razão da quantidade de matérias e também dos diversos pontos. Logo, o aluno não deve se preocupar se irá vencer o edital todo, pois a resposta é, certamente, não”, adianta. Apesar de acreditar que esse é um concurso voltado para quem já vem se preparando há mais tempo, Nilo pondera ao dizer que alunos excepcionais já conseguiram a aprovação com estudo específico pós-edital.
Sobre as provas, o professor antecipa que devem exigir muito do candidato: “os enunciados são extensos e as questões cobradas são complexas”, alerta. Segundo Nilo, na última prova do órgão foi cobrado tanto o entendimento literal como as decisões dos Tribunais Superiores.
O concurso
Para participar, o candidato deve ter graduação em qualquer curso de nível superior. A seleção será feita em duas etapas. A primeira é referente a aplicação das provas objetiva de conhecimentos gerais, objetiva de conhecimentos específicos e discursiva. A segunda etapa é a sindicância de vida pregressa. Os exames serão aplicados nos dias 10 e 11 de maio, nas capitais dos estados e no Distrito Federal.
A prova de conhecimentos gerais terá questão de língua portuguesa, espanhol ou inglês, raciocínio lógico, administração geral e pública, direito constitucional e direito administrativo. Já para o exame de conhecimentos específicos o candidato deve ter domínio em direito tributário, auditoria, contabilidade geral e avançada, legislação tributária e comércio internacional e legislação aduaneira. Na prova discursiva, as duas questões serão sobre direito tributário e comércio internacional e legislação aduaneira.
De acordo com o documento, os aprovados serão lotados nas unidades centrais, em Brasília/DF, ou nas unidades descentralizadas da Secretaria da Receita Federal do Brasil. O concurso é válido por seis meses, a contar da data de homologação, podendo ser prorrogado por mais seis meses.
Por seis votos a quatro, o STF (Supremo Tribunal Federal) votou pela absolvição do ex-deputado João Paulo Cunha (PT-SP) da acusação de lavagem de dinheiro, livrando o réu de cumprir pena em regime fechado. O ministro Joaquim Barbosa, presidente da Corte, não participou da sessão e, portanto, não apresentou seu voto.
O relator Luiz Fux foi a primeiro a votar a favor da manutenção da condenação por lavagem, sendo seguido por Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Celso de Mello. Os ministros Luís Roberto Barroso e Teori Zavascki, os mais novos no STF, abriram a divergência e votaram pela absolvição. Os dois foram seguidos por Rosa Weber, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello, que mantiveram os mesmos votos apresentados no julgamento em 2012.
No julgamento em 2012, Cunha foi condenado por corrupção passiva, peculato (desvio de dinheiro público) e lavagem de dinheiro a 9 anos e 4 meses em regime fechado. Na condenação por lavagem, Cunha recebeu quatro votos favoráveis, condição que lhe permitiu ter um novo julgamento somente para esta acusação.
Com a absolvição de hoje, a pena final de Cunha foi reduzida a 6 anos e 4 meses em regime semiaberto, no qual o detento pode, mediante autorização judicial, passar o dia fora da prisão, desde que trabalhe ou estude, e retornar à noite. Quando a pena supera a 8 anos, o regime é fechado.
“Não faltam elementos de que Cunha sabia estar se valendo de esquema ilegal de dinheiro”, afirmou o relator.
“Não foi produzida prova de que o participante tenha participado do esquema de lavagem de dinheiro ou que tivesse ciência da origem do dinheiro”, disse Barroso.
Além de Cunha, a Corte irá analisar os últimos recursos de mais dois réus: João Cláudio Genú, ex assessor do PP, e Breno Fischberg, ex-sócio da corretora Bônus-Banval. Se concluir o julgamento dos recursos, o Supremo pode encerrar nesta quinta o julgamento do mensalão.
Preso no Complexo Penitenciário da Papuda desde o mês passado, Cunha cumpre pena de 6 anos e 4 meses por corrupção passiva e peculato (desvio de dinheiro público). Ele renunciou ao mandato parlamentar logo após ir para a cadeia. No julgamento de 2012, ele também foi condenado a 3 anos por lavagem de dinheiro, mas a sua defesa recorreu.
Mulher de Cunha sacou o dinheiro
Cunha era presidente da Câmara dos Deputados à época do escândalo do mensalão (2003-2004) e foi acusado de ter recebido R$ 50 mil para fechar contratos de publicidade entre a Casa e a agência de Marcos Valério, operador do esquema. Em seu lugar, o ex-deputado mandou a sua mulher retirar o dinheiro, em espécie, em uma agência do Banco Rural em Brasília.
A Procuradoria Geral da República entendeu que, com isso, Cunha tentou ocultar o fato e o acusou de lavagem de dinheiro.
A defesa dele, porém, nega que tenha havido tentativa de esconder o recebimento do dinheiro. Para o advogado Pierpaolo Bottini, o fato de a mulher de Cunha ter assinado um recibo no banco demonstra que não houve indício de ocultação. O defensor argumenta ainda que o saque não pode ser compreendido como lavagem, e sim com uma continuação do crime anterior, de corrupção passiva.
Fux afirmou que o “crime de corrupção já havia se consumado antes do saque no Banco Rural” e, portanto, o saque por intermédio da mulher de Cunha não seria continuação deste crime, mas um novo delito, o de lavagem. “O recebimento do dinheiro, por debaixo dos panos, na clandestinidade, é um mal, por si só, apto a receber censura penal autônoma.”
“O crime de lavagem de dinheiro é a conduta de ocultar ou dissimular a origem ou a procedência de dinheiro proveniente de ilícito penal. Quando os fatos ocorreram, somente o produto de determinados crimes listados em lei poderiam ser objeto de lavagem de dinheiro”, explica Leandro Sarcedo, advogado criminalista, que acompanha a sessão do STF na redação do UOL.
Para Barroso, “mesmo que [Cunha] tenha participado ou mesmo que tivesse conhecimento da origem ilícita, não há como embasar a sua condenação pelo delito de lavagem proveniente de crimes que ele sequer foi acusado de ter praticado.”
Cunha escapa de regime fechado
O julgamento desse recurso, chamado de embargos infringentes, teve início há duas semanas, quando os ministros do Supremo ouviram advogados e a acusação. Na sessão de hoje, o ministro Luiz Fux, relator desses recursos, dará o seu voto e os demais magistrados deverão votar em seguida.
Só tem direito a esse recurso quem tiver sido condenado por um placar apertado, em que recebeu ao menos quatro votos pela absolvição. Esse recurso tem o poder de rever o tamanho das penas impostas e até reverter a condenação, como aconteceu há duas semanas, em que oito réus acabaram absolvidos do crime de formação de quadrilha, entre eles os ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e o ex-presidente do PT José Genoino.
Na ocasião, o presidente do tribunal, ministro Joaquim Barbosa, criticou os colegas e, em tom de desabafo, disse que “se sentia autorizado a alertar a nação brasileira de que este [a absolvição] é apenas o primeiro passo” para mudar o resultado do julgamento do mensalão.
No julgamento de hoje, o placar também poderá ser diverso do de 2012, pois, desde então, a composição da Corte mudou, com a chegada de dois novos ministros: Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso. No caso dos recursos de quadrilha, eles foram decisivos para mudar a balança a favor dos réus uma vez que votaram pela sua absolvição.
Outros réus
Se absolvido de lavagem, crime pelo qual recebeu quatro anos de prisão, Genú poderá ficar totalmente livre. Ele também foi condenado por corrupção passiva, mas a pena de 1 ano e 6 meses já prescreveu. O mesmo poderá acontecer com Fischberg, que foi condenado apenas por lavagem e teve pena de 3 anos e 6 meses. Ambos aguardam o julgamento desse recurso em liberdade.
Entre as 7h de ontem (12), até as 7h da manhã de hoje (13), foram registradas chuvas em todas as regiões do Estado. O boletim pluviométrico da Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) registrou chuvas em 75 postos de medição. Na região Oeste continua chovendo em Martins (25 milímetros), Encanto (19mm) e Serra do Mel (18,4mm) entre outros municípios da região, como Serrinha dos Pintos, Mossoró, Janduís e Carnaubais.
No Seridó, onde ocorreram as maiores chuvas nas últimas 24 horas, choveu em Carnaúba dos Dantas (42 milímetros), Acari (40mm) e Florânia 19mm. Também foram registradas chuvas em mais quatorze postos, entre eles Ouro Branco, Parelhas e Caicó. No Agreste, chuvas em Vera Cruz (18,5), Serra de São Bento (15mm) e, ainda, em Passa e Fica, Monte das Gameleiras, Serrinha, Bom Jesus e Lagoa de Pedras, entre outros municípios. No Leste potiguar as maiores chuvas ocorreram em Senador Georgino Avelino (25,8mm), São Gonçalo do Amarante (23,5mm), Canguaretama (14,9mm) e Natal (13,7mm).
De acordo com a meteorologia da EMPARN, para esta quinta-feira as instabilidades associadas à presença da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) deverão predominar sobre o Estado, deixando o céu com predominância de parcialmente nublado, com ocorrência de chuvas em todas as regiões, principalmente no interior.
Água boa, água à toa,
Caindo intensa na forma de chuva,
Sempre cheirosa,
Em Natal, cidade do Sol,
Quando ela destoa, apesar de tudo.
Não nos enjoa.
Júnior Duarte
Absurdo, quanto dinheiro investido em estadio p Copa, desviado pelos nossos políticos maravilhosos e Natal assim!
O certo era colocar todos os nossos políticos de frente ao Estadio para ver se eles boiam, como nós fazemos!!!!
E nós, povo desta cidade, vamos continuar a aceitar tudo isso ate quando???????????
Deveria acontecer exatamente isso, pra que as pessoas percebam a realidade da cidade, ja que estão fazendo uma reforma "engana turista" nos principais pontos de Natal.
A Comissão de Ética Parlamentar da Câmara Municipal de Natal retomou os trabalhos, na manhã desta quinta-feira (13), com oitivas dos vereadores Adão Eridan (PR) e Amanda Gurgel (PSTU), que respondem a processo por quebra de decoro parlamentar. Ao todo, sete processos tramitam nesta Comissão da Casa.
O desentendimento envolvendo os edis ocorreu durante votação, ocorrida no ano passado, do Projeto de Lei que institui a bilhetagem única para ônibus e alternativos. De acordo com Adão Eridan, 12 vereadores foram acusados por Amanda Gurgel de integrarem uma bancada do Seturn (Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município de Natal).
“Reafirmo que não exijo a cassação do mandato de ninguém, mas espero uma punição justa e que esteja prescrita no regimento interno para aqueles que desrespeitaram os colegas nesta Casa com acusações levianas”, destacou Adão Eridan, ressaltando que aguardará com tranquilidade as decisões da Comissão de Ética.
Amanda Gurgel, por sua vez, se defendeu das acusações em seu depoimento. “Em nenhum momento usei expressões insultuosas, portanto, esse processo que o vereador Adão Eridan move contra mim não procede”. “Ele alega que quebrei o decoro parlamentar, sendo que fiz uma caracterização política ao dizer que há uma bancada do Seturn na Câmara”.
Segundo ela, em outros parlamentos é comum a existência das bancadas dos evangélicos, do agronegócio, do meio ambiente etc., e que isso não significa que alguém recebe vantagens para participar, pois se trata apenas de um interesse político.
“Minha expectativa é que o processo seja julgado improcedente e arquivado, porque uma caracterização política não pode ser considerada insulto, sobretudo em um parlamento que deve expressar a diversidade de ideias. Em contrapartida, o mesmo vereador já me acusou de ser preguiçosa e de nunca ter trabalhado”, concluiu Amanda.
O presidente da Comissão de Ética Parlamentar, vereador Bertone Marinho (PMDB), avaliou o andamento dos trabalhos. “Hoje ouvimos as duas partes para depois iniciar a última fase que compreende as alegações finais e a elaboração do relatório”, explicou, informando que os procedimentos estão seguindo critérios rigorosos e que a maioria dos processos deverá estar concluída em até a metade do ano, obedecendo aos prazos legais.
Os vereadores Chagas Catarino (PROS), relator, e Bispo Francisco de Assis (PSB), vice-presidente, também integram a Comissão de Ética.
Um erro profissional desencadeou a perda de uma vida, o fim do sonho de um casamento, comoveu e chocou ainda mais um país que sofria com a violência e até mandou, por pouco tempo, um criminoso para a cadeia. Mas, quase 20 anos depois, não há nada capaz de apagar a dor da família pelo assassinato do ex-zagueiro colombiano Andrés Escobar, que foi morto em sua cidade, Medellin, dias após marcar um gol contra na derrota por 2 a 1 contra os Estados Unidos na Copa do Mundo de 1994.
“Meu pai faleceu há cinco anos e se foi com muita tristeza pela morte de Andrés. Ele era um ótimo ser humano, uma pessoa muito boa. Foram anos muito complicados para a gente”, afirma o irmão do ex-jogador, Santiago Escobar, ao UOL Esporte.
Turbinada por uma campanha impecável nas eliminatórias sul-americanas, com direito à goleada histórica por 5 a 0 sobre a Argentina em Buenos Aires, a Colômbia havia chegado àquela Copa como uma das favoritas ao título. Estava na seleção a melhor geração da história do país, com talentos como Rincón, Valderrama, Asprilla e Valencia. Elogiados até por Pelé, os colombianos chegaram aos EUA como sensação daquelas semanas que precediam o início da competição.
Mas o time fracassou. Acabou eliminado na primeira fase. Escobar, autor do gol contra, acabou baleado na frente de uma discoteca em Medellín. Nunca houve uma explicação oficial para a sua morte, embora na Colômbia se trate praticamente como verdade que o ex-jogador foi morto por apostadores que se deram mal com o fiasco colombiano e, por isso, quiseram descontar a frustração com uma “vingança” contra o defensor. Santiago é um dos muitos que compartilham essa versão.
“A razão foi que esses apostadores perderam quantias importantes e terminaram com a vida de Andrés. Ele perdeu a vida por isso”, disse o irmão da vítima, inconformado. Escobar foi assassinado depois que foi feita uma tocaia na frente de seu carro. Foi provocado com xingamentos e ironias sobre seu gol contra. Retrucou e então levou os tiros.
Autor dos disparos, Humberto Muñoz Castro foi preso e condenado a 43 anos de prisão pelos 12 tiros contra o jogador. Castro era guarda-costas e motorista de dois condenados por tráfico de drogas na Colômbia. Para indignação geral no país, ele saiu da prisão depois de cumprir 11 anos. Tinha bom comportamento.
Para Santiago, tão revoltante quanto perder o irmão foi encontrar o assassino gozando de sua liberdade. O irmão de Andrés conta que estava num restaurante em Medellin ao mesmo tempo que Muñoz Castro. Santiago diz que o assassino tentou o contato para falar algumas palavras e possivelmente explicar o ocorrido, mas logo foi ignorado.
Santiago afirma que foi preciso muito sangue frio para lidar com a inesperada situação. “Há alguns anos ele quis falar comigo, mas recusei. A única pessoa que pode perdoar alguém é Deus. E eu não sou capaz de falar com ele ou perdoá-lo. O que tenho é um sentimento difícil de explicar. Eu não quero ouvir nada e nem conversar com quem tirou a vida de Andrés”, falou. “Ele queria dar algumas explicações. Eu disse apenas que não tinha nada o que conversar com ele. E me retirei dali. Falei que não queria ouvir nada”, completou.
O irmão do defensor faz várias pausas quando fala sobre Andrés. Se emociona muito ao falar do irmão. Lembra que horas depois do gol contra conversaram no hotel onde estava concentrada a delegação colombiana. Diz que o zagueiro, apesar de triste, estava consciente que havia ocorrido apenas um acidente de trabalho.
A morte de Escobar gerou um sensação de que algo pior poderia ocorrer com outros jogadores. Outros atletas da seleção colombiana lembram que foram acordados de madrugada por seguranças da equipe para avisar o que ocorreu. Asprilla lembra que chorou copiosamente como uma criança. “Me acordaram entre 4h e 5h da manhã. Eu chorei, chorei e comecei a chorar muito, demais quando soube. Jamais imaginávamos que poderia ocorrer uma brutalidade dessas”, lembrou. Rincón ficou em choque. “Eu estava dormindo e bateram lá em casa, ai um policial falou pra mim que tinham assassinado ele. Um dia antes eu tinha estado com ele, viajamos juntos. E no dia seguinte ele foi morto.”
“Ele disse que iria jogar a partida seguinte com muito profissionalismo. Andrés era um jogador de personalidade. Ele pensou que vinha um jogador atrás dele no cruzamento e entendeu que não houve comunicação com o [goleiro ] Córdoba naquele lance”, disse Santiago.
A família ficou sabendo da morte de Escobar por telefone, pois os pais e irmãos do ex-jogador tiraram férias nos Estados Unidos após a eliminação colombiana. Mas Andrés voltou para a cidade natal. Segundo o irmão, o ex-zagueiro estava praticamente negociado com o Milan dias antes de sua morte. Ele iria se casar em dezembro de 94 – o assassinato aconteceu em 2 de julho.
Apesar de o futebol e uma Copa do Mundo terem, de certa forma, participado da morte de Andrés, seu irmão diz que não faz associação negativas às duas. Não pegou desgosto por Mundiais. Também foi jogador de futebol e trabalhou na área até o fim de 2013 como diretor técnico do Once Caldas.
“Minha irmã e meu irmão vão para o Brasil assistir ao Mundial. Mas eu vou ficar aqui na Colômbia. Assistirei daqui. Só que não por isso (pela morte do irmão), não perdi o gosto pelo futebol não, trabalho com isso”, explicou.
Zinho, um dos jogadores do elenco da seleção brasileira que foi tetracampeã em 94, recorda que a notícia da morte de Escobar assustou o elenco no meio da competição, quando foram informados sobre o que ocorrera em Medellín.
“Lembro que todo mundo ficou chocado. Um cara que foi eliminado de uma Copa do Mundo, retorna para seu país e é assassinado. E quando veio a notícia de que foi realmente porque foi responsável e falhou no lance, todo mundo ficou chocado nesse sentido. Ficamos tristes com o acontecido e isso foi motivo de muitas conversas. Em certo momento a Copa ficou até em segundo plano [nas repercussões] por conta disso. Lembro que os governantes [da Colômbia] não tinham o mando do país, que estava nas mãos dos traficantes”, comentou Zinho.
Indisposição com o narcotráfico e recusa em se esconder
Escobar tinha apelido de “El Cabellero” (“O Cavalheiro” em português) por sua fama de jogador correto, disciplinado e que não tolerava situações erradas. O filme “The Two Escobars”, produzido pela ESPN, fala a sobre a história da morte do jogador e de como Andrés reprovava a relação de jogadores de futebol com narcotraficantes.
O filme mostra a paixão do mais famoso traficante colombiano, Pablo Escobar, pelo futebol e com o time do Nacional, de Medellin, cidade do cartel que controlava. O criminoso era torcedor fanático do time, que tinha Andrés como capitão e que foi campeão da Copa Libertadores da América de 1989.
Pablo, que foi assassinado em 1993, financiava o time e tinha ligação com os atletas, inclusive com convites para festas em sua casa. Pessoas próximas a Andrés, como sua ex-noiva, revelam que a obrigação de ter contato com o patrão era motivo de indignação para Andrés.
O documentário lembra o momento no qual os jogadores foram forçados a fazer uma visita ao traficante quando ele estava na cadeia. “Era ir ou ir”, lembrou a irmã de Andrés, María Ester Escobar.
Ex-companheiro do zagueiro na seleção colombiana, Freddy Rincón lembra que Andrés Escobar tinha esse perfil sério e comentava de sua amargura por ter que se sujeitar a algumas situações em função de o futebol naquela época estar atrelado ao narcotráfico.
“Gostar, ele não gostava. Mas o que ele iria fazer se o cara chamasse? Se ele falasse ´eu não vou´, quem é que iria protegê-lo? Quem iria responder por ele? O Andrés não gostava daquilo e pensava dessa forma. Ele nunca aceitou aquilo. Mas se era convidado, ele tinha que ir”, lembrou o ex-jogador de Corinthians e Palmeiras.
Ex-companheiro de Andrés no Nacional e na seleção colombiana, Faustino Asprilla trata com ressalvas a ligação dos jogadores do time com Pablo. “Não tínhamos nada a ver com o que ele fazia. Ele era um torcedor fanático do Nacional e tinha seus problemas com o governo e a polícia colombiana. Já Andrés não aceitava certas condutas. Foi lamentável, um momento muito triste.”
A proposta de inclusão de carne de jumento no cardápio dos detentos do sistema penitenciário do Rio Grande do Norte, de autoria do promotor Sílvio Ricardo Brito, da 2ª Promotoria de Apodi, está cada vez mais próxima de se tornar realidade na culinária potiguar. Nesta quinta-feira (13), durante um almoço de degustação, autoridades convidadas marcaram presença, entre eles prefeitos, vereadores, juízes e representantes de unidades prisionais, que experimentaram pratos com carne do animal. O objetivo é mostrar que se trata de um alimento saudável, e pode dar um “rumo” aos mais de 600 animais apreendidos nas estradas federais na região Oeste do Estado.
Segundo o promotor, que vem sendo bastante procurado para falar sobre a ideia, tudo começou depois de reuniões com professores do curso de Veterinária da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa). No entendimento dos especialistas, a carne é saudável para consumo humano e não faz parte do prato comum por questão cultural. Ainda segundo Sílvio Ricardo Brito, caso o cardápio tenha uma boa receptividade, não está descartada a possibilidade da inclusão na merenda escolar e até hospitais.
Sob o pretexto de impedir os acidentes, ganha repercussão no noticiário nacional, a proposta de determinado promotor do Ministério Público, da inclusão nos cardápios da merenda escolar e presídios do estado Potiguar, o consumo da carne dos jumentos que forem recolhidos pastando nas suas estradas.
Alega-se que os jumentos estão sendo substituídos por motocicletas e, por esse motivo, são abandonados à própria sorte, pelos seus antigos proprietários e que, transitando livremente nas rodovias são os responsáveis por elevarem os índices de acidentes com vítimas. Então, o mais prático é exterminar a espécie?
A proposta é tão inusitada que, nos levar à crer, ser a verdadeira intenção dos ilustres propositores e defensores dessa ideia, chamar a atenção para uma outra causa muito mais profunda, como por exemplo: a fome do povo nordestino.
Vê-se quão distante encontra-se o humano da, dita, humanidade. Substitui-se a ação de educar, de atribuir e cobrar responsabilidades ao cidadão, pelo ato de matar e consumir a carne do pobre animal. Simples, assim!
Há de se questionar: quem nas estradas brasileiras provoca mais acidentes, inclusive com vítimas fatais: as motos, a associação álcool-direção ou os jumentos abandonados nas rodovias?
Entretanto, o consumo de bebidas alcoólicas continua sendo incentivado pelas mais diversas mídias. São elas, as indústrias produtoras de bebidas, as que mais patrocinam os grandes eventos populares, estão ai os exemplos: do carnaval e da copa do mundo, todos sob o beneplácito dos poderes públicos. Pudessem os inocentes jumentos também contribuírem com verbas para patrocinar eventos e campanhas políticas certamente, seriam poupados dessa insana ideia?
Nas periferias dos grandes centros urbanos e, principalmente, nas cidades do interior, os motociclistas conduzem as suas motos sem cumprir qualquer obediência às normas estabelecidas no Código Nacional de Trânsito. Trafegam sem capacete, andam sob as calçadas, carregam de uma só vez, tantos passageiros quanto um automóvel, sem que os órgãos competentes exerçam a sua competência.
Mas, em relação a tais fatos o que se vê é a mudez do Ministério Público.
Certamente, que existem outras alternativas, mais plausíveis e menos crueis, para solucionar tal questão.
Entretanto, se a intenção for, de fato, proteger o cidadão como justifica o ilustre representante o Ministério Público, há de se manifestar absoluto e irrestrito apoio em relação a tal medida, desde que, também promovam campanhas no sentido de suspender a fabricação, o comércio e uso de motocicletas e de bebidas alcoólicas no Brasil.
Parabéns a Katia Lopes e Mauricéia Cavalcante. Gostei do que li e sei que o assunto agora está em boas mãos. Valeu mesmo! Parabéns, também, ao BG, que presta um grande serviço.
Infelizmente, como alguém estuda tanto pra se tornar um tirano vamos ficar de olho em quem são os políticos que estão aprovando tamanha crueldade, resposta nas urnas. chorando horrores por imaginar o que ja sofrem esses animais e ter u m fim tão triste, ainda servir a bandidos que tiram nosso direito de paz, sossego o que eles merecem é pena de morte. Acabar com essa violência e impunidade.
Gostaria de saber quantos animais e de que forma os mesmos foram abatidos para realização deste almoço/degustação.
Mauricéia Cavalcante
Jornalista e presidente da Ong SPARN
(Sociedade Protetora dos Animais do RN)
POR QUE SOMOS CONTRA O ABATE:
I – Por respeito, não há necessidade de degustar uma carne por pura curiosidade. Brasil já possui poucos animais respeitados e evitados ao consumo, qual necessidade mórbida de INCENTIVAR A CULTURA DO ABATE a um animal que este é o único respeito da população em troca de toda sua valia histórica???
II – SANIDADE ANIMAL, não há registros divulgado em nenhum lugar e o Digníssimo promotor se nega a apresentar em qualquer lugar os laudos técnicos e o nome dos profissionais envolvidos no acompanhamento destes animais, até onde sabemos este animais eram errantes e devido as condições locais alta probabilidade de Mormo, Botulismo, Brucelose, Babesiose, Tuberculose, Raiva, …
III – VIABILIDADE ECONÔMICA – os estudos já realizados, e sim há pesquisas na década de 80 sobre o rendimento de carcaça destes animais, que chega no máximo ao aproveitamento de 50kg/animal, o que sairia MUITO CARO uma vez que a carne similar a bovina, é produzida sem prejuízos coisa que economicamente falando não aconteceria com a produção de jumentos para abate, a fisiologia do animal, a conformação não é típica para produção de carne;
III – AMEAÇA DE EXTINÇÃO – sim, este foi o argumento principal para embargar o acordo Brasil x China e RN x CHINA, estudos realizados recentemente, revelam que o numero de jumentos é muito pequeno (pode parecer grande, mas para um animal que tem uma gestação de 12 meses, e leva 2 anos para atingir sua maturidade sexual estatisticamente falando SIM é muito pouco) o consumo indiscriminado de sua carne (abate) uma fez que é inviável a produção destinada a abate tornaria em poucos anos esta espécie extinta.
IV – UTILIDADE, ha inúmeras outras formas de "REVITALIZAÇÃO" do jumento em nossa cultura. Sim a modernidade o fez ser substituído por maquinas e automóveis. Contudo estes novos "usos" dependem de políticas publica, dependem de intensivo econômicos, depende da população reaprender o valor do jumento, mas não REAPRENDER O SABOR DO JUMENTO, a morte pura e simples é uma saída simplória, que não faz jus ao tamanho do problema, tão pouco o soluciona, e menos presa a capacidade humana de encontrar soluções par seus dilemas. Os Nazistas um dia pensaram assim quanto aos judeus…
são ótimos animais de tração, dóceis, inteligentíssimos, podendo ser utilizados em zooterapias seja de fisioterapia a terapia ocupacional, dentre outros convívios úteis com o ser humano, mas com relação de respeito ao mesmo e não menosprezo ao seu valor;
V – RECONHECIMENTO DE SEU VALOR NA HISTORIA DO BRASIL, abater um animal destes deveria ser um crime contra o patrimônio cultural nordestino, cada jumento morto levianamente, é um elemento importante da fundamentação da cultura e desenvolvimento do nordeste pulverizados. se há algo que represente o povo nordestino é este animal, e atualmente muito mais valorizado em outras regiões e países. Somos capasses de reconhecer musicas, quitutes, prédios,… mas não elementos vivos???
Ridículo preso comer carne, ainda que seja de jumento, ovo já contém toda a proteína que precisam, interessante nosso país… quem trabalha não pode pagar por carne, come ovo mesmo! Todos deveriam trabalhar pra ter direito aos benefícios que existem!
A questão não é mais se a carne é ou não apropriada para o consumo humano. Já está provado que a carne do jumento é saudável e nutritiva. A questão é que o animal está em vias extinção. Quem fizer uma pesquisa básica, encontrará inúmeros artigos sobre o assunto. Como órgão municipal, a prefeitura tem que se ater ao consumo sustentável. Se alguém da UFRN tiver algum dado concreto, gostaria de ver aqui. Atenção prefeitura de Apodi: devagar, isso não é a farra do boi.
A SEMOP usa bombas para retirar água de alagamento na rua São José x Avenida Bernardo Vieira. O trecho está interditado e o alagamento persiste desde a manhã de ontem, (12). Com as chuvas que seguem nesta quinta-feira(13), fica difícil imaginar uma solução imediata. Foto: Gerson Vasconsellos
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG), realizam nesta segunda-feira (17), às 14h, na sala da direção geral, uma coletiva de imprensa para falar sobre a adoção do Protocolo de Manchester e o processo da Classificação de Risco que passam a ser utilizados de forma definitiva pela maior unidade de urgência e emergência do Rio Grande do Norte.
Participarão da coletiva, o secretário adjunto da Sesap, Marcelo Bessa, a diretora geral do HMWG, Maria de Fátima Pereira Pinheiro, a diretora técnica do HMWG, Hélida Bezerra, e a coordenadora do Pronto Socorro Clóvis Sarinho (PSCS), Danyelle Dias. O Protocolo prioriza o atendimento de urgência, classificando os pacientes de acordo com a patologia apresentada e o tempo de espera necessário até a concretização do atendimento.
Durante a coletiva, será apresentado o equipamento Trius, usado para classificar os pacientes de acordo com a gravidade do caso e o tempo resposta para atendimento. O equipamento colhe uma série de informações sobre o estado de saúde do paciente e, ao final, classifica o doente de acordo com o tempo necessário para seu atendimento.
Documento da FAA divulgado três dias antes do desaparecimento do voo MH370 falava em perigo de ruptura no ar e queda de pressão súbita em aparelhos Boeing 777. Política de informações confusa é alvo de críticas.
Engrossando o rol de especulações sobre o destino do voo MH370 da Malaysia Airlines, a agência de notícias AFP divulgou nesta quarta-feira (12) que, já em setembro de 2013, a americana Federal Aviation Administration (FAA) alertara sobre o perigo de “fissuras e corrosão” nos aviões da família Boeing 777.
As falhas poderiam causar uma “queda de pressão súbita” na cabine ou mesmo a “ruptura” da aeronave em pleno ar, segundo consta de uma diretriz da FAA, que no entanto só foi publicada em 5 de março último, ou seja, três dias antes da possível tragédia no Mar do Sul da China.
Também nesta quarta-feira, autoridades malaias de aviação e transportes concederam uma coletiva de imprensa em Kuala Lumpur a fim de comunicar os resultados mais recentes das investigações sobre o desaparecimento do aparelho que se dirigia de Kuala Lumpur para Pequim.
Segundo o comandante-chefe da Força Aérea Real Malaia (RMAF), general Rodzali Daud, radares militares detectaram um objeto voador não identificado no norte do Estreito de Malaca às 2h15m (hora local) do sábado, portanto cerca de uma hora após o Boeing 777-200 com 227 passageiros e 12 ocupantes ter sumido das telas do controle de tráfego aéreo.
Rodzali acentuou que o registro de radar ainda está sendo estudado, e não é ainda possível afirmar nem excluir que se tratasse da aeronave procurada. No entanto, como o local citado fica a centenas de quilômetros do local da perda de contato, o raio da busca foi ampliado até o Mar de Andaman, ao norte da Indonésia, para onde o Estreito de Malaca flui.
Autoridades defendem política de investigações
No quinto dia desde as primeiras notícias do incidente, a política de informação, tanto da companhia aérea Malaysia Airlines como das autoridades nacionais, tem estado sob a mira crescente de críticas locais e internacionais, após uma série de declarações vagas e conflitantes a respeito do possível destino do voo MH370 e das circunstâncias envolvendo o sumiço.
Confrontado durante a coletiva na capital malaia com a pergunta se as buscas não já teriam fracassado, o ministro dos Transportes Hishammuddin Hussein rebateu, de forma perplexa, que “só é confusão se os senhores quiserem ver como confusão”.
“Não acho que seja uma questão de caos. Há muitas especulações a que nós respondemos nestes últimos dias”, justificou-se Hussein, assegurando que a Malásia “nunca vai perder a esperança” de encontrar os 239 ocupantes.
Azharuddin Abdul Rahman, diretor do Departamento de Aviação Civil da Malásia, reforçou: “Ainda estamos realizando operações de busca e resgate, e ainda temos esperanças.” Por outro lado “as chances de sobrevivência dependem de numerosos critérios, pois não sabemos onde a aeronave se encontra.”
Impasse nas investigações
Até o momento, a busca pelo avião vem envolvendo a Marinha e a Aeronáutica de 12 diferentes países e se concentra na área do Mar do Sul da China ao largo da costa vietnamita, onde ocorreu o último contato com o voo MH370.
Parte dos especialistas partem do princípio que a causa do mistério foi um evento catastrófico durante o trajeto, como uma explosão, falha de turbinas, turbulência extrema ou mesmo suicídio.
Até a terça-feira, a presença a bordo de dois passageiros com passaportes roubados vinha alimentando temores de um atentado terrorista. Porém, a Interpol praticamente descartou a hipótese, ao constatar que os iranianos se encontravam a caminho da Europa para possivelmente buscar asilo com o auxílio de uma quadrilha de contrabando humano.
Um assalto a mão armada ocorrido no final da manhã desta quinta-feira (13), em uma distribuidora de água/gás em Pipa teve a participação de dois homens armados, que renderam funcionários e levaram dinheiro e produtos. Após a ação criminosa, policiais militares do Pelotão De Polícia Militar de Pipa em conjunto com militares do Destacamento de Tibau do Sul e GTO de Goianinha realizaram diligências e localizaram os dois assaltantes acompanhados de um casal em um veículo tipo Versa, cor cinza, nas proximidades da Fazendinha, em Sibaúma.
Segundo a Polícia local, o veículo de placas OWG-5500, que foi roubado em Natal, foi apreendido em poder dos bandidos, além de dois revólveres calibre 38, munições e o produto do roubo.Neste momentos os acusados estão sendo conduzidos à Delegacia de Polícia Civil para serem autuados em flagrante delito.
Com informações e fotos do Pelotão de Polícia Militar de Pipa
Parabéns a gloriosa Polícia Militar, pois quando é para denegrir a imagem da corporação chovem mensagens, mas quando eles conseguem prender bandidos como nesse caso, são tratados como meros acontecimentos…Vida difícil de policial…
Por conta do alagamento moradores e comerciantes protestam na rua São José x av. Capitão – mor- Gouveia. Há dois dias o trecho sofre com alagamento e carros estão ”boiando” no alagamento. Por conta disso moradores e comerciante colocaram fogo em pneus para protestar.
Alguns alunos e professores da escola Edgar Barbosa fecharam há pouco a av. Jaguarari em protesto reivindicando seus direitos. Outro ato está marcado DIA: 17/03 (segunda) HORA: 8:30 CONCENTRAÇÃO: EM FRENTE AO IFRN.
Com esse já é o segundo protesto na avenida no dia de hoje. O primeiro foi na altura da Avenida Jerônimo Câmara por conta do alagamento no trecho.
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