Saúde

Resposta exagerada do sistema imune aumenta mortalidade da Covid-19, diz estudo

Foto: Reprodução/CNN

A hiperatividade do sistema imunológico pode ser uma das causas da alta mortalidade da Covid-19 com relação a outras doenças do aparelho respiratório. Pesquisadores do Reino Unido apontam que um descontrole na resposta imune ao novo coronavírus (SARS-CoV-2) pode acabar por inflamar exageradamente os tecidos de órgãos afetados, agravando a doença e podendo levar à morte.

Assim como outros vírus respiratórios, como os que causam a Influenza A (gripe comum) ou mesmo outros coronarívus (MERS-CoV e a SARS-CoV), o novo SARS-CoV-2 causa um tipo muito particular de tempestade de citocinas, moléculas usadas pelo corpo para indicar às células de defesa onde a infecção está localizada e começar o processo de extinção do vírus.

Essas moléculas de localização, as citocinas, são dividias em duas classes, as pró-inflamatórias e as anti-inflamatórias. Durante as infecções pelos vírus da gripe comum, da MERS e da SARS, o corpo libera essas duas classes de citocinas de maneira equilibrada, de forma que as citocinas pró-inflamatórias sejam enviadas para combater o vírus invasor e, depois, as anti-inflamatórias avisem o sistema imunológico que é preciso relaxar as defesas para não agredir os órgãos.

O que os pesquisadores descobriram ao longo do estudo, é que, em casos graves de Covid-19, a resposta imune é diferente. Os níveis das citocinas anti-inflamatórias IL-2, IL-10, IL-4 ou IL-5 não sobem como deveriam, o que causa uma desregulação do IFN tipo 1, que é o processo de recrutamento dos leucócitos, que combatem o vírus invasor. A falta de um freio eficiente acaba fazendo com que essas células agridam o corpo.

Em resumo, em casos graves de Covid-19, as células pró-inflamatórias são convocadas, mas como o mecanismo anti-inflamatório está desregulado, o corpo não entende a hora que precisa encerrar o combate.

O sistema imunológico acaba estabelecendo um ciclo exacerbado da inflamação e agredindo os órgãos. Essa hiperindução de citocinas pró-inflamatórias causa quadros de inflação grave do aparelho respiratório. “É um dos fatores que contribuem para a mortalidade observada com o coronavírus 2019”, escreveram os pesquisadores.

Com o estudo, os pesquisadores esperam colaborar para a produção de tratamentos mais eficientes, que trabalhem as particularidades das doenças respiratórias. Segundo os cientistas, “o estudo poderia ajudar os especialistas a identificar intervenções que aliviam a síndrome de liberação de citocinas e diferentes doenças, e avaliar se poderiam utilizá-las nos casos de COVID-19”.

CNN Brasil

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Saúde

UFMG: Taxa de mortalidade de pacientes com Covid-19 em UTIs é de 50% no Brasil

Foto: Divulgação/Prefeitura do Rio

Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aponta que metade dos pacientes com Covid-19 internados em Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) acabam morrendo no Brasil. O levantamento foi feito em hospitais de cinco estados.

Além disso, de acordo com o estudo, 60% dos pacientes que precisaram utilizar o respirador acabaram morrendo por conta da doença. Mais detalhes em reportagem em vídeo AQUI.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

    1. Foi o que disse Dr Dráuzio na Globo.
      Mas essa pesquisa tem erro claro.
      Se temos 220 mil mortos e 8 milhões e 100 mil curados, não tem como metade das pessoas que passam pela UTI terminarem mortos.
      Até o leigo se procurar ver de cada 10 que vão para UTI 1 ou 2 no máximo chegam a óbito.
      Hoje a taxa de curados cresce diariamente e isso leva a entender que essa pesquisa tem erro.

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Saúde

Primeiro-ministro britânico diz que há evidências de que nova variante da Covid-19 causa maior mortalidade

Foto: LEON NEAL/AFP / LEON NEAL/AFP

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse nesta sexta-feira que há evidências de que uma nova variante da Covid-19, descoberta no ano passado, poderia estar associada a um aumento na mortalidade.

— Fomos informados hoje que, além de se espalhar mais rapidamente, também parece haver alguma evidência de que a nova variante, descoberta pela primeira vez em Londres e no sudeste da Inglaterra, pode estar associada a um grau aumentado da mortalidade — disse Johnson em uma entrevista coletiva.

Ele acrescentou que todos os testes atuais mostram que ambas as vacinas ainda são eficazes contra as variantes antigas e novas.

No caso de um homem na casa dos 60 anos, a mortalidade no país era anteriormente de 10 pacientes por mil pacientes e atualmente seria entre 13 e 14 por mil, explicou o principal assessor científico do executivo, Patrick Vallance.

— Todas as evidências atuais continuam a mostrar que as duas vacinas que usamos atualmente permanecem eficazes contra a variante antiga e esta nova variante — disse Johnson na sexta-feira.

No caso de um homem na casa dos 60 anos, a mortalidade no país era anteriormente de 10 pacientes por mil pacientes e atualmente seria entre 13 e 14 por mil, explicou o principal assessor científico do executivo, Patrick Vallance.

No entanto, ele afirmou que “gostaria de enfatizar que há muita incerteza em torno desses números”.

— É preocupante que tenha havido um aumento da mortalidade, bem como um aumento da transmissibilidade — disse ele.

País mais atingido na Europa pela pandemia, com quase 96 mil mortes confirmadas por Covid-19, o Reino Unido enfrenta uma nova onda de infecções desde a descoberta em dezembro de uma mutação do coronavírus entre 50% e 70% mais contagiosa, segundo cientistas britânicos.

Depois de se tornar o primeiro país ocidental a lançar uma campanha de vacinação em massa contra a Covid-19, em 8 de dezembro, o Reino Unido já imunizou 5,4 milhões de pessoas com as vacinas desenvolvidas pela Pfizer/BioNTech e AstraZeneca/Oxford.

A política de Johnson, amplamente criticado desde o início da pandemia por suas políticas erráticas em matéria de saúde, agora deposita todas as esperanças na vacinação para poder suspender, a partir de março, o terceiro bloqueio em que o país está mergulhado.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. O sadismo do Grupo Globo em divulgar notícias como essa é impressionante. Fiquem em casa assistindo BBB #globolixo.

  2. O Brasil precisa de um gestor a sua altura. O povo brasileiro precisa de socorro. Mourão 2021!

    1. Tá vendo??
      Esse aqui ta dizendo que a culpa é do Bolsonaro.
      Kkkkkkkkkkk
      Isso na Grã Bretanha viu?
      Kkkkkkkkk
      Babaca.

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Saúde

Remédio para colesterol reduz mortalidade por Covid-19, aponta estudo

Estatinas, medicamentos usados para controlar o colesterol, podem reduzir risco de morte por Covid-19 (Foto: Anastasiia Ostapovych/Unsplash)

As estatinas, fármacos usados para reduzir o colesterol no sangue, pode ser uma candidata ao tratamento de Covid-19. É o que indica uma pesquisa da Universitadade Rovira e Virgili (URV) e do Instituto Pere Virgili Institut (IISPV), ambos na Espanha, segundo a qual pessoas tratadas com essas substâncias têm um risco até 25% menor de morrer por causa do novo coronavírus. Os resultados da pesquisa foram publicados no último dia 2 de novembro no European Heart Journal – Cardiovascular Pharmacotherapy.

Para o estudo, os especialistas coletaram informações de 2.159 pacientes com Covid-19 de 19 hospitais na Catalunha entre março e maio de 2020. Lluís Masana, que liderou o estudo, avaliou 100 variáveis ​​clínicas por paciente, como idade, sexo, doenças prévias, níveis de colesterol, evolução do vírus, tratamentos utilizados e assim por diante.

Depois, os cientistas compararam as taxas de mortalidade de pacientes tratados com estatinas com os índices de mortalidade entre aqueles que não utilizavam o medicamento. “Na nossa comparação, ajustamos os grupos para que fossem comparáveis ​​em termos de idade, sexo e existência de doenças anteriores”, explicou Masana, em nota.

O percentual de pacientes que morreram no grupo não tratado com estatinas foi de 25,4%, e os óbitos de usuários do remédio foi de 19,8%, o que significa uma redução de 22%. “Os dados indicam que o tratamento com estatinas previne uma em cada cinco mortes”, destacou Masana. Além disso, se o tratamento com esse medicamento continuar durante a hospitalização, a mortalidade cai até 25%, evitando assim uma em cada quatro mortes.

Os envolvidos no estudo concluíram que um dos efeitos indiretos da pandemia é que algumas pessoas pararam de tomar medidas preventivas destinadas a combater doenças crônicas, como o uso de estatinas nos casos de quem tem o colesterol acima dos níveis normais. “Alguns profissionais de saúde até aconselharam a retirada deles por acreditarem que poderiam piorar os efeitos da Covid-19. No caso das estatinas, demonstramos que o medo da pandemia nunca deve servir de pretexto para suspender o tratamento”, disse o cientista.

Galileu

Opinião dos leitores

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Saúde

Cientistas britânicos dizem ter comprovado 1ª droga eficaz para reduzir mortalidade por covid-19

FOTO: GETTY IMAGES

Um medicamento barato e amplamente disponível chamado dexametasona pode ajudar a salvar a vida de pacientes gravemente doentes com coronavírus.

O medicamento faz parte do maior teste do mundo com tratamentos existentes para verificar quais funcionam contra o coronavírus.

E o tratamento com esteroides em baixa dose de dexametasona é um grande avanço na luta contra o vírus mortal, segundo especialistas do Reino Unido.

Seu uso levou a uma redução em um terço no risco de morte para pacientes respirando com a ajuda de respiradores. Para quem demanda oxigenação, reduziu as mortes em um quinto.

Se o medicamento tivesse sido usado para tratar pacientes no Reino Unido desde o início da pandemia, até 5 mil vidas poderiam ter sido salvas, dizem os pesquisadores.

E também poderia ser benéfico em países mais pobres, com grande número de pacientes da covid-19.

Cerca de 19 dos 20 pacientes com coronavírus se recuperam sem serem admitidos no hospital. Dos que são internados no hospital, a maioria também se recupera, mas alguns podem precisar de oxigênio ou ventilação mecânica. Estes são os pacientes em alto risco, que a dexametasona parece ajudar.

O medicamento já é usado para reduzir a inflamação em várias outras doenças e parece que ajuda a interromper alguns dos danos que podem ocorrer quando o sistema imunológico do corpo entra em ação exageradamente ao tentar combater o coronavírus.

A reação exagerada do corpo é chamada de tempestade de citocinas e pode ser mortal.

Na pesquisa, liderada por uma equipe da Universidade de Oxford, cerca de 2 mil pacientes hospitalizados receberam dexametasona e foram comparados com mais de 4 mil que não receberam o medicamento.

Para pacientes em respiradores, reduziu o risco de morte de 40% para 28%. Para pacientes que precisam de oxigênio, reduziu o risco de morte de 25% para 20%.

O pesquisador Peter Horby disse: “Este é o único medicamento até agora que demonstrou reduzir a mortalidade – e a reduz significativamente. É um grande avanço”.

Segundo o pesquisador Martin Landray, os resultados sugerem que para cada oito pacientes tratados em respiradores, pode-se salvar uma vida com a dexametasona. Para os pacientes tratados com oxigênio, você salva uma vida a cada 20 a 25 tratados com o medicamento.

“Há um benefício claro. O tratamento é de até 10 dias de dexametasona e custa cerca de 5 libras (equivalente a aproximadamente R$ 35) por paciente. Portanto, basicamente custa 35 libras para salvar uma vida (R$ 350). E este é um medicamento disponível globalmente”.

Alerta: medicamento não deve ser tomado por pessoas em casa

Landray disse que, quando apropriado, os pacientes hospitalares devem receber o tratamento sem demora, mas fez um alerta: as pessoas não devem sair para comprá-lo e tomar em casa.

A dexametasona não parece ajudar as pessoas com sintomas mais leves do coronavírus – aqueles que não precisam de ajuda com a respiração.

O repórter de saúde da BBC Fergus Walsh aponta que o medicamento é “antigo e barato” e que isso deve ser comemorado pois pode beneficiar rapidamente pacientes em todo o mundo. A dexametasona tem sido usada desde o início dos anos 1960 para tratar uma série de males, como artrite reumatoide e asma.

O medicamento é administrado por via intravenosa em terapia intensiva e em forma de comprimido para pacientes menos graves.

A pesquisa está em execução desde março. Incluiu o medicamento para a malária hidroxicloroquina, que foi posteriormente abandonado em meio a preocupações de que ele aumente as fatalidades e os problemas cardíacos.

Até agora, o único outro medicamento comprovadamente benéfico para pacientes com covid é o remdesivir, um tratamento antiviral usado para o ebola. Seu tratamento antiviral parece diminuir o tempo de recuperação de pessoas com coronavírus e, por isso, já está sendo disponibilizado no NHS, o serviço público de saúde britânico.

BBC

Opinião dos leitores

  1. Se o JB indicar , a pesquisa vai por água abaixo, terão vários especialistas esquerdopatas dizendo que a pesquisa é mentirosa
    Kkkkkk

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Saúde

Pesquisa aponta que mortalidade por covid-19 em Natal é maior entre os mais pobres; veja mapas

Mapa com dados Geoprocessados para Natal-RN mostrando a distribuição de óbitos em função da renda média. Foto: Reprodução

A renda é fator determinante na mortalidade por covid-19. Essa é a conclusão de pesquisadores das universidades federais do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Ceará (UFC), que analisaram as informações epidemiológicas e a letalidade da doença baseados em dados de geoprocessamento dos casos e óbitos. Os cientistas observaram que a transmissibilidade, assim como a chance de alguém com a infecção morrer por causa do coronavírus na cidade de Natal, depende fortemente da localidade.

A pesquisa mostra que na Zona Norte, onde há mais vulnerabilidade social, essa taxa é de 4,49%, enquanto na Zona Sul é de 1,47%. Na Zona Oeste a taxa (4,18%) também é bastante superior à da Zona Leste (2,97%). As regiões Norte e Oeste têm renda média de R$ 470 e as regiões Sul e Leste apresentam renda média três vezes superior (R$ 1.603), conforme mostra o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2019. “Ao avaliarmos a taxa de mortalidade em cada região de Natal, observamos uma relação linear entre a taxa de mortalidade e a renda média. A relação é bastante forte, sendo que a renda média é suficiente para explicar 89% da variação da taxa de mortalidade entre as zonas”, disse César Renno-Costa (IMD-UFRN) um dos pesquisadores envolvidos.

“A covid-19 é uma lupa de aumento dos problemas socioeconômicos estabelecidos ao longo dos anos. O Brasil sofrerá particularmente se a covid-19 não for controlada a tempo. A pandemia poderá se transformar de forma muito rápida em uma crise humanitária com forte viés socioeconômico”, argumentou José Dias do Nascimento, do Departamento de Física Teórica e Experimental (DFTE/UFRN) também envolvido na pesquisa. Ele reforça que o estudo aponta para a necessidade primordial de utilização de diferentes cuidados e desenvolvimento de políticas focadas em populações vulneráveis para que se tenha efeitos estabilizadores na sociedade como um todo.

Essas evidências apontam na direção de uma série de vulnerabilidades subjacentes que contribuem para a morte por infecção nas regiões Norte e Leste, que têm taxas de mortalidade por covid-19 duas vezes maior que as pessoas que vivem nas zonas Sul e Leste, mesmo as populações dessas áreas tendo disponíveis praticamente o mesmo sistema de saúde. “A contaminação é grande em todas as classes sociais, porém os desfavorecidos têm, estatisticamente, desfechos fatais”, enfatizou José Dias.

Para José Dias, a vulnerabilidade social está muito ligada à renda das pessoas, mas a falta de investimentos do estado nas regiões mais pobres também pode influenciar nesses fatores. “Esses lugares sofrem com a baixa proteção social, saneamento básico, densidade domiciliar, acesso a alimentos, nutrição balanceada para crianças pequenas, mulheres grávidas e que amamentam, idosos, grupos de risco e dificuldade de acesso à visita médica regular que identifique doenças críticas”, reforça o pesquisador.

Outro fator observado na pesquisa é a situação do isolamento social, que também tem grande correlação com as diferentes populações. “Pessoas de baixa renda precisam sair de casa. Ou seja, nosso estudo também é um guia para que a gestão pública entenda que não se pode segurar ninguém em casa sem dar condições. É um problema dinâmico”, destacou.

Foto: Reprodução

Além de José Dias e César Renno, participaram dessa pesquisa os cientistas, Leandro Almeida (Física – UFRN), Renan Cipriano Moioli (IMD – UFRN), José Soares (Física – UFC), Humberto Carmona (Física – UFC) e Wladimir Lyra (NM, USA). O estudo também teve colaboração de Ricardo Valentim (LAIS-UFRN) e Ion Andrade (LAIS-UFRN).

UFRN

Opinião dos leitores

  1. O protocolo do MS so para os ricos , estão escondendo a Hodroxicloroquina, morreram poucos precisam de mais morte para justificar o estrago que estão fazendo no Brasil.

  2. Essa sempre foi uma escolha petralha, sacrifício do trabalhador e privilégiar os abastados, foi assim também, quando optou pela jbs, Odebrecht, oas, filho de luladrão, palloci… Aos pobres migalhas caídas ao chão, Só durava até a digestão. Repugnante

  3. Claro com com a luz do sol, pois nos hospitais públicos do estado estão tratando inicialmente com paracetamol, uma vez que o guvernadora daqui é contra os protocolos adotados pelo CRM.

  4. A densidade populacional é maior em bairros pobres, então a mortalidade é diretamente proporcional. Não precisa de pesquisa para chegar a essa conclusão. Cidade mais populosas morrem mais pessoas.
    Quanto foi gasto nesta pesquisa ???

  5. Não precisa ter o QI mais alto do mundo para constatar essa triste realidade. As classes mais pobres andam em ônibus lotados, tem sub-empregos, muitos trabalham como autônomos e expõem-se, por necessidade, ainda mais, a contrairem o vírus. Nesse período de pandemia, não tem como ganhar o seu sustento, não tem planos de saúde e dependem da rede pública de saúde que está colapsada, por falta de responsabilidade e seriedade dos políticos locais. É bastante provável que muitos ainda vão morrer de fome, depressão ou cometer suicídio, além das doenças corriqueiras, se o governo local não fizer, com urgência, seu dever de casa. Dinheiro, o estado recebeu… o gato comeu?

  6. Que pesquisa idiota, quem não sabe disso? De fome também. A miséria vai ser a principal causa mortis, não precisa gastar dinheiro com essa pesquisa.

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Jornalismo

Mortalidade infantil cai quase pela metade em dez anos, constata IBGE

Dados divulgados hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a mortalidade infantil caiu quase pela metade entre 2000 e 2010.

Os resultados gerais da Amostra do Censo 2010 constatam que o número de óbitos de crianças menores de 1 ano passou de 29,7 para 15,6 em cada mil nascidas vivas, uma queda de 47,6%.

Entre as regiões do país, o Nordeste registra a queda mais expressiva da mortalidade infantil. No período, o índice passou de 44,7 para 18,5 óbitos para cada mil crianças. Porém, ainda é o nível mais alto no país. O menor índice é o do Sul, de 12,6 mortes.

De acordo com a pesquisa, os principais fatores responsáveis pela queda do indicador são as políticas de medicina preventiva, curativa, saneamento básico, programas de saúde materna e infantil, além da valorização do salário mínimo e dos programas de transferência de renda.

O IBGE também destaca que a queda da mortalidade infantil está ligada ao aumento da escolaridade materna e à diminuição do número de filhos por mulher, observada desde a década de 1960. Entre 2000 e 2010, a taxa de fecundidade registrou queda e passou de 2,38 crianças por mãe para 1,9. A menor taxa é a do Sudeste (1,7 filho por mulher) e a maior, no Norte, 2,47.

Segundo o órgão, dessa forma, a taxa de fecundidade no Brasil está abaixo do chamado nível de reposição (2,1 filhos por mulher), que garante substituição das gerações na população.

Fonte: Agência Brasil

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