Saúde

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid-19 de 95,7%

Foto: (Reprodução/Regula/Sesap)

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 95,7%, registrada no fim da manhã desta quarta-feira (14). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 717.

Até o momento desta publicação são 16 leitos críticos (UTI) disponíveis e 359 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 52 disponíveis e 358 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 94,3% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 98,1% e a Região Seridó tem 97,5%.

 

 

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid-19 de 96,3%

Foto: (Reprodução/Regula/Sesap)

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 96,3%, registrada no fim da manhã desta segunda-feira (05). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 658.

Até o momento desta publicação são 14 leitos críticos (UTI) disponíveis e 363 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 127 disponíveis e 295 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 94,8% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 99,1% e a Região Seridó tem 97,5%.

Opinião dos leitores

  1. Esse F de Manoel deve ser de Feioso ou Futrica. Vai convesar bomba assim no Japão, o troço quer saber de tudo, deve ser daqueles que não deixa a madame falar.

  2. Sem novos leitos essa taxa NUNCA baixará. O governo do estado precisa cumprir com sua obrigação.

    1. Sem vacinas sempre teremos novas ondas de casos de covid! Mas como o governo federal do inepto entregou 10 MILHÕES de vacinas a MENOS em março e para abril já está prevendo cumprir só a METADE do prometido para o mês, só teremos essa pandemia resolvida lá para 2022, e olhe lá!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

São Paulo registra menor taxa de ocupação de UTIs desde 15 de março

Foto: CNN Brasil

O estado de São Paulo registrou sua menor taxa de ocupação de leitos de UTI para tratar a Covid-19 desde o dia 15 de março. A ocupação de leitos na região está em 89,9%. Na região metropolitana da capital paulista, o índice está em 88,5%.

É a primeira vez que o índice está abaixo de 90% desde a segunda quinzena de março. Apesar da notícia, o estado ainda tem 31.175 pessoas hospitalizadas, sendo 12.961 pacientes em leitos de Terapia Intensiva e 18.214 em enfermaria.

A última atualização dos dados foi em 31 de março.

Mortes provocadas pela pandemia no Estado

Março foi o mês mais letal da pandemia em São Paulo. Segundo dados do governo, foram registrados 15.159 novas mortes entre os dias 1º e 31. O total de casos no período foi de 428.221.

Desde o início da pandemia são 74.652 mortes e 2.469.849 casos. Os dados de março foram superiores aos registrados no pico da primeira onda. Em julho de 2020, foram de 8.234 óbitos e 260.924 casos, aumento de 84% e 64%, respectivamente.

Para tentar reduzir o número de internações, São Paulo adotou a fase emergencial do plano até o próximo dia 11, com a manutenção das restrições mais rígidas em todo o estado.

O governo também informou que decidiu antecipar a vacinação de idosos de 68 anos.

Dados nacionais

A cada cinco pessoas que morreram em decorrência da Covid-19 no Brasil, uma perdeu a vida em março de 2021. É o que mostra levantamento feito pela CNN usando dados do Ministério da Saúde. Das mortes ocorridas até aqui, 20,7% foram registradas no terceiro mês deste ano.

Com 3.869 novas mortes por Covid-19 registradas nas últimas 24 horas, o Brasil teve o recorde de maior número de mortes registradas em um dia e fechou o mês de março como o pior da pandemia no país. Segundo dados do Ministério da Saúde, foram 66.573 novas mortes e 2.197.488 apenas neste mês.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid-19 de 97,3%; Seridó tem 100%

Foto: (Reprodução/Regula/Sesap)

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 97,3%, registrada no fim da manhã desta quarta-feira (31). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 663.

Até o momento desta publicação são 10 leitos críticos (UTI) disponíveis e 355 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 96 disponíveis e 308 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 96% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 99% e a Região Seridó tem 100%.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Com vacinação em massa, Ministério da Economia aposta que taxa de poupança puxará retomada

Foto: Reuters

O recrudescimento de casos de covid-19 em 2021 e as novas restrições de locomoção impuseram um freio na recuperação da atividade econômica, mas o Ministério da Economia avalia que o Brasil terá condições de retomar o crescimento de forma mais acelerada do que em crises passadas, após a vacinação em massa da população.

A aposta é que a retomada será impulsionada pela taxa de poupança acumulada desde o início da pandemia, que atingiu seu maior valor em cinco anos. Essa poupança que ficou guardada estimularia o consumo e novos investimentos.

Na crise de 2009, como também em 2015-2016, a taxa de poupança caiu. De 2019 para 2020, ao contrário, a taxa subiu de 12,5% para 15%. Em 2014, o patamar estava em 16,1%. No ponto mais alto de uma série com dados a partir de 2000, a taxa de poupança estava em 19,3% em 2007.

A queda do consumo inerente à restrição de oferta para alguns serviços e ao receio de contaminação, além da transferência de renda promovida pelo auxílio emergencial, promoveram uma elevação da taxa de poupança que fortalecerá a recuperação posterior.

Para a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, as fontes da crise, porém, só serão sanadas de forma definitiva com a vacinação em massa da população, em especial a dos mais vulneráveis à doença.

Os dados levantados da equipe econômica sugerem que, diferentemente de crises passadas, a crise atual apresentou aumento robusto no saldo de crédito via bancos privados, elevação na taxa de poupança e redução da população ocupada mais intensa no setor informal (sem carteira de trabalho assinada).

Em nota técnica, o Ministério da Economia diz que o mercado de crédito continua robusto, sem a necessidade de aportes do governo. Esse crescimento do crédito está associado a uma maior capacidade de retomada rápida porque permitiu a preservação de empresas e da capacidade instalada.

Risco

Mas isso também significa que empresas e famílias sairão da crise mais endividadas, o que é apontado como fator de risco para a retomada, principalmente se houver alta dos juros. “Por isso, a importância de conter o risco fiscal, que é um dos fatores determinantes dos juros”, diz o secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida.

“A crise atual apresenta melhores condições de retomada do que crises passadas”, acrescenta o secretário, responsável pela área que faz as estimativas oficiais de crescimento e outros indicadores que vão embasar o Orçamento.

Ele destaca que a taxa de poupança mais alta, o crédito e o ajuste no mercado de trabalho informal sugerem que, à medida que o processo de vacinação avance, ocorra uma retomada mais forte da economia.

No mercado de trabalho, a nota diz que o BEm (Benefício Emergencial), complemento de renda paga pelo governo para quem teve o salário e jornada reduzidos ou contrato suspenso, freou a queda no emprego formal. Ao mesmo tempo, o mercado de trabalho informal tende a se recuperar mais rapidamente por ser mais flexível. Mesmo com condições diferentes, o programa será prorrogado, assim como o auxílio emergencial.

Na análise do governo, na crise de 2015-16 a redução na população ocupada veio principalmente do setor formal, com o setor informal agindo como um colchão de amortecimento. Já na crise de 2020 o grosso da redução na população ocupada veio do setor informal (principalmente em decorrência das medidas restritivas adotadas no combate à pandemia).

No ponto mais negativo da série (agosto/2020) a população ocupada caiu 12,7%, com contribuição de 8,3% dos informais e 4,4% dos formais. Isto é, a contribuição do setor informal na queda do emprego total foi quase o dobro da enfrentada no setor formal.

R7, com Estadão

Opinião dos leitores

  1. Pede pra sair todo mundo desse governo, começando pelo presidente.
    Se num aparecer ninguém interessado, chama denovo e só Deus pela misericórdia, mas do jeito que tá não dá.
    Zera o jogo e começa com outros.
    É muita especulação e nada deixa de piorar.

  2. Quem acredita nesse incompetente do Jegues?
    Acabou com o Real e fez a inflação voltar em época de recessão. É um "jenio".

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

RN registrou nesse domingo taxa de isolamento social de 51,59%, quarta maior do país

Foto: Reprodução

O Rio Grande do Norte registrou neste domingo(15) uma taxa de isolamento social de 51,59%, contra 55,40% que havia sido registrado no domingo anterior.

Segundo os números desse domingo(14) do Mapa Brasileiro da Covid, o estado ficou na quarta colocação entre os estados que tiveram mais êxito no quesito. O maior índice foi do Acre, que chegou aos 64,42%, seguido por Ceará, com 53,61%, e Rondônia, com 52,45%.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Com pandemia, RN, mais 18 estados e o DF registram taxa média de desemprego recorde em 2020, diz IBGE

FOTO: Matheus Sciamana/PhotoPress/Estadão Conteúdo

A taxa média de desemprego em 2020 foi recorde em 19 estados e no Distrito Federal, acompanhando a média nacional, que também foi recorde no ano passado. As maiores taxas foram registradas em estados do Nordeste e as menores, no Sul do país. Esses resultados decorrem dos efeitos da pandemia de covid-19 sobre o mercado de trabalho.

No intervalo de um ano, a população ocupada reduziu 7,3 milhões de pessoas no país, chegando ao menor número da série anual (86,1 milhões). Com isso, pela primeira vez, menos da metade da população em idade para trabalhar estava ocupada no país. Em 2020, o nível de ocupação foi de 49,4%.

Os dados foram divulgados hoje e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No final de fevereiro, o IBGE havia divulgado que a taxa média anual de desemprego no Brasil foi de 13,5% em 2020, a maior já registrada desde o início da série histórica em 2012. A taxa corresponde a cerca de 13,4 milhões de pessoas na fila por um trabalho no país.

Bahia tem maior taxa de desemprego

A Bahia foi o estado que registrou a maior taxa média de desemprego no ano passado, atingindo quase 20% da população. Veja abaixo as unidades da federação que registraram recorde no nível de desemprego:

Bahia (19,8%)

Alagoas (18,6%)

Sergipe (18,4%)

Rio de Janeiro (17,4%)

Roraima (16,4%)

Maranhão (15,9%)

Amazonas (15,8%)

Rio Grande do Norte (15,8%)

Acre (15,1%)

Distrito Federal (14,8%)

Paraíba (14,6%)

São Paulo (13,9%)

Ceará (13,2%)

Minas Gerais (12,5%)

Goiás (12,4%)

Rondônia (10,4%)

Mato Grosso do Sul (10%)

Mato Grosso (9,7%)

Paraná (9,4%)

Rio Grande do Sul (9,1%)

15 estados com menos da metade da população ocupada

Em 15 estados —-incluindo todos do Nordeste—-, o nível de ocupação ficou abaixo de 50% no ano passado. Em Alagoas, apenas 35,9% das pessoas em idade para trabalhar estavam ocupadas. O Rio de Janeiro também aparece nessa lista, apenas 45,4% tinham um trabalho. Já Mato Grosso foi o estado com maior nível de ocupação (58,7%) no ano passado.

Essa queda da ocupação também afetou trabalhadores informais. A taxa média de informalidade caiu de 41,1% em 2019 para 38,7% em 2020, somando ainda 39,9 milhões de pessoas. Os informais são os trabalhadores sem carteira, trabalhadores domésticos sem carteira, empregador sem CNPJ, conta própria sem CNPJ e trabalhador familiar auxiliar.

Nas regiões, a taxa média nacional de informalidade foi superada em 19 estados, variando de 39,1%, em Goiás, até 59,6% no Pará. Em sete desses estados, a taxa ultrapassou 50% e apenas São Paulo (29,6%), Distrito Federal (28,2%) e Santa Catarina (26,8%) tiveram taxas de informalidade abaixo de 30%.

A queda da informalidade não está relacionada a mais trabalhadores formais no mercado. Está relacionada ao fato de trabalhadores informais terem perdido sua ocupação ao longo do ano. Com menos trabalhadores informais na composição de ocupados, a taxa de informalidade diminui.
Adriana Beringuy, analista da Pnad Contínua

Desemprego recua só em 5 estados no 4º trimestre

No último trimestre de 2020, a taxa de desocupação —que recuou para 13,9%, depois de atingir recorde de 14,6% no terceiro trimestre— reduziu apenas em cinco estados, ficando estável nos demais.

“Quando olhamos para os dados regionalmente, vemos que a redução na taxa de desocupação não foi disseminada pela maioria das unidades da federação. Ela ficou concentrada em apenas cinco, mostrando que em vários estados ainda não se observou uma queda da desocupação”, afirmou Beringuy.

Metodologia da pesquisa

A Pnad Contínua é realizada em 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados.

Existem outros números sobre desemprego, apresentados pelo Ministério da Economia, com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Os dados são mais restritos porque consideram apenas os empregos com carteira assinada.

UOL

Opinião dos leitores

  1. O trabalhador tem que aprender a se "reinventar"! Tem muita gente ganhando mais em trabalho remoto, ou criando novas habilidades! Depende de cada um não ficar só vendo "a banda passar".

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Imperial College: Taxa de transmissão da Covid-19 no Brasil tem pequena queda

Foto: Sandro Pereira/Fotoarena / Agência O Globo

A taxa de transmissão (Rt) da Covid-19 no Brasil é de 1,02, segundo levantamento do Imperial College de Londres, divulgado nesta terça-feira. O índice representa uma pequena queda em relação ao relatório divulgado na semana passada, quando o Rt estava em 1,05, mas ainda é considerado alto.

O Rt acima de 1 indica que a doença avança sem controle no Brasil. A taxa de contágio é uma das principais referências para acompanhar a evolução epidêmica do Sars-CoV-2 no país. Quando fica abaixo de 1, o índice indica tendência de desaceleração. O Rt atual significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem a doença para outras 102.

A universidade britânica também projeta que o Brasil deve registrar 7.630 óbitos pelo novo coronavírus esta semana, um aumento em relação a anterior, quando foram contabilizadas 7.276 mortes pela doença. No pior quadro estimado, as perdas para a Covid-19 podem chegar a 7.910.

Dentro da margem do Imperial College, o Rt brasileiro pode variar de 0,95 até 1,06.

Especialistas costumam ponderar que é preciso acompanhar o Rt por um período prolongado de tempo para avaliar cenários, levando em conta o atraso nas notificações e o período de incubação do coronavírus, que chega a 14 dias. Além disso, por ser uma média nacional, a taxa de contágio não significa que a doença está avançando ou retrocedendo em todas as cidades e estados do país.

O Brasil, no entanto, apresenta um Rt acima de 1 desde dezembro. Na semana passada, a taxa de transmissão apresentou um viés de alta pela primeira vez desde a primeira quinzena de janeiro, revertendo uma tendência de oscilação negativa observada nas semanas anteriores. Agora, a taxa voltou a apresentar uma pequena queda.

Estatísticas oficiais indicam que a média móvel de mortes por Covid-19 no Brasil está 2% maior do que o cálculo de 14 dias atrás, e se mantém superior a mil há 33 dias consecutivos. Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo.

Um levantamento realizado pelo GLOBO a partir de informações das secretarias estaduais de saúde também mostrou que ao menos 12 estados brasileiros e o Distrito Federal estão com taxas de internação por Covid-19 acima de 80% nas UTIs da rede pública para a doença.

Contágio pela Covid-19

Segundo o levantamento do Imperial College, as maiores taxas de transmissão da semana foram registradas na Etiópia (Rt 1,49), Iraque (1,44) e Quênia (Rt 1,33).

Já os menores índices foram identificados na Suécia (Rt 0,29), na Suíça (Rt 0,46) e em Portugal (Rt 0,57).

Os Estados Unidos, que ultrapassaram na segunda-feira a marca de 500 mil mortes pela Covid-19, não fazem parte do levantamento.

De acordo com o relatório do Imperial College, o mundo registrou, até o dia 22 de fevereiro, mais de 110 milhões de casos de Covid-19 e mais de 2,4 milhões de mortes pela doença.

O Globo

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid de 87,9%; Grande Natal tem 91,2%

Foto: (Reprodução/Regula/Sesap)

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 87,9%, registrada no fim da manhã desta terça-feira (23). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 439.

Até o momento desta publicação são 32 leitos críticos (UTI) disponíveis e 232 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 68 disponíveis e 207 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 91,2% dos leitos críticos ocupados, a região Seridó tem 85,7% e a Região Oeste tem 82,7%

Opinião dos leitores

  1. Na verdade, começou quando a DESGOVERNADORA do estado liberou em todo o estado, as manifestações políticas, passaetas, carretas e muito mais.
    Aí agora vêm dizer que o mês vai ser o pior desde que começou a pandemia? Ela só pode está de brincadeira…

  2. Festa do Branco, Réveillon é Carnaval. Esses são os três principais problemas do aumento do número de infectados. Culpar as escolas? Kkkk é querer jogar a culpa em quem trabalhado 100% com competência.

    1. As escolas abriram desde outubro do ano passado. Reveja suas informações. Esse aumento de hoje é muito provavelmente devido à aglomerações após o período de carnaval. Só contar o número de infecções após a quarta-feira…

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

UFMG: Taxa de mortalidade de pacientes com Covid-19 em UTIs é de 50% no Brasil

Foto: Divulgação/Prefeitura do Rio

Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aponta que metade dos pacientes com Covid-19 internados em Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) acabam morrendo no Brasil. O levantamento foi feito em hospitais de cinco estados.

Além disso, de acordo com o estudo, 60% dos pacientes que precisaram utilizar o respirador acabaram morrendo por conta da doença. Mais detalhes em reportagem em vídeo AQUI.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

    1. Foi o que disse Dr Dráuzio na Globo.
      Mas essa pesquisa tem erro claro.
      Se temos 220 mil mortos e 8 milhões e 100 mil curados, não tem como metade das pessoas que passam pela UTI terminarem mortos.
      Até o leigo se procurar ver de cada 10 que vão para UTI 1 ou 2 no máximo chegam a óbito.
      Hoje a taxa de curados cresce diariamente e isso leva a entender que essa pesquisa tem erro.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Imperial College: taxa Transmissão da Covid cai no Brasil; maiores na Irlanda, Peru e Portugal

A taxa de transmissão (Rt) da Covid-19 no Brasil é de 1,08, de acordo com levantamento do Imperial College de Londres, divulgado nesta terça-feira (26). O índice representa uma queda em relação ao relatório divulgado no dia 19 de janeiro, quando o Rt estava em 1,20, mas ainda é considerado alto.

A taxa atual significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem a doença para outras 108. O Rt acima de 1, apresentado pelo Brasil há semanas, indica que a doença avança sem controle no país. Quando fica abaixo de 1, aponta tendência de estabilização.

A universidade britânica também projeta que o Brasil deve registrar 7.540 óbitos pelo novo coronavírus esta semana, enquanto na anterior foram contabilizadas 6.997 mortes.

Especialistas costumam ponderar que é preciso acompanhar o Rt por um período prolongado de tempo para avaliar cenários, levando em conta o atraso nas notificações e o período de incubação do coronavírus, que chega a 14 dias. Além disso, por ser uma média nacional, a taxa de contágio não significa que a doença está avançando ou retrocedendo em todas as cidades e estados do país.

Dentro da margem de erro calculada pelo Imperial College, o Rt brasileiro pode variar de 0,99 até 1,10. A universidade destaca, ainda, que a notificação de mortes e casos no Brasil está mudando, e “os resultados devem ser interpretados com cautela”.

Estatísticas nacionais mostram altos números de casos e mortes pela Covid-19 no país. Nesta segunda-feira (25), a média móvel foi de 1.055 óbitos pela doença, 6% maior se comparada com o cálculo de 14 dias atrás, mas a maior desde o dia 4 de agosto, quando foram registrados 1.066 óbitos em média. A informação é do boletim divulgado pelo consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Estado de S. Paulo, UOL e Folha de S. Paulo.

Contágio pelo mundo

As maiores taxas de transmissão da semana foram registradas na Irlanda (Rt 1,50), Peru (1,40), Portugal (Rt 1,39), Ruanda (Rt 1,36) e México (Rt 1,29). Os Estados Unidos não foram incluídos na análise do relatório.

Na América do Sul, além do Peru, Bolívia (Rt 1,25), Uruguai (Rt 1,24) e Venezuela (Rt 1,21) apresentam os índices mais elevados.

De acordo com o levantamento do Imperial College, o mundo registrou, até esta segunda-feira (25), mais de 97 milhões de casos de Covid-19, e mais de 2,1 milhões de mortes.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Teria evitado se os políticos sem vergonha tivessem proibido carreatas e passeatas nas eleições de novembro passado,

  2. Num poderia ter sido evitado antes? Se o presidente fosse um exemplo de responsabilidade, um líder! Ao contrário, desacreditou na ciência e ficou de babão de ovo do presidente americano, foi usado por Trump.

    1. Ele só líder para quem votou nele. A esse povo ele deve satisfação. Não precisou do seu voto para se eleger.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Imperial College: taxa de transmissão do coronavírus cai no Brasil, mas segue alta, a 1,04

Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo

A taxa de transmissão (Rt) da Covid-19 no Brasil é de 1,04, de acordo com levantamento do Imperial College de Londres, divulgado nesta terça-feira (5). Isso significa que, de acordo com a estimativa da universidade britânica, cada 100 pessoas contaminadas pela Covid-19 no país transmitem a doença para outras 104.

O índice representa uma queda em relação ao levantamento divulgado no dia 15 de dezembro, quando o Rt estava em 1,13, mas ainda é considerado alto. A taxa de transmissão é uma das principais referências para se acompanhar a evolução epidêmica do Sars-CoV-2 no Brasil. Quando está abaixo de um, indica tendência de estabilização.

O levantamento também projeta que o total de óbitos pela Covid-19 no país esta semana deve ser de 5.440, um crescimento em relação à última semana, quando a universidade contabilizou 4.923 mortes pela doença.

Especialistas ponderam que é preciso acompanhar o Rt por um período prolongado de tempo para avaliar cenários e tendências, levando em conta o atraso nas notificações e o período de incubação do novo coronavírus, que chega a 14 dias. Além disso, por ser uma média nacional, a taxa de contágio pode variar nas cidades e estados do país.

De acordo com a margem de erro calculada pela universidade britânica, que analisa países em todo o mundo, a taxa de transmissão brasileira — o país tem dimensões continentais — pode variar de 0,92 até 1,26.

O Imperial College destaca, ainda, que a notificação de mortes e casos no Brasil está mudando, e “os resultados devem ser interpretados com cautela”.

Contágio pelo mundo

As maiores taxas de transmissão da semana foram registradas em Honduras (Rt 1,78), Bolívia (Rt 1,72) e Irlanda (Rt 1,45). O índice também é alto na Dinamarca (Rt 1,36), Egito (R 1,33), África do Sul e Nigéria (1,29), Chipre (Rt 1,24), Uruguai (Rt 1,23) e Reino Unido (1,22), entre outros. Os Estados Unidos não foram incluídos na análise do relatório.

Na América do Sul, além da Bolívia, Uruguai e Brasil, também apresentam alto índices de contágio o Chile (Rt 1,16) e a Colômbia (Rt 1,08).

De acordo com o levantamento do Imperial College, o mundo registrou, até esta segunda-feira (4), mais de 83 milhões de casos de Covid-19 e mais de 1,8 milhões de mortes.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Titia Cacá está agressiva hoje. O que foi que houve? Alguém falou mal dos sobrinhos ou é porque Bozo, o Incapaz andou fazendo merda de novo?

  2. Venho essa foto do ônibus lotado, lembro do Pixuleco, ZéGado com seus amigos, todos nú em um banheiro apertado tomando banho Romano.

    1. Pixuleco termine de defecar, antes que seu esfíncter entre em falência de tanto, ser estocado pelos primos dotados.
      Cuidado mona , desse jeito você vai acabar usando bolsa de colostomia kkkk

    2. Pixu, e se fosse o PT?
      Kkkkkkkk
      Só aqui no RN, nos primeiros meses de pandemia, o governo queria onze mil.
      Kkkkkkk
      O PR empurrou cloroquina e ivermectina, o resultado é esse.
      O mandeta, queria o exército nas ruas juntando corpos.
      Kkkkkk
      Palhaços!!
      Sai do blog por alguns estantes, vá tomar um banho o dia inteiro conectado, daqui a pouco vc ta fedendo, uma inhaca que não tem cão que aguente.
      Depois va arrumar um namoro com um burro pixu, seu mal é falta de sexo.
      Rsrsrs

    3. Kkkkk ! É a mesma coisa de Caca Cacá Cacá , que é a mesma coisa de Calígula Lara os íntimos . Grande figura humana , presidente do ABSITOLA DI CACÁ . O homem dia sobrinhos musculosos . Aí papai !

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Sesap suspende, temporariamente, divulgação da taxa de transmissibilidade da covid no RN por ‘instabilidade’ que pode gerar falso cenário da pandemia

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) informa em nota nesta quinta-feira(31), que em virtude da instabilidade na captação de dados referentes à pandemia de coronavírus no RN, a divulgação da Taxa de Transmissibilidade (Rt) foi suspensa temporariamente. Essa instabilidade foi percebida a partir do dia 25 de dezembro e pode gerar um falso cenário da pandemia no estado.

A base de dados LAIS/SESAP será consolidada com todas as informações recebidas pelos municípios e retomada no dia 10 de janeiro.  As outras informações sobre a pandemia da covid-19 continuarão à disposição de todos, tanto no CoronavírusRN (https://covid.lais.ufrn.br/) como no RegulaRN (https://regulacao.saude.rn.gov.br/sala-situacao/sala_publica/) e no https://portalcovid19.saude.rn.gov.br/

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

RN registra 40 municípios em zonas de risco ou perigo para covid-19; taxa de transmissibilidade é de 0,37

Foto: Reprodução/Lais/UFRN

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta terça-feira (29). O índice que indica o potencial de transmissão da covid 19, a Rt, está em 0,37 no estado como um todo.

No Estado, 25 municípios se encontram em zona de risco, enquanto outros 15 estão em zona de perigo. Os dados são do Laboratório de Inovação Tecnológica (LAIS) da UFRN no fim da manhã. VALE DESTACAR que essa taxa tem grande variação ao decorrer do dia, e pode ser conferida a situação em tempo real conforme link no fim do post.

A Taxa de Transmissibilidade, ou Taxa Rt para ser mais simples, é um dos indicadores utilizados para medir a evolução de uma doença endêmica. De forma simples, essa taxa indica quantas pessoas podem ser infectadas a partir de uma pessoa já doente.

Para exemplificar suponha o Rt = 2, isso significa dizer que, estatisticamente falando, uma pessoa doente contaminará duas saudáveis. O ideal então é que esta taxa se mantenha o mais próximo possível de zero.

NÚMEROS EM TEMPO REAL AQUI.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Taxa de desemprego cai para 14,3% em outubro, na primeira queda do ano

Foto: Agência O Globo

A taxa de desemprego em outubro caiu para 14,3% no trimestre encerrado em outubro, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnadc), divulgada nesta terça-feira pelo IBGE. É a primeira queda no ano. Ainda assim, são mais de 14,1 milhões à procura de uma ocupação.

Em setembro, a taxa estava em 14,6%. Em relação ao trimestre encerrado em julho, a taxa subiu, com mais 931 mil desempregados.

Temporário. Número de contratos de traballho de curta duração sobem 37% de março a outubro.

O IBGE estimou que houve alta de 2,3 milhões no número de ocupados, que continua caindo quando a comparação é feita com 2019. Desde o início da pandemia, os cortes de vagas superam 10% a cada trimestre frente ao mesmo período do ano passado.

Com isso, o Brasil tem hoje pouco mais de 48% da população em idade de trabalhar empregada, mostrando o tamanho da crise no mercado de trabalho.

A informalidade que vinha caindo, reflexo da dificuldade dos trabalhadores por conta própria de exercer suas atividades com o distanciamento social, voltou a subir com o relaxamento da quarentena. Em setembro, eram 31 milhões de conta própria e sem carteira, no primeiro mês que esse indicador subiu.

Em outubro, nova alta. São 32,7 milhões na informalidade, 38,8% da mão de obra ocupada no Brasil.

A taxa de subutilização de trabalhadores, a parcela da força de trabalho que tem jornada menor do que gostaria, está desempregada ou desalentada, caiu para 29,5%.

Especialistas estimam que a taxa de desemprego deve avançar para perto de 16% na média de 2021, com os trabalhadores que perderam emprego na pandemia entrando novamente na fila por uma vaga.

O isolamento social impediu que esses desempregados voltassem ao mercado, mantendo a taxa de desemprego abaixo do que a crise indicava.

Emprego com carteira reage

O emprego com carteira assinada reagiu em outubro, começando a refletir a melhoria que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), registro administrativo de admissões e demissões do Ministério da Economia, já vinha mostrando.

Em 2020, é a primeira vez que a Pnad capta alta no emprego formal. Foram 384 mil a mais de trabalhadores com carteira na Pnad.

Houve criação de 414,5 mil vagas com carteira assinada em novembro, de acordo com o Caged, a maior alta desde 1992, ano inicial do cadastro. Foi o quinto mês seguido em que o número de contratações com carteira assinada superou o de demissões.

Com a série de dados positivos, o saldo acumulado em 2020 ficou positivo pela primeira vez e chegou a 227.025 empregos criados ao longo do ano.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Manoel venha para o lado de cá, vc só tem que ter consciência que vai virar o lado do disco e obviamente trabalhar.

  2. Se nosso presidente "entrasse na onda" dos lacradores chiliquentos do "fique em casa" e "a economia se vê depois", só Deus sabe onde estaríamos agora…Obg Bolsonaro!!!

  3. Ainda é recorde.
    Apertem os cintos que 2021 está chegando.
    Que Deus tenha misericórdia de nós.

  4. PARABÉNS PRESIDENTE BOLSONARO, a sua preocupação constante com a ECONOMIA começa a mostrar resultados.
    Enquanto muitos influenciados pelo PÂNICO difundido pela mídia lixo não enxergavam a importância da questão, o PRESIDENTE corajosamente alertava para a necessidade de salvar os empregos e a economia do país.
    A sua atenção constante para a questão começa a dá bons resultados, e mostram que o país vai conseguir superar a pandemia sem quebrar toda a economia, salvando muitos empregos e evitando assim a miséria, a fome, e vários outros males decorrentes.

    1. Para os SERVIDORES PÚBLICOS que vivem em um mundo paralelo, ganhando em casa, sem frequentar o trabalho, sem ter que lutar para garantir o pão de cada dia, as custas da SOCIEDADE que segue trabalhando e se arriscando mesmo em plena pandemia, é FÁCIL não reconhecer a importância da preocupação com os empregos e a economia.
      O mundo real é outro, é de trabalho, de ônibus lotado, de cumprir expediente, de enfrentar as adversidades impostas pela pandemia para garantir o emprego. É no mundo real que as ações do PRESIDENTE são reconhecidas.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Taxa de transmissão da Covid-19 cresce no Brasil e país registrará mais mortes, diz Imperial College

Enterro de vítima da Covid-19 no cemitério São João Baptista, no Caju, Zona Portuária do Rio, na última quinta-feira (3) Foto: Hermes de Paula / Agencia O Glob / Agência O Globo

A taxa média de transmissão (Rt) da Covid-19 no Brasil foi de 1,14 na última semana, segundo cálculo do Imperial College de Londres. O levantamento da universidade britânica foi divulgado nesta terça-feira (8) e inclui números compilados até ontem. O índice brasileiro cresceu 0,12 em relação à semana passada, quando havia oscilado para baixo, e projeta um aumento expressivo de mortes nos próximos sete dias.

Embora ainda esteja mais baixo do que os números observados há duas semanas, o Rt acima de 1,0 indica que a doença avança sem controle no país. O atual índice, também chamado de R0, indica que cada 100 pessoas contaminadas contagiam outras 112. A taxa de contágio é uma das principais referências para acompanhar a evolução epidêmica do Sars-CoV-2 no Brasil. Quando fica abaixo de 1, o índice indica tendência de estabilização.

O Imperial College projeta que o Brasil registrará 4.620 mortes pelo novo coronavírus nesta semana, um aumento de 630 óbitos em relação à última semana. Na margem do Rt estimada, as perdas para a Covid-19 podem chegar a 4.970 no pior cenário.

O número supera por larga margem países europeus que enfrentam uma segunda onda, como a França (2.360), o Reino Unido (3.130 vítimas fatais na próxima semana) e fica atrás da Itália (5.380). A taxa de transmissão brasileira também é maior do que a a italiana (1,03), britânica (0,98) e francesa (0,79).

Especialistas costumam ponderar que é preciso acompanhar o Rt por um período prolongado de tempo para avaliar cenários, levando em conta o atraso nas notificações e o período de incubação do coronavírus, que chega a 14 dias. Além disso, por ser uma média nacional, a taxa de contágio não significa que a doença está avançando ou retrocedendo em todas as cidades e estados do país.

De toda maneira, o Brasil vê os casos de Covid-19 e as mortes pela doença crescerem há aproximadamente um mês. Na última segunda-feira, após 58 dias, a média móvel de óbitos pelo novo coronavírus no país voltou a ficar acima de 600, segundo o consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Estado de S. Paulo, UOL e Folha de S. Paulo.

Dentro da margem da universidade britânica, o Rt brasileiro pode variar de 1,09 até 1,24. O Brasil aparece à frente de outros países sul-americanos que também enfrentam momentos delicados com a Covid-19, como a Argentina (0,89) e Colômbia (1,01).

Os maiores índices levantados pelo Imperial College são da Eslovênia (1,39), Letônia (1,38), Coreia do Sul (1,38), Japão (1,37) e Finlândia (1,35). Estes países, no entanto, registram índices muito baixos de mortes, indicando que a capacidade de resposta ao crescimento dos casos tem sido positiva.

O Globo

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *