Saúde

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid de 93,7%

Foto: (Reprodução/Regula/Sesap)

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 93,7%, registrada no fim da manhã desta segunda-feira(10). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 638.

Até o momento desta publicação são 25 leitos críticos (UTI) disponíveis e 369 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 147 disponíveis e 269 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 90,7% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 99,1% e a Região Seridó tem 97,5%.

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Saúde

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid de 90,5%; Grande Natal tem 87,9%

Foto: (Reprodução/Regula/Sesap)

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 90,5%, registrada no fim da manhã desta quarta-feira(05). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 614.

Até o momento desta publicação são 37 leitos críticos (UTI) disponíveis e 351 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 138 disponíveis e 263 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 87,9% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 94,1% e a Região Seridó tem 97,5%.

Opinião dos leitores

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Finanças

Governo divulga datas para pedir isenção de taxa de inscrição no Enem

Foto: © Marcello Casal jr/Agência Brasil

O candidato que quiser pedir isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) neste ano deve se inscrever entre os dias 17 e 28 de maio. As datas foram divulgadas em edital publicado ontem (3) no Diário Oficial da União (DOU) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Pela primeira vez, o Inep publicou um edital separado somente para os pedidos de isenção na taxa. As datas para a inscrição no Enem e também os dias de prova da edição 2021 ainda não foram divulgados.

Aqueles que se inscreveram e faltaram à última edição do Enem também poderão justificar a ausência entre os dias 17 e 28 de maio. O procedimento é necessário para solicitar isenção na taxa da próxima edição do exame.

Pelo cronograma divulgado, o resultado dos pedidos de isenção e das justificativas de ausência serão divulgados em 9 de junho. O período de recurso será entre 14 e 16 de junho, e o resultado dos recursos serão divulgados em 25 de junho.

O Inep alerta que mesmo aqueles que tiverem a isenção concedida precisam realizar nova inscrição no Enem, quando estas forem abertas, em data ainda a ser divulgada.

Os critérios para pedir isenção na taxa de inscrição são os seguintes:

– estar cursando a última série do ensino médio no ano de 2021, em qualquer modalidade de ensino, em escola da rede pública;

– ter cursado todo o ensino médio em escola da rede pública ou ser bolsista integral na rede privada, além de ter renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio;

– ou declarar situação de vulnerabilidade socioeconômica, por ser membro de família de baixa renda e que esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), desde que informe o seu Número de Identificação Social (NIS) único e válido.

Agência Brasil

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Saúde

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid-19 de 93,2%

Foto: (Reprodução/Regula/Sesap)

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 93,2%, registrada no fim da manhã desta terça-feira (27). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 648.

Até o momento desta publicação são 25 leitos críticos (UTI) disponíveis e 341 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 83 disponíveis e 307 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 94,2% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 99% e a Região Seridó tem 72,5%.

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Saúde

Taxa de transmissão da Covid-19 no Brasil cai abaixo de 1 pela primeira vez desde novembro, diz Imperial College

Foto: Hermes de Paula / Agência O Globo

A taxa de transmissão (Rt) da Covid-19 no Brasil caiu para 0,93, de acordo com levantamento semanal do Imperial College de Londres, atualizado nesta terça-feira. O índice estava acima de 1, situação definida como “fora de controle”, desde dezembro. Quando fica abaixo de 1, a taxa indica tendência de desaceleração do contágio.

No relatório divulgado na terça-feira passada, o Rt brasileiro estava em 1,06.

O índice atual significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem a doença para outras 93. Dentro da margem de erro calculada pela universidade britânica, a taxa de transmissão brasileira pode variar de 0,80 até 0,95.

Essa é uma das principais referências para acompanhar a evolução epidêmica do Sars-CoV-2 no país. No entanto, especialistas costumam ponderar que é preciso acompanhar a taxa de transmissão por um período prolongado de tempo para avaliar cenários, levando em conta o atraso nas notificações e o período de incubação do coronavírus, que chega a 14 dias.

Por ser uma média nacional, o índice também não indica que a doença esteja avançando ou retrocedendo da mesma forma nas diversas cidades, estados e regiões do país.

O Imperial College também projeta que o Brasil deve registrar 16.800 óbitos pela Covid-19 nesta semana, uma queda em relação à anterior, quando foram contabilizadas 17.667 mortes pela doença.

Estatísticas nacionais apontam que, na segunda-feira, a média móvel de mortes pela Covid-19 no Brasil foi de 2.451 óbitos, 20% menor que o cálculo de duas semanas atrás, o que demonstra uma tendência de queda. A informação é do boletim do consórcio formado por veículos da imprensa.

A “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Pela primeira vez desde a criação do consórcio, nenhum estado apresentou tendência de alta nas mortes pela doença.

Contágio pelo mundo

A maior taxa de transmissão da Covid-19 da semana estimada pela universidade britânica foi na Índia (Rt 1,69), que enfrenta colapso do sistema de saúde em meio a recordes diários de casos.

Em seguida estão Argélia (Rt 1,50) e Afeganistão (Rt 1,49).

Já os menores índices foram identificados na Suécia (Rt 0,40), Espanha (Rt 0,60) e Suíça (Rt 0,65).

De acordo com o levantamento do Imperial College, o mundo registrou, até a segunda-feira, dia 26 de abril, 146 milhões de casos de Covid-19, e mais de 3 milhões de óbitos.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. A esquerda vive de mentiras . Acusa os adversários do que eles são. Toda a esquerda no impeachment de DILMA admitiu que as falcatruas aconteciam na sala ao lado da presidência . Mais que Dilma não sabia.
    Ou seja, os ladrões admitiram ser ladrões, mais os alienados ou mamadores de tetas não admitem.

  2. –quando foi a última vez que vc ouviu falar em corrupção em escala nas empresas estatais.

    –quando foi a última vez que vc viu nos jornais a notícia de contratos Bilionários do governo com SUSPEITA DE SUPER FATURAMENTO

    –qual o ministro desse governo que foi afastado por suspeita de desvio de verbas em pleno exercício.

    — quem desviou verbas nessa Pandemia . O governo federal ou Estados e municípios.

    1. Ricardo Barros, Chico Rodrigues, Ricardo Salles, Onix Lorenzoni, Marcelo Álvaro, Michele Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Queiroz….
      Procure saber.

    2. Vc, que está jogando lama em pessoas inocentes, é que tem obrigação de provar, Aluísio. Tenha juízo, responsabilidade. O único crime visível aqui é o cometido por vc.

    3. Aluísio, vc vai matar esses Bolsoloídes do coração. kkkkkkkkkkkk. Tem que mentir ômi, eles só acreditam em mentiras, vc falou só a verdade, ai lascou. kkkkkkkk

    4. Aloísio é esquerda fakenews.
      Defensor de Lula do mensalão e do petrolao, sai jogando merda no ventilador.
      Chico Rodrigues, por exemplo, não faz parte do governo.
      E o caso dele é algo específico e nada ligado ao governo diferente do mensalão e do petrolao que era o braço direito do presidente da República mandando pagar propina a deputados para comprar votos ou distribuindo diretorias na Petrobras para desviar dinheiro da estatal.

    5. Adianta discutir com esses alienados não, Aluísio…perca seu tempo não.

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Saúde

Cipriano defende decreto e diz que somente avanço de vacinas poderá criar cenário assistencial mais confortável no RN; subsecretária explica reserva técnica

Fotos: Elisa Elsie

Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (23), o Governo do RN anunciou a redução da taxa de ocupação de leitos, que no final da manhã era de 88,3% – este percentual não era obtido há mais de cinquenta dias.

“Isso é o reflexo da ampliação da rede assistencial de forma regionalizada e também das medidas de distanciamento social”, apontou a secretária adjunta da saúde, Maura Sobreira. Hoje o Rio Grande do Norte possui cadastrados no portal Regula RN um total de 876 leitos Covid, sendo 411 de UTI e 465 leitos clínicos. De acordo com Maura, 80% destes leitos são geridos pelo Estado do RN e existem leitos de UTI em todas as regiões de saúde do estado. A expectativa é que nos próximos dez dias sejam abertos mais 31 leitos de UTI Covid.

“O Governo segue apoiando os municípios com insumos e suporte de oxigênio. Estamos com a situação sob controle, já que montamos um protocolo para transferências e transporte de pacientes”, explicou.

De acordo com o secretário estadual de saúde, Cipriano Maia, apesar de todas as ações para conter a pandemia, o RN ainda mantém uma média de 700 novos casos por dia da doença. “Ainda precisamos manter as medidas de distanciamento. A renovação dos decretos é para que possamos continuar protegendo vidas. Somente com o avanço das vacinas é que poderemos ter um cenário assistencial mais confortável”, afirmou.

Desde o início da pandemia o RN já contabiliza 215.824 casos confirmados de Covid-19 além de 5.254 óbitos.

VACINAS

Foto: Elisa Elsie

A subsecretária de planejamento e gestão da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Lyane Ramalho, reforçou o compromisso e transparência do Governo do RN em todo o processo de vacinação da população.

Desde 18 de janeiro, quando chegaram as primeiras remessas de imunizantes, a Sesap vem mantendo a distribuição para os municípios de forma célere, em menos de 24 horas, com o apoio das forças de segurança do estado.

Com as novas doses que chegaram ao RN nesta sexta-feira (23), o estado alcança a marca de 895.490 doses recebidas. Hoje foram recebidas 51,4 mil doses, sendo 10,4 mil doses da CoronaVac/Butantan e 41 mil da Oxford/Fiocruz.

As doses, seguindo a orientação do Ministério da Saúde, são destinadas à vacinação com a segunda dose de idosos entre 60 e 69 anos, trabalhadores da saúde e agentes das forças de segurança e salvamento e Forças Armadas que atuam na linha de frente do combate à pandemia, e primeira dose para os agentes de segurança que ainda não foram imunizados e ampliação da imunização entre os idosos.

RESERVA TÉCNICA

“Precisamos lembrar que o Ministério da Saúde preconiza a separação de 5% de todas as doses recebidas para uma reserva técnica, para o caso de quebra de frascos, ou lotes com defeito. Recentemente precisamos repor para 74 municípios mais de 3 mil doses que foram retiradas desta reserva técnica”, disse Lyane.

Em audiência realizada ontem (22) com a presença do Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, Conselho Estadual de Saúde (CES), Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems) e Secretaria de Saúde do município de Natal, ficou definido como se dará a distribuição de doses da reserva técnica de forma equivalente para todos os municípios do estado.

Hoje o estado conta com 19.461 doses para reserva técnica. A Sesap irá disponibilizar um total de 10.000 doses para todos os municípios do RN, sendo 2.880 doses somente para o município de Natal.

Em contrapartida, através de um Termo de Ajustamento de Conduta ficou definido que o município de Natal irá inserir todos os dados de doses já aplicadas no sistema RN Mais Vacina, publicar um cronograma de vacinação para a população, além de não utilizar dose 2, como dose 1.

Opinião dos leitores

  1. Finalidades dos decretos:
    – Liberdade de gastos( comprar tudo , gastar sem limites e sem transparência);
    -Mostrar que está fazendo alguma coisa( resultados de marketing e psicológicos);
    -Destruição da economia ( empresários são os únicos que fecham e cumprem os decretos);
    -Fiscalização zero(Apenas em cima do comércio, população fazendo festas particulares e indo a onde quer);
    -Demanda reduzida( Óbitos, aberturas dos leitos que foram fechados e finalização do ciclo 2 onda covid);
    -Comprovação científica ( resultados idênticos onde NÃO teve lockdoaw);
    -Resultados ( mesmo após toques de recolher, fechamentos, lockdoaw e outros, as mortes e infecções continuaram até termiar o 2 ciclo da pandemia);
    – Subjetividade hipotética ( se NÃO fosse lockdoaw, seria pior…kkkkk piada futurista);
    -Científico: Distanciamento de 1,5 m, uso de máscaras, lavagem ou desinfecção das mãos, evitar contatos com pessoas estranhas, evitar aglomeração em setores fechados e vacinação, esses reduzem as possibilidades e probabilidades da peste….o resto, é munganga e conversa de politiqueiro… O mal gestor, o político corrupto de todos os partidos e a covid matam….

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Geral

Taxa de pacientes curados da Covid-19 atinge 76% no Hospital Zona Sul em Natal

Foto: Manoel Barbosa/Secom

Desde o início da sua operação, no final de fevereiro, o Hospital de Campanha da Zona Sul, uma das unidades exclusivas montadas pela Prefeitura de Natal para tratar os infectados pelo novo coronavírus, já recebeu 46 pacientes. Desse universo, nenhum óbito foi registrado até o momento, computando 35 altas médicas e 11 transferências de doentes que necessitam continuar o tratamento em hospitais de alta complexidade. De acordo com os dados, 76% das pessoas que passam pelo local são curadas.

A direção do Hospital celebra a taxa de altas, destacando o minucioso trabalho e empenho de toda a equipe de médicos, enfermeiros, técnicos, fisioterapeutas, psicólogos, farmacêuticos, assistentes sociais, pessoal da área administrativa que atuam na unidade. De acordo com o diretor-geral do HZS, Edney Agra, disse que o diferencial está na abordagem em tempo hábil realizada em cada paciente, trabalhando para evitar o agravamento do quadro infeccioso e uma eventual intubação.

“Essa é uma unidade pensada para atender pacientes no estágio intermediário da doença, oriundos das nossas Unidades de Pronto-atendimento, Unidades Básicas e Centros Covid. Ao chegarem aqui são acolhidas por nossa equipe multidisciplinar, iniciamos logo nossos protocolos de atendimento, acompanhando os pacientes de maneira eficaz e graças a esse esforço estamos obtendo grandes resultados. Isso é muito gratificante para todos nós”, explicou Edney.

Alegria e alívio

Quem viveu a alegria de receber alta foi o autônomo Djeferson Bezerra, 32. Morador de Extremoz, ele chegou à unidade classificado como um paciente bem grave pela UPA Potengi, com pulmões em 75% de comprometimento e com muita dificuldade para respirar. Ele conta que temeu muito pela sua vida, mas logo que recebeu os primeiros cuidados no hospital recuperou as esperanças e, após sete dias, venceu a Covid-19.

“Fiquei muito aflito e pensei que não iria sair dessa. Agradeço demais o tratamento recebido aqui no Hospital. Abaixo de Deus, toda a equipe foi fundamental para o sucesso do meu tratamento. Hoje saio daqui feliz, doido para reencontrar minha família e eternamente grato aos profissionais da saúde”, finalizou, emocionado.

Ambiente de otimismo

O diretor técnico do Hospital, Raiff Villarim, relata que a atmosfera de otimismo criada no hospital também contribui muito para essa alta taxa de pacientes curados. Ele ressalta que o fator psicológico é fundamental para o sucesso no tratamento. “Muitos desses pacientes, antes de virem para cá, estavam em poltronas mal acomodadas e sem os devidos cuidados. Ao chegarem aqui, se instalam em leitos confortáveis, com todo o suporte, recebem um retorno positivo dos outros pacientes e mudam o pensamento, ajudando sobremaneira ao trabalho da nossa equipe”, detalhou.

A aposentada Maria da Glória, 71, precisou ficar um pouco mais de tempo no hospital, pois, com muitas comorbidades, necessitou de mais cuidados. Idosa, ex-fumante e com enfisema pulmonar, a Covid-19 a atacou de forma agressiva. Por todo esse quadro e por ser uma paciente bem espirituosa, ela logo ganhou a simpatia da equipe de profissionais do hospital e não conteve a emoção ao receber alta. “Ganhei muitas filhas e filhos durante o tratamento. Não me faltou nada aqui. Hoje estou muito satisfeita e pronta para retornar para o convívio da minha família. O que fizeram por mim nesse hospital não tem preço que pague”, contou ela.

O diretor da unidade Edney Agra conta ainda que o trabalho no Hospital de Campanha da Zona Sul vai ser otimizado, após a instalação da usina de oxigênio na última sexta-feira (16). Além disso, o departamento de engenharia da secretaria municipal de Saúde está finalizando ainda esta semana a instalação do sistema de fluxo de ar comprimido no local. Atualmente, a unidade opera com 41 leitos, sendo inicialmente 33 leitos de enfermaria clínica, quatro semi-intensivos, dois de estabilização e dois de admissão, mas o prédio tem capacidade para abrigar até 50 leitos.

“Esse modelo de hospital precisa ser replicado em todo Brasil e tem se mostrado um grande acerto da Prefeitura de Natal. A doença precisa ser combatida desde o início, oferecendo aos pacientes uma abordagem em tempo hábil que evite o agravamento da doença. É o que estamos fazendo aqui com muito sucesso”, apontou.

Rede

Leitos exclusivos para tratamento da Covid-19 montados pela Prefeitura de Natal conta atualmente com:

Hospital Municipal de Natal: 23 leitos de UTI e 31 leitos de enfermaria; Hospital de Campanha: 38 leitos de UTI e 100 leitos clínicos;

Hospital dos Pescadores: 30 leitos clínicos;

Hospital Natal Sul: 33 leitos clínicos e 4 semi-intensivos.

Opinião dos leitores

  1. Quem sabe, muitos óbitos no Brasil não decorrem da falta de atendimento adequado???
    Às vezes é coisa simples como esse aí
    Não é UTI.
    Se a pessoa chega no início e recebe algum tratamento tipo oxigênio talvez já melhore ou previna a piora. .

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Diversos

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid-19 de 94,7%; Oeste tem 100%

Foto: (Reprodução/Regula/Sesap)

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 94,7%, registrada no fim da manhã desta terça-feira (20). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 667.

Até o momento desta publicação são 20 leitos críticos (UTI) disponíveis e 355 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 99 disponíveis e 312 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 94,3% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 100% e a Região Seridó tem 82,5%.

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Saúde

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid-19 de 95,7%

Foto: (Reprodução/Regula/Sesap)

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 95,7%, registrada no fim da manhã desta quarta-feira (14). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 717.

Até o momento desta publicação são 16 leitos críticos (UTI) disponíveis e 359 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 52 disponíveis e 358 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 94,3% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 98,1% e a Região Seridó tem 97,5%.

 

 

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Saúde

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid-19 de 96,3%

Foto: (Reprodução/Regula/Sesap)

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 96,3%, registrada no fim da manhã desta segunda-feira (05). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 658.

Até o momento desta publicação são 14 leitos críticos (UTI) disponíveis e 363 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 127 disponíveis e 295 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 94,8% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 99,1% e a Região Seridó tem 97,5%.

Opinião dos leitores

  1. Esse F de Manoel deve ser de Feioso ou Futrica. Vai convesar bomba assim no Japão, o troço quer saber de tudo, deve ser daqueles que não deixa a madame falar.

  2. Sem novos leitos essa taxa NUNCA baixará. O governo do estado precisa cumprir com sua obrigação.

    1. Sem vacinas sempre teremos novas ondas de casos de covid! Mas como o governo federal do inepto entregou 10 MILHÕES de vacinas a MENOS em março e para abril já está prevendo cumprir só a METADE do prometido para o mês, só teremos essa pandemia resolvida lá para 2022, e olhe lá!

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Saúde

São Paulo registra menor taxa de ocupação de UTIs desde 15 de março

Foto: CNN Brasil

O estado de São Paulo registrou sua menor taxa de ocupação de leitos de UTI para tratar a Covid-19 desde o dia 15 de março. A ocupação de leitos na região está em 89,9%. Na região metropolitana da capital paulista, o índice está em 88,5%.

É a primeira vez que o índice está abaixo de 90% desde a segunda quinzena de março. Apesar da notícia, o estado ainda tem 31.175 pessoas hospitalizadas, sendo 12.961 pacientes em leitos de Terapia Intensiva e 18.214 em enfermaria.

A última atualização dos dados foi em 31 de março.

Mortes provocadas pela pandemia no Estado

Março foi o mês mais letal da pandemia em São Paulo. Segundo dados do governo, foram registrados 15.159 novas mortes entre os dias 1º e 31. O total de casos no período foi de 428.221.

Desde o início da pandemia são 74.652 mortes e 2.469.849 casos. Os dados de março foram superiores aos registrados no pico da primeira onda. Em julho de 2020, foram de 8.234 óbitos e 260.924 casos, aumento de 84% e 64%, respectivamente.

Para tentar reduzir o número de internações, São Paulo adotou a fase emergencial do plano até o próximo dia 11, com a manutenção das restrições mais rígidas em todo o estado.

O governo também informou que decidiu antecipar a vacinação de idosos de 68 anos.

Dados nacionais

A cada cinco pessoas que morreram em decorrência da Covid-19 no Brasil, uma perdeu a vida em março de 2021. É o que mostra levantamento feito pela CNN usando dados do Ministério da Saúde. Das mortes ocorridas até aqui, 20,7% foram registradas no terceiro mês deste ano.

Com 3.869 novas mortes por Covid-19 registradas nas últimas 24 horas, o Brasil teve o recorde de maior número de mortes registradas em um dia e fechou o mês de março como o pior da pandemia no país. Segundo dados do Ministério da Saúde, foram 66.573 novas mortes e 2.197.488 apenas neste mês.

CNN Brasil

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Saúde

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid-19 de 97,3%; Seridó tem 100%

Foto: (Reprodução/Regula/Sesap)

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 97,3%, registrada no fim da manhã desta quarta-feira (31). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 663.

Até o momento desta publicação são 10 leitos críticos (UTI) disponíveis e 355 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 96 disponíveis e 308 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 96% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 99% e a Região Seridó tem 100%.

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Economia

Com vacinação em massa, Ministério da Economia aposta que taxa de poupança puxará retomada

Foto: Reuters

O recrudescimento de casos de covid-19 em 2021 e as novas restrições de locomoção impuseram um freio na recuperação da atividade econômica, mas o Ministério da Economia avalia que o Brasil terá condições de retomar o crescimento de forma mais acelerada do que em crises passadas, após a vacinação em massa da população.

A aposta é que a retomada será impulsionada pela taxa de poupança acumulada desde o início da pandemia, que atingiu seu maior valor em cinco anos. Essa poupança que ficou guardada estimularia o consumo e novos investimentos.

Na crise de 2009, como também em 2015-2016, a taxa de poupança caiu. De 2019 para 2020, ao contrário, a taxa subiu de 12,5% para 15%. Em 2014, o patamar estava em 16,1%. No ponto mais alto de uma série com dados a partir de 2000, a taxa de poupança estava em 19,3% em 2007.

A queda do consumo inerente à restrição de oferta para alguns serviços e ao receio de contaminação, além da transferência de renda promovida pelo auxílio emergencial, promoveram uma elevação da taxa de poupança que fortalecerá a recuperação posterior.

Para a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, as fontes da crise, porém, só serão sanadas de forma definitiva com a vacinação em massa da população, em especial a dos mais vulneráveis à doença.

Os dados levantados da equipe econômica sugerem que, diferentemente de crises passadas, a crise atual apresentou aumento robusto no saldo de crédito via bancos privados, elevação na taxa de poupança e redução da população ocupada mais intensa no setor informal (sem carteira de trabalho assinada).

Em nota técnica, o Ministério da Economia diz que o mercado de crédito continua robusto, sem a necessidade de aportes do governo. Esse crescimento do crédito está associado a uma maior capacidade de retomada rápida porque permitiu a preservação de empresas e da capacidade instalada.

Risco

Mas isso também significa que empresas e famílias sairão da crise mais endividadas, o que é apontado como fator de risco para a retomada, principalmente se houver alta dos juros. “Por isso, a importância de conter o risco fiscal, que é um dos fatores determinantes dos juros”, diz o secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida.

“A crise atual apresenta melhores condições de retomada do que crises passadas”, acrescenta o secretário, responsável pela área que faz as estimativas oficiais de crescimento e outros indicadores que vão embasar o Orçamento.

Ele destaca que a taxa de poupança mais alta, o crédito e o ajuste no mercado de trabalho informal sugerem que, à medida que o processo de vacinação avance, ocorra uma retomada mais forte da economia.

No mercado de trabalho, a nota diz que o BEm (Benefício Emergencial), complemento de renda paga pelo governo para quem teve o salário e jornada reduzidos ou contrato suspenso, freou a queda no emprego formal. Ao mesmo tempo, o mercado de trabalho informal tende a se recuperar mais rapidamente por ser mais flexível. Mesmo com condições diferentes, o programa será prorrogado, assim como o auxílio emergencial.

Na análise do governo, na crise de 2015-16 a redução na população ocupada veio principalmente do setor formal, com o setor informal agindo como um colchão de amortecimento. Já na crise de 2020 o grosso da redução na população ocupada veio do setor informal (principalmente em decorrência das medidas restritivas adotadas no combate à pandemia).

No ponto mais negativo da série (agosto/2020) a população ocupada caiu 12,7%, com contribuição de 8,3% dos informais e 4,4% dos formais. Isto é, a contribuição do setor informal na queda do emprego total foi quase o dobro da enfrentada no setor formal.

R7, com Estadão

Opinião dos leitores

  1. Pede pra sair todo mundo desse governo, começando pelo presidente.
    Se num aparecer ninguém interessado, chama denovo e só Deus pela misericórdia, mas do jeito que tá não dá.
    Zera o jogo e começa com outros.
    É muita especulação e nada deixa de piorar.

  2. Quem acredita nesse incompetente do Jegues?
    Acabou com o Real e fez a inflação voltar em época de recessão. É um "jenio".

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Diversos

RN registrou nesse domingo taxa de isolamento social de 51,59%, quarta maior do país

Foto: Reprodução

O Rio Grande do Norte registrou neste domingo(15) uma taxa de isolamento social de 51,59%, contra 55,40% que havia sido registrado no domingo anterior.

Segundo os números desse domingo(14) do Mapa Brasileiro da Covid, o estado ficou na quarta colocação entre os estados que tiveram mais êxito no quesito. O maior índice foi do Acre, que chegou aos 64,42%, seguido por Ceará, com 53,61%, e Rondônia, com 52,45%.

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Economia

Com pandemia, RN, mais 18 estados e o DF registram taxa média de desemprego recorde em 2020, diz IBGE

FOTO: Matheus Sciamana/PhotoPress/Estadão Conteúdo

A taxa média de desemprego em 2020 foi recorde em 19 estados e no Distrito Federal, acompanhando a média nacional, que também foi recorde no ano passado. As maiores taxas foram registradas em estados do Nordeste e as menores, no Sul do país. Esses resultados decorrem dos efeitos da pandemia de covid-19 sobre o mercado de trabalho.

No intervalo de um ano, a população ocupada reduziu 7,3 milhões de pessoas no país, chegando ao menor número da série anual (86,1 milhões). Com isso, pela primeira vez, menos da metade da população em idade para trabalhar estava ocupada no país. Em 2020, o nível de ocupação foi de 49,4%.

Os dados foram divulgados hoje e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No final de fevereiro, o IBGE havia divulgado que a taxa média anual de desemprego no Brasil foi de 13,5% em 2020, a maior já registrada desde o início da série histórica em 2012. A taxa corresponde a cerca de 13,4 milhões de pessoas na fila por um trabalho no país.

Bahia tem maior taxa de desemprego

A Bahia foi o estado que registrou a maior taxa média de desemprego no ano passado, atingindo quase 20% da população. Veja abaixo as unidades da federação que registraram recorde no nível de desemprego:

Bahia (19,8%)

Alagoas (18,6%)

Sergipe (18,4%)

Rio de Janeiro (17,4%)

Roraima (16,4%)

Maranhão (15,9%)

Amazonas (15,8%)

Rio Grande do Norte (15,8%)

Acre (15,1%)

Distrito Federal (14,8%)

Paraíba (14,6%)

São Paulo (13,9%)

Ceará (13,2%)

Minas Gerais (12,5%)

Goiás (12,4%)

Rondônia (10,4%)

Mato Grosso do Sul (10%)

Mato Grosso (9,7%)

Paraná (9,4%)

Rio Grande do Sul (9,1%)

15 estados com menos da metade da população ocupada

Em 15 estados —-incluindo todos do Nordeste—-, o nível de ocupação ficou abaixo de 50% no ano passado. Em Alagoas, apenas 35,9% das pessoas em idade para trabalhar estavam ocupadas. O Rio de Janeiro também aparece nessa lista, apenas 45,4% tinham um trabalho. Já Mato Grosso foi o estado com maior nível de ocupação (58,7%) no ano passado.

Essa queda da ocupação também afetou trabalhadores informais. A taxa média de informalidade caiu de 41,1% em 2019 para 38,7% em 2020, somando ainda 39,9 milhões de pessoas. Os informais são os trabalhadores sem carteira, trabalhadores domésticos sem carteira, empregador sem CNPJ, conta própria sem CNPJ e trabalhador familiar auxiliar.

Nas regiões, a taxa média nacional de informalidade foi superada em 19 estados, variando de 39,1%, em Goiás, até 59,6% no Pará. Em sete desses estados, a taxa ultrapassou 50% e apenas São Paulo (29,6%), Distrito Federal (28,2%) e Santa Catarina (26,8%) tiveram taxas de informalidade abaixo de 30%.

A queda da informalidade não está relacionada a mais trabalhadores formais no mercado. Está relacionada ao fato de trabalhadores informais terem perdido sua ocupação ao longo do ano. Com menos trabalhadores informais na composição de ocupados, a taxa de informalidade diminui.
Adriana Beringuy, analista da Pnad Contínua

Desemprego recua só em 5 estados no 4º trimestre

No último trimestre de 2020, a taxa de desocupação —que recuou para 13,9%, depois de atingir recorde de 14,6% no terceiro trimestre— reduziu apenas em cinco estados, ficando estável nos demais.

“Quando olhamos para os dados regionalmente, vemos que a redução na taxa de desocupação não foi disseminada pela maioria das unidades da federação. Ela ficou concentrada em apenas cinco, mostrando que em vários estados ainda não se observou uma queda da desocupação”, afirmou Beringuy.

Metodologia da pesquisa

A Pnad Contínua é realizada em 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados.

Existem outros números sobre desemprego, apresentados pelo Ministério da Economia, com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Os dados são mais restritos porque consideram apenas os empregos com carteira assinada.

UOL

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  1. O trabalhador tem que aprender a se "reinventar"! Tem muita gente ganhando mais em trabalho remoto, ou criando novas habilidades! Depende de cada um não ficar só vendo "a banda passar".

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Saúde

Imperial College: Taxa de transmissão da Covid-19 no Brasil tem pequena queda

Foto: Sandro Pereira/Fotoarena / Agência O Globo

A taxa de transmissão (Rt) da Covid-19 no Brasil é de 1,02, segundo levantamento do Imperial College de Londres, divulgado nesta terça-feira. O índice representa uma pequena queda em relação ao relatório divulgado na semana passada, quando o Rt estava em 1,05, mas ainda é considerado alto.

O Rt acima de 1 indica que a doença avança sem controle no Brasil. A taxa de contágio é uma das principais referências para acompanhar a evolução epidêmica do Sars-CoV-2 no país. Quando fica abaixo de 1, o índice indica tendência de desaceleração. O Rt atual significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem a doença para outras 102.

A universidade britânica também projeta que o Brasil deve registrar 7.630 óbitos pelo novo coronavírus esta semana, um aumento em relação a anterior, quando foram contabilizadas 7.276 mortes pela doença. No pior quadro estimado, as perdas para a Covid-19 podem chegar a 7.910.

Dentro da margem do Imperial College, o Rt brasileiro pode variar de 0,95 até 1,06.

Especialistas costumam ponderar que é preciso acompanhar o Rt por um período prolongado de tempo para avaliar cenários, levando em conta o atraso nas notificações e o período de incubação do coronavírus, que chega a 14 dias. Além disso, por ser uma média nacional, a taxa de contágio não significa que a doença está avançando ou retrocedendo em todas as cidades e estados do país.

O Brasil, no entanto, apresenta um Rt acima de 1 desde dezembro. Na semana passada, a taxa de transmissão apresentou um viés de alta pela primeira vez desde a primeira quinzena de janeiro, revertendo uma tendência de oscilação negativa observada nas semanas anteriores. Agora, a taxa voltou a apresentar uma pequena queda.

Estatísticas oficiais indicam que a média móvel de mortes por Covid-19 no Brasil está 2% maior do que o cálculo de 14 dias atrás, e se mantém superior a mil há 33 dias consecutivos. Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo.

Um levantamento realizado pelo GLOBO a partir de informações das secretarias estaduais de saúde também mostrou que ao menos 12 estados brasileiros e o Distrito Federal estão com taxas de internação por Covid-19 acima de 80% nas UTIs da rede pública para a doença.

Contágio pela Covid-19

Segundo o levantamento do Imperial College, as maiores taxas de transmissão da semana foram registradas na Etiópia (Rt 1,49), Iraque (1,44) e Quênia (Rt 1,33).

Já os menores índices foram identificados na Suécia (Rt 0,29), na Suíça (Rt 0,46) e em Portugal (Rt 0,57).

Os Estados Unidos, que ultrapassaram na segunda-feira a marca de 500 mil mortes pela Covid-19, não fazem parte do levantamento.

De acordo com o relatório do Imperial College, o mundo registrou, até o dia 22 de fevereiro, mais de 110 milhões de casos de Covid-19 e mais de 2,4 milhões de mortes pela doença.

O Globo

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