Geral

Pela primeira vez, Nasa extrai oxigênio respirável de Marte

Foto: Handout . / Via REUTERS

Em sua missão mais recente a Marte, a Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa) realizou um novo feito ao converter dióxido de carbono da atmosfera em oxigênio puro e respirável.

A Nasa informou que a extração de oxigênio foi realizada por um dispositivo experimental, a bordo do Perseverance, jipe científico que pousou no Planeta Vermelho em 18 de fevereiro depois de uma viagem de sete meses.

O instrumento – batizado de Moxie, uma abreviação de Experimento de Utilização de Recurso de Oxigênio Marciano In-Situ — produziu cerca de cinco gramas de oxigênio, o equivalente a 10 minutos de ar respirável para um astronauta, informou a agência.

— O Moxie não é só o primeiro instrumento a produzir oxigênio em outro mundo — disse Trudy Kortes, diretora de demonstrações tecnológicas do Diretório de Missão de Tecnologia Espacial da Nasa, em um comunicado. Ela o classificou como a primeira tecnologia do tipo a ajudar missões futuras a “viverem dos frutos da terra” de outro planeta.

O instrumento funciona por eletrólise, que usa o calor extremo para separar átomos de oxigênio de moléculas de dióxido de carbono, que representa cerca de 95% da atmosfera marciana — o oxigênio só existe em Marte em quantidade ínfima.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. O comitê científico do consórcio nordeste, não deu uma palavra a respeito desse assunto acho que é mentira.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Voluntário de ONG que distribuía oxigênio no Amazonas é preso acusado de desviar cilindros

Foto: Reprodução/Fantástico

Em janeiro, com o avanço da pandemia de Covid-19, o estado do Amazonas enfrentou um colapso sanitário. Pessoas morreram à esperta de um leito de UTI e o estoque de cilindros de oxigênio não acompanhou a demanda.

Logo, o país inteiro se mobilizou para ajudar e o estado começou a receber cilindros de oxigênio. Foi nesta época, no meio deste cenário de tristeza, dor e desespero, que João Victor Araújo da Silva se tornou voluntário de uma ONG que transportava cilindros doados para hospitais de todo o estado do Amazonas.

João, que se apresentava como policial, na verdade, desviava os cilindros para revender a preços superfaturados. De acordo com os policiais, o acusado pode ter desviados mais de 60 cilindros de oxigênio.

“Ele se infiltrou numa organização sem fins lucrativos que distribui oxigênio às pessoas que mais precisavam nas estruturas hospitalares e lá de dentro começou a desviar oxigênio e revender a preços superfaturados, lucrando com a desgraça dos outros”, explica a delegada Emília Ferraz.

Os cilindros chegavam até Manaus de avião ou de barco, e a ONG recebia e encaminhava o oxigênio para os hospitais. Segundo a investigações, o acusado sempre oferecia ajuda para fazer o transporte dos cilindros recarregados aos hospitais. Veja na reportagem AQUI.

Fantástico – Globo

Opinião dos leitores

  1. 98% das ONGs no Brasil foram criadas pela maior quadrilha de ladrões do mundo COM ESSE PROPÓSITO

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

FOTO: Após envio do Ministério da Saúde, RN inicia distribuição de 160 cilindros de oxigênio; confira os municípios

Foto: Sandro Menezes

O Rio Grande do Norte recebeu, no último sábado (27), 160 cilindros de oxigênio medicinal utilizados no tratamento de pacientes com Covid-19 que necessitam de tratamento ventilatório. A carga faz parte de um total de 450 cilindros solicitados em caráter emergencial pela governadora Fátima Bezerra ao Ministério da Saúde (MS).

Os 160 cilindros de oxigênio estão sendo distribuídos a partir dos hospitais polos espalhados nas oito regionais de saúde beneficiando pacientes de 50 municípios potiguares que se encontram com dificuldade de abastecimento. Segundo levantamento feito pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Consems/RN), esses municípios necessitam de apoio adicional para o suprimento de oxigênio devido ao aumento do número de internações.

Segue a lista dos municípios que serão contemplados:

• Parnamirim, Macaíba e Extremoz, na região metropolitana, com polo de abastecimento no Hospital Regional Alfredo Mesquita, localizado em Macaíba.

• Goianinha, Lagoa D’anta, Santo Antônio, Baía Formosa, São José de Mipibú e Lagoa de Pedras (1ª regional de saúde) – polo de abastecimento Hospital Monsenhor Antônio Barros (São José de Mipibú);

• Grossos, Felipe Guerra e Areia Branca (2ª regional de saúde) – polo de abastecimento Hospital Rafael Fernandes (Mossoró);

• Macau, Pedra Preta, Poço Branco, Pureza, Riachuelo, Touros, Caiçara do Rio dos Ventos, Ceará-Mirim, Galinhos e Guamaré (3ª regional de saúde) – polo de abastecimento Hospital Josefa Alves Godeiro (João Câmara);

• Bodó, Caicó, Cerro Corá, Cruzeta, Currais Novos, Florânia, Ipueira, Jardim do Seridó, Lagoa Nova, Parelhas, São João do Sabugi, São José do Seridó, São Vicente, Serra Negra do Norte, Tenente Laurentino Cruz (4ª regional de saúde) – polo de abastecimento Hospital Telecila Freitas Fontes (Caicó);

• Ruy Barbosa, Santa Cruz e São José do Campestre (5ª regional de saúde) – polo de abastecimento Hospital Regional Monsenhor Expedito (São Paulo do Potengi);

• Almino Afonso, Encanto, Taboleiro Grande e Venha Ver (6ª regional de saúde) – polo de abastecimento Hospital Regional Aguinaldo Pereira (Caraúbas);

• Assú, Alto dos Rodrigues, Fernando Pedroza, Ipanguaçu, Pendências e São Rafael (8ª regional) – polo de abastecimento Hospital Regional Nelson Inácio dos Santos (Assú);

• Além de outros municípios, caso haja necessidade de atendimento em caráter de urgência.

Os cilindros são destinados aos municípios, uma vez que as unidades de saúde da rede estadual seguem com o abastecimento normal, conforme planejamento realizado desde o início da pandemia, acrescido agora de um aumento de 25% no volume do produto fornecido pela empresa White Martins.

A entrega começou a ser realizada ontem (28) pela White Martins nos hospitais polos de abastecimento e os municípios deverão buscar nos polos. Quando os cilindros secarem, os municípios levarão para serem reabastecidos nos hospitais polos, conforme contrato realizado com a White Martins. “O reabastecimento desses cilindros ficará por conta do governo do Estado através de um aditivo contratual que foi firmado para que a gente pudesse dar esse suporte aos municípios”, informou Maura Sobreira, secretária adjunta da Secretaria Estadual de Saúde (Sesap).

É importante salientar que ao chegar mais cilindros, os municípios que enviaram a solicitação posteriormente serão incluídos na rota para suprimento dos cilindros de oxigênio.

Além das quantidades já solicitadas, o Governo do Estado já oficializou ao Ministério da Saúde, no sábado, a necessidade do envio de novos cilindros para atender as necessidades dos municípios. “Também solicitamos mais 300 concentradores e a instalação de mais 10 usinas de produção de oxigênio no Rio Grande do Norte”, destacou a governadora Fátima Bezerra.

Concentradores

O RN já havia recebido 70 concentradores de oxigênio enviados pelo Projeto Gratidão de Manaus (AM), em um gesto de agradecimento aos pacientes recebidos por outros estados, entre eles o RN, quando a rede de saúde do Amazonas entrou colapso, no início do ano. Os concentradores são versões menores que os cilindros de oxigênio comprimido recebidos hoje e podem ser transportados pelo paciente durante o tratamento.

 

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Hospital de Ceará-Mirim recebe concentradores de oxigênio

Foto: Divulgação

O Hospital Dr Percílio Alves, em Ceará-Mirim, recebeu nesta quarta-feira (24) reforços importantes para pacientes com Covid que precisam de estabilização. Tratam-se de concentradores de oxigênio, que fornecem oxigênio com concentração acima do normal e auxiliam pacientes com problemas pulmonares ocasionados pelo corona vírus.

O município conseguiu os aparelhos por meio de uma solicitação de doação feita ao Estado do Amazonas, numa articulação da FEMURN, Ministro Rogério Marinho e apoio do Governo do Estado, que auxiliou no transporte.

Esta é mais uma ação da Prefeitura de Ceará-Mirim que nesta semana abriu o Centro Covid, uma sala dedicada exclusivamente para pessoas com suspeita da doença, com corpo médico dedicado apenas para atendimento dos casos.

Além disso, 10 novos postos de saúde foram abertos, e investidos R$ 500 mil na saúde, com recursos próprios, apenas para o enfrentamento do Covid.

Opinião dos leitores

  1. Obrigado presidente Bolsonaro! O senhor mandou a aeronáutica trazer o oxigênio, que o governo do RN deixou faltar, direto do Amazonas para abastecer o nosso estado.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Estados e municípios temem falta de oxigênio e alertam Ministério da Saúde

Foto: Código 19 / Agência O Globo

Após a crise da falta de oxigênio em Manaus, que levou os hospitais da cidade a uma situação de colapso, outros estados e municípios já temem pela falta do insumo. Os governos de Minas Gerais e Acre já solicitaram ajuda ao Ministério da Saúde para evitar um quadro de escassez de cilindros do gás em seus hospitais. Já em Rondônia, foi o Ministério Público Federal (MPF) que alertou o Executivo sobre um possível problema de desabastecimento no estado. Dezenas de municípios também estão sob risco de desabastecimento.

Na última terça-feira, o governo de Minas Gerais pediu ajuda ao Ministério da Saúde para que não falte oxigênio no estado. Por meio de nota, o governo do estado afirmou que “as empresas fornecedoras de oxigênio estão fazendo uma reestruturação logística para atender a alta demanda”. Segundo ressaltou o secretário de Saúde, Fábio Baccheretti, ainda não há problemas de abastecimento, mas o estado deve se preparar.

Na semana passada, a distribuidora que fornece oxigênio para o estado do Acre informou que o produto pode faltar na região em um prazo de 15 dias. A escassez ocorre devido a alta demanda nos hospitais acreanos que operam atualmente com mais de 100% de lotação nas UTIs para Covid-19.

Após o governo do Acre informar que há uma possibilidade de desabastecimento de oxigênio, o Ministério da Saúde confirmou ao G1 que já foi comunicado oficialmente pelas autoridades locais e que foi feita uma requisição da compra de 300 cilindros que devem ser enviados ao estado até esta quinta-feira.

Em Rondônia, na última sexta-feira, o MPF alertou o Ministério da Saúde sobre o possível desabastecimento do gás e pediu providências urgentes mediante o colapso na saúde na região. Após o alerta, o governo do estado afirmou que “não há falta de oxigênio e que estão sendo mantidas todas as medidas de prevenção para evitar o desabastecimento, bem como iniciativas para auxiliar as prefeituras que enfrentarem a falta de oxigênio”.

Alguns municípios de Rondônia, como Cacoal, Santa Luzia, Alvorada d’Oeste e Guajará-Mirim, enviaram ofício à Secretaria estadual da Saúde (Sesau) na semana passada informando sobre a possibilidade de faltar oxigênio nos hospitais municipais. Segundo o governo estadual, o ofício foi reencaminhado ao Ministério da Saúde e cada prefeitura é responsável pelo abastecimento de suas unidades.

Outros municípios pelo Brasil também vêm relatando risco de escassez do insumo. Cerca de 60 cidades do Rio Grande do Norte enfrentam problemas com a falta de oxigênio, segundo o Conselho Estadual de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems). O consumo do gás aumentou cerca de 15% desde o início da pandemia. Durante o fim de semana, pelo menos três unidades de saúde da capital Natal e região metropolitana tiveram problemas com a falta do insumo.

No Ceará, 39 municípios estão sob o risco de falta de desabastecimento, segundo a Associação dos Municípios do Ceará (Aprece). O governador Camilo Santana (PT) negou a escassez de oxigênio em nota nas redes socias, mas afirmou que existe um ‘problema na entrega” aos municípios.

“Embora os contratos sejam entre os municípios e as empresas, o governo buscará ajudar no que for preciso para que o problema seja resolvido de forma urgente, para que a população não fique sem assistência”, publicou Santana.

Fabricantes terão que informar estoque

Cidades do interior da Bahia também sofrem com falta de oxigênio e já operam no limite. O prefeito da cidade de Queimadas, na região centro-norte do estado, André Andrade (PT), afirmou na última segunda-feira que os cilindros de oxigênio utilizados no atendimento a pacientes com Covid-19 estão próximo de se esgotar. Ele disse que o fornecedor não tem conseguido dar conta da demanda devido ao aumento rápido dos casos graves da doença que elevou o consumo do gás.

Na semana passada, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou que fabricantes, envasadoras e distribuidoras de oxigênio medicinal devem informar ao órgão, semanalmente, sobre a capacidade de fabricação, envase e distribuição, além dos estoques disponíveis do produto.

A medida foi publicada em um edital na edição extra do Diário Oficial da União de sábado. As empresas ligadas ao fornecimento de oxigênio também deverão informar à agência sobre a quantidade demandada pelo setor público e privado.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Espero q façam o pedido logo às empresas fornecedoras, cumprindo sua obrigação de comprar e de pagar. Não queremos jogo de empurra p/o ministério da saúde, p/depois acusa-los de deixar pessoas morrerem sufocadas apenas com o intuito de desestabilizar o governo federal.

  2. O imprestável dará conta? Espero que o tempo cure a cabeça dos amigos bolsonaristas, já que a razão não resolveu.

    1. Esquerda é fanatismo, ódio e agressividade.
      Zumbis de esquerda em ação com discurso de ódio…
      Derrotados em 2018, tentando pegar carona no coronavirus…

    2. Seu Natalense. Se estao avisando que vai faltar O2… a culpa vai ser de um gestor federal que envia dinheiro?? E os Estados e municipios nao tem culpa pela gerencia direta do caos? O problema deste país é a doença politica, igual a time de futebol. Se aqui ta um caos, nao é lá em Brasilia apenas a origem do problema. Estamos tratando de um virus. Creio que boa parte seja a inaptidão e lerdeza dos gestores locais e suas ideias mirabolantes.. Mas é mais facil culpar o problema que veio de fora do país, se espalhou rapido em uma so pessoa. Ja se passou mais de um ano e nenhum gestor politico local gerenciou a crise que preste.. Sao Paulo é o exemplo perfeito… Estado Rico, e falhou desde o inicio, pq so faz aumentar o problema. Vamos chegar em 2022 sem aulas.. e ficam brigando por quem é mais essencial, ou por vacinas. Nao sabem o que é EPI? cade as industrias tendo incentivo pra produzir EPIs? A TV so falavam em respiradores, porque da audiencia. Lockdown de verdade é estado de exceção, falam de algo sem saber o que representa, ninguem aqui vai querer viver nesta condicao. O que estao aplicando sao medidas comerciais de restrição.

  3. Esse é um momento para todos e todas demonstrarem sua força e solidariedade. Nós podemos nos ajudar nas dificuldades materiais. Já perdemos o compasso da hora de aumentar o isolamento. O lockdown é um remédio amargo, mas que nós temos condições de tomar. Não podemos trazer ninguém de volta a vida, mas podemos evitar que muitas pessoas morram.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Cerca de 60 municípios do RN enfrentam problemas no abastecimento de oxigênio, diz Conselho Estadual de Secretarias Municipais de Saúde

Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

Reportagem do portal G1-RN nesta terça-feira(16) destaca que cerca de 60 municípios do Rio Grande do Norte enfrentam problemas com a falta de oxigênio para tratamento de pacientes internados com a Covid-19, segundo o Conselho Estadual de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems). O consumo do gás aumentou cerca de 15% desde o início da pandemia. Durante o fim de semana, pelo menos três unidades de saúde na capital e região metropolitana tiveram problemas com a falta do insumo.

A reportagem ainda destaca um alerta do Conselho Estadual de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), afirma que pelo menos 60 municípios do estado enfrentam problemas com o abastecimento de oxigênio. Em alguns, a situação é mais crítica. De acordo com o Cosems, sem a ajuda da Sesap, pode faltar oxigênio até o próximo domingo (21). A presidente do Cosems disse ainda que a situação de desabastecimento é nacional. As empresas que fornecem oxigênio e outros gases hospitalares enfrentam dificuldades para cumprir o contrato com os órgãos públicos e já limitam o abastecimento.

(Veja mais detalhes AQUI em vídeo e reportagem na íntegra).

Em nota a Sesap informou que o fornecimento de oxigênio vem acontecendo em condições estáveis. Segundo informação da empresa White Martins, que é fornecedora dos gases medicinais para os hospitais e outras unidades da rede estadual de saúde, a situação geográfica do RN é mais favorável a logística do abastecimento, garantindo estabilidade ao fornecimento, mesmo com esse acréscimo de consumo. A Sesap informou também que vem atuando em parceira com os municípios que requisitaram apoio para o abastecimento de oxigênio.

Com acréscimo de informações do G1

Opinião dos leitores

  1. Não e negacionismo perdi amigos e colegas na pandemia. Só não fico procurando culpado onde não tem culpado algum. Até ontem a estrutura de produção de Oxigênio no país atendia a demanda. Aí vem um vírus que pega o mundo todo desprevenido. Impõe um desafio a estrutura de saúde do mundo inteiro e se perde tempo procurando culpados e vez de soluções. A pandemia pegou de surpresa a todos. Prefeituras, governos e presidentes de todo o mundo. Acredito que TODOS estão tentando acertar.

  2. E aí? Acordaram pra realidade ou vão continuar com negacionismo igual ao presidente inepto ? Precisam morrer mais quantos milhares sem oxigênio pra esse povo acordar ?

    1. Entendi
      O governo federal tem uma estatal que produz oxigênio.
      E é o gestor do estoques das prefeituras e governo do RN.
      Por causa dele faltou até em Portugal.
      Cada "intelectual" que aparece.

    2. "Negacionismo" é uma palavra-gatilho, inoculada no imaginário coletivo pela repetição exaustiva, e seu sucesso se dá porque faz com que qualquer intelectual de boteco, ao proferi-la, ganhe um imediato ar de grande autoridade cientifica.

    3. Kkkkkk. Já entendi ! Mas pra parecer "intelectual de boteco" junto do MINTOmaníaco ou de qualquer bolsopetista eh muito fácil! Mas e aí? O presidente inepto sei que eh negacionista mas e vcs? Continuam negando a doença e a gravidade dela ou só vão acordar quando alguém próximo precisar de oxigênio e não conseguir?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Suprimento de oxigênio em hospital de Portugal falha, e governo admite pedir ajuda internacional

Foto: Pedro Nunes/Reuters

O sistema de fornecimento de oxigênio em um grande hospital referência para o atendimento da Covid-19 na região de Lisboa, em Portugal, falhou nesta terça-feira (26).

O hospital no município de Amadora teve de transferir 48 de seus pacientes para outras unidades de saúde na capital na noite de terça-feira, pois a pressão de oxigênio não era suficiente para um grande número de pacientes, segundo nota da instituição.

“Houve a necessidade de diminuir o consumo de oxigênio, então os pacientes foram transferidos”, disse o hospital, que quase não tem leitos livres. “Eles nunca estiveram em perigo.”

Reportagens da imprensa portuguesa mostraram ambulâncias apressadas passando pelos portões principais do hospital para pegar os pacientes, enquanto algumas deixaram o local escoltadas pela polícia.

Vinte pacientes foram transferidos para o maior hospital de Lisboa, o Santa Maria, que na terça-feira instalou dois refrigeradores do lado de fora de seu necrotério com capacidade para 30 corpos, afirmou o porta-voz do hospital.

Ajuda internacional

O presidente Marcelo Rebelo de Sousa disse em entrevista coletiva que não havia necessidade de criar “alarme” sobre a ideia de ajuda internacional, mas acrescentou: “Sabemos que há disponibilidade de países amigos para ajudar.”

A ministra da Saúde, Marta Temido, disse esta segunda-feira à emissora RTP: “O governo português está buscando todos os mecanismos disponíveis, incluindo no quadro internacional, para garantir a melhor assistência aos doentes.”

Mas Temido observou que as transferências de pacientes seriam limitadas pela localização de Portugal na extremidade ocidental da Europa, especialmente porque outras nações da União Europeia também estão sob pressão.

As mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas chegaram ao recorde de 291, trazendo o total do país para mais de 653 mil casos e 11 mil mortes.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Só falta o STF autorizar investigação, contra Ele e o Ministro da Saúde.
    Mas voltando à reportagem.
    Isso mostra a origem das nossas dificuldades.
    Portugal é o único País Europeu nessa situação.
    É genético!!!
    Kkkkkkkkk.

  2. Avise a Portugal que chame a esquerda do Brasil, que eles resolvem. A oposição passa o tempo todo denegrindo o nosso Presidente, pela falta de oxigênio em Manaus. Esse bando de incompetentes não tem o que fazer.

  3. Bozo genocida. Se ele num tivesse tacando fogo na Amazônia, o mundo teria oxigênio. Chama o Lacrón para lascar o nosso agro.

    1. BG.
      A quadrilha ptralha só entendia de construir estádios tipo a arena das dunas daqui, paga-se mensalmente R$ 10.000.000,00 do financiamento que no fim será o elefante brando doado a OAS. BANDIDOS, CRETRINOS e CANALHAS.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Cidade no interior do AM registra 7 mortes por falta de oxigênio, e culpa Secretaria do Estado de Saúde por falhas de planejamento

A prefeitura de Coari, distante 450 km de Manaus pela via fluvial, divulgou uma nota em que afirma que sete pacientes internados com Covid-19 no Hospital Regional da cidade morreram por falta de oxigênio, nesta terça-feira (19). Segundo o texto, Coari deveria ter recebido 40 cilindros de oxigênio na segunda-feira (18), mas a aeronave que levaria os tanques acabou viajando para Tefé (AM) e ficou impossibilitada de retornar, pois o aeroporto não aceita voos noturnos.

O texto culpa falhas de planejamento da Secretaria de Saúde do Amazonas pela falta do insumo, o que prejudicaria as medidas de combate à Covid-19 no município. Segundo a nota, 200 cilindros do Hospital Regional de Coari estão retidos pela Secretaria da Saúde — e parte deles estaria aguardando o abastecimento. A prefeitura acusa a o governo de distribuir a outra parte a Unidades Básicas de Saúde ou (UBS de Manaus.

Após as mortes, uma multidão foi até a porta do hospital para protestar contra as mortes.

O G1 questionou a Secretaria da Saúde do Amazonas sobre as acusações, mas não obteve retorno até a publicação deste texto.

Crise do oxigênio

Com mais de 232 mil casos e 6,3 mil mortes decorrentes da Covid-19, o Amazonas vive um caos no sistema de saúde com hospitais lotados. As unidades de saúde não têm oxigênio suficiente para todos os pacientes, o que fez o governo adotar medidas emergenciais para receber o insumo. O governo da Venezuela é um dos que enviou ajuda ao Amazonas.

A situação é tão dramática que, desde a semana passada, o estado está enviando pacientes para receber atendimento em outros estados. No total, 115 pacientes foram transferidos. O transporte dos passageiros é feito em aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), que foram adaptadas para essa finalidade.

Um decreto suspende as atividades econômicas não-essenciais até o dia 31 de janeiro. A circulação de pessoas em todos os municípios do Amazonas está restrita entre 19h e 6h.

Com hospitais lotados e o número de mortes aumentando, os cemitérios registraram aumento de sepultamentos. Desde a semana passada, esses locais já operam com horário de funcionamento ampliado e, no Cemitério do Tarumã, há câmaras frias para os corpos serem preservados e não necessitarem ser enterrados em valas coletivas – como no primeiro pico da pandemia, em abril e maio de 2020.

Foto: Reprodução

G1

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Crise chega a Portugal que prevê o fim de oxigênio e leitos para Covid

(Foto: Getty Images)

Depois que o Brasil se tornou notícia no mundo inteiro por conta da crise da falta de oxigênio no Amazonas, agora Portugal já começou a emitir sinais de alerta que o gás também está perto do fim por lá. O Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS) denunciou nesta terça-feira (19) que existem vários hospitais da região de Lisboa e Vale do Tejo que estão atualmente em situação crítica, sendo incapazes de assegurar a qualidade do atendimento dos doentes de Covid.

“A falta de meios humanos, de camas e até de oxigênio tem levado ao acúmulo dos doentes em macas, deixas na porta dos hospitais e nas ambulâncias. Temos conhecimento de que vários hospitais não conseguem fornecer oxigênio com a adequada pressão aos doentes, problema que tende a agravar-se nos próximos dias. Devido à falta de meios, em várias unidades, os critérios para atendimento e internamento tornaram-se mais restritivos, deixando de fora muitos doentes com dificuldade respiratória e com estados clínicos potencialmente em agravamento”, afirmou a nota oficial enviada à imprensa.

O país europeu tem vivido seu pior momento desde o início da pandemia, em fevereiro do ano passado, e os casos de infecção têm sido cada vez maiores a cada dia. De acordo com o site TVi24, há faltam de insumos e profissionais da saúde em alguns hospitais do país e os que já estão na linha de frente estão sobrecarregados de trabalho.

“A falta de camas para suprir ao grande número de urgências tem tido como resultado o acúmulo de doentes em macas, e até em cadeirões, em condições pouco dignas e que dificultam o trabalho dos profissionais de saúde, e que não garantem o distanciamento necessário para evitar mais contágios”, explicou o sindicato.

No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do número de casos do coronavírus no país. O comércio e os serviços não essenciais estão fechados e devem continuar assim até o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavaliação. A ordem é que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em março e abril do ano passado.

O país lusitano tem batido recordes do número de casos diariamente e, ao todo, o país já registrou mais de 556 mil casos desde o início da pandemia e 9.028 mortos.

Marie Claire – Globo

 

Opinião dos leitores

  1. A boiada anda tão sem argumentos, que já estão misturando o Min. Lewandowski com a falta de oxigênio em Portugal.

  2. Lewandowski resolve com certeza, basta um dos puxadinhos do PT entrar com uma ação no STF, que o glorioso ministro trapalhão recorre a corte internacional, ele é poliglota.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

NÃO PROCEDE: Hospital do Coração esclarece que nem pontos de oxigênio e nem UTIs estão 100% ocupados

A direção do Hospital do Coração entrou em contato com este veículo de comunicação nesta sexta-feira(15) para informar que não procede que faltam pontos de oxigênio no hospital, ou que faltam UTis ou leitos para covid.

A direção informa que a procura está grande, mas, que nesse momento, o hospital trabalha dentro da normalidade, e com leitos disponíveis para covid e outras enfermidades, como também possui pontos de oxigênio disponíveis, sem necessidade de preocupação extrema para o momento.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

AMADORISMO: Pedido de oxigênio feito pelo governo do Amazonas ao estado do RJ foi enviado há dias para e-mail errado

Foto: Reprodução

Há cinco dias, o Amazonas fez um pedido a todos os estados para tentar evitar o colapso no sistema de Saúde — que se concretizou com a falta de oxigênio para os pacientes na última quinta-feira (14).

Esse ofício com o pedido foi obtido pelo G1 e revela que, no e-mail que deveria ter chegado ao governo do Rio, todos os destinatários estavam errados.

O documento cita uma “crise sem precedentes” na Saúde em meio à pandemia de Covid-19, com ocupação total de leitos. Assinado pelo governador Wilson Lima (PSC), o texto fala também na “iminência” de desabastecimento de oxigênio. E pedia o envio do produto, se possível.

O e-mail foi enviado por Juarez Filho, assessor do Subcomando de Ações de Defesa Civil do Amazonas, para três destinatários no RJ:

Os dois primeiros remetentes sequer estão no governo. Dorita, a Maria Auxiliadora Pereira Carneiro Silva, deixou o governo em dezembro de 2018. Dornelles, poucos dias depois, após a vitória de Wilson Witzel (PSC) na eleição.

Já o último e-mail é do setor responsável por organizar os eventos do vice-governador, cargo que está vago desde que Cláudio Castro (PSC) substituiu Wilson Witzel (PSC) como governador. Witzel foi afastado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por denúncias de corrupção na Saúde em meio à pandemia.

O G1 apurou que a informação só chegou ao governador em exercício do Rio, Cláudio Castro (PSC), na noite de quinta-feira (14), quando ele ligou para Wilson Lima. Castro informou que a Secretaria Estadual de Saúde (SES) vai fazer um levantamento dos insumos que podem ajudar o Amazonas.

Na segunda-feira (11), um dia depois do envio do e-mail, o cerimonial da vice-governadoria enviou o e-mail para o gabinete do governador, ressaltando o pedido de urgência.

Em nota, o governo amazonense admitiu o equívoco. “O Comitê de Enfrentamento da Covid-19 do Estado enviou para um mailing desatualizado, erro que está sendo corrigido”.

Na manhã desta sexta, Castro prestou solidariedade a Wilson Lima em uma rede social.

“A situação do Amazonas é desesperadora e sensibiliza a todos nós. Liguei ontem (quinta) para o governador Wilson Lima para prestar todo meu apoio e dialogar como o RJ pode colaborar. O momento é de união. A dor dessa pandemia atinge a todos nós e os estados precisam caminhar juntos”

Colapso em Manaus

O sistema de saúde amazonense enfrenta um colapso e mais de 200 pacientes serão levados a outros estados para receber atendimento. Os hospitais estão lotados e sem oxigênio, em meio à pandemia de Covid-19.

“Por conta do uso intensivo de oxigênio de uso hospitalar, principalmente no tratamento dos problemas respiratórios relacionados ao Covid-19, e diante desse quadro já preocupante, o Amazonas está na iminência de sofrer desabastecimento desse produto”, diz o documento datado do último dia 10.

No ofício enviado ao governador Cláudio Castro, obtido pelo G1, Wilson Lima afirma também que há um problema “sem precedentes no sistema de saúde” do Amazonas.

“Em face dessa realidade e lastreado no princípio da mútua cooperação que deve existir entre os entes federados, vimos por meio desta solicitar a disponibilização de estoque de oxigênio de uso hospitalar dessa unidade da Federação para que o Amazonas possa mitigar os efeitos da pandemia e com isso salvar vidas”.

Ainda de acordo com o documento, o governador do Amazonas diz que o colapso “resultou a ocupação integral tanto da rede pública quanto da privada”.

G1

Opinião dos leitores

  1. Tem que botar a culpa nas pessoas certas.
    A canalhada do STF, autorizou prefeitos e governadores fazer a maior cachorrada com esse doença.
    O tal do calça de surfistas, faz campanha antecipada pra viabilizar uma candidatura a presidente.
    A safadeza é grande, como que não bastassem, deitam e rola com o dinheiro do povo.
    É dinheiro e muito jogado fora, todo mundo tá vendo, até compram o que não exister.
    Tremenda de uma SACANAGEM.
    Ô sistema bruto da gota serena, só o véi Bolsonaro pra lutar sozinho contra esses trastes.
    Mas vamos que vamos, muitos brasileiros ja perceberam, um dia agente se livra dessa praga.

  2. Só resta saber se foi proposital, para obter mas ajuda do Governo Federal.
    A FAB por intermédio do Presidente da República Jair Bolsonaro, transportou toneladas de cilindros com oxigênio para Manaus, mesmo não sendo sua atribuição.
    Hô Véio arroxado e Porreta .

    1. Proposital foi a família bozo pedir abertura do comércio em Manaus grande toda essa situação.

    2. Não é atribuição? Titia Cacá, a senhora está equivicada, a FAB tem que servir a todos os brasileiros e, principalmente, em um momento desses. A FAB não foi buscar meia dúzia de brasileiros na China, porque não pode transportar o oxigênio? Até a Venezuela tá ajudando.

    3. Recebendo oxigênio da Venezuela e vacinas da China o Bozo deve ta muito feliz kkkkkkk

  3. Amadorismo não.
    Incompetência do governo na nomeação dos servidores, descaso, desamor, impiedade, incapacidade de gestão.
    Não fizeram, não acreditaram no tratamento precoce, desviaram os milhões enviados pelo governo federal que fez a parte dele já que o STF decidiu q cabia aos governadores e prefeitos o dever de gerir a crise na pandemia.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

FOTO: Polícia apreende 33 cilindros de oxigênio escondidos em caminhão em Manaus

(Foto: Reprodução/SSP-AM)

Em meio à crise no sistema de saúde do Amazonas, com a falta de leitos e de oxigênio para doentes com covid-19, as polícias Civil e Militar apreenderam 33 cilindros de oxigênio que estavam escondidos em um caminhão, no bairro Alvorada, na zona centro-oeste de Manaus, na tarde de ontem. Uma denúncia anônima informou sobre a movimentação estranha no caminhão, que estava parado no local, e cilindros estavam sendo retirados para veículos particulares.

O condutor do veículo, de 38 anos, foi preso por reter produtos para o fim de especulação, segundo informou a SSP-AM (Secretaria de Segurança Pública do Amazonas). O nome dele e o da transportadora não foram divulgados. O homem ficará preso à disposição da Justiça.

De acordo com dados do governo do Amazonas, o estado enfrenta problemas com a falta de oxigênio devido à alta demanda de internações de doentes com covid-19 que necessitam de auxílio de cilindros de oxigênio para respirar. “Entre os meses de março e maio, houve um consumo máximo 30 mil metros cúbicos/dia. Hoje, são mais de 76 mil, um acréscimo de 150%”, informou.

A SSP-AM afirmou que, dos 33 cilindros apreendidos, 26 estavam carregados com oxigênio. Durante interrogatório, segundo a secretaria, o homem disse que tem uma empresa de comercialização de cilindros de oxigênio, mas “ficou com medo que a população invadisse o estabelecimento em busca do material e decidiu tirá-lo do local”. Ele contou também que os cilindros haviam sido envasados na quarta-feira (13).

“Os materiais apreendidos foram encaminhados na noite de hoje para unidades hospitalares de Manaus”, informou o delegado Bruno Fraga, diretor do Departamento de Polícia do Interior.

Na noite de ontem, policiais civis transportaram os cilindros de oxigênio apreendidos para quatro unidades de saúde da rede estadual. Onze foram levados ao Hospital Beneficente Português. Seis foram para a Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas, seis para o SPA (Serviço de Pronto Atendimento) do São Raimundo e três para o SPA do Coroado.

Escolta

Dois carros da Polícia Militar, com oito policiais militares das Rocam (Rondas Ostensivas Cândido Mariano), fizeram a escolta de 150 cilindros de oxigênio que chegaram pelo Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, para serem usados no tratamento de pacientes com covid-19. Oitenta cilindros seguirão para unidades hospitalares localizadas no interior do estado.

O material chegou na tarde de ontem e foi levado para a CEMA (Central de Medicamentos do Amazonas), localizada no bairro Praça 14, na zona sul de Manaus. Os 150 cilindros pertencem à empresa White Martins.

UOL

 

Opinião dos leitores

  1. Só prender o transportador é pouco… dá um arroxo nele e descobre o nome de quem estava comprando os cilindros tb…. o povo vai aplaudir…

  2. Um bocado de "comentarista" comedor de merda… Foi bem Bolsonaro que ma foi esconder para perseguir governo né… Abram do olho, esquerda não tem mais vez…

    1. Pergunto ao nobre colega de chifres conectados: têm culpa eu?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

FOTOS: Em ‘logística de guerra’, Forças Armadas enviam cilindros de oxigênio para hospitais públicos de Manaus, em caráter de urgência

Fotos: Ministério da Defesa/Divulgação

Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) pousou em Manaus, na manhã desta quarta-feira (13), com mais seis cilindros de oxigênio hospitalar. O voo, em caráter de urgência, partiu do Rio de Janeiro e fez escala em Brasília, chegando à capital do Amazonas, às 6h30.

Em nota, o Ministério da Defesa informou que “atende à solicitação do governador do Amazonas, Wilson Lima” (PSC), após declaração de que o estado não tem cilindros de oxigênio suficientes para dar conta do aumento de internações de pacientes com a Covid-19.

Ao todo, 386 cilindros de oxigênio deverão ser transportados por aviões C-130 (Hércules) até o próximo domingo (17).

Covid-19 em Manaus

A capital do Amazonas vive uma segunda onda de Covid-19. Janeiro já é o mês com o maior número de novas internações pela doença, em unidades de saúde de Manaus. Mais de 5,6 mil pessoas morreram vítima da doença no estado desde o início da pandemia.

O número de novos pacientes internados, em apenas 12 dias, superou o total do mês de abril de 2020, que tinha o maior registro desde o início da pandemia.

A média móvel de mortes, nos últimos sete dias, subiu 217% no Amazonas. Esta é a maior alta do país, segundo o consórcio de veículos de imprensa.

Logística de guerra para atender Manaus

Segundo as Forças Armadas, por trás do transporte de cilindros de oxigênio, existe uma “operação logística típica de guerra”. Em 10 dias, serão percorridos 37,6 mil quilômetros e alocadas 94 horas de voo, que equivalem a quase uma volta completa na Terra, sobre a Linha do Equador.

O primeiro voo da operação partiu de Belém, no Pará, em direção à Manaus, na última sexta-feira (8), com o carregamento de 150 cilindros de oxigênio. No sábado (9), um novo transporte de mais 200 cilindros para o tratamento dos pacientes saiu da capital paraense.

Nos próximos cinco dias, aviões militares C-130 da FAB entregarão mais 36 cilindros de oxigênio em Manaus.

Operação Covid-19

A missão de assistência hospitalar faz parte da Operação Covid-19. A Marinha, o Exército e a Aeronáutica estão mobilizados, desde 20 de março, do ano passado no combate à pandemia.

O Centro de Operações Conjuntas (COC) do Ministério da Defesa ativou dez Comandos Conjuntos, que cobrem todo o território brasileiro, além do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE). Os militares atuam na descontaminação de espaços públicos, no transporte de medicamentos e equipamentos de saúde e em campanhas para doação de sangue.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Vejam como são as coisas , o governo da Venezuela ??, país que TONHO DA LUA , vive agredindo e metendo o betelho jundiá com o GSLEGO LUNDUM , colocou à disposição do BRASIL ??, a quantidade necessária de oxigênio oara atender s população do AMAZONAS . Uma atitude humanitária digna de aplausos . A Gadolândia vai dizer : “ não quero oxigênio da Venezuela ??, prefiro o ozônio no foquito de Galego lundum “.

  2. Os idiotas úteis não se conformam. Cuidado com a pressão arterial. Procurem um médico. Mito 2022.

    1. Procure um psiquiatra ou um exorcista para expulsar a besta fera da ignorância que se apossou da sua carcaça.

  3. Ivermetcina+cloroquina parece que não resolveu a gripezinha, o resfriadinho, ne sr. Presidente?! E o senhor que afirmou que o vírus já tá indo embora… Faltou Presidente e sobrou Hidroxocloroquina!

    1. Luis e Brasil ficaram magoadinhos pq eu repeti as palavras do próprio Mito de vcs… kkkk não sou esquerdista e não, não vou mudar do Brasil não. Sou tão brasileiro qt vcs e a gente vai se resolver é dentro de casa mermo!!!

  4. PARABÉNS PRESIDENTE, o governo federal segue socorrendo a todos, não bastou enviar respiradores, equipamentos médicos, milhões em recursos financeiros, agora envia até o oxigênio.
    VALEU PRESIDENTE.

  5. Estive no aeroporto de Manaus e presenciei, realmente é operação de guerra, creio agora que o ex ministro da saúde o comunista Mandeta tinha toda a razão…..

    1. KKKKKKKKKKKKKK. Todo mundo que discorda do MINTOmaníaco é comunista né? Muuuu

  6. A prova de que remediar é muito pior do que prevenir . Tonho da lua está colhendo o que plantou 200 mil mortes na cucuruta .

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

ABSURDO: Município é condenado por morte de paciente que precisava de oxigênio, enquanto o cilindro do gás estava sendo usado para bombear chope em festa do prefeito

Foto: Reprodução

O Município de Luiziana, no noroeste do Paraná, deverá indenizar os filhos de uma mulher que faleceu em decorrência da privação de oxigênio. No início de 2013, a paciente enfartou e precisou ser deslocada de ambulância para Campo Mourão, cidade de maior porte. Porém, o único cilindro portátil de oxigênio da Unidade Básica de Saúde (UBS) de Luiziana estava na casa do então prefeito da cidade – o agente público utilizou o equipamento para bombear chope em uma festa familiar de Ano Novo. Por isso, o transporte foi feito sem a devida oxigenação, o que contribuiu para o agravamento do quadro e para a morte da mulher.

A Justiça foi acionada para julgar a responsabilidade dos envolvidos. Na esfera cível, em 1º Grau de Jurisdição, o Município foi condenado a pagar R$ 20 mil de indenização a título de danos morais para cada um dos autores do processo, filhos da paciente falecida. A Magistrada considerou negligente a conduta do então prefeito: “Não pairam dúvidas que a ausência de oxigênio no transporte da mãe dos autores (…), que era imprescindível a ela naquele momento, reduziu a chance de sobrevivência”, destacou a sentença.

Matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. O Município? Morreu uma pessoa, nesse caso o responsável(pessoa física) pela ordem de retirar o Oxigênio deveria ser julgado pelo ato.

  2. O equipamento estava na casa do prefeito ou na casa dos contribuintes do município? Não teria que ser apenas o prefeito condenado a pagar tudo?

  3. Essa sentença de pífia, não passa de uma aberração! A justiça condenou na verdade o contribuinte, haja vista, que o pagamento indenizatório sairá dos cofres públicos. Contudo, no meu entendimento, o canalha do prefeito deveria responder por homicídio culposo, no mínimo. Ora, se o safado não estivesse se apropriado e se utilizando do cilindro por motivo fútil, sendo este equipamento essencial na prestação do socorro a paciente, existia uma boa probabilidade dela ainda estar com vida.
    Neste país é assim: Os canalhas roubam verbas destinadas à saúde, se apropriam de equipamentos, superfaturam insumos, medicamentos etc. Devido a isso, pessoas agonizam nas enfermarias dos hospitais, morrem torturadas pela falta de leitos, de UTIs, de remédios, de atenção do poder público, mas ninguém responde por essas centenas de milhares de mortes. Quando são alcançados respondem apenas por desvio de verba pública, crime bem mais brando e de fácil prescrição.

  4. Depois de 07 anos, a justiça condena o município a pagar R$ 20.000!? Que indenização pífia em relação ao absurdo causado!!! É por isso que aqui no Brasil é terra de ninguém…

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *