Laterais: Gustavo, Norberto e Wanderson
Zagueiros: Cléber, Rodrigão e Edson Rocha
Volantes: Márcio Passos, Ricardo Baiano, Michel e Fabinho
Meias: Raphael Augusto, Juninho Silva e Thiago Galhardo
Atacantes: Isac, Max, Lúcio, Pingo e Soares
O taxista Sérgio Luiz dos Santos Barreto, de 33 anos, foi morto no início da madrugada desta segunda-feira (23), na praia de Pipa, em Tibau do Sul. O suspeito do homicídio, que é publicitário, já foi detido e cometeu o crime com um tiro pelas costas da vítima, que não estava armada. O autor do disparo alega legítima defesa.
De acordo com informações iniciais, três pessoas, entre elas o suspeito e a vítima, saíram de Candelária, em Natal, até Pipa, onde supostamente ocorreria uma festa. O suspeito afirmou que havia sido convivado por Sérgio Luiz para a “comemoração”, mas que suspeitou da ação do taxista ao chegarem em Pipa.
Quando estavam em uma rua escura, o suspeito disse que desconfiou que estava prestes a ser executado por Sérgio Luiz. O motivo, ainda segundo o suspeito, seria uma dívida de R$ 500 reais que ele tinha com o taxista referente a compra de drogas. Ele admitiu que estava sob o efeito de entorpecentes no momento da execução.
Após efetuar o disparo, o suspeito e a outra pessoa que estava com ele fugiram. Enquanto isso, Sérgio Luiz dos Santos agonizou na rua pedindo por socorro. Um homem que trabalha em pousada da região ouviu os gritos e chamou o resgate médico, mas não houve tempo para salvar a vida do taxista, que morreu ainda no local. Segundo relato da testemunha, Sérgio Luiz aparentava sinais de que estava sob efeito de drogas, mas não estava armado.
Na manhã desta segunda-feira a polícia encontrou o publicitário e efetuou a prisão. Ele foi encaminhado para a delegacia de Pipa, onde será lavrado o flagrante. A outra pessoa que estava no momento do crime não foi localizada e teria fugido e um Mitsubishi TR4.
Fonte: Tribuna do Norte
O dinheiro não traz felicidade. Mas leva… Estudo divulgado neste domingo (22) revela que os super-ricos do Brasil armazenam em contas abertas em paraísos fiscais o equivalente a um terço do PIB nacional. Os brasileiros respondem pela quarta maior fortuna do mundo depositada nesse tipo de conta bancária, a salvo de tributação. Só perdem para chineses, russos e sul-coreanos.
Deve-se o levantamento (The Price of Offshore Revisited) ao economista americano James Henry. Ele cruzou dados do Banco de Compensações Internacionais, FMI, Banco Mundial e de governos nacionais. Verificou que os endinheirados do Brasil escondiam do fisco em paraísos fiscais cerca de US$ 520 bilhões em 2010. Em reais: mais de R$ 1 trilhão. Nessa época, o PIB brasileiro somava R$ 3,6 trilhões.
O trabalho perscrutou o movimento de fuga da riqueza de 139 países. Entre 1970 e 2010, os milionários dessas nações elevaram o montante depositado em paraísos fiscais de US$ $ 7,3 trilhões para US$ 9,3 trilhões. O autor do estudo classifica essa dinheirama de “um enorme buraco negro na economia mundial.”
O levantanento foi encomendado pela Tax Justice Network, organização que combate os paraísos fiscais. Diretor da entidade, John Christensen comentou: “As elites fazem muito barulho sobre os impostos cobrados delas, mas não gostam de pagar impostos.”
Acrescentou: “No caso do Brasil, quando vejo os ricos brasileiros reclamando de impostos, só posso crer que estejam blefando. Porque eles remetem dinheiro para paraísos fiscais há muito tempo.” Bingo.
Fonte: Josias de Souza
Por Thiago Medeiros / Nominuto.com
A Polícia registrou um homicídio no final da noite desse domingo (22) em São José do Mipibú. A vítima, um jovem conhecido como “Pom-Pom” foi surpreendido pelo acusado enquanto caminhava na rua e atingido por três tiros nas costas.
“Os populares contaram que um homem, conhecido na comunidade como ‘Bruno’, se aproximou em uma moto e atirou várias vezes contra o ‘Pom-Pom’ que morreu no local”, contou o oficial de operações do 3° BPM.
O Samu ainda esteve no local do crime na tentativa de socorrer a vítima, mas ao chegar, apenas constatou o óbito.
A Polícia ainda não sabe o que teria motivado o assassinato e procura pelo ‘Bruno’, principal suspeito pelo crime.
A partir desta hoje, as empresas de telefonia celular avaliadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) com o pior desempenho na prestação de seus serviços por estado estão proibidas de vender novas linhas ao consumidor. A TIM, que entrou com recurso na Justiça, está impedida de comercializar novas linhas em 18 estados, entre eles Rio e Minas, além do DF. A Oi não pode realizar vendas em cinco unidades da federação. Já a Claro tem restrições em três mercados, entre eles São Paulo, o maior do país. A Vivo não teve as vendas suspensas, mas não está descartado, segundo fonte da Anatel, que isso venha a acontecer se a empresa não apresentar um plano de investimentos satisfatório.
— A medida foi rigorosa. Mas tem efeito pedagógico importante. Mostra que a Anatel pode suspender as vendas de qualquer empresa a qualquer tempo. O objetivo é melhorar o serviço prestado ao consumidor — disse este integrante da agência.
O estudo feito pela Secretaria de Estado da Saúde em parceria com a Universidade Católica de Santos com 35 mulheres entre 24 anos e 39 anos, que ficaram grávidas depois de terem feito cirurgia bariátrica (redução de estômago), mostra que 88,6% delas tiveram parto por cesárea. Em relação aos bebês, 50% nasceram com baixo peso e 14% tiveram problemas respiratórios ou pulmonares, infecções e até a necessidade de reanimação na sala de parto, logo após o nascimento.
Flávia Albuquerque da Agência Brasil
A pesquisa indica que a cirurgia bariátrica pode ter sido responsável pela maior vulnerabilidade nutricional das gestantes e que isso pode ter provocado reflexos nos fetos, afetando até a amamentação.
De acordo com os dados, 74% das mulheres engravidaram após um ano da cirurgia e 28,5% em menos de um ano. Do total de entrevistadas, 68,6% amamentaram os filhos por um período inferior a seis meses, com 43% realizando o aleitamento materno por apenas dois meses.
A pesquisadora e nutricionista da Divisão de Doenças Não Transmissíveis do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria, África Isabel de la Cruz Perez, explicou que na cirurgia de redução de estômago, além de o paciente ter o tamanho do órgão diminuído, o que restringe a quantidade de alimento que pode ser ingerido diariamente, geralmente é feito um desvio de algumas partes do intestino, onde os nutrientes são absorvidos.
“O cirurgião desvia o trajeto normal do alimento para ele não passar pelo duodeno. Por isso há um prejuízo grande da absorção. Ela come pouco e o pouco que come não é absorvido. Assim ela vai passar a usar as reservas corporais que tem e, por isso, emagrece rápido. Isso é muito nocivo para a saúde. Agora imagine isso para uma pessoa que está em idade fértil e vai gerar uma criança.”
Segundo ela, outras pesquisas também já indicaram a possível influência da cirurgia bariátrica no nascimento prematuro e no baixo peso dos bebês. Além disso, existe também outra conseqüência, como a reprogramação fetal. Nesse caso, o feto está em um ambiente no qual percebe que há poucos nutrientes e interpreta isso como um ambiente hostil. Assim, o feto se reprograma para acreditar que quando sair do meio uterino estará também em um local com essa deficiência de nutrientes.
“O que acontece é que esse bebê não é amamentado direito. Acaba recebendo leite de vaca e por causa da reprogramação fetal isso resulta em uma hiperalimentação, que pode levar à obesidade na fase adulta e a vários problemas cardiocirculatórios. Isso está sendo atribuído à reprogramação fetal”.
África ressaltou a importância de o paciente ter um bom acompanhamento médico tanto antes quanto depois da cirurgia, com nutricionista e psicólogo. “Assim ela pode evitar as consequências maléficas da cirurgia, porque elas também existem e é sobre isso que as pessoas precisam ser alertadas.”
Para a nutricionista o ideal é que a pessoa se esforce para não engordar a ponto de ser necessário fazer a redução de estômago. “O ideal é ter uma alimentação adequada e fazer exercícios físicos para se manter dentro do peso indicado para a altura.”
Com informações da Calangotango
O Baraúnas começou bem, mas não conseguiu segurar o Campinense neste domingo (22), no estádio Amigão, em Campina Grande. Os mossoroenses terminaram o primeiro tempo vencendo a partida por 1 a 0, mas os donos da casa conseguiram equilibrar a partida e virar o placar, assumindo a liderança do grupo A3 da Série D. A nota triste foi um problema médico com o atacante Maxuel, do Baraúnas, que teve convulsões no gramado e foi hositalizado.
Aos nove minutos do primeiro tempo, o Baraúnas mostrou que estava em Campina Grande para vencer a partida. Depois de boa trama ofensiva dos mossoroenses, Fábio Cambalhota abriu o placar. O Campinense sentiu o gol e o Baraúnas conseguiu manter o placar, apesar da maior posse de bola dos donos da casa. O primeiro tempo terminou e a torcida cobrou o rubro-negro.
Na segunda etapa, o Campinense voltou melhor. A equipe local chegou ao empate logo aos 12 minutos, mas depois de pênalti polêmico. O árbitro viu um empurrão de Robson Lima em Warley, ex-ABC, e marcou a falta dentro da área. O próprio atacante foi para a cobrança e deslocou Érico. A partir daí, só o Campinense jogou.
Os mandantes insistiam nas bolas levantadas na área, e foi justamente em uma jogada aérea que a virada chegou para o Campinense. Renatinho Carioca, também ex-jogador do ABC, levantou na área e Charles Vágner desviou de cabeça para o gol de Érico aos 29 minutos.
O jogo já caminhava para o final quando Maxuel, que havia substituído Nininho, caiu no gramado do Amigão aos 48 minutos. Os reservas do Baraúnas acusaram o zagueiro Breno de acertar uma cotovelada no atacante da equipe mossoroense, mas o árbitro nada marcou. No chão, o jogador teve uma convulsão e a ambulância entrou no gramado para socorrer o atleta, que foi levado para um hospital em Campina Grande. Maxuel Baraúnas passou a noite no hospital e haverá a divulgação de um boletim médico nesta segunda-feira (23).
Com a derrota, o Baraúnas está na terceira colocação do grupo A3, com cinco pontos, enquanto o Campinense é o líder com sete pontos, seguido de perto pelo Horizonte, que tem seis. O Ypiranga é o quarto com quatro pontos e o Petrolina está na lanterna, com somente três pontos ganhos.
Fonte: Tribuna do Norte
Um acidente de carro ocorrido na tarde deste domingo, (22), por volta das 17 horas e 22 minutos, deixou pessoas feridas na rodovia estadual RN 288, entre Caicó e São José do Seridó. O local é conhecido com a “curva da Vitória”. Um cochilo do motorista, causou o capotamento.
De acordo com informações dos policiais militares de São José que atenderam a ocorrência, o carro era um Fiat Uno de cor branca, ano 2001 e placas MYA9692-RN, que era conduzido pelo aposentado, José de Anchieta Guerra, de 64 anos. Ele contou aos policiais que estava viajando com destino a Caicó, onde participaria dos festejos de Sant’Ana, padroeira da Diocese.
O carro ainda era ocupado por Dalvanir Guerra, irmã do condutor. Ambos residem na cidade de Cruzeta.
As duas vítimas sofreram escoriações leves pelo corpo. Quando os policiais chegaram ao local, os socorreram para o Hospital/Maternidade de São José do Seridó. Eles foram atendidos e liberados.
José de Anchieta e Dalvanir Guerra, são irmãos do professor Adalto de Medeiros Guerra, que mora em Caicó, no Bairro Acampamento.
Fonte: Blog do Sidney Silva
A menina Cíntia Lívia, 12 anos, desapareceu há aproximadamente 26 horas após ir a uma venda próxima de casa, em Tibau. A garota vestia blusa branca, saia preta e sandálias rosa.
Quem tiver alguma notícia ou localizar Cíntia, ligar para 84 8857.1159/ 9471.3100
O escritor Marcelo Rubens Paiva recorreu ao Twitter para tentar sair de um voo da TAM em Congonhas, após ser esquecido no avião na tarde deste domingo. O vôo saiu às 17h30m do Rio de Janeiro e chegou a São Paulo por volta das 18h30m. Rubens Paiva, que é paraplégico, revelou o inusitado drama em duas mensagens na rede social.
Na primeira, escrita por volta das 18h50m, o escritor pedia ajuda a quem estivesse online: “TAM me esqueceu dentro de 1 aviao. Voo 3971. Em Congonhas. Alguem pode ligar e pedir ajuda? Help!”.
Quatro minutos depois, brincou com a situação: “Tripulacao foi embora e me esqueceram rrr. Vou roubar este Airbus. Sera q é facil pilotar?”
A TAM levou dez minutos para responder a mensagem através de sua conta oficial no Twitter: “Oi, Marcelo! Poderia por gentileza detalhar via DM o que exatamente ocorreu para que possamos lhe auxiliar? Obrigado”.
Em torno das 19h40m, Rubens Paiva disse que o problema foi resolvido, não sem criticar a empresa: “Serio. Demoraram mais tempo pra me tirarem do aviao do q voo RJ SP”.
Fonte: O Globo
Depois de passarem por games com passarinhos explosivos e por redes sociais de fotos vintage, os aplicativos para smartphone alcançaram um novo universo: o da música. Prova disso é o fato dos jogos Song Pop e Sing Something estarem ganhando cada vez mais fãs, que competem entre si para provar quem tem os maiores conhecimentos musicais. Além disso, os artistas e profissionais do ramo vêm sendo atraídos também para o mundo dos celulares inteligentes, graças aos apps de simuladores de samplers e instrumentos musicais.

Disponível somente para os dispositivos iOS – leia-se iPhone e iPad -, o Sing Something surgiu de uma ideia que não tinha como dar errado: pegar o conceito do sucesso Draw Something e trocar a adivinhação de palavras por meio de desenhos pela adivinhação de músicas por meio de trechos cantados. Já o Song Pop, que é febre entre os usuários de aparelhos da Apple e do Android, é uma competição de quem consegue acertar os nomes das músicas ou de seus artistas respectivos em menor tempo, ouvindo somente um trecho delas.
Com conceitos bem instigantes, os apps já são sucesso em diversos lugares do mundo, e vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil. Para a analista de sistemas Flávia Martinez Labanca, de 29 anos, o apelo dos games está na rapidez com que se pode jogar diversas rodadas diferentes, além da oportunidade de conhecer novas músicas e artistas com eles. “Os jogos fazem a gente procurar por músicas novas e velhas. Algumas que eu nunca mais tinha ouvido me voltaram à tona. E outras que eu não conhecia, baixei e passei a ouvir graças ao Song Pop e ao Sing Something”, revela.
Enquanto isso, a estudante de jornalismo Luisa de Carvalho Leite, de 21 anos, reclama que não pode jogar os jogos no seu BlackBerry, e tem que “roubar” o iPhone do namorado para brincar principalmente com o Song Pop, que é seu preferido. Ela diz que seu desempenho no jogo é muito bom, mas alguns de seus amigos chegam a ser imbatíveis no game.
“Sempre tem aqueles oponentes para quem eu perco sempre, mas minha estatística da semana passada foi perfeita, 50 de 50 tentativas”, afirma. Ela conta ainda que a ideia do aplicativo a conquistou assim que ouvir falar dele. “Eu jogava um parecido no meu iPod quando tinha uns 16 anos, mas era pra jogar sozinho, não tinha oponentes. Acho que a ideia do Song Pop é simples mas tem muito apelo.”, conclui.
Link para matéria completa: http://migre.me/a08MM
Fonte: Techtudo
O número de índios evangélicos aumentou 42% nos últimos dez anos, segundo o Censo 2010. Eles já são 210 mil: 25% dos indígenas.
O crescimento segue tendência geral dos brasileiros –o aumento de evangélicos foi de 61% entre 2000 e 2010 e eles já são 22% da população–, mas entre os indígenas há o impulso de grupos que levam a evangelização a áreas isoladas.
A organização dessas missões tem aumentado, afirma Carlos Travassos, coordenador-geral do setor que monitora tribos isoladas e de recente contato na Funai (Fundação Nacional do Índio).
O trabalho conta até com apoio de aviões, graças à Asas de Socorro, uma das 15 agências evangélicas filiadas à Associação de Missões Transculturais Brasileiras.
Bancados por igrejas, voluntários fazem ações de ensino, assistência social e treinamento de líderes indígenas.
A maioria dos índios evangélicos é ligada à Assembleia de Deus: 31% (64.620 pessoas). Em segundo lugar vêm os batistas, com 17% (35,5 mil). O percentual de católicos indígenas caiu de 59% para 50,5% na última década
Fonte: Folha de São Paulo, por Felipe Luchete
A pedido do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, a Força Nacional de Segurança deverá ajudar a Polícia Militar do Distrito Federal a garantir a segurança da Corte durante o julgamento do processo do chamado mensalão, agendado para começar no próximo dia 2 de agosto.
Segundo a assessoria do STF, Britto manifestou preocupação com a segurança dos presentes à sessão de julgamento e das instalações durante reunião na última quarta-feira (18) com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Ayres Britto chegou a pedir, informalmente, a presença do efetivo federal na área externa do prédio.
De acordo com a assessoria do Ministério da Justiça, Cardozo colocou a Força Nacional à disposição, mas sugeriu que o STF também peça reforços à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.
A efetivação da autorização para a atuação da tropa federal depende agora apenas do pedido oficial do STF, informou à Agência Brasil a assessoria do Ministério da Justiça.
Mensalão foi o nome dado para as investigações conduzidas pela comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI), no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de um suposto esquema de compra de votos de parlamentares pelo Executivo. O STF julgará 38 réus que constam dos autos do processo, entre eles José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil no governo Lula.
Na última terça-feira (17), Ayres Britto anunciou que os preparativos para o julgamento da ação penal estavam praticamente concluídos. Ontem (20), o STF deu início a uma série de simulados que servirão para testar a organização logística das sessões.
Fonte: Agência Brasil
Carminha e Max se atracam na pista (Foto: Avenida Brasil/TV Globo)Feliz da vida depois de ter dado um sumiço em Nina (Débora Falabella), Carminha (Adriana Esteves) decide comemorar em alto estilo! A megera vai com Max (Marcello Novaes) para uma casa de swing.

Eles decidem usar máscaras para não serem reconhecidos, e Carminha aproveita para esculhambar a família de Tufão (Murilo Benício).
“Eles são um monte de babaca, mermo! Bairro de babaca! Família de babaca! (…) Diversão pra eles é ir no shopping, comer batata frita!”, diz ela, puxando o amante para a pista.
“Vamos dançar! Quero comemorar que acabou esse pesadelo da Nina! Acabou e a gente ganhou! Otária!”, Carminha se vangloria.
Parece que a farra dos dois promete! Fique ligado! Esta cena vai ao ar na segunda, 23 de julho.
Um dos policiais sonhava em proteger a sociedade e trabalhava dobrado para prender suspeitos. Mas nada adiantava – levados à delegacia, eles eram soltos após pagar propina. O outro se sentia superpoderoso com a arma na mão e achava que seria admirado pela tropa depois de praticar assassinatos. Os dois se tornaram policiais assassinos e cumpriram pena no Presídio Romão Gomes, em São Paulo.
Identificados pelos pseudônimos Steve e Mike, contaram suas histórias e motivações ao tenente-coronel Adílson Paes de Souza, que foi para a reserva em janeiro. As entrevistas estão na dissertação de mestrado A Educação em Direitos Humanos na Polícia Militar, defendida no mês passado na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no Largo São Francisco.
A discussão sobre o que leva um agente público a atirar e matar ganhou força na semana passada, quando uma abordagem equivocada da Polícia Militar causou a morte do publicitário Ricardo Prudente de Aquino, de 39 anos, no Alto de Pinheiros, zona oeste. O erro fez a polícia rever anteontem seu treinamento de como abordar veículos suspeitos de forma correta.
Na entrevista, Steve explicou ao coronel sua rotina de visitar velórios de policiais mortos. Inúmeras frustrações o levaram a assumir o papel de “juiz, promotor e advogado”. Já o policial que se identificou como Mike relatou que imaginava que, ao praticar homicídios, seria mais respeitado por colegas de tropa.
“Como meu trabalho mostra, existe razão na preocupação de entidades nacionais e internacionais com a violência na sociedade brasileira”, diz Souza. “O quadro é considerado grave. Fiz o estudo e ouvi os policiais por acreditar que a mudança da situação passa por melhorias na educação do policial.”
Formado em Direito, o tenente-coronel também integra a Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo desde 2007. Foi orientado pelo professor Celso Lafer e participaram de sua banca o filósofo Roberto Romano e o professor André de Carvalho Ramos. O trabalho cita dados da Ouvidoria de São Paulo sobre violência policial: com população quase oito vezes menor que a dos Estados Unidos, o Estado de São Paulo registrou 6,3% mais mortes por policiais militares em um período de cinco anos.
Direitos humanos
A educação de baixa qualidade em direitos humanos é apontada pelo coronel como uma das causas da violência policial. A dissertação mostra que, no ano 2000, eram dadas 144 horas/aula de direitos humanos. Dezoito anos depois, os currículos com matérias de direitos humanos diminuíram no Estado. Atualmente, o tema corresponde a 90 horas/aula, o que significa 1,47% do total da carga horária do curso.
Souza ainda sugere em seu trabalho maior participação da sociedade civil para ajudar a criar um tipo de educação de perfil crítico, com debates mais transparentes e participação popular.
Fonte: Estadão, por Bruno Paes Manso
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