Social

Agentes de segurança receberão treinamento de "Polícia Comunitária"

A Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social, através do Programa Comunidade em Paz, gerido pela Coordenadoria de Programas para Cidadania (CPCID), dará inicio a uma importante capacitação aosagentes de segurança pública (policiais militares, policiais civis, bombeiros militares e guardas municipais) e agentes comunitários, com o objetivo de integrá-los a trabalharem unidos na identificação, avaliação e soluções aos problemas que levam a violência e criminalidade.

A partir desta segunda feira, dia 11, o Rio Grande do Norte estará realizando mais cinco edições do Curso Nacional de Promotor de Polícia Comunitária e mais uma edição do Curso Nacional de Multiplicador de Polícia Comunitária, em parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública – SENASP/MJ.

De acordo com o Tenente Coronel Janio Marinho da Silva, oficial da policia militar do RN e Coordenador de Programas para Cidadania, os Cursos e seminários, abertos à comunidade e direcionados aos agentes de Segurança Pública, tiveram como objetivo a sensibilização da população interna e externa para a necessidade de sua participação na discussão sobre a melhoria da segurança pública.

A solenidade de abertura irá ocorrer na próxima segunda feira, dia 11, às 8 horas, no auditório da EMATER, no Centro Administrativo, em Natal, e contará com a presença de dezenas de autoridades militares e civis, além de representantes de comunidades da região metropolitana de Natal.

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Jornalismo

Médico Esaú Gerino deve ser o próximo secretário de Saúde do RN

Pelo andar da carruagem, ou melhor, das conversas realizadas na manhã desta segunda-feira (4) na Governadoria, o médico Esaú Gerino deve ser o novo secretário de Saúde Pública (Sesap). O blog teve a informação de que hoje haveriam rodadas de conversas e negociações para tentar se definir um nome, mas a blogueira Eliana Lima teve a confirmação de que Esaú deve ser nomeado titular da pasta já nos próximos dias.

Esaú Gerino é médico considerado de confiança pela base governista. Atualmente, ele está desempenhando a função de diretor do Hospital Santa Catarina (Hospital Dr. José Pedro Bezerra), na Zona Norte.

O cargo de secretário de Saúde se encontra vago desde o dia 2 de maio, quando o então secretário Domício Arruda foi exonerado após polêmicas de repercussão nacional envolvendo o feriado do Dia do Trabalhador. Desde então, várias foram as negociações da governadora, vários foram os nomes sondados, mas ninguém queria aceitar o pepino de segurar uma pasta tão problemática e tãocheia de problema como a Saúde.

Se for confirmado, boa sorte a Esaú nessa jornada que, com certeza, não será fácil.

Opinião dos leitores

  1. O DRAMA DOS MÉDICOS DO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

    Por Raquel W SantosGineco-obstetra do Hospital das Clínicas da UFMG.
    “Era uma vez uma menina brasileira, nascida em família de classe baixa, que morou por 20 anos na beira de uma rodovia, na entrada de uma favela.Ela era inteligente e adorava estudar. Sabendo disso, seus pais resolveram investir nos seus estudos. Abriram mão do seu próprio conforto e de suas aspirações para realizar o sonho da filha: ser médica.Por causa de seu desempenho escolar, ela estudou por onze anos com bolsa num colégio particular. Mas os gastos com transporte e material escolar sacrificaram financeiramente seus pais.Na escola ela sofreu bullying, por suas roupas simples, porque carregava seu material numa sacola de feira e passava vergonha na casa das colegas por não conhecer TV com controle remoto e outras modernidades da época.Mas tudo isso valeu a pena, pois ela entrou “de primeira” numa faculdade pública. Durante a graduação, o sacrifício não foi menor: estudando em horário integral, não podia trabalhar para se sustentar e dependia do esforço dos pais, os quais também bancavam os estudos da irmã caçula.Horas incansáveis de estudo, madrugada adentro, se privando do convívio com a família, para, finalmente, ao final de seis anos, receber seu diploma: médica!Mais dedicação para o concurso de residência médica e ela inicia sua especialização de três anos. Depois, passa num concurso para trabalhar naquele que foi o hospital universitário federal onde ela teve toda sua formação, desde a graduação até a especialização. O salário era baixo, mas havia quatro grandes pilares de sustentação de um “castelo”: 1) trabalhar para a população carente; 2) ajudar na formação de novos médicos; 3) dedicar à ciência e 4) a estabilidade e os benefícios de um cargo público, coisa tão incomum no meio médico em geral e que lhe traria alguma segurança financeira.Empolgada, logo entrou para o mestrado. Aí o castelo começou a desmoronar: o governo não dá a mínima pra ciência. Abandonando sua veia de pesquisadora, ela pelo menos se sentiu consolada por ter tido uma grande experiência profissional e por essa qualificação ter melhorado seu vergonhoso salário.De alguns anos pra cá, outro pilar de sustentação do castelo desabou: enquanto os governantes – verdadeiros responsáveis pelo descaso e caos da saúde pública no Brasil – estão protegidos em seus palácios e gabinetes, os médicos, sobrecarregados e mal remunerados, ficam na linha de frente encarando a insatisfação da população. O que deveria ser apenas uma batalha contra as doenças, virou uma grande guerra: contra as condições precárias das instituições de saúde, equipes médicas desfalcadas, falta de estrutura, de medicamentos e de leitos, ameaças e agressões físicas e verbais.Na tentativa de superar tais condições, nossa personagem precisa improvisar como o “Mac Gyver” e se munir de “super-poderes” para atender a demanda do serviço e fazer seu trabalho da melhor maneira possível.A parcialidade da mídia corrobora para que a população se volte contra a classe médica, bombardeando os noticiários com matérias sensacionalistas. A exploração de situações protagonizadas por “laranjas podres do cesto” rotulou toda uma classe, tornando o médico um vilão. Nenhum veículo da mídia retrata o cotidiano do médico do serviço público, que luta arduamente naquela guerra e precisa ter múltiplos empregos para complementar sua renda, para sustentar os seus e fazer jus aos anos de estudo e dedicação. Nessa empreitada, ele se priva dos momentos com família e amigos. Não sabe o que é horário comercial, lazer, final de semana ou feriado.Mas nossa personagem ainda alimenta sua alma com os pacientes que reconhecem seu trabalho. Ela se sente estimulada com a nobre função de formar médicos e especialistas. Submete-se a tais condições pensando que tem o privilégio de ter um emprego federal, com férias, décimo terceiro, aposentadoria e alguns benefícios (que são ínfimos se comparados àqueles do judiciário, por exemplo).E então, estranha e inusitadamente, sua governante aparece com uma medida provisória que reduzirá seu salário em 50% e aos poucos extinguirá seus benefícios e plano de carreira. Bum! O castelo desabou! Uma MP tão estrategicamente bolada que a colocaria num beco sem saída. Sua reação inicial foi de indignação e revolta. Depois, começou a racionalizar e imaginar como isso afetaria seu dia-a-dia e seu futuro. Por fim, caiu em profundo desgosto, por perceber sua insignificância aos olhos do governo.Ela olhou para trás, reviveu cada momento da sua história de esforços e sacrifícios, lembrou da privação de seus pais, pensou em cada centavo investido em sua formação, em cada hora de sono perdida, em cada dia ausente do convívio familiar. E chorou.Olhou para frente e vislumbrou aquele hospital universitário sofrendo com exoneração em massa; profissionais extremamente capacitados abandonando seus cargos. A população sofrendo sem atendimento de qualidade num serviço terciário. Graduandos de medicina e médicos residentes órfãos de aprendizado. E se entristeceu.Olhou num contexto mais global, tentando entender as razões de tal medida e se alertou com as mazelas de outros profissionais de saúde, dos professores, dos policias, etc. Imaginou o futuro deste país que não valoriza aqueles que são a base de uma sociedade decente e verdadeiramente rica. E teve medo.Só não perdeu a esperança porque valoriza o ser humano. Se esse texto te sensibilizou ou te fez pensar, então há esperança. Trata-se de uma história real.”

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Social

Sejuc realiza entrega de armas ao sistema prisional

Na última sexta-feira (1º), o coordenador do Sistema Penitenciário, José Olímpio da Silva, realizou a entrega de armas calibre 12 e munição ao Grupo de Escolta Penitenciária (GEP), Grupo de Operações Especiais (GOE) e algumas penitenciárias do Rio Grande do Norte.  Entre as unidades beneficiadas estão a Penitenciária Estadual de Parnamirim, Penitenciária Estadual de Alcaçuz, Complexo Penal Dr. João Chaves e Penitenciária Estadual do Seridó.

A Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc) recebeu, no dia 21 de maio, por meio coordenador do Sistema Penitenciário, 100 armas calibre 12 e munição. A Sejuc utilizou a Ata de Registro de Preço do Exército para efetuar a compra.

Para o diretor do Goe, Dhayame Araújo, as armas vão valorizar o grupo e garantir a segurança dos agentes e presos. “Os equipamentos adequados dão segurança quando for necessário intervir em ocorrências de alta complexidade do nosso Sistema Prisional”.

De acordo com José Olímpio, a Sejuc está substituindo as armas da Polícia Militar que eram emprestadas as unidades prisionais. “A Secretaria de Justiça irá realizar um curso de capacitação e qualificação dos agentes para o uso de armas deste porte. Também iremos receber coletes a prova de balas”, informou o coordenador.

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Polícia

Presos da operação Mal-Assombro atuavam como grupo de extermínio, afirma delegado

Parte dos presos da Operação Mal-assombro, deflagrada no último dia 31, atuavam como um grupo de extermínio. A informação está no Jornal de Fato. De acordo com o matinal, a suspeita é que a quadrilha esteja por trás de dezenas de assassinatos cometidos por motivos diversos, desde rixas fúteis até queimas de arquivo. Famílias inteiras praticamente foram dizimadas pelo grupo.

Segundo a matéria, o delegado Odilon Teodósio, diretor da Divisão de Polícia do Oeste (DIVIPOE), que é o responsável pelas investigações contra a quadrilha, disse ter indícios suficientes de que a atuação do bando se enquadra no perfil de um grupo de extermínio.

“É um verdadeiro grupo de extermínio, matadores mesmo. Pode ser por queima de arquivo, assuntos diversos, em nome de A, B ou C. Famílias chegaram a quase ser dizimadas. O povo de Assu sabe, o povo de Itajá sabe. Eu sei que ninguém tem coragem, porque, na verdade, toda e qualquer pessoa que der um depoimento num inquérito como esse, com certeza passaria a ter risco de vida, com certeza teria que ir embora da região de Assú”, ressalta o diretor da Divipoe, reforçando o grau de perigo que o bando pode representar.

Dos 11 suspeitos que foram presos na quinta-feira passada, apenas um deles possuía ligação direta com o poder público, que é Odelmo de Moura Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Assu. Na casa dele foram apreendidas duas armas e várias balas, assim como ocorreu com o restante dos suspeitos que foram presos.

Odilon Teodósio confirma que o vereador também é investigado sob suspeita de participação nos assassinatos cometidos pela quadrilha no Vale do Açu, destacando-se como um dos mais influentes no grupo. Ele foi liberado após pagar uma fiança de 30 salários mínimos.

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Clima

MPF recomenda que prefeitos de municípios que sofrem com a seca não façam despesas com festas

Uma recomendação conjunta assinada pelo Ministério Público Federal, Estadual, de Contas e a Procuradoria Regional Eleitoral alerta: prefeitos dos 139 municípios em situação de emergência devem se abster de realizar despesas com festas, incluindo a contratação de artistas, serviços de “buffets” e montagens de estruturas para eventos. Quem desobedecer estará sujeito à atuação dos órgãos envolvidos, como pedido de sustação de atos e contratos, além de procedimentos administrativos, suspensão do recebimento de novos recursos e pagamento de multa pelo gestor.

O documento destaca que constitui ato de improbidade que causa prejuízo ao erário “qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres pertencentes a entidades públicas”. Além disso, a recomendação pontua que a prática e a experiência demonstram que a realização de festas e eventos em ano eleitoral costumeiramente é desvirtuada, passando a ser utilizada com fins eleitoreiros. “Tal conduta, se já é reprovável em condições normais, o é ainda mais quando se tem contexto de situação de emergência causada pela seca”, afirma.

Na recomendação, procuradores e promotores denunciam que alguns gestores dos municípios incluídos no decreto de situação de emergência (Decreto nº 22.637/2012) não vem cumprindo a obrigação legal de prestar informações ao Sistema Integrado de Auditoria Informatizada (Siai). Trata-se do programa informatizado desenvolvido pelo Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte (TCE/RN) para possibilitar o acompanhamento e controle sobre a execução orçamentária e financeira dos entes públicos. Tal fato tem dificultado as ações do Controle Externo do TCE.

Segundo consta no documento, a recomendação não se aplica ao uso de verbas federais recebidas do Ministério da Cultura ou dos Ministério do Turismo, quando sua destinação for especificamente vinculada à realização de festas ou eventos culturais no município. Em tais ocasiões, os prefeitos devem realizar o devido procedimento licitatório para as contratações, por não se tratar de bem necessário ao atendimento da situação emergencial ou calamitosa. Nesses casos, o MPF também fiscalizará o uso dos recursos, devendo o gestor enviar toda a documentação relativa à execução do convênio em até 30 dias após a realização da festa ou evento.

Os prefeitos têm um prazo de 30 dias para enviar à Procuradoria Geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte informações e documentação que comprovem as medidas adotadas em relação à recomendação.

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Clima

SECA: Moradores da zona urbana de Luís Gomes e Antônio Martins também dependem de carros-pipas

A seca que devasta lavouras e rebanhos no sertão nordestino avança sobre as áreas urbanas, provocando racionamento ou falta de água potável em 158 cidades, segundo levantamento da Folha nos nove Estados da região.

Dezenas de reservatórios que abastecem as cidades entraram em colapso. Carros-pipa, que até então atendiam apenas a zona rural, são vistos agora no centro de pequenos e médios municípios.

No Rio Grande do Norte, o governo afirma gastar R$ 200 mil por mês para levar todos os dias 160 mil litros de água às áreas urbanas de Luís Gomes (442 km de Natal) e Antônio Martins (375 km de Natal). Os reservatórios da região secaram, e as cidades dependem dos carros-pipa.

Em Luís Gomes, onde vivem 9.610 pessoas, há quem ainda pague por mais água. Para garantir o abastecimento da sua pizzaria, Raimundo Fernandes compra de mil a 2.000 litros por semana.

“Desde novembro a situação está assim. Antes, a gente tinha água na torneira.” O microempresário paga R$ 20 por mil litros. No final do mês, o gasto extra chega a R$ 160.

Fonte: Folha de São Paulo

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Judiciário

Cliente de banco será indenizado por negativação indevida

A juíza Thereza Cristina Costa Rocha Gomes, da 14ª Vara Cível de Natal, determinou que o Banco Bradesco retire da inscrição em cadastro restritivo de crédito o nome de um cliente (negativação de 28 de maio de 2011), atitude que foi efetivada de forma indevida. A retirada deve ser feita em até cinco dias a contar da publicação da decisão judicial, sob pena de multa diária de R$ 800,00, até o limite de R$ 4 mil, a ser convertida em prol do autor.

Na mesma sentença, que confirma liminar anteriormente deferida, a magistrada declarou inexigível, embora não inexistente, o débito bancário apontado pelo banco frente ao autor, bem como condenou o Bradesco a pagar ao autor o valor de R$ 4 mil ao autor, a título de compensação por danos morais.

O autor informou na ação que foi inscrito indevidamente pelo banco em cadastro negativo (SPC/SERASA) em setembro de 2010 e que deseja, em razão disso, liminar e definitivamente, a declaração de inexistência de débito, a retirada da negativação e a condenação da instituição bancária a pagamento de compensação por danos morais.

O Banco Bradesco contestou as alegações do autor afirmando que não adotou qualquer conduta ilícita e que o autor foi vítima de ato de terceiro (estelionatário), que terminou por fraudá-la também. O valor de compensação também foi contestado.

A juíza analisou o caso sob a luz do Código de Defesa do Consumidor (Le i n 8078, de 11 de setembro de 1990), pois considera a relação jurídico-material existente entre autor e banco é uma relação de consumo em razão da posição que têm um frente ao outro.

Ela observou que, no caso, o autor demonstrou que foi atacado em seu direito pela inscrição e que o banco não demonstrou qualquer justificativa para a inscrição, não juntando documentos nem mostrando o título utilizado para a negativação do autor. “Deveria tê-lo feito: a única defesa de mérito viável e factível ao seu alcance era justamente comprovar que foi ele, autor, o efetivo e real inadimplente – e que a inscrição seria, assim, legítima”, apontou. (Processo 0410702-56.2010.8.20.0001 (001.10.410702-3))

Fonte: TJRN

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Saúde

Justiça determina que Estado forneça medicamento

A juíza do Juizado Especial da Fazenda Pública, Valéria Maria Lacerda Rocha, determinou que o Estado do Rio Grande do Norte forneça a um paciente do Sistema Único de Saúde (SUS) seis ampolas de Ácido Hialurônico (ACLASTA), conforme prescrição médica. Ficou estipulada multa diária de R$500,00 – até o limite de R$ 10 mil – em caso de descumprimento da decisão.

De acordo com os autos do processo, o paciente não possui condições financeiras de arcar com os custos do medicamento. Foi solicitado ainda o fornecimento de KETO 25 mg, MELATONINA 3mg e HIDROCORTISONA 10mg. Mas a o magistrada só concedeu a tutela antecipada apenas para o ACLASTA, que é de alto custo.

“ (…) conforme se dessume dos autos, o requerente apresenta quadro clínico que requer cuidados especiais e para o seu tratamento necessita dos medicamentos declinados, prescritos pelo médico. (…) estando suficientemente demonstrada neste juízo inicial a verossimilhança jurídica favorável à pretensão do autor, diante da gravidade da situação (que autoriza a não oitiva prévia da Fazenda) e, sendo crível a alegação de impossibilidade do autor adquirir, por seus próprios recursos os fármacos considerados mais eficazes no tratamento do distúrbio, impõe-se ao Estado a responsabilidade em fornecê-lo, conforme prescrição médica”, destacou a juíza Valéria Maria Lacerda Rocha.

Processo nº 0801799-93.2012.8.20.0001

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Saúde

Distribuição gratuita de remédio para asma começa hoje

Nesta segunda-feira (4) o governo brasileiro começa a distribuir gratuitamente os medicamentos para asma em 554 unidades próprias e em mais de 20 mil farmácias populares. Segundo o Ministério da Saúde, a iniciativa deve beneficiar até 800 mil pacientes por ano, entre famílias que vivem na pobreza e têm crianças de até seis anos.

Para retirar os medicamentos é preciso apresentar o documento com foto, CPF e a receita médica dentro do prazo de validade.

A distribuição integra o Programa Brasil Carinhoso, lançado no dia 14 de maio pela presidente Dilma Rousseff. Os remédios que vão ser distribuídos são o brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e o sulfato de salbutamol.

Atualmente, os três já estão na lista de medicamentos do Farmácia Popular, programa do governo federal que oferta produtos com até 90% de desconto. Este programa também entrega de graça remédios para pacientes com diabetes e hipertensão.

Com a inclusão destes remédios, o Ministério da Saúde espera reduzir a internação de crianças com asma. Em 2011, de 177,8 mil internações no SUS (Sistema Único de Saúde), em decorrência desta doença, 77,1 mil foram crianças com esta idade. Além disso, cerca de 2.500 pessoas morrem por ano por causa da asma.

Fonte: R7

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Política

Fernando Mineiro é multado por propaganda eleitoral antecipada no Twitter

Mais uma condenação por propaganda antecipada. Desta vez, foi o pré-candidato a prefeito de Natal pelo PT, Fernando Mineiro.  O deputado estadual  foi multado pela Justiça Eleitoral devido a mensagens postada no Twitter e terá que pagar R$ 5 mil, além de  manter desativado o perfil @amigosdemineiro.

“A jurisprudência está consolidada no sentido de que a propaganda eleitoral antecipada pode ficar configurada não apenas em face de eventual pedido de votos ou de exposição de plataforma ou aptidão política, mas também ser inferida por meio de circunstâncias subliminares, aferíveis em cada caso concreto”, escreveu a juíza na sentença.

A magistrada observou ainda que caracteriza propaganda extemporânea aquela que expõe propostas de ações políticas a serem desenvolvidas pelo pré-candidato ou que aludam às suas qualidades para ocupar cargo eletivo, antes do dia 6 de julho do ano do pleito. “O Twitter é meio apto à divulgação de propaganda eleitoral extemporânea, eis que amplamente utilizado para a divulgação de ideias e informações ao conhecimento geral, além de permitir interação com outros serviços e redes sociais da internet”, ressaltou a magistrada na sentença.

Com informações do blog Panorama Político

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Educação

Rio Grande do Norte não cumpriu regra de investimento mínimo em educação

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

A Constituição Federal determina que estados e municípios devem investir em educação pelo menos 25% de sua arrecadação com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Levantamento feito por meio do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) mostra que em 2010 pelo menos dois estados e 52 municípios não cumpriram a regra. Eles aplicaram percentuais inferiores ao que estabelece a lei. Há ainda 60 cidades que não informaram os dados ao sistema, administrado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e que também são consideradas em situação irregular. Os dados de 2011 ainda não foram consolidados.

Na lista dos estados que não cumpriram o mínimo em 2010 estão o Rio Grande do Sul e o Rio Grande do Norte. De acordo com a secretária de Educação do Rio Grande do Norte, Betania Ramalho, até a gestão anterior os gastos com aposentados eram computados no cálculo feito pelo estado, o que não é permitido pelas regras do Siope. Por isso, em 2010 o patamar de investimento ficou em 22,4%. “A partir de 2011, nós desagregamos esses dados e identificamos que isso feria uma demanda da Constituição. Neste ano, já estamos retirando os aposentados do cálculo, mas isso será feito em escalonamento”, explicou a secretária.

O Rio Grande do Sul foi o estado que aplicou o menor percentual em educação em 2010: 19,7%. O secretário de Educação, Jose Clovis de Azevedo, culpa o governo anterior. Segundo ele, houve um decréscimo dos investimentos na área entre 2008 e 2010. “Em 2011, já sabemos que investimos 28%, recuperando um pouco a perda. Certamente em 2012 o investimento será ainda maior”, disse. A conta que o estado gaúcho fez para 2011, entretanto, inclui os gastos com aposentadoria que não são contabilizados pelo Siope. De acordo com Azevedo essa metodologia é aceita pelo Tribunal de Contas do estado. Em outras unidades da Federação também há divergência sobre a inclusão dos aposentados no cálculo e não há um entendimento comum sobre a regra, apesar de o governo federal não considerar esse gasto um investimento direto em educação.

Para a presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Repulho, as 52 cidades que não investiram o mínimo constitucional nas suas redes de ensino representam um número pequeno se for considerado o total de prefeituras no país: 5.565. Ela avalia, entretanto, que o problema não pode ser desprezado. “O percentual é pequeno, mas para as crianças desse município [que investiu menos] significa muito. A nossa maior preocupação é que as crianças não podem dar a sorte ou o azar de nascer em um município onde o gestor se preocupa mais ou menos com educação; A vinculação é necessária e precisa ser cumprida”, defende.

Para Cleuza, o problema ocorre, em muitos casos, pela má gestão do dinheiro. A maioria dos secretários de Educação não é o gestor pleno dos recursos para a área, que acabam administrados pelas secretarias de Finanças ou Planejamento. Dessa forma, é mais difícil ter um controle rigoroso do que é aplicado. “Com isso, o grau e a importância [dos recursos da educação] se diluem na administração pública”.

Na lista dos municípios “inadimplentes”, a maioria é do Rio Grande do Sul (nove), Paraná (sete), de Minas Gerais (sete) e São Paulo (seis). O restante das prefeituras que não cumpriram a regra é do Acre, de Alagoas, do Amazonas, Amapá, da Bahia, do Ceará, Espírito Santo, de Goiás, do Maranhão, Pará, de Pernambuco, do Piauí, Rio de Janeiro, de Roraima e Sergipe.

As informações incluídas pela prefeitura ou pelo verno estadual no Siope são declaratórias e a veracidade dos dados é de responsabilidade do ente federado. Quando o FNDE detecta que um município aplicou menos do que determina a Constituição, as informações são automaticamente enviadas ao Ministério Público Federal (MPF) que as encaminha a um promotor de justiça do estado. “O governo municipal ou estadual terá a chance de se defender e pode ser aberto um inquérito civil público”, explica o coordenador do Siope, Paulo Cesar Malheiros. O ente federado também pode ficar impossibilitado de receber recursos de transferências voluntárias do governo federal.

Veja o percentual de investimento em educação de cada estado em 2010

Acre – 26,21%

Alagoas – 25,61%

Amapá- 32,04%

Amazonas – 25,78%

Bahia – 26,28%

Ceará – 29,20%

Distrito Federal – 29,28%

Espírito Santo – 30,57¨%

Goiás – 27,48%

Maranhão – 26,72%

Mato Grosso – 26,01%

Mato Grosso do Sul – 32,51%

Minas Gerais – 27,25%

Pará – 25,33%

Paraíba – 26,54%

Paraná – 31,79%

Pernambuco – 26,45%

Piauí – 27,27%

Rio de Janeiro – 27,17%

Rio Grande do Norte – 22,40%

Rio Grande do Sul – 19,70%

Rondônia – 26,21%

Roraima – 25,65%

São Paulo – 30,18%

Santa Catarina – 26,19%

Sergipe – 28,31%

Tocantins – 25,90%

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Diversos

Rock in Rio anuncia datas do festival em 2013 para Buenos Aires e Rio de Janeiro

Segundo Roberto Medina, Rock in Rio quer chegar à Ásia e à América do Norte nos próximos anos. Na foto, Stevie Wonder, um dos destaques da edição brasileira de 2011Segundo Roberto Medina, Rock in Rio quer chegar à Ásia e à América do Norte nos próximos anos. Na foto, Stevie Wonder, um dos destaques da edição brasileira de 2011

A organização do Rock in Rio anunciou neste domingo (3) as datas dos festivais que ocorrerão em 2013 em Buenos Aires e no Rio de Janeiro. Na capital argentina, o festival será realizado nos dias 27, 28 e 29 de setembro e em 4, 5 e 6 de outubro, no Parque da Cidade. No Brasil, os shows serão nos dias 13, 14, 15, 19, 20 e 21 de setembro, na Cidade do Rock.

O anúncio foi feito neste domingo, em Lisboa, onde o evento está sendo realizado pela quinta vez. Além das datas, foi confirmada uma nova edição portuguesa do festival para 2014.

A primeira edição argentina do Rock in Rio terá a mesma estrutura do festival em Lisboa, com os palcos Mundo, Sunset, Eletrônica, e a Rock Street e Street Dance. Além disso, o Rock in Rio Buenos Aires terá o Sky Lounge, que será um restaurante montado a 200 metros de altura, instalado na “Torre Espacial” do Parque da Cidade –o observatório mais alto da América Latina. No local, é estimado que passem mil pessoas por dia.

Roberto Medina, presidente do Rock in Rio, disse que a ida à Argentina é “mais um passo na internacionalização da marca que pretende ser a maior marca de música e entretenimento do mundo”. Segundo Medina, há planos para que o festival seja realizado na Ásia e na América do Norte. A previsão é que para os próximos cinco anos sejam investidos U$350 milhões na marca Rock in Rio, no mundo todo.

Desde sua primeira edição, realizada no Rio de Janeiro em 1985, o Rock In Rio reuniu 5,9 milhões de pessoas. Esse número, no entanto, não inclui o público que passou pelo Rock In Rio Lisboa, realizado nos dias 25 e 26 de maio e 1º, 2 e 3 de junho. Metallica, Sepultura, Smashing Pumpkins, Linkin Park, Lenny Kravitz, Maroon 5, Stevie Wonder e Bruce Springsteen & The E Street Band foram os destaques deste ano.

Números do Rock in Rio

Locais Dias Bandas Público
RJ (1985) 10 28 1,3 mi
RJ (1991) 9 42 700 mil
RJ (2001) 7 160 1,2 mi
Lisboa (2004) 6 77 386 mil
Lisboa (2006) 5 60 350 mil
Lisboa (2008) 5 81 354 mil
Madri (2008) 5 61 291 mil
Lisboa (2010) 5 82 329 mil
Madri (2010) 5 62 250 mil
RJ (2011) 7 160 700 mil
Total 69 936 5,9 mi

Fonte: Uol

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Economia

BC faz intervenção no Banco Cruzeiro do Sul após descobrir rombo de mais de R$ 1 bilhão

O Banco Central decreta nesta segunda-feira, 4, intervenção no Banco Cruzeiro do Sul. A instituição carioca será colocada sob o Regime de Administração Especial Temporária (Raet), o que significa que os controladores – a família Índio da Costa – serão afastados e a gestão será feita pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), instituição criada com objetivo de proteger os depósitos dos clientes do sistema financeiro no País em caso de quebra de algum banco.

Inspeções feitas no Banco Cruzeiro do Sul identificaram um rombo de cerca de R$ 1,3 bilhão. A princípio, foram detectadas fraudes parecidas com as do Banco Panamericano, instituição que pertencia ao Grupo Silvio Santos, com registro de créditos fictícios no balanço. O Cruzeiro do Sul tem um patrimônio líquido negativo de cerca de R$ 150 milhões.

O Cruzeiro do Sul, que tem como um dos focos principais o crédito consignado e vinha sendo há tempos alvo de rumores sobre dificuldades financeiras, interessava ao Banco BTG Pactual – atualmente controlador do próprio Panamericano. O BTG chegou a fazer oferta de compra. No sábado à noite, no entanto, essas negociações foram encerradas, já que os valores oferecidos foram considerados baixos.

Neste domingo, 3, o presidente executivo do Cruzeiro do Sul, Luis Octavio Índio da Costa, esteve reunido com representantes do FGC até cerca de 21h30 para definir o destino do seu banco. A saída, no entanto, acabou mesmo sendo a intervenção.

Problemas. Em março, a agência de classificação de risco Moody’s chegou a rebaixar o rating do Cruzeiro do Sul, alegando que ele tinha uma dependência muito grande de “depósitos com garantia e de acordo de securitização de ativos com o Fundo Garantidor de Crédito, que ao fim de 2011 representou mais de um terço da captação total”. O FGC havia aberto uma espécie de linha de crédito de até R$ 3,8 bilhões para o Cruzeiro do Sul – que havia sacado R$ 625 milhões até o fim do ano passado.

No balanço do primeiro trimestre, o Cruzeiro do Sul recebeu uma ressalva da empresa de auditoria Ernst & Young – o que significava que, na análise dos números, os auditores haviam encontrado alguma inconsistência contábil.

Nas notas explicativas, a Ernst & Young ressaltava que o Cruzeiro do Sul fez um diferimento de despesas no primeiro trimestre que não estava de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Essas perdas foram decorrentes de renegociações de operações de crédito cedidas em exercícios anteriores. O Cruzeiro do Sul depende da venda de carteiras para captar recursos.

Em dezembro, o Cruzeiro do Sul chegou a comprar uma instituição financeira – o Banco Prosper. Pagou R$ 55 milhões por 88% da instituição, que estava descapitalizada e praticamente não conseguia mais operar.

Fonte: Estadão

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Polícia

Bando invade supermercado em Parnamirim e arromba caixa eletrônico

Um grupo formado por cerca de cinco homens fortemente armados invadiu um supermercado e arrombou um caixa eletrônico instalado no interior do estabelecimento. O fato ocorreu na noite deste domingo (3), no bairro Rosa dos Ventos, na cidade de Parnamirim, região metropolitana de Natal.

De acordo com o tenente Crizanto, oficial de dia do 3º Batalhão, a quadrilha chegou ao supermercado Boa Esperança por volta das 19h50, e armada de pistolas e espingardas calibre 12, rendeu o segurança. Em seguida, um dos bandidos ligou para outro três que chegaram rapidamente ao supermercado.

De posse de maçarico e pé de cabra, o bando arrombou o caixa eletrônico e levou todo o dinheiro que estava no interior do caixa. O segurança ficou amarrado e a todo momento com uma arma apontada par a cabeça.

Ainda segundo o tenente, depois de 30 minutos, os assaltantes fugiram em dois carros, um deles o do segurança, um Ford Ka, de placas MZC 5048, de cor prata. “Foi uma ação muito bem planejada. Os bandidos usavam além de armas potentes, comunicavam-se por rádios. Certamente especialistas nesse tipo de crime”, informou.

O estabelecimento já foi alvo da ação de assaltantes várias vezes, somente este ano. No entanto, foi a primeira vez que os bandidos arrombaram o caixa eletrônico do local. A polícia realizou várias diligências em toda a cidade, mas os suspeitos não foram localizados.

Fonte: Portal BO

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Economia

Governo Dilma quer acabar com aluguel de horário na TV

O governo federal prepara um pacote de medidas para fechar brechas da legislação de rádio e TV que permitiram o surgimento de um “mercado paralelo” ligado às concessões no país.

A informação é da reportagem de Julio Wiziack e publicada na edição deste domingo da Folha.

Uma das mudanças de maior impacto é a proibição expressa do aluguel de canais e de horários da programação de rádio e TV.

O Ministério das Comunicações não quis comentar as mudanças e informou que o “novo marco” ainda será colocado em consulta pública.

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Educação

Greve dos professores das universidade federais já atinge 48 instituições

A greve das instituições federais de ensino já atinge 46 universidades federais e mais dois institutos de ensino tecnológico, segundo levantamento do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes). Por enquanto, esse número não contabiliza a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).  Associação dos Docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Adurn), que resolveu não acompanhar o movimento nacional iniciado em 17 de maio por indicação até o último dia 31 por haver uma negociação em andamento.

A principal reivindicação dos docentes é a revisão do plano de carreiras. O sindicato defende que o atual modelo não permite uma evolução satisfatória do professor ao longo da profissão. A greve já dura mais de 15 dias.

No ano passado, o governo fechou um acordo com a categoria. Ele previa a revisão do plano de carreiras para 2013, além de um aumento de 4%, a partir de março, e a incorporação de gratificações. Os dois últimos pontos já foram concedidos, mas o novo plano continua pendente.

Na última semana, o comando de greve tinha uma reunião de negociação marcada no Ministério do Planejamento, mas o encontro foi adiado pelo próprio governo. O sindicato diz que não recebeu nenhuma justificativa para o cancelamento da reunião. O ministério informou, por meio da assessoria de imprensa, que o encontro foi apenas adiado por razões de “agenda” e será remarcado.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, fez um apelo para que os professores retomem suas atividades e justificou o atraso nas negociações por causa da morte, em janeiro, do secretário executivo do Ministério do Planejamento, Duvanier Costa, que era responsável pela negociação salarial de todo o serviço público federal.

*Com informações da Agência Brasil

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