A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) e a Polícia Rodoviária Federal montaram esquema especial de trânsito durante manifestação que está prevista para esta quarta-feira. Equipes das duas instituições atuarão para buscar minimizar os transtornos no trânsito durante a manifestação que acontecerá na avenida Senador Salgado Filho com Bernardo Vieira e seguirá até a Praça da Árvore em Mirassol, pela contramão.
A orientação aos motoristas é que utilizem vias alternativas, como a Via Costeira, a Prudente de Morais e rua Jaguarari para quem se desloca em direção ao centro, já que a pista principal da BR 101 no sentido Parnamirim – Natal estará interditada entre as 16h e 19h (previsão), entre Mirassol e a Arena das Dunnas.
As linhas de ônibus que passam pela avenida Senador Salgado Filho serão desviadas pela avenida Prudente de Morais a partir das 14h. Assim que for liberada a via, o transporte volta a operar em seu itinerário normal.
Núcleo de Comunicação Social da PRF. @PRF191RN
Em caso de dúvidas o cidadão pode ligar para o Alô STTU – no telefone 156 – ou perguntar pelo Twitter oficial, o @156Natal.
Enquanto o congresso e o STF estoura todo orçamento do governo com suas mordomias e extravagancias, deixando estarrecidos os ocupantes desse mesmos cargos em países de 1o mundo, que são riquíssimos e o povo não vivem na miséria.
Na véspera do que se desenha como a primeira grande greve do seu governo, com manifestações convocadas amanhã em universidades e escolas de 26 estados e do Distrito Federal, líderes de quatro siglas — incluindo o PSL de Jair Bolsonaro — relataram um telefonema do presidente ao ministro da Educação pedindo que cancelasse os cortes orçamentários no Ministério da Educação (MEC).
“O presidente ligou para o ministro na nossa frente e pediu para rever. O ministro tentou contra-argumentar, mas não tem conversa”, afirmou Waldir.
A ordem foi passada por telefone ao ministro da pasta, Abraham Weintraub, nesta tarde. Líderes de quatro siglas reunidas com o presidente no Palácio do Planalto presenciaram o telefonema e confirmaram a informação ao UOL.
A decisão também foi confirmada à reportagem pelo líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (PSL-GO).
O deputado afirmou que não haverá redução em outras pastas para compensar o dinheiro que não será mais retirado da Educação.
Ainda não se sabe como será feito o anúncio do recuo. Há três possibilidades aventadas: um anúncio de Bolsonaro nas redes sociais;
que o ministro Weintraub fale no plenário da Câmara amanhã; que o Ministério da Educação convoque uma entrevista coletiva.
O MEC não havia se manifestado sobre o assunto até o fechamento deste texto.
Na Era FHC, as federais fizeram quase um ano de greve, mas foram olimpicamente ignoradas. Depois todas voltaram à ativa, uma a uma, em doses homeopáticas… Como sempre, todos se divertiram e ninguém sentiu a sua falta. A ignorância acadêmica continua a mesma.
Graças a Deus o senhor tem condições de pagar uma faculdade particular!!!
Mas que bela sintonia. A única certeza que temos é que alguém do governo está mentido. Ou seria o nosso presidente insistindo na sua onda de metamorfose ambulante?
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que se não houver teto de gasto os juros subiriam para o patamar de 10%, 15%. “Isso é um dilema terrível que nós temos. Temos de funcionar o corte de gasto não em cima dos mais pobres, mas onde estão as folgas, as isenções. Nós vamos chegar lá”, afirmou ele, durante audiência da Comissão Mista de Orçamento (CMO), nesta terça-feira, 14.
Ao criticar os bilhões de reais dados em isenções a setores e empresas em outros governos, o ministro disse também que discorda da produção de bilionários no País. “Nunca deveríamos usar recursos públicos para produzir campeões nacionais, bilionários, favorecimentos. É uma deformação, uma disfunção, bota recurso naquele banco e sai dando dinheiro para bilionário para ver se ele fica mais rico ainda”, destacou ele.
Guedes ressaltou ainda que as isenções serão atacadas no “devido tempo”. Sobre o salário mínimo, o ministro disse que seria uma insanidade falar que a população que vive com essa renda é favorecida. “Por definição, é o menos favorecido. Estamos observando o que está acontecendo”, esclareceu ele, lembrando que neste momento o déficit está crescendo e inviabiliza ações nesse sentido. Disse ainda que há um problema “galopante que engole tudo”, que é a Previdência.
O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, afirmou nesta terça-feira que a equipe econômica do governo ainda realiza estudos mais aprofundados para avalizar o reajuste da tabela do Imposto de Renda. De acordo com ele, não há prazo para o anúncio das mudanças.
Segundo Rêgo Barros, o presidente Jair Bolsonaro conversou sobre o tema com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na segunda. “Os detalhes técnicos precisam ser estudados com profundidade para que não haja impacto na retomada do crescimento”, disse.
Na segunda, o porta-voz afirmou que Guedes concordou em estudar uma atualização da tabela do IR pela inflação, como deseja Bolsonaro, para ser implementada “no devido momento”.
Em entrevista à rádio Bandeirantes, no último domingo, o presidente afirmou que já havia pedido a mudança ao ministro e que seria implementada este ano. A tabela não é corrigida desde 2016.
Estadão Conteúdo
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, tem a sugestão de destinar US$ 600 milhões (algo em torno de R$ 2,5 bilhões) em multas da Petrobras para a educação. Ele participa de uma audiência pública na Comissão Mista de Orçamento (CMO) no Senado que discute o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020.
“Preferencialmente, por recomendação da [procuradora-geral, Raquel] Dodge, e vai ser bem aceito lá fora, pode ser redirecionado para a educação. Algo que está sendo considerado também”, declarou o ministro. “A Petrobras está pagando uma multa importante pelo problema de corrupção, interrogação jurídica da SEC [Security Exchange Commission, dos Estados Unidos]. A tese da Dodge é de que a Petrobras foi vítima. Quem estava lá dentro perpetrou excessos e [a estatal] foi condenada a pagar US$ 600 milhões, quase R$ 3 bilhões, de multa. Pagam à União, que tem de redirecionar esse dinheiro”.
Guedes reiterou que o contingenciamento de 30% do Orçamento discricionário (não obrigatório) da educação, na verdade, resulta num bloqueio de 3,6% da verba total para a área. Isso porque as verbas discricionárias equivalem a 12% do Orçamento. “Se formos fazer as contas, 30% de 12%, dá 3,6% do total”, justificou.
O ministro disse que não participou da decisão de contingenciar as verbas da educação e que esse tipo de decisão cabe ao próprio Ministério da Educação e ao Palácio do Planalto. “Por mim, haveria apenas dez ministérios e todos com verbas bem menores”, disse.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilA política de reajuste do salário mínimo só será definida perto do fim do ano e depende do avanço das reformas estruturais, principalmente a da Previdência, disse hoje (14), o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em audiência na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso, ele esclareceu que o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020 apenas faz estimativas da correção pela inflação, sem estabelecer uma política definitiva sobre o tema.
De acordo com o ministro, o governo pode até conceder reajustes reais (acima da inflação), caso as reformas sejam aprovadas, e a economia volte a crescer com mais vigor. “Não definimos a política de salário mínimo. Isso naturalmente passa pelas reformas. Podemos seguir, ano a ano, observando. Se a conjuntura for favorável e as reformas progredirem, obtemos fôlego para anunciarmos algo mais à frente e mais audacioso”, declarou Guedes.
Atualmente, o salário mínimo está em R$ 998. A proposta de LDO enviada ao Congresso prevê um salário mínimo de R$ 1.040 em 2020, R$ 1.082 em 2021 e R$ 1.123 em 2022, sempre seguindo as expectativas de variação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para as famílias de menor renda.
Impacto
Guedes lembrou que cada R$ 1 de aumento no salário mínimo tem impacto de R$ 300 milhões no Orçamento da União. “É pouco para quem recebe, caro para quem paga e desastroso para o quadro fiscal. Por uma atitude de prudência, temos a possibilidade, até 31 de dezembro, de criar uma nova trajetória para o salário mínimo”, explicou.
Até 2019, o mínimo era reajustado por uma fórmula que prevê o INPC do ano anterior mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, bens e serviços produzidos no país) de dois anos antes. A partir do próximo ano, o governo pode definir uma nova política para os próximos quatro anos ou negociar o valor do salário mínimo com o Congresso Nacional ano a ano.
“Nós entramos em situação fiscal extraordinariamente difícil. Nos últimos dois anos, a política para o salário mínimo seguiu estritamente a manutenção do poder aquisitivo, pela correção pelo INPC. Por uma atitude de prudência, temos a possibilidade, até 31 de dezembro, de criar uma nova trajetória para o salário mínimo. Então achamos prudente observar”, acrescentou Guedes.
“Se reforma criam espaço fiscal, isso pode ser usado lá na frente. Se não fizermos as reformas, estamos ilhados, tanto União, como estados e municípios. Esse período de austeridade será mais longo, para corrigir excessos anteriores”, disse.
O governo trabalha a 120 dias para fazer a reforma da previdência e vem recebendo todo tipo de desconstrução, sem qualquer proposta da esquerda, apenas a velha forma destrutiva de se opor sem contribuir com outra alternativa que seja favorável ao povo.
Até aqui tudo que a oposição fez foi pedir ar$r$r$r$ticulação e obstruir as melhorias ao país.
Então chegou a hora de engrossar o discurso e deixar bem claro QUEM SÃO OS INIMIGOS DO POVO QUE QUEREM O QUANTO PIOR MELHOR, COM UM OBJETIVO: ELES VOLTAREM AO PODER!
Se voltarem ao poder, ao povo restará o mesmo que a população na Venezuela vem vivenciando!
As medidas provisórias que estão na fila do plenário da Câmara vão continuar mesmo em modo de espera, sem a análise dos deputados nesta semana, conforme o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado antecipou mais cedo com fontes. Para a semana, apenas quatro matérias estão na lista de deliberações da Casa, nenhuma delas MP, nem sequer a 863, que trata da abertura do setor aéreo brasileiro, expira semana que vem e chegou a entrar na pauta desta terça-feira, 14.
Ao final de reunião de líderes da Casa, o deputado Elmar Nascimento (DEM-BA) disse que a pauta do plenário desta semana inclui a votação de um requerimento de convocação do ministro da Educação, Abraham Weintraubm, para explicar os cortes em orçamentos de universidades federais, uma urgência de projeto de decreto legislativo para sustar o decreto de armas de Jair Bolsonaro, a tentativa de finalização da discussão do projeto de lei de licitações e a votação, “se der tempo”, do PL 7223, que trata do regime disciplinar diferenciado.
Ao ser perguntado sobre se haveria alguma chance de votação de MP esta semana, Nascimento respondeu: “Acho difícil com essa pauta aí”. Também questionado se esse adiamento das votações sinalizaria que está ficando cada vez mais perto a possibilidade de a MP 870, da reestruturação dos ministérios, caducar, ele comentou: “Aí é problema do governo, ele que tem de se articular”.
Estadão Conteúdo
Elmer Coelho Vicenzi fala em Comissão da Educação da Câmara nesta terça-feira (14). — Foto: Reprodução/TV Câmara
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Elmer Coelho Vicenzi, afirmou nesta terça-feira (14) que nenhuma autoridade superior, seja o Ministro da Educação ou o presidente Jair Bolsonaro, pediu para ler o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019. Ele deu a declaração na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.
“Não foi pedido ao Inep, por nenhuma autoridade superior ao presidente do Inep – ministro da Educação ou o próprio presidente [Bolsonaro]– para ler a prova”, afirmou Vicenzi, presidente do Inep.
No ano passado, Bolsonaro criticou uma das questões do Enem e disse que tomaria conhecimento do conteúdo antes de a prova ser distribuída.
Em março, o Inep publicou uma portaria criando um grupo que faria uma “leitura transversal” do exame para “verificar a sua pertinência com a realidade social”.
Vicenzi também afirmou que:
Pedidos de Bolsonaro serão obedecidos dentro das normas
Não foram vetados temas ou questões do Enem
Tema da redação ainda não está definido
Cronograma da prova será mantido
Contratação de nova gráfica depende de parecer da AGU
Ideb pode ser alterado para incluir escolas de formação profissional
‘Obediência normativa’
Durante a audiência na Comissão de Educação, os deputados perguntaram se o presidente do Inep agiria como o presidente do Banco do Brasil, que retirou do ar um comercial que havia sido criticado pelo presidente.
A peça publicitária veiculada no fim de abril era voltada para jovens e trazia imagens de homens de cabelo rosa, mulheres negras e expressões como ‘fazem carão’. Bolsonaro afirmou na época que a publicidade não é a “linha” de pensamento dele já que, segundo o presidente, a “massa quer respeito à família”. A interferência do governo sobre o teor de peças de propaganda de empresas estatais não é permitida, pois fere a Lei das Estatais.
Vicenzi respondeu que haverá “obediência normativa” aos pedidos do presidente, ou seja, serão seguidas desde que estejam dentro das normas previstas.
“Pontuando a questão sobre se o presidente pedir (…) Havendo normativo, [o Inep] fará. Não havendo, não fará. Quem é que dirime a dúvida sobre lei, sobre normativos, na administração pública federal? A Advocacia-geral da União. Não me foi solicitado. Não instei a Advocacia-geral da União”, afirmou.
Ele afirmou ainda que não recebeu nenhum pedido da presidência sobre o Enem.
“Mas caso chegarmos a isso [a um pedido de Bolsonaro], tenho certeza que a Advocacia-geral da União será instada a se manifestar sobre a questão do procedimento. Mas, mais do que isso, é a garantia aos alunos de que a prova está sendo finalizada. A prova finalizou, ninguém mexe”, completou.
Segundo Vicenzi, as alterações no Enem não poderão ser feitas sem planejamento, dado o tamanho da prova. Na edição de 2018, 5,5 milhões de candidatos se inscreveram para realizar o exame.
“Você mexer no cronograma do Enem é mexer em um transatlântico em curso. Basicamente, [mudar] um grau é impossível. Existe todo um planejamento, um curso”, afirmou.
Ele completou deixando claro que nenhum superior pediu para ler a prova.
“Então, [para] deixar bem claro: não foi pedido para o Inep, por nenhuma autoridade superior ao presidente do Inep — ministro da Educação ou o próprio presidente — para ler a prova. Não foi pedido”, afirmou o presidente do Inep.
Nenhuma questão ou tema vetados
Vicenzi afirmou que nenhum item foi retirado do Banco Nacional de Itens (BNI), a base de questões que é usada para compor o Enem (leia mais abaixo como é feita a prova).
“Não existe qualquer normativo de corte de temas. Não existe. Existe alguma limitação para grupos minoritários? Não, não existe, pelo contrário. O Inep até assinou um termo de ajuste de conduta com o próprio Ministério Público para incluir estes temas. Então, eles vão ser observados”, afirmou.
Sobre a comissão de leitura da prova, Vicenzi disse que essa foi “mais uma comissão” entre muitas que participam da elaboração da prova.
“[Quero] Deixar os estudantes muito tranquilos: nenhum item foi retirado da base nacional de itens. Nenhum. Até porque, quando o processo é todo construído e ele entra [na base], aquele item passa a ser um bem público”, garantiu Vicenzi.
Segundo o presidente do Inep, a comissão “simplesmente se debruçou sobre um parecer”.
“Mas ele não é tirado e, inclusive, ele pode cair [na prova]. Por que? Porque ele está de acordo com a matriz de referência, ele está de acordo com a Base Nacional Comum Curricular. Qual a garantia para o aluno de que não haverá nada novo? A matriz de referência. Que é matriz desde quando? Desde 2009. Ela foi mudada? Não”, afirmou, entre pausas e ênfases.
Tema da redação
A comissão ainda está trabalhando na prova e o tema da redação ainda não foi definido, afirmou Vicenzi.
Cronograma mantido
O presidente do Inep garantiu que prova do Enem será aplicada nos dias 3 e 10 de novembro, dois domingos consecutivos, conforme previsto. Segundo ele, a comissão continua trabalhando na montagem dos itens para a confecção da prova.
“Estamos observando rigorosamente o cronograma. [O Enem] será realizado dia 3 e 10, observando a matriz de referência”, afirmou.
Ideb
Perguntado sobre o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que não inclui escolas de educação profissional, o presidente do Inep afirmou que a metodologia será alterada. De acordo com o deputado Ildivan Alencar (PDT-CE), caso as escolas profissionalizantes fossem incluídas no índice, o ranking mudaria, com Pernambuco em primeiro lugar e Ceará em segundo.
“Vamos fazer um spoiler aqui: […] a gente vai melhorar este cálculo e, mais do que isso, vamos recuperar o ‘para trás’. Acho importantíssimo, é uma contribuição que podemos fazer, nacional. Vamos ter reunião com ministro e secretários do Consed, em que iremos falar sobre isso mas, alerta de spoiler, vamos fazer. Mas precisa ter alinhamento com secretários” afirmou.
Inep
Vicenzi foi indicado para ser presidente do Inep em substituição a Marcus Vinicius Rodrigues, demitido em 26 de março deste ano. Entre a demissão de Rodrigues e a indicação de um novo nome para o cargo titular, o Inep passou mais de 20 dias sem presidente. Ele tomou posse no fim de abril.
Vicenzi é delegado da Polícia Federal e, desde novembro, atuava como na Corregedoria-Geral da PF. Ele também já chefe do Serviço de Repressão a Crimes Cibernéticos na Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado, e foi diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e presidente do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
“É fato e é notório que a equipe estrutural não é da área de educação. Eu não sou da área de educação. Sou delegado da Polícia Federal. Tenho especialização em orçamento público. Realmente foi um desafio vir para a área educacional”, falou na Câmara.
Um excelente antibiótico natural que pode ser útil para complementar o tratamento de diversas doenças é o alho. Para isso, basta comer 1 dente de alho cru por dia para alcançar seus benefícios.
No entanto, também é possível fazer um xarope natural para tomar durante o dia, tornando mais fácil ingerir um dente de alho. Este antibiótico de alho é uma alternativa caseira para tratar infecções bacterianas comuns e pode ser usado para melhorar o sistema imune, sendo que neste caso deve ser ingerido mesmo depois problema estar tratado.
O alho cru também faz bem ao coração e uma outra forma de consumi-lo é cortar em pedacinhos, regar com azeite e usar para temperar uma salada ou batatas cozidas, por exemplo. As cápsulas de alho, encontradas em farmácias de manipulação, também alcançam o mesmo efeito.
Como preparar a água de alho
Ingredientes
1 dente de alho cru
1 xícara (café) de água, com cerca de 25 ml
Modo de preparo
Coloque o dente de alho cru descascado na xícara de café com água fria e esmague-o na água. Após 20 minutos de molho nesta água o antibiótico está pronto. Basta somente beber a água, podendo jogar fora o alho.
Uma boa dica para tornar mais fácil tomar esta água de alho é acrescentá-la a sucos ou batidos da sua preferência, pois as propriedades mantêm-se.
O WhatsApp alertou seus 1,5 bilhão de usuários no mundo todo para que o aplicativo de celular fosse atualizado. Uma brecha de segurança da plataforma permitiu que hackers instalassem um vírus para monitorar o uso do aparelho.
Segundo o professor da FGV Arthur Igreja, do ponto de vista técnico, o “WhatsApp teve sua pior falha de segurança.”
O especialista em tecnologia afirma que o WhatsApp tinha como uma de suas prioridades a segurança e a privacidade das mensagens trocadas entre os usuários. Porém, foi usado para expor todos os demais aplicativos instalados no aparelho.
“O vírus instalado pelos hackers permitia espionar 100% do uso do celular. Isso criou uma vulnerabilidade para aplicativos de bancos, e-mails e para outros serviços usados pelo celular”, explica o professor.
Os cibercriminosos usaram uma chamada de voz pelo aplicativo para conseguir instalar o vírus. A vítima não precisava atender a ligação para ter o celular invadido. O histórico de chamadas ainda era apagado para não deixar pistas. Isso dificultava a descoberta de que algo irregular estava ocorrendo.
O professor Igreja alerta que ainda é cedo para ter a dimensão real do ataque. “O WhatsApp não revelou o número exato de quantas pessoas foram vítimas dos hackers. É possível que não tenha sido algo tão pontual”, afirma.
Procurado pelo R7, o WhatsApp enviou o seguinte posicionamento:
“O WhatsApp incentiva as pessoas a atualizarem o nosso aplicativo para a versão mais recente, assim como manter o sistema operacional dos dispositivos atualizados, a fim de proteger contra possíveis ataques destinados a comprometer as informações armazenadas em dispositivos móveis. Estamos trabalhando constantemente ao lado de parceiros da indústria para fornecer os aprimoramentos de segurança mais recentes para ajudar a proteger nossos usuários.”
O Blog Gláucia Lima destaca nesta terça-feira(14). Aparaibana de Brejo do Cruz residente em Caicó, Vânia Maria Alves Barros, perdeu a chance de ficar milionária ao deixar de finalizar a aposta do sorteio do concurso 2150, realizado no sábado, 11 de maio, cujo prêmio estava acumulado em R$ 289 milhões.
Segundo a blogueira, fez sua aposta online, via aplicativo da Caixa Econômica Federal, mas esqueceu de clicar ‘na finalização’. “Quando o resultado saiu, eu fui conferir os números e realmente estava lá com a mensagem ‘você ganhou a premiação de R$ 289.420.865,00’. Eu até achei que era coisa da minha cabeça, mas peguei meus documentos e fui à agência da Caixa em Natal (cidade que estou) me certificar se realmente tinha ganhado. Lá me pediram o protocolo do jogo e eu não sabia como acessar. Quando eu abri o aplicativo tinha lá finalizar, ai eu finalizei e apareceu a mensagem: ‘jogo vencido, jogo passado”, contou ao #BlogGláuciaLima.
Sem fundamento, a formatação dos jogos on line pela CEF é totalmente diferente do que está exposto. Não há a expressão FINALIZAR e sim IR AO PAGAMENTO. Tudo mentira.
Não procede a informação da jogadora online. Jogo sempre pelo site da Caixa Online e a sequência informada até a finalização do jogo não esta de acordo com a rotina do site. Para finalizar o jogo você tem que obrigatoriamente pagar através do cartão de crédito cadastrado ou pelo sua conta do Mercado Pago ai automaticamente o seu jogo estará concorrendo ao sorteio. A CEF não manda mensagens ou avisos de jogo premiado se o mesmo não existe na base de dados online do site de apostas.
Caro Sergio Carvalho, você está enganado, apostas feitas pelo site da CEF não se paga em cartão ou mercado pago. É debitado direto da conta.
Caro João, procede sim o que Sérgio explicou. Existe duas formas de jogar pelo site da CAIXA, uma é através da conta corrente em q se pode jogar apenas um único jogo e a outra é pra quem não tem conta na CAIXA, meu caso, jogar pelas loterias on line, em que o pagamento mínimo é de 30,00 e só pode ser pago pelo MercadoPago.
A Lei Maria da Penha ganhou um novo artigo que vai ajudar a salvar a vida de muitas mulheres. A partir de hoje (14), autoridade judicial, delegado de polícia ou qualquer policial, em municípios que não forem sede de comarca judicial, poderão, no momento da denúncia de violência doméstica, determinar o registro de medida protetiva de urgência para resguardar a integridade física da vítima.
Em caso de medida aplicada por delegado ou policial, o juiz será comunicado no prazo máximo de 24h (vinte e quatro horas) e decidirá, em igual prazo, sobre a manutenção ou revogação, devendo dar ciência ao Ministério Público.
O deputado Fábio Faria (PSD RN) considera que esse é um importante instrumento de combate à violência contra a mulher. “O objetivo do novo dispositivo é garantir, logo nas primeiras 24 horas, ações efetivas que podem fazer a diferença entre a vida e a morte de muitas mulheres vítimas de violência”, destacou.
A Lei nº 13.827 que altera a Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha) foi sancionada ontem (13) pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, e já entrou em vigor com a publicação.
O governo federal dos Estados Unidos está buscando pessoas para ajudar a “adquirir, desenvolver e produzir” cigarros de maconha — ou, em uma linguagem bem mais direta, para bolar baseados. Tudo em nome da ciência: para realizar pesquisas sobre o assunto,o Instituto Nacional de Abuso de Drogas (NIDA, na sigla em inglês), precisa ter muitos cigarros de maconha à disposição.
No anúncio, publicado no início de abril no site da instituição, candidatos são convocados para “manufaturar cigarros padronizados com diferentes concentrações de delta-9-THC e analisar força e estabilidade deles em diferentes intervalos, além de ter capacidade de manter um ambiente seguro de envio dos cigarros para pesquisadores”.
Os interessados deverão ter “extensa experiência em desempenhar a tarefa do projeto e demonstrar ter à disposição equipamentos e locais de produção adequados”. O nível de experiência desejado, se é pessoal ou profissional, não foi especificado.
Mas não é tão simples assim conseguir o trabalho: para realizar a função, é necessário obter diferentes licenças para lidar com a erva. Tais concessões só são liberadas a indivíduos com antecedentes considerados “impecáveis”.
O empresário Henrique Constantino, dono da Gol, confirmou em sua delação – homologada pela Justiça Federal – ter pago propina a Luís Cláudio Lula da Silva, o Luleco, por meio de patrocínio à liga de futebol americano.
A transação, segundo Constantino, foi intermediada pelo deputado federal Vicente Cândido (PT).
Confira programa desta terça-feira(14). O Meio-Dia RN, com este blogueiro, entrevistou Eduardo Passaia, líder do Partido Novo em Natal, e Márcia Maia, diretora-presidente da Agência de Fomento do RN. Clique abaixo e assista via Youtube.
Tem gente que usam 0 cargo para gastar descaradamente o dinheiro do contribuinte como se fosse deles.
Não existe lei para acabar com esta farra do dinheiro público??
Enquanto o congresso e o STF estoura todo orçamento do governo com suas mordomias e extravagancias, deixando estarrecidos os ocupantes desse mesmos cargos em países de 1o mundo, que são riquíssimos e o povo não vivem na miséria.