Relatório da CPI do BNDES mostra como Lula manipulou ‘integração’ para financiar esquema regional

Foto: (Adriano Machado/Reuters)

O relatório da CPI do BNDES, em seu quarto capítulo, detalha que os financiamentos do BNDES para obras na República Dominicana foram feitos a despeito das análises de riscos.

Indicadores mostravam que o país estava vulnerável a catástrofes naturais, elevação da dívida externa e das taxas de inflação, redução do crescimento real do PIB e acesso limitado ao capital externo. Registrou-se, ainda, que a República Dominicana operava com atrasos junto a agências mundiais de seguro.

“O representante da Casa Civil da Presidência da República, Sr. Swedenberger do Nascimento Barbosa, enfatizou que os membros do COFIG (Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações) deveriam ter em mente, ao examinar os pleitos, a promessa do Sr. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em atender, na medida do possível, o conjunto de pedidos encaminhados pela República Dominicana, principalmente as operações que envolviam o Aqueduto da Linha Noroeste (US$ 63,0 milhões) e o projeto Hidroelétrico do Artibonito (US$ 123,2 milhões).”

Como O Antagonista antecipou, análises de riscos e garantias foram manipuladas em governos petistas para liberar dezenas de bilhões de reais a países vizinhos.

“Ressalte-se ainda que, na citada reunião, foi mencionado que todo o processo vinha sendo conduzido através de negociações diretas com os governos dos países vizinhos, atendendo à política de integração do então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à sua meta de viabilizar, até a próxima reunião de cúpula da Comunidade Sul-Americana, que seria realizada em agosto de 2005, uma obra importante em cada um desses países.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Getro disse:

    Se vcs forem dizer isso a um petista….eles dizem que FAKE NEWS..,.

  2. Borges disse:

    Isso é um paizão para bandidos, infelizmente nós estamos pagando a conta, tem que continuar preso.

  3. Manoel disse:

    Mas ele eh inocente, a alma mais honesta do mundo! Kkkk

  4. Tertu disse:

    Isso é lambe o que mesmo? Patifes ladrões, traíras da pátria!

  5. Ana leticia disse:

    Eita se ferrou mais ainda. O maior ladrão que tivemos está diariamente sendo desmascarado de suas roubalheira, e ainda tem um punhado de asnos que não enchegam o quanto estão sendo trouxas e massa de manobra.

Uber Transit: app ganha função que mostra transporte público no Brasil

Uber Transit vai mostrar transporte público no Brasil — Foto: Divulgação/Uber

A Uber anunciou diversas novidades para seu aplicativo de corridas e para o Uber Eats nesta quinta-feira (26), durante um evento em São Francisco, nos Estados Unidos. Para os usuários no Brasil, as principais mudanças são a chegada do Uber Transit, recurso que vai mostrar as melhores opções de transporte em tempo real, incluindo transporte público, e uma nova versão do app que integra os serviços de corrida com o Uber Eats.

Além disso, a empresa revelou novas funções de segurança para o aplicativo, de forma que motoristas e usuários se sintam mais tranquilos durante uma corrida. A companhia também deu mais informações sobre a chegada de seus programas de fidelidade para usuários e motoristas. A seguir, conheça todos os lançamentos da Uber para o Brasil e outras regiões.

A principal novidade para brasileiros é o Uber Transit. O serviço oferece informações em tempo real sobre transporte público (ônibus, trens e metrôs) no app da Uber. Assim, o usuário pode ver quais são as melhores opções para seu trajeto naquele momento, considerando tempo e preço. Se decidir que chamar um Uber é a melhor solução, pode fazê-lo rapidamente no aplicativo. Por enquanto, no Brasil, o recurso estará disponível apenas na cidade de São Paulo e vai ser liberado aos poucos nas próximas semanas.

O objetivo da Uber com a função é justamente facilitar a vida do usuário, visto que a empresa não ganha nada caso o passageiro decida que o transporte público é a melhor opção. Com relação ao pagamento, caso escolha transporte público, o usuário deverá pagar como de costume. A única cidade em que está disponível a opção de pagamento pelo próprio app é Denver, nos Estados Unidos. Por enquanto, não há previsão de trazer esse método de pagamento para o Brasil e o lançamento da função em outras cidades do país ainda vem sendo estudado.

Além disso, a companhia revelou que pretende reunir todos os seus serviços em um único aplicativo. Assim, o usuário não precisa ter um app exclusivo para o Uber Eats em seu celular. A nova versão do programa estará disponível nas próximas semanas em diversos países, incluindo o Brasil. Vale ressaltar que o aplicativo Eats vai continuar funcionando normalmente por enquanto.

Outra novidade que chega às cidades de São Paulo e Rio de Janeiro é um recurso que orienta os passageiros a verificarem a presença de ciclistas ao entrar ou sair do carro. Quando o ponto de chegada for perto de uma ciclovia, o usuário vai receber uma notificação para que possa fazer um desembarque seguro.

Novos recursos de segurança

Durante o evento, a Uber ainda revelou outras novidades que devem demorar um pouco mais para chegar ao Brasil, como as novas funções de segurança. Além da possibilidade de compartilhar seu trajeto em tempo real, os usuários nos Estados Unidos agora podem falar com a polícia pelo aplicativo por mensagens de texto, caso tenham algum problema durante a corrida. Assim, o serviço tem acesso à sua localização, dados do carro e outras informações sobre o trajeto.

Outra novidade é que agora o aplicativo do motorista checa a foto do piloto de tempos em tempos para garantir que terceiros não usem o app de forma indevida. Somente após a verificação, o motorista fica online e pode aceitar corridas pela Uber. Já a seção “Ajuda” agora está disponível durante a viagem. Antes, era preciso esperar chegar ao destino para relatar problemas com a corrida.

Os PINs para verificação de corridas também são um novo recurso de segurança que garante que o usuário está entrando no carro certo. Antes de iniciar a corrida, o passageiro precisa informar o número do seu PIN ao motorista. Há ainda a possibilidade de transmitir o PIN de forma wireless quando o piloto estiver se aproximando do local de início da viagem.

Programas de fidelidade e assinatura

Durante o evento, a Uber prometeu expandir o Uber Reward, seu programa de fidelidade, para outros países, incluindo o Brasil, até o final do ano. Com ele, os usuários acumulam pontos conforme usam o serviço e podem trocar por descontos nas corridas da Uber ou nos pedidos do Eats. Além dos passageiros, os motoristas brasileiros também ganharam um programa de benefícios: o Uber Pro tem a promessa de oferecer mais vantagem e economia para os parceiros. O projeto estava em testes em Curitiba, Fortaleza e São Paulo e agora chega para todos os motoristas.

Para os usuários dos Estados Unidos, a Uber ainda revelou o Uber Pass, um serviço de assinatura que oferece diversas vantagens. Com ele, o usuário paga um valor por mês e tem acesso a benefícios, como bicicletas da Jump ou frete grátis e descontos nos restaurantes do Uber Eats.

Mudança no Uber Eats

Já para o Uber Eats, uma das novidades que chega para todo mundo é uma ferramenta que reduz o uso de descartáveis. Agora, o usuário precisa especificar que deseja talheres durante o pedido. O objetivo da empresa com essa ação é reduzir o volume de lixo gerado pelas compras no app. Além disso, nos EUA, o aplicativo ainda ganhou um filtro de alergia para que o usuário possa indicar alimentos que tem restrição de consumo. A função também não tem previsão de chegada ao Brasil.

Globo, via Techtudo

 

(VÍDEO) – ‘34 milhões de mortos em horas’: simulação nos EUA mostra estrago de guerra nuclear entre Rússia e EUA

A possibilidade de uma guerra nuclear é uma ameaça latente e, segundo especialistas, informações sobre a catástrofe mundial que ela causaria pode servir para evitar que isso se torne realidade.

Por isso, um grupo de especialistas em segurança e armas nucelares da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, criou uma simulação chamada “Plano A”, que mostra a devastação que um conflito entre EUA e Rússia provocaria.

As previsões são assustadoras. Em questão de horas, haveria 34 milhões de mortos e mais de 57 milhões de feridos.

“O risco de uma guerra nuclear aumentou dramaticamente depois que Estados Unidos e Rússia abandonaram o tratado de controle de armas nucleares”, destacam os criadores da simulação ao blog do programa Ciência e Segurança Global da Universidade de Princeton.

“(Esses países) começaram a desenvolver novos tipos de armas nucleares e ampliaram as circunstâncias nas quais seria possível usar essas armas”, advertem.

Nesse contexto, dizem, o objetivo da simulação é chamar a atenção sobre as “consequências potencialmente catastróficas de uma guerra nuclear entre EUA e Rússia”.

Vários especialistas consultados pela BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC, coincidem em dizer que esse tipo de exercício acadêmico pode ser útil para persuadir as potências a não chegar a um enfrentamento nuclear.

“Faz tempo que vemos simulações como esta e sempre são alarmantes”, disse à BBC News Mundo Sarah Kreps, professora da Universidade de Cornell, nos EUA, onde investiga os impactos da proliferação de armas de destruição em massa.

“Essas simulações são úteis para reforçar a dissuasão. Se não há transparência e se há otimismo sobre as consequências de um enfrentamento nuclear, é mais provável que alguma das partes escale a sua posição, seja consciente ou inconscientemente.”

Para Kreps, os potenciais estragos que esse tipo de simulação evidencia podem servir para que países que possuem armas nucleares ajam com maior “moderação”.

Mas em que consiste o vídeo com a simulação da Universidade de Princeton e que panorama ele projeta?

Milhões de vítimas em poucas horas

A guerra imaginária que o vídeo ilustra começa com a tentativa da Rússia de impedir uma ofensiva dos Estados Unidos e de membros da Otan, a Organização do Tratado do Atlântico Norte.

Pela simulação, os russos lançam um míssil nuclear de “advertência” na fronteira entre Alemanha, Polônia e República Tcheca.

Com esse ataque, o conflito escala rapidamente. A Rússia envia aviões com um total de 300 ogivas nucleares e dispara mísseis de curto alcance contra bases e tropas da Otan na Europa.

Esses ataques duram 45 minutos e deixam 3,4 milhões de vítimas. A Otan, por sua vez, responde com aviões que viajam rumo à Rússia com 180 ogivas nucleares.

A essa altura, o objetivo de cada um é evitar que o inimigo tenha oportunidade de se recuperar, portanto cada país lança ataques contra as 30 cidades mais povoadas do adversário.

Em cada bombardeio, são usadas entre 5 e 10 ogivas nucleares, dependendo do tamanho da cidade. O resultado: em 45 minutos, mais 85,3 milhões de vítimas, entre mortos e feridos.

Assim, em menos de cinco horas, haveria 91,5 milhões de vítimas. Isso inclui 34,1 milhões de mortes instantâneas e 57,4 milhões de feridos.

Os números, advertem os especialistas, aumentariam “significativamente” se forem levadas em conta as mortes a longo prazo causadas pelos resíduos radioativos deixados no ar.

Como chegaram a esses cálculos?

Os especialistas de Princeton dizem que os cálculos são “razoáveis” e baseados em condutas realistas da Rússia e dos Estados Unidos, assim como possíveis objetivos militares e o dano potencial das armas nucleares esses países possuem.

Com base em informações sobre as armas que estão sendo empregadas atualmente, os escudos antimísseis e os possíveis alvos de cada arma, os pesquisadores estimaram a ordem de escalada da guerra, passando de um enfrentamento tático para o ataque a cidades e civis.

O número de mortos e feridos em cada uma dessas fases foi calculado com base no NukeMap, uma ferramenta interativa que mostra o dano que diferentes armas nucleares causariam segundo sua potência e local de lançamento.

O NukeMap foi criado por Alex Wellerstein, professor do Instituto Tecnológico Stevens e especialista em história das armas nucleares.

A informação do NukeMap é “altamente precisa”, segundo disse à BBC News Mundo Erika Simpson, professora de política internacional da Universidade Western, no Canadá, e especialista em estratégia nuclear da Otan. Simpson não participou da simulação de Princeton.

A bomba atômica sobre Hiroshima, no japão, em 1945, demonstrou o cenário apocalíptico de um ataque nuclear Qual é o panorama hoje?

Os especialistas ouvidos pela BBC News Mundo concordam que a simulação ocorre num momento em que a ameaça nuclear tem significância.

“Este vídeo é uma poderosa lembrança da ameaça que as armas nucleares representam”, diz Jonathan Marcus, correspondente de assuntos diplomáticos da BBC.

“Ela chega num momento em que a maior parte dos tratados de controle de armas que ajudaram a manter o equilíbrio estratégico durante a Guerra Fria foram abandonados”, alerta.

Segundo explica Marcus, atualmente só há entre Rússia e Estados Unidos um único – e importante – tratado em vigor para o controle de armas nucleares.

Trata-se do START II, que estabelece limites rígidos e verificáveis à quantidade de sistemas nucleares estratégicos de longo alcance que cada parte pode empregar.

“Mas esse tratado expira em fevereiro de 2021”, ressalta Marcus. “E, atualmente, nem Washington nem Moscou demonstram grande vontade em prorrogá-lo.”

Em agosto, os Estados Unidos se retiraram formalmente do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, que foi assinado em 1987 pelos então presidentes da União Soviética, Mikhail Gorbachov, e dos Estados Unidos, Ronald Reagan.

Marcus explica que a expiração desse tratado ocorre no momento em que estão surgindo armas novas e potentes, como os mísseis hipersônicos e a utilização de inteligência artificial no armamento estratégico.

Para que servem essas simulações?

Ainda que sejam especulativas, simulações como as promovidas pela Universidade de Princeton são úteis, segundo especialistas.

“Esse estudo oferece informação vital para o público”, disse à BBC News Mundo Dinshaw Mistry, especialista em proliferação nuclear da Universidade de Cincinnati e autor do livro “Contendo a Proliferação de Mísseis”.

“A simulação oferece as bases para questionar a justificativa para o tamanho e o uso das forças nucleares.”

Mistry e Kreps afirmam que esses exercícios servem para estimular uma reflexão sobre as consequências de um conflito nuclear de larga escala e a importância do controle de armas.

Útil, porém limitado

Ainda que reconheçam sua utilidade, os especialistas afirmam que o trabalho de Princeton tem limitações. Mistry, por exemplo, afirma que o cenário de guerra nuclear de grandes proporções “é menos provável” que um enfrentamento de “pequena escala”, com a utilização de uma a cinco armas nucleares na etapa inicial do conflito.

“A simulação seria mais útil se mostrasse como seria possível controlar a escalada da guerra e limitar os danos”, argumenta.

Matthew Bunn, professor da Universidade de Harvard, especialista em medidas de controle da proliferação de armas nucleares, concorda.

“Seria útil acrescentar à simulação mais informações e ações que poderiam ser adotadas para reduzir o perigo”, disse Bunn.

O especialista de Harvard se refere a medidas relacionadas à redução da tensão entre EUA e Rússia, à revitalização de acordos antigos e à redução da ênfase que as doutrinas militares colocam sobre o uso de armas nucleares.

Marcus, por sua vez, destaca que o vídeo de Princeton deixa de lado um aspecto importante do cenário geopolítico.

“É interessante que a simulação tenha escolhido focar numa troca nuclear entre Rússia e EUA”, observa.

“Muita gente acredita que seria mais provável um conflito entre China e EUA. A Rússia é uma sombra da antiga União Soviética em termos de poder bruto e (o presidente russo Vladimir) Putin sabe disso.”

Mas, assim como os demais especialistas ouvidos pela BBC News Mundo, Marcus destaca que o panorama atual torna “mais importante do que nunca” a necessidade de “rever os processos de controles de armas nucleares no mundo”.

BBC Brasil

 

Com extensão para o Chrome, serviço do Google mostra se suas senhas foram hackeadas em algum momento

Getty Images

De tempos em tempos, hackers expõem um volume considerável de senhas na internet.

A gigante de tecnologia Yahoo, a rede de hotéis Marriott e a companhia aérea British Airways são algumas das empresas que sofreram recentemente falhas de segurança e grandes vazamentos de dados de usuários.

Como se essa ameaça não fosse suficiente, a escolha de senhas como “12345678”, “123123” ou “abc123”, três das mais usadas na internet, deixa sua conta mais vulnerável para qualquer pessoa que queria acessá-la sem permissão.

Mas existe uma forma de checar se alguma das senhas que você usa foi exposta em algum momento: basta instalar uma extensão no Chrome, navegador do Google, que também está disponível para Android.

“Password Checkup” (“Check-up de senha”) é o nome da extensão do Google capaz de dizer se sua senha foi descoberta e, portanto, se você está mais vulnerável ao roubo de dados ainda mais comprometedores.

É preciso ter a versão 67 ou superior do Chrome, mas, uma vez instalada, a extensão é muito fácil de usar.

Como instalar

Basta seguir o passo a passo abaixo para instalar a extensão:

– Abra o navegador Chrome no computador;

– Faça login na sua conta do Google;

– Acesse a Chrome Store e baixe a extensão “Check-up de senha”;

– Siga as etapas exibidas na tela.

Após a instalação, ao navegar na internet e tentar fazer login em algum site, o Google avisa imediatamente se o seu nome de usuário e senha aparecem em bancos de dados de credenciais que vazaram.

Na prática, o navegador compara os dados digitados com uma lista de senhas hackeadas e, se você tentar inserir uma que esteja nessa lista, o serviço emite um alerta.

O sistema só envia notificações se identificar que você está correndo perigo.

“Se você usar o mesmo nome de usuário e senha em outras contas, altere a senha dessas contas também”, aconselha o Google.

Dicas para uma senha forte

– Não use dados pessoais, tampouco seu nome de usuário;

– Utilize o mínimo de palavras possível;

– Insira símbolos, letras maiúsculas e números;

– Crie senhas diferentes para cada conta e troque de tempos em tempos.

Fonte: Jim Wheeler, especialista em segurança cibernética.

Uma dica de especialistas para proteger seus logins de e-mail e redes sociais é habilitar a autenticação em duas etapas. Esse processo adiciona uma camada de segurança ao login, exigindo, por exemplo, que você insira um código gerado especialmente para ter acesso ao sistema.

Facebook, Twitter e LinkedIn estão entre as redes sociais que oferecem esse serviço.

Por que é importante saber se suas senhas foram expostas por hackers?

Primeiramente, para garantir que ninguém acesse uma de suas contas com elas.

Uma vez que alguém entra na sua conta, é capaz de alterar suas configurações, redefinir sua senha e assumir o controle total do perfil – seja do Spotify, Netflix ou Amazon, por exemplo.

Também podem obter mais informações pessoais (endereço, telefone, data de nascimento).

Em segundo lugar, uma falha de segurança pode dar acesso a dados mais sensíveis, como conta bancária ou número de CPF.

Preguiça e comodidade costumam ser as razões pelas quais os usuários usam senhas fáceis ou não trocam nunca.

Há alguns anos, um estudo revelou que 30% dos trabalhadores americanos anotavam suas senhas em um pedaço de papel que deixavam perto do computador.

Outros 66% faziam isso em um arquivo dentro do próprio computador ou celular.

Duas péssimas ideias se quisermos proteger nossa privacidade.

A melhor tática, sugerem os especialistas, ainda é trocar nossas senhas regularmente.

BBC Brasil

 

O tempo médio do sexo, segundo a ciência; levantamento ainda mostra que a duração do ato não muda com o uso do preservativo

Foto: (Thinkstock/)

Você provavelmente nunca colocou um cronômetro ao lado da cama para ver quanto tempo dura a sua relação sexual. Mas um estudo científico pôs 500 casais heterossexuais para fazer exatamente isso. Com base nesses dados, o levantamento pôde apontar uma média de tempo de duração do sexo, excluindo as preliminares: 5 minutos e 24 segundos.

A variação do tempo de duração da atividade dos participantes foi enorme ao longo das quatro semanas de duração desse estudo. Enquanto o casal que ficou com o menor tempo obteve 33 segundos, o que teve o maior tempo conseguiu 44 minutos – ou seja, 80 vezes mais do que o de menor resultado.

O que foi aferido no estudo foi somente o tempo entre a penetração vaginal e a ejaculação, nada além disso.

O levantamento mostrou outro dado interessante: casais que usaram camisinha não apresentaram diferença relevante no tempo médio de duração do sexo em relação aos que não a usaram. A circuncisão também não foi um fator que indicou mudança na duração do ato.

Algo que influenciou na redução do tempo da relação sexual foi a idade dos parceiros. Quanto mais velhos eles eram, menos tempo ela durou.

As nacionalidades dos casais não apresentaram importância no estudo, exceto no caso dos turcos, que tiveram a menor média: 3 minutos e 42 segundos. As pessoas que participaram do estudo eram da Holanda, da Espanha, do Reino Unido e dos Estados Unidos.

Quanto tempo é normal?

A duração considerada normal para uma relação sexual varia de acordo com o que pensamos ser normal. No final da década de 1940, o tempo médio de duração do sexo era de dois minutos para 45% dos homens, um número que pode gerar um diagnóstico de ejaculação precoce atualmente, segundo Crystal Dilworth, biomédica e divulgadora científica.

De acordo com um estudo realizado pela Universidade de New Brunswick, a duração média de uma relação sexual é de entre 5 e 10 minutos. Quando a atividade excede 20 minutos, ela é considerada indesejada pela maioria dos 152 casais participantes, que tinham idades de 21 a 77 anos.

O terapeuta sexual Barry W. McCarthy fez uma afirmação ao Esquire que corrobora com os resultados das pesquisas científicas. “Pouquíssimas pessoas têm relações sexuais em si [penetração vaginal] que durem mais do que 12 minutos”, disse McCarthy.

E a ciência mostra que se engana quem pensa que o tempo das carícias preliminares é o fator que mais importa para a mulher atingir o orgasmo. Um estudo com 2.360 mulheres tchecas, publicado em 2009 no The Journal of Sexual Medicine e realizado pelos psicólogos Petr Weiss e Stuart Brody, concluiu que a chance de um orgasmo feminino têm maior relação com o tempo de duração do ato sexual do que com as preliminares.

Exame

 

Abertura de mostra que reformou o Juvino Barreto será nesta quinta

Nesta quinta-feira, dia 29, os idosos do Instituto Juvino Barreto ganham oficialmente uma instituição de cara nova. Através de uma ideia do escritório Renove Projetos, o abrigo está sendo beneficiado com a Mostra Elos de arquitetura e decoração que transformou o espaço. Os ambientes estarão abertos para visitação do público de segunda a sexta, das 15h às 20h, e sábado e domingo, das 10h às 18h. A entrada da Mostra é mediante a doação de fralda geriátrica ou lençol para os idosos, ou uma taxa de R$ 20,00.

O projeto, que traz um formato inovador, foi abraçado por diversos profissionais como arquitetos, design de interiores, engenheiros e paisagista da cidade. A Mostra Elos acontecerá até o dia 11 de dezembro com várias atividades para os idosos e público em geral. Siga o perfil no instagram @mostraelos e acompanhe a programação. Para a realização da Mostra foram mais de 36 ambientes reformados e mais de 80 profissionais envolvidos.

O Instituto Juvino Barreto tem 76 anos de história com todo o seu funcionamento feito de forma filantrópica. Tudo o que foi construído até hoje foi feito exclusivamente através de doações, trabalho voluntário e apoio da sociedade. A Mostra Elos vem para fazer a diferença na estrutura e história da instituição. Além de estarem à frente da organização da Mostra, as arquitetas Mara Lorena, Larissa Magalhães e Juliana Maia do escritório Renove assinaram o projeto de reforma e ambientação da recepção das Boas Vindas.

Mara Lorena, Larissa Magalhães e Juliana Maia, do escritório Renove

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Neto disse:

    Maravilhosas ❤❤❤. Que Deus as proteja e a todos que deixaram sua contribuição. Isso meninas…continuem. A arquitetura de amor, de compaixão. Aplausos! Vcs fizeram bonito. Fã.

  2. Lenice Campelo disse:

    Merecido, precisando tem muitos anos!!!
    Parabéns a toda equipe envolvida!

  3. Roberto Lira disse:

    Parabéns as três arquitetas pelo gesto carinhoso aos mais velhos. Muito mais tem Deus para abençoa-las.abs Roberto lira e Familia

  4. Tamires disse:

    Atitudes lindas através de belas Arquitetas !
    Parabéns !

Parnamirim vai ser sede de mostra de filmes relacionados ao Meio Ambiente

Uma mostra gratuita de cinema, sobre temas relacionados à Ecologia, será realizada em Parnamirim. O projeto começa dia 10 de agosto e contará com o Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (DCS-UFRN), Prefeitura Municipal, Associação Ileaô, Centro de Desenvolvimento Social e Comunitário (CEDESC), e a Paróquia de Nossa Senhora de Fátima.

As apresentações acontecem gratuitamente entre agosto a novembro, das 19h às 22h, no Centro Pastoral Padre João Correia de Aquino, situado à Avenida Castor Vieira Régis, 286, Cohabinal, em Parnamirim.

O projeto quer atingir a sociedade, os líderes comunitários, conselheiros municipais, agentes públicos, integrantes de movimentos sociais, pesquisadores e ativistas da academia e de diferentes movimentos ambientais e sociais, estudantes e professores, pois a questão ambiental é um problema que é de interesse para todas as pessoas.

Será expedido certificado pela UFRN, aos participantes que obtiverem no mínimo 70% de frequência.
Os interessados devem inscrever-se através do e-mail [email protected], enviando nome completo, os números do CPF e RG.

A programação dos filmes pode ser conferida aqui embaixo:

10 de agosto
Home – O Mundo é a Nossa Casa
Direção: Yann Arthus-Bertrand
França, 2009, 93min

24 de agosto
The Age of Stupid (A Era da Estupidez)
Direção: Franny Armstrong
EUA, 2009, 100min

14 de setembro
Mudanças do clima, mudanças de vidas
Direção: Todd Soutghate
Greenpeace, Brasil, 2006, 51 min

28 de setembro
Avatar
Direção: James Cameron
EUA, 2009, 161 min

19 de outubro
CO2 Álibi.
Direção: Mascha Boogaard e Wendel Hesen
Holanda, 2005, 95 min

26 de outubro
A carne é fraca.
Direção: Denise Gonçalves
Instituto Nina Rosa, Brasil, 2004, 53 min

09 de novembro
Refugiados do clima (Climate refugees)
Direção: Michael P. Nash
EUA, 2010, 95min

Fonte: Nominuto