Diversos

Dilma oficializa sanção a lei que dá garantias à vítima do estupro

Apesar das críticas de evangélicos e católicos, a presidente Dilma Rousseff (PT) sancionou, sem vetos, a lei que estabelece garantias à mulher vítima de violência sexual, incluindo a oferta da pílula de emergência e de informação sobre seus direitos ao aborto em caso de gravidez.

A informação, antecipada pela Folha, foi confirmada pelos ministros Alexandre Padilha (Saúde), Eleonora Menicucci (Mulheres) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) em entrevista coletiva nesta quinta-feira (1º). A presidente vai enviar nesta sexta-feira (2) projeto de lei cujo objetivo é uniformizar as redações de instruções do Ministério da Saúde e do código penal. A sanção também será publicada no “Diário Oficial da União”.

Como aprovado pelo Congresso Nacional, a lei estabelece garantias para que a mulher seja prontamente atendida na rede pública de saúde nos casos de violência sexual. Determina, por exemplo, a oferta da pílula de emergência (chamada no texto de “profilaxia da gravidez”) à vítima e de informações sobre os direitos previstos nestes casos –uma referência à necessidade de informar à mulher o direito ao aborto legal em caso de gravidez decorrente do estupro.

Esses pontos foram objeto de muitas críticas feitas por evangélicos e católicos, que veem na lei uma possibilidade de abertura ao aborto, para além dos casos que ocorrem hoje. Os grupos rejeitam, por exemplo, a utilização do termo “profilaxia da gravidez”, argumentando que a gestação não é uma doença que deva ser evitada.

No entanto, esses mesmos pontos da lei já constam de norma técnica do Ministério da Saúde, atualizada em 2012, e de protocolos dos hospitais que atendem às mulheres vítimas de violência sexual.

O Palácio do Planalto recebeu nas últimas semanas representantes de igrejas católicas e evangélicas, que pediram veto integral ou parcial ao projeto. “Essa sanção foi precedida de uma série de diálogos e conversas e consultas a setores, tanto aqueles que pediam a sanção como aqueles que pediam o veto ou total ou parcial, sobretudo desse item que dizia da questão da profilaxia da gravidez, entendendo que aí se abriria para a prática de aborto”, disse o ministro Carvalho.

“É exatamente um projeto que além de prestar o apoio humanitária essencial à mulher que foi vítima de uma tortura, porque todo estupro é uma forma de tortura, ela permite que ela não passe por um segundo sofrimento: a prática do aborto legal”, completou o ministro.

Como antecipado pela Folha, em matéria publicada nesta quinta, a área técnica do governo defendeu a sanção integral da lei, apesar de não estar satisfeita com alguns trechos dela. Isso porque entende como importante o reforço, na lei, de práticas já adotadas que têm impacto na redução do número de mortes maternas (por aborto clandestino) e do aborto legal em si (nos casos em que a mulher não tem acesso à pílula de emergência e engravida após a violência).

Segundo Padilha, a ideia é oferecer “tratamento humanizado, respeitoso a qualquer vítima de estupro”. A lei também prevê tratamento psicológico ao cidadão de ambos os sexos e de qualquer idade, além de tratamento por qualquer lesão física e medidas e indicações de profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis, como hepatites virais e HIV.

Opinião dos leitores

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Política

Aprovação do governo Dilma tem queda de 24 pontos, segundo CNI/Ibope

A aprovação do governo Dilma Rousseff caiu 24 pontos, de acordo com pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), feita em parceria com o Ibope. No levantamento anterior, de junho, 55% dos entrevistados avaliaram o governo positivamente, fatia que caiu para 31% em dados divulgados nesta quinta-feira.

Além disso, cresceu a fatia de pessoas que consideram o governo ruim ou péssimo, passando de 13% das respostas em junho para 31% hoje. Outros 37% consideram o governo regular. Os dados do levantamento são afetados pelas manifestações e protestos que ocorrem em todo o país desde junho. A pesquisa anterior da CNI foi feita antes do começo dos protestos.

A avaliação pessoal da presidente também piorou. No levantamento anterior, 71% aprovavam o jeito de Dilma governar, agora esse dado caiu para 45%. Os que desaprovavam a presidente eram 25%, e agora esse número subiu para 49%.

Segundo a CNI, a pesquisa foi feita entre 9 e 12 de julho, com 7.686 pessoas com mais de 16 anos de idade, em 434 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Numa referência ao filme "De Volta Para o Futuro", a classe política está redundantemente de volta para o passado. Depois das manifestações, tudo o que está aí ficou velho, antigo. Antigo como uma lata de Aveia Quaker. O "tudo que está aí" contempla, também, os mais novos na idade: mesmo cacoete, mesmo vício, mesmo embromation, mesma falta de compromisso real com a sociedade. O mesmo "modus "operandi". Infelizmente essa depuração vai levar um tempo; a sociedade tem a obrigação de descobrir e eleger os novos cidadãos de um novo tempo, de uma nova ordem. O PT chamou o marqueteiro na hora errada (é só ver o texto surreal que o New York Times publicou como sendo de Lula, O Esperto. A hora não é de marqueteiro, é de atitudes, e atitudes falam. Talvez fosse mais eficiente chamar o pagé. Nunca se sabe. Tem que dar um tempo para o marqueteiro reaprender. Também. Você já viu uma colmeia? Está todo mundo assim.

  2. É pouco, ainda vai cair mais. O Brasil precisa afastar todo e qualquer político que fica fazendo o povo bobo, que vive de discurso vazio, que planta falsas promessas e que não realiza o que prometeu. O PT criticou os tributos cobrados aqui desde o dia de sua fundação, está no poder a 10 anos e fez o quê para mudar? Quantos programas o PT anunciou e quantos se tornaram realidade? Cadê a alto suficiência da Petrobras dita aos quatros cantos pelo PT? ACORDA BRASIL, CHEGA DE ENRROLAÇÃO, vamos sair do discurso falsa para AÇÃO. Vote CERTO e mude o BRASIL!

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Política

Joaquim Barbosa pede ajuda de Dilma para ações no sistema prisional

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, esteve na manhã desta sexta-feira com a presidente Dilma Rousseff para pedir apoio a ela para um conjunto de medidas que a Justiça pode implementar para melhorar o sistema prisional do Brasil. Este foi o segundo encontro dos dois desde que teve início a onda de manifestações.

A reunião desta sexta durou cerca de uma hora e começou pontualmente às 11h30, como estava previsto na agenda. Joaquim Barbosa saiu do Planalto sem falar com a imprensa.

No último dia 25 de junho os presidentes dos dois Poderes, Executivo e Judiciário, também se encontraram. Na ocasião discutiram temas relacionados aos cinco pactos que Dilma havia anunciado como resposta ao clamor popular: pela reforma política, saúde, educação, estabilidade fiscal e transporte público. Joaquim Barbosa deu a sugestão de que houvesse a possibilidade de o eleitor revogar o mandato de políticos que não respondessem às expectativas, uma espécie de “recall”

O Globo

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Esporte

Ao contrário do que diz Dilma, União põe R$ 1,1 bi em estádios da Copa

Ao contrário do que afirmou a presidente da República, Dilma Rousseff, em pronunciamento na sexta-feira, há sim dinheiro federal em obras de estádios da Copa de 2014. E não é pouco. Somados os incentivos fiscais, subsídios em empréstimos e até participação em arenas, a União já comprometeu R$ 1,1 bilhão com os locais para jogos do Mundial.

Em cadeia nacional, Dilma afirmou que: “Em relação à Copa, quero esclarecer que o dinheiro do governo federal, gasto com as arenas, é fruto de financiamento que será devidamente pago pelas empresas e governos que estão explorando estes estádios. Jamais permitiria que esses recursos saíssem do orçamento público federal, prejudicando setores prioritários como a Saúde e a Educação.”

Mas não é bem assim. Os empréstimos para as obras das arenas foram concedidos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) com juros subsidiados, ou seja, mais baixos que o normal. Para facilitar a construção ou reforma dos estádios, o banco estatal abriu mão de R$ 189 milhões, valor que poderia ser aplicado em outros financiamentos para outros projetos.

Esse cálculo foi feito por uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União). O órgão também já identificou que as isenções de impostos federais concedidas pelo governo às construtoras responsáveis pelas obras dos estádios da Copa somam R$ 329 milhões.

Foi o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antecessor e aliado de Dilma, quem concedeu os incentivos fiscais às empreiteiras dos estádios. Em dezembro de 2010, ele assinou a lei 12.350 e as liberou do pagamento de PIS/Pasep, Cofins, Imposto sobre Produção Industrial, e taxas de importação sobre às construções de arenas da Copa.

Os 12 estádios da Copa aderiram ao programa Recopa, que concede os benefícios. Só com a Arena Pantanal, por exemplo, o governo já abriu mão de R$ 16 milhões em impostos por conta do Recopa. Isso representa em torno de 4,5% do valor da obra contratada do estádio. (mais…)

Opinião dos leitores

  1. Aqui no nosso pobre estado, todos os terrenos publicos (os melhores terrenos de Natal) foram dados com garantia da divida a ser paga. Quando anunciaram a Copa em Natal falaram que seria tudo com investimentos privados, inclusive ate o Centro Administrativo ia pro chao, pois iriam construir tudo novo, ou seja plantaram uma coisa e fizeram outra. A conta vai chegar, e nos contribuintes vamos pagar, e ainda querem que o povo nao se revoltem.

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Política

Dilma vai fazer pronunciamento em rede nacional às 21h desta sexta-feira

A presidente Dilma Rousseff vai fazer um pronunciamento em cadeia de rádio e TV nesta sexta-feira (21) às 21h. A decisão pela declaração foi tomada durante reunião pela manhã com seus ministros, convocada ontem para avaliar o efeito dos protestos sobre a imagem do país e decidir o que fazer em termos de segurança.

Em seu discurso, a presidente pretende sinalizar com mais ênfase que há total controle das políticas públicas do governo, sobretudo as com impacto social junto à classe média, e quer lembrar os canais institucionais de participação social. Isso, na avaliação de assessores do Planalto, é uma forma de mostrar respeito às cobranças dos movimentos mais afins à política petista.

A guinada conservadora dos discursos, também detectada pelo Planalto e exposta à presidente nas várias reuniões ao longo do dia, porém, ainda é objeto de análise. A declaração à nação seria uma forma de diminuir uma parte dos descontentamentos, para que haja tempo de diagnosticar a guinada conservadora de algumas parcelas de manifestantes.

Dilma deve ainda agendar reunião com governadores e também prefeitos para debater a pauta de reivindicações dos manifestantes e discutir formas de adotá-la.

Ela fez mais de uma reunião pela manhã com ministros para discutir o risco de as manifestações seguirem sem controle no país, o que pode colocar em risco os jogos da Copa das Confederações, além de prejudicar a imagem do país perante investidores estrangeiros.

Da Folha

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Esporte

Dilma exige que Marin não se sente ao seu lado na abertura da Copa das Confederações

Um país unido, todos de mãos dadas para mostrar ao mundo o que o Brasil é capaz de fazer, dentro e fora de campo. Hoje, começa a Copa das Confederações. Não são poucos os que nos querem fazer passar essa idéia de que, a partir de agora, o que conta é bola, o bem da seleção, como se os jogadores fossem soldados em uma guerra e que nós, como bons patriotas, deveríamos apoiá-los e até mandar cartas para que se inspirem antes de entrar em campo.

Mas, hoje, bastará olhar para a ala VIP do estádio em Brasília para entender que, por mais que a imagem tenha sido lustrada, o mal-estar entre o governo e a CBF é uma realidade.

Por exigência do Palácio do Planalto, o presidente da CBF, José Maria Marin, não será autorizado a sentar ao lado da presidente Dilma Rousseff. A presidente terá a companhia de Aldo Rebelo, ministro de Esportes, e de Joseph Blatter, presidente da Fifa.

O afastamento de Marin não se limita ao evento de hoje e, nos dias que antecederam a Copa das Confederações, o Palácio do Planalto e a Fifa deixaram a CBF na geladeira e excluíram o cartola de reuniões.

Ontem, numa base militar no Rio de Janeiro, a presidente Dilma Rousseff se reuniu por uma hora com Joseph Blatter, além do secretário-geral da entidade, Jerome Valcke, Aldo Rebelo, e o governador do Rio, Sérgio Cabral. Na agenda, os últimos detalhes para o que será o ensaio geral para a Copa do Mundo de 2014. E, nem assim, Marin foi convidado.

Marin ocupa tanto a presidência da CBF quanto do Comitê Organizador da Copa, teoricamente a entidade que deveria conduzir as obras. Em outras edições da Copa, em 2010 e 2006, a presença do organizador local era obrigatória nas reuniões, principalmente envolvendo chefes-de-estado.

Mas Marin não tem tido as portas abertas nem no Palácio do Planalto, que nunca o recebeu, e nem pela Fifa, que quer o cartola longe das atividades oficiais. As polêmicas em relação à ditadura militar e seu envolvimento com Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, seriam os principais motivos da geladeira. Fontes dentro da Fifa e do governo ainda insistem que o evento que começa hoje apenas conseguiu ser organizado depois que uma relação direta foi estabelecida entre governo e Zurique, marginalizando a CBF e a herança deixada por Ricardo Teixeira.

A posição de Marin se transformou nos últimos meses em uma espécie de rainha da Inglaterra. O governo chegou a fazer um trabalho de bastidor para gerar a queda do cartola da CBF. Mas, diante do risco de se abrir um período de incertezas ou ver subir ao trono alguém da mesma dinastia, a opção foi a de esvaziá-lo totalmente de poder de decisão.

Jamil Chade – Do Estadão

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Política

Dilma põe no TSE dupla de advogados de sua campanha

A presidente Dilma Rousseff nomeou ontem o advogado Admar Gonzaga como ministro-substituto do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Com a escolha, a petista instala na corte que conduzirá o processo eleitoral de 2014, durante o qual tentará novo mandato, os dois principais integrantes de seu núcleo jurídico na vitoriosa campanha de 2010.

Além de Gonzaga, responsável pela defesa da petista em longas sessões no tribunal durante a disputa presidencial, Dilma contava com a assessoria da advogada Luciana Lóssio, também indicada pela presidente à corte, onde foi efetivada em fevereiro.

O nome de Gonzaga constava em lista tríplice preparada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) para a cadeira de Henrique Neves, promovido a ministro titular.
Ele concorria com os advogados Joelson Costa Dias e Alberto Pavie Ribeiro.

Gonzaga deverá atuar num nicho nevrálgico da campanha: o julgamento de pedidos de direitos de resposta para candidatos no rádio e TV.

Em períodos eleitorais, o tribunal designa três juízes auxiliares para apreciar reclamações ou representações do gênero. Nesses processos, as decisões podem ser monocráticas (proferidas por um ministro apenas), sendo possível recurso ao colegiado para discussão do mérito.

CURRÍCULO

Embora tenha se tornado nacionalmente conhecido por atuar na criação do PSD, de Gilberto Kassab, Gonzaga foi um dos especialistas em direito eleitoral escalados pela equipe de Dilma para identificar na publicidade de rádio e TV dela e de adversários possíveis brechas para contestações e pedidos de reparação judicial em 2010.

Ele disse à Folha não ter sido submetido a entrevistas com Dilma e auxiliares para o cargo no TSE e atribui a escolha ao seu desempenho em causas eleitorais: “Atuo no direito eleitoral desde 1996 e creio que isso tenha sido considerado pela presidente”.

Gonzaga afirma que não se declarará impedido de julgar casos que envolvam a virtual candidatura de Dilma 2014. “Não vejo razão [para suspeição]. Já advoguei para PSDB, PMDB e PDT. Quando julgar, não vou olhar as partes, mas a tese em debate.”

Ex-advogado do PT em três campanhas presidenciais (1998, 2002 e 2006), José Dias Toffoli presidirá o TSE durante a eleição do ano que vem.

O tribunal é composto por sete titulares e sete substitutos. A maioria das vagas é preenchida por rodízio entre os membros do STF e do STJ (Superior Tribunal de Justiça). Duas são reservadas à OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), caminho seguido por Gonzaga e Lóssio.

A Secretaria de Imprensa da Presidência da República informou que os critérios da escolha são técnicos.

Procurada ontem pela reportagem, Lóssio não respondeu ao pedido de entrevista.

Da Folha

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Diversos

POLÊMICA: Dilma questiona no STF lei que prevê porte de arma para auditores fiscais no RN

A presidenta da República, Dilma Rousseff, representada pelo advogado-geral da União, Luís Inácio Lucena Adams, acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar dispositivos de uma lei do Estado do Rio Grande do Norte que conferiu direito ao porte de arma de fogo aos auditores fiscais do Tesouro Estadual.  A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4962 contesta os parágrafos 4º e 5º do artigo 49 da Lei 6.968/1996, incluídos por meio da Lei 7.111/1997, ambas do Rio Grande do Norte.

Sustenta na ação que a norma estadual fere os artigos 21 (inciso VI), 22 (inciso XXI) e 60 (parágrafo 4º, inciso I) da Constituição Federal. Tais dispositivos constitucionais estabelecem que é competência privativa da União autorizar e fiscalizar a produção e o comércio de material bélico, bem como para legislar sobre o assunto, e referente à forma federativa de Estado.

Informa a presidenta da República que em 22 de dezembro de 2003 foi editado o Estatuto do Desarmamento (Lei federal 10.826), que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas (SINARM), define crimes e dá outras providências. Afirma que o artigo 6º da lei federal proíbe o porte de arma de fogo em todo o território nacional, com exceção dos casos previstos no próprio Estatuto do Desarmamento.

Frisa que “cabe ao legislador federal definir quem são os titulares do direito ao porte de arma, ainda quando se trate de autoridades públicas estaduais, distritais ou municipais” e acrescenta que “não há autorização constitucional para que os estados-membros legislem sobre o tema”.

Lembra ainda que existem várias propostas em tramitação no Congresso Nacional de alteração do artigo 6º do Estatuto do Desarmamento, com o propósito de ampliar o direito ao porte de arma a agentes públicos. Entre eles, estariam os auditores fiscais das Receitas estaduais não contemplados na redação original da lei.

A ação pondera ainda que a expressão “material bélico” não se restringe às armas destinadas às Forças Armadas, e destaca decisão do STF ao julgar medida cautelar na ADI 2035 para suspender a eficácia de lei estadual que proibia a comercialização de armas de fogo no Estado do Rio de Janeiro, “com suporte no entendimento doutrinário de que a referida expressão alcança, também, as armas e munições não destinadas a guerra externa”

Dessa forma, a presidenta da República pede que o STF julgue procedente a ação para declarar a inconstitucionalidade dos parágrafos 4º e 5º do artigo 49 da Lei 6.968/1997, incluídos pela Lei 7.111/97. O relator da ação é o ministro Teori Zavascki.

STF

Opinião dos leitores

  1. Até quem não nasceu ainda sabe que lei estadual não pode disciplinar essa matéria. Se algum auditor for pego portando arma o policial tem a obrigação de efetuar a prisão, pois trata-se de crime de porte ilegal de arma.
    Trata-se de mais uma papagaiada dos "juristas" da ALRN, os mesmos que nomearam milhares de servidores cuja imensa maioria não sabe nem aonde fica a Assembléia, sem concurso, e deu a confusão que ainda vai render muitos dissabores e até meso tragédias familiares.

    1. Como a lei 7111/97 é anterior à lei que instituiu o Estatuto do Desarmamento, ela prevalece até ser declarada inconstitucional. Foi isso que pleiteou Dilma, O policial que detiver um Auditor Fiscal estará cometendo abuso de autoridade, porquanto até a declaração de inconstitucionalidade pelo STF, a norma acima referenciada estará em pleno vigor. Caso contrario, não seria necessário que a PGR se ocupasse em requerer a declaração junto ao STF. Quando a Lei 7111/97 foi editada, não havia nenhum óbice para que os parlamentares(e não os "juristas") votassem e o governo promulgasse a citada lei.

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Política

Se eleição fosse hoje, Dilma venceria em 1º turno, diz pesquisa

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) em parceria com a MDA Pesquisas diz que, se a eleição presidencial fosse hoje, a presidente Dilma Rousseff venceria no primeiro turno em dois cenários formados. O levantamento entrevistou 2.010 eleitores no País. Tendo o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), como adversário, Dilma conseguiria 52,8% dos votos.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) aparece em segundo lugar, com 17% da intenção de voto. Marina Silva (sem partido) vem na terceira posição, com 12,5%, e Campos só aparece em quarto lugar, com 3,7% das intenções de voto. Entrevistados que não votariam em nenhum candidato, votariam em branco ou anulariam voto somam 8,4%. Do total, 5,6% não soube dizer em quem votariam ou não responderam.

Tirando Eduardo Campos do cenário, a vantagem de Dilma se amplia, com 54,2% das intenções de voto. Aécio vem em segundo, com 18%, e Marina Silva em terceiro, com 13,3% da preferência dos entrevistados. O número de votos brancos e nulos fica em 8,6%, e 5,9% não souberam dizer em quem votariam ou preferiram não opinar.

Em cenários virtuais de segundo turno, Dilma também venceria em todos. A disputa mais acirrada seria com Aécio Neves, com um placar de 58,8% a 22,5% dos votos. Contra Marina Silva (20,4%), a vantagem de Dilma se ampliaria para 59,7%. Já se o oponente fosse Eduardo Campos, Dilma venceria com 63,8% dos votos, contra 11,9% do pernambucano.

A pouco mais de um ano e meio do pleito de 2014, 73,1% dos entrevistados afirmaram não ter candidato para presidente da República. Em pesquisa espontânea, 23,1% disseram querer ver o PT no comando do Planalto no próximo mandato. A preferência dos tucanos entre o eleitorado é de 5,1%; do PMDB, 2,5%, e do PSB, 0,7%. A maioria (41,7%) não soube ou não quis opinar. Do total, 24% disseram não querer nenhum partido político na Presidência.

Marina é a segunda pré-candidata mais conhecida

Apesar de o senador Aécio Neves ser o segundo colocado em todas as pesquisas de intenção de voto, Maria Silva é a segunda pré-candidata mais conhecida – ela está atrás apenas da presidente Dilma Rousseff. Entre os participantes do estudo, 40,7% disseram conhecer ou pelo menos ter ouvido falar de Marina. O percentual de Dilma é de 79,1%.

Aécio Neves, hoje, é conhecido por 38,4% dos entrevistados, e 18,4% afirmaram conhecer ou ter ouvido falar em Eduardo Campos.

Do Terra

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Política

Rosalba volta a elogiar Dilma, mas deixa dúvida se a apoiará em 2014

A governadora Rosalba Ciarlini concedeu entrevista ao jornal Tribuna do Norte neste domingo. Dentre outras coisas, ela voltou a elogiar a presidenta Dilma: “[Dilma] tem tido um comportamento muito republicano com todo o Brasil”.

Quando perguntada se apoiaria a reeleição da presidenta, porém, Rosalba recuou e deixou a dúvida no ar.

“Eu não sei. Nunca gosto de ficar especulando, de ficar no ‘se’. Vamos trabalhar, tem muita coisa, a luta tem sido incansável. Tem muita coisa que ainda não consegui fazer, muita coisa que eu gostaria que o povo do Rio Grande do Norte tivesse”, respondeu Rosalba.

A governadora também fez questão de negar mais uma vez que estaria saindo do DEM para se filiar ao PTB, que recentemente voltou para a base aliada do Governo Dilma.

“Nunca recebi convite. Não existe isso. […] Estão especulando só pelo fato de eu ter um ex-secretário [Benito Gama, presidente nacional do PTB] que hoje está na base do Governo”, afirmou.

Sobre o cenário para as eleições no estado, Rosalba foi dura nas críticas aos possíveis candidatos à disputa pelo governo. “Os adversários estão muito mais preocupados do que nós que estamos aqui na base. Acho que é porque eles estão desocupados, não têm o que fazer, não têm ação para mostrar”, criticou, sem citar nomes.

“Estão desocupados, não se preocupam com o bem comum. Não estão preocupados, falta espírito público de ajudar, realmente, ao Rio Grande do Norte. Tem gente que não tem espírito público, não está pensando grande no Rio Grande do Norte e só pensa nas suas questões pessoais”, continuou.

Questionada se será candidata à reeleição, Rosalba despistou: “Meu desejo é ver o Rio Grande do Norte cada vez melhor”, e em seguida garantiu “não estar pensando nisso” agora, só no ano que vem.

Opinião dos leitores

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Política

Congresso prepara armadilhas para Dilma

Depois de semanas colecionando más notícias na articulação política e no desempenho da economia, Dilma Rousseff se prepara para enfrentar o que chama de “cilada” no Congresso Nacional.

Trata-se do projeto que permite derrubar, com facilidade, vetos presidenciais e da proposta que obriga o Tesouro Nacional a liberar R$ 10 milhões a R$ 15 milhões por ano a cada parlamentar.

O “Orçamento impositivo” tira do Executivo a prerrogativa de barrar liberações de recursos e de definir para qual congressista a verba é destinada por meio de emendas parlamentares.
“Todos os últimos governos passaram mandatos contingenciando o ovo, agora vão perder a galinha”, disse à Folha Eduardo Cunha (RJ), líder do PMDB na Câmara.

Distribuição de cargos e emendas são os principais instrumentos de articulação política, sobretudo quando a base de apoio é heterodoxa.

A obrigação de pagar valor fixo a deputados e senadores mudaria a relação política do Executivo com o Congresso, pois, nesse quesito, um oposicionista teria peso semelhante ao de um aliado.

Nos bastidores, a medida é apelidada no PMDB de “Lei Áurea”. Já a proposta dos vetos, raramente revistos na norma atual, ganhou a jocosa alcunha “Lei do Ventre Livre”, em referência à libertação dos filhos de escravos que antecedeu a Abolição.

“Estou aqui há 42 anos, e há 42 anos é essa humilhação de pedir emenda. A caneta do governo é viciada. Vai deixar de ter chantagem de parlamentar que só vota se tiver liberação [da verba]”, disse o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que propõe emenda impositiva fixada em R$ 10 milhões. (mais…)

Opinião dos leitores

  1. Ele está na camará a 42 ANOS e a caneta do presidente é viciada??? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    esse cara é uma piada

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Política

Governo Dilma tem 57% de aprovação após queda de 8 pontos, diz Datafolha

A popularidade da presidente Dilma Rousseff caiu pela primeira vez desde o início de seu mandato, há dois anos.

Pesquisa feita pelo Datafolha na quinta e na sexta-feira mostra que 57% da população avalia seu governo como bom ou ótimo. São 8 pontos a menos que no levantamento anterior, feito em março.

A presidente perdeu popularidade entre homens e mulheres, em todas as regiões do país, em todas as faixas de renda e em todas as faixas etárias, segundo o Datafolha.

Os números do Datafolha indicam que a deterioração da imagem de Dilma é um reflexo do aumento do pessimismo dos brasileiros com a situação econômica do país e mostram que a população está mais preocupada com a inflação e o desemprego.

Para 51%, a inflação vai subir. Em março, esse índice era de 45%. A mesma tendência pode ser observada em questões sobre desemprego, poder de compra do salário, situação econômica do país e do próprio entrevistado.

Apesar da queda de popularidade, a presidente Dilma Rousseff continua sendo a favorita para vencer a eleição presidencial do ano que vem.

No cenário mais provável da disputa, em que teria como adversários a ex-senadora Marina Silva (Rede), o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), Dilma teria 51% das intenções de voto, segundo o Datafolha.

São sete pontos a menos que o verificado no levantamento anterior, de março. Mas ainda assim é o suficiente para liquidar a eleição já no primeiro turno.

Em segundo lugar, com os mesmos 16% da última pesquisa, aparece Marina, atualmente engajada na criação de um novo partido político, a Rede Sustentabilidade.

Aécio foi o único que cresceu em relação ao levantamento de março. Ele tem agora 14% das intenções de voto, quatro pontos a mais que na pesquisa anterior.

Nessas oportunidades, Aécio criticou o governo com muita ênfase na inflação, objeto de crescente preocupação da população, conforme a mesma pesquisa.

Em quarto lugar na pesquisa, com 6% das intenções de voto, aparece o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). O índice é mesmo obtido por ele no último levantamento.

A pesquisa foi realizada nos dias 6 e 7 de junho. Foram feitas 3.758 entrevistas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Da Folha

Opinião dos leitores

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Política

Henrique Alves assume presidência do Brasil a partir deste sábado

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Foto: Twitter de Henrique Alves, no momento em que Dilma passa oficialmente a presidência ao deputado

O deputado federal pelo Rio Grande do Norte, Henrique Eduardo Alves, assume interinamente, a partir das 22h deste sábado, a presidência da República, em substituição a Dilma Roussef, que vai viajar para Portugal.

Henrique ficará com o cargo porque o vice-presidente da República, Michel Temer, também está fora do país. A previsão é que ele permaneça como presidente até terça-feira (11).

Durante esse período, Henrique Alves fará reuniões com os ministros Garibaldi Alves (Previdência Social), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais), além da governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM), e de prefeitos potiguares. Também está previsto um encontro com partidários da Câmara.

Henrique ficará como presidente até a madrugada da próxima terça.

Opinião dos leitores

  1. So nao acredito que esse ilustre potiguar o qual vai assumir a presidência de republica não leve a pec 37para apreciação, caso isso aconteça ele vai fazer um retrocesso nesse pais se igualando a 03 países africanos que são, Tanzânia, Quênia e Uganda.

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Política

Perdão da dívida de países africanos daria para Brasil construir 57 mil casas populares

Em maio, durante a comemoração dos 50 anos da União Africana, o governo brasileiro anunciou o perdão de uma dívida aproximada de quase R$ 2 bilhões (US$ 900 milhões) de 12 países daquele continente. Esse dinheiro é suficiente para construir 57 mil casas populares, considerando residências com custo de R$ 35 mil.

A medida levantou polêmica e foi interpretada por parte da opinião pública e da oposição como diplomática — e até eleitoreira, já que as empresas que atuam na África podem se beneficiar da decisão.

Na prática, porém, é importante lembrar que o perdão não é total: os 12 países estão livres de pagar apenas parte de suas dívidas e o restante será dividido para ser pago ao longo dos próximos anos. Os países beneficiados são: Costa do Marfim, Gabão, Guiné Bissau, Mauritânia, República da Guiné, República Democrática do Congo, República do Congo (Brazzaville), São Tomé e Príncipe, Senegal, Sudão, Tanzânia e Zâmbia.

Para explicar a “bondade” a alguns países africanos, a Presidência da República alegou a importância estratégica em manter relações especiais com a África para a política externa do País. O Brasil possui 37 representações diplomáticas no continente, ficando atrás só de China, EUA e Rússia.

Para o professor do Centro de Estudos de Relações Econômicas Internacionais da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) Giuliano Contento de Oliveira, esse tipo de perdão é comum, mas não neste caso.

— É preciso contextualizar esta iniciativa política, de perdão, de reestruturação da dívida, no contexto de interesses. Certamente há interesses econômicos relacionados nessa iniciativa. Isso significou uma espécie de ratificação da carta de boas intenções que foi estabelecida mais destacadamente no governo Lula.

Oliveira explica que a balança comercial entre o Brasil e a África tem sido mais vantajosa financeiramente para aqueles países. Com isso, explicar o perdão de dívidas em favor da parte mais fraca da relação financeira em questão fica ainda mais difícil. (mais…)

Opinião dos leitores

  1. DEU NO ESTADÃO:
    Japão vai doar US$ 1 bilhão para a África
    02 de junho de 2013 | 12h 41
    Agência Estado
    O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, afirmou que o governo japonês vai oferecer uma ajuda financeira de 100 bilhões de ienes (cerca de US$ 1 bilhão) para o desenvolvimento do norte da África, nos próximos cinco anos, informou o jornal The Nikkei em sua edição online.
    O dinheiro será utilizado para prestar assistência humanitária, combater o desemprego e treinar 2 mil pessoas para manter a segurança e enfrentar o terrorismo na região de Sahel.
    "Vamos tomar medidas de segurança mais fortes para os japoneses que trabalham com pessoas na região do Sahel", disse Abe.
    O primeiro-ministro japonês se comprometeu a ajudar a África a combater a pobreza, o terrorismo e a desigualdade. Ele também disse que o Japão teria o apoio das Nações Unidas para as operações de manutenção da paz no continente. As informações são da Associated Press e da Dow Jones.
    ______________________
    Disponível em:
    Acesso em 08 jun 2013

    1. Será que essa dispensa do governo brasileiro de quase R$ 12 Bilhoes de Reais aos países africanos, onde seus presidentes sao ditadores, não é em troca para que os mesmos continue com as construtoras brasileiras por lá, e depois esse dinheira venha de outras formas para o PT nas proximas eleiçoes???

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Jornalismo

Dilma autoriza criação de 7 mil cargos públicos

O governo autorizou a criação de 7.098 cargos públicos. A decisão está presente na, edição de quinta-feira (6), do Diário Oficial da União, em decisão assinada pela presidente Dilma Rousseff e pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

A publicação da lei não representa que haverá imediata realização de concursos para o preenchimento das vagas. Conforme explica o MPOG (Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão), não há uma vinculação automática entre a publicação da lei e a realização da seleção. Também não há previsão de data para as seleções. Quando forem autorizadas, as seleções não ocorrerão ao mesmo tempo para todos os órgãos e entidades.

O MPOG informa ainda que a efetivação do impacto dependerá da realização dos concursos e do devido preenchimento dos cargos. Quando todos os cargos aprovados forem preenchidos — o que não tem prazo para ocorrer — o valor anualizado chegará a R$ 594,6 milhões. Esse montante engloba os cargos criados para a finalidade específica de substituição de terceirizados, conforme acordos firmados com o Ministério Público do Trabalho.

Conforme presente no texto publicado nesta quinta-feira no Diário Oficial, a lei cria cargos do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo; da carreira de Analista de Infraestrutura; do plano de carreiras para a área de Ciência e Tecnologia; da carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho; dos planos de carreiras e cargos do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia); do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) e da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

Do R7

Opinião dos leitores

  1. Cadê os "estudantes" para protestar contra a impunidade ? Pena capital para os assassinos é pouco !!!

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Política

Rosalba diz que vai apoiar Dilma sem sair do DEM

Está na Tribuna do Norte:

A governadora Rosalba Ciarlini afirmou que vai continuar apoiando a gestão da presidenta Dilma Roussef. E para isso não vê necessidade de deixar o DEM.

“Recebi com respeito [Dilma Rousseff, em Natal, neste semana]. Sou governadora e isso não depende de partido. Já disse e posso repetir: estou apoiando as ações administrativas da presidenta e recebo o apoio dela”, disse Rosalba.

De acordo com reportagem de ontem do portal UOL, porém, Rosalba já estaria em processo de mudança para o PTB, que está voltando para a base aliada de Dilma. A articulação da troca estaria sendo feita pelo governador da Bahia, Jaques Wagner, e o presidente do PTB, Benito Gama, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico de Rosalba. A governadora nega.

Caso ocorra a mudança, Rosalba poderá enfrentar problemas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que recentemente baixou uma resolução que pune com a perda do mandato os políticos que trocam de partido sem justa causa.

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