Oportunidade de trabalho: Grupo Eleva abre processo seletivo para Diretores liderarem escolas no RN, RJ, MG, MS, PR, SC, MT e DF

O Grupo Eleva Educação está à procura de candidatos para se tornarem diretores escolares em colégios espalhados pelos estados de Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso e Brasília. Os profissionais selecionados precisam ter concluído o Ensino Superior (bacharelado ou licenciatura) e apresentar disponibilidade para assumir o cargo a partir de agosto de 2019. É necessário potencial para liderar pessoas, entusiasmo por aprender e ensinar e identificação com a missão do grupo: transformar vidas e o Brasil por meio da educação. As inscrições para a Escola de Diretores Eleva devem ser realizadas, exclusivamente, no site (no qual também se encontra o edital completo do concurso): www.escoladediretoreseleva.com – experiência prévia na área não é um pré-requisito.

O que é a Escola de Diretores?

A Escola de Diretores é um programa para formar diretores de excelência para as escolas do grupo Eleva. Os candidatos selecionados no processo vão passar por formação intensiva nos seguintes assuntos: liderança e cultura; tomada de decisão; conhecimentos pedagógicos, administrativos e vendas. Os cursos serão ministrados pelos maiores especialistas do grupo.

As inscrições estão abertas no site www.escoladediretoreseleva.com no período entre 11 de março e 12 de abril, e, após etapas de entrevistas com os candidatos, o resultado do processo sairá nos dias 24 e 25 de junho, com início das atividades no grupo Eleva em agosto.

Confira o manifesto publicado pelo Eleva Educação:

O Grupo Eleva nasceu com o propósito de ser o vetor da mudança para a educação no Brasil. Trabalhamos diariamente para transformar positivamente as vidas dos alunos que passam pelos nossos colégios e proporcionar o que há de melhor em termos de conhecimento: dentro e fora de sala de aula. Ao longo desses quase seis anos de história, além de ensinar milhares de crianças e jovens, aprendemos que melhorar o rumo da educação no país só se faz possível com o engajamento de pessoas entusiasmadas, capacitadas, com foco irrestrito à comunidade escolar e que saibam trabalhar em equipe.

O diretor escolar é uma figura distinta, pois precisa reunir todas as características acima e muitas mais. É ele o responsável pelo funcionamento orgânico da escola: o cérebro que rege as ações e mantém intacta a saúde do colégio.

Em busca de ampliar nossa atuação pelo país, abrimos o segundo processo seletivo para a Escola de Diretores do Eleva. Procuramos profissionais com brilho nos olhos e potencial para liderar pessoas, que acreditem na mudança e queiram participar ativamente dela.  Temos por intenção formar diretores escolares alinhados à cultura de excelência que compõe o DNA Eleva. As vagas se destinam às nossas escolas concentradas, atualmente, nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Brasília e Rio Grande do Norte.

Você está pronto para o desafio? Então confira os detalhes no edital do concurso. E se inscreva para participar do processo. Venha liderar escolas e transformar vidas. Seja um diretor Eleva!

Escola de Diretores Eleva
Inscrições: 
www.escoladediretoreseleva.com entre 11/03 e 12/04
Estados contemplados: RJ, MG, MS, PR, SC, MT, DF e RN

 

Prefeitura de Extremoz forma em Libras professores, diretores, ASGs e estagiários

Fotos: Canindé Santos

A Prefeitura de Extremoz formou a primeira turma de profissionais que trabalham na Educação no curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras). A iniciativa visa a inclusão social de estudantes surdos da rede pública municipal de ensino. A entrega dos certificados foi realizada nesta segunda-feira (06), na Universidade Aberta do Brasil (UAB) – Polo Darcy Ribeiro – para 30 profissionais, incluindo professores, diretores, ASGs e estagiários.

Segundo o secretário de Educação de Extremoz, José Eliê Ribeiro, os profissionais formados nessa primeira fase passarão por outras etapas de capacitação para aperfeiçoar ainda mais o aprendizado em Libras. Ele acrescenta que o curso também será repetido no próximo ano para novos profissionais.

O curso de 40 horas foi ministrado pela especialista em Libras, Kalipsa Duarte, que é coordenadora de Educação Especial na rede de ensino; e pela estudante do curso de Letras com habilitação em Libras da UFRN, Sthefannie, que é surda e estagia no município como intérprete para uma criança. Kalipsa afirma que atualmente a rede municipal tem três alunos surdos nas comunidades de Araçá, Grutas e em Pitangui e todos são atendidos por intérpretes de Libras.

“A questão de capacitar o profissional é garantir a acessibilidade e a permanência do aluno surdo na escola. A Língua Brasileira de Sinais é o meio pelo qual o surdo se comunica, então além de inclusão, garante a permanência do aluno na escola e a inserção dele na sociedade”, afirma Kalipsa Duarte.

O prefeito de Extremoz, Joaz Oliveira, participou do evento e falou sobre a importância do curso. “Essa capacitação em Libras permitirá que os profissionais transmitam com maior facilidade e eficiência o precioso conhecimento aos nossos alunos surdos. Com isso estamos igualando as oportunidades para que todos possam estudar e sonhar em ser o que quiserem ser profissionalmente”, conclui o prefeito.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivete vendramini marques disse:

    Eu preciso de libras sou surda oralizados aprendi três anos mas..precisava continuar.. bom tenho muita dificuldade nas mãos amo libra onde posso aprender onde aprendi n? Dão + aulas na traducao sou boa ..me respondam quero ser util

Diretores do apresentador João Kleber trocam socos na Rede TV!

 O feriado de quarta-feira foi tenso nos interiores da Rede TV!. Não se fala em outra coisa lá dentro. Dois diretores dos programas de João Kleber trocaram socos na emissora, em função de divergências à linha de trabalho.

Um queria uma coisa, o outro, outra, completamente diferente. No fim, resolvem tudo da pior maneira. Na troca de tapas, socos e pontapés. Agressões de lado a lado.

O diretor de programas Rafael Paladia e o diretor de imagem, Jorginho, foram os responsáveis por protagonizar essas cenas de pugilato.

No caso de Paladia, segundo fontes da coluna, já existem outros antecedentes na casa.

A emissora, consultada, disse desconhecer o assunto, apesar de a pancadaria ter sido presenciada por várias pessoas.

Internamente, no entanto, se comenta que a direção da Rede TV! irá tomar as medidas disciplinares cabíveis ao caso.

UOL

Diretores da Fundação José Augusto são absolvidos da acusação de improbidade

 O juiz Airton Pinheiro, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Natal, julgou improcedente uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público do Rio Grade do Norte contra François Silvestre de Alencar e José Antônio Pinheiro da Câmara Filho, diretor geral e diretor da Fundação José Augusto (FJA), respectivamente, no ano de 2004. Ambos foram acusados de facilitar a aquisição de passagens aéreas com dispensa de licitação.

A Ação Civil Pública promovida pelo MP imputou aos réus a prática de ato de improbidade administrativa tipificado no artigo 10, inciso VIII, e 11, caput, da Lei de Improbidade e requereu suas condenações nas penas previstas no artigo 12 do mesmo diploma.

Segundo a acusação, no ano de 2004, François Silvestre de Alencar e José Antônio Pinheiro, enquanto diretores da FJA, atuaram no sentido de possibilitar a aquisição de passagens aéreas para aquela fundação com dispensas indevidas de licitação que somadas atingiram a cifra de R$ 20.254,64, fato que teria acarretado ao Estado dano patrimonial presumido.

Para o Ministério Público, os réus estão enquadrados nas práticas de “frustrar a licitude de processo licitatório ou dispensá-lo indevidamente” e, que ainda se caracterizam como”atos que atentem contra os princípios da administração pública de forma a violarem os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade para com as instituições públicas”.

Em sua defesa, os acusados alegaram nos autos que não praticaram ato de improbidade e que a prova dos autos não autoriza juízo de procedência da ação contra os mesmos.

Decisão

Ao analisar os autos, o magistrado observou que os elementos probatórios contidos no processo não autorizam o juízo de constatação de que houve a prática de ato de improbidade administrativa causador de prejuízo ao Erário, nos termos dos art.10 da Lei de Improbidade Administrativa.

De acordo com ele, o MP, apesar de ter imputado aos réus a prática da situação descrita no art.10, inciso VIII, da Lei de Improbidade Administrativa, não demonstrou efetiva lesão aos cofres públicos advindos da alegada burla à obrigação legal de licitar, contida no inciso XXI, do art.37, da Constituição Federal.

Airton Pinheiro frisou que a denúncia do MP, em momento algum, apontou que os serviços de transporte aéreo não foram prestados ou ainda demonstrou que as passagens teriam sido adquiridas em preço superior aquele praticado no mercado, hipóteses estas que, acaso constadas, teriam o condão de autorizar a constatação de ocorrência de dano efetivo ao Erário.

“Em verdade, o dano que o Ministério Público imputa aos demandados é de caráter presumido, o qual não autoriza à tipificação do ato ímprobo no art.10 da Lei de Improbidade, nem o ressarcimento ao Erário que dela decorre”, decidiu o magistrado.

TJRN

CPI pede indiciamento de diretores do Ecad

Oito diretores do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição – o Ecad – devem ser indiciados, incluindo a superintendente da instituição, Glória Braga. No relatório final da CPI do Ecad, divulgado nesta terça-feira, 24, os deputados falam em crime de falsidade ideológica, apropriação indébita, agiotagem e crime contra a ordem econômica.

Segundo os senadores, os documentos e depoimentos colhidos pela CPI “revelam, à exaustão, que a Assembleia Geral do Ecad transformou-se em uma confraria de lesa cultura, cujas decisões, tomadas sem critérios e sem transparência, eliminam o elemento negocial na fixação de preços pela utilização dos direitos autorais”.

Serão indiciados Glória Braga, superintendente do Ecad, e os diretores de sete associações de direitos autorais que compõem o Ecad, como Roberto Mello (da Abramus), José Antônio Perdomo Corrêa (diretor da UBC) e Denis Lobo (presidente da SBACEM).

“Dirigir o ECAD se tornou um negócio rentoso”, disseram os deputados. “A entidade criou três modalidades de Plano de Participação nos Resultados (PPR), que beneficiam sobretudo os gerentes. O Ecad é uma associação civil que, em tese, não deveria dar lucros (nem, por óbvio, distribui-los a seus diretores). O uso abusivo dos PPRs drenam, especialmente para a gerência, recursos que deveriam ser destinados aos titulares de direitos autorais. Até em ano em que o ECAD apresenta déficit financeiro há distribuição de PPR”.

Cartel. Segundo os senadores, a atual Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9610-98) apenas deu ao Ecad o monopólio sobre a arrecadação e a distribuição. “A fixação de preços pelas músicas, por exemplo, bem como o custo da taxa de administração de cada entidade, deveriam ser estabelecido livremente, por cada entidade”.

O relatório fala em “confraria do Ecad”, que “seria elogiável se não prejudicasse os titulares de direitos autorais e os usuários de músicas”.

“A gestão coletiva no Brasil negligencia o fato de que os direitos autorais são bens imateriais, negociável no mercado. Ainda que guarde especificidades, os direitos autorais submetem-se às leis de defesa da concorrência e de proteção ao consumidor”, diz o texto.

Capa do relatório da CPI: 403 páginas

Os senadores dizem ainda que, no início, o Ecad foi uma “grande conquista” que “depois se degenerou”.

O relatório associa a atuação do escritório e as associações que o compõem a um cartel. “Voltado para seu próprio umbigo – e para os interesses de seus controladores e dirigentes – o Ecad transmudou-se em cartel, pernicioso para a ordem econômica brasileira, e muito distante do que reivindica a classe artística, protagonizando toda sorte de desvios e ilícitos”.

“Há, portanto, prática de infração da ordem econômica perpetrada pelo Ecad e pelas associações credenciadas, de forma a caracterizar violação aos arts. 20 e 21 da Lei de defesa da concorrência (Lei nº 8.884/94)”, analisam os deputados.

Para a CPI, há a necessidade de uma “profunda reforma no sistema de gestão coletiva de direitos autorais”. Os deputados também querem que o Ecad fique subordinado ao Ministério da Justiça.

O relatório propõe cinco eixos para orientar as mudanças na área: transparência (deixar claras as obrigações das entidades de gestão coletiva), eficiência (técnica e econômica), modernização (associações serão reoganizadas e reestruturadas), regulação (do Ministério da Justiça) e fiscalização (com a obrigação de prestar contas ao governo).

A CPI também pede que o Ministério Público do Rio de Janeiro investigue a diretoria do Ecad e que o governo federal trate a “dimensão dos direitos autorais” como “estratégica para a política cultural, nos planos plurianuais, projetos e ações”, além de dar prioridade na aprovação da Reforma da Lei de Direitos Autorais.

Há também um projeto de lei para estabelecer uma regulação para a gestão coletiva de direitos autorais.

Fonte: Link