Sesap contrata empresa para implantação de 30 leitos de UTI nos hospitais João Machado e Alfredo Mesquita

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) publicou, hoje (15), no Diário Oficial do Estado, a contratação da empresa mineira Avante Social, vencedora do processo licitatório, que será a responsável pela implementação e gestão de 30 (trinta) leitos de terapia intensiva (UTI), sendo 20 (vinte) leitos no Hospital Doutor João Machado, em Natal, e 10 (dez) leitos Hospital Regional Alfredo Mesquita Filho, em Macaíba, destinados ao enfrentamento da Covid-19. O contrato emergencial foi assinado esta semana e terá duração de seis meses, podendo ser prorrogado de acordo com a duração da pandemia. O valor do contrato é R$ 10.504.325,68.

O Instituto Jurídico para Efetivação da Cidadania e Saúde – Avante Social atendeu a todos os critérios do edital de Chamamento Público Emergencial COVID 19 02/2020, incluindo a comprovação de experiência na gestão de serviços de Urgência e Emergência. Após a assinatura do contrato, a empresa terá um prazo de 15 a 20 dias para implantação dos leitos. Essa contratação se insere dentro do programa de expansão assistencial, contido no Plano de Contingência da Covid-19 no RN.

A abertura de novos leitos tem sido um esforço constante na gestão da Saúde, de forma a desenvolver o Plano de Contingência Estadual para a contenção da pandemia do coronavírus. Em Mossoró, por meio de parceria com a prefeitura local, serão instalados 35 UTIs e 65 leitos de enfermaria no Hospital São Luiz, geridos pela Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (Apamim).

Em parceria com a Liga Norte-rio-grandense Contra o Câncer, serão instalados 60 novos leitos, sendo 40 deles – 20 UTIs e 20 de enfermaria – na primeira etapa. O Governo também está reativando a UTI do Hospital Pediátrico Maria Alice Fernandes, localizado na capital, com mais 7 leitos de UTI, voltados para as crianças acometidas pelo novo coronavírus.

Cientistas detectam coronavírus no ar em ruas e imóveis próximos a hospitais

Área aberta do hospital Leishenshan que tratou pacientes com Covid-19, em Wuhan, na China Foto: ALY SONG / REUTERS

O coronavírus Sars-CoV-2 pode permanecer no ar por tempo indeterminado em ambientes abertos e no interior de prédios. A descoberta mostra que o risco de contágio é substancialmente maior, alerta hoje um estudo publicado na revista Nature.

Partículas em suspensão do coronavírus, em aerossol, foram detectadas no monitoramento ambiental de dois hospitais de tratamento de Covid 19 e de áreas públicas vizinhas a eles em Wuhan, na China.

Os cientistas chineses que realizaram a pesquisa, porém, não puderam ainda determinar o potencial de infecção dos vírus em suspensão no ar. Os pesquisadores destacaram que o número de amostras analisado é pequeno, mas a descoberta é importante o suficiente para alertar sobre a necessidade de evitar multidões, manter a boa ventilação e realizar desinfecção cuidadosa de todos os ambientes.

O estudo foi realizado pela equipe de Ke Lan, da Universidade de Wuhan. Eles coletaram 40 amostras de 31 lugares.

Está comprovado que o coronavírus pode ser transmitido através do contato próximo com uma pessoa infectada, por meio do contato com superfícies contaminadas ou pela inalação de gotículas liberadas pela respiração ou a fala de pessoas com o vírus. Mas há dúvidas sobre o potencial de contágio do vírus em suspensão no ar.

Os pesquisadores encontraram amostras com o coronavírus dentro e fora de dois hospitais dedicados à Covid 19 em fevereiro e março. Um deles era um hospital de campanha em Wuhan.

Nas enfermarias, a concentração do coronavírus era maior do que nos banheiros. Isso se explica porque os banheiros não são ventilados, enquanto as enfermarias eram isoladas e tinham o ar trocado em um ambiente controlado. O ambiente com a maior concentração de coronavírus foram justamente as salas usadas para a retirada dos EPIs por profissionais de saúde.

Os cientistas destacaram que as concentrações de vírus caíram significativamente depois que aumentou o rigor e a frequência de desinfecção desses lugares.

O coronavírus também foi encontrado em suspensão no ar nas imediações de prédios residenciais e supermercados próximos aos hospitais, porém, em concentrações menores. No entanto, uma área aberta por onde passava mais gente junto a um dos hospitais teve registrada elevada concentração de coronavírus.

Uma explicação para isso seria o trânsito de pessoas infectadas por essas áreas.

O próximo passo dos cientistas será avaliar o potencial de infecção do coronavírus em aerossol e por quanto tempo ele pode permanecer infeccioso nessas condições.

O Globo

Em necessidade de instalação, TCE sugere unificar hospitais de campanha do Estado e do Município

Ao determinar diligência para saber quais providências o Governo do Estado vai adotar quanto à contratação emergencial para implantação e gestão de um hospital de campanha para pacientes com Covid-19, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) agora aguarda um posicionamento da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), que deve informar e comprovar, no prazo de cinco dias, a decisão oficial acerca da continuidade ou desistência do projeto inicial de montar a estrutura no estádio Arena das Dunas.

Em seu despacho, o conselheiro Gilberto Jales, relator do processo, justifica a necessidade de que sejam esclarecidas questões apontadas no Relatório de Acompanhamento (informação técnica resultante da atuação concomitante do controle externo na fiscalização da referida contratação emergencial do governo).

Veja mais: TCE-RN aponta inconsistências em contratação do Governo do Estado para implantação de hospital de campanha

A persistir a necessidade de instalação de um hospital de campanha, o conselheiro destaca em seu despacho a necessidade de o governo observar os apontamentos dos auditores em relação à utilização das estruturas já disponíveis ao Estado. A sugestão, que partiu do Conselho Estadual de Saúde (CES/RN), seria compartilhar o espaço do Hotel Parque da Costeira, onde a Prefeitura de Natal está instalando seu próprio hospital de campanha, ou utilizar o Centro de Convenções, cujo prédio apresenta uma estrutura mínima de funcionamento (instalações elétricas, hidráulicas), além de estar situado próximo ao Hospital de Campanha da Prefeitura.

Além do contrato do Governo do Estado, o grupo de acompanhamento designado pelo Tribunal de Contas também está avaliando o processo de implantação do hospital de campanha do Município de Natal e outras contratações no Estado.

Lembrete:

No dia 15 deste mês, o Blog do BG levantou a bola para essa questão, no post Por que Governo do Estado e Prefeitura do Natal não se unem e montam um unico Hospital de Campanha?

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Delano disse:

    Parabéns por essa sugestão, sensata , assim isolavam os infectados de outras unidades que atendem pacientes com outras doenças diferente do covid, e que poderiam se contaminar. Além do mais, poderiam ser mais fácil a fiscalização dos custos. Pois teriam itens parecidos.

Conselho regional de Farmácia e Prefeito de Macau articulam doação gratuita de álcool para hospitais do RN

O Prefeito de Macau, Túlio Lemos, se uniu ao conselho regional de Farmácia, com apoio do empresário Ricardo Brito e, usando a rede de relacionamento de ambos, conseguiu uma ajuda que vai atender todos os hospitais do Rio Grande do Norte.

De forma gratuita, a Ceara Mirim Agro Industrial, fabricante de álcool para cachaçarias e abastecimento veicular, vai doar a produção para as unidades de saúde do Rio Grande do Norte.

A empresa tem uma grande quantidade de álcool 93 e vai ser transformado em álcool 70, garantindo uma maior quantidade. O presidente do conselho regional de Farmácia, Sales de Araújo Guedes, está empenhado em buscar ajuda da UFRN para a transformação do álcool da industria para atender os hospitais.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Expedito disse:

    Que Deus abençoe essa atitude dessa fábrica

  2. Eugenio Andrade de Oliveira disse:

    Muito bom essa iniciativa desses colaboradores precisarmos de pessoas dessa magnitudes mesmo

  3. Lima disse:

    Boa noite! São atitudes dessa magnitude que me faz aplaudir . Parabéns todos pela inciativa!

  4. oswaldo disse:

    se fosse doação paga né BG

Unimed Natal reúne diretores de hospitais para discutir ações contra o coronavírus

Fotos: Divulgação

Nesta sexta-feira(13) a diretoria técnica da Unimed Natal, ao lado dos gestores da cooperativa, estiveram reunidos com representantes dos hospitais prestadores de serviços à rede para traçar estratégias de ação diante da confirmação do Covid 19 , Coronavírus, no Rio Grande Norte.

Com o primeiro caso confirmado pela Secretaria de Saúde do RN e outros em investigação, a cooperativa está alerta e desenvolvendo um plano de resposta rápida e eficiente. O objetivo é minimizar o impacto da pandemia por meio da orientação dos beneficiários e do suporte médico hospitalar adequado.

“Deve- se ter preocupação por se tratar de um vírus respiratório novo, ou seja , praticamente todas as pessoas no mundo são suscetíveis a ele. Mas não devemos propagar o pânico porque a maioria dos casos vai ter um quadro benigno.” Destacou o infectologista Luiz Alberto Marinho.

Dona da Amil, que possui a Promater em Natal, negocia a venda de hospitais no Nordeste

A UnitedHealth, grupo americano de saúde dono da Amil, está negociando a venda de seus hospitais localizados no Nordeste e a carteira de planos individuais. O objetivo é vender todos esses ativos num só pacote, segundo o Valor apurou.

Ainda segundo fontes, a Unimed Fortaleza tentou comprar o Hospital Monte Klinikum, no Ceará, mas as conversas não avançaram porque a cooperativa médica não tinha interesse na carteira individual da Amil. Na negociação, a Amil chegou a oferecer a carteira de planos corporativos da região.

O BTG Pactual foi contratado para buscar compradores para os ativos da UnitedHealth. A informação foi antecipada pelo colunista Lauro Jardim, de “O Globo”.

No Nordeste, o grupo possui também os hospitais Santa Joana, em Recife (PE), e a Promater, em Natal (RN). A Amil não conseguiu deslanchar nessa região do país e há alguns anos desacelerou os investimentos locais. Atualmente, a operadora tem cerca de 280 mil usuários nos nove Estados do Nordeste – esse volume representa menos de 10% da base. A operadora conta com um total de 3 milhões de usuários de convênios médicos em todo o país.

Deste volume total, quase 500 mil usuários são de planos individuais, modalidade que gera prejuízo para a Amil. A maior parte das operadoras não tem interesse nessa modalidade, com o argumento de que o reajuste é controlado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Já os hospitais são, atualmente, um ativo bastante valorizado no setor de saúde devido à expansão das operadoras verticalizadas – que contam com rede própria de clínicas e hospitais – e ao interesse de investidores e fundos em montar holdings de serviços hospitalares.

Procurada pelo Valor, a UnitedHealth informou que não comenta rumores do mercado.

A venda de ativos é uma tentativa do grupo recuperar seus negócios no país. No ano passado, a Amil perdeu 480 mil usuários.

Desde que desembarcou no Brasil em 2012 para adquirir a Amil, a UnitedHealth não viu a operadora ter grandes resultados. Entre 2013 e 2016, acumulou perdas de mais R$ 720 milhões. Os ganhos obtidos em 2017 e 2018, de R$ 62 milhões, não compensaram os prejuízos. No ano passado, a matriz trocou a presidência e principais diretores da companhia, que fatura cerca de R$ 20 bilhões por ano.

Valor

FOTOS: Servidores reclamam de lixo acumulado em hospitais em Natal

  Fotos: cedidas

Servidores de hospitais na capital potiguar estão enviando diversas fotos de uma quantidade expressiva de lixo acumulado em unidades hospitalares.

No registro acima, o exemplo no Varela Santiago. Esta foi uma situação que se encontrava o hospital, mas que foi resolvida durante a manhã.

Em outros hospitais, como Walfredo Gurgel e Santa Catarina, segundo servidores, o cenário seria semelhante ao registrado anteriormente no Varela Santiago.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ana Cristina disse:

    BG, a gestão do atual prefeito lembra os últimos meses da ex-prefeita Micarla de Souza. Um caos! Lixo por toda a cidade, podas de árvores em canteiros, buracos em todas as ruas, inclusive os principais corredores. Estamos vivendo um verdadeiro abandono geral. Péssima gestão. Esse senhor não merece ser eleito nem pra síndico de prédio.

  2. Vilma Lúcia disse:

    Enquanto esse lixo de prefeito estiver no cargo, vai ser assim. Ele só pensa em fazer politicagem e a cidade vai se acabando.

  3. Vilma Lúcia disse:

    Enquanto esse lixo de prefeito estiver no cargo, vai ser assim. Ele só pensa em politicagem e a cidade vai se acabando.

Ebserh: concurso nacional abre vagas para hospitais da UFRN; médicos especialistas, profissionais da área assistencial e administrativas

A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal vinculada ao Ministério da Educação, publicou no Diário Oficial da União dessa segunda-feira (12) chamamento público visando a contratação de 1.363 profissionais para 40 hospitais universitários federais no país, incluindo as três unidades da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN): o Hospital Universitário Onofre Lopes, a Maternidade Escola Januário Cicco, ambos em Natal, e o Hospital Universitário Ana Bezerra, localizado no município de Santa Cruz.

Acesse AQUI o chamamento público.

O projeto básico do concurso nacional contemplará 40 unidades em todo o país, incluindo hospitais, complexos hospitalares e a sede da Ebserh. São previstas 448 vagas para médicos de 69 especialidades, 800 vagas para profissionais da área assistencial e 115 administrativos.

Nesta etapa de chamamento público, os números podem variar em 25% para acréscimos ou supressões. Os candidatos passarão por duas etapas de seleção: prova objetivo e análise de títulos e de experiência profissional. A Ebserh receberá propostas das empresas interessadas em organizar os concursos até o próximo dia 27 de agosto. O objetivo é que o edital seja publicado ainda neste semestre.

Com acréscimo de informações do G1

Poder Judiciário realiza reunião sobre custódia de presos em hospitais da Grande Natal

Dirigentes do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e da Corregedoria Geral de Justiça se reuniram na manhã desta quinta-feira (23) com representantes das secretarias estaduais de Saúde (SESAP) e de Segurança (SEJUC) e com a direção do hospital Walfredo Gurgel para discutir a respeito do recebimento e custódia de presos nos hospitais da Região Metropolitana de Natal. As unidades prisionais do Estado não dispõe de enfermarias próprias, causando transtorno quando existe a necessidade de que algum preso seja atendido.

“Essa reunião foi sobre o sistema de saúde prisional. O Tribunal de Justiça e a Corregedoria Geral de Justiça, junto com os demais órgãos que compõe o Poder Judiciário, acompanham a situação de saúde prisional no estado já a dois anos”, explicou o juiz auxiliar da corregedoria, Fábio Ataíde.

“O problema é a falta de um lugar especifico para o atendimento de presos no sistema de saúde. Estamos desenvolvendo várias estratégias para a criação de uma enfermaria no Presidio de Ceará Mirim. O Estado ainda não possuiu uma enfermaria prisional e como resultado disso esses presos ficam aguardando cirurgias ou algum momento de intervenção médica nas unidades hospitalares. A Sejuc não dispõe de agentes suficientes para manter nos postos de atendimento”, pontuou o juiz.

Complementou o magistrado que esse é um assunto delicado e que requer uma solução conjunta entre os órgãos responsáveis. “O problema também diz respeito ao encaminhamento dos presos, para onde encaminhar. Ainda não temos um sistema claro, os presos por vezes são encaminhados aleatoriamente para o Walfredo, sobrecarregando o sistema do hospital e de outro lado nós não temos escolta em todas as unidades hospitalares, esse é o problema central que ainda não conseguimos uma solução”, disse Fábio Ataíde.

Está prevista uma série de reuniões entre os órgãos competentes para que se possa chegar a uma solução satisfatória para a situação.

Para o juiz corregedor auxiliar “é importante que o Estado crie uma solução para esse problema e aí entra a participação da Corregedoria nessa primeira reunião, de uma bateria de reuniões que acontecerão, com a participação da Secretaria de Saúde, de Administração Penitenciaria, Procuradoria do Estado, direções hospitalares do Walfredo Gurgel, Deoclécio Marques e unidades de saúde da grande Natal, para encontrar uma solução para esse problema. Fizemos alguns encaminhamentos agora e vamos marcar outra reunião, dessa vez chamando a Polícia Militar, chamando também os secretários de segurança para resolver esse impasse”.

TJRN

 

Vírus ataca redes de hospitais, insere falso câncer em exames de ressonância magnética e pode resultar em diagnósticos tragicamente errados

Malware foi criado por cientistas israelenses – e pode resultar em diagnósticos tragicamente errados. (JohnnyGreig/Getty Images)

Imagine ir ao hospital, fazer um exame de ressonância magnética, e receber um resultado que mudará a sua vida: câncer. Agora imagine que, na verdade, você não tem tumor nenhum – ele é produto de um vírus de computador, que infectou a rede do hospital com o objetivo específico de alterar exames de imagem. Ou, então, o caso oposto: você está com câncer, mas o exame diz que não, pois a imagem do tumor foi eliminada pelo vírus.

É muito Black Mirror. Mas, segundo um grupo de quatro pesquisadores da Universidade Ben-Gurion, em Israel, também uma possibilidade real. Eles criaram um vírus que faz exatamente isso: altera imagens de exames de ressonância magnética, inserindo tumores falsos (ou apagando os verdadeiros) para enganar médicos e aterrorizar pacientes.

Segundo os israelenses, que testaram o vírus com médicos voluntários e publicaram um estudo a respeito, o malware é altamente eficaz: a remoção ou inserção artificial de tumores enganou os especialistas em 94% a 99% dos casos.

O vírus, que foi desenvolvido com propósito experimental, somente para alertar os hospitais -e não foi liberado pelos pesquisadores-, ataca o Picture Archiving and Communication System (PACS), um tipo de banco de dados usado como padrão para armazenar e consultar exames de ressonância e tomografia.

De acordo com os cientistas israelenses, o problema é que os hospitais não empregam criptografia nem assinaturas digitais em suas redes PACS, o que as torna altamente vulneráveis. Segundo eles, o vírus é capaz de invadir a rede, localizar os exames pertences a um alvo específico (como um político, por exemplo), e realizar as alterações desejadas sem deixar rastros.

Super Interessante

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cap_Mor disse:

    O de sempre. Criam o vírus para venderem a vacina.

Greve dos servidores da saúde do Estado não é responsável pela situação dramática nos hospitais, diz Sindsaúde-RN

Na reportagem dessa última segunda (18), a InterTV divulgou uma matéria sobre a situação do Hospital Walfredo Gurgel na tentativa de jogar a população contra a greve dos servidores da saúde do RN. A reportagem diz que a greve da saúde está levando pacientes e familiares a situações dramáticas. Isso não é verdade, rebate em nota o Sindicato dos Servidores da Saúde do Rio Grande do Norte.

A greve que iniciou dia 5 de fevereiro irá completar 15 dias nesta quarta-feira (20). O Sindsaúde-RN destaca que a situação de calamidade na saúde do Estado se arrasta por muito tempo, não é de agora. Só no governo Robinson foi anunciado por duas vezes consecutivas o Estado de Calamidade na saúde do Rio Grande do Norte. Agora, com o Governo Fátima, foi anunciada um decreto de calamidade financeira.

“Será mesmo que a greve dos servidores da saúde é a responsável pela situação dramática que se encontra? Ou os verdadeiros responsáveis são os governos que entram dizendo que a saúde é uma prioridade, mas na verdade seguem a mesma cartilha? Nós do Sindsaúde apontamos para a segunda alternativa”, destaca trecho de nota.

Segundo o sindicato, os servidores da saúde já fazem o melhor possível nas condições que são impostas. “Cada técnico de enfermagem atende cerca de 20 pacientes nos hospitais. E por causa da dedicação desses profissionais muitas vidas são salvas. Mas os governos não se importam isso”, alerta.

 

“O desrespeito começa no nosso salário, que é a nossa forma de sustento. Além dele ser engolido pela inflação e com a cobrança de juros, estamos com os salários de dezembro e o 13º de 2018 atrasados e os aposentados não receberam parte do salário de novembro e 13º de 2017. Não temos reajuste há quase 10 anos, enquanto isso, o TCE aprova aumento dos próprios salários para R$ 35,4 mil., encerrou o coordenador do Sindsaúde-RN.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. JOAO disse:

    NO RN NINGUE,M E RESPONSAVEL POR NADA É UMA VENEZUELA-A NOVA MODA É POLITICOS IREM PARA RÁDIOS MOSTRAM COMO SE ADMINISTRA-´´E MUITA HIPOCRISIA E CARA DE PAU-PARECE QUE NUNCA SE OLHARAM NO ESPELHO-ALO RÁDIOS PAREM COM ESTAS ENTREVISTAS 'E UM SACO OUVIR TANTA BESTEIRA'

  2. Silvo santo disse:

    Se agovernadora fez um acordo com
    Eles para rejeitaram qualquer tipo de ação sobre o pagamento dos atrasado.
    O deles estão liberado com apoio da governadora.

  3. João Maria disse:

    Amigo BG aproveito para repetir mais uma vez que o sindsaúde já sabe que essa greve só prejudica o mais pobre e mais uma vez não vai dar em nada o governo da com os ombros e o sindicato com o burros na 'agua foi assim nos governos anteriores e não vai ser diferente agora, faço um apelo ao dirigentes do sindicato para rever essa greve até porque com certeza lá no hospital walfredo gurgel não tem familiares dos diretores do sindicato e muito menos familiares do secretário de saúde do governo do estado e da senhora governadora.

  4. Wilson disse:

    É trabalhar para o estado é sem futuro. Peçam as contas e vão procurar emprego na iniciativa privada, pois lá estão pagando em dia.

Prefeitura de Mossoró confirma repasse de R$ 2,8 milhões para Liga do Câncer, hospitais e demais prestadores de serviço da saúde

A Prefeitura de Mossoró repassou hoje o equivalente a R$ 2.889.410 para entidades como a Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) e demais hospitais e prestadores de serviço da Saúde.

Para a Liga, o montante repassado só essa semana foi de R$ 760.619,82. Sendo o primeiro pagamento efetuado na terça (12), de R$ 366.033,82, e o restante hoje de R$ 394.586,00, que correspondem aos meses de janeiro e abril, respectivamente.

Os repasses também obedecem à trâmites burocráticos, o que impediram o pagamento na última quarta-feira.

Após fim da greve dos terceirizados, alimentação continua suspensa nos Hospitais

Por interino

Nesta quinta-feira(08), após a suspensão da greve dos terceirizados da saúde, os servidores ainda estão sem alimentação nos locais de trabalho, devido a falta de gêneros alimentícios, por dívidas com os fornecedores.

A alimentação dos servidores foi suspensa para que a dos pacientes fosse garantida. Dessa forma, os profissionais da saúde precisam se ausentar do local de trabalho para fazer sua refeição.

Na quarta-feira(07), os terceirizados da saúde decidiram suspender a greve, pois o Governo se comprometeu a fazer o repasse referente à parcela de novembro de 2014 será feito até a próxima segunda-feira (12), após o recebimento da 2ª parcela do Fundo de Participação dos Estados (FPE) previsto para ocorrer na sexta-feira (09).

Assessoria Sindsaúde

Hospitais definem fluxos de pacientes durante a Copa em Natal

A Coordenação de Ações em Saúde para a Copa, da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), definiu o fluxo de atendimentos a pacientes no período da Copa do Mundo FIFA 2014.

Foram definidos quais tipos de pacientes cada hospital irá receber, de acordo com o Protocolo de Risco de Manchester, que denomina, através dos sintomas, a classificação dos doentes por cores, que representam o grau de gravidade e o tempo de espera recomendado para atendimento.  Aos doentes com patologias mais graves é atribuída a cor vermelha (atendimento imediato). Os casos muito urgentes recebem a cor laranja. As situações de urgência recebem a cor amarela. As cores verde e azul são as de menor gravidade]

A definição ocorreu de forma pactuada com representantes de hospitais públicos e privados, durante uma reunião na última quinta-feira (13), com a participação de representantes da Coordenadoria de Hospitais de Unidades de Referência (Cohur) da Sesap, das Vigilâncias Epidemiológica, Sanitária e Ambiental da Sesap, além da Coordenação das Unidades Básicas de Saúde do município de Natal.

A coordenadora das Ações em Saúde para a Copa, Walkíria Nóbrega, destaca a importância da parceria com os hospitais privados, que irão receber usuários de planos privados e turistas que contratarão os seguros de saúde. ”A preocupação da Sesap se concentra não apenas nos usuários do SUS, mas também nos pacientes de planos e seguros, considerando que os hospitais privados não têm capacidade para realizar os primeiros atendimentos aos pacientes politraumatizados”.

Ela lembra que o trabalho de preparação para a Copa promove uma interação que ficará como legado da Copa. “É um momento histórico na área da saúde, pois em nenhum outro momento reunimos hospitais públicos e privados para pactuar sobre fluxos de atendimentos, e esses vínculos poderão render futuras parcerias além do período da Copa”. Também foi destacada a aproximação das Vigilâncias com os hospitais privados, muito importante no momento em que a cidade receberá turistas que poderão desenvolver doenças endêmicas de outros países.  “Os discursos estão bem afinados e os hospitais entenderam a importância do contato frequente com a vigilância epidemiológica no sentido de notificação dos agravos”.

Dentro da preparação para a Copa 2014 os hospitais deverão concluir os planos de contingência até o dia 27 de março, quando será feito pela Sesap um compilado geral dos planos operativos.  Também está prevista para acontecer em Natal, no período de 24 a 28 de março, uma capacitação em planos hospitalares, em parceria com o Governo Alemão, promovida pela Coordenação Geral da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS), com objetivo de promover intercâmbio de experiências entre os municípios que sediaram a Copa da Alemanha em 2006 e as cidades-sede brasileiras.

Escolta presidiários: Reunião discute medidas de segurança nos hospitais de Natal e região metropolitana

Nesta quinta-feira (7) foi realizada uma reunião no Hospital Giselda Trigueiro (HGT), com o objetivo de discutir a situação dos pacientes presidiários internos nos hospitais da Grande Natal, sem a devida segurança (escolta), o que ocasiona graves problemas ao funcionamento dessas unidades.

Participaram da reunião o Ministério Público, diretores de presídios, delegados da Polícia Civil, representantes da Secretaria da Justiça e da Cidadania (Sejuc), da Coordenadoria de Operações de Hospitais e Unidades de Referência (Cohur) da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), além de diretores dos hospitais Walfredo Gurgel, Santa Catarina, João Machado, em Natal, e Deoclécio Marques, em Parnamirim

Na ocasião, foram discutidas medidas a serem adotadas para melhorar a segurança, não só dos policiais na transferência dos presidiários para os hospitais, mas também da equipe médica, profissionais do hospital e demais usuários.

De acordo com a diretora geral do Hospital Giselda Trigueiro, Milena Martins, já aconteceram vários casos de fuga e agressões tanto físicas quanto verbais aos servidores e pacientes do hospital. “Passamos por uma situação muito complicada, de risco à segurança de servidores e pacientes, já que quando o presidiário precisa ficar internado, não há escolta durante este período para ele”, disse.

Durante a reunião, as autoridades de segurança presentes reconheceram que há um déficit de profissionais para fazer a escolta destes presos. Mas, de acordo com Milena Martins, o promotor José Braz, da 17º Promotoria de Execuções Penais, se comprometeu a agendar outras reuniões para se buscar uma solução efetiva. “Esse encontro foi bastante positivo, pois vimos pela primeira vez, de forma objetiva, que será dado um andamento para resolução do nosso problema, seja através de um Termo de Ajustamento de Conduta, ou de outra forma administrativa”, explicou a diretora geral do Giselda Trigueiro.

Hospitais do Estado estão sem atendimento pediátrico

Médicos dos maiores Hospitais do Estado denunciam o déficit considerável de pediatras e a dificuldade em se fechar escalas de plantão do atendimento pediátrico.

Atualmente, o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel – maior unidade pública de saúde do Rio Grande do Norte – dispõe de 13 pediatras, onde quatro estão de licença médica e um com licença prêmio (todos com previsão de aposentadoria após a licença), e ainda um profissional de férias. Destes, apenas cinco possuem carga horária de 40 horas semanais.

Devido a essa carência de profissionais, na próxima segunda-feira (28), durante toda a manhã, não haverá médicos para cobrir a escala de atendimento pediátrico do Walfredo Gurgel. Já na quinta-feira (31), a preocupação é ainda maior, pois não terá profissionais ao longo de todo o dia, o que compromete os setores de Pronto Socorro, Enfermaria e o Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) da Unidade.

Já no segundo maior hospital do Estado, Deoclécio Marques, e no Hospital Santa Catarina, a situação é ainda mais difícil, pois as escalas médicas não conseguem ser preenchidas até o final de cada mês, situação que se repete desde o início do ano. Este fato ocasionou, desde ontem (23), a suspensão dos atendimentos pediátricos nos dois os hospitais.

Atualmente, o Deoclécio Marques conta com dez pediatras, sendo apenas seis com carga horária de 40 horas semanais, onde uma médica está de licença médica e outra está de férias. No Santa Catarina, a grande preocupação é com as constantes aposentadorias, sendo um total de sete apenas neste ano. No geral, o Santa Catarina dispõe de 18 pediatras. Todavia, existem dois profissionais de licença médica, uma de licença maternidade e outra com licença prêmio.

Médicos do estado questionam a ausência de concursos públicos pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), a fim de repor o déficit de profissionais, além da falta de atratividade destes concursos para os médicos mediante a baixa remuneração.