Presidente do Google Brasil foi detido hoje em São Paulo

Deu no iG São Paulo,

A Polícia Federal deteve nesta quarta-feira o diretor-geral do Google no Brasil, Fábio Coelho. Segundo a PF, o executivo já foi liberado, após assinar um termo em que se compromete a comparecer à Justiça se for convocado.

Em nota, a PF explicou que recebeu da Justiça Eleitoral de São Paulo uma “decisão de descumprimento de ordem judicial proveniente do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul, em relação ao representante da empresa Google no Brasil”.

A decisão deveu-se ao descumprimento da ordem judicial de retirar do Youtube vídeos eleitorais postados no site que criticavam o candidato a prefeito de Campo Grande Alcides Bernal (PP). A empresa alega que a responsabilidade pelo teor do vídeo é dos usuários, e por isso não poderia cumprir a determinação da Justiça Eleitoral.

Segundo um porta-voz do Google, a empresa está prestando os esclarecimentos necessários à Justiça.

Leia abaixo a nota da Polícia Federal

“A Polícia Federal recebeu hoje, 26, da Justiça Eleitoral de São Paulo, decisão de cumprimento de ordem judicial proveniente do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul, em relação ao representante da empresa Google no Brasil.

O mandado judicial trata do crime de desobediência previsto no Código Eleitoral (Artigo 347), com pena de até um ano de detenção, um crime de menor potencial ofensivo.

Por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo, apesar de trazido para a Polícia Federal, ele não permanecerá preso.

Será lavrado um termo circunstanciado de ocorrência, com a oitiva do conduzido e sua liberação após a assinatura do compromisso de comparecer perante a Justiça. Esse procedimento está previsto na Lei 9.099/95 e vale para todos os crimes de menor potencial ofensivo.”

Crianças preferem o Google aos pais para tirar dúvidas

Nem professor nem pai nem mãe nem parente algum. Quando os alunos têm dúvidas, o campeão de audiência e de credibilidade é o Google. A constatação é de uma pesquisa realizada por um instituto britânico que ouviu 500 crianças com idades entre 6 e 15 anos. Do total de entrevistados, 54% preferem consultar o buscador quanto precisam checar alguma informação. E as descobertas não pararam por aí: mais de um terço (34%) das crianças não acredita que seus pais sejam capazes de ajudá-las a fazer o dever de casa; 14% não acham seus pais inteligentes.

Isso se deve, além da popularização da internet, a outras duas razões, avalia a psicóloga Natércia Tiba: a menor disponibilidade dos pais e a tendência imediatista das novas gerações. “De modo geral, pai e mãe estão no mercado de trabalho, logo não estão tão à disposição. Soma-se isso ao fato de essas crianças crescerem num ambiente em que tudo é fornecido muito rápido e está explicada a popularidade do Google. Quem é que vai querer olhar no índice de uma enciclopédia?”

De fato, a pesquisa mostrou que, imersos no mundo tecnológico, grande parte desses estudantes também passa bem longe dos materiais impressos de consulta: 19% deles não sabem o que é um dicionário impresso e 45% nunca usaram uma enciclopédia. Aliás, desconhecem até o significado do termo. Numa tentativa de adivinhar o que seria uma enciclopédia, as respostas foram de meios de transporte a instrumento cirúrgico.

A pesquisa, como se imagina, não vale só para a Grã-Bretanha. Unanimidade mundial, o site de buscas também é a página inicial de muitas crianças brasileiras. É o caso de Carlos Alberto Koji Kamei Ohara, de 10 anos. Aluno do 5º ano do ensino fundamental no Colégio Santa Maria, há três anos ele usa o Google todos os dias para fazer a tarefa de casa. “Aos 8 anos, eu aprendi a pesquisar. E me ajuda muito, principalmente em português, história e geografia. E não sou só eu que gosto. Todos os meus amigos também usam”, diz.

Mas sem o truque do “ctrl-C, ctrl-V”. O garoto explica que, para cada tema que precisa estudar, lê o conteúdo de pelo menos dois ou três links e depois reescreve com suas próprias palavras. Mas dá para confiar nas informações? “Quase sempre.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Google libera código de ferramenta para criação de cursos online

De acordo com um anúncio postado em um blog oficial da empresa, o Google decidiu liberar o código de uma ferramenta construída para facilitar a criação de cursos de ensino online.

Iniciativas semelhantes de ensino na internet, como o multidisciplinar Coursera ou o projeto focado em programação da Codecademy, vêm prosperando neste ano de 2012.

Chamado Course Builder, o serviço do Google foi construído para servir de apoio em aulas fornecidas pelo próprio Google, e agora poderá ser usado e alterado por qualquer pessoa interessada nos novos métodos de educação na era digital e que tenha o mínimo de conhecimento técnico.

“Testamos o serviço em um dos nossos cursos e descobrimos que as tecnologias do Google poderiam se disseminar e ajudar a levar a educação digital para uma audiência global”, escreveu Peter Norvig, diretor de pesquisa do Google.

Fonte: Olhar Digital

Google compra empresa de segurança virtual VirusTotal

O Google comprou a start-up VirusTotal, escolhendo uma inexperiente mas muito popular representante do segmento de segurança virtual, em um movimento que pode reforçar a proteção para seus serviços na internet.

A aquisição da VirusTotal, que agrega a arquivos enviados e sites alertas da maioria dos antivírus – incluindo os da Intel Corp, McAfee e Symantec Corp -, pode fortalecer ainda mais a possibilidade da companhia eliminar conteúdos infectados do Gmail, da rede social Google+ e até de páginas que apresentam resultados de busca aos usuários.

A VirusTotal aceita solicitações de checagem de vírus, aplicando todos os softwares de proteção disponíveis no documento ou nas páginas questionadas, e depois envia os resultados aos fornecedores de segurança.

Uma vez que esses resultados incluem os documentos e sites submetidos, o serviço é considerado fonte valiosa de informação pela indústria de segurança sobre novas ameaças e alvos em potencial.

“A VirusTotal vai continuar operando independentemente, mantendo as parcerias com outras empresas antivírus e especialistas em segurança”, afirmou a companhia em seu blog, ao anunciar a aquisição. “Trabalhamos duro para garantir que os serviços que oferecemos continue melhorando. Porém, como uma companhia pequena e com recursos restritos isso pode às vezes ser um desafio”, acrescentou.

O Google, que possui uma das maiores reservas de caixa e títulos de curto prazo na indústria de tecnologia, investe em dezenas de aquisições a cada ano, desde a Motorola Mobility, por US$ 12,5 bilhões, até operações menores destinadas a agregar tecnologia ou talentos ao grupo.

O valor da compra da VirusTotal não foi informado.

“A segurança é incrivelmente importante para nossos usuários e nós investimos muitos milhões de dólares para mantê-los seguros online”, disse o Google em comunicado.

 

Google vai construir seu primeiro centro de dados na América Latina

O Google decidiu construir o seu primeiro data center na América Latina. O local escolhido foi Quilicura, próximo de Santiago, no Chile. O projeto vai custar US$ 150 milhões e foi anunciado nesta quinta-feira pelo gigante de buscas. As obras estão previstas para serem concluídas até o próximo ano. Com a criação de servidores no Chile, o Google irá acelerar a entrega de seus serviços aos usuários de toda a região.

“Estamos construindo este centro de dados para nos certificar de que nossos usuários na América Latina e no o mundo têm o acesso mais rápido e mais confiável possível a todos os serviços do Google”, disse.

“O investimento a longo prazo vai chegar a US$ 150 milhões e será um dos mais eficientes (em termos de respeito ao meio ambiente) da América Latina”, prometeu a companhia. A construção terá alto padrão.

A companhia também está construindo centros de dados em novas instalações em Taiwan, Cingapura, Hong Kong e Irlanda, disse Kate Hurowitz, porta-voz do Google, a “Wired”. O Google tem mais oito centros de dados em operação – a maioria nos Estados Unidos.

O Google está na vanguarda de um movimento de grandes empresas de internet para construir e operar seus próprios centros de dados, em vez de alugar em serviços de fornecedores. Na construção de suas próprias instalações, a empresa pode economizar custos significativos, reduzindo o consumo de energia e trabalhando com equipes menores, por exemplo.

O centro de dados de Quilicura vai criar cerca de 20 postos de trabalho. O Google também vai investir US$ 50 no município “para atualizar a infraestrutura de TI de três escolas e do centro municipal da cidade”.

Da Agência AFP

Apple e Google podem se unir para comprar Kodak

As brigas entre Google e Apple nos celulares vão ser deixadas de lado por um tempo enquanto as empresas se unem para comprar patentes relacionadas a fotografia digital que pertencem à Kodak.

As duas companhias fizeram uma oferta pelo portfólio de patentes que a Kodak possui, segundo o Wall Street Journal, em um consórcio que inclui também a Samsung, a grande rival da Apple nos tribunais.

O consórcio encabeçado por Apple e Google pode oferecer mais de US$ 500 milhões por todos os registros da fabricante de câmeras fotográficas. O valor é bem abaixo do que a Kodak acredita que suas patentes valem – a companhia quer levantar mais de US$ 2 bilhões com elas.

Caso a Kodak aceite a proposta, todas as empresas que fazem parte do consórcio poderiam usar livremente as patentes sem correr risco de sofrer processo de alguma concorrente.

Mas os planos de Apple e Google podem ser frustrados. A Kodak afirmou que ainda estuda se vende ou não as patentes.

A empresa entrou com pedido de falência em janeiro e considera vender as suas patentes como forma de levantar fundos para pagar seus credores – a empresa deve US$ 660 milhões a bancos.

Fonte: Olhar Digital

Google ativa atualização inteligente de aplicativos

 

Reprodução
Tela do Google Play, loja virtual do Google

A função, que foi anunciada em junho durante o evento Google I/O, reduz o tempo de download, já que em vez de baixar o programa completo a cada nova função lançada os usuários poderão baixar apenas os trechos do app que sofreram modificações.

O Android Police fez um vídeo para demonstar a função com o Instagram. O aplicativo da rede social de fotografia ganhou a versão 3.0 nesta quinta-feira (16 –usuários do serviço agora podem criar um mapa geolocalizado com fotos. Em vez de baixar o aplicativo inteiro, com 13 Mbytes, foi necessário apenas baixar 3 Mbytes.

O Google ativou a atualização inteligente de aplicativos, segundo o blog Android Police.

Fonte: Folha

Google lança app do Analytics para smartphones e tablets

 

Google Analytics agora está disponível para Android (Foto: TechTudo/Marlon Câmara)

Google Analytics agora está disponível para Android (Foto: TechTudo/Marlon Câmara

O Google lançou na última semana um aplicativo que vai ser um grande aliado daqueles que trabalham com análise de estatístcas na Internet ou dos que possuem uma página na web e precisam checar o número de visitas no portal. O Analytics, serviço de análise de audiência do Google, agora pode ser baixado para smartphones e tablets, para ser checado pelos seus usuários a qualquer momento.

O programa nada mais é do que uma versão “menor” do já tradicional serviço, com boa parte das funções do original, como acompanhamento em tempo real, relatório de acessos segmentado por local e tipo de aparelho, além do Dashboard. O Google Analytics App é essencial para quem precisava passar o dia inteiro na frente do computador para acompanhar o desempenho de suas páginas.

Além disso, a empresa lançou também o Mobile App Analytics, seguindo o mesmo modelo do serviço de análise de popularidade, mas voltado para o mercado de aplicativos para dispositivos móveis. Com ele, os desenvolvedores de apps vão poder estudar melhor os números de seus programas, também segmentados por região, sistema operacional, dispositivos, entre outros filtros.

O primeiro app já está disponivel gratuitamente para usuários do Android, enquanto o segundo ainda está em fase beta para desenvolvedores. Ainda não se sabe se as duas ferramentas serão integradas no futuro ou se atuarão só de forma individual.

Fonte: Techtudo

Google vai tirar sete serviços do ar

Continuando sua “limpeza”, o Google anunciou esta semana que mais cinco serviços da empresa sairão do ar. Depois do Buzz e do Wave, os escolhidos da vez são o iGoogle, o Google Video, o Google Mini, Google Talk Chatback e o Symbian Search App.

O Google Video não aceita mais uploads de arquivos desde 2009, mas permaneceu ativo para indexar vídeos de outros sites. A partir do dia 20 de agosto deste ano, o serviço deixará de funcionar por completo. A companhia aconselha os usuários para que migrem o conteúdo para o YouTube ou baixem uma cópia para o PC. Quem não seguir essa recomendação, terá os vídeos migrados automaticamente para o YouTube, no modo privado.

O iGoogle funciona como uma página inicial capaz de ser personalizada de acordo com as preferências do internauta como, por exemplo, instalar widgets de outros serviços da empresa. O produto será cancelado em 1º de novembro de 2013, prazo máximo para que os usuários exportem seus dados para não perdê-los.

Já o aplicativo de busca para Symbian deve ser substituído pela versão móvel do site. O Google Mini, um recurso integrado ao sistema de buscas do Google, também será substituído por uma ferramenta melhor. Por fim, a companhia aconselha que os usuários do Google Talk Chatback migrem para o Meebo bar.

Fonte: Olhar Digital

Criatividade: Google lança página com evolução da web

O Google lançou um site com visualização interativa que acompanha a evolução da internet nos últimos 20 anos. O serviço, chamado de “A Evolução da Web”, mostra o crescimento em relação aos dados, usuários e principais tecnologias que têm impulsionado a transformação da web.

Em forma de pequenos infográficos, a página é dividida em dois grupos: “Navegadores e tecnologias” e “O crescimento da Internet”. O primeiro fala da evolução dos browsers e de como seu uso se tornou multitarefa ao longo dos anos, desde a criação do Opera, Internet Explorer, Firefox e Chrome até a chegada dos softwares a vários tipos de aparelhos, como notebooks e smartphones.

Já o segundo grupo aborda o aumento no tráfego de dados nos últimos anos, quando passou de apenas 1 petabyte por mês, em 1995, para mais de 27 mil petabytes por mês em 2011. Para se ter ideia, se 14 mil PB de dados fossem armazenados em DVDs no formato padrão e colocados lado a lado, seria o equivalente a distância entre a Terra e a lua. Além disso, os gráficos revelam o crescimento do número de usuários na internet, passando dos 100 milhões em 1996 a mais de 2 bilhões em 2011 (cerca de um terço dos habitantes do planeta).

Para acessar “A Evolução da Web”, clique aqui.

Fonte: Olhar Digital

Justiça potiguar manda Google retirar blog do ar

O juiz Marcos José Sampaio de Freitas Júnior, da Comarca de Monte Alegre, determinou que o Google Brasil Internet Ltda. que: no prazo de 24 horas a contar da intimação da decisão, retire o “blog” www.faladormontealegrense.blogspot.com.br da rede mundial de computadores.

O magistrado determinou que, no prazo de 15 dias, forneça o IP (internet protocol) do usuário, origem do provedor e todas as informações colhidas no cadastro inicial para a criação do “blog” objeto da ação judicial. Ele estipulou ainda uma multa diária de mil reais para o caso de descumprimento de qualquer dos comandos da decisão.

A parte autora, que é uma empresa, alegou, que tomou conhecimento de que há uma página da internet – www.faladormontealegrense.blogspot.com.br – denegrindo sua imagem comercial, produzindo matérias de cunho difamatório, calunioso e injurioso, sem possuir identificação de quem seja a pessoa responsável pelas matérias, de modo que a responsabilidade passa a ser exclusivamente da Google, que aporta e permite a respectiva veiculação.

Assim, pleiteou liminar para que seja determinado à Google que, em 24 horas, proceda à remoção da página e que sejam fornecidos pela empresa o IP (internet protocol) do usuário, origem do provedor e todas as informações colhidas do cadastro inicial para a criação do “blog”.

O juiz observou, numa primeira análise, que os meios conferidos pelo ordenamento jurídico ao autor são o direito de resposta e a indenização pelos danos causados nas esferas material, moral e à imagem. A exceção, enunciada pela própria Constituição, concerne às manifestações do pensamento feitas de forma anônima. A essas não é conferida proteção, justamente porque inviabilizam o mecanismo de responsabilização.

Para o magistrado, há ensejo, portanto, à retirada imediata da página de circulação, vez que constituída de comentários anônimos, os quais não desfrutam de nenhuma proteção constitucional. Importante ter em conta que em nenhum ponto da página há a identificação efetiva da pessoa responsável pelos escritos, existindo tão somente, na exibição do perfil, a expressão “Falador Montealegrense” como nome.

O juiz destacou que existe o fundado receio de dano irreparável, vez que aquele que se sente ofendido possivelmente jamais poderá demandar a responsabilização cível e criminal dos autores dos escritos.

Site de buscas planta árvores a cada 6 mil pesquisas

Inspirado no Google, a Greenvana criou o projeto “Clicou, plantou”, com o site Greengle. A ideia é fazer com que os altos números de buscas na internet sejam convertidos em árvores. A cada 6 mil buscas, uma muda é plantada. Um marcador na página inicial mostra o quanto falta para a próxima árvore.

Segundo o projeto, “se 5% da população brasileira usasse diariamente o Greengle para suas pesquisas na internet mais de 600 mil árvores seriam plantadas todos os anos, o equivalente a521 campos do Maracanã”. O site utiliza a ferramenta Google Pesquisa Personalizada. “Os resultados das pesquisas do Greengle são os mesmos que os do Google, ou seja, você tem a mesma qualidade na sua busca”.

As árvores são plantadas por instituições como o Instituto Ipê, o Projeto Mata Ciliar e a Iniciativa Verde. “Ao final de cada mês vamos divulgar qual será a instituição escolhida para plantar as árvores e asseguramos que sempre será selecionada uma organização confiável e comprometida com o meio ambiente”. É possível acessar os comprovantes dos plantios.

Fonte: Super Interessante

Ecad diz que errou ao cobrar de blogueiros por vídeos incorporados do Youtube

O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), empresa responsável por direitos autorais na internet, afirmou, em declaração oficial, que errou ao cobrar dos blogueiros que publicam vídeos do Youtube.

De acordo com o Google, esse tipo de cobrança não foi discutido quando a empresa assinou contratado com o Ecad.

“Em nossas negociações, tomamos um enorme cuidado para assegurar que nossos usuários poderiam inserir vídeos em seus sites sem interferência ou intimidação por parte do Ecad. Embora reconheçamos que o Escritório possui um papel importante na eventual cobrança de direitos de entidades comerciais, nosso acordo não permite que ele busque coletar pagamentos de usuários do YouTube”, declarou o diretor de políticas públicas e relações governamentais do Google Brasil, Marcel Leonardi.

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Googles Street View vai capturar fotos da Sapucaí no Desfile das Campeãs

Por interino

O Google anunciou nesta sexta-feira (24) que vai capturar imagens da Marquês de Sapucaí para o serviço Street View durante o Desfile das Campeãs do carnaval carioca, neste sábado (25).

O Street View permite, ao acessar o Google Maps, fazer um passeio virtual por meio de fotos panorâmicas. Para capturar as imagens, o Google usará um triciclo com câmeras acopladas no topo, já usado, inclusive, no Amazonas, em 2011.

Conforme a assessoria de imprensa do Google, o triciclo vai começar a percorrer a Avenida às 21h, no final do desfile da Portela. A ideia é que o veículo faça o mapeamento entre um desfile e outro, capturando imagens do Sambódromo e do público na arquibancada. Porém, também é possível que os desfiles sejam incluídos no material.

Não há previsão de quando as imagens da Sapucaí serão lançadas on-line. Conforme o Google, o Street View na Região Sul do Brasil demorou três meses para ficar pronto após a captura das imagens. Porém, normalmente, o processo de edição das fotos leva seis meses para ser finalizado.

‘Street View Gallery’

As fotos panorâmicas da Sapucaí serão lançadas em uma coleção do Google que mapeia lugares turísticos no mundo. Além do Sambódromo, a companhia planeja mapear o Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e a Ópera de Arame, em Curitiba.
O serviço do Google Maps, chamado “Google Street View Gallery” (acesse aqui), reúne galerias que possibilitam fazer viagens virtuais para lugares como parques de todo o mundo, pontos de referência, praias do Havaí e lugares turísticos.

Fonte: G1

Justiça ameaça Google e Facebook na Índia

Empresas como Google e Facebook disseram a um tribunal na Índia nesta segunda-feira, 16, que não é possível para elas bloquear conteúdo apontado como ofensivo que aparece em seus sites.

Google e Facebook estão entre as 21 empresas que foram convidados a desenvolver um mecanismo para bloquear material inadequado, depois de uma petição particular que levou os sites ao tribunal por causa de imagens consideradas ofensivas para os hindus, muçulmanos e cristãos.

No centro da disputa há uma lei aprovada no ano passado que faz com que as empresas sejam responsáveis ​​pelo conteúdo publicado por seus usuários, obrigando-os a derrubar o texto, imagem ou vídeo em questão dentro de 36 horas após uma reclamação.

O caso foi inicialmente arquivado em primeira instância, mas as empresas recorreram ao Tribunal Superior de Delhi, desafiando a decisão do tribunal de primeira instância, pedindo-lhes para derrubar conteúdo.

“O sistema de buscas leva o usuário até o site. O que acontece a partir disso está além do controle da ferramenta”, disse Neeraj Kishan Kaul, um advogado local do Google durante uma sessão no Supremo Tribunal nesta segunda.

Siddharth Luthra, um advogado do Facebook disse ao tribunal que não era possível para a rede social “isolar” qualquer indivíduo com base na religião e disse que os usuários devem ser responsabilizados pelo conteúdo que publicam.

Menos de um décimo da população da Índia (1,2 bilhão) tem acesso à internet, embora cerca de 100 milhões de usuários já sejam responsáveis por tornar o mercado indiano o terceiro maior do mundo depois da China e dos Estados Unidos. Esse número triplicar nos próximos três anos.

Apesar das novas regras para bloqueio de conteúdo ofensivo, o acesso a internet ainda é em grande parte livre ao contrário dos controles rígidos na vizinha China.

“Vocês devem ter fazer uma fiscalização mais rigorosa. De outro modo, assim como na China, nós podemos passar ordens [judiciais] para banir todos os sites citados”, disse o juiz na corte de Delhi.

O Facebook é bloqueado na China e o Google não tem presença no país asiático há dois anos, após conflitos com autoridades chinesas sobre censura.

Grupos de direitos civis se posicionaram contra a nova legislação. Mas os políticos dizem que postar imagens ofensivas no país socialmente conservador com uma história de violência entre grupos religiosos representa um perigo para o público ao passo que o uso da internet cresce.

O tribunal retomará a audiência do caso na quinta-feira, disse o juiz Suresh Kait. O juiz foi citado na semana passada pela imprensa local ao alertar sites sobre possíveis bloqueios caso eles não criassem meios de conter material tido como ofensivo.

Fonte: Reuters

Google, Facebook, Twitter e Wikipedia podem parar seus serviços em protesto a lei nos EUA

Está no Link do Estadão. Já imaginaram o Facebook, Twitter, Google, Foursquare, Yahoo pararem um dia seus serviços o caos que vai ser para todos?

Sites como Google, Facebook, Twitter e Wikipedia podem interromper suas operações causando uma espécie de “blackout” na internet em protesto à lei antipirataria em discussão no Senado norte-americano conhecida como S.O.P.A, sigla para Stop Online Piracy Act.

O diretor da NetCoalition, associação das empresas de internet contrárias à aprovação da lei, disse à Fox News disse que a Mozilla – dona do browser Firefox – já desligou seus serviços em um dia e agora empresas, dentre elas a Wikimedia, responsável pela Wikipedia, estudam fazer algo parecido. O executivo Markham Erickson, garante que as ações conjuntas são apenas “a ponta do iceberg em termos de resposta” à lei.

A NetCoalition engloba empresas como Facebook, AOL, eBay, Facebook, Foursquare, Google, LinkedIn, Twitter, PayPal, Wikimedia, Mozilla, Yahoo e Zynga. A ação ainda não foi definida e, por isso, não sabe exatamente o que acontecerá, mas ao que tudo indica, usuários da internet se deparariam com momentos online sem a possibilidade de fazer buscas no Google ou Wikipedia, publicações no Facebook e Twitter ou pagamentos pelo PayPal. No lugar das páginas, apareceriam mensagens incentivando os usuários a reclamar da lei aos congressistas. O Scribd recentemente fez uma ação contra a lei, causando o desaparecimento gradual de palavras dos documentos no seu site.

“Esse tipo de coisa não acontece porque as empresas normalmente não colocam seus usuários nessa posição”, disse Erickson comentando o ineditismo da ação. “A diferença é que essas normas alteram profundamente o modo como a internet funciona”. O executivo acredita que as pessoas “precisam entender o efeito que essa legislação terá sobre quem usa a internet”.

O projeto que atualmente tramita no Senado dos Estados Unidos responsabiliza sites pelo conteúdo postado por usuários. Se algum conteúdo for considerado ilegal, a punição poderá recair sobre os donos do site que hospeda o conteúdo – seja ele o Facebook ou o Megaupload. As penas incluem desde o bloqueio do site até a prisão dos responsáveis por até cinco anos.

As empresas de internet que são contra a lei (veja a lista completa dos apoiadores e dos opositores da S.O.P.A) enviaram em novembro passado uma carta ao Congresso americano mostrando a preocupação geral em relação à lei e as consequências que traria para a indústria e para a “cibersegurança nacional”.