Jornalismo

VÍDEO: Caio Coppolla rebate Folha de São Paulo e diz que está “sob risco iminente de censura, investigação e prisão” por Abaixo-Assinado pela Análise do Pedido de Impeachment contra Alexandre de Moraes”

O comentarista político da CNN, Caio Coppolla, alerta em suas redes socais que advogados e juristas militantes, publicados pela Folha de S. Paulo, atribuíram a ele crimes contra leia de segurança nacional, por ter organizado o “Abaixo-Assinado pela Análise do Pedido de Impeachment contra o Ministro Alexandre de Moraes” do STF, que já conta com 2.643.129 assinaturas.

“Estou sob risco iminente de CENSURA, INVESTIGAÇÃO e PRISÃO. Por favor, COMPARTILHE ESSE VÍDEO antes que o conteúdo fique indisponível!”, diz.

Opinião dos leitores

  1. Esse cara e inteligente .porém o que e 2 milhões e 600 mil pessoas para uma população de 220 milhões de pessoas e agora fica com medo de ser preso quem não deve não teme.

  2. Tentam desqualificar o Copolla, mas não os seus argumentos. Apoiadores da censura e de tiranias, além de bandidos corruptos.

  3. Acho que não é apenas por defender Bolsonaro! Na verdade, muitos têm inveja pela capacidade de inteligência dele!

  4. Vitimismo e Mimimi.
    Dê uma mamadeira daquela que o presidente enganou os desmiolados na campanha.

  5. Quantos assinaram?
    Se a moda pega,quantos irâo assinar o impeachment do predidente?
    1 milhão,10 milhoes,50 milhoes?
    Calma aí,tem que ser voto,no plenario.

    1. É mesmo? defende cuba, Venezuela, Bolívia, nicarágua, el salvador, e ditaduras africanas? Mas não empresta dinheiro pra os ditadores desses países? É um patife cafajeste!

    1. E por quererem comer.
      Todo ditador e apoiadores têm um 'discurso legitimador' para isso.
      -Negcionismo
      -Discurso de ódio
      Tem que seguir o que o Ministério da Verdade diz

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Diversos

YouTube e Instagram censuram vídeos publicados no Blog do BG com agressões covardes e alarmantes contra mulheres no RN e na BA

Foto: Reprodução

O Blog do BG postou nessa quarta-feira(15) duas imagens de agressão. Uma em Natal, que ainda não foi possível identificar, e outra na Bahia. Em ambas as postagens, YouTube e Instagram retiraram o conteúdo, mesmo mostrando uma ação covarde e traiçoeira, de dois homens, referente a duas mulheres.

Dentre as alegações para retirada de vídeo: no Instagram, que o Blog teria cometido bullying e teria exposto imagens de abuso sexual; enquanto no YouTube, de que as imagens não estariam de acordo com as diretrizes da plataforma.

O que está de acordo com as diretrizes dessas redes sociais? São as agressões dos homens contra as mulheres? Quer dizer que esse serviço que a imprensa presta, de utilidade pública, mostrando atos abomináveis de homens que ainda pensam que são proprietários das mulheres não condizem com as diretrizes, e as agressões, sim. É de indignar.

Foto: Reprodução

 

Opinião dos leitores

  1. Use Vimeo (PAGANDO)…qualquer outra plataforma é morar de favor, vc tem que cumprir regras da casa…fazer o quê.?

  2. As plataformas mencionadas possuem regras próprias. Dependendo do ponto de vista de quem faz publicações, essas regras podem ser boas ou ruins. Mas, o fato é que elas existem. Tal qual os comentários postados aqui no Blog do BG passam, previamente, por moderação.

  3. Que censura? Não vi censura nenhuma, as empresas não são públicas, são privadas e elas tem suas próprias diretrizes e regras.
    Agora, se quiser postar vídeos deste tipo, porque não pagar um servidor na AWS e publicar lá?
    Ai você terá total controle dos vídeos e poderá publicar sem sua dita "censura".

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Judiciário

CNMP pune Deltan Dallagnol com censura por postagens contra Renan Calheiros

Foto: Reprodução/TV Globo

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) decidiu nesta terça-feira (8), por nove votos a um, punir o procurador da República Deltan Dallagnol por postagens em rede social em que ele se posicionou contra a eleição do senador Renan Calheiros (MDB-AL) para a presidência do Senado, em 2019.

A penalidade de censura é a segunda mais branda aplicada pelo conselho, depois da advertência. Ela atrasa a progressão na carreira e serve de agravante em outros processos no conselho. Os procuradores também podem ser punidos com suspensão, demissão ou cassação da aposentadoria.

A ação foi apresentada por Calheiros, que alegou interferência de Dallagnol na disputa pela presidência do Senado. As postagens diziam, por exemplo, que caso Calheiros fosse eleito, “dificilmente veremos reforma contra corrupção aprovada”.

Calheiros perdeu a disputa para Davi Alcolumbre (DEM-AP).

O processo contra Dallagnol foi incluído na pauta do conselho após decisão de sexta-feira (4) do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Mendes reviu uma decisão anterior do ministro do STF Celso de Mello, que havia paralisado a análise do caso. Com problemas de saúde, Mello está afastado do Supremo desde 19 de agosto.

Também por ordem do Supremo, do ministro Luiz Fux, o conselho não pôde considerar uma pena de advertência de 2019 para agravar a situação disciplinar de Deltan Dallagnol em novos processos.

Liberdade de expressão

O relator do caso, conselheiro Otávio Rodrigues, votou para aplicar a penalidade de censura a Deltan e defendeu que esse caso não deve ser reduzido a um debate sobre liberdade de expressão.

O conselheiro afirmou que Deltan “ultrapassou os limites da simples crítica, com manifestação pessoal desconfortável à vítima”, e que o procurador “atacou de modo deliberado não só um senador da República, mas ao Poder Legislativo”.

Ainda de acordo com Rodrigues, cabe ao membro do Ministério Público “a tarefa de zelar pela lisura do processo eleitoral, sob pena de prejudicar a própria credibilidade da instituição”.

“Reduzir este caso a um debate sobre liberdade de expressão é ignorar o imenso risco à democracia quando se abrem as portas para agentes não eleitos, vitalícios e inamovíveis, disputarem espaços, narrativas e, em última análise, o poder, com agentes eleitos, dependentes do sufrágio popular periódico”.

“Nada impede que os primeiros deixem o conforto de seus cargos públicos, renunciem à magistratura judiciária ou ministerial, e entrem na arena partidária, disputando votos e espaço na mídia sem a proteção reputacional que a toga e a beca quase sempre emprestam aos que as vestem”, afirmou ainda o relator.

“O membro do Ministério Público deve se abster de realizar manifestações públicas, pois ao fazê-lo, também compromete a isenção perante a sociedade”, concluiu o conselheiro.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Criticou bandido e corrupto aqui em nosso país, é cadeia na certa. Não para o bandido, claro, e sim para o denunciante.

  2. Interessante: Gilmar Mendes já esculhambou os procuradores da lava jato publicamente. Quem vai julgar beiçola?

  3. Bandido.
    Quer ser político se associe a algum partido, nao dá é ser procurador e político.
    A sua farsa tá sendo toda destruída, o pior, por aqueles que voce elegeu.

    1. Manoel, tem muitos idiotas postando por aqui mas pra te superar tá difícil.

    2. Bandido estúpido é você, Dalagnol desempenhou papel relevante na recuperação de mais de 50 bilhões de reais que foram subtraído dos cofres públicos brasileiros, e pela prisão de mega empresários e agentes públicos corruptos do mais alto escalão. Mais, essa cambada presa são responsáveis diretos pela suas limitações intelectuais e financeira, pois viviam desviando verbas que deveriam está sendo usadas pra corrigir essa sua deficiência e de muitos brasileiros.

  4. Esse procurador pensa que está cima da lei. Para o que ele fala é liberdade de expressão, para os outros é ação por dano moral. Que o diga o maior jornalista desse País, chamado Reinaldo Azevedo!

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Jornalismo

FOTOS: Imprensa potiguar repercute nesta quinta CENSURA ao comunicador Bruno Giovanni e ao Blog do BG

Fotos: Reprodução

Entre manchetes e grandes reportagens na manhã desta quinta-feira(28), a imprensa potiguar destacou a ordem judicial ocorrida nessa quarta-feira(29) de retirada de postagens do Blog do BG, por comportamento de procurador em pandemia, que mobilizou solidariedade de classe, inclusive, com nota do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte.

Opinião dos leitores

  1. A DEFESA DO DIREITO JORNALÍSTICO DE CRÍTICA
    Rogério Tadeu Romano
    Procurador Regional da República aposentado
    I – O FATO
    Observo do blog do Barreto, em 29 de julho o que segue:
    “O Juiz Federal Mário Azevedo Jambo, da 2ª Vara Federal no Rio Grande do Norte, determinou que o Blog do BG apague as postagens feitas denunciando a contradição do procurador da República Fernando Rocha.
    O magistrado entendeu que Bruno Giovanni, o BG como é conhecido, atacou a honra de Fernando Rocha quando expôs a contradição do procurador indo a academia logo após as regras do isolamento social começarem a ser afrouxadas.
    Rocha é atuante nas redes sociais e um ferrenho defensor do isolamento social rígido.
    O magistrado tentou negar que estivesse censurando BG. “No caso dos autos, analisando as postagens feitas pelo querelado em seu blog pessoal, Twitter e Instagram, reproduzidas na peça inicial, identifica-se, de fato, ao menos neste juízo sumário de cognição, que o teor de cada uma delas parece transbordar do democrático e precioso direito constitucional à liberdade de expressão e de crítica ao trabalho e atuação do Procurador da República, ingressando no indesejado âmbito de agressões e ofensas pessoais”, alegou.
    Nas redes sociais BG informou que iria cumprir a decisão de Mário Jambo, mas iria recorrer (leia mais abaixo a nota do Blog do Barreto)”
    Destaco ainda do blog Portal Grande Ponto outro trecho daquela decisão.
    “Não há como se acolher a pretensão autoral de abstenção de publicações futuras, inclusive com o uso de imagens, pois, além de configurar censura prévia, o que é vedado em nosso ordenamento jurídico, pressupõe, sem qualquer evidência, a prática de crimes pósteros, cuja repressão em adiantado é inaceitável, impraticável e inconstitucional”, escreveu o Juiz Federal na decisão.”
    II – CALA A BOCA JÁ MORREU
    Essa frase foi dita pela ministra Cármen Lúcia.
    Discute-se a liberdade de informação.
    A palavra informação, como situa José Afonso da Silva(Curso de direito constitucional positivo, 5ª edição, pág. 218), se entende “o conhecimento dos fatos, de acontecimentos, de situações de interesse geral e particular que implica, do ponto de vista jurídico, duas direções “a do direito de informar e a do direito de ser informado”. O mesmo é dizer que a liberdade de informação compreende a liberdade de informar e a liberdade de ser informado”. A primeira coincide com a liberdade de manifestação do pensamento pela palavra, por escrito ou por qualquer outro meio de difusão; a segunda indica o interesse sempre crescente da coletividade para que, tanto os indivíduos como a comunidade, estejam informados para o exercício consciente das liberdades públicas.
    Sendo assim a liberdade de informação compreende a procura, o acesso, o recebimento, a difusão de informações ou ideias, por qualquer meio, e sem dependência de censura, respondendo cada qual pelos abusos que cometer. Não se discute que o acesso de todos à informação é um direito individual consignado na Constituição, que também resguarda o que se chama de sigilo da fonte.
    Na liberdade de informação jornalística se centra o direito à informação.
    A liberdade de informação que se fala é a de ser informado, a de ter acesso às fontes de informação e obtê-las.
    É a liberdade de imprensa, conforme já disse o Supremo Tribunal Federal, um dos pilares da democracia.
    Vem a pergunta: Pode o direito penal ser um instrumento de cerceamento da liberdade de imprensa? Ora, certamente, não.
    Realmente não é possível usar o direito penal para criminalizar opinião, como garantia de imunidade dos detentores do poder, de forma a intimidar jornalistas.
    Discute-se se houve por parte do jornalista uma crítica ácida. Certamente, sim, mas isso não a torna criminosa, pois há uma distância abissal entre a prática do delito e a crítica feita pela imprensa, mesmo que de forma ríspida.
    Sendo assim, impõe-se, inclusive, ao legislador, na realidade, selecionar, com vista a identificação do bem jurídico tutelado, somente aqueles comportamentos frequentes e intoleráveis, que venham a causar intensa ameaça a um determinado valor essencial, dentro do que chamamos de princípio da intervenção mínima.
    Certamente uma crítica feita pela imprensa, de forma ácida, não repugna um mínimo-ético-social que venha a atingir o direito de outra pessoa(princípio da lesividade).
    Não se pode esquecer que o Direito Penal, ultima ratio da ordenação jurídica, depende da congruência do bem, a ser resguardado por meio do tipo legal, com os valores constitucionais, os quais lhe conferem conteúdo material, como ensinou Claus Roxin(Derecho Penal, parte general, fundamentos, La estructura de la teoria del delito, 1997, t. I, pág. 51 a 58).
    Há, sem dúvida, evidente distância entre a ofensa à honra, que leva aos tipos penais já discutidos, e ainda a crítica jornalística, de modo a entender que a conduta em discussão não pode ser considerada como típica, uma vez que exercida dentro do que se chama de direito à informação.
    Não se pode retirar da sociedade, sob pena de ofensa à democracia, o senso autocrítico com relação aos fatos, de forma a inibir o direito à opinião.
    Veja-se que o Supremo Tribunal Federal, em decisão, por sua segunda turma, no AI 705.630 – AgR/SC, Relator Ministro Celso de Mello, entendeu o que segue: ´a liberdade de imprensa, enquanto projeção das liberdades de comunicação e de manifestação do pensamento, reveste-se de conteúdo abrangente, por compreender, dentre outras prerrogativas relevantes que lhe são inerentes, o direito de informar; o direito de buscar a informação, o direito de opinar, o direito de criticar; a crítica jornalística, desse modo, traduz direito impregnado de qualificação constitucional, plenamente oponível aos que exercem qualquer atividade de interesse da coletividade em geral, pois o interesse social, que legitima o direito de criticar, sobrepõe-se a eventuais suscetibilidades que possam revelar as pessoas públicas ou as figuras notórias, exercentes, ou não, de cargos oficiais; a crítica que os meios de comunicação social dirigem às pessoas públicas, por mais dura e veemente que possa ser, deixa de sofrer, quanto ao seu concreto exercício, as limitações externas que ordinariamente resultam dos direitos de personalidade; não induz responsabilidade civil a publicação de matéria jornalística cujo conteúdo divulgue observações em caráter mordaz ou irônico ou, então, vincule opiniões em tom de crítica severa, dura, ou até, impiedosa, ainda mais se a pessoa a quem tais observações foram dirigidas ostentar a condição de figura pública, investida, ou não, de autoridade governamental, pois, em tal contexto, a liberdade de crítica qualifica-se como verdadeira excludente anímica, apta a afastar o intuito doloso de ofender´.
    Por outro lado, em julgamento que honra o Poder Judiciário, o Supremo Tribunal Federal, em decisão da lavra do Ministro Celso de Mello, impediu censura a blog de jornalista.
    Foi dito: “O exercício da jurisdição cautelar por magistrados e tribunais não pode converter-se em prática judicial inibitória, muito menos censitoria, da liberdade constitucional de expressão e de comunicação”.
    A decisão histórica foi proferida em sede liminar na Reclamação(Rcl 18.836), suspendendo uma decisão do Juízo da 2ª Vara da Comarca de Goiânia.
    III – O DIREITO À CRÍTICA
    Exerci função pública por vários anos.
    No exercício das funções de Procurador Regional Eleitoral no Rio Grande do Norte e de Procurador Regional dos Direitos do Cidadão, no exercício de minhas atividades, fui criticado, por conta de minhas atuações.
    Eu as recebia com humildade e como razão para pensar e repensar sobre minha atuação no múnus que me foi conferido.
    Ora, trata-se de direito de crítica que o agente público deve enfrentar no dia a dia de suas atividades.
    Elas são advindas de formadores de opinião que junto às recentes redes sociais colocam em pauta assuntos do cotidiano.
    No caso em tela houve o direito de crítica exercido por profissional da imprensa. Não houve sequer ofensa à honra pessoal do membro do Parquet envolvido.
    Conhecida é a lição de Antolisei, citada por Heleno Cláudio Fragoso(Lições de direito penal, parte especial, 7º edição, pág. 179), de que “a manifestação ofensiva tem um significado que, embora relacionado com as palavras pronunciadas ou escritas, ou com os gestos realizados, nem sempre é idêntico para todas as pessoas. O que decide é o significado objetivo, ou seja, o sentido que a expressão tem no ambiente em que o fato se desenvolve, segundo a opinião da generalidade das pessoas. Como bem esclarece o antigo professor da Universidade de Turim, o mesmo critério deve ser seguido, em relação ao valor ofensivo da palavra ou do ato, não se considerando a especial suscetibilidade da pessoa atingida. Isto, porém, não significa que não seja muitas vezes relativo o valor ofensivo de uma expressão, dependendo das circunstâncias, do tempo e do lugar, bem como do estado e da posição social da pessoa visada, e, sobretudo, da direção da vontade(animus injuriandi).”
    A liberdade de opinião resume a própria liberdade de pensamento em suas várias formas de expressão. Daí que a doutrina a chama de liberdade primária e ponto de partida de outras, sendo a liberdade do indivíduo adotar a atitude intelectual de sua escolha, quer um pensamento íntimo, quer seja a tomada de uma posição pública; liberdade de pensar e dizer o que se creia verdadeiro, como dizia José Afonso da Silva (Direito Constitucional positivo, 5ª edição, pág. 215).
    De outro modo, a liberdade de manifestação de pensamento constitui um dos aspectos externos da liberdade de opinião. A Constituição Federal, no artigo 5º, IV, diz que é livre a manifestação de pensamento, vedado o anonimato, e o art. 220 dispõe que a manifestação do pensamento, sob qualquer forma, processo ou veiculação, não sofrerá qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição, vedada qualquer forma de censura de natureza política, ideológica e artística.
    O direito dos jornalistas de criticar pessoas públicas, quando motivado por razões de interesse coletivo, não pode ser confundido com abuso da liberdade de imprensa. Esse foi o fundamento do ministro Celso de Mello para rejeitar pedido de indenização do desembargador aposentado Francisco de Oliveira Filho, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, contra o jornalista Cláudio Humberto.
    O voto do ministro foi acompanhado por unanimidade pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal. Os argumentos de Celso de Mello foram reafirmados ao decidir Agravo de Instrumento interposto pelo desembargador contra decisão do próprio ministro, tomada em agosto de 2009.
    "A crítica que os meios de comunicação social dirigem às pessoas públicas, por mais dura e veemente que possa ser, deixa de sofrer, quanto ao seu concreto exercício, as limitações externas que ordinariamente resultam dos direitos de personalidade", afirmou Celso de Mello.
    A decisão foi objeto do ag. Reg. no Agravo de Instrumento 705.630 – SC..
    Disse o ministro decano do STF naquela oportunidade:
    “Tenho enfatizado, nesta Corte, em inúmeros julgamentos, que, no contexto de uma sociedade fundada em bases democráticas, mostra-se intolerável a repressão estatal ao pensamento, ainda mais quando a crítica – por mais dura que seja – revele-se inspirada pelo interesse coletivo e decorra da prática legítima, como sucedeu na espécie, de uma liberdade pública de extração eminentemente constitucional (CF, art. 5º, IV, c/c o art. 220).
    Não se pode desconhecer que a liberdade de imprensa, enquanto projeção da liberdade de manifestação de pensamento e de comunicação, reveste-se de conteúdo abrangente, por compreender, dentre outras prerrogativas relevantes que lhe são inerentes, (a) o direito de informar, (b) o direito de buscar a informação, (c) o direito de opinar e (d) o direito de criticar.
    A crítica jornalística, desse modo, traduz direito impregnado de qualificação constitucional, plenamente oponível aos que exercem qualquer atividade de interesse da coletividade em geral, pois o interesse social, que legitima o direito de criticar, sobrepõe-se a eventuais suscetibilidades que possam revelar as pessoas públicas.”
    Saliento a decisão citada pelo ministro Celso de Mello:
    “Os políticos estão sujeitos de forma especial às críticas públicas, e é fundamental que se garanta não só ao povo em geral larga margem de fiscalização e censura de suas atividades, mas sobretudo à imprensa, ante a relevante utilidade pública da mesma.” (JTJ 169/86, Rel. Des. MARCO CESAR).
    O exemplo serve cai com ênfase para os agentes políticos que atuam no Judiciário e no Ministério Público.
    A liberdade de crítica qualifica-se como verdadeira excludente anímica, apta a afastar o intuito doloso de ofender. Com efeito, a exposição de fatos e a veiculação de conceitos, utilizadas como elementos materializadores da prática concretado direito de crítica, descaracterizam o “animus injuriandi vel diffamandi”, legitimando, assim, em plenitude, o exercício dessa particular expressão da liberdade de imprensa.
    A doutrina pátria tem ressaltado que a necessidade de narrar ou de criticar (tal como sucedeu na espécie) atua como fator de descaracterização da vontade consciente e dolosa de ofender a honra de terceiros, a tornar legítima, em consequência, a crítica a estes feita, ainda que por meio da imprensa (RTJ145/381 – RTJ 168/853 – RT 511/422 – RT527/381 – RT540/320 – RT541/385 – RT 668/368 – RT 686/393), eis que – insista-se– “em nenhum caso deve afirmar-se que o dolo resulta da própria expressão objetivamente ofensiva” (HELENO CLÁUDIO FRAGOSO, “Lições de Direito Penal – Parte especial”,vol. II/183-184, 7ª ed., Forense).
    Não se pode castrar a imprensa a pretexto de defesa de honra de agente político, quando o objetivo é a crítica exercida dentro dos limites da democracia, no direito de manifestação.
    IV – A RECLAMAÇÃO CONSTITUCIONAL COMO REMÉDIO
    Caso não tenha havido o trânsito em julgado, será oportunidade de se analisar a hipótese de reclamação constitucional, isto independente dos demais remédios processuais existentes no CPP, a partir do recurso em sentido estrito, da apelação, dos remédios recursais aos tribunais superiores, do heroico remédio do habeas corpus.
    Correta a ilação de que no que concerne ao asseguramento da integridade de decisão do tribunal supremo, não importa perguntar da sua natureza. Tal compreende tanto a decisão da matéria civil como a criminal. Assim será o caso de reclamação contra decisão exorbitante da instância ordinária, ao rever julgamento do STF, como já entendeu-se na Recl. 200 – SP, em 20 de agosto de 1986, em que foi Relator o Ministro Rafael Mayer.
    Contra a liminar noticiada cabe, de início, recurso de agravo de instrumento, pois se trata de decisão de cognição de urgência, no curso do processo civil.
    O Ministro Celso de Mello, em sua decisão, entendeu que é admissível o ajuizamento de Reclamação para questionar o que chamou de transgressão à eficácia vinculante de que se mostra impregnado o julgamento do Supremo Tribunal Federal, proferido no âmbito de processos objetivos de controle normativo abstrato, como o que resultou no exame da ADPF 130.
    Tem-se como paradigma:
    PETIÇÃO 3.486-4 DISTRITO FEDERAL
    EMENTA: LIBERDADE DE IMPRENSA (CF, ART. 5º, IV, c/c O ART. 220). JORNALISTAS. DIREITO DE CRÍTICA. PRERROGATIVA CONSTITUCIONAL CUJO SUPORTE LEGITIMADOR REPOUSA NO PLURALISMO POLÍTICO (CF, ART. 1º, V), QUE REPRESENTA UM DOS FUNDAMENTOS INERENTES AO REGIME DEMOCRÁTICO. O EXERCÍCIO DO DIREITO DE CRÍTICA INSPIRADO POR RAZÕES DE INTERESSE PÚBLICO: UMA PRÁTICA INESTIMÁVEL DE LIBERDADE A SER PRESERVADA CONTRA ENSAIOS AUTORITÁRIOS DE REPRESSÃO PENAL. A CRÍTICA JORNALÍSTICA E AS AUTORIDADES PÚBLICAS. A ARENA POLÍTICA: UM ESPAÇO DE DISSENSO POR EXCELÊNCIA.
    Tem-se em resumo:
    É preciso advertir, bem por isso, notadamente quando se busca promover, como no caso, a repressão penal à crítica jornalística, que o Estado não dispõe de poder algum sobre a palavra, sobre as ideias e sobre as convicções manifestadas pelos profissionais dos meios de comunicação social.

  2. Lamentável o que estamos vivendo hoje no Brasil. A liberdade de expressão está garantida na Constituição Federal, no artigo 5º, inciso IV. Quando o próprio STF não a obedece, como é o caso do Inquérito das Fake News, onde alguns jornalistas foram presos por emitir opiniões e noticiar verdades, sequer tiveram acesso aos autos, então qualquer cidadão brasileiro fica desprotegido da referida garantia. Espero, sinceramente, que o TRF invalide a decisão do Magistrado, visto que BG apenas noticiou um fato relativo a uma pessoa que exerce cargo público, e portanto, Bruno Giovanni não cometeu crime algum.
    Estamos com você BG.

  3. Péssima representação da classe jurídica do RN. Ele que merecia ser processado, pois tentou tolhir o direito a liberdade de ir e vir do povo do RN, quando estava indo cuidar do seu corpo e da saúde mental em uma academia. Agora, quer tolhir a nossa liberdade de expressão e a democracia do povo brasileiro? Não é muita soberba? Com certeza, sim!!!!!!! É o jovem imaturo querendo fazer sucesso? Muito feio, nobre Procurador!!!!! Essa atitude merece uma grande repercussão nacional, pois na verdade seria um massacre na sua conduta. Por fim, pergunto: o Sr também processou a sua academia?

  4. Os membros do poder judiciário em geral, do ministério público estadual e federal, tem que entender que eles não estão acima lei, eles deveriam ter vergonha na cara com esse mau exemplo, comete um ilícito e procura se esconder através dos atos abusivos de certos magistrados.

  5. #LeiDaMordaçaNão!
    #ImprensaLivre!
    #LiberdadeDeExpressãoGarantida
    #DemocraciaJá
    #LeiDeAbusoDeAutoridadeJá!

    FORÇA BG ESTAMOA XOM VC!!!

  6. Avisa aí ao Procuradoido que ele não é juiz, que pensa que é Deus, e muito menos desembargador, que tem certeza…. ele é apenas mais um servidor público que deve honrar os protocolos de um servidor público .

  7. Acho esse o melhor blog do RN, porque será? , Porque vejo aqui informação com seriedade ,seja de esquerda ou de direita, a lacração agora quer perseguir quem divulga suas hipocresias,. Notícia é notícia. E a liberdade está indo para as cucuias.

  8. Sou solidario ao BG. Imprensa livre, sempre. Liberdade de expressão, sempre. Caluniadores e difamadores, entretanto, que sejam processados. Serve para a midia entender quem de fato defende a liberdade de expressão. A indignação da mídia só não pode é ser seletiva, como tem sido. Para bom entendedor ……

  9. Engraçado q a maioria dos seus leitores apoiam um presidente que possui essas ideias ditatoriais.

    1. Amigo, va se atualizar. Quem apoia a ditadura da Venezuela, a ditadura de Cuba é o PT. Ambos regimes com censura severa.

  10. Juizinho querendo aparecer… agora vão aparecer ele e o tal procurador. Pra mim, são meros mortais. Mesmo se achando Deuses, o que de fato não são, e são apenas, servidores públicos, como todos os outros.

  11. Ditadura do Judiciário, nesse caso coadjuvado pelo Ministério Público. A turma da "lacração" tenta emplacar a falsa narrativa de que o presidente é autoritário e genocida. Mas, o que vemos é algo MUITO diferente, é o oposto. Os próprios "lacradores" é que são os verdadeiros censores e destruidores dos direitos e liberdades individuais. Vejam o que esse Promotor posta nas suas redes sociais e façam suas deduções.

    1. Quem será que homenageia ditador? Quem será q vai pra manifestação de apoio ao fechamento do congresso e stf?
      Quem será q desdenhou da pandeminha? É só uma gripezinha! E daí?
      Querer que terraplanista tenha discernimento e cognição é complicado, né?

    2. Tá bom, e só tem "lacrador" no judiciário? És tão alienado que só vê tudo vermelho. Ceará-Bobão, volta para tua mamata home office.

  12. Pronto . Agora a Tribuna do norte e o jornal AGORA RN vão ter de pagar 100 salário mínimo cada um a Fernando Rocha.

    1. Exatamente : todo mundo quer liberdade de expressão, mas pouquíssimos aceitam e toleram a liberdade de expressão do próximo.
      Precisamos lutar muito ainda para evoluirmos enquanto sociedade.

  13. Penso que o tiro saiu pela culatra. Se esse procuradoido, pensou em abafar o caso, repercutiu ainda mais. Errou, era pra ficar caladinho e pedir desculpas.

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Saúde

Governo chinês censura divulgação científica sobre novo coronavírus, especialmente, que trata de sua origem

O governo chinês impôs restrições à publicação de pesquisas acadêmicas sobre a Covid-19, especialmente aquelas que tratam da origem do novo coronavírus.

Segundo a CNN, notícias publicadas por duas universidades chinesas foram retiradas da internet.

A nova política determina que todo paper sobre a Covid-19 seja submetido a uma revisão extra antes de ser publicado.

Estudos que falem da origem do vírus em Wuhan precisam ser submetidos à análise de funcionários do governo central.

O Antagonista, com CNN

Opinião dos leitores

  1. Esses são os canalhas que querem ser os protagonista da vida no mundo contemporâneo, estão totalmente alinhados com pensamentos petralhas. Ditadores, corrompem instituições e mídia, controla informações, corrompem e destroem tudo e todos pra alcançar objetivos.

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Judiciário

Justiça obriga Google a censurar e ‘apagar’ escândalo da JBS/Friboi

Foto: Mateus Bonomo

Maior portal de buscas do mundo, o Google vem sendo obrigado pela Justiça brasileira a censurar acesso a notícias sobre o escândalo de corrupção envolvendo Joesley Batista (foto) & cia, controladores do grupo J&F/JBS.

Tudo à revelia da Constituição, que veda qualquer forma de censura, e também do interesse público. Os veículos ficam sabendo do da censura quando o Google comunica a decisão autoritária da Justiça.

Impedidos de processar os veículos e os jornalistas, que afinal apenas informaram fatos, censura-se o acesso às notícias por meio do Google.

Correm em conveniente “segredo de Justiça” as ações determinando ao Google que censure notícias sobre o esquema de corrupção.

Dada a “interpretar” em vez de cumprir a lei, parte da Justiça faz de conta que não conhece o artigo 220 da Constituição proibindo censura.

A Constituição proíbe “qualquer restrição” à informação e veda “toda e qualquer censura”. Exceto para corruptos ricos e influentes, pelo visto.

Coluna Cláudio Humberto – Diário do Poder

Opinião dos leitores

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Política

Filho de Bolsonaro é banido pelo WhatsApp, e dispara: “Sou censurado sem nenhuma justificativa, muito suspeito!”

O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) Foto: Alex Silva/Estadão

O WhatsApp baniu o número do Flávio Bolsonaro, filho do candidato do PSL à Presidência Jair Bolsonaro, do aplicativo. Flávio foi eleito senador pelo Rio no último dia 7 de outubro. “A perseguição não tem limites! Meu WhatsApp, com milhares de grupos, foi banido do nada, sem nenhuma explicação! Exijo uma resposta oficial da plataforma”, escreveu Flavio em postagem no Instagram.

Irmão de Flávio, o deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro também repercutiu o banimento. “Primeiro caso de banimento do whatsapp que tomo conhecimento ocorreu com o senador eleito @FlavioBolsonaro . O post que tenha motivado a punição não é informado. Se isso não é CENSURA eu não sei o que é…”, escreveu Eduardo nas redes.

Ainda nesta sexta-feira, o WhatsApp enviou notificação extrajudicial para quatro agências suspeitas de fazerem envio massivo irregular de mensagens durante o período eleitoral. O aplicativo determina que parem de fazer envio e de utilizar números de celulares obtidos pela internet. Na quinta-feira, 18, o jornal Folha de S. Paulo disse que empresas bancaram uma campanha de mensagens contra o PT com pacotes de disparos em massa.

O comportamento, segundo o WhatsApp, fere as regras do aplicativo. O envio de mensagens com conteúdo eleitoral não é ilegal. Para isso, é necessário que os candidatos entregam os telefones e uma lista de apoiadores que voluntariamente os cederam seus dados. No entanto, há a suspeita de que as agências venderam bases de usuários de terceiros, segmentadas por região e perfil, de origem desconhecida —o que é ilegal.

“Estamos tomando medidas legais para impedir que empresas façam envio maciço de mensagens no WhatsApp e já banimos as contas associadas a estas empresas”, informou em nota o WhatsApp.

Censura

Flavio Bolsonaro disse o seguinte a Felipe Moura Brasil, sobre o fato de ter sido banido do WhatsApp:

“Estou aguardando uma resposta do WhatsApp. Não entendi nada. [A conta banida] É meu número particular, que as pessoas vão incluindo em grupos sem eu pedir. Nunca criei grupos, sempre fui incluído neles à minha revelia. Às vésperas do segundo turno sou censurado sem nenhuma justificativa, muito suspeito!”

Estadão e O Antagonista

 

Opinião dos leitores

  1. É um erro usar o WhatsApp, é uma empresa do Facebook, que é financiada pelo Departamento de Defesa americano. É contra o interesse nacional. É contra a privacidade. Eles mantém registro de todas as mensagens, contatos, coordenadas GPS, etc. Prefiram o Whisper e Telegram que são muito mais neutros políticamente.

    1. Isso mesmo amigo! O Telegram é ótimo. E ainda tem o Wire. É o que possui a criptografia mais segura. Fica a dica.

  2. Petralhas estão tentando cercear o direito do cidadão de se expressar, isso tá parecendo Cuba, Rússia nos seus tempos de repressão, Coréia do norte e outros parceiros de regime ditatoriais, entretanto eles não dão um passo para coibir o roubo e a corrupção de dinheiro público. Os mecanismos dos regimes totalitarios usam as mesmas armas dos esquerdopatas petralhas.

  3. A casa dos Bolsonaro caiu! Queriam uma prova? Está aí! O próprio WhatsApp notificando as agencias contratadas por, ou a mando de Bolsonaro para que parem de enviar fakenews! Resta agora investigar essas empresas para chegar no dinheiro do Caixa 2!

    1. É gópi!!! 20 milhões de eleitores de maioria e é culpa do WhatsApp!!! Aceita ptralha e xora mais, pq a mamata vai acabar!!!

    2. Paulo, não sei de que mamata é essa que você está falando, pois o PT saiu do governo há mais de dois anos! Quanto ao WhatsApp, se ele fosse desativado, o Bolsonaro iria desaparecer em questão de horas! É o principal instrumento de campanha dele, como se pode ver acima, com a fala da cria dele, de chororô porque perdeu seus MILHARES de grupos! Ainda tem a desfaçatez de dizer que "não tem controle sobre o que postam nas redes sociais"! Seu mito está nú! A máscara caiu!

    3. Cumpanheiros, vcs sabem onde eu posso ganhar um dinheirinho repassando msg no WhatsApp? Eh que aqui na cadeia não tenho muito o que fazer… Na época que Dilma, a gente nao usava muito essas coisas de whatsapp, isso eh coisa da CIA, dos EUA… Em 2014, a gente preferiu usar os Correios mesmo pra divulgar material da campanha dela, muito melhor pq eh uma empresa nacional, da terra… Tb preferirmos usar os 800 milhões de reais de caixa 2 na campanha comprando o voto dos pobres sem intermediários… Whatsapp eh muito moderno pra gente e nossos asseclas são movidos a pão, mortadela e tetas… Não tem o engajamento que os eleitores do Mito tem…

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Televisão

CENSURA? Globo notificará sites que falam de operação da emissora com o BNDES

globoO Grupo Globo decidiu notificar extrajudicialmente sites e blogs que têm noticiado um suposto empréstimo do BNDES que teria beneficiado a emissora.

O assunto foi levantado pela ex-funcionária da TV Globo Mirian Dutra, que teve um relacionamento pessoal com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Ela afirmou em entrevista que a Globo a teria “exilado” com contratos na Europa para evitar que sua volta ao Brasil e a relação com FHC prejudicassem a imagem do então presidente. Em troca, a emissora teria recebido financiamentos do BNDES a juros baixos.

A Globo tem em seu site uma versão para essa história: o BNDES era sócio da Globo Cabo, companhia de TV por assinatura do Grupo Globo, e acompanhou o aumento de capital da empresa realizado em 1999. O banco não teria realizado nenhum financiamento ou empréstimo a empresas do grupo.

A novidade neste episódio foi o Grupo Globo tomar a iniciativa de notificar os sites e blogs para que reafirme a informação ou se retratem. A ideia é processar os que não responderem de acordo com o que a emissora considera a versão correta dos fatos.

Fonte: Fernando Rodrigues / UOL

Opinião dos leitores

  1. KKKKKKK… quando leio coisas como "a tendenciosa justiça do Moro", eu só consigo rir mesmo. Lembro ao cidadão que boa parte das ações e decisões de Moro tem sido confirmadas pelo, este sim, tendencioso STF, cuja formação foi cuidadosamente arquitetada pelo PT, mais preocupado com a ideologia do que com o notável saber jurídico dos indicados. E mesmo assim, esse STF não consegue desarticular e livrar a cara dos "companheiros" que vão, um a um, fazendo fila na cadeia, graças à "tendenciosa" vontade do Juiz Moro de botar corrupto na cadeia.

  2. A cara da Globo começa a aparecer.
    Estão se sentindo como no tempo da ditadura, protegidos pela "tendenciosa" justiça do Moro.

  3. A globo pedir versão corretas dos fatos?
    A piada da noite de hoje!
    A maior manipuladora das mentes fracas desse país!

    1. Mente fraca igual a sua que vive de Bolsa Vagabundo e não tem coragem de trabalhar, se tem manifestação com direito a pão com mortadela e R$ 50,00 não perde a oportunidade de ir alienado Apaixonado por políticos ladrões que não esta nem ai para o futuro do Brasil

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Tecnologia

Google lança projeto para acabar com censura na internet

imagem.phpEm uma conferência em Nova York, o Google revelou seu novo projeto para habilitar uma internet mais aberta e global, que se chama uProxy. O sistema, que funciona como uma extensão para o Chrome e o Firefox permite burlar bloqueios de conteúdo por região utilizando conexões internacionais confiáveis.

Por exemplo, se algum iraniano tentar acessar um dos sites bloqueados no país como o YouTube, naturalmente não irá conseguir. Contudo, se ele tiver um amigo no Brasil ou Estados Unidos, ele pode entrar em contato com estas pessoas para que elas habilitem o uProxy. Assim, o iraniano pode se conectar à internet e acessar a rede por meio da internet do amigo.

O sistema funciona como uma VPN personalizado e muito fácil de usar. A intenção é que ele seja acessível ao grande público. “Dois cliques para ultrapassar as barreiras de um regime opressor”, afirma Yasmin Green, diretora do Google Ideas. Ela também lembra que o uProxy não anonimiza o tráfego tal qual faz o Tor.

Obviamente o serviço não seria restrito apenas a pessoas em países onde a internet é censura. O uProxy também poderia ser usado para fins mais triviais como burlar o bloqueio de região de um vídeo no YouTube, ou driblar o firewall da empresa em que você trabalha (embora isso não seja recomendado).

Por enquanto, o serviço ainda não foi lançado, mas seus desenvolvedores (a Universidade de Washington e a empresa Brave New Software) já abriram um beta restrito para que usuários possam testá-lo e aprimorá-lo ao máximo.

Para se registrar e tentar fazer parte da fase beta, basta se registrar no site oficial do serviço.

Olhar Digital – UOL

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Polêmica

Facebook censura post da Folha Online com manifestantes nus

13200349O Facebook apagou na manhã desta sexta-feira uma postagem feita na página oficial da Folha na rede social (facebook.com/folhadesp ).

A postagem se referia a uma manifestação que ocorria na Câmara Municipal de Porto Alegre. O protesto foi promovido pelo Bloco de Luta pelo Transporte Público, grupo que reúne diversas entidades que pedem o passe livre na capital gaúcha.

Os manifestantes, que ficaram acampados por oito dias e deixaram a Câmara na manhã de ontem, tiraram fotos nus no local um dia antes da desocupação e postaram na mesma rede social.

Após a publicação da reportagem sobre o tema no site da Folha, uma postagem com a foto dos manifestantes e o link para a nota foi feita na página do jornal no Facebook às 15h40 de ontem (veja imagem ao lado).

A postagem foi apagada no início da manhã de hoje, e o jornalista responsável por ela teve a conta na rede social suspensa por 24 horas.

O mesmo conteúdo foi postado na página do jornal no Google + –rede social concorrente do Facebook– às 15h44 de ontem e não foi apagado.

Procurado pela reportagem da Folha, o Facebook informou que iria analisar o caso, mas não houve retorno até o momento.

Folha

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Cultura

Como estimular a leitura dos jovens? Dando livros censurados e proibidos

Diga o seguinte a uma criança pobre, com poucas perspectivas e quase nenhuma vontade e estímulo de qualquer contato com literatura: “Que tal ler uma das melhores obras do século 20?”.

cri cri cri

Dificilmente terá sucesso. Agora tente dizer: “Esse livro foi proibido porque tem um tiquinho assim de sacanagem.”

É com essa ideia simples que o projeto The Uprise Books pretende levar grandes livros a jovens e crianças carentes: em vez de dizer que O Grande Gatsby é o livro definidor da década de 1920, da era do jazz e blábláblá, dizer que ele foi polêmico, fala de festas, bebedeiras e, sim, é legal.

Basta os estudantes acessarem o site, buscar por livros que foram banidos (ou que motivaram pedidos de proibição nas prateleiras) e fazer o pedido, que é entregue de graça.

Fonte: Super

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Tecnologia

Twitter cria 'censuras nacionais' contra conteúdo ofensivo

O Twitter anunciou nesta quinta-feira que desenvolveu um sistema de censura para impedir que mensagens inadequadas para algumas culturas ou países estejam ao alcance dos usuários nos territórios afetados.

Para justificar a medida, os representantes da rede social argumentaram que a ideia de liberdade de expressão é entendida de forma diversa em diferentes pontos do planeta, e citou como exemplo o fato de que alguns governos, como os de França e Alemanha, proíbem a publicação de conteúdos favoráveis ao nazismo.

“Até agora, a única forma que tínhamos de nos ajustar aos limites desses países era retirando o conteúdo globalmente. A partir de hoje temos a possibilidade de barrar conteúdos de usuários em um país específico, ao tempo que continuarão disponíveis no resto do mundo”, explicou o Twitter.

A rede social não deixa claro, no entanto, como determinará quais mensagens extrapolam o direito à liberdade de expressão em cada país, apesar de indicar em sua página de ajuda ao usuário que o bloqueio responderá a uma solicitação de uma ‘entidade autorizada’.

O Twitter insistiu que será transparente no processo de censura de mensagens e que notificará os usuários cujo conteúdo for desaprovado.

(com Agência EFE)

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Jornalismo

Vereador vai provocar MP para questionar a concessão da Rádio Cidade 94 FM

Está no Novo Jornal de hoje, não sei se o MP tem essa prerrogativa para questionar ou não uma concessão de veículo de comunicação. Segue reportagem:

O VEREADOR RANIERE Barbosa (PRB) irá apresentar uma moção para que o Ministério Público questione a concessão para a rádio 94 FM de propriedade do empresário Haroldo Azevedo, mesmo dono do Novotel Ladeira do Sol, alugado para a prefeitura de Natal por mais de R$ 126 mil por mês.

Raniere ocupou a tribuna da Câmara Municipal ontem para comentar a entrevista do jornalista Jurandy Nóbrega ao NOVO JORNAL na qual revela que deixou a emissora de Haroldo Azevedo, na qual trabalhava há 13 anos, depois de ter sido impedido de entrevistar a vereadora Julia Arruda (PSB), presidente da Comissão de Inquérito dos Contratos no que classificou como uma censura ao trabalho dele.

Para Raniere Barbosa, o episódio revela que o empresário a quem chama de amigo e aliado da prefeita Micarla de Sousa (PV) está se beneficiando de dinheiro público indevidamente.

Ele contou que foi funcionário de Haroldo Azevedo por seis meses quando estava sendo montada a emissora, respondendo pelos departamentos comercial e de marketing e criticou a forma como o ex-patrão trata os funcionários. “Ele paga mal os funcionários, não paga horas extras e ainda manipula o noticiário vetando todos que fazem oposição à prefeita Micarla”.

Segundo o vereador, Haroldo Azevedo dizia, na época em que ele trabalhava nas empresas do grupo, que detestava Natal e preferia morar em Miami, nos Estados Unidos, onde possui um imóvel.

“Ele devia mudar a emissora de rádio para Miami porque usa as empresas para se beneficiar, mas vai responder na Justiça por isso”, disse, referindo-se à ação movida pelo Ministério Público em função do aluguel do hotel, numa licitação que os promotores consideram ter sido dirigida para beneficiar o empresário, que emprestou o hotel para abrigar a equipe de transição da então prefeita eleita Micarla de Sousa até a posse dela em janeiro de 2009.

O pronunciamento do representante do PRB recebeu o apoio de diversos outros vereadores de oposição que, segundo revelou o jornalista Jurandy Nóbrega, são considerados personas non gratas na 94 FM. Uma delas é o vereador Assis Oliveira (PR) que se disse até ontem ouvinte assíduo da emissora.

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Jornalismo

Jurandy Nóbrega diz que pediu demissão da Rádio Cidade porque foi censurado

O Blog reproduz uma entrevista feita por Sílvio Andrade para o  Novo Jornal, com o Jornalista Jurandy Nóbrega. Na entrevista o Jornalista diz os motivos que levou ele a pedir demissão da Rádio Cidade e cita várias personalidades que estariam proibidas de conceder entrevista ao programa dele por censura do proprietário da rádio. Se confirmado restrições a todos os nomes citado pelo Jornalista, vai faltar gente para a Rádio Cidade entrevistar, segue reportagem:

“O QUE VI, ouvi e não escrevi”. Esse é o título de um livro que o jornalista Jurandy Nóbrega, 66, dos quais 50 dedicadas à notícia, talvez nunca escreva. Por censura prévia da própria família, temerosa por sua segurança.

E ele, que defendeu a ditadura militar no passado, hoje, em plena vigência da liberdade de expressão no Brasil, acaba de pedir demissão da rádio 94 FM por se sentir censurado.

Jurandy Nóbrega diz que é difícil conviver com o cerceamento à sua independência de escrever e entrevistar o que e quem quiser.

Sem papas na língua, o jornalista político mais polêmico dessas terras potiguares nasceu na Paraíba.

O pivô de sua saída da rádio 94 FM foi uma entrevista que pretendia fazer com a vereadora Júlia Arruda, presidente da Comissão Especial de Investigação que apura os contratos de aluguel da Prefeitura de Natal. Um deles, a do Novotel, envolve Haroldo Azevedo, dono da 94 FM. “Não se deve misturar interesses políticos, religiosos e comerciais com a concessão de rádio e tevê”, critica.

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Opinião dos leitores

  1. Gostava do programa e não em surpreende o desfecho. Quando Jurandir voltar a entrevistar, por favor divulguem o novo veículo!

  2. como diz a música de Rita Lee.. e depois tudo vira bosta. Um diferencial do programa de Jurandir era a maneira de condizir o programa, muito bom por não ter uma métrica. Aproveitava para ouvir a rádio somente neste horário em que o trânsito de Natal está uma calamidade. Mas não gosto da forma como está sendo conduzida agora. Falta uma certa pitada de jornalismo. A rádio perde um grande jornalista por pura ibecilidade de quem causou este incoveniente.
    Era ouvinte!!
    Eden Soares

  3. Um cara que apoiava a ditadura não tem nenhum motivo de reclamar de censura. Passou 13 anos sendo capacho na rádio, só porque a filha do "dono" deu um piti ele decidiu pagar uma de herói! 

  4. E eu ira dar uma entrevista lá na próxima semana, será que minha entrevista também foi cancelada? kkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

  5. Olha aí o Jurandy defendendo a regulação da mídia. basta sentir na pele a censura para perceber que a regulação, na verdade, vem para garantir o Direito à comunicação. O dono da emissora é proprietário dos equipamentos, da empresa, das instalações, mas não do canal. Este pertence ao povo.Abraço,Rudson Pinheiro Soares – jornalista

  6. Quer dizer que ele passou esse tempão todo acabrestado, sem poder entrevistar meio mundo de gente, e só agora esperneou ??? Por onde andava a macheza dele antes ???

  7. É o poder economico falando alto sobre o interesse social. Algo parecido acontece em outras cidades.

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Jornalismo

Controle na imprensa, não: ''democratização''. Um PT antes e outro PT depois de 2002

Brilhante a opinião da Edição do Estadão de hoje, segue para degustação dos leitores do BG.

O 4.º Congresso do PT acabou cedendo à firmeza com que a presidente Dilma Rousseff, contrariando seu antecessor, tem repudiado a ideia de “controle social” da mídia, e rebaixou de “diretriz” partidária para mera “moção” convocatória o texto que agora é a posição oficial do partido a respeito do assunto. Ficou então combinado que não se fala mais em “controle social” da mídia, expressão politicamente inconveniente porque indissociável da ideia de censura, e os petistas passam a lutar pela “democratização” da imprensa.

A nova palavra de ordem não quer dizer absolutamente nada – e até por isso é tão perigosa para a liberdade de imprensa quanto a anterior -, mas satisfaz as duas tendências que, dentro do PT, não se conformam com a liberdade que os veículos de comunicação têm para denunciar as bandalheiras da companheirada no governo. São elas a ala minoritária, ideológica, de esquerda radical e totalitária, e por isso contrária por definição à liberdade de imprensa; e a ala majoritária, populista, pragmática, que sob o comando de Lula manda de fato no partido e está exclusivamente preocupada em se perpetuar no poder, e por isso tem horror a ver suas lambanças estampadas na mídia.

O PT já não é mais o mesmo desde 2002, quando foi editada a Carta aos brasileiros, que pavimentou o caminho de Lula em direção ao Palácio do Planalto. Desde então, passou a dar por não dito tudo o que afirmara antes e colocou seu destino nas mãos habilidosas do grande manipulador das massas. Eleitoralmente deu certo. Mas é conveniente salvar as aparências. Assim, o lulopetismo aliou-se às principais lideranças políticas, financeiras, industriais, comerciais, da alta sociedade, etc., mas continua atacando as elites. Meteu a mão na massa para garantir a “governabilidade”, mas sustenta que o governo Lula se notabilizou pelo “combate implacável” à corrupção. Está fazendo o que pode, e bem, nas áreas econômica e social – se não forem levadas em conta as graves deficiências na educação e na saúde -, mas escancara a incompetência da máquina governamental partidariamente loteada para gerenciar projetos de infraestrutura.

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Opinião dos leitores

  1. Eu odeio o pt, partido que esta tirando nossa liberdade de impressa… Lula que está por trás disso e Dilma é uma uma guerillheira, que já matou, robou e outras coisas tão graves… eles primeiro tinha que fazer um controle no Marta suplicy fala, depois venha controla as pessoa. #AECIO2014 #PSDB

  2. Dito popular 1:
    Quer conhecer uma pessoa? Dê poder a ela!
    Dito popular 2:
    Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço!
    Dito popular 3:
    Beleza e safadeza não se põe à mesa!

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