Diversos

RN registra 7ª maior taxa de isolamento social do país

Foto: Reprodução/Mapa Brasileiro da Covid

Em meio a divisão de quem aprova ou reprova o decreto conjunto do Governo do Estado e da Prefeitura do Natal, seguido por boa parte dos municípios do Rio Grande do Norte, a taxa de isolamento social potiguar vem registrando aumento.

Dados monitoramento do Mapa Brasileiro da Covid, destacam em ranking que o Rio Grande do Norte saltou da 12ª para a 7ª colocação entre os estados do país.

Mapa em tempo real pode ser visto aqui.

Opinião dos leitores

  1. Basta os prefeitos e o governo terem um pouco MAIS de CORAGEM, DETERMINAÇÃO, INTERESSE e VONTADE POLÍTICA, então Alcançaremos um percentual bastante Satisfatório. CORAGEM, DETERMINAÇÃO e VONTADE POLÍTICA vamos conseguir Baixar esses Índices macabros. Que DEUS tenha MISERICÓRDIA de NÓS.

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Diversos

RN registrou nesse domingo taxa de isolamento social de 51,59%, quarta maior do país

Foto: Reprodução

O Rio Grande do Norte registrou neste domingo(15) uma taxa de isolamento social de 51,59%, contra 55,40% que havia sido registrado no domingo anterior.

Segundo os números desse domingo(14) do Mapa Brasileiro da Covid, o estado ficou na quarta colocação entre os estados que tiveram mais êxito no quesito. O maior índice foi do Acre, que chegou aos 64,42%, seguido por Ceará, com 53,61%, e Rondônia, com 52,45%.

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Segurança

Isolamento social gerou “pandemia de cibercrimes” e aumentou necessidade de cooperação internacional, diz Ministério da Justiça

Alesandro Barreto, do Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça e Georgia Diogo, da Assessoria Internacional do Ministério da Justiça. Fotos: Divulgação

O isolamento social provocado pela pandemia de Covid-19 aumentou o número de crimes digitais, o que reforça a necessidade de uma cooperação internacional, uma vez que estes criminosos geralmente ficam baseados em países distantes de suas vítimas. O diagnóstico é do delegado Alesandro Barreto, coordenador do Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

“Estamos numa pandemia de criminalidade digital. Somente no Brasil, temos mais de 400 milhões de dispositivos conectados, entre celulares, computadores, tablets etc. A cooperação internacional é chave na luta contra a criminalidade cibernética. Nenhum país sozinho consegue ter efetividade, porque este é um crime transnacional. Necessita de repressão uniforme e cooperação entre as polícias e a iniciativa privada”, disse Barreto, lembrando que o cibercrime envolve diversos tipos de delitos, desde ataques a sistemas bancários até exploração sexual infantil.

Barreto participou, na última sexta-feira (25), de webinar sobre a adesão do Brasil à Convenção de Budapeste, um tratado internacional de combate ao cibercrime, que reúne mais de 60 países, e ao qual o governo brasileiro deve aderir.

Embora a Convenção de Budapeste esteja em vigor desde 2004, somente em 2019 o Brasil foi convidado a fazer parte do acordo.

A atual chefe da Assessoria Internacional do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Georgia Sanchez Diogo, acompanha o assunto desde 2006, quando o Ministério Público Federal solicitou ao Ministério de Relações Exterior a adesão do Brasil à Convenção.

“Naquela ocasião e nos anos seguintes, o Itamaraty avaliava que não seria bom o Brasil aderir a um acordo elaborado pelo Conselho Europeu e do qual não havia participado da criação. Algumas autoridades, de diversos países, entendiam que a Convenção não tinha um caráter universal”, lembra Georgia Diogo.

Em 2019, o então ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, enviou novo ofício ao Itamaraty, solicitando a adesão ao acordo, “com a maior rapidez possível”. Ainda no passado, o país foi convidado a fazer parte da Convenção e, em julho de 2020, o presidente Jair Bolsonaro encaminhou ao Congresso Nacional o processo de adesão.

“Houve uma mudança de mentalidade das autoridades no mundo todo sobre o cibercrime”, aponta Georgia Diogo.

16 anos de atraso

Alesandro Barreto reconhece que o Brasil já evoluiu no combate ao cibercrime, com o Marco Civil da Intenet e agora com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Entretanto, somente a Convenção de Budapeste garante a cooperação entre os países nas investigações destes delitos.

“A Convenção torna possível a busca e apreensão remota de evidências e provas digitais e deixa mais rápida e efetiva a troca de informações entre polícias”, salienta.

Ele alerta que a adesão do Brasil ao acordo deve ser tratada com urgência. “Estamos 16 atrasados (a Convenção é de 2004). Os prejuízos são enormes. É necessário ser mais efetivo e demonstrar alinhamento global contra criminalidade cibernética”, diz o delegado.

Barreto destaca a importância da agilidade nas ações entre os países no combate ao cibercrime. “Na persecução penal deste tipo de delito, tempo é vida. E a melhor ferramenta é a capacitação das polícias e a troca de informação, com uma legislação ágil e compatível”, afirma.

A adesão do Brasil à Convenção de Budapeste está sendo debatida em uma série de cinco webinars, promovidos pela consultoria Ltahub, especializada no combate ao cibercrime.

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Saúde

RN registra taxa de isolamento social de 43,5%

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta terça-feira, 08. Os casos confirmados somam 63.879. Sobre a taxa de isolamento, mesmo com registro de aglomerações durante o feriadão, a taxa de isolamento social foi registrada em 43,5%, e assim permanece até esta data.

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Saúde

RN registra taxa de isolamento social de 38,9%

A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os dados do coronavírus no Rio Grande do Norte nesta sexta-feira(24). Na ocasião, foi informada que a taxa de distanciamento social neste momento é de 38.9%, média que se mantém desde a nova fase de retomada das atividades econômicas.

A taxa de isolamento atual que flutua na casa dos 40% é considerada razoável. A Sesap ainda fez o apelo para que a população só saia de casa em caso de real necessidade.

Opinião dos leitores

  1. Esse dado comprova que, caso não houvesse distanciamento social algum, o número de contaminados estarão muito pior. Logo, algum isolamento surte efeitos benéficos. Embora nem todas as pessoas possam fazer o confinamento, porque precisam realmente trabalhar, evitar aglomerações e evitar sair de casa de forma desnecessária salva vidas. A estatística fala por si só é demonstra o óbvio

  2. Tá a prova de que o distanciamento social não resolve a covid-19 pq o distanciamento está muito abaixo dos 60% sonhados e os casos de covid-19 estão zerando, qual a justificativa para isso? Com a palavra o secretário Nostradamus (que previu 15.000 mortes) e a Governadora da enrolação.

    1. Homi, doença contagiosa se combate com isolamento.
      Ou você gostaria de ficar perto de algum com tuberculose tossindo na sua frente?
      Você viu que a Europa praticamente zerou as mortes?

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Saúde

RN registra taxa de isolamento social de 39,2%

A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os dados do coronavírus no Rio Grande do Norte nesta quinta-feira(23). Na ocasião, foi informada que a taxa de distanciamento social neste momento é de 39.2%, média que se mantém desde a nova fase de retomada das atividades econômicas.

A taxa de isolamento atual que flutua na casa dos 40% é considerada razoável. A Sesap ainda fez o apelo para que a população só saia de casa em caso de real necessidade.

Opinião dos leitores

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Saúde

Taxa de isolamento social no RN é de 40,6%; “relaxar pode levar ao aumento de casos”, alerta subcoordenadora de vigilância epidemiológica da Sesap

Foto: Sandro Menezes

A taxa de isolamento social no Rio Grande do Norte, nesta quarta-feira(22), é de 40,6%. Sobre a situação atual, Alessandra Luchesi, subcoordenadora de vigilância epidemiológica da Sesap,comentou:

“Se mantém no nível de antes da retomada gradual das atividades econômicas, mas é preciso que as pessoas que circulam não promovam aglomerações. Estamos em tendência de queda nas ocorrências, mas ainda não é momento de relaxamento das medidas. Relaxar pode levar ao aumento de casos. O momento é de reforçar o cumprimento das medidas sanitárias e protetivas para a tendência de redução se mantenha e possamos sair da pandemia. E para isso o Governo do RN, através da Sesap, continua levando aos municípios ações estratégicas de apoio técnico regional e de vigilância à saúde e laboratorial”.

Opinião dos leitores

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Diversos

Comerciantes são autuados em Ponta Negra por descumprimento de decreto de isolamento social

Foto: Divulgação

A fiscalização ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) autuou seis comerciantes por descumprimento ao Decreto Estadual nº 29.742/2020, que proíbe o uso comercial da orla urbana em face da pandemia do Coronavírus. Após denúncia de que bares e restaurantes de Ponta Negra, estavam colocando jogos de mesas, cadeiras, guarda-sóis e espreguiçadeiras na faixa de areia, os fiscais foram até o local, no último sábado (11), e constataram a infração.

Foi dada a ordem para recolhimento dos materiais, além de lavrado de auto de infração ambiental e a aplicação de multa, que podem chegar até R$ 2.013,00 reais. De acordo com o supervisor de Fiscalização, Gustavo Szilagyi, a ação contou com o apoio da Secretaria de Serviços Urbanos (Semsur), da Guarda Municipal e a Companhia Independente de Policiamento Ambiental, da Polícia Militar.

“Foram autuados três bares por disposição irregular de mesas e cadeiras na orla, todos nas proximidades do Morro do Careca, um carrinho de crepe, um ponto de aluguel de pranchas e stand-up e um restaurante da Av. Erivan França, que estava ocupando a faixa do calçadão da praia com mesas, cadeiras e tabuletas de publicidade”, relata Szilagyi.

O decreto municipal nº 11.988, de 29 de junho de 2020, regula a abertura gradual das empresas com restrições desde o último dia 30, e, também, a abertura de bares e restaurantes. Porém, a abertura está sendo gradual, nem todos os tipos de comércio estão permitidos a serem abertos. Sendo assim, os cuidados por parte dos empresários para conter a transmissibilidade da covid-19 devem ser os mesmos.

O secretário da Semurb, Thiago Mesquita, esclarece que os estabelecimentos que não observarem os decretos estadual e municipal, quanto às regras sanitárias, serão devidamente autuados. “O retorno econômico gradativo é importante, contudo, mais importante ainda deve ser o cuidado sanitário estabelecido pelo comitê científico municipal”, alerta.

A população também pode ajudar a fiscalizar os pontos da cidade que estejam com aglomerações ou descumprindo os decretos que visam o combate ao novo Coronavírus. Basta realizar denúncia, que pode ser anônima, pelo telefone da Ouvidoria: (84) 3616-9829, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, ou pelo e-mail ouvidoria.semurb@natal.rn.gov.br . Além do canal 24h do Ciosp pelo 190.

Opinião dos leitores

  1. Um ponto positivo da fiscalização municipal, é que nas feiras livres a exemplo das Rocas, existem bastante espasso entre as bancas, onde podemos transitar com mais comodidade.

  2. É o brasileiro atual sendo brasileiro. A nação cujo líder maior incentiva o descumprimento de leis que considera absurdas. Aos amigos tudo. Aos inimigos a lei.

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Comportamento

Isolamento social pode agravar castigos e palmadas, diz pesquisa

Foto: © TV Brasil

Pesquisa mostra que muitas mães, pais e responsáveis acreditam que é necessário colocar as crianças de castigo, gritar ou dar palmadas para melhor educá-las. De acordo com os dados do estudo Primeira Infância para Adultos Saudáveis (Pipas), 73% acreditam que os castigos são necessários, 49%, as palmadas, e 25%, os gritos.

A pesquisa foi feita com com 7.038 cuidadores de crianças de até 5 anos de idade em Fortaleza e em mais 15 municípios cearenses, em outubro de 2019. Os dados, coletados antes da pandemia do novo coronavírus, preocupam especialistas, que acreditam que as medidas punitivas podem se acirrar em um período de isolamento social.

“A criança está o tempo todo com os pais, com as escolas fechadas. A gente tem que levar em consideração que é uma situação de estresse para famílias, para cuidadores. Muitos deles estão vivendo situação de isolamento, tendo que lidar com questões financeiras, com a crise que estamos vivendo. Precisamos pensar que a criança pode estar exposta a um ambiente em que cuidadores estão estressados e que podem eventualmente lidar com essa situação, utilizando mais esse tipo de disciplina punitiva”, diz a diretora-assistente do Instituto de Saúde, responsável pela pesquisa, Sonia Venâncio.

No Brasil, por lei, as crianças e adolescentes têm o direito de serem educados e cuidados sem o uso de castigos físicos ou de tratamento cruel ou degradante.É a Lei 13.010/2014, conhecida como Lei Menino Bernardo. O nome é uma homenagem ao menino Bernardo Boldrini, morto em abril de 2014, aos 11 anos, em Três Passos (RS). O pai, a madrasta do menino, uma amiga da família e o irmão dela foram condenados pela morte. Segundo as investigações, Bernardo procurou ajuda para denunciar as ameaças que sofria.

Para Sonia, esse tipo de disciplina punitiva tem impacto negativo no desenvolvimento das crianças, tendo efeitos que podem perdurar até a fase adulta, desencadeando problemas de saúde mental e comportamentos agressivos. “Por isso que neste momento temos a preocupação de conhecer essa realidade para poder lidar com isso, trabalhar com abordagem aos pais para que não utilizem esse tipo de prática”, diz.

“Os pais têm formas diferentes de educar a criança e é claro que precisam ter práticas de disciplina, mas essas práticas recomendamos que não sejam violentas. O ideal é conversar com a criança e explicar o que é esperado do comportamento dela e quais as consequências de comportamento não adequado. Sempre priorizando o diálogo e dando bons exemplos”, orienta.

Boas práticas

Nesse período de isolamento social para conter o avanço do vírus, o recomendado é que os responsáveis passem tempo com as crianças, brincando, fazendo leituras e que consigam, de certa forma, manter a rotina delas. “É importante que a família tenha um ritmo com a criança, que consiga manter o ritmo de sono nesse período da pandemia, manter horário de refeição. Aproveitar este momento para ter interação positiva para conversar, cantar, brincar com a criança”, diz o diretor de Conhecimento, aplicado na Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Eduardo Marino.

Marino reconhece, no entanto, que a situação é desigual entre as famílias em todo o Brasil. A pesquisa Pipas mostrou que 65% das crianças de até 3 anos e 37%, de 4 e 5 anos, não têm livros infantis. Segundo o estudo, cerca de duas em cada três crianças foram engajadas em quatro ou mais atividades de estímulo nos três dias que antecederam a entrevista. Foram consideradas atividades como ler, cantar, brincar, contar histórias, levar para passear, nomear, contar e desenhar. Isso significa que quase uma em cada três crianças, 37%, não recebeu esses estímulos.

Na pandemia, isso pode ter se agravado, de acordo com o diretor. “Ninguém estava preparado para isso”, diz, acrescentando que os responsáveis “têm que trabalhar, cuidar das demandas de casa e mais das demandas educacionais. Não é pouca coisa. E é particularmente difícil para os mais pobres. A situação de confinamento é estressante quando colocamos a dimensão da desigualdade”.

Para amenizar a situação, é preciso, de acordo com Marino, por parte do Poder Público, uma atuação conjunta de assistência social, saúde, educação, para que as famílias sejam assistidas durante a pandemia. “Essa interação é muito dependente da saúde mental do adulto. O adulto precisa estar bem. Precisamos muito de cuidar do adulto para que ele cuide melhor da criança. A pandemia tem trazido muitos desafios. Os adultos estão vivenciando muitas situações, desde situações extremas, como a perda de um ente querido para a covid-19, perda de emprego, a questões mais cotidianas, como o ficar em casa sem uma atividade e talvez em moradias que não têm as condições para permanência, como de higiene, água, esgoto e segurança alimentar”.

Agência Brasil

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Saúde

NÃO RELAXE: Apesar de redução da taxa de transmissibilidade, Governo do RN alerta que isolamento social deve ser mantido

FOTO: ASSECOM/RN

Os dados da pandemia do novo coronavírus no Rio Grande do Norte nesta segunda-feira, 29, confirmam a redução da taxa de transmissibilidade da Covid-19 para um pouco abaixo de 1. A informação foi dada durante a coletiva de imprensa realizada de segunda a sexta-feira pelo Governo do RN.

Três pesquisas apontam a diminuição, como anunciou o professor Ricardo Valentim, coordenador do Laboratórios de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) da UFRN e integrante do Comitê Científico de assessoramento ao Estado sobre a pandemia.

Os estudos são de responsabilidade do professor José Dias – que utiliza modelagem matemática -, do LAIS e dos professores Ângelo Roncalli e Kênio Lima, da UFRN. “São três metodologias diferentes que apontam redução da transmissibilidade que é o quanto um indivíduo é capaz de contaminar outros”, informou Valentim. Embora neste momento a transmissibilidade tenha reduzido para menos de 1 – já ficou entre 1,5 e 2,1 –, há ainda alta pressão por leitos de UTI, mesmo diante deste quadro de redução apresentado nos últimos seis dias.

O coordenador do LAIS explica que há uma mudança no perfil da demanda por leitos. Os dados do Regula RN mostram que a média de 90 casos na fila aguardando internação em leitos críticos, vem se reduzindo. “Nosso monitoramento verifica aumento na indicação de pacientes para leitos do tipo clínicos – o que pode ser encarado de forma positiva pois é mais fácil ter estes leitos, já que eles demandam menos equipamentos e pessoal especializado”.

O professor Valentim ressalta, contudo, que a sociedade não deve reduzir o isolamento social. “É preciso que todos, setor produtivo, Poderes e pessoas se mantenham solidários, respeitem as medidas protetivas e cumpram o isolamento. A doença ainda é muito agressiva”, afirmou.

O secretário adjunto de saúde do Estado (Sesap), Petrônio Spinelli, ressalta que a redução da transmissibilidade influi no número de casos de Covid-19 e reflete o maior cuidado das pessoas com uso de máscaras e maior adoção das ações do Pacto pela Vida, iniciativa governamental que obteve a adesão de muitas prefeituras. “Iniciamos a semana com viés de baixa na ocupação de UTIs. Esta redução vem se configurando desde a semana passada, mas ainda é muito alta”, afirmou.

A pressão maior por leitos críticos ocorre em Natal e região metropolitana que concentra 60% a 70% da demanda. “Por isso, o foco da Sesap, hoje, é a abertura de leitos no Hospital João Machado, em Natal, e no Hospital Regional de Macaíba”, afirmou Petrônio, acrescentando que “a situação de hoje tem que continuar. Não é momento de sair do isolamento e distanciamento social, mas de responsabilidade das pessoas, instituições, empresas e poderes públicos de manterem isolamento e respeitarem as medidas de proteção”.

Nos hospitais públicos, privados e filantrópicos estão internadas nesta segunda-feira 731 pessoas acometidas do novo coronavírus, sendo 378 em leitos críticos. Pelo Sistema Único de Saúde (SUS) – custeados pelo poder público – os leitos críticos estão com taxa de ocupação de 90%. O percentual de leitos ocupados na região Oeste do estado é de 97%. Esse número chega a 100% em Guamaré, 95% em Natal e região metropolitana, 72,41% na região do Seridó e 54,5% em Pau dos Ferros. A fila de regulação tem 37 pacientes aguardando leitos críticos.

Os casos confirmados de Covid-19 somam 28.970. Há 42.230 casos suspeitos, 46.470 foram descartados, 994 óbitos foram confirmados (6 nas últimas 24 horas) e há 161 óbitos em investigação.

REUNIÕES COM SETOR PRODUTIVO E PODERES

A governadora Fátima Bezerra tem reuniões agendadas nesta segunda-feira com representantes do setor produtivo e com as autoridades dos poderes Judiciário, Legislativo e do Ministério Público. De acordo com o secretário estadual de Tributação (SET), Carlos Eduardo Xavier, serão tratados normas e procedimentos para retomada das atividades produtivas.

“O Governo do RN segue atento à assistência de saúde, mantém o Pacto pela Vida com a participação de todos e segue consultando o Comitê Científico para adotar normas que possibilitem o reinício das atividades da economia de forma segura. Vamos considerar o momento da pandemia, ouvindo a ciência e a sociedade”, encerrou Carlos Eduardo.

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Saúde

COVID-19: RN registra ocupação de 95,5% dos leitos críticos e tem 734 internados; taxa de isolamento social é de apenas 39,2%

A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os dados do coronavírus no Rio Grande do Norte nesta sexta-feira(26). A coletiva detalhou o número de pacientes internados no Estado(734), entre hospitais públicos, privados e filantrópicos.

A taxa de ocupação de leitos públicos no Rio Grande do Norte destinados a tratar a Covid-19 registra 95,5%. Mossoró, Pau dos Ferros e João Câmara registram 100%, a Grande Natal tem 97,2%, e o Seridó, a situação menos crítica, com 79,3%.

A taxa de isolamento social registrada nesta sexta-feira(26) está na faixa de 39,2%, distante do ideal entre 60% e 70¨%.

Opinião dos leitores

  1. Como a Covid 19 tem 42 mil caso registrados e 850 obitos na Paraiba e o RN com o mesmo número de óbitos so tem 23 mil casos?
    Subnotificaçâo no RN ou supernotificação na Paraíba?

  2. CADÊ O HOSPITAL DE CAMPANHA ??
    Se estivesse construído, o RN não estava a beira da degola.
    Estaria sobrando 30% dos leitos e a economia ja andando, mas pra isso, tinha que ter gestão, coisa que no RN, não tem.
    O resultado é esse que vemos todos os dias, empresas encerrando as atividades e o trabalhador perdendo o emprego.
    Essa a verdade, verdadeira.
    FÁTIMA TÁ ACABANDO COM O RN.
    Pede pra sair incompete.

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Geral

Covid-19: RN tem 80 óbitos em investigação; taxa de isolamento social no fim de semana foi de apenas 39,1%

A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os números do coronavírus no Rio Grande do Norte nesta segunda-feira(22). Na ocasião, a taxa de isolamento social e o número de óbitos em investigação foram informados.

No fim de semana, taxa de isolamento social foi de apenas 39,1%, longe de no mínimo 60% solicitado pela Sesap para a diminuição de casos.

Os óbitos em investigação somam 80.  O total de vítimas da covid-19 no RN chega a 730.

Opinião dos leitores

  1. Uma pergunta.
    Sera que esses testes que fazem nos carros o resultado é seguro??? Se é porque nesses 80 obtos em investigação não fazeram esse teste e que sai em 15 minutos?
    Outro detalhe, sempre liberam os resultados antigos quando há pouquíssimos obtos pelo coronaviruz no dia.

  2. Baseado nesses índices de ocupação "maqueados" NUNCA sairemos desse obscuro e irresponsável isolamento, cuja eficácia não tem qualquer comprovação científica. Desde muito que o sistema de saúde do RN está caótico. Leitos de UTI são insuficientes há muito tempo. Já estamos há 90 dias nesse tal isolamento e o que foi feito pelo governo do RN para ampliar essa oferta de leitos? Cadê o tal hospital de campanha? Só falácias, só blábláblá. Tempos difíceis para o RN.

  3. Pra variar, mais uma vez a notícia dos "toca terror"! Ontem não repassaram nenhum óbito para o ministério da saúde, porém hoje passam "33"! Só. Natal ontem, a SMS noticiou sete óbitos. Sem contar que também chegou alguns dados do interior. É uma tola e infrutífera maneira de assustar a população, acumulando o número de óbitos, pra dizer tudo de uma vez só. Mais uma vez tá comprovada a incompetência do (dês) governo, pois não têm gerência pra aumentar a taxa de isolamento e ficam usando desse expediente de cunho "acéfalo"! Inventem outra, que nessa a população não cai mais! A prova taí, na taxa de isolamento a menos de 40%, em pleno fim de semana. Ou será que estão manipulando isso também? Não duvido!

    1. Realmente acho que estão manipulando os números, aqui em candelaria ontem não tinha uma pessoa na rua, enquanto não acabar os repasses de 145 milhões, nada muda em relação aos números, quanto pior, meplhor para o PT.

    2. De que adianta Candelária não ter ninguém na rua se outros bairros 3x mais densos em termos de população terem pessoas festejando nas ruas?

    3. Nas ruas pode não ter ninguém, mas os churras nas casas estão de vento em popa…

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Saúde

Taxa de isolamento social abaixo de 50% não freia o novo coronavírus no RN e liga sinal de alerta

Foto: Ilustrativa

Em coletiva de imprensa, realizada nesta sexta-feira (12), o Governo do RN destacou que a taxa de isolamento social de 49,2% ainda está abaixo do considerado ideal, que é de 60%, e que o percentual está diretamente relacionado à contaminação pelo coronavírus (Covid-19), podendo contribuir para o aumento crescente dos casos confirmados da doença.

Os dados divulgados, hoje, na Escola de Governo, pela Secretaria Estadual da Saúde Pública (Sesap), mostram que o  Rio Grande do Norte possui 13.544 casos confirmados, 22.613 casos em investigação, 23.144 casos descartados, 114 óbitos em investigação, e 509 óbitos (nenhum novo óbito nas últimas 24h).

A subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica, Alessandra Lucchesi, explicou que apesar de não ter ocorrido óbitos confirmados pelo coronavírus nas últimas 24h, a situação epidemiológica no RN continua muito preocupante para as autoridades de saúde pública e para sociedade. ”É necessário que as medidas de distanciamento social continuem sendo adotadas e apesar de apresentarmos nos finais de semana indicadores melhores de distanciamento social, 49,2% no dia de hoje, ainda há necessidade que essa taxa seja alcançada ao longo da semana”, explicou.

Com relação ao crescimento do número de casos confirmados, a Região Metropolitana de Natal tem o maior número de casos e a maior incidência de casos com relação à quantidade populacional. Em segundo lugar, a região de Mossoró e em terceiro o Vale do Assu. Uma nova região está se destacando no crescente número de casos, que é a região de João Câmara. “Vale destacar um comportamento diferencial da 3º Região de Saúde, a de João Câmara, que tem apresentado uma incidência nessas últimas semanas epidemiológica crescente. Há uma preocupação em como tem se dado a expansão da pandemia na região”, pontuou Lucchesi.

A taxa de ocupação geral dos leitos clínicos/UTI no RN está com 93,9%, com 753 pacientes internados, sendo 381 pacientes em leitos clínicos e 372 em leitos críticos. Nas regiões de Mossoró e Pau dos Ferros a taxa de ocupação é de 100% dos leitos, em Caicó 74,1% e 96% de ocupação na Região Metropolitana. Existem 130 pacientes, de prioridades diferentes, que estão aguardando regulação para leitos críticos ou clínicos.

“O trabalho integrado entre o Estado, as prefeituras e as instituições parceiras nos revelam uma situação epidemiológica mais favorável em relação aos demais estados do Nordeste. Porém, não podemos parar com as ações, elas precisam ser intensificadas e cada vez mais com a participação da população”, finalizou Lucchesi.

Opinião dos leitores

  1. Cadê o hpspital de campanha????
    Vamos abrir Canguaretama que o govetno do PT fechou.
    Bora Fátima!
    Desenrola, bota o dinheiro que Bolsonaro mandou pra fora.

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Saúde

RN tem 114 óbitos em investigação – sendo oito nas últimas 24 horas; taxa de isolamento social é de 49,2%

A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os números do coronavírus no Rio Grande do Norte nesta sexta-feira(12). Na ocasião, voltou a ser destacada a baixa taxa de isolamento social, em meio ao feriadão desde essa quinta-feira(11). O levantamento aponta apenas 49,2%.

Quanto ao número de óbitos são 114 – sendo oito registrados nas últimas 24 horas. Os novos números desta data registra 509 mortes no Estado.

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Saúde

Como o isolamento social impacta quem sofre com ansiedade ou depressão

Foto: Unsplash

O Sars-CoV-2, vírus causador da Covid-19, definitivamente não atinge apenas quem contrai a doença causada pelo novo coronavírus. Até que uma vacina ou medicamento seja desenvolvido, o método mais eficaz encontrado pelas autoridades para combater a disseminação do vírus é o combo medidas de higiene e distanciamento social — que, sim, salva muitas vidas, mas também atrapalha a saúde emocional de muita gente.

Claro que ficar longe do trabalho, dos amigos e até mesmo de familiares impacta todo mundo. “Esse é um período de luto coletivo em que é preciso ressignificar as necessidades e os valores da vida. Isso vem associado à angústia da incerteza financeira e ao medo da contaminação”, analisa o psicanalista Ronaldo Coelho, do canal Conversa Psi, no YouTube. Sem contar que a ansiedade, quando controlada, é um mecanismo de reação diante de situações de perigo, funcionando como um estado de alerta para que a pessoa saiba como agir.

O problema é quando essas condições emocionais saem do controle: nesses casos, a situação de isolamento social pode ser pior ainda. Aqueles que já sofrem com transtornos como depressão, bipolaridade e ansiedade crônica percebem a solidão e as tensões causadas pela pandemia de forma muito mais intensa. Falta de apetite, dificuldade para dormir e ausência de concentração são algumas das chateações vividas pelo advogado R.G*, de 27 anos, nas últimas semanas. “Ainda preciso trabalhar, mas não consigo fazer outras coisas além disso. É difícil focar em algo sabendo que há um caos lá fora”, relata.

Um estudo preliminar (que ainda não foi revisado por outros pesquisadores antes da publicação) das universidades Swansea e de Manchester, ambas no Reino Unido, feito com britânicos maiores de 18 anos de idade, alerta para um aumento significativo dos sentimentos de ansiedade e depressão durante a pandemia de Covid-19, especialmente entre aqueles em situação financeira ou social mais vulnerável.

No Brasil, o cenário também é preocupante. Por aqui, 11,5 milhões de pessoas sofrem com problemas de depressão, de acordo com dados apresentados em 2017 pela Organização Mundial da Saúde (OMS). E a pandemia pode aumentar ainda mais esse contingente. Uma pesquisa com 1.460 brasileiros, coordenada pelo psicólogo Alberto Filgueiras, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), mostra que os sintomas de ansiedade e depressão duplicaram no país em apenas um mês de quarentena. Na primeira semana do estudo, entre 18 e 22 de março, a prevalência de sintomas de ansiedade e depressão entre os participantes era de 4,2%; já entre 15 e 20 de abril, esse índice subiu para 8%.

O estudo, publicado em pré-print (ainda não revisado), aponta também que os grupos com saúde mental mais frágil são as pessoas que precisam sair de suas casas para trabalhar, aqueles que convivem com idosos e também quem mudou hábitos alimentares e físicos repentinamente. A boa notícia é que dá para adotar medidas que ajudem a minimizar ou mesmo prevenir a situação. “Foi possível verificar que aqueles que mantêm uma alimentação saudável, fazem terapia online e praticam exercícios físicos de três a quatro vezes por semana são menos propensos a ter sintomas de ansiedade e depressão”, afirma Filgueiras.

Outro artigo, este publicado no último dia 10 de abril no respeitado periódico Jama Psychiatry, alerta que o isolamento pode aumentar os índices de suicídio. Segundo os autores, vinculados a universidades e instituições de saúde norte-americanas, diversas teorias enfatizam o papel das relações sociais na prevenção do suicídio. “Pensamentos e comportamentos suicidas são associados a isolamento social e solidão”, escrevem os pesquisadores. Ficar longe de tudo e de todos, portanto, pode ser ainda mais perigoso para pessoas sob risco de tirarem a própria vida.

Atenção aos idosos

A fragilidade da saúde mental entre os idosos também preocupa. Não é à toa, já que são o principal grupo de risco para a Covid-19. O medo da morte iminente e a distância da família são os fatores principais dessa vulnerabilidade. Além disso, a ideia de finitude, já presente no pensamento de muitos na terceira idade, se intensifica.

Segundo a médica geriatra Maisa Kairalla, coordenadora da Comissão Especial COVID-19 da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, a recomendação é prestar atenção em falas e olhares das pessoas mais velhas a fim de detectar qualquer sinal de risco. O que não significa, é claro, omitir informações sobre o que está acontecendo. “Conversar por telefone, por vídeo e manter esse contato mais vezes ao dia é essencial para fortalecer esse grupo. O incentivo de atividades e do otimismo também são parte do tratamento, pois ajudam essas pessoas a atravessarem os momentos difíceis”, orienta Kairalla.

Pelo bem do corpo e da mente

Desenvolver um quadro depressivo requer orientação profissional e, muitas vezes, medicamentos específicos. Mas há atitudes que também podem ajudar. O psiquiatra Luiz Alberto Hetem, idealizador do PQU Podcast, lembra que o distanciamento físico não necessariamente significa isolamento. “Conectar-se com amigos e familiares ajuda a afastar a sensação de mal-estar”, diz.

Fazer exercícios físicos, manter uma rotina diária e adotar hábitos simples, como tirar o pijama ao acordar, são outras boas práticas para a saúde mental. Procure também selecionar os horários em que acompanha as notícias. “Ao mesmo tempo que é importante manter-se informado, é preciso cautela com a quantidade de informações”, afirma Hetem. Baseie-se em fontes confiáveis, que garantam que a aquela notícia não é puro alarmismo.

Projetos pessoais tampouco devem ser deixados de lado. A artista Tayná Miessa, que trabalha na Gibiteca de Curitiba, não consegue exercer sua função de forma remota, por isso não está trabalhando — mas tem usado bem as horas livres. “Eu fico assustada com a situação, mas estou conseguindo aproveitar melhor o tempo que eu passava no transporte público. Agora faço coisas com mais tranquilidade, como cozinhar e me dedicar aos processos artísticos”, conta

Mas lembre-se do que falamos no início desta reportagem: sentir-se desmotivado também é normal em meio a tudo isso. “Tudo bem estar abalado neste momento. As pessoas buscam a saúde mental, mas é importante admitir nossas próprias fragilidades para conseguirmos lidar com o que está acontecendo”, lembrou o psiquiatra Luís Fernando Tófoli, pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no evento digital Rio2C @LIVE, promovido na primeira semana de maio.

Precisa de ajuda?

Diversas instituições fornecem ajuda a quem se sente angustiado e necessita de orientação profissional. O Centro de Valorização da Vida (CVV) é uma delas: a rede realiza atendimentos gratuitos de apoio emocional e prevenção ao suicídio. Há a garantia de sigilo e o acesso se dá via email e chat 24 horas. Para mais informações, acesse o site.

Hoje há também diversas empresas que oferecem serviço de terapia online. O Instituto Vita Alere lançou, com apoio do Google, um mapa da saúde mental que funciona como um guia ao mostrar informações úteis para quem procura atendimento online durante a pandemia. No mapa, é possível encontrar profissionais e grupos de apoio disponíveis virtualmente.

“Tão importante quanto identificar a hora de procurar ajuda é saber onde encontrá-la. Nosso objetivo com o lançamento do site é conectar pessoas em sofrimento mental com os serviços de cuidados disponíveis online e em cada região”, explica a psicóloga Karen Scavacini, fundadora do Instituto Vita Alere.

*O nome foi abreviado a pedido da fonte.

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Saúde

COVID-19: Comitê Científico que assessora Governo no Estado recomenda fiscalização rigorosa para ampliar isolamento social

Fotos: Demis Roussos

As medidas que endurecem as regras com o objetivo de ampliar o isolamento social a partir desta quinta-feira, 04, foram discutidas com os poderes, municípios e com a sociedade civil e têm a recomendação do Comitê Científico de especialistas que assessora o Governo no Estado nas ações de combate à Covid19. “O Comitê Científico entende que é necessário o endurecimento das medidas para que melhorem os índices de isolamento social e para fazer valer as regras previstas no decreto que coloca mais algumas restrições à circulação das pessoas”, afirmou hoje em entrevista coletiva o coordenador do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS), da UFRN, professor Ricardo Valentim.

Valentim orienta o aumento da fiscalização, como já previsto no Pacto pela Vida, proposto pela governadora Fátima Bezerra. “O Comitê monitora diariamente os dados da pandemia e observamos a redução do isolamento social, o que é preocupante porque tem impacto direto nos índices de contaminação. É necessário endurecer a ação fiscalizatória do Estado e dos municípios para evitar mais contaminação e mortes”, declarou.

O novo decreto com as normas para enfrentamento da pandemia amplia restrições e retira o funcionamento de salões de beleza e armarinhos como atividades essenciais. “Mediante o quadro apresentado pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e pelo Comitê Científico do Estado, com crescimento do número de infectados, de pacientes internados e de óbitos, o Governo publica novo decreto diante da necessidade de crescimento da taxa de isolamento social que deve ter índice entre 60 e 70%”, informou o secretário de Estado da Tributação, Carlos Eduardo Xavier.

Ele argumentou que a administração estadual vem fazendo todos os esforços possíveis. “O Governo abriu 309 leitos exclusivos para Covid, sendo 189 críticos. Ou seja, o Governo tem feito o seu papel de expandir a rede de assistência, mas com a queda do isolamento, cresce o número de infectados e cresce a demanda por leitos críticos. Então o novo decreto tem regras mais rígidas para que as pessoas fiquem em casa”.

RESPIRADORES

Na manhã desta quinta-feira, a Sesap recebeu mais 40 respiradores do Governo Federal. Esses equipamentos vão permitir a abertura de novos leitos de Covid-19 no Estado.

FISCALIZAÇÃO

O programa Pacto pela Vida teve início desde as primeiras horas desta quinta-feira, em Natal, alguns municípios da Região Metropolitana e do interior. O pacto é um esforço governamental para fazer a integração com os 167 municípios e aumentar o isolamento social.

O sistema de segurança, por meio da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros, está agindo de forma integrada com agentes de saúde, guardas municipais e agentes de trânsito dos municípios. O secretário estadual de Segurança Pública e Defesa Social, Francisco Araújo, compara as ações de fiscalização a uma “operação de guerra cujo inimigo é o novo coronavírus e é invisível”. O efetivo que vai atuar é o mesmo efetivo de serviço que está nas ruas normalmente, acrescido de policiais que receberão diárias operacionais para a jornada extraordinária de serviço.

DADOS EPIDEMIOLÓGICOS

A maior incidência de infecção pelo novo coronavírus no RN acontece em Natal e Região Metropolitana da capital, na região de Mossoró e no Vale do Assu. A subcoordenadora de vigilância epidemiológica da Sesap, Alessandra Lucchesi disse que hoje há 9.282 casos confirmados, 19.516 suspeitos, 16.057 descartados, 378 óbitos confirmados e 68 óbitos em investigação.

A fila de regulação tem 98 pessoas, sendo 33 para leitos críticos (UTI e semi-UTI). Estão internados nos hospitais das redes pública e privada 606 pacientes, dos quais 317 críticos e 289 clínicos. A taxa de ocupação de leitos covid é de 100% em Mossoró, 83% em Pau dos Ferros, 72,7% no Seridó e 93,9% em Natal e Região Metropolitana.

TESTAGENS

O Governo tem 37.028 mil kits de teste RT-PCR em estoque, com fluxo diário de distribuição para os municípios. No caso dos testes rápidos, o Estado já distribuiu 51.400 aos municípios, 38.990 ainda disponíveis nos estoques municipais.

 

Opinião dos leitores

  1. Enquanto a população não se conscientizar e ficar em casa , não tem decreto que dê jeito. Sei que tem muita gente que precisa sair para trabalhar , mas vamos ser sincera que tem muita gente andando , perambulando sem causa justa . O remédio pra essa doença é ficar em casa, um remédio meio amargo , mas é o que nós temos pra o momento. Nós seres humanos , temos o mal hábito de colocar a culpa sempre no outro , dizer que a culpa é do prefeito , do governo , do presidente e nos omitir de fazer a nossa parte enquanto cidadão. Então vamos deixar o egoísmo de lado e por mim , por vc e por todos vamos ficar em casa em prol de uma causa justa, que é o controle e consequentemente o fim dessa pandemia que nos assola .

  2. Toque de recolher após 23 horas, até 15 de junho.
    Guarda Municipal descaracterizada para fiscalizar melhor.

  3. Amigo Joaquim, essa opinião divide os estudiosos do mundo, portanto discutível. Porém de uma coisa tenho absoluta certeza, o isolamento ou seu inverso, deveria ser uma política de estado, para não ficarmos no meio dessa discussão. Até onde conheço ( um pouco) , o grande problema é não termos como, por despreparo, em como assistir a população em caso de excesso de pacientes, todos num mesmo momento. Que será ocasião de irmos para escolha de Sofia, " ….quem já poderemos descartar e quem vai continuar entre os vivos", um dilema complicado.

    1. Babaquice é o povo na rua, se vc ficar doente por favor não procure os hospitais tipo de pessoas do seu tipo tem q morrer em casa.

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