Diversos

Potigás tem lucro de R$ 10,3 milhões em 2020

A Companhia Potiguar de Gás publicou, nesta quinta-feira, 1º, no Diário Oficial do Estado (DOE), as Demonstrações Financeiras de 2020. Mesmo em um ano marcado pela pandemia do novo coronavírus, que impactou diretamente os segmentos industrial, comercial e automotivo, em virtude do isolamento necessário para contenção da doença, a empresa registrou lucro de R$ 10,3 milhões.

O resultado positivo, ainda que 46,8% abaixo do ano anterior, foi possível depois de uma série de ações tomadas pela gestão para manter o equilíbrio financeiro da empresa. “Fizemos um contingenciamento de despesas e custos para readequar à nova realidade, negociamos os contratos com nossos fornecedores e aderimos às condições de pagamento diferenciadas oferecidas pelo supridor de gás, o que foi determinante para viabilizar as ações de apoio aos clientes, como parcelamento das faturas e de renegociação de dívidas”, explica a diretora presidente da Potigás, Larissa Dantas.

O volume de gás natural canalizado comercializado diminuiu 29% em relação ao ano anterior, totalizando 74,8 milhões de m³ em 2020. Dos quatro segmentos atendidos pela Potigás, o residencial foi o único que registrou crescimento no volume de vendas, no total de 17%, o que se deve ao fato de as pessoas passarem mais tempo dentro de suas residências.

Em contrapartida à redução do volume comercializado, a concessionária estadual de gás natural canalizado ampliou o número de clientes atendidos em mais de 3,5 mil unidades, chegando a 29.168 usuários. O crescimento se deve, inclusive, à manutenção dos investimentos em expansão de rede, com um acréscimo de quase 17 mil metros de gasodutos.

“2020 foi um ano difícil para todos os setores e para a Potigás não foi diferente. Com os esforços de todos, conseguimos manter a saúde financeira da empresa, atendendo às expectativas dos sócios, clientes, colaboradores e sociedade em geral”, afirma Larissa Dantas.

 

Opinião dos leitores

  1. Em 2019 foi de 1milhão. Ridículo o Estado ter que se preocupar com a empresa dessa por essa justificativa de lucro fajuto, para manter alguns cargos e um lote de funcionários que quase nada fazem e pouco produzem na prática . Tem que ser vendida logo.

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Diversos

BNDES anuncia lucro recorde de R$ 20,7 bilhões em 2020

Foto: © Marcello Casal jr/Agência Brasil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 20,7 bilhões em 2020, resultante da oferta pública de ações da Petrobras, realizada em fevereiro, da venda de ações da Vale e da Suzano, e das receitas com dividendos de empresas que receberam investimentos. O valor representa uma alta de 17% em relação ao lucro de 2019: R$ 17,7 bilhões. Os dados foram apresentados hoje (12), no Rio de Janeiro, pela diretoria do banco, em entrevista com transmissão virtual.

No quarto trimestre de 2020, o BNDES teve lucro líquido de R$ 7,0 bilhões, que, de acordo com a instituição, é um desempenho fortemente influenciado pelo resultado de participações societárias, principalmente as alienações de ações de Suzano e Vale, cada uma contribuindo com um lucro líquido de R$ 2,4 bilhões.

Para o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, “o banco teve um desempenho bem robusto” e um papel crucial em ações para o enfrentamento da pandemia que atinge a economia brasileira. “Quando uso esse adjetivo me refiro a robusto em várias perspectivas, tanto no aspecto de execução de ações anticíclicas e entregas à sociedade que o banco fez no ano passado, como robusto também na performance e na execução da estratégia do banco, que, desde o início dessa gestão, a gente tem deixando clara, e o ano passado foi um ano de amadurecimento relevante dessa estratégia, e robusto também sob a ótica financeira”, disse.

Saúde

Montezano destacou a atuação do BNDES na área de saúde, considerada por ele como inovadora, com medidas emergenciais que permitiram a compra de equipamentos, luvas, álcool em gel e, mais recentemente, de oxigênio para atender às necessidades das unidades de atendimento a pacientes com a covid-19.

“O banco conseguiu puxar e trazer de volta mais do que nunca o seu S de social. Ter suas ações, decisões e operações vinculadas e direcionadas ao impacto da sociedade. O banco conseguiu, numa situação delicada e em um momento desafiador em termos sanitários, econômicos e psicológicos, uma bela entrega para o Brasil”, externou.

A ação total do BNDES – desde a linha de frente de combate à covid-19 até a saúde financeira de empresas do setor – somou R$ 155,4 bilhões. Com esse valor atualizado até março, foi possível ter 1,7 mil equipamentos médicos, 2,9 mil leitos dedicados à pandemia e quatro milhões de testes diagnósticos para a covid-19.

“Essa linha continua aberta e, para cada real doado por terceiros, o BNDES coloca mais um. Foi uma parceria do BNDES com a sociedade brasileira com mais de 30 empresas atuando focadas no impacto do propósito”, revelou.

Pequenas e médias empresas

Outra área de destaque, segundo o presidente do BNDES, foi o apoio do banco às pequenas e médias empresas, que, pela primeira vez na sua história, ofereceu em 2020 mais recursos para pequenas e médias empresas do que para as grandes.

Do total de desembolsos, 52% foram destinados a essas empresas. Esses desembolsos a micro, pequenas e médias empresas atingiram R$ 34,1 milhões no ano passado, representando uma elevação de 27% em relação a 2019.

“O banco conseguiu apoiar, como nunca antes na sua história, de forma relevante direta e indireta, os pequenos e médios empresários brasileiros. O total dessas ações para as pequenas empresas e pessoas físicas, através do repagamento do PIS/Pasep [Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público] atingiu R$ 155 bilhões, número histórico na marca do banco na atuação neste segmento econômico”, afirmou, acrescentando que o total de empresas impactadas por esses produtos superou a 460 mil, com mais de dez milhões de empregos beneficiados. “Temos muito ainda a entregar para a sociedade”, completou.

Desembolsos

Também em 2020, os desembolsos do banco totalizaram R$ 64,9 bilhões, o que significa um aumento de 17% frente a 2019. O financiamento a comércio e serviços subiu 66% na comparação com o ano anterior e atingiu R$ 10,3 bilhões, puxado pelas medidas anticíclicas de combate à crise da covid-19.

A infraestrutura também teve destaque com R$ 24,8 bilhões em desembolsos, sendo R$ 15,8 bilhões para os subsetores de energia e R$ 5,9 bilhões para os transportes rodoviário e ferroviário. Os dois lideraram os volumes de operações.

Em 31 de dezembro de 2020, o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) foi responsável por 40,5% das fontes de recursos do BNDES e o Tesouro Nacional por 25,1%. Na mesma data, o valor devido pelo banco ao Tesouro Nacional alcançou R$ 195,3 bilhões. Em 2020, ingressaram R$ 17,8 bilhões do FAT e o volume de recursos do fundo com o banco somou R$ 315,0 bilhões em 31 de dezembro.

Patrimônio líquido

O patrimônio líquido do BNDES aumentou de R$ 104,8 bilhões ao fim de 2019, indo para R$ 113,0 bilhões em 31 de dezembro de 2020. O lucro líquido de R$ 20,7 bilhões foi atenuado pelo ajuste negativo de avaliação patrimonial, particularmente de participações societárias em não coligadas e pelo registro dos dividendos mínimos obrigatórios de R$ 4,9 bilhões.

Inadimplência

No fechamento do ano, a inadimplência acima de 90 dias recuou de 0,84% para 0,01%, desconsideradas as operações com honra da União. Com isso, retornou ao patamar de 2013, ficando abaixo da inadimplência média do Sistema Financeiro Nacional que atingiu 2,12% em 31 de dezembro de 2020.

O índice de renegociação chegou a 51,26% dos créditos naquela data, e, conforme a instituição, foi fortemente impactado pela suspensão temporária, no segundo trimestre, por prazo de até seis meses de amortizações de empréstimos contratados junto ao BNDES, nas modalidades direta e indireta, às empresas afetadas pela crise, medida conhecida no mercado como standstill, que alcançou 43% da carteira total.

“Essa medida foi tomada logo no início da pandemia no Brasil, quando ainda eram imprevisíveis os impactos da covid-19 no caixa das empresas. Apenas com essa suspensão de pagamentos, o BNDES beneficiou empresas que empregavam cerca de 2,5 milhões de pessoas”, informou o banco.

As despesas com pessoal em 2020 ficaram no mesmo patamar de 2019 e terminaram o ano em R$ 2 bilhões, o que inclui saúde e previdência.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Na era do ex-presidiàrio era muito difícil uma pequena e média empresa pegar empréstimo no BNDES como ocorre agora, e sim para financiamento de obras em Cuba,Venezuela, argentina e países comunistas da África, enquanto as obras de transposição do Rio São Francisco e muitas outras obras de infraestruturas no Brasil ficaram paradas.
    O BNDES pegou empréstimo para ceder estes valores a esses países , que deram calotes.

  2. Uma coisa que eu nunca vou compreender é o pq da comemoração dos lucros do banco. Na nossa vida diretamente isso muda em que? Vai encher o bolso dos banqueiros e já abastardos financeiramente, mas do trabalhador: Não muda nada! Pra quem trabalha dia a dia no batente o que muda é o preço da cesta básica. Tire suas conclusões para quem está sendo estruturada a política do país… Bolsonaro tem nojo de pobre.

  3. Quando a política tem a lógica capitalista o dinheiro fica nas mãos dos grandes empresários e dos bancos, enquanto o povo come feijão e arroz a preço de ouro. Na venda dos botijões de gás e combustível, quem sai perdendo o poder financeiro?

    1. Jeniu, se desfazendo massivamente de ativos da União seria impossível não lucrar, compreende? Bota o Tico e o teco pra funcionar, você consegue.

  4. Volta LULA LADRÃO!!
    Só assim da prejuízos.
    O dinheiro é investido nos países vizinhos comandados pela Odebrecht.
    Volta LULA LADRÃO!!!
    É isso que o brasileiro quer??
    Duvido.
    Bolsonaro
    2022.
    Primeiro turno.

  5. Curioso, minha renda anual é de 100 mil, perco meu emprego, vendo minha casa por 200 mil e digo pra todo mundo que ganhei mais dinheiro que nos anos passados…

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Economia

Lucro líquido do BNDES cresce 164% em 2019, recorde para o banco

Foto: Ale Silva

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 17,7 bilhões em 2019, o que representa crescimento de 164% em relação ao ano anterior, quando obteve R$ 6,71 bilhões. Segundo o banco, o desempenho foi impulsionado pelo resultado das participações societárias.

“É um lucro líquido bem robusto. Um lucro recorde para o BNDES”, disse o presidente da instituição, Gustavo Montezano, no início da apresentação dos resultados, que estão sendo apresentados na sede do banco, no centro do Rio.

A venda de participações societárias, que contribuiu em grande parte para o desempenho financeiro do BNDES, somou R$ 16,25 bilhões, com lucro bruto de R$ 11,4 bilhões. A venda das participações era uma das metas transitórias do banco divulgadas no segundo semestre do ano passado.

No ano passado, o BNDES contribuiu com R$ 142,2 bilhões ao Tesouro Nacional, dos quais R$ 132,5 bilhões eram relativos à dívida com a União. Dentro desse total, R$100 bilhões foram liquidações antecipadas.

Os pagamentos ordinários somaram R$ 23 bilhões, a título de dividendos, foram R$ 9,5 bilhões e, em forma de tributos, R$ 9,7 bilhões. A devolução de recursos ao Tesouro também era uma das metas transitórias divulgadas pelo banco no ano passado.

A carteira de crédito em dezembro de 2019 chegou a R$ 441,8 bilhões, com destaque para a redução de 0,84% da inadimplência no ano.

Trimestre

O lucro líquido do BNDES no quarto trimestre do ano passado atingiu R$ 1,2 bilhão e significa 2,5 vezes o que foi obtido no mesmo período em 2018 e queda de 55% na comparação com o terceiro trimestre de 2019.

Exame

Opinião dos leitores

  1. Abriram a caixa preta e só encontraram lucros.
    O meu Deus, até quando vai durar essa hipnose desse povo que colocou esse governo criado na mentira e no medo.

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Finanças

Lucro do Banco do Brasil cresce 41% em 2019 e chega a R$ 18,16 bilhões

Foto: Marcelo Brandt/G1

O Banco do Brasil registrou lucro líquido contábil de R$ 18,16 bilhões em 2019. O resultado representa um aumento de 41,2% na comparação com 2018, quando a instituição lucrou R$ 12,86 bilhões.

Já o lucro líquido ajustado do banco, que exclui itens extraordinários, somou R$ 17,84 bilhões no ano passado, valor 32,1% maior se comparado ao mesmo período de 2018.

Segundo o banco, o resultado foi impulsionado pelo aumento da margem financeira bruta, associado à redução da despesa com provisões para calotes e pelo crescimento das receitas com prestação de serviços acima das despesas administrativas.

Somente no 4º trimestre, o lucro líquido foi de R$ 5,69 bilhões, com crescimento de 49,7% na comparação com os últimos 3 meses de 2018 e alta de 33,8% na ante o 3º trimestre, quando o lucro foi de R$ 4,25 bilhões.

Já o lucro líquido ajustado somou R$ 4,62 bilhões no 4º trimestre, alta de 20,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL), que mede como o banco remunera o capital de seus acionistas, cresceu para 17,3% em 2019, frente a 13,9% em 2018. Segundo o BB, o resultado reforça “o compromisso de aumento da rentabilidade de forma sustentável”.

As receitas com prestação de serviços e tarifas cresceram 6,4% no comparativo anual e 0,6% em relação ao trimestre anterior.

A percentual de operações de crédito com atraso de mais de 90 dias no pagamento recuou para 3,27% em dezembro, ante 3,47% no final do 3º trimestre. No final de 2018, estava em 2,53%.

Carteira de crédito cai 2,6%

A carteira de crédito ampliada do banco finalizou o ano a R$ 680,7 bilhões, o que representa uma queda de 2,6% na comparação com 2018.

“A redução pode ser explicada principalmente pela dinâmica da carteira atacado, onde tem se observado uma migração para mercado de capitais”, avaliou o banco.

A carteira de crédito das pessoas físicas, porém, cresceu 8,9% na comparação anual (aumento de R$ 17,4 bilhões), impulsionada pelo desempenho do crédito consignado (aumento de R$ 10,2 bilhões) e do empréstimo pessoal (mais R$ 3,3 bilhões).

Já a carteira de crédito de pessoas jurídicas retraiu 10,9% (-R$ 24,1 bilhões) na comparação com o final de 2018, pressionada pelo volume de amortizações no segmento de grandes empresas (-R$ 28,9 bilhões).

Distribuição de lucros para acionistas

O BB também informou que Conselho de Administração do banco aprovou para o exercício de 2020 a manutenção do intervalo de 30% a 40% do lucro líquido a ser distribuído (payout), via dividendos e/ou juros sobre o capital próprio (JCP).

Resultados da concorrência

O maior lucro entre os grandes bancos em 2019 foi o do Itaú, que registrou ganhos de R$ 26,583 bilhões, um crescimento de 6,4% sobre 2018. Foi o maior resultado anual nominal (não ajustado pela inflação) já registrado por bancos brasileiros de capital aberto, segundo dados da provedora de informações financeiras Economatica.

O Bradesco registrou um lucro líquido R$ 22,6 bilhões no ano passado, uma alta de 18,32% na comparação com 2018 (R$ 19,085 bilhões). Já o Santander reportou um lucro de R$ 14,181 bilhões em 2019, alta de 16,6% frente o ano anterior.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Imagine o lucro das outras estatais que o Bozo quer privatizar.
    Ainda vem falar pros manés que defende a soberania do nosso país. Brinca conosco não Bozo.

  2. Em 2019 os bancos tiveram o maior lucro da história!!! Os banqueiros, militares e agropecuarista exportador estão dando gargalhada do povão…

  3. Se alguém postar pelo menos um ano em que um balanço do BB apresentou prejuízo ! Voce correntista paga até pra respirar !

  4. Quando são revelados esses números podemos entender o quanto Paulo Quedes é despreparado, não sabe o que faz, como muitos se dão ao papel ridículo de afirmar isso em público. Ajudando com outros números:
    2019 tivemos uma inflação de 3,40%
    2015 a inflação foi de 10,6%
    2019 a taxa de juros foi de 4,5%
    2015 a taxa de juros estava em 14,25%
    2019 o risco Brasil foi de 98
    2015 o risco Brasil foi de 38.000
    2019 o Ibovespa chegou a 116 mil pontos
    2015 o Ibovespa ficou em 38 mil pontos.
    SÓ PARA COMEÇO DE CONVERSA. O CHORO E A REVOLTA SÃO LIVRES

    1. Vc tem quanto aplicado em bolsa de valores ?
      Isso altera em na nossas vidas . Paulo Guedes é banqueiro. Acorda a corda está chegando no pescoço.

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Finanças

Lucro do BNDES cresce 190% no 1º semestre; R$ 13,808 bilhões

FOTO: AGÊNCIA BRASIL/ARQUIVO)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apresentou lucro líquido de R$ 13,808 bilhões no primeiro semestre deste ano, alta de 190,1% frente ao mesmo período do ano passado, quando foi de R$ 4,76 bilhões, informou a instituição nesta quarta-feira.

O desempenho semestral foi influenciado pelo resultado de participações societárias, que cresceu 228,4% no primeiro semestre, para R$ 13,47 bilhões, refletindo a venda de participação na Petrobras, Vale, Rede Energia, além da operação de incorporação de Fibria pela Suzano. As alienações somaram R$ 10,392 bilhões no período.

Segundo a superintendente de controladoria do banco, Luciana Torres Bastos, o banco conseguiu reverter uma provisão para risco de crédito de R$ 900 milhões.

“A reversão da provisão para risco de crédito foi influenciada pelo recebimento de R$ 900 milhões do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), referente a créditos 100% provisionados, basicamente Venezuela”, disse Bastos. Ela também destacou que, apesar da redução da carteira de operações de crédito, o BNDES registrou aumento do produto da intermediação financeira.

O resultado da intermediação financeira foi de R$ 7,96 bilhões no ano passado, 21,8% a mais do que no ano anterior. Já a carteira de crédito somou R$ 470,6 bilhões em junho, com queda anual de 9,3%, conforme dados do balanço divulgados nesta quarta-feira pelo banco de desenvolvimento.

O balanço mostra ainda que o baixo dinamismo da economia brasileira segue influenciando os indicadores de desempenho do BNDES. Os desembolsos acumularam R$ 25,2 bilhões no primeiro semestre, contração nominal de 9% frente ao mesmo período de 2018. “O destaque positivo no semestre se refere aos desembolsos para infraestrutura, que totalizaram R$ 11,4 bilhões, alta nominal de 4% em relação ao primeiro semestre de 2018”, informou o banco.

Tesouro Nacional

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, disse que a instituição está confortável para devolver R$ 126 bilhões de recursos ao Tesouro Nacional neste ano.

O presidente do banco reconheceu, porém, que a volatilidade dos resultados das participações societárias do banco provoca volatilidade no resultado da instituição como um todo, o que pode comprometer os propósitos do BNDES. “Essa volatilidade, ao comprometer [o índice de] Basileia, faz com que tenhamos que trabalhar com colchão muito maior, que impacta até a devolução de recursos para a União”, disse o presidente do banco.

Montezano afirmou que existe “alguma chance” de novas vendas de participações neste ano. Ele não quis dar mais detalhes porque as informações podem alterar o mercado.

O presidente também confirmou ter recebido do Ministério da Economia solicitação para a devolução antecipada de dividendos, até o limite estatutário de 60% do lucro líquido “Estamos estudando a demanda e dentro das nossas possibilidades vamos fazer o possível para atender.”

Menor risco

Segundo o diretor de crédito e participações do BNDES, André Laloni, a volatilidade da carteira do banco é maior que a do próprio Índice Bovespa (Ibovespa). “É um risco de renda variável que não é condizente com a atividade do banco”, acrescentou o diretor do banco.

Laloni disse que a carteira do banco precisa ser administrada para ser sustentável, e não para gerar o maior lucro possível. “Vamos diminuir o perfil de risco da carteira e adaptar ao propósito do banco”, disse ele, reiterando que a “missão do banco não é maximizar o valor de um portfólio”.

Durante coletiva sobre os resultados do banco no semestre, o diretor de finanças do BNDES, José Flávio Ramos, acrescentou que os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) vão cair 10% ao ano até 2020, o correspondente a R$ 5 bilhões anuais. “O capital do BNDES é de R$ 185 bilhões e vai cair para ordem de R$ 130 bilhões a R$ 120 bilhões”, afirmou Ramos, acrescentando que a devolução de recursos do FAT é um “ponto de atenção” para Basileia. “Estamos acompanhando de perto e vai acontecer no longo prazo”.

Globo, via Valor

 

Opinião dos leitores

  1. Em pleno momento de crise consegue o banco se reerguer tão rapidamente. E sinal q o ralo foi fechado. Acabou a farra da petralhada.

  2. Vai fazer em breve, dois anos que Luiz Odebrecht Inácio Lula da Silva, não rouba, não lava dinheiro e nem deixa roubar, o resultado obviamente é esse.
    Vamos avante Brasil.

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Economia

Lucro das principais estatais federais sobe 57,5% no 1º trimestre para R$ 24,6 bilhões; houve redução de 2.408 pessoas no quadro de pessoal

(FOTO: TÂNIA RÊGO/AGÊNCIA BRASIL)

O lucro das principais empresas estatais federais cresceu 57,5% no primeiro trimestre de 2019, em relação ao mesmo período do ano passado, e atingiu R$ 24,6 bilhões. Os dados, divulgados nesta quinta-feira, 1º de agosto, pelo Ministério da Economia no 10º Boletim das Empresas Estatais Federais, levam em conta o desempenho dos cinco principais conglomerados estatais: Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Caixa, Eletrobras e Petrobras.

Essas empresas representam mais de 90% dos ativos e do patrimônio das estatais federais. Em função da venda da Transportadora Associada de Gás S.A (TAG), o número total de estatais federais caiu no primeiro trimestre de 134 para 133. Atualmente, porém, este número já está em 130 estatais.O boletim mostra ainda que as estatais estão reduzindo o número de trabalhadores e as despesas com pessoal.

No primeiro trimestre deste ano, em relação ao verificado no encerramento de 2018, houve redução de 2.408 pessoas no quadro de pessoal, considerando todas as estatais. Entre os destaques estão a diminuição de 1.721 funcionários dos Correios e a redução de 402 trabalhadores do Banco do Brasil. O Ministério da Economia pontuou que, na comparação com o verificado no fim de 2015, a queda no quadro de pessoal foi superior a 59 mil funcionários (redução de 10,82% do total).

“Grande parte da redução, de cerca de 47 mil vagas, resultou da implementação de programas de desligamento voluntário de empregados (PDVs), principal ferramenta de gestão utilizada para adequação do quadro das estatais, com estimativa de economia na folha de pagamentos de R$ 7,49 bilhões”, registrou o ministério no boletim.No primeiro trimestre de 2019, houve ainda redução de R$ 1,10 bilhão nas despesas com pessoal, na comparação com o primeiro trimestre de 2018.

Época Negócios

 

Opinião dos leitores

  1. Ainda te um monte de Petista safados querendo que o governo não ande, avante Brasil, o capitão esta no ruma certo.

  2. Pense num caminho certo esse desse Bozo querendo privatizar essa estrutura. Sei não viu…
    Vê ai se a China, a Índia, a Rússia pretendem vender suas estatais. Sem falar na Espanha, Holanda, e muitos países europeus.

    1. Pois é, nestes paises as leis funciona de forma diferente da aplicada a daqui.

  3. Inflação, desemprego e juros caindo, bolsa batendo recordes, até as estatais agora voltaram a dar lucro, mesmo demitindo a militância que só queria mamata.
    Bote quente, capitão!!!

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Economia

FGTS registra lucro recorde de mais de R$ 14 bilhões em 2016

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) registrou, no ano passado, lucro de R$ 14,55 bilhões, o melhor resultado da sua história. Com isso, o patrimônio líquido do fundo chegou a R$ 98,17 bilhões. Os números constam do Relatório de Gestão do FGTS, apresentado nesta terça-feira (22) na reunião do Conselho Curador, em Brasília.

O documento mostra também dados da repartição do lucro de 2016, que designou R$ 7,27 bilhões, que corresponde à metade do rendimento, para quem tinha contas com saldo em 31 de dezembro. A medida é resultado da Lei nº 13.446, de 25 de maio deste ano, que fez com que a remuneração dos trabalhadores ficasse acima da inflação anual pela primeira vez em nove anos. A última vez que isso ocorreu foi em 2007.

Para o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, que preside o Conselho Curador, o resultado é consequência da “gestão responsável” do conselho e dos demais órgãos e entidades que gerem o fundo. “O resultado de 2016 mostra que estamos administrando com seriedade os recursos do FGTS, o que permite remunerar devidamente os trabalhadores e também disponibilizar crédito para habitação, saneamento e infraestrutura do nosso país”, disse.

“O Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS) também bateu recorde em 2016, com lucro de R$ 2,63 bilhões. O dinheiro aplicado no FI, que financia grandes obras de infraestrutura como geração de energia, saneamento, ferrovias, rodovias e portos, cresceu 8,3% no ano. Foi o maior rendimento desde a criação da operação, em 2007”, diz a nota do Ministério do Trabalho.

O FGTS é a maior fonte de financiamento em saneamento, habitação e infraestrutura do país. Em 2016, foram contratados R$ 81,48 bilhões, sendo R$ 80,86 bilhões para habitação, principalmente para habitação popular. Em saneamento foram contratados R$ 226,64 milhões e em infraestrutura R$ 386,32 milhões.

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Diversos

AGN/RN tem lucro de quase três milhões de reais no ano de 2013

O esforço de recuperação de crédito, somado ao trabalho de captação de novos clientes e projetos, levou a Agência de Fomento do RN (AGN) a registrar um lucro líquido de cerca de R$ 2,9 milhões em seu balanço, relativo ao exercício de 2013.

O diretor-presidente da instituição, João Augusto Cunha Melo, afirma que apresentar este saldo positivo é importante para qualquer instituição, já que ele retrata a saúde financeira da agência. “Este vigor financeiro é fundamental, entre outras coisas, para que possamos levar novos projetos de fomento adiante”, diz ele.

O principal responsável pelo saldo positivo no balanço da AGN foi o imenso esforço de recuperação de crédito empreendido pela equipe da instituição. No ano passado, por exemplo, cerca R$ 3,5 milhões de reais foram repactuados em financiamentos com parcelas atrasadas.

Também pesaram os recursos advindos dos pagamentos das negociações fechadas com devedores cujos débitos já estavam lançados no prejuízo da AGN e que, após os entendimentos, optaram por liquidar completamente suas operações. Estas, somaram R$ 1,5 milhão.

Fomento

A AGN também comemorou em 2013 a marca de R$ 1 milhão financiados, num total de quase 800 operações de crédito contratadas no programa Mão Amiga. Foram capacitadas 1.329 pessoas no ano passado, entre abril e dezembro.

O Mão Amiga, é um Programa do Governo do Estado, desenvolvido pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), em parceria com a Agência de Fomento do Rio Grande do Norte (AGN). Tem como objetivo fomentar a economia do estado, dando apoio para que o trabalhador autônomo informal possa se estruturar e sair da informalidade.

Voltado para pessoas que querem abrir seu próprio negócio, mas não possuem crédito, o programa também oferece capacitação e suporte para que elas possam prosperar na atividade e crescer. “Além de uma taxa de juros bem mais baixa, um dos grandes atrativos do Mão Amiga ainda é a possibilidade de ter desconto de 100% nestes juros para os pagamentos efetuados em dia”, afirma o diretor-presidente da AGN, João Augusto Melo.

Os interessados em obter outras informações sobre o Mão Amiga devem se dirigir à sede do programa, que fica na Avenida Hermes da Fonseca, 1009. As pessoas ainda podem solicitar a visita de um agente de crédito em sua comunidade, através dos telefones: 3232-0824, 3232-0651, 3232-6107, 3232-6108 e 3232-6106. . Também é possível se informar pelo site: www.agnrn.com.br.

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Economia

Itaú ganha R$ 4 bilhões no 3º trimestre, maior lucro da história dos bancos

O Itaú Unibanco, maior banco privado do país, divulgou nesta terça-feira (28) lucro líquido ajustado de R$ 4,022 bilhões no 3º trimestre, alta de 17,8% em relação ao mesmo período do ano passado (quando ganhou R$ 3,412 bilhões). Em relação ao lucro do 2º trimestre, que foi de R$ 3,583 bilhões, o banco registrou alta de 12,25%.

É o maior lucro na história do setor para o período, segundo levantamento da consultoria Economatica.

Com isso, no acumulado do ano, o Itaú registra ganhos de R$ 11,222 bilhões.

O resultado foi beneficiado pela queda na inadimplência. A taxa de inadimplência de operações vencidas há mais de 90 dias ficou em 3,9% no terceiro trimestre, um recuo ante os 4,2% do trimestre imediatamente anterior e os 5,1% do período de julho a setembro de 2012.

No mesmo sentido, as despesas com provisões para devedores duvidosos recuaram para R$ 4,53 bilhões no período, valor 25,8% menor ante igual período de 2012 e 7,6% menor do que no segundo trimestre deste ano.

O Retorno Sobre Patrimônio Líquido anualizado (ROE), medida de rentabilidade para bancos, foi de 20,8%, ante 17,5% no mesmo intervalo de 2012.

A carteira de crédito (incluindo avais e fianças) encerrou o terceiro trimestre em R$ 456,5 bilhões, alta de 9,3% ante o mesmo trimestre do ano passado.

 Bradesco e Santander

O Bradesco, que abriu a safra de balanços de bancos brasileiros na semana passada, registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,082 bilhões no terceiro trimestre, alta de 6,5% superior ao mesmo período do ano passado.

Na quinta-feira, foi a vez do Santander divulgar o resultado do terceiro trimestre. O banco reportou um lucro ajustado de R$ 1,407 bilhão, uma queda de 6,3% em relação ao mesmo período do ano passado.
Itaú reforça aposta no mercado de cartões

O Itaú Unibanco reforçou seu foco no setor de cartões ao anunciar no início do mês o lançamento de uma bandeira nacional de cartão de crédito chamada Hiper, que será aceita em toda a rede Redecard, e foi criada a partir da experiência do banco com a bandeira já existente Hipercard.

A intenção é atingir consumidores de diferentes classes sociais, inclusive os brasileiros que contam com cartões de bandeiras internacionais, pois o público nacional tem o costume de utilizar diferentes cartões.

Segundo o banco, o Hiper tem uma base potencial de 40 milhões de clientes, sendo aceita em mais de um milhão de estabelecimentos credenciados pela Redecard. Os não-correntistas também são alvo da instituição.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Em pleno governo do PT, que tanto criticava os LUCROS ABSURDOS DOS BANCOS. Viva o PT, viva os banqueiros!!

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Economia

Banco do Brasil desbanca Itaú e tem maior lucro da história dos bancos

Sem títuloO Banco do Brasil (BBAS3), maior instituição financeira da América Latina, teve o maior lucro líquido da história dos bancos no país, com ganhos de R$ 10,03 bilhões no 1º semestre. Os dados são da consultoria Economatica.

Com isso, o BB desbanca o Itaú Unibanco entre os maiores lucros de bancos privados no país. O lucro de R$ 7,055 bilhões do Itaú Unibanco no 1º semestre é, agora, o segundo maior entre os bancos do país.

Nos últimos quatro anos, o Itaú havia registrado os maiores lucros da história dos bancos brasileiros no primeiro semestre.

Banco do Brasil
O lucro do banco foi puxado pelo forte resultado do 2º trimestre, quando registrou lucro líquido de R$ 7,47 bilhões, cerca de duas vezes e meia acima do resultado positivo obtido um ano antes, impulsionado pela venda de ações de sua área de previdência, seguros e capitalização, BB Seguridade.

No primeiro trimestre, o banco teve lucro líquido de R$ 2,56 bilhões.

O indicador de inadimplência do Banco do Brasil, com dívidas maiores que três meses, caiu para o menor patamar em 11 anos, segundo o balanço do banco.

O banco informou ainda que manteve a política de distribuir 40% do lucro líquido aos acionistas (cerca de R$ 4 bilhões no 1º semestre).

A carteira de crédito ampliada do Banco do Brasil encerrou junho em R$ 638,628 bilhões, expansão de 7,7% ante março e de 25,7% em 12 meses. Os destaques do período foram as carteiras pessoa jurídica e de agronegócios, que registraram aumentos em 12 meses de 28,8% e 32,8%, respectivamente.

Ao final de junho, o BB ampliou sua liderança em crédito no sistema financeiro nacional, atingindo 20,8% de participação de mercado.

Os empréstimos destinados à pessoa física totalizaram R$ 161,550 bilhões no segundo trimestre, aumento de 15,9% em doze meses e de 3,3% sobre março, respondendo por 25,3% da carteira de crédito do banco.

Já os recursos destinados às pessoas jurídicas somaram R$ 300,142 bilhões, com elevação de 28,8% e 5,4%, respectivamente. Esse segmento responde por 47,0% da carteira de crédito total do BB.

Os ativos do Banco do Brasil alcançaram R$ 1,21 trilhão no primeiro semestre de 2013, crescimento de 15,5% em 12 meses, favorecido principalmente pela expansão da carteira de crédito.

O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado (RSPL) no conceito ajustado do BB ficou em 16,4% ao final de junho ante 21,2% visto um ano antes.

O banco também divulgou retorno de 51,8% contra 21,4% em um ano, impactado pela alienação das ações da BB Seguridade. O BB encerrou o segundo trimestre com patrimônio líquido médio de R$ 64,721 bilhões, montante 6,4% superior ao visto em igual intervalo de 2012.

UOL (Com Reuters e Agência Estado)

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Economia

Itaú ganha R$ 7,1 bi no 1º semestre; 2º maior lucro da história

O Itaú Unibanco teve lucro líquido de R$ 7,055 bilhões no 1º semestre, uma alta de 4,83% em relação ao mesmo período do ano passado.

Com isso, o maior banco privado do país registra o 2º maior lucro da história dos bancos brasileiros, só atrás do próprio recorde do ano de 2011, segundo dados da consultoria Economatica.

Nos últimos quatro anos, o Itaú registrou os maiores lucros da história dos bancos brasileiros no 1º semestre.

No 2º trimestre, o Itaú teve lucro líquido de R$ 3,583, alta de 8,44% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado (quando ganhou R$ 3,304 bilhões). O resultado também é 3,2% maior do que os ganhos do 1º trimestre do ano (R$ 3,472 bilhões).

Em bases recorrentes, o lucro do maior banco privado do país foi de R$ 3,622 bilhões no período. No segundo trimestre de 2012, o banco teve lucro líquido recorrente de R$ 3,585 bilhões.

O patrimônio líquido do banco no segundo trimestre atingiu R$ 75,8 bilhões, crescimento de 1,8% em relação ao trimestre anterior.

Apesar da melhora no resultado, o cenário mais desafiador da economia levou o banco a revisar para baixo sua previsão para o crescimento da carteira de crédito, seguindo os passos do rival Bradesco (BBDC4). A previsão de crescimento da carteira de crédito do Itaú para 2013, que estava situada entre 11% e 14%, passou para 8% a 11%.

O banco manteve suas outras estimativas como crescimento de 15% a 18% nas receitas com prestação de serviços e resultado com seguros, previdência e capitalização e despesas com provisões para perdas com empréstimos de R$ 19 bilhões a R$ 22 bilhões.

No balanço divulgado nesta segunda-feira, o banco destacou o crescimento dos empréstimos consignados e dos financiamentos imobiliários, com altas de 13,5% e 8,7% no 2º trimestre, respectivamente.

O spread de crédito líquido, que é a diferença entre os custos de captação e de empréstimo do banco menos os gastos com provisões para calotes, foi de 7,2% no segundo trimestre deste ano, ante 7,4% um ano antes.

UOL (com Reuters)

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Esporte

Fifa vai ter lucro de R$ 10 bilhões com Copa do Mundo no Brasil

R7

Falta mais de um ano para o início da Copa do Mundo, mas a Fifa tem muito a comemorar. Estudo da consultoria BDO aponta que a entidade máxima do futebol vai lucrar  e muito  com o Mundial disputado no Brasil, em 2014: cerca de R$ 10 bilhões.

A estimativa leva em conta as receitas que a Fifa projeta para o Mundial. Direitos de transmissão, patrocínio e licenciamentos compõem o montante, que, segundo o estudo, vai ultrapassar em 36% o faturamento com a Copa do Mundo da África do Sul 2010. O crescimento é ainda maior se comparado ao torneio disputado na Alemanha, em 2006: 110%, a mais.

Os direitos de transmissão são a maior fonte de receita da Fifa, seguida pelo patrocínio. Para a Copa do Mundo 2014, a entidade conta com o apoio de 20 empresas para promover o evento.

Para ajudar, a Fifa ainda terá isenção de impostos durante o Mundial e pouco custo com a preparação do torneio.

Construção de estádios, obras de infraestrutura e o custo para treinar voluntários que vão receber os turistas-torcedores durante a Copa do Mundo saem dos cofres do Brasil, governo Federal, estadual e prefeituras assumem boa parte da conta.

Segundo a Matriz de Responsabilidades da Copa do Mundo, o governo federal vai desembolsar cerca de R$ 27 bilhões em obras de infraestrutura e construção e reforma dos estádios para receber o torneio.

 

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Economia

Lucros bilionários dos bancos privados recuam por causa de calote de R$ 32 bilhões

A economia desaquecida, juros em queda e a escalada da inadimplência derrubaram os lucros dos três maiores bancos privados do país no primeiro trimestre e deixaram uma conta de mais de R$ 32 bilhões em prestações de empréstimos em atraso nos balanços dessas instituições.

Levantamento da Austin Rating mostra que o lucro líquido acumulado por Itaú Unibanco, Bradesco e Santander de janeiro a junho somaram R$ 13,78 bilhões, valor 4,7% menor que os R$ 14,46 bilhões dos primeiros seis meses de 2011.

Os R$ 32 bilhões referem-se a prestações já vencidas. Se consideradas as prestações que ainda não venceram desses contratos em atraso, a conta chega a R$ 81 bilhões, ou quase 10% das carteiras totais de crédito desses bancos, que, no fim de junho, tinham R$ 841,5 bilhões de saldo.

— Esses volumes de atrasos são com certeza um recorde, mas não são preocupantes do ponto de vista de solvência porque esses bancos têm provisões mais que suficientes. E também porque atraso não significa perda e eles irão recuperar boa parte do créditos em atraso — diz Erivelto Rodrigues, presidente da Austin Rating, que estima que as perdas efetivas nas operações dessas instituições devem ficar de 3% a 4% do total das carteiras.

Bancos abusaram dos financiamentos de carros

O elevado índice de inadimplência que essas instituições ostentavam no fim do trimestre passado — de 4,2% na média da carteira do total do Bradesco, de 4,9% do Santander e de 5,2% do Itaú Unibanco — refletem em parte o endividamento elevado de pessoas físicas e empresas, mas também estratégia equivocadas para a concessão de crédito em alguns segmentos, observa Rodrigues. Ele cita os financiamentos a veículos, em que as instituições abusaram de linhas com baixa entrada e prazos muito longos, que resultaram numa explosão de calotes.

A combinação de lucros em queda e apuros na frente dos financiamentos indica, para ele, que 2012 será um ano difícil para os bancos. Bem diferente dos últimos anos, em que mesmo com a crise de 2008 e 2009 conseguiram elevar os lucros e os volumes de suas carteiras de crédito a taxas de dois dígitos.

— Os bancos vão ter que se adaptar ao novo cenário, de juro baixo, mais competição e inadimplência alta — diz.

Fonte: O Globo

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Comportamento

Oportunistas tentam lucrar com morte de Steve Jobs

Enquanto segue mistério sobre se Steve Jobs será ou já foi cremado ou enterrado, sites tentam lucrar com a curiosidade dos fãs que navegam pela internet à procura de notícias.

No site Steve Job’s Funeral (o endereço, www.stevejobsfuneral.com, saiu do ar hoje), que chegou a usar o termo “site oficial do funeral de Steve Jobs”, há a promessa de “transmissão ao vivo” da cerimônia fúnebre, além de fotos do caixão.

Há até mesmo uma imagem de um enterro na primeira página, obviamente falsa. Quando se clica no link, o internauta recebe a seguinte mensagem: “Homenageie Steve e compre uma de suas invenções”. Na sequência, é direcionado para o site de uma loja.

No Facebook também foi montada uma página chamada “RIP Steve Jobs” (descanse em paz, Steve Jobs), que afirma que a Apple prometeu dar 50 iPads de graça. Claro, o usuário acaba caindo num cassino virtual.

Oportunistas surgiram até mesmo de grupos que se declaram religiosos.

Margie Phelps, líder uma igreja ultraconservadora do Kansas, usou sua conta no Twitter para chamar seus seguidores e fazer um protesto no funeral de Jobs. “Nada de paz para um homem que apenas serviu a si mesmo, e não a Deus”, escreveu.

Curiosamente, a mensagem de Phelps no Twitter veio de um iPhone.

Folha.com

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Economia

RN quebra mais um recorde em arrecadação

Outro recorde quebrado na arrecadação do ICMS – Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços, principal fonte de recursos do Estado. Neste mês de agosto foram arrecadados exatos R$ 275.582.768,59, o que supera o mesmo período de 2010, em mais de R$ 34 milhões, algo novo para os cofres do Governo, que nunca faturou tanto nesse período.

Com esses valores, todas as metas estabelecidas pelo Governo são superadas, é o que diz a Presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais do RN, Marleide Macedo.

“Tudo isso fruto do trabalho e da dedicação dos nossos auditores fiscais, cada vez mais qualificados e com mecanismos eficientes de fiscalização e cobrança. É bom também ressaltar que a alta em relação aos oito primeiros meses do ano anterior é de 12,7% ou R$ 233 milhões”, destaca Marleide Macedo.

Esse valor é o maior dos últimos três meses, e segundo os próprios auditores, já foram recolhidos aos cofres públicos somente este ano mais de R$ 2.065 bilhões.

 

Por interino

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Esporte

Neymar dá lucro de R$ 620 mil ao Santos

Folha.com

Os resultados de Neymar dentro de campo são indiscutíveis. Quatro títulos conquistados, entre eles uma Libertadores, em um ano e meio como astro do Santos.
Mas, além dos gramados, é nos cofres da Vila Belmiro que o camisa 11 tem justificado as regalias que recebe.

O plano de carreira pensado para manter Neymar no Brasil, por meio de patrocínios pessoais, aproximou o salário do jogador a quase R$ 1 milhão e gera dividendos também para o Santos.

O contrato entre o clube e o atleta prevê que toda a verba oriunda da imagem de Neymar seja dividida –70% vai para o atacante de 19 anos e 30%, para a agremiação.

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. Tudo perfeito. Ganha todo mundo e para continuar ou melhorar, é tratar a cabeça do atleta para continuar no foco e o mesmo não se desviar de seu objetivo, que é jogar futebol e continuar a ganhar muito dinheiro para si e para o clube.

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