Clima

RN tem previsão de chuvas regulares nos próximos meses; período entre abril, maio e junho pode ter até 500 milímetros no leste potiguar

Foto: Webdesigner/EMPARN

A previsão para a segunda metade do período chuvoso a região semiárida-, que corresponde ao período dos meses de abril, maio e junho- é de ocorrência de chuvas regulares, variando de normal a abaixo de normal. Essa foi a conclusão da análise da Reunião Climática coordenada pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC/PE) realizada ontem(24). O evento contou com a participação e contribuição do chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Bristot além de especialistas de institutos de meteorologia do Brasil.

Essa também é a primeira previsão para o leste do Nordeste. Na oportunidade os especialistas avaliaram as condições oceânicas que indicam a ainda a atuação do fenômeno da La Ñina, que embora ‘fraca’ está presente no Oceano Pacífico. As águas do Atlântico Sul continuam mais frias do que as do Atlântico Norte.“Essas condições oceânicas influenciam de forma negativa para a ocorrência de chuvas no Nordeste pois não favorecem a descida da Zona de Convergência Intertropical que contribuem para a ocorrência de chuvas mais generalizadas para todo estado”, disse Bristot.

Sobre as chuvas ocorridas, da segunda quinzena de fevereiro até agora, o meteorologista avaliou como regulares, principalmente nas regiões do Alto Oeste, Vale do Açu e Seridó como todo. “As chuvas ocorreram com melhor regularidade nestes locais por influência do relevo da região, beneficiando a cadeia da agricultura”, considerou.

Previsão para os próximos três meses

As análises apontam que no interior do RN as chuvas devem ser irregulares, variando de normal a abaixo do normal, com maior concentração na região do Alto Oeste, Seridó e Vale do Açu.

Já no litoral, as condições ainda não estão adequadas para uma análise mais precisa. “Estamos no princípio do outono e as condições do centro de alta pressão do oceano Atlântico Sul e vento- algumas das condições que favorecem a ocorrência de chuvas- ainda estão indefinidas para o litoral do Nordeste. Em meados de abril será possível fazer uma análise mais clara. A indicação no momento é de normalidade, com uma maior concentração e maior ocorrência no litoral sul, na região de Canguaretama e metropolitana de Natal”, analisou Bristot.

Para o período de para abril, maio e junho as médias previstas são as seguintes:

Oeste 250mm

Central 200mm

Agreste 200mm

Leste 500mm

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Saúde

Governo prevê 150 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 no primeiro semestre de 2021

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros Foto: Pablo Jacob

O Brasil deve receber 150 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 no primeiro semestre de 2021. O montante se refere aos imunizantes desenvolvidos pela Pfizer/BioNTech, Sinovac Biotech/Butantan e AstraZeneca/Universidade de Oxford. A previsão foi feita nesta terça-feira pelo secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros.

O governo brasileiro tem, no entanto, apenas um acordo firmado com o laboratório AstraZeneca para aquisição de doses e transferência de tecnologia para produção local na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) até o momento. O Brasil também aderiu à Covax Facility, iniciativa global liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que visa universalizar o acesso a vacinas.

Na semana passada, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou que as primeiras entregas devem ocorrer em janeiro, com um quantitativo de 24,5 milhões de doses juntas dos três laboratórios no mês. Na previsão de Pazuello, seriam 9 milhões de doses da CoronaVac, 15 milhões do imunizante da AstraZeneca e outras 500 mil da Pfizer/BioNTech.

O Ministério da Saúde apresentou na semana passada o Plano Nacional de Imunização incluindo as três diferentes vacinas, apesar de, até o momento, ainda não ter concluído acordos com a Pfizer e com o Instituto Butantan, que é responsável pela produção local da vacina da Sinovac.

Nenhuma vacina recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) até o momento para ser aplicada no país.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Bozo vai comprar 100 milhões de doses da Coronavac…
    Como é que fala, gado? "O homem é bom, o omi é espetacular" kkkkkkk
    Preparem a bundinha, gadoooooooo!
    Mummmmmmmmmm

  2. Galera, como eu consigo um emprego de jumento ou boi no blog, para passar o dia escrevendo besteira???? Falo com BG ou com algum representante político da esquerda radical ou direita extremista??? Agradeço, trabalho para qualquer ideologia dessas..

    1. Esse Bozo se diz de anticomunista, mas pensa como Stalin, e não está nem aí para a quantidade de mortos:

      "Uma única morte é uma tragédia"; Duzentos e cinquenta mil mortes "é uma estatística".

  3. Se essa conversa for igual aquela de que vai privatizar, de que vai combater a corrupção a gente já sabe: vai ter vacina pra meia dúzia….Muiu

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Diversos

Estupro de vulnerável aumenta 62% no primeiro semestre de 2020 no RN, informa Monitor da Violência

Foto: Wagner Magalhães/Arte G1

O portal G1-RN noticia nesta quarta-feira(16) que o estupro de vulnerável consumado aumentou 62% no Rio Grande do Norte no primeiro semestre de 2020 em comparação com o mesmo período do ano passado.

De acordo com o texto, o levantamento é do Monitor da Violência e mostra que nos primeiros seis meses do ano esse crime aconteceu 118 vezes no estado contra mulheres – no ano anterior foram 73. Proporcionalmente, o estudo aponta que esse é o maior crescimento entre os estados do Brasil.

É considerado estupro de vulnerável consumado qualquer conjunção carnal ou ato libidinoso com menores de 14 anos de idade. A pena para esse crime varia de oito a 15 anos de prisão.

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Economia

Com pandemia, RN fecha 15.761 mil vagas de trabalho no primeiro semestre, segundo o Caged

Foto: Ilustrativa

O  Ministério da Economia informa, através de números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado nesta terça (28), que a economia potiguar fechou 15.761 vagas de trabalho com carteira assinada no primeiro semestre de 2020. O saldo é a diferença entre as contratações e a demissões. No semestre foram registrados 56.915 admissões e 72.676 desligamentos no Rio Grande do Norte.

Em todo o país foram 1,19 milhão de vagas fechadas. Foram 7,9 milhões de desligamentos e 6,7 milhões de novas admissões no primeiro semestre deste ano no Brasil. No RN, junho foi o único mês com saldo positivo nas vagas. Foram registrados 9.469 admissões e 7.723 demissões, um saldo de 1.746 vagas. O pior mês em relação a perda de vagas no RN foi abril, mês em que tiveram início as restrições ao funcionamento do comércio por causa da pandemia do novo coronavírus. Naquele mês, foram registrados 13.703 desligamentos e 4.613 admissões.

Com acréscimo de informações do G1

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Política

Maia espera aprovar reforma administrativa no primeiro semestre

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse nesta segunda-feira(10) que espera aprovar a reforma administrativa ainda no primeiro semestre deste ano. Ressaltou, no entanto, que as disputas em torno da reforma tributária, já em tramitação na Casa, devem ser maiores do que as da administrativa, mesmo admitindo que pode haver conflito com os servidores públicos.

“Claro que todos os sistemas onde a gente tem distorções eles estão beneficiando alguém e prejudicando milhões. Não é diferente nem no administrativo nem no tributário. Então, enfrentamentos nós teremos, mais no tributário do que no administrativo, já que o governo decidiu que é melhor uma reforma para os novos servidores”.

Em palestra para empresários, em café da manhã na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Maia destacou que os servidores públicos devem ser tratados com respeito e que o uso de termos pejorativos atrapalha o debate. “Todos devem ser tratados com muito respeito. Eu acho que o enfrentamento feito com termos pejorativos, que gera muito conflito, nos atrapalha no nosso debate, de mostrar a alguns setores que a sociedade não aceita mais concentrar riqueza para muito poucos”, disse, se referindo à declaração, na sexta-feira (7), do ministro da Economia, Paulo Guedes, que classificou os funcionários públicos como “parasitas”, em palestra na Fundação Getulio Vargas.

Para Maia, o fato de a proposta de reforma administrativa tratar apenas dos novos servidores, vai ajudar a diminuir os conflitos e ajuda na tramitação, “para que a gente possa concentrar nossos esforços na reforma tributária”.

“Você muda o conceito de estabilidade, de promoção. Promoção no serviço público não faz muito sentido. Promoção por mérito, por produtividade. Claro, você vai ter dois sistemas funcionando um contra o outro, mas com os anos o antigo vai acabar. Mas nós temos que respeitar, querendo ou não, gostando ou não, os direitos que foram adquiridos. Mas não inventar novos direitos adquiridos”.

O deputado Rodrigo Maia disse aos empresários que a base da discussão da reforma tributária será a Proposta de Emenda à Constituição 45/2019, do deputado Baleia Rossi (MDB-SP). E alertou que se a reforma tributária não for aprovada, o Brasil não vai crescer.

O presidente da Câmara dos Deputados disse que o debate não pode ser feito com soluções que beneficiem apenas uma parcela da população. “Eu tenho me esforçado pessoalmente para que a gente consiga fazer um debate sério. Às vezes alguns vêm para o debate com informações que não são verdadeiras e ficam inventando soluções que só resolvem seus próprios problemas. Achar que cria uma nova CPMF [Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira], que vai ser o imposto único, com essa quantidade de problemas tributários que nós temos, e que isso ainda vai desonerar a folha, não está trabalhando com dados corretos”.

Maia se disse confiante na criação de um imposto sobre valor agregado (IVA) nacional, com uma transição de 10 anos no sistema tributário.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

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Economia

Compras com cartões crescem 18% no primeiro semestre

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Os cartões movimentaram R$ 850 bilhões no 1º semestre do ano, com crescimento de 18% em relação aos seis primeiros meses de 2018. Os cartões de crédito registraram R$ 534,4 bilhões (alta de 18,8%), os cartões de débito, R$ 308 bilhões (alta de 16%), e os cartões pré-pagos, R$ 7,4 bilhões (alta de 70,4%). Os dados, divulgados nesta quarta-feira (28) são da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Apenas no 2º trimestre, a alta do setor foi 19% – maior crescimento em sete anos (desde março de 2012) –, com destaque para o uso do cartão de crédito, que cresceu 19,7%. “Estamos vivendo um processo de digitalização dos pagamentos, no qual temos cada vez mais consumidores de todo o País usando os cartões e outros meios digitais, seja presencialmente, seja pela internet ou aplicativos, e também cada vez mais lojas e prestadores de serviços aceitando esse tipo de transação”, afirma o presidente da Abecs, Pedro Coutinho.

A quantidade de compras com cartões de crédito, débito e pré-pagos no período ultrapassou a marca de R$ 10,3 bilhões, o equivalente a 40 mil transações a cada minuto.

CPMF

A possível aprovação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o imposto sobre transações financeiras, pode, porém, segurar o crescimento do setor. “A CPMF pode atrapalhar, sim. Mas não acho que a população vai deixar de usar cartão, depois de aprender a usar um meio de pagamento sem fricção, e voltar a encher o bolso de dinheiro”, afirmou o presidente da Abecs, Pedro Coutinho. Ele disse ainda que o assunto é novo e não foi colocado em assembleias da associação.

Concessão de crédito

Análise dos dados da Abecs e do Banco Central mostra que o volume movimentado pelo cartão de crédito no primeiro semestre foi responsável por 68,4% de todo o crédito concedido à pessoa física para o financiamento ao consumo de bens e serviços no Brasil.

Em paralelo ao crescimento dos meios eletrônicos de pagamento, a parcela de brasileiros que usam o cartão de crédito de forma consciente continua alta. Pesquisa da Abecs mostra que 9 em cada 10 consumidores pagam o valor integral da sua fatura e, portanto, não recorrem a nenhum tipo de financiamento. Além disso, dados do Banco Central mostram que o índice de inadimplência do cartão mantém-se em baixa, chegando a 5,8% em junho de 2019, um dos menores patamares da série histórica e abaixo da taxa de atraso do crédito pessoal (7,4%).

Para o diretor executivo da Abecs, Ricardo Vieira, o resultado dessa pesquisa mostra que o brasileiro vem usando o cartão de crédito de forma consciente. “Quando se tem 90% da população que liquida a sua fatura integralmente no vencimento, mostra que o brasileiro usa o cartão de uma forma inadequadamente como se costuma atribuir. Tem um percentual de 2% que usam o rotativo, mas a grande maioria liquida sua fatura no vencimento, dos 10% que não liquidam, 8% desses parcelam, com juros muito menores que do rotativo”, analisa Vieira.

Segundo Vieira, outro fator é a queda nos juros do rotativo. “O saldo do rotativo tem caído ao longo do tempo, isso significa que cada vez menos tem gente usando o rotativo, e quando usa o prazo médio é 15 dias por ano”.

Compras

Os pagamentos realizados pela internet ajudaram a impulsionar o resultado do setor e, ao lado de outras compras não presenciais, já representam 21% do volume movimentado com cartões de crédito. Foram R$ 112,2 bilhões transacionados em canais remotos, com crescimento de 26% em comparação com o 1º semestre de 2018.

Citado por 69% dos consumidores, o celular é o canal de acesso preferido pelos usuários para as compras pela internet, segundo pesquisa da Abecs realizada pelo Datafolha. Em junho do ano passado essa participação era de 58%. Em seguida, estão o laptop (33%), desktop (30%) e tablet (3%). A pesquisa aponta ainda que, independentemente do meio de acesso, 83% dos consumidores usam o cartão de crédito como meio de pagamento nas compras online.

Uso internacional

Segundo dados do Banco Central, o uso do cartão de crédito por brasileiros no exterior somou R$ 16,7 bilhões (US$ 4,3 bilhões), registrando um avanço de 5,3% em relação ao 1º semestre do ano passado. Por outro lado, os gastos de estrangeiros no Brasil tiveram incremento de 2%, chegando a R$ 8,5 bilhões (US$ 2,2 bilhões).

Custo de aceitação

Os números da Abecs mostram que, nos últimos dez anos, a taxa média cobrada nas transações com cartões, conhecida como MDR (Merchant Discount Rate), teve uma redução de quase 25%. Apenas entre o segundo trimestre de 2018 e o mesmo período de 2019, a taxa saiu de 2,12% para 1,91%. Para a associação, é o reflexo do aumento da concorrência no setor, com a chegada de novas empresas credenciadoras e maior diversificação dos modelos de negócio.

Agência Brasil

 

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Economia

Brasil criou 408 mil novos postos de trabalho no primeiro semestre, melhor resultado desde 2014

Foto: (Arquivo/Marcello Casal jr/Agência Brasil)

O Brasil abriu 48.436 vagas com carteira assinada em junho deste ano, segundo os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados na manhã desta quinta-feira (25). Este é o melhor resultado para o mês desde 2014.

O saldo positivo é fruto da diferença entre as 1.248.106 contratações e as 1.199.670 demissões.

Um outro dado relevante: no primeiro semestre deste ano, foram criados mais 408.500 postos de trabalho ( 8.221.237 admissões e 7.812.737 desligamentos), o maior saldo para o período desde 2014 quando foram criadas 588.671 vagas. No mesmo período do ano passado, o saldo foi de 392.461 vagas.

Com informações da Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Os maiores resultados com certeza virão após a aprovação de algumas reformas no congresso( previdência, tributária, etc), o Brasil dentro de pouco tempo vai começar a ganhar velocidade nos trilhos… Pq na linha ele já está!! Kkkk

    #ochoroelivre

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Diversos

Número de aprendizes no país cresce 13,6% no primeiro semestre

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O número de aprendizes encaminhados pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) às empresas cresceu 13,6% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. O total de aprendizes somou 247.679 de janeiro a junho, de acordo com o Boletim Estatístico do CIEE divulgado nesta segunda-feira (22), em São Paulo. Em relação aos estagiários, o total foi 868.468 pessoas encaminhadas, com crescimento de 3,8%.

Nos primeiros seis meses deste ano, de acordo com a pesquisa, 68,8% dos aprendizes eram jovens já formados no ensino médio, enquanto 26% ainda estavam cursando o ensino médio. O estudo revelou também que 4,6% dos aprendizes estavam no ensino fundamental. Quanto aos estagiários, 77,4% são do ensino superior, 18,9% do ensino Médio e 3,3% do ensino técnico.

A pesquisa apontou que houve alta de 6,6% no número de vagas abertas, passando de 203.062 vagas no primeiro semestre de 2018 para 216.462 no mesmo período deste ano. Já as contratações aumentaram 3%, subindo de 176.028 contratos fechados nos primeiros seis meses de 2018 para 181.248 até junho deste ano.

O estudo mostrou que estudantes do sexo feminino são maioria no mercado, respondendo por 65% das vagas ocupadas de estágio e 52,7% das vagas de aprendiz.

Os cursos com maior número de estagiários no país são direito, pedagogia, administração, ciências contábeis, engenharia civil, tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas, psicologia, educação física, ciência da computação e arquitetura e urbanismo, nessa ordem.

Agência Brasil

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Diversos

Brasil registra mais de 26,1 mil assassinatos no primeiro semestre; Roraima, RN, Ceará e Acre lideram entre estados mais violentos

Ao menos 26.126 pessoas foram assassinadas no primeiro semestre deste ano no Brasil. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, uma ferramenta que permite o acompanhamento dos dados de vítimas de crimes violentos mês a mês no país. O número de vítimas é ainda maior que esse – isso porque a estatística não comporta os dados totais de três estados (Maranhão, Paraná e Tocantins), que não divulgaram todos os números.

O número consolidado até agora contabiliza todos os homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte, que, juntos, compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais. Houve uma média de 4.350 casos por mês.

O mapa faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O levantamento revela que:

Ao menos 26,1 mil pessoas foram assassinadas no Brasil no 1º semestre
A taxa de mortes violentas a cada 100 mil habitantes foi de 12,5 no país
Roraima foi o estado com a maior taxa: 27,7. Ele é seguido por Rio Grande do Norte (27,1), Ceará (26) e Acre (26)
São Paulo tem a taxa mais baixa, de 3,8 a cada 100 mil
Maranhão, Paraná e Tocantins são os únicos estados que não informam os dados completos dos seis meses

Veja as taxas de assassinatos por 100 mil habitantes de cada estado; dados incluem homicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte (Foto: Igor Estrella/Arte)

Bruno Paes Manso, pesquisador do NEV-USP, destaca a situação de Roraima, afirmando que, caso o ritmo de mortes se mantenha, o estado pode dobrar o total de mortes em relação ao ano anterior. Ele lembra a crise humanitária vivida na Venezuela, que criou uma instabilidade política na região, o que fragiliza as instituições políticas locais.

“Nesses cenários, se multiplica a oportunidade de ação para indivíduos e grupos que tentam se impor pela violência. O crescimento das taxas de homicídio é o principal sintoma da fragilização da legitimidade das instituições democráticas na região”, diz Bruno Paes Manso, do NEV-USP.

No geral, a situação é mais grave nos estados das regiões Norte e Nordeste do país, que ocupam as dez primeiras posições do ranking nacional de homicídios.

Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, ressalta que a violência gera efeitos em diversas áreas do país, como saúde, economia e educação. Diante dos impactos, ela destaca o fato de o governo federal ainda não ter um sistema nacional de monitoramento de criminalidade para subsidiar ações e prestar contas à sociedade.

“Saber onde acontecem os principais crimes, como eles ocorrem e quais suas principais vítimas são o primeiro passo para qualquer ação que tenha por objetivo interromper a violência”, diz Samira Bueno, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Transparência pública

Desde o início do ano, jornalistas do G1 espalhados pelo país solicitam os dados via Lei de Acesso à Informação, seguindo o padrão metodológico utilizado pelo Fórum no Anuário Brasileiro de Segurança Pública. As assessorias das secretarias da Segurança também são requisitadas.

O objetivo é, além de antecipar os dados e possibilitar um diagnóstico em tempo real da violência, cobrar transparência por parte dos governos.

Três estados ainda não têm todos os dados referentes a junho. Dois deles também não informam os números de abril e maio. Veja a justificativa de cada um deles:

Maranhão: Segundo a Secretaria de Segurança Pública, os números de junho de todo o estado ainda não foram consolidados pelo governo.

Paraná: A Secretaria da Segurança Pública diz que o setor de estatística tem quatro ciclos de qualidade da informação e foram identificados problemas com números de alguns municípios. Por isso, não há dados fechados de abril, maio e junho.

Tocantins: A Secretaria de Segurança Pública não informa os dados separados desde fevereiro. A SSP diz que o setor de estatística não consegue disponibilizar os números mês a mês devido à dificuldade de algumas delegacias em enviar os dados de cada período. Os dados dos últimos dois meses ainda não foram consolidados. Só há o dado de janeiro disponível no mapa.

Como os números ainda serão revisados pelos governos até o fim do ano, não é possível fazer uma comparação precisa com dados de 2017. Em todo o ano passado, por exemplo, foram 59.103 homicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte, segundo levantamento feito pelo G1.

Página especial

Na página especial, é possível navegar por cada um dos estados e encontrar dois vídeos: um com uma análise de um especialista indicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e outro com um diagnóstico de um representante do governo.

Ambos respondem a duas perguntas:

Quem são os grupos/pessoas que mais matam no estado, por que eles matam e como isso mudou ao longo da última década?

O que fazer para mudar esse cenário?

Apenas 3 dos 27 governos estaduais não enviaram respostas às questões em vídeo: Bahia, Ceará e Rio de Janeiro. Juntos, eles respondem por mais de 1/4 das mortes violentas no ano passado.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Fora a falta de alguns estados, acho que os estatísticos tem uma base de dados suficientemente detalhada para ser explorada e responder coisas mais pertinentes, do tipo: Quantos tinham passagem na polícia? Quantos tinham relação com droga, ou associação com pessoas criminosas?

    Uma guerra civil acontecendo, e o poder federal nada faz. Quantos rios de janeiros precisarão ocorrer? Exército já provou não dar conta, há que se pensar em alternativas.

    Tem que revereter todo o apurado dos criminosos para a polícia, de maneira célere.

  2. Caso a senadora do "gópi" ganhe a eleição ao governo, o RN assumirá a liderança. "Forza", PT! Mas, de qualquer forma, "parabéns" pela vice liderança no "ranking" de homicídios.

    1. Eu vejo o índice do Brasil. Toda essa onda de violência que estamos presenciando foi fruto dos governos de esquerda (PT e PSDB) que são especialistas em defender bandidos (corruptos, homicidas, estupradores, traficantes…). O Ceará é governado pelo PT (associado com o /ciro e sua turma) e o RN por um governador que se elegeu coligado com o PT, com Fátima, Mineiro e cia. Quanto ao seu Wellington Dias, está com dificuldades de reeleição, inclusive de ordem judicial, para não fugir à regra petistas. Mas o que importa mesmo é a situação nacional. Essa diz tudo o que precisamos saber sobre o assunto.

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Segurança

Cai 39% o número de homicídios na cidade mais violenta do Brasil no primeiro semestre

Foto: Leticia Pontual | Agência O Globo

Enfim, uma boa notícia para Queimados (RJ). O município, apontado em junho como o mais violento do Brasil pelo Ipea, apresentou estatísticas melhores no primeiro semestre.

De acordo com dados inéditos da Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, o volume de homicídios dolosos em Queimados de janeiro a junho caiu 39% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram 51 homicídios no período, frente a 84 no primeiro semestre de 2017.

A letalidade violenta — termo que soma o número de vítimas de homicídios dolosos, lesões corporais seguida de morte, latrocínio e auto de resistência — caiu 33%, de 95 ocorrências no primeiro semestre do ano passado para 64 este ano.

Queimados foi o triste protagonista do “Atlas da violência”, lançado pelo Ipea em junho com dados de 2016, com a maior taxa de mortes violentas a cada cem habitantes no país.

Lauro Jardim – O Globo

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Diversos

FOTOS: Nova sede do SINE Natal será entregue neste primeiro semestre

Fotos: Solano Braz

A construção da nova sede do Sistema Nacional de Emprego (SINE), em candelária, está com 90% das obras concluídas. O secretário da Sethas e coordenador do Governo Cidadão, Vagner Araújo visitou, na tarde desta terça-feira (24), as novas instalações e adiantou que o prédio será entregue ainda neste semestre e que a entidade vai trabalhar não só com a intermediação de emprego, mas fará um trabalho de identificação e busca ativa de oportunidade de trabalho e na preparação das pessoas para ocuparem vagas no mercado, prioridade defendida pelo gestor desde da sua posse como secretário da Sethas.

“A ideia é de que o sistema passe a ter uma denominação como Cidade do Emprego ou Central do Emprego do Rio Grande do Norte. Isso está sendo estudado, mas nesse momento estamos avaliando, inclusive, a possibilidade de uma denominação maior, mais pujante, que tenha mais relação com o novo conceito que o órgão vai ter”, esclarece Vagner.

A sub secretária do Trabalho, Olga Cristina acompanhou a visita e reconheceu obra como umas das grandiosas do Governo do RN e afirmou que a população será ainda mais beneficiada com a política de emprego que é desenvolvida pelo SINE. “O prédio estava desativado, vamos reativá-lo e facilitar a transição dos trabalhadores entre os diferentes postos de trabalho, contribuindo para sua reinserção no mercado de trabalho”, disse.

A nova sede do SINE foi construída com recursos do Acordo de Empréstimo com o Banco Mundial, com investimento de R$ 2,9 milhões. Além da obra – que garante acessibilidade em sua totalidade – a entidade vai receber equipamentos de informática e mobiliário, numa área construída de 1880 m², com estacionamento para 74 vagas.

SOBRE O SINE

De Janeiro de 2014 a Fevereiro de 2017 foram contabilizadas 125 mil pessoas cadastradas no sistema. O órgão intermediou e encaminhou 30 mil pessoas para a inserção profissional. No total, foram oferecidas 13.430 vagas e destas 3.332 foram ocupadas.

Opinião dos leitores

  1. O governador Robinson Faria já perdeu muitos votos dos servidores da SETHAS pois está sub secretaria OLGA PINTO persegue todo mundo dizem que a desculpa pra não botarem ela pra fora e porque o marido e promotor… GOVERNADOR ABRA DO OLHO QUEM DA VOTOS SÃO SUAS LIDERANÇAS… E NÃO PROMOTORZINHO…. SE LIGUE ROBINSON FARIA……

  2. E acham o número de trabalhadores inseridos no mercado de trabalho muito? Nota-se que essa Sub secretaria não entende nada do SINE.

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Polícia

Roubo de carros e motos no RN aumenta 13% no primeiro semestre

O primeiro semestre de 2017 registrou 4.220 veículos roubados no Rio Grande do Norte. Os números representam um aumento de 13% comparado ao ano passado. Os dados foram levantados pela Secretaria de Estado e da Segurança Pública e Defesa Social(Sesed).

Segundo a Sesed, por outro lado, o índice de recuperação de carros e motos chegou a 56,8% entre janeiro e junho deste ano, representando 2.937 veículos recuperados.

O levantamento ainda mostra a média de um carro, motocicleta ou veículo de grande porte roubado por hora.

Opinião dos leitores

  1. A polícia deve encontrar os receptadores desses roubos. Deve haver um comércio muito lucrativo de peças roubadas. Será que em tempo de drones é difícil encontrar onde se encontra os desmanches?
    Outra solução é usar rastreadores nos carros. Precisamos usar a tecnologia a nosso favor, já que os bandidos têm o judiciário trabalhando por eles.

  2. E o governador falando que o seu governo, deixará um legado na Segurança Pública do Rio Grande do Norte. Só se for dos recordes de ocorrências.

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Finanças

Divisão de Precatórios do TJRN bate recordes e paga mais de R$ 20 milhões no primeiro semestre

 Em meio a um trabalho de reformulação de seus procedimentos e implantação do Sistema de Gerenciamento de Precatórios (SIGPRE), a Divisão de Precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) tem registrado recordes nos pagamentos realizados pelo setor. Apenas nos seis primeiros meses de 2014 já foram pagos R$ 20 milhões. A Divisão conseguiu aumentar em 127% o número de pessoas beneficiadas em comparação com o mesmo período de 2013.

O bom momento da Divisão de Precatórios remonta ao ano passado, quando foram pagos R$ 30 milhões em Precatórios e Requisições de Pequeno Valor (RPVs), valor mais alto já registrado de pagamentos pela Divisão, não havendo registros anteriores de que alguma outra gestão do TJRN tenha conseguido pagar valores superiores. No primeiro semestre de 2013, o TJRN beneficiou quase 700 pessoas com o recebimento dos valores.

Projeção nacional

O TJRN foi o único tribunal estadual que apresentou a evolução de seu setor de Precatórios em reunião nacional promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), promovida em Brasília (DF), em julho. A juíza Tatiana Socoloski mostrou aos presentes um panorama do TJRN, com suas 65 comarcas, 223 unidades judiciárias e mais de 482 mil processos em andamento. Em seguida, exibiu a realidade encontrada pela atual gestão na Divisão de Precatórios, com todas as atividades realizadas pelos servidores, sem qualquer automatização, para então mostrar como está sendo desenvolvido e implantado o SIGPRE.

O sistema tornará todo o trabalho do setor automatizado, desde a emissão do ofício requisitório pelo juiz, até o pagamento do precatório ou Requisição de Pequeno Valor (RPV) pelo Banco do Brasil. Após a apresentação, a magistrada Tatiana Socoloski foi procurada por juízes de diversos tribunais, entre eles de São Paulo, Rio Grande do Sul e Piauí, que propuseram reuniões para troca de informações e experiências, diante da evolução registrada no Rio Grande do Norte.

TJRN

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Educação

ProUni oferta 191 mil bolsas no primeiro semestre

O Programa Universidades para Todos (ProUni) oferta no primeiro semestre deste ano 191.625 bolsas em 1.116 instituições privadas de educação superior. São 131.636 bolsas integrais e 59.989 parciais. O número de bolsas ofertadas aumentou 18% na comparação com o primeiro semestre de 2013. As inscrições para o ProUni foram abertas hoje (13), e o prazo vai até as 23h59 da sexta-feira (17).

Os cursos com maior oferta de vagas são administração (21.252), pedagogia (14.773), direito (13.794) e ciências contábeis (10.883). O estado de São Paulo é o que tem o maior número de vagas disponíveis no ProUni. São cerca de 64,3 mil, seguido de Minas Gerais, com 19,5 mil, e Paraná, com 16,5 mil.

As vagas desta edição do ProUni estão distribuídas em 25,9 mil cursos. No total, 991 municípios tem instituições particulares que participam do ProUni.

“O apoio da família, o esforço dos estudantes e as políticas públicas estão permitindo muito mais acesso, a universidades, de pessoas que nunca conseguiram chegar”, destacou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

As bolsas integrais são para os estudantes com renda bruta familiar, por pessoa, até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais pagam 50% da mensalidade e são destinadas aos candidatos com renda bruta familiar até três salários mínimos por pessoa. O bolsista parcial poderá usar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para custear o restante da mensalidade.

No momento da inscrição, o estudante pode fazer até duas opções de curso. A primeira chamada dos estudantes pré-selecionados no ProUni será divulgada no dia 20 de janeiro e a segunda no dia 3 de fevereiro. Os estudantes que não forem pré-selecionados nas duas chamadas regulares podem participar da lista de espera.

Pode se inscrever no ProUni quem não tem diploma de curso superior. O estudante precisa ter feito a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 e obtido no mínimo 450 pontos na média das notas. O candidato não pode ter tirado 0 na redação e precisa ter cursado o ensino médio na rede pública ou, com bolsa integral, na rede privada. Também pode concorrer pessoas com deficiência e professores da rede pública de ensino.

No caso dos professores, é preciso estar no efetivo exercício do magistério da educação básica e integrando o quadro de pessoal permanente da instituição pública e concorrer a bolsas exclusivamente nos cursos com grau de licenciatura. Nesses casos, não há requisitos de renda.

Agência Brasil

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