Diversos

BNDES anuncia lucro recorde de R$ 20,7 bilhões em 2020

Foto: © Marcello Casal jr/Agência Brasil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 20,7 bilhões em 2020, resultante da oferta pública de ações da Petrobras, realizada em fevereiro, da venda de ações da Vale e da Suzano, e das receitas com dividendos de empresas que receberam investimentos. O valor representa uma alta de 17% em relação ao lucro de 2019: R$ 17,7 bilhões. Os dados foram apresentados hoje (12), no Rio de Janeiro, pela diretoria do banco, em entrevista com transmissão virtual.

No quarto trimestre de 2020, o BNDES teve lucro líquido de R$ 7,0 bilhões, que, de acordo com a instituição, é um desempenho fortemente influenciado pelo resultado de participações societárias, principalmente as alienações de ações de Suzano e Vale, cada uma contribuindo com um lucro líquido de R$ 2,4 bilhões.

Para o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, “o banco teve um desempenho bem robusto” e um papel crucial em ações para o enfrentamento da pandemia que atinge a economia brasileira. “Quando uso esse adjetivo me refiro a robusto em várias perspectivas, tanto no aspecto de execução de ações anticíclicas e entregas à sociedade que o banco fez no ano passado, como robusto também na performance e na execução da estratégia do banco, que, desde o início dessa gestão, a gente tem deixando clara, e o ano passado foi um ano de amadurecimento relevante dessa estratégia, e robusto também sob a ótica financeira”, disse.

Saúde

Montezano destacou a atuação do BNDES na área de saúde, considerada por ele como inovadora, com medidas emergenciais que permitiram a compra de equipamentos, luvas, álcool em gel e, mais recentemente, de oxigênio para atender às necessidades das unidades de atendimento a pacientes com a covid-19.

“O banco conseguiu puxar e trazer de volta mais do que nunca o seu S de social. Ter suas ações, decisões e operações vinculadas e direcionadas ao impacto da sociedade. O banco conseguiu, numa situação delicada e em um momento desafiador em termos sanitários, econômicos e psicológicos, uma bela entrega para o Brasil”, externou.

A ação total do BNDES – desde a linha de frente de combate à covid-19 até a saúde financeira de empresas do setor – somou R$ 155,4 bilhões. Com esse valor atualizado até março, foi possível ter 1,7 mil equipamentos médicos, 2,9 mil leitos dedicados à pandemia e quatro milhões de testes diagnósticos para a covid-19.

“Essa linha continua aberta e, para cada real doado por terceiros, o BNDES coloca mais um. Foi uma parceria do BNDES com a sociedade brasileira com mais de 30 empresas atuando focadas no impacto do propósito”, revelou.

Pequenas e médias empresas

Outra área de destaque, segundo o presidente do BNDES, foi o apoio do banco às pequenas e médias empresas, que, pela primeira vez na sua história, ofereceu em 2020 mais recursos para pequenas e médias empresas do que para as grandes.

Do total de desembolsos, 52% foram destinados a essas empresas. Esses desembolsos a micro, pequenas e médias empresas atingiram R$ 34,1 milhões no ano passado, representando uma elevação de 27% em relação a 2019.

“O banco conseguiu apoiar, como nunca antes na sua história, de forma relevante direta e indireta, os pequenos e médios empresários brasileiros. O total dessas ações para as pequenas empresas e pessoas físicas, através do repagamento do PIS/Pasep [Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público] atingiu R$ 155 bilhões, número histórico na marca do banco na atuação neste segmento econômico”, afirmou, acrescentando que o total de empresas impactadas por esses produtos superou a 460 mil, com mais de dez milhões de empregos beneficiados. “Temos muito ainda a entregar para a sociedade”, completou.

Desembolsos

Também em 2020, os desembolsos do banco totalizaram R$ 64,9 bilhões, o que significa um aumento de 17% frente a 2019. O financiamento a comércio e serviços subiu 66% na comparação com o ano anterior e atingiu R$ 10,3 bilhões, puxado pelas medidas anticíclicas de combate à crise da covid-19.

A infraestrutura também teve destaque com R$ 24,8 bilhões em desembolsos, sendo R$ 15,8 bilhões para os subsetores de energia e R$ 5,9 bilhões para os transportes rodoviário e ferroviário. Os dois lideraram os volumes de operações.

Em 31 de dezembro de 2020, o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) foi responsável por 40,5% das fontes de recursos do BNDES e o Tesouro Nacional por 25,1%. Na mesma data, o valor devido pelo banco ao Tesouro Nacional alcançou R$ 195,3 bilhões. Em 2020, ingressaram R$ 17,8 bilhões do FAT e o volume de recursos do fundo com o banco somou R$ 315,0 bilhões em 31 de dezembro.

Patrimônio líquido

O patrimônio líquido do BNDES aumentou de R$ 104,8 bilhões ao fim de 2019, indo para R$ 113,0 bilhões em 31 de dezembro de 2020. O lucro líquido de R$ 20,7 bilhões foi atenuado pelo ajuste negativo de avaliação patrimonial, particularmente de participações societárias em não coligadas e pelo registro dos dividendos mínimos obrigatórios de R$ 4,9 bilhões.

Inadimplência

No fechamento do ano, a inadimplência acima de 90 dias recuou de 0,84% para 0,01%, desconsideradas as operações com honra da União. Com isso, retornou ao patamar de 2013, ficando abaixo da inadimplência média do Sistema Financeiro Nacional que atingiu 2,12% em 31 de dezembro de 2020.

O índice de renegociação chegou a 51,26% dos créditos naquela data, e, conforme a instituição, foi fortemente impactado pela suspensão temporária, no segundo trimestre, por prazo de até seis meses de amortizações de empréstimos contratados junto ao BNDES, nas modalidades direta e indireta, às empresas afetadas pela crise, medida conhecida no mercado como standstill, que alcançou 43% da carteira total.

“Essa medida foi tomada logo no início da pandemia no Brasil, quando ainda eram imprevisíveis os impactos da covid-19 no caixa das empresas. Apenas com essa suspensão de pagamentos, o BNDES beneficiou empresas que empregavam cerca de 2,5 milhões de pessoas”, informou o banco.

As despesas com pessoal em 2020 ficaram no mesmo patamar de 2019 e terminaram o ano em R$ 2 bilhões, o que inclui saúde e previdência.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Na era do ex-presidiàrio era muito difícil uma pequena e média empresa pegar empréstimo no BNDES como ocorre agora, e sim para financiamento de obras em Cuba,Venezuela, argentina e países comunistas da África, enquanto as obras de transposição do Rio São Francisco e muitas outras obras de infraestruturas no Brasil ficaram paradas.
    O BNDES pegou empréstimo para ceder estes valores a esses países , que deram calotes.

  2. Uma coisa que eu nunca vou compreender é o pq da comemoração dos lucros do banco. Na nossa vida diretamente isso muda em que? Vai encher o bolso dos banqueiros e já abastardos financeiramente, mas do trabalhador: Não muda nada! Pra quem trabalha dia a dia no batente o que muda é o preço da cesta básica. Tire suas conclusões para quem está sendo estruturada a política do país… Bolsonaro tem nojo de pobre.

  3. Quando a política tem a lógica capitalista o dinheiro fica nas mãos dos grandes empresários e dos bancos, enquanto o povo come feijão e arroz a preço de ouro. Na venda dos botijões de gás e combustível, quem sai perdendo o poder financeiro?

    1. Jeniu, se desfazendo massivamente de ativos da União seria impossível não lucrar, compreende? Bota o Tico e o teco pra funcionar, você consegue.

  4. Volta LULA LADRÃO!!
    Só assim da prejuízos.
    O dinheiro é investido nos países vizinhos comandados pela Odebrecht.
    Volta LULA LADRÃO!!!
    É isso que o brasileiro quer??
    Duvido.
    Bolsonaro
    2022.
    Primeiro turno.

  5. Curioso, minha renda anual é de 100 mil, perco meu emprego, vendo minha casa por 200 mil e digo pra todo mundo que ganhei mais dinheiro que nos anos passados…

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Economia

BNDES volta a devolver dinheiro ao Tesouro, com antecipação de R$ 38 bilhões

Foto: Agência O Globo

O Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) fará a devolução antecipada de R$ 38 bilhões ao Tesouro Nacional, anunciou o banco na manhã desta segunda-feira. O pagamento vai acontecer nas próximas semanas, tão logo sejam feitos os trâmites legais necessários.

Em comunicado, o BNDES diz que a decisão mantém a sequência de amortizações antecipadas de dívidas com a União que vêm sendo feitas, “levando em consideração o planejamento financeiro e a governança do banco, fundamentada em análises de liquidez, fluxo de caixa, riscos e jurídica”.

De acordo com a nota, o saldo remanescente das dívidas (antes do atual pagamento) entre o BNDES e o Tesouro é de aproximadamente R$ 160 bilhões, “além do instrumento especial de capital próprio (IECP) no montante de R$ 36 bilhões”.

Desde dezembro de 2015, o BNDES vem fazendo devoluções antecipadas de contratos de empréstimos fechados entre o banco e a União. Ao longo dos governos Lula e Dilma, o banco tinha o caixa reforçado com recursos do Tesouro, em contratos com prazos a perder de vista, a serem emprestados em operações de crédito ou participações societárias. Com a crise fiscal do país, esses montantes começaram a ser devolvidos antecipadamente.

Em 2019, foram retornados R$ 123 bilhões ao Tesouro, sendo R$ 100 bilhões em empréstimos antecipados. No total, já foram devolvidos R$ 409 bilhões. Em 2020, com a pandemia, o BNDES suspendeu esses repasses, justificando que concentraria esforços em medidas para combater efeitos da Covid-19.

Em paralelo, ao longo de 2020, o banco teve resultado meteórico em seu plano de desinvestimento. Levantou R$ 47 bilhões com vendas de ações que detinha em grandes companhias, como Petrobras e Vale, por meio do BNDESPar, seu braço de participações. É o equivalente a mais da metade da meta estipulada pela instituição para ser cumprida até o fim de 2022.

Aviso do TCU

O BNDES também afirmou na nota que recebeu um ofício do Tribunal de Contas da União (TCU) afirmando haver irregularidade em empréstimos concedidos a instituições financeiras controladas, “inclusive o BNDES, firmados mediante a emissão direta de títulos públicos”.

O tribunal deu prazo de 60 dias para que o Ministério da Economia, junto com as instituições financeiras federais, lhe enviem um cronograma detalhado de devolução dos valores à União.

“Análises adicionais acerca do cronograma solicitado pela recente decisão do TCU serão efetuadas ao longo das próximas semanas, e eventuais informações relevantes serão divulgadas tão logo aprovadas nas alçadas competentes do banco”, afirmou a nota do BNDES.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. O país não tem projetos. O homem racional não consegue ver objetividade nesse governo federal a tendência é sobrar dinheiro mesmo. Como acreditar nas palavras de um suposto líder que acredita na terra plana? Que é contra ciência? Um ser irracional governa o país na base de mentiras. Disse que seria diferente, hoje compra o congresso. Aposto que num sai uma reforma desse governozinho medíocre. Enquanto isso, passamos vergonha no cenário internacional. MOURÃO VEM AÍ! A economia não anda com Bolsonaro, Guedes é fraco e o presidente está preocupado em salvar o filho.

  2. Isso é um absurdo, uma desgraça, falta de competência do governo.
    Qual a razão de não financiar obras em Cuba e Venezuela como era feito até 2016?
    Deviam mandar essa dinheirama para ditadores na África como foi costume até 2016.
    Que governo sem controle, deixar esse dinheiro voltar aos cofres e ser usado em hospitais, escolas, desenvolvimento, deveria financiar partidos para conseguir apoio político.
    É por essas e outra que esse impeachment tem que sair logo, assim não pode, assim não dá

    1. Com toda roubalheira do PT eu tinha um cartão de credito do BNDES para compra de máquinas e equipamentos para minha empresa no valor de 200 mil! Sabe qual o valor q tem hoje? Depois do governo de Bolsonaro? ZERO! sabe a esperança de voltar a ter esse cartão para alavancar a empresa? ZEROOOO! Do jeito q vai é melhor fechar pq nem os ME nem EPP tem acesso ao crédito com o BNDES Hoje em dia

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Finanças

Ministério Público pede que TCU apure anúncios de BNDES e BNB em sites suspeitos de fake news

O Ministério Público pediu ao Tribunal de Contas da União (TCU) nesta segunda-feira (27) a apuração de propagandas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) em sites suspeitos de divulgar fake news.

O pedido é do procurador Lucas Furtado. Ele acredita que o mesmo padrão de patrocínio já observado no Banco do Brasil pode estar acontecendo com BNDES e BNB.

Na representação, o Ministério Público sugere a concessão de uma liminar para suspender as propagandas.

Em maio, o TCU suspendeu parte dos contratos de publicidade do BB, relacionados a propaganda em sites, blogs, portais e redes sociais.

A decisão não incluiu a divulgação em veículos existentes há mais de dez anos. O objetivo da medida é evitar o financiamento indevido de propagadores de informações falsas.

“A meu ver, portanto, cabe ao TCU empreender a mesma ação de controle que vem sendo desenvolvida em face do Banco do Brasil, tendo em vista se tratar do mesmo tipo de irregularidade que estaria sendo praticada no âmbito de outras duas instituições financeiras públicas: o BNDES e o BNB” afirma Furtado.

Inquérito das fake news

Desde março de 2019 há no Supremo Tribunal Federal (STF) um inquérito dedicado a apurar a disseminação de informações falsas. O chamado “inquérito das fake news” tem como relator o ministro Alexandre de Moraes.

O procurador Lucas Furtado pediu que as informações coletadas pelo TCU sejam compartilhadas com o Supremo e possam contribuir com o inquérito das fake news.

Entre os alvos da investigação no STF estão empresários, políticos e blogueiros apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Além da disseminação de informações falsas, o inquérito apura quem financia essa prática.

Desde o início das investigações, já foram cumpridos diversos mandados de busca e apreensão e de prisão em várias regiões do país. Na semana passada, alvos do inquérito tiveram perfis suspensos de redes sociais por decisão de Alexandre de Moraes.

G1

 

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Diversos

Caixa-preta do BNDES: Crusoé detalha investigações de desvios de R$ 16 bilhões na era petista

Foto: Miguel Ângelo/CNI 

A nova edição da Crusoé traz uma reportagem de Luiz Vassallo, que obteve com exclusividade uma apuração pelo Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União que abrange três casos escandalosos no BNDES na era petista.

Juntos, em valores atualizados, o prejuízo estimado é de pelo menos R$ 16 bilhões.

A farra no banco de desenvolvimento inclui o fracassado impulsionamento do etanol no Brasil e a derrocada da Oi.

Leia a reportagem completa aqui.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Ainda tem um momte de analfabeto que diz que o PT é o melhor partidodo mundo, e que o LULA não é ladrão.

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Economia

Governo Federal vai anunciar linhas de crédito para empresários do Turismo afetados pela crise

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O ministro do Turismo (Marcelo Álvaro Antônio) anunciou nesta quinta-feira (2) linhas de crédito para atender empresários do setor turístico, que sofre forte impacto com a pandemia do novo coronavírus.

Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, o ministro afirmou que devem ser anunciadas na próxima semana condições de financiamento para empresários da área que vão desde o MEI (microempreendedor individual) até grandes empreendedores.

“Sobretudo visando o capital de giro para que possamos nesse período vender essa crise”, afirmou.

As linhas de crédito devem ser oferecidas por bancos públicos como o BNDES e a Caixa Econômica Federal. Álvaro Antônio, contudo, não deu detalhes sobre o modelo e nem sobre o montante que será concedido.

“É uma medida amplamente debatida tanto com o BNDES quanto com a Caixa Econômica, ela já está formatada, será anunciada na próxima semana. São medidas que visam ter muita clareza nas regras e também no acesso ao crédito obviamente um credito que tem que ser mais atrativo do ponto de vista de juros e de carência.”

O ministro disse que as linhas de financiamento visam evitar o “desmonte” do setor.

Ele explicou que há um forte impacto no turismo brasileiro devido à série de cancelamentos de viagens por recomendação de isolamento e distanciamento social como forma de combate ao novo coronavírus.

Álvaro Antônio afirmou que o setor tem um impacto de 8,1% no PIB brasileiro e que havia um crescimento relevante em 2019, de 2,6% em relação a 2018.

O ministro disse ainda que a MP trabalhista publicada na quarta (1) pelo governo levou em conta pedidos feitos por sua pasta.

“Sabemos que 80% ou mais de 80% dessa cadeia produtiva [do turismo] gira em torno do pequeno e microempreendedor.”

FolhaPress

Opinião dos leitores

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Economia

Bolsonaro anuncia R$ 40 bilhões para financiar salário do trabalhador de pequenas e médias empresas pelo período de 2 meses

Foto: Reprodução

 

O governo federal anunciou nesta sexta-feira (27) uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas e que vai financiar salários pelo período de dois meses.

Anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o programa vai disponibilizar no máximo R$ 20 bilhões por mês, ou seja, R$ 40 bilhões em dois meses.

De acordo com Campos Neto, porém, o dinheiro vai financiar, no máximo, dois salários mínimos por trabalhador.

Isso significa que quem já tem salário de até dois salários mínimos continuará a ter o mesmo rendimento. Entretanto, para os funcionários que ganham acima de dois salários, o financiamento ficará limitado a dois salários mínimos.

No caso de um funcionário que ganhe, por exemplo, R$ 5 mil por mês, vai ficar a critério da empresa complementar o valor acima de dois salários mínimos.

Ainda de acordo com o presidente do BC:

o financiamento estará disponível para empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões por ano;
o dinheiro será exclusivo para folha de pagamento;
a empresa terá 6 meses de carência e 36 meses para pagar o empréstimo;
os juros serão de 3,75% ao ano.

Além disso, informou o presidente do Banco Central, as empresas que contratarem essa linha de crédito não poderão demitir funcionários pelo período de dois meses.

“O dinheiro vai direto para a folha de pagamento. A empresa fecha o contrato com o banco, mas o dinheiro vai direto para o funcionário, cai direto no cpf do funcionário. A empresa fica só com a dívida”, disse Campos Neto.

De acordo como presidente, a previsão é que sejam beneficiadas pela medida 1,4 milhão de pequenas e médias empresas do país, num total de 2,2 milhões de pessoas.

G1

Opinião dos leitores

  1. Para meus amigos leitores refletirem, essa conta é empréstimo. A conta será paga pelo empresário sem uma ajuda do governo federal, nenhum subsídio. Existem R$ 1,5 trilhões em reservas. Reserva nós mortais usamos numa crise. O Brasil vive um caos e uma calamidade como o mundo todo! Aqui infelizmente, precisamos de união. Precisamos do nosso líder maior ser sereno, reunir todos, colocar um decreto nacional e como forma de unificar todos os Estados e sem criar ou aumentar confusão. Precisamos destravar sim comércio e industrias. Salvar alguns setores econômicos, como aviação, bares, restaurantes. Mas, nunca dizer que é uma gripezinha, uma histeria. Pelo contrário, isso pode virar uma tragédia humana. Continuar parado sim as escolas, pois crianças são vetores e podem aumentar a propagação e esse mal temos que enfrentar de frente. Mas, que seja gradativo, visto que não temos como suportar uma forte demanda no nosso sistema de saúde, particular e privado.

    1. É isso m esmo Gabriel , emprestimo, e como Irão ficar fechados é a única saída Brasil não tem a economia dos EUA e nem é um país do primeiro mundo. O que acontecerá? Vários empresários irão falir pois com as lojas e empresas fechadas não terão capacidade de se manterem ou pagar o empréstimo.
      A saída é a volta da cpmf , todos irão ajudar.

  2. Demorou pra tomar atitude d um líder de nação ,e so agora ,
    abrir os cofres.
    Antes, ficou d briguinha com os governadores!

  3. só tenho uma palavra acerca dessa "MEDIDA", PALHAÇADA, pros autônomos, o governo dá dinheiro, para os TRABALHADORES, o governo manda os empresários pagarem a conta, legal esse "PRESIDENTE"

  4. Governo Federal trabalha e os governadores fazendo campanha eleitoral

    Rede globo fazendo a massa de manobra bater panelas

  5. Nunca foi para beneficiar os trabalhadores e sim os empregados.

    Pra os trabalhadores o que saiu do coração dele e dos empresários foi 4 meses sem salário.

    No fundo do posso ele pensou, vou agradar os empresários e fingir que a medida é para os trabalhadores.

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Economia

Lucro líquido do BNDES cresce 164% em 2019, recorde para o banco

Foto: Ale Silva

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 17,7 bilhões em 2019, o que representa crescimento de 164% em relação ao ano anterior, quando obteve R$ 6,71 bilhões. Segundo o banco, o desempenho foi impulsionado pelo resultado das participações societárias.

“É um lucro líquido bem robusto. Um lucro recorde para o BNDES”, disse o presidente da instituição, Gustavo Montezano, no início da apresentação dos resultados, que estão sendo apresentados na sede do banco, no centro do Rio.

A venda de participações societárias, que contribuiu em grande parte para o desempenho financeiro do BNDES, somou R$ 16,25 bilhões, com lucro bruto de R$ 11,4 bilhões. A venda das participações era uma das metas transitórias do banco divulgadas no segundo semestre do ano passado.

No ano passado, o BNDES contribuiu com R$ 142,2 bilhões ao Tesouro Nacional, dos quais R$ 132,5 bilhões eram relativos à dívida com a União. Dentro desse total, R$100 bilhões foram liquidações antecipadas.

Os pagamentos ordinários somaram R$ 23 bilhões, a título de dividendos, foram R$ 9,5 bilhões e, em forma de tributos, R$ 9,7 bilhões. A devolução de recursos ao Tesouro também era uma das metas transitórias divulgadas pelo banco no ano passado.

A carteira de crédito em dezembro de 2019 chegou a R$ 441,8 bilhões, com destaque para a redução de 0,84% da inadimplência no ano.

Trimestre

O lucro líquido do BNDES no quarto trimestre do ano passado atingiu R$ 1,2 bilhão e significa 2,5 vezes o que foi obtido no mesmo período em 2018 e queda de 55% na comparação com o terceiro trimestre de 2019.

Exame

Opinião dos leitores

  1. Abriram a caixa preta e só encontraram lucros.
    O meu Deus, até quando vai durar essa hipnose desse povo que colocou esse governo criado na mentira e no medo.

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Judiciário

BNDES e Oi encrencam Lula de vez

Schroeder, executivo da Contax, da Andrade Gutiérrez, e da Oi, fará delação premiada que complicará vida de Lula, Lulinha, Dilma e outros protagonistas da “supertele”. Foto: Wilton Júnior/Estadão

Lula e o BNDES são alvos de novas delações premiadas, que jogam no lixo recente manifestação do presidente do banco público, Gustavo Montezano, com investigações da Justiça e da CPI. E uma nova delação bomba vem aí feita por Marco Schroeder, que foi executivo da Contax, da Andrade Gutierrez, e da própria OI e vai contar tudo sobre os R$ 132 milhões usados pela empreiteira para pagar pela “Lei Telezoca”, que fundou a “supertele” do PT e a atual Oi, em estado falimentar.

Parte desse dinheiro foi atribuída à assessoria jurídica do filho do petista, cuja experiência anterior tinha sido catar fezes de animais no Zoológico de São Paulo. O sucesso do filhote foi tal que é até provável que o ex-presidente se tenha arrependido de não tê-lo indicado para o STF em vez de Toffoli. As revelações deixarão em maus lençóis Dilma, Lulinha, Andrade Gutierrez, Azevedo e outros protagonistas.

Blog – José Nêumanne Estadão

Opinião dos leitores

  1. O papa, ele é um ser que segue apenas: os preceitos dos seus dogmas.
    Logo, ele dará o perdão a qualquer ser na terra

    Todos viram o papa João Paulo II dando o perdão ao cara que atirou nele.
    Lembram?!

  2. O bandido condenado do pt foi a roma ver se "salva" de uma nova condenacao por corrupcao.. agora entendi. O papa alisou a testa do condenado. Se nao der certo, foi ao congresso procurar os seus pares pra fazerem pressão politica. Alisaram o bolso. Entendi. E os petistas fazem gesto de idolatracao ao mestre dos mestres, a alma mais honesta do mundo.

  3. Esse FDP desse Lula e o PT estão enfiados em tudo o que é de roubalheira nesse país. Se esse País fosse sério e tivesse um judiciário sério, Lula e sua quadrilha já teriam penas para passar os restos das suas vidas encarcerados numa jaula de penitenciária.

    1. A relação dos pobres beneficiados e que delataram os benefícios cada dia aumenta, e os valores envolvidos sempre são superiores milhões de reais, em alguns casos chegam a bilhões. No total os benefícios contabilizados pelas investigações(bndes, Petrobrás, oi, ANFAVEA, furnas, compra de avião e venda de medidas provisórias, jbs…ultrapassam trilhões de reais

  4. Uma auditoria externa já foi no BNDS. Agora para justificar a palhaçada toda os milicanos tentam arranjar outra…coisa de terraplanistas desorientados!!??? dificil é achar o Queiroz!!

    1. o queiroz é coisa lá do Rio, otário, bndes é coisa de gigante, trilhões roubados pelos teus ídolos e ídolas PTralhas.

  5. Quanto recebeu e quem esta patrocinado ???? Quem faz o mal aqui , aqui paga….esses bolsotralhas e Desmoronou vao pagar caro…O PERIGO DO PAIS ESTA NA DELIQUENCIA DO EMPRESARIADO E SEUS PARCEIROS MELIANTES

    1. Esse comedor de capim, que se esconde por traz de um codinome (fora bolsotralhas) não fala coisa por coisa.

    2. Que comentário!!!! O cara e ladrão e pronto tem que volta para cadeia mais não na superintendência da PF e sim em um presídio normal.

    3. Identificado um PTRALHA, que devia viver comendo algumas migalhas no tempo de LULADRAO, e perdeu a boquinha. Kkkkkk

  6. Uma vergonha,ex presidiário ir a Roma pedir bênção do papa chefe de um partido envolvido em desvio de dinheiro público,até quando?

  7. Deviam deixar em paz essa alma mais honesta do mundo… O coitado não rouba mais gente! Até o Papa reconheceu a inocência dele… Kkkkkkk

    1. BG
      Esse papa (que não é o de Caicó) perdeu uma excelente oportunidade de não receber esse individuo desqualificado. Os católicos decentes e honestos estão sem entender essa iniciativa da igreja de "acolher"meliante condenado, se fazendo de santo, nota ZERO para o papa.

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Finanças

BNDES paga R$ 48 milhões para abrir caixa-preta do banco, mas não encontra irregularidades

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) gastou R$ 48 milhões com uma auditoria interna que prometia abrir a caixa-preta da estatal. Após um ano e 10 meses de investigação, o banco divulgou, no fim de dezembro, um relatório que não apontou nenhuma evidência direta de corrupção em oito operações com a JBS, o grupo Bertin e a Eldorado Brasil Celulose, realizadas entre 2005 e 2018.

O valor foi pago a um escritório estrangeiro, o Cleary Gottlieb Steen & Hamilton LLP, que subcontratou outro brasileiro, o Levy & Salomão. O BNDES não revela quantos funcionários trabalharam na auditoria nem quais critérios foram utilizados para fazer o pagamento pelo trabalho. O relatório tem oito páginas. Seria como se cada folha custasse R$ 6 milhões.

Depois que a reportagem foi publicada, a assessoria de imprensa do BNDES entrou em contato com a reportagem para informar que, além do relatório de oito páginas, a auditoria entregou outro documento, “mais robusto”, às autoridades, que decidirão se usam o material. A assessoria do banco não quis, porém, dizer quantas páginas tem o outro documento, cujo teor não é público.

No parecer de oito páginas, a equipe de investigação concluiu que as decisões do banco “parecem ter sido tomadas depois de considerados diversos fatores negociais e de sopesados os riscos e potenciais benefícios para o banco”. “Os documentos da época e as entrevistas realizadas não indicaram que as operações tenham sido motivadas por influência indevida sobre o banco, nem por corrupção ou pressão para conceder tratamento preferencial à JBS, à Bertin e à Eldorado”, diz trecho do relatório.

A abertura da caixa-preta foi uma das missões conferidas por Jair Bolsonaro ao presidente do BNDES, Gustavo Montezano, que tomou posse em julho, em substituição a Joaquim Levy, primeiro nomeado pelo governo para comandar a instituição. Ele se juntou a outros executivos que passaram pelo banco após o fim da gestão Dilma Rousseff e tiveram dificuldades para comprovar irregularidades na concessão dos financiamentos.

No governo Temer, Maria Silvia Bastos Marques evitou o assunto. Paulo Rabello de Castro e Dyogo Oliveira negaram sua existência. “Ou sou um completo idiota ou não existe caixa-preta no BNDES”, chegou a dizer Rabello.

Levy falou em “ter clareza sobre operações do passado”, mas não chegou a avançar na busca por operações fraudulentas. A dificuldade foi apontada como um dos motivos para a insatisfação de Bolsonaro com sua gestão – o executivo pediu demissão após o presidente dizer em entrevista que estava “por aqui” com ele.

A caixa-preta foi um dos temas dominantes na campanha de Bolsonaro. Para muitos apoiadores do presidente, a sua abertura teria potencial para malfeitos maiores do que os descobertos pela Operação Lava Jato na Petrobrás.

Logo após a vitória nas urnas, o presidente eleito se comprometeu a determinar, no início do mandato, “a abertura da caixa-preta do BNDES e revelar ao povo brasileiro o que foi feito com seu dinheiro nos últimos anos”.

O ex-economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) Roberto Luis Troster afirma que operações importantes do banco com esses grupos não foram exploradas no “relatório milionário”, embora tenham sido investigadas pela auditoria. Ele cita como exemplo a aquisição da Swift Armour, conhecida como Swift Argentina.

A operação foi fechada em 2005 e é considerada o pontapé inicial da internalização da JBS, que, na época, ainda era conhecida como Friboi. A Swift exportava para 70 países, sendo os Estados Unidos seu maior mercado. Troster diz que o BNDES financiou R$ 187,5 milhões para o grupo fechar essa operação.

Em seguida, houve desembolsos de R$ 1,14 bilhão em ações da JBS para financiar a aquisição da Swift Foods nos Estados Unidos, em 2008, e um aporte de R$ 995,9 milhões para auxiliar a aquisição das empresas National Beef e Smithfield nos Estados Unidos, todas as operações antes de 2010. “Faltou essa auditoria de R$ 48 milhões explicar os porquês dessas operações”.

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. Da muita vontade de rir destes Minion's Otários ?????Gado sem utilidade zootécnica, só serve para votar e mugir " mito, mito" vergonha pouca é besteira ????????

  2. Dinheiro muito bem pago
    E a finalidade do relatório é essa mesma.
    Deixem se aproximar as eleições de 2022 que vocês vao ver o que é bom pra tosse.
    Vocês só tomaram conhecimento do avião do Hulk dos empréstimos para a JBS, dos empréstimos para Cuba Venezuela Argentina bolivia e países Africanos com juros subsidiados.
    Aguardem o Presidente é um verdadeiro estrategista

  3. Aguardando o comentário do professor Marco Aurélio da 96fm, sobre essa revelação. Acho que ele ficará bem desapontado.

  4. E lá se vai mais um mito dos minions idiotas, que era a abertura da caixa preta do BNDS. Deviam cobrar deles esses 48 milhões gastos na auditoria.

  5. "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!"
    Pagou os 48 milhões e descobriu o Véio da Havan, seu financiador, pendurado em uma das tetas! Mito! Pra terminar a mitada, ficou caladinho!

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Economia

BNDES registra lucro líquido de R$ 2,7 bi no terceiro trimestre

Presidente do BNDES, Gustavo Montezano, diz que a evolução estratégica do banco contribuiu para o resultado do trimestre – Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social(BNDES) registrou um lucro líquido de R$ 2,7 bilhões no terceiro trimestre do ano. O resultado é estável em relação ao trimestre anterior, mas representa crescimento de quase 70% na comparação ao mesmo período do ano passado, quando alcançou o valor R$1,1 bilhão a menos.

No acumulado do ano até setembro, o lucro líquido foi de R$ 16,5 bilhões, um crescimento de 159,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

Impulsionado por alienações de ações, o resultado com participações societárias alcançou R$ 14,7 bilhões, com aumento de 155,8%.

Também no período, a inadimplência de 90 dias passou de 1,67% para 0,08%, abaixo da média do Sistema Financeiro Nacional, de 3,05%.

Balanço

O presidente do BNDES, Gustavo Montezano, disse que apesar de o resultado em relação ao trimestre anterior ficar estável, o mais importante foi a evolução estratégica do banco. “A gente acha que está indo bem. O banco e os clientes estão reagindo bem. A ideia é ser um banco um pouco menos com foco financeiro, [e com] mais foco no impacto. A nossa função aqui é melhorar a vida do cidadão brasileiro”, disse.

“Os desembolsos, empréstimos e capacidade financeira são uma ferramenta para a gente atingir esse propósito. Essa mudança cultural de posicionamento, é substancial”, completou.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Tudo desses OTARIOS, é culpar Lula…..se TOQUEM, TANTOS LADRÕES QUE JA PASSARAM, ESSE QUE ESTA AGORA , LADRAO FINO O BOSTANARO, E SO FALAM Em LULA…..essa quadrilha de BOSTANARO APLICA GOLPE MAIOR VENDENDO AS NOSSAS RIQUEZAS, E ESSES BABACAS FICAM LERANDO , APONTEM O DEDO PARA LADRAO DO BOLSONARO….

  2. Por que será que está gerando este lucro tão grande heim?
    Ninguém venha dizer que é porque a turma de LULADRAO deixaram de roubar o Banco. Pior que essa é que é a verdade mesmo, acabaram com a boquinha para os bandidos da quadrilha comandada por Lula, utilizaram por muitos anos para delapidar o património público.

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Economia

Estudo do BNDES prevê crescimento dos investimentos no Brasil nos próximos anos

Foto: Ilustrativa

Os investimentos no Brasil devem melhorar no quadriênio 2019/2022, segundo o boletim Perspectivas do Investimento, produzido por analistas setoriais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e divulgado nesta sexta-feira (13) pela instituição.

A publicação estima investimento total no período de R$ 1,1 trilhão para 19 setores mapeados, sendo 11 da indústria e oito da área de infraestrutura, que respondem por cerca de 25% da formação bruta de capital fixo (FBCF) da economia. O valor revela incremento real de 2,7% em relação aos investimentos previstos no levantamento anterior (2018 a 2021).

De acordo com o boletim, os números consideram investimentos apoiados e não apoiados pelo BNDES. “No conjunto dos setores analisados, o boletim revela crescimento real médio de 3,9% ao ano no período, puxado por uma aceleração do cres­cimento no final do quadriênio. O desempenho é bem superior às projeções atuais para o PIB [Produto Interno Bruto] do boletim Focus [produzido pelo Banco Central]”, destaca o estudo.

O economista Fernando Puga, assessor da presidência do BNDES, ressalta que a perspectiva para 2022 é de forte crescimento do investimento, sobretudo em setores como petróleo e gás e também na energia elétrica.

Os investimentos na indústria justificam a previsão de expansão geral das inversões, destacando o segmento de petróleo e gás, não só em razão da recuperação do preço do petróleo no mercado internacional, mas também pelos leilões de concessão ou de partilha de blocos exploratórios ocorridos nos anos de 2017 e 2018. Já na infraestrutura, o BNDES estima que os segmentos de logística e saneamento terão melhor desempenho dos investimentos nas áreas mais carentes de desenvolvimento, especialmente a partir de 2020.

O estudo prevê também que políticas pú­blicas, mudanças no marco regulatório e programas de concessão de serviços de infraestrutura ao setor privado têm influência positiva sobre os investimentos, enquanto a situação fiscal das unidades da Federação segue sendo fator de inibição de investimentos.

Agência Brasil

 

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Finanças

Lucro do BNDES cresce 190% no 1º semestre; R$ 13,808 bilhões

FOTO: AGÊNCIA BRASIL/ARQUIVO)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apresentou lucro líquido de R$ 13,808 bilhões no primeiro semestre deste ano, alta de 190,1% frente ao mesmo período do ano passado, quando foi de R$ 4,76 bilhões, informou a instituição nesta quarta-feira.

O desempenho semestral foi influenciado pelo resultado de participações societárias, que cresceu 228,4% no primeiro semestre, para R$ 13,47 bilhões, refletindo a venda de participação na Petrobras, Vale, Rede Energia, além da operação de incorporação de Fibria pela Suzano. As alienações somaram R$ 10,392 bilhões no período.

Segundo a superintendente de controladoria do banco, Luciana Torres Bastos, o banco conseguiu reverter uma provisão para risco de crédito de R$ 900 milhões.

“A reversão da provisão para risco de crédito foi influenciada pelo recebimento de R$ 900 milhões do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), referente a créditos 100% provisionados, basicamente Venezuela”, disse Bastos. Ela também destacou que, apesar da redução da carteira de operações de crédito, o BNDES registrou aumento do produto da intermediação financeira.

O resultado da intermediação financeira foi de R$ 7,96 bilhões no ano passado, 21,8% a mais do que no ano anterior. Já a carteira de crédito somou R$ 470,6 bilhões em junho, com queda anual de 9,3%, conforme dados do balanço divulgados nesta quarta-feira pelo banco de desenvolvimento.

O balanço mostra ainda que o baixo dinamismo da economia brasileira segue influenciando os indicadores de desempenho do BNDES. Os desembolsos acumularam R$ 25,2 bilhões no primeiro semestre, contração nominal de 9% frente ao mesmo período de 2018. “O destaque positivo no semestre se refere aos desembolsos para infraestrutura, que totalizaram R$ 11,4 bilhões, alta nominal de 4% em relação ao primeiro semestre de 2018”, informou o banco.

Tesouro Nacional

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, disse que a instituição está confortável para devolver R$ 126 bilhões de recursos ao Tesouro Nacional neste ano.

O presidente do banco reconheceu, porém, que a volatilidade dos resultados das participações societárias do banco provoca volatilidade no resultado da instituição como um todo, o que pode comprometer os propósitos do BNDES. “Essa volatilidade, ao comprometer [o índice de] Basileia, faz com que tenhamos que trabalhar com colchão muito maior, que impacta até a devolução de recursos para a União”, disse o presidente do banco.

Montezano afirmou que existe “alguma chance” de novas vendas de participações neste ano. Ele não quis dar mais detalhes porque as informações podem alterar o mercado.

O presidente também confirmou ter recebido do Ministério da Economia solicitação para a devolução antecipada de dividendos, até o limite estatutário de 60% do lucro líquido “Estamos estudando a demanda e dentro das nossas possibilidades vamos fazer o possível para atender.”

Menor risco

Segundo o diretor de crédito e participações do BNDES, André Laloni, a volatilidade da carteira do banco é maior que a do próprio Índice Bovespa (Ibovespa). “É um risco de renda variável que não é condizente com a atividade do banco”, acrescentou o diretor do banco.

Laloni disse que a carteira do banco precisa ser administrada para ser sustentável, e não para gerar o maior lucro possível. “Vamos diminuir o perfil de risco da carteira e adaptar ao propósito do banco”, disse ele, reiterando que a “missão do banco não é maximizar o valor de um portfólio”.

Durante coletiva sobre os resultados do banco no semestre, o diretor de finanças do BNDES, José Flávio Ramos, acrescentou que os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) vão cair 10% ao ano até 2020, o correspondente a R$ 5 bilhões anuais. “O capital do BNDES é de R$ 185 bilhões e vai cair para ordem de R$ 130 bilhões a R$ 120 bilhões”, afirmou Ramos, acrescentando que a devolução de recursos do FAT é um “ponto de atenção” para Basileia. “Estamos acompanhando de perto e vai acontecer no longo prazo”.

Globo, via Valor

 

Opinião dos leitores

  1. Em pleno momento de crise consegue o banco se reerguer tão rapidamente. E sinal q o ralo foi fechado. Acabou a farra da petralhada.

  2. Vai fazer em breve, dois anos que Luiz Odebrecht Inácio Lula da Silva, não rouba, não lava dinheiro e nem deixa roubar, o resultado obviamente é esse.
    Vamos avante Brasil.

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Finanças

Caixa-preta do BNDES: Lula, os “acertos” e os R$ 489 milhões em propinas para o PT

Foto: Ilustrativa

Antonio Palocci, em seu anexo 21, delatou o esquema de propinas de Lula em Cuba, Venezuela e Angola.

Diz a Veja:

“Lula fazia acertos com as autoridades estrangeiras e mandava a conta para o BNDES. Em troca de juros camaradas do banco e do acesso aos mercados de fora, as empreiteiras superfaturavam o trabalho para poder irrigar o caixa petista com pagamento de propinas (…).

Somente nesse pacote de contratos no exterior firmados entre 2010 e 2014, as empreiteiras brasileiras faturaram mais de 10 bilhões de reais e pagaram propinas ao PT no valor total de 489 milhões de reais.”

O Antagonista com Veja

 

Opinião dos leitores

  1. Hoje amanheceu com a Finlândia pedindo o veto à carne brasileira na Europa, a França anunciando que vai se opor ao acordo entre Mercosul e União Europeia e Canadá e Alemanha defendendo o presidente francês
    Varias embaixadas do Brasil pelo mundo estão com manifestações na porta.
    Lula vai morrer preso.

    1. Vamos ter picanha da boa a preço de carne de terceira? Brasil acima de tudo!

    2. E a esquerda comemorando, pois não aceitam que perderam a eleição…

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Jornalismo

VÍDEO: BG comenta a vergonha dos financiamentos “amigo” do BNDES para milionários adquirirem jatinhos

Confira o comentário do BG sobre a vergonha dos financiamentos “amigo” do BNDES para milionários adquirirem jatinhos. Trecho direto do programa Meio-Dia RN nessa terça-feira(20).

Opinião dos leitores

  1. Pediram tanto a abertura dessa caixa preta achando que iam encontrar financiamentos para o lulinha e o que encontram são os jatinhos do Doria e do Huck.

  2. NO BRASIL EXISTE UMA QUADRILHA GIGOLO DE IDEOLOGIA QUE GANHA DINHEIRO INVENTANDO QUE EXISTE ESQUERDA E DIREITA-A PSEUDO ESQUERDA EMPRESTA DINHEIRO A PSEUDO DIREITA A 4%AO ANO PARA COMPRAR JATINHO-ATE UM BANCO COMPROU O SEU ENQUANTO ISTO VOCE PAGA 136 % DO SEU CHEQUE ESPECIAL-O BNDS E UM BANCO SOCIAL O OBJETIVO DO BANCO É FOMENTAR O DESENVOLVIMENTO.VOCÉ QUE TEM UMA MICRO EMPRESA JÁ ESTEVE NO BNDS- VERGONHA!

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Finanças

(FINANCIAMENTO BNDES): ‘Se ele comprou jatinho, faz parte do caos’, diz Bolsonaro sobre Huck; presidente diz que “o bicho vai pegar” a quem “fica arrotando honestidade”

O presidente Jair Bolsonaro voltou a fazer referência ao apresentador Luciano Huck prometendo divulgar dados do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) sobre compra de jatinhos.

“Ele falou que eu sou o último… Como é que é.. o último capítulo do caos. Se ele comprou jatinho, ele faz parte do caos”, declarou Bolsonaro, ao deixar o Palácio da Alvorada.

Ele afirmou ainda que “o bicho vai pegar” a quem “fica arrotando honestidade”.

Na última quarta-feira, 14, conforme revelou o jornal O Estado de S. Paulo, Luciano Huck fez um discurso em Vila Velha (ES) criticando o governo de Jair Bolsonaro.

“A gente precisa de gente nova na política, com todo respeito a esse governo. Esse governo foi eleito de maneira democrática. Mas eu não acredito que a gente está vivendo o primeiro capítulo da renovação. Para mim, estamos vivendo o último capítulo do que não deu certo”, disse o apresentador na ocasião.

Nesta sexta-feira, 16, Bolsonaro citou que há dados do BNDES mostrando R$ 2 bilhões de financiamentos para compra de aviões particulares a uma taxa de 3% a 4% ao ano.

“Parece que não foi legal”, comentou o presidente. A diferença dos juros para compensar o banco, acrescentou, foi paga pelos brasileiros. “É justo fazer isso aí? Então não vem um cara… se por ventura ele estiver lá… Não fica não arrotando honestidade aí… que o bicho vai pegar.”

PGR

Na entrevista que concedeu a jornalistas no Alvorada, Bolsonaro voltou a sinalizar que a troca na chefia da Procuradoria-Geral da República (PGR) pode ser feita após o fim do mandato de Raquel Dodge, que se encerra em 17 de setembro.

Nesse cenário, quem assumiria interinamente o órgão seria o vice-presidente do Conselho Superior do Ministério Público Federal, Alcides Martins, eleito para o posto na semana passada.

“Se até lá, eu não indicar ou indicar e não for sabatinado, assume o interino”, declarou Bolsonaro, respondendo que a interinidade no órgão não o preocupa.

R7, com Estadão

Opinião dos leitores

  1. Loucura, loucura, loucura!!
    Vige maria, se o hulck fosse um au au, tinha caído o raaabo.
    Ô tapetada!
    Presidente véi arrochado.
    Toma!!

  2. Será que o bicho vai pegar também para família dele que toda hora descobrimos que está envolvida com diversos tipos de criminosos?

    1. É bom o Presidente tomar cuidado também . Essas relações espúrias com milícias, laranjas e familiares ainda não foram explicadas direito e nem investigadas a fundo. Lembrem-se do que está preso em Curitiba, que também adorava falar mal de todo mundo.
      Temos que torcer pelo Brasil e pelo nosso Estado, e não por políticos ou por Partidos. Estes são apenas uma representação do povo que os sustentam.

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Finanças

BNDES confirma devolução de mais R$ 40 bilhões ao Tesouro

FOTO:  Daniel Castelo Branco / Agência O Dia

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) confirmou a devolução antecipada de mais R$ 40 bilhões ao Tesouro Nacional. O anúncio foi feito nesta terça-feira (6) pelo presidente do banco, Gustavo Montezano, no Ministério da Economia, em Brasília.

“Viemos entregar o ofício de devolução de mais R$ 40 bilhões ao Tesouro Nacional. Com isso, totalizamos o pagamento de R$ 84 bilhões. Essa é a nossa terceira meta, alinhada com o Ministério da Economia, onde vamos devolver R$ 126 bilhões até o final do ano. Estou muito feliz de estar cumprindo, em tão pouco tempo, parte substancial dessa meta e preservando de forma bem estável a situação de liquidez e capitalização do banco”, disse Montezano, ao deixar o ministério.

Segundo o presidente do BNDES, o banco tem previsão de desembolsar R$ 70 bilhões em empréstimos neste ano, mas este número deve ser revisado. “A gente está revisando esse número. Pode ser que mude. Só como referência, no primeiro semestre, o banco desembolsou cerca R$ 25 bilhões no primeiro de semestre. Para gente cumprir essa meta, seria necessário acelerar [os desembolsos no segundo semestre]”.

De acordo com Montezano, a demanda por empréstimos está menor do que a esperada. “Mas com a retomada da economia, a gente acredita que esse nível de demanda vai subir”, afirmou.

Os recursos devolvidos pelos bancos públicos ao Tesouro Nacional são usados para reduzir a dívida líquida.

Agência Brasil

 

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