Política

Fora da Potigás, Saulo Carvalho divulga nota oficial e confirma tese de afastamento político

Saulo Carvalho já não responde mais pela diretoria geral da Potigás.

Sua saída foi confirmada em reunião do conselho diretor na manhã de hoje.

O novo diretor, Fernando Dinoá, já assume as atividades a frente da empresa de derivados de petróleo hoje a tarde.

Em nota à imprensa, Saulo reafirma que sua saída da Potigás teve motivos políticos, e não técnicos; tese que circulou semana passada quando a exoneração do advogado começou a ser costurada nos bastidores do governo.

Segundo a nota :“Política não se explica, nem procura se explicar. E esta foi a razão da minha substituição: a política”.

No texto, Carvalho agradece a governadora Rosalba, pela “confiança no acolhimento de minha indicação”, a Carlos Augusto Rosado, marido da chefe do executivo potiguar, pelo “trato respeitoso e direto” e ao ministro Garibaldi Filho, pelo respeito e gratidão reiterados.

Confira nota de Saulo Carvalho

NOTA À IMPRENSA:

A elegância de espírito sempre pautou minha atuação como advogado e gestor público. Trabalhei diretamente com um ex-presidente da República, que me ensinou que os gestos de grandeza cabem a quem está acima, muito embora os mesmos nem sempre aconteçam, como de regra.

Na última semana, fui procurado por vários jornais, rádios, emissoras de televisão e veículos virtuais, todos em busca de uma explicação para o que, à primeira vista, não teria explicação. Política não se explica, nem procura se explicar. E esta foi a razão da minha substituição: a política.

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Jornalismo

Novo diretor da Potigás, Fernando Dinoá, já dá expediente hoje à tarde

Os funcionários da Potigás já foram avisados: o novo diretor da empresa, Fernando Dinoá, inicia suas atividades hoje à tarde.

A saída do antigo diretor Saulo Carvalho e a entrada Dinoá serão confirmadas na reunião do Conselho Diretor marcada para hoje às 10h.

Fernando Dinoá trabalhou na Petrobras durante 16 anos e também é ex-funcionário do grupo Alesat.

Fez circular na imprensa que o motivo da substituição seria a atuação abaixo do esperado de Saulo a frente da Potigás e a insatisfação do PMDB com o advogado, mas a troca tem um forte componente político.

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Política

PMDB quer mais espaço no governo Dilma

Dilma Rousseff deve aproveitar bem os dez dias de descanso que terá neste fim de ano, porque a turma do PMDB entrará 2012 espumando.

Sentindo-se subrepresentado na Esplanada e descontente com o papel desempenhado dentro do governo, o PMDB tem afinado discurso para finalmente cobrar a fatura da sociedade eleitoral que deu 55 milhões de votos à Dilma.

Entre ministérios e espaços em temas importantes do governo, o que os peemedebistas querem é o chamado “protagonismo”. Um peemedebista avisa:

– Nesse começo de ano o PMDB vai querer uma DR.

Por Lauro Jardim

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Política

Henrique Eduardo Alves é o cara

Aniversariante do dia, o deputado federal Henrique Eduardo Alves é o que se pode chamar de O Cara.

Vivendo o momento mais feliz e produtivo de sua longa carreira política, iniciada em 1970, quando conquistou o primeiro de 11 mandatos, Henrique é o político mais influente do Rio Grande e um dos parlamentares mais influentes de Brasília.

Nada do Rio Grande do Norte se resolve sem a presença e intervenção do filho dileto de Aluizio Alves.

Se as associações comunitárias, de municípios e de empresários precisam encaminhar pleitos e pedir apoio ao Governo Federal, recorrem a Henrique.

Se a governadora Rosalba Ciarlini, a quem ele não apoiou na campanha de 2010, precisa de apoio e abrir as portas do Governo Federal, recorre a Henrique.

Presidente estadual do PMDB, sócio-proprietário de um fortíssimo sistema de comunicação e líder de uma máquina partidária forte e azeitada, Henrique Alves tem demonstrado desenvoltura, jogo de cintura e virou figurinha carimbada em qualquer discussão sobre assuntos de interesses do Rio Grande do Norte.

Em nada lembra a pecha de “deputado copa do mundo”, pregada e alardeada por seus adversários políticos e empresariais num passado não muito distante. Pecha amplamente divulgada por gente que hoje está muito próxima do deputado.

Líder do PMDB pela sexta vez, por escolha de seus pares, Henrique se encaminha para ser presidente da Câmara dos Deputados. Poderá ser o coroamento de uma carreira política ou o passo mais importante para um momento ainda mais grandioso. Os rumos da política decidirão e mostrarão o caminho.

Tudo isso somado, isso significa que o filho dileto, que um dia Aluizio Alves sonhou em ver prefeito de Natal e governador virou o cara.

E isso pode significar que Aluizio morreu sem ver o filho no auge. Maduro, eloqüente, influente. E com plenas condições de chegar ao cargo que um dia o pai ocupou. Pode ser de ministro, pode ser até de governador. Alguém duvida?

Opinião dos leitores

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Jornalismo

Henrique Alves: sempre líder

Que o deputado federal Henrique Eduardo Alves, presidente do PMDB no Rio Grande do Norte, é um ótimo articulador político e querido pela presidenta Dilma Rousseff, isso ninguém nega. Agora ainda mais. Ele foi reconduzido pela sexta vez à função de líder da leganda na Câmara dos Deputados em meio a aclamação dos companheiros de partido.

A recondução cao cargo mostra a força política que o potiguar de coração tem. E pelo visto ninguém segura ele para o cargo de presidente da Câmara, já que o PT fez um acordo para ficar com o mandato da Presidência no primeiro biênio e passar o outro biênio ao PMDB.

Pelo Twitter, não faltaram agradecimentos por parte de Henrique. “Por aclamação, pela sexta vez, sou reconduzido à liderança . E o novo trabalho começa já ouvindo as reivindicações dos colegas. Agradeço o Dep Osmar Serraglio pelo reconhecimento . Como o partido entendeu a importância de ser coeso. Agradeço a todos os colegas e à deputada Íris que destacou minha alma e minha raiz no nosso PMDB”, escreveu.

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Política

Henrique "lembra" a Dilma poder de fogo do PMDB ao discutir futuro da Câmara dos Deputados

Durante o almoço em que a presidente Dilma Rousseff confirmou a vinda ao Rio Grande do Norte para o próximo dia 28 deste mês, o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves, tratou de mostrar seu poder de fogo à presidenta-chefe.

É que ontem, na votação da DRU (Desvinculação de Receitas da União), 99% da bancada do PMDB acompanhou a recomendação do Planalto, contra 94% da ala petista, partido da presidente Dilma.

Logo a conversa partiu para os rumos da Câmara dos Deputados. Como se sabe, o PT prometeu a Henrique a presidência da Casa no próximo ano. Diante dos obstáculos que têm surgido ao projeto do peemedebista, Henrique tratou de “lembrar” à presidenta o poder do PMDB, que pode ser usado contra ou favor do governo.

Ah, Dilma vai participar do programa do PMDB. Grava sua inserção na próxima segunda-feira.

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Política

PMDB corteja apoio do PR para candidatura de Hermano Morais

A um ano das eleições que definirão a sucessão da prefeita Micarla de Sousa, os partidos se articulam nos bastidores e costuram alianças em benefício de seus candidatos.

Seis nomes foram postos para concorrer ao assento principal do Palácio Felipe Camarão: a atual prefeita, o petista Fernando Mineiro, o tucano Rogério Marinho, o bacurau Hermano Morais, a pessebista Wilma de Faria e o ex-prefeito do PDT, Carlos Eduardo Alves. Ainda corre por fora o Deputado Federal Felipe Maia

Em 20 anos, é a primeira vez que o PMDB lançará um candidato na chapa majoritária. O nome do deputado Hermano Morais conta com o apoio integral do padrinho Henrique Eduardo Alves e da outra banda do partido, liderada pelo ministro Garibaldi Filho, que é mais discreto e prefere se reservar o direito de pular do barco, caso a candidatura de Hermano se mostre náufraga.

A novidade é que o PR de João Maia pretende embarcar na chapa peemedebista. Henrique e Maia costuram uma aliança de apoio ao nome de Hermano.

E o PR não é o único. O palanque do DEM de José Agripino vai apoiar o peemedebista em um eventual segundo turno, caso Hermano vá disputar a caneta do Executivo municipal em um segundo round.

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Política

Henrique Alves adere ao Governo Rosalba

O que já era esperado e especulado se confirmou oficialmente. O PMDB agora está inteiro no Partido do Governo. Segue post do Blog de Ana Ruth Dantas.

Depois de uma hora e 15 minutos foi oficializada a união política e administrativa do PMDB e o DEM no Rio Grande do Norte. O deputado federal Henrique Eduardo Alves aceitou o convite da governadora Rosalba Ciarlini e aderiu a base de apoio ao Executivo.

Com isso, o PMDB passa a compor o bloco governista, já que o outro líder do partido, o ministro Garibaldi Filho, também apóia o Governo. O encontro de Henrique Eduardo Alves, da governadora Rosalba e do ex-deputado Carlos Augusto ocorreu na residência do parlamentar, no bairro de Areia Preta.

A chefe do Executivo negou que esteja sendo negociadas novas secretarias para passarem ao comando do PMDB. “O PMDB já tem indicações no Governo. Em nenhum momento foi conversado sobre novas indicações. O deputado Henrique chega para nos ajudar, ajudar ao Rio Grande do Norte”, destacou Rosalba.

O líder do PMDB afirmou que “sei ganhar e sei perder. Agora é o momento de pensar no Rio Grande do Norte e ajudar a governadora Rosalba nos projetos de desenvolvimento para o nosso Estado”.

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Política

Deputado Eduardo Cunha do PMDB provoca fogo amigo e sai atirando contra o PT

Josias de Souza

Desligado a contragosto da tomada da comissão que analisa as mudanças no Código de Processo Civil, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) entrou em curto-circuito.

O deputado converteu o seu twitter em plataforma de tiro. Ali, Cunha escreve mensagens no melhor estilo Cunha –grosso modo falando.

Nas últimas horas, elegeu três alvos. Abriu guerra contra o exame da OAB, entidade que se opôs à indicação dele como relator do projeto do novo Código.

Disparou contra o colega de PMDB Danilo Forte (CE), que dissera que a destituição de Cunha “contribuía para melhorar a imagem” do partido.

Revidou: “O que contribuiria para melhorar a imagem do PMDB é o esclarecimento das denúncias de corrupcão da gestão dele na Funasa.”

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Política

Deputado amigo de Henrique Alves ejetado da comissão do Código de Processo Civil sai fazendo ameaças

Ejetado da cadeira de relator da comissão que vai cuidar da reforma do Código de Processo Civil, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi ao twitter.

Ameaçou: “…Quanto a alguns detratores, no devido tempo, terão a sua resposta e sofrerão as consequências.”

São muitos os “detratores” do deputado. Entre eles: meio PMDB, um Planalto inteiro, ministros do STF e a OAB.

Dado a ameaças, Cunha nem sempre as cumpre. Normalmente, os rivais do deputado não perdem por esperar. Ganham.

Amigo de Cunha, o líder do PMDB Henrique Eduardo Alves tentou mantê-lo na relatoria do Código de Processo Civil além dos limites do razoável.

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Política

Dilma afirma que ao lado do PMDB "ela se sente em casa"

Josias de Souza

A presença da vice-primeira-dama Marcela Temer era um prenúncio de que a noite seria de confraternização social, não de articulação política.

Os convidados começaram a chegar ao Palácio do Jaburu às 20h15. O carro que levava Dilma Rousseff cruzou o portão da residência oficial de Michel Temer perto das 20h30.

Juntaram-se no salão principal mais de uma centena de pessoas. Excetuando-se meia dúzia de petistas, todos os demais eram congressistas e ministros do PMDB.

O convite previa que seria servido um jantar. Antes, serviu-se um par de discursos. Primeiro falou o anfitrião. Depois, a convidada de honra. Pronunciamentos ligeiros.

Temer realçou a natureza do encontro: “Uma homenagem do PMDB à presidenta Dilma.” O primeiro encontro do gênero desde a posse, em janeiro.

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Política

Os passos da ex-governadora Wilma. Todos contra ela???

A ex-governadora Wilma de Faria sentiu o golpe e tratou de criticar a união de DEM e PMDB com vistas às eleições de 2014. Como antes de 2014 vem 2012, Wilma, que não é boba nem nada, tenta rotular os adversários.

Wilma antevê os passos dessa aliança que reúne no mesmo palanque o filho de Aluízio Alves e José Agripino. Sabe que poderá convergir para um só candidato em Natal.

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Política

Henrique Alves admite que tem "culpa" depois de reunião de 2 horas de Temer com os descontentes

Folha.com

O vice-presidente Michel Temer precisou costurar na noite desta segunda-feira uma trégua entre deputados descontentes do PMDB e a liderança do partido na Câmara.

Em uma reunião de mais de duas horas, o vice ouviu oito deputados descontentes com o que chamaram de “posição periférica” nas decisões da sigla. Em seguida, chamou o líder do partido na Câmara, Eduardo Henrique Alves (RN), para a conversa.

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Política

Deputados liderados no PMDB rebelam-se contra Henrique Alves

Josias de Souza

Líder do PMDB da Câmara, o deputado Henrique Eduardo Alves (RN) jactava-se de ter produzido a união de sua bancada.

Em movimento inverso, o líder do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), passou a conviver com um grupo de “independentes”, logo batizado de G-8.

Pois bem. Para desassossego do Planalto, a unidade trombeteada por Henrique ganhou o adorno de um motim. Mal administrada, a rebelião pode produzir um G-38.

O Painel, editado pela repórter Renata Lo Prete na Folha, esmiúça a encrenca em três notas. Leia:

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Política

Deputados do PMDB pedem a cabeça de Henrique Alves

Um grupo de deputados do PMDB foi até Michel Temer ontem à tarde para pedir a cabeça de Henrique Eduardo Alves. Simples desse jeito.

Alegando representar a vontade de pelo menos trinta colegas de bancada, o grupo de peemedebistas chegou ao limite da paciência com a teimosia e arrogância de Alves.

Diante da determinação dos deputados, Temer marcou jantar no Palácio do Jaburu para terça-feira. Vai ser o dia de lavar a roupa suja.

Por Lauro Jardim

Opinião dos leitores

  1. Será que vai prejudicar a eleição de Henrique para a presidência da Câmara antes do tempo previsto?

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Política

Dilma Rousseff é presidente da República. Na prática, é mera inquilina de um Planalto terceirizado

Inaugurado junto com a redemocratização do país, em 1985, o modelo que prevê a troca de governabilidade por favores políticos e monetários faliu.

Em 26 anos, o fisiologismo patrimonial evoluiu da conveniência momentânea para um sistema político que pode ser definido como presidencialismo cleptocrata.

Todos os governos que vieram depois da ditadura serviram-se do modelo. Algo que fez de Brasília uma cidade sem culpados. Na capital, só há inocentes e cúmplices.

Na letra fria da Constituição, Dilma Rousseff é presidente da República. Na prática, é mera inquilina de um Planalto terceirizado, sob consentimento do sistema.

Improvisada na política, dona de perfil técnico, Dilma faz cara de nojo. Embora pareça sincero, o asco da presidente converte-se rapidamente em pantomima.

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Opinião dos leitores

  1. A corrupção faz parte de qualquer governo e em todas as nações. O que diferencia os países desenvolvidos dos demais é o tratamento que se dá a esse mal ético e moral. No Brasil, não foi o governo petista que inventou a corrupção no governo federal. Mas foi o partido de Lula, Dilma, Palocci e Dirceu que inventou a dissimulação, a conivência e a conveniência com a corrupção desenfreada e foi quem a estendeu a todos os níveis do poder. Antes, restrita ao núcleo central e feita de modo silencioso e temeroso de ser descoberta, agora a corrupção se espalha pelos escalões mais baixos do poder e é cometida em plena luz do sol e na maior cara-de-pau pelos petistas e seus apoiadores. Em oito meses de governo Dilma, seis escândalos de corrupção. Quando vai acontecer o próximo? Até quando a sociedade – maior vítima dos desvios de verbas públicas – vai permanecer inerte e olhando os ratos atuarem descaradamente? Parabéns BG!

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