Fim de semana em Natal e região deverá registrar chuvas isoladas e predominância de céu claro; veja previsão no RN

Reprodução: Emparn

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) destaca previsão de baixas pancadas de chuvas em Natal  e região neste fim de semana. No período entre esta sexta-feira(20) ao domingo(22), a predominância será de céu parcialmente nublado a claro.

Fim de semana em Natal tem previsão de máxima de 29º e mínima de 21º; veja outras cidades

Reprodução: Emparn 

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) destaca continuidade da influência da brisa no litoral leste potiguar, com variação de calor, durante o dia, e temperatura fria, no período noturno. Previsão de máxima de 29º e mínima de 21º.

No interior, as previsões são semelhantes, exceto em municípios já conhecidos pelo seu clima ameno, como em Martins, por exemplo.

Fim de semana com chegada de setembro reserva temperaturas mais elevadas durante o dia e mais baixas nas noites; veja previsão em Natal, região e interior

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Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) informa continuidade da brisa e possibilidade de pancadas de chuvas isoladas na região litorânea leste. No geral, o estado deverá ter temperaturas mais elevadas durante o dia, com queda no período noturno, conforme quadro acima.

Generalização equivocada e divergência de opiniões de especialistas: a fumaça que deixou São Paulo no escuro foi provocada por diversos fatores e fenômenos

Na última segunda-feira (19), a cidade de São Paulo experimentou algumas horas de escuridão já no meio da tarde. Próximo às 15h, o céu ficou preto, como se alguém tivesse desligado o Sol – o que motivou diversas postagens nas redes sociais.

O fenômeno foi explicado por uma combinação atípica: a chegada de uma frente fria vinda do litoral do estado (que trouxe umidade do oceano), nuvens baixas carregadas e, principalmente, a presença de névoa seca. Com partículas de detritos em suspensão, essa camada densa impedia a chegada de luz do Sol e prejudicava a visibilidade.

Para notar a tal frente fria, bastava olhar os termômetros. Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), na tarde do domingo (18), a temperatura às 15h era de 28,4°C. No mesmo horário do dia seguinte (19), registrou-se 15,3°C – um declínio de 13°C. Isso deixou o dia encoberto e com garoa em diferentes cidades do estado de São Paulo já no começo da segunda-feira. Mas faltava entender a origem da camada densa, que fez o dia virar noite.

Institutos brasileiros de pesquisa climática deram explicações diferentes para o problema. De acordo com o Climatempo, a fumaça originada por queimadas na região amazônica teria sua parcela de culpa no problema. Em texto assinado pela meteorologista Josélia Pegorim, o instituto atribui o fenômeno a “grandes focos de queimadas que há vários dias são observados sobre a Bolívia, em Rondônia, no Acre e no Paraguai”.

Segundo o documento, a passagem da frente fria fez o vento de camadas mais altas da atmosfera (entre mil metros e 5 mil metros de altitude) mudar de direção. Com isso, a fumaça acabou “direcionada para o estado de São Paulo, mas também para a região sul de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná”. O texto destaca, ainda, que o satélite Terra/MODIS, operado pela Nasa, detectou que uma grande quantidade de fumaça vinda da Bolívia e de Rondônia se encaminhava ao sul do Brasil no dia 17 de agosto. A fumaça, antes concentrada do sul do país, teria ganhado Paraná e Mato Grosso do Sul e alcançado São Paulo no dia 19 de agosto – justamente quando a tarde ficou escura na capital paulistana.

Especialistas do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), no entanto, deram uma explicação diferente: a formação de nuvens baixas e densas já seria suficiente para explicar o céu preto. A influência dos incêndios, e do corredor de fumaça que eles formaram no centro-sul, foi descartada pelo instituto: “O vento até pode trazer essa fumaça de queimadas, mas teria que ser bem intenso o incêndio. Geralmente, isso ocorre mais com fumaça de vulcões”, afirmou Caroline Vidal, meteorologista do Inpe, em entrevista ao G1.

Para meteorologistas do Inmet, porém, partículas de fumaça teriam, sim, culpa no cartório. Mas não somente as que vieram da região norte do país. Segundo o órgão, foram as queimadas entre a Bolívia e o Paraguai que transportaram a maior parte da fumaça até os estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo – restringindo a visibilidade no céu da capital paulistana.

“Parte deste material é de origem local e oriundo da Amazônia, mas outra parte considerável, talvez a predominante, de queimadas de grandes proporções, originadas nos últimos dias perto da tríplice fronteira [Bolívia, Paraguai e Brasil], próximo da região de Corumbá, no Pantanal Sul-Matogrossense”, disse o Inmet, em nota técnica enviada à SUPER. Dados do Inpe mostram que entre os dias 17 e 18 de agosto, foram contabilizados 180 focos de incêndio em Corumbá. Nenhum outro lugar do país queimou tanto no mesmo período.

Um fenômeno parecido ao que paulistas experimentaram na última segunda é comum no centro-oeste e norte do país. Não só no Mato Grosso do Sul, mas também no Mato Grosso, Acre, Rondônia, sul do Pará e Maranhão, segundo destaca o Climatempo, isso se repete com frequência sobretudo no fim do inverno. A época costuma ser marcada por grande número de queimadas, que espalham fumaça pela região. A ausência de chuvas faz o ar ficar seco e quase sem nuvens – o que contribui para esconder o Sol e deixar o céu com tons mais opacos.

Ainda assim, o fato é que as análises definitivas sobre o que causou a escuridão em São Paulo só devem sair nos próximos dias. “Nenhuma das duas hipóteses [incêndios na Amazônia ou na região do Pantanal] podem ser conclusivas. Se isso tem totalmente a ver, qual o percentual representa, é algo que ainda precisa ser estudado”, disse Marcelo Schneider, meteorologista do Inmet, à SUPER.

O ano de 2019 já soma mais de 71 mil focos de incêndio, segundo o Programa Queimadas do Inpe – um aumento de 82% em relação a 2018. É o maior número registrado no país em 7 anos de medições.

Com informações da Super Interessante

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Riva disse:

    brasileiro já ensinou nazismo pra alemanha

    cristianismo pro papa

    fama pra madonna

    liberalismo pra a revista economist

    mas ainda faltava ensinar a nasa a usar satélite

  2. Véio de Rui disse:

    Eu pensei que tinha sido Bolsonaro que não tinha pago a conta de luz

Instabilidades oceânicas e influência de brisa permanecem e temperatura mínima em Natal pode chegar a 19º ou 20º entre esta terça e quinta; veja previsão pelo RN

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Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) destaca continuidade de instabilidades oceânicas e influência de brisa ao longa da faixa litorânea potiguar, e possibilidades de pancadas de chuvas pelo estado.

Na previsão do tempo, especialmente, na capital potiguar, a Emparn relata a possibilidade da temperatura mínima entre 19º e 20º no período da noite/madrugada.

Instabilidade climática permanece e fim de semana tem previsão de pancadas de chuvas pelo RN; confira

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Zona de Convergência Intertropical permanece na região com possibilidades de pancadas de chuvas isoladas por todo o Estado. A previsão é da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) para o período entre esta sexta(17) e domingo(19).

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jose Suelho disse:

    Todo fim de semana é a mesma previsão !

Instabilidade climática permanece e calor acompanhado de pancadas de chuvas seguem em todas as regiões do estado; veja previsão da Emparn

Reprodução: Emparn

Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) alerta para continuidade de pancadas de chuvas em todas as regiões do estado, entre está quarta-feira(06) e sexta-feira(08).

Embora com previsão de pancadas de chuvas, por exemplo, na capital potiguar, a alternância de céu claro e nublado, com o forte calor, também deverá estar presente nestes dias.

Coletiva de delegados explode clima interno

A coletiva de imprensa convocada nessa quarta-feira (9) pela Associação dos Delegados do RN (Adepol) causou mal-estar entre integrantes da categoria. Informações de bastidores dão conta de que muitos ficaram revoltados e acharam o momento dessa entrevista inconveniente, além de criticarem o tom político empregado.

Os profissionais acreditam que a entrevista serviu apenas para expor os demais delegados que estão envolvidos em investigações e que trabalham na resolução de inquéritos e traz em um momento inoportuno a categoria para a vitrine.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fabio disse:

    Cabaré véi esse Brasil, pega fogo cabaré.

  2. Karla Viviane disse:

    BG e como vai o seu cargo comissionado na TV Assembléia? Tudo certinho? O salário é R$18.000,00 ou é R$20.000,00? Jornalismo imparcial a gente vê no RN!

Confira previsão do tempo em Natal para esta quinta até domingo

De acordo com o Clima Tempo, áreas de instabilidade provocam chuva na capital potiguar. A chuva agora é moderada e a temperatura é de 23°C. Entre está quinta-feira(30 de janeiro e domingo, 2 de fevereiro, a previsão é de Sol com muitas nuvens durante o dia. Períodos de nublado, com chuva a qualquer hora. Confira abaixo:

222333444555Com informações do Clima Tempo

 

 

Grande parte do país terá tempo sem chuva na virada do ano

A previsão para a virada do ano é sem chuva na maior parte do país, com exceção da Região Sul que pode ter tempo chuvoso nas capitais de Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O nordestino terá um dia de sol e muito calor. O réveillon será sem chuva. No Sudeste, a previsão em algumas capitais é uma virada de anos de céu claro. No Centro–Oeste, o céu será nublado e possível pancada de chuva durante o dia e trovoadas isoladas no Distrito Federal, Goiás, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Segundo a meteorologista Odete Chiesa, “há possibilidade de chuva nas horas mais quentes do dia”.

Agência Brasil

ALERTA: Caos do clima já tem data marcada, segundo pesquisa americana

2013-653396251-20131009160302182ap.jpg_20131009O mundo já tem um ano certo para testemunhar o estrago causado pelas mudanças climáticas. A partir de 2047, a maior parte do planeta terá uma temperatura média superior à registrada em qualquer outro período entre 1860 e 2005. O impacto do aquecimento global em florestas e recifes de corais reduzirá a oferta de água e alimentos, além de comprometer a biodiversidade e a sobrevivência de diversas espécies.

Os trópicos serão a primeira região do planeta a arcar com as consequências das mudanças climáticas. Rio e São Paulo, por exemplo, verão o termômetro registrar um aumento de aproximadamente 2 graus Celsius até o meio do século. O cálculo, publicado hoje na revista “Nature”, é de uma pesquisa da Universidade do Havaí.

— Pense no evento mais quente e traumático que você já experimentou. Ele, no futuro, será um fenômeno normal — explicou Camilo Mora, autor principal do estudo. — Vemos, hoje, cada vez mais notícias sobre pessoas que morrem devido a ondas de calor. Não tenho dúvidas de que este número vai crescer.

Em entrevista ao GLOBO, Mora avaliou que o aumento dos eventos extremos é “inevitável”.

— Quando deixamos um ecossistema, como a floresta tropical, exposto às mudanças climáticas, haverá uma menor oferta da comida e da água que precisamos. A redução da produção agrícola e da pesca são exemplos de como a sociedade não pode fazer vista grossa para os eventos climáticos — explicou.

O calendário do caos, porém, ainda pode ser alterado. De acordo com a pesquisa, as temperaturas recordes podem ser atrasadas em 20 ou 25 anos se houver um esforço global para controlar as emissões.

Parece pouco, mas, neste período, o homem poderia desenvolver uma tecnologia que ajudaria sua adaptação às mudanças climáticas.

— A realidade é: não importa o que façamos, vamos sofrer com os eventos extremos, como o aumento da temperatura. Mas isso não é desculpa para cruzar os braços — alertou Mora. — Teremos que passar por um teste, a adaptação a um novo ambiente. Vale a pena discutir como podemos ganhar tempo até desenvolvermos um meio para que esta transformação seja menos traumática.

A equipe de Mora usou a projeção de sete variáveis climáticas, como índices de precipitação, evaporação, transpiração e a temperatura da superfície do mar, assim como 39 modelos do sistema da Terra. A partir daí, os pesquisadores averiguaram qual seria a temperatura em mais de 10 mil regiões do planeta até o fim do século.

No Rio, atualmente, a temperatura média anual é 23,5 graus Celsius. Em 2050, será 26 graus. Em São Paulo, passará dos atuais 22 para 24,5 graus Celsius.

Na apresentação das projeções, Mora descreveu os estudos sobre o clima como uma “junção entre a ciência, o público e a economia. Por isso, não é de se estranhar que qualquer nova descoberta provoque grande interesse do público, mas também seja altamente politizada. O grau em que essas descobertas podem gerar mudanças positivas é frequentemente afetado por ataques à credibilidade da ciência”.

Outros cientistas não envolvidos com a nova pesquisa concordam que a redução das emissões teria um maior efeito a longo prazo, diminuindo o risco de que o clima alcance em breve um ponto em que o desencadeamento das mudanças climáticas torne-as catastróficas. Para eles, o estudo de Mora é uma forma mais didática de apresentar ao público algumas conclusões que já eram debatidas pela comunidade científica.

— Se continuarmos com o atual padrão de emissões de CO2, vamos empurrar os ecossistemas para condições climáticas que eles não apresentam há milhões de anos — alertou Ken Caldeira, climatologista do Instituto Carnegie para a Ciência, da Universidade de Stanford.

O Globo com o “New York Times”

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fina Ironia disse:

    São os mesmos que previram o fim do mundo em 2012?