Polícia

Corpo de idosa seminua é encontrado em matagal

A Polícia Rodoviária Federal foi acionada para uma ocorrência de encontro de cadáver, no início da manhã desta terça-feira (24), nas margens da BR 304, em Macaíba. Os patrulheiros foram até a área próxima ao rio Jundiaí e confirmaram que se tratava de uma mulher morta. A senhora, que aparentava ter mais de 50 anos, estava parcialmente despida, o que levantou a suspeita de abuso sexual.

Diante da constatação, os policiais rodoviários acionaram o Instituto Técnico-Científico de Polícia para que os peritos pudessem fazer a análise do local do crime e a remoção do corpo.

O ponto onde estava a vítima fica a cerca de 1 km do Posto da Polícia Rodoviária Federal, em Macaíba. A senhora podia ser vista no meio do matagal por quem passava pela BR 304.

Por volta das 8h, os peritos do Instituto Técnico-Científico de Polícia chegaram ao local. Eles fizeram as primeiras análises no corpo da vítima, bem como na cena do crime. Neste primeiro momento, não foram encontradas marcas de tiros ou de ferimentos por arma branca. Além disso, os peritos não identificaram nenhuma marca de agressão física exposta.

No entanto, evidenciou-se a possibilidade de violência sexual. Isso porque os peritos viram que a mulher estava com a calcinha arrancada e com o vestido levantado. Mas estas primeiras análises não permitem dizer se a vítima foi realmente violentada. Por esse motivo, o corpo foi levado para a sede do ITEP, na Ribeira. Próximo ao corpo da vítima, os peritos encontraram também um preservativo.

Caso se confirme a prática de abuso sexual ou morte violenta, a delegacia de Macaíba deverá abrir um inquérito por apurar a ocorrência. Algumas pessoas que estavam no ponto onde o corpo foi encontrado chegaram a lembrar que, no último domingo (22), uma adolescente de 15 anos foi estuprada em Mangabeira, também em Macaíba, e outra mulher foi vítima de abuso com as mesmas características no início deste mês.

 

Com informações do Portal BO

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Judiciário

Justiça determina que prefeitura do Natal preste contas de 2011 e 2012

O juiz Geraldo Antônio da Mota, da 5ª Vara da Fazenda Pública de Natal, determinou ao Município do Natal que proceda à imediata prestação de contas referentes a todo ano de 2011, devendo repassá-las ao Conselho Municipal de Saúde, no prazo máximo de 15 dias, contados da ciência da decisão judicial, sob pena de aplicação de astreintes pelo descumprimento, as quais foi arbitrado em R$ 20 mil, que deverá recair sobre o gestor responsável, ou seja, a Secretária Municipal de Saúde.

O magistrado determinou também que o Município de Natal realize a regular prestação de contas ao Conselho Municipal de Saúde, nos termos do que dispõe o art. 36 da LC nº 141/2012, durante todo ano de 2012, bem como nos anos subsequentes. Para isso, determinou que seja notificado, pessoalmente, a Prefeita Municipal de Natal e a Secretária Municipal de Saúde, para conhecimento da e adoção das providências necessárias quanto ao seu cumprimento.

Segundo a decisão, deverá constar no mandado a advertência de que a ausência de prestação de contas de recursos públicos por aquelas autoridades poderá implicar em responsabilização, por ato de improbidade administrativa, bem assim, a busca a apreensão de documentos necessários a tal demanda.

O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte ajuizou Ação Civil Pública contra o Município de Natal, requerendo medida liminar para obrigar o Município de Natal a realizar a imediata e regular prestação de contas de todos os quatro trimestres do ano de 2011 ao Conselho Municipal de Saúde, bem como a obrigá-lo a, conforme disposição legal, realizar a regular e trimestral prestação de contas ao Conselho Municipal de Saúde.

O Município do Natal se manifestou, alegando não ser parte legítima para atuar na causa, sob o fundamento de que cabe aos gestores públicos a obrigação de prestar contas e não ao ente público federado, devendo qualquer daqueles constar como réu da ação e não o Município de Natal.

O juiz ressaltou em sua decisão que as alegações do Município de que “cabe aos gestores públicos a obrigação de prestar contas e não ao ente público federado” não merecem prosperar, posto que a própria Constituição Federal impõe expressamente aos entes federados a obrigação de prestação de contas. Nesse sentido, o art. 35, da CF, prevê, inclusive, a possibilidade de intervenção dos Estados em seus Municípios caso estes não prestem as contas devidas na forma da lei.

Para o magistrado, a ausência de prestação de contas de recursos públicos pela Administração Pública, principalmente em relação aos gastos com a saúde, demonstra o desrespeito de seus gestores com um dos princípios constitucionais que devem reger as atividades do Poder Público, ou seja, o da publicidade, importando na afirmação de que se está diante de um caso de lesão irreparável ou de difícil reparação, posto que o inacesso aos gastos públicos municipais com a saúde inviabilizam a fiscalização deles, infringindo as disposições da Lei Complementar nº 141/2012. (Processo nº 0800790-96.2012.8.20.0001)

Fonte: TJRN

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Polícia

Jovem é torturado com chave de fenda e executado com vários tiros em Pium

Um jovem identificado como Gustavo Moura Freire, 20 anos,caseiro, foi executado com vários disparos de arma de fogo, provavelmente pistola calibre 380, por volta das 19h dessa terça-feira (24) em um sítio localizado próximo ao balneário de Pium, no município de Nísia Floresta. A informação foi confirmada pelo tenente Moisés, oficial do 3º Batalhão de Polícia Militar em serviço.

Segundo o tenente, informações dão conta que pelo menos dois homens não identificados invadiram o local e surpreenderam o jovem. Na ocasião, antes da execução, a vítima ainda foi torturada com uma chave de fenda na região do pescoço.

O tenente Moisés confirmou que Gustavo tinha passagens pela polícia e havia sido vítima de tentativa de homicídio em outubro do ano passado. Até o momento não se tem pistas da autoria do crime.

O corpo do jovem foi removido pelo Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep) para a realização do trabalho de necrópsia.

A polícia ainda confirmou que apesar da invasão a residência, nenhum bem foi roubado.

Fonte: DN Online

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Cultura

CPI pede indiciamento de diretores do Ecad

Oito diretores do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição – o Ecad – devem ser indiciados, incluindo a superintendente da instituição, Glória Braga. No relatório final da CPI do Ecad, divulgado nesta terça-feira, 24, os deputados falam em crime de falsidade ideológica, apropriação indébita, agiotagem e crime contra a ordem econômica.

Segundo os senadores, os documentos e depoimentos colhidos pela CPI “revelam, à exaustão, que a Assembleia Geral do Ecad transformou-se em uma confraria de lesa cultura, cujas decisões, tomadas sem critérios e sem transparência, eliminam o elemento negocial na fixação de preços pela utilização dos direitos autorais”.

Serão indiciados Glória Braga, superintendente do Ecad, e os diretores de sete associações de direitos autorais que compõem o Ecad, como Roberto Mello (da Abramus), José Antônio Perdomo Corrêa (diretor da UBC) e Denis Lobo (presidente da SBACEM).

“Dirigir o ECAD se tornou um negócio rentoso”, disseram os deputados. “A entidade criou três modalidades de Plano de Participação nos Resultados (PPR), que beneficiam sobretudo os gerentes. O Ecad é uma associação civil que, em tese, não deveria dar lucros (nem, por óbvio, distribui-los a seus diretores). O uso abusivo dos PPRs drenam, especialmente para a gerência, recursos que deveriam ser destinados aos titulares de direitos autorais. Até em ano em que o ECAD apresenta déficit financeiro há distribuição de PPR”.

Cartel. Segundo os senadores, a atual Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9610-98) apenas deu ao Ecad o monopólio sobre a arrecadação e a distribuição. “A fixação de preços pelas músicas, por exemplo, bem como o custo da taxa de administração de cada entidade, deveriam ser estabelecido livremente, por cada entidade”.

O relatório fala em “confraria do Ecad”, que “seria elogiável se não prejudicasse os titulares de direitos autorais e os usuários de músicas”.

“A gestão coletiva no Brasil negligencia o fato de que os direitos autorais são bens imateriais, negociável no mercado. Ainda que guarde especificidades, os direitos autorais submetem-se às leis de defesa da concorrência e de proteção ao consumidor”, diz o texto.

Capa do relatório da CPI: 403 páginas

Os senadores dizem ainda que, no início, o Ecad foi uma “grande conquista” que “depois se degenerou”.

O relatório associa a atuação do escritório e as associações que o compõem a um cartel. “Voltado para seu próprio umbigo – e para os interesses de seus controladores e dirigentes – o Ecad transmudou-se em cartel, pernicioso para a ordem econômica brasileira, e muito distante do que reivindica a classe artística, protagonizando toda sorte de desvios e ilícitos”.

“Há, portanto, prática de infração da ordem econômica perpetrada pelo Ecad e pelas associações credenciadas, de forma a caracterizar violação aos arts. 20 e 21 da Lei de defesa da concorrência (Lei nº 8.884/94)”, analisam os deputados.

Para a CPI, há a necessidade de uma “profunda reforma no sistema de gestão coletiva de direitos autorais”. Os deputados também querem que o Ecad fique subordinado ao Ministério da Justiça.

O relatório propõe cinco eixos para orientar as mudanças na área: transparência (deixar claras as obrigações das entidades de gestão coletiva), eficiência (técnica e econômica), modernização (associações serão reoganizadas e reestruturadas), regulação (do Ministério da Justiça) e fiscalização (com a obrigação de prestar contas ao governo).

A CPI também pede que o Ministério Público do Rio de Janeiro investigue a diretoria do Ecad e que o governo federal trate a “dimensão dos direitos autorais” como “estratégica para a política cultural, nos planos plurianuais, projetos e ações”, além de dar prioridade na aprovação da Reforma da Lei de Direitos Autorais.

Há também um projeto de lei para estabelecer uma regulação para a gestão coletiva de direitos autorais.

Fonte: Link

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Judiciário

Felipe Cortez acha depoimento de Ubarana confuso e nega conversa

O advogado Felipe Cortez falou ontem sobre as menções de Carla Ubarana no vídeo da delação premiada, vazada na última segunda-feira. Cortez negou tudo. Segundo o advogado, as falas de Carla foram marcadas por um misto de desinformação, confusão e a simples mentira. “Não quero saber de mancha na minha história de tantos anos na advocacia por causa das declarações de Carla. Posso mostrar ponto a ponto as inverdades e equívocos”, disse Felipe.

Ressaltando que não houve referências no vídeo da acusada a nenhum suposto poder de influência no direcionamento dos processos por parte dele, Felipe Cortez explicou que colocar ou retirar processos de pauta não constitui ilegalidade. Ubarana disse na delação que “Se eu soubesse que o meu mandado de segurança só ia ter um desembargador, eu tinha pedido para ser retirado de pauta, e teria saído”, disse. De acordo com ela, Felipe Cortez também administra esse jogo no TJRN. “E isso quem é que administra bem direitinho lá dentro? Felipe”, afirmou.

“Por vezes eu peço para processos entrarem na pauta porque o cliente tem mais de 70 anos, por exemplo. Em outras, eu solicito a retirada da pauta porque vou ter outra audiência no horário marcado. São direitos que o advogado e a parte têm e, quando é o caso, eu, como advogado, peticiono a respeito. Não existe ilegalidade, nem suposto tráfico de influência nisso”, explicou Felipe Cortez.

O comentário de Carla sobre uma suposta influência de Felipe na liberação dos bens (R$ 35 milhões) de uma pessoa denominada “Gilmar” foi abordado junto ao desembargador Rafael Godeiro. Segundo Cortez, esse comentário é direcionado à liberação dos bens de Gilmar da Montana, à época da Operação Sinal Fechado. “As declarações de Carla são contraditórias e estão recheadas de inverdades. Em primeiro lugar, nunca advoguei para Gilmar da Montana. Pelo contrário, advogo em causas contrárias a ele. Em segundo lugar, a liberação sequer foi apreciada pelo desembargador Rafael Godeiro. Nunca falei isso com Carla, não tem a menor procedência”, esclareceu. Por fim, o advogado mostrou à reportagem um comprovante de viagem, feita com a família, para Londres na época em que a liberação dos bens foi deferida, no dia 29 de dezembro do ano passado.

Felipe Cortez questionou um dos trechos reproduzidos pela TRIBUNA DO NORTE. No momento, o Ministério Público chegou a questionar se o fato supostamente reportado por Felipe Cortez em relação a Rafael Godeiro – venda de sentença para liberação de bens bloqueados – não era relacionado ao desembargador João Rebouças, mas Carla negou. “Não. Ele falou com relação a Rafael. De Rebouças ele nunca falou nada bloqueado, não. De Rebouças ele falou somente com relação ao carro”. O advogado disse não ter encontrado esse trecho nas gravações, principalmente no que diz respeito ao desembargador João Rebouças. A referência ao carro seria a um suposto recebimento de uma Toyota “em um processo”.

A TRIBUNA DO NORTE teve acesso aos vídeos na íntegra, repassados pelo Blog do BG. São quatro vídeos. No último, a partir de seis minutos e quatro segundos de gravação, Carla Ubarana diz exatamente que: ” De Rebouças ele falou somente com relação ao carro”. De qualquer forma, Felipe Cortez reiterou que nunca falou a Carla sobre qualquer assunto relacionado ao desembargador e à venda de sentenças.

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Judiciário

Precatório dos Auditores vai para o pente fino

Da abertura do processo à fixação do valor da dívida a ser paga pelo Estado, passaram-se quase 10 anos. Distribuído por sorteio em novembro de 1999, o processo de precatórios favorável ao Sindicato dos Auditores Fiscais do Tesouro Estadual (Sindifern) envolve quase 600 pessoas e um débito judicializado cuja monta ultrapassa qualquer valor pago nos 120 anos de história do Tribunal de Justiça – R$ 1.216.216.395,06. Atualmente, a Comissão de Sindicância instaurada pela presidência do TJRN para investigar irregularidades na Divisão de Precatórios, analisa o processo e os cálculos que envolvem seu valor bilionário.
O nascedouro da causa, deferida pela Justiça no início dos anos 2000, condenava o Estado a pagar aos auditores fiscais as horas extras que excediam o teto horário semanal de 40 horas, além das noturnas. Há ainda, a inclusão dos adicionais de penosidade dos auditores lotados em postos fronteiriços e os percentuais relacionados à periculosidade da função.

Desde que foi formalizado, o  precatório do Sindifern foi juridicamente representado por advogados como Felipe Cortez, Miguel Josino (atual Procurador-geral do Estado), Anderson Miguel  (delator da Operação Hígia e assassinado em junho de 2011) e do que até hoje se mantem, Fábio Hollanda. No início, o processo  seguiu o lento caminho dos demais precatórios pagos pelo TJRN. Entre os anos de 2001 e 2006 não foi registrado nenhum peticionamento das partes envolvidas.

Somente em 2008, o então Procurador-geral do Estado peticionou à Justiça solicitando o embargo à execução da sentença movida contra o Sindifern. O valor do precatório – cerca de R$ 1,2 bilhão – é pela primeira vez mencionado. À época, a PGE pediu que a Justiça desmembrasse o número total de reclamantes em grupos de 10, além de uma minuciosa análise da planilha de custos que originou o valor bilionário.

Em novembro do mesmo ano, o Sindifern e a PGE firmam um acordo extrajudicial. Não se informou, contudo, possíveis índices de redução da dívida no termo apresentado ao juiz Cícero Macedo, titular da 4ª Vara da Fazenda. O acordo, porém, foi homologado pelo magistrado.

Um mês depois, o MPE ofereceu embargos à declaração em relação à decisão foi favorável ao acordo. O juiz Cícero Macedo reconheceu que “laborou em equívoco quando da homologação do acordo entre as partes” e suspendeu os efeitos da sentença. Entre recursos e agravos interpostos pela PGE, MPE e Fábio Hollanda, o magistrado reconheceu que um “embate” foi travado entre o Estado e o Sindicato no que dizia respeito ao pedido de suspensão da homologação.

Em março de 2009, o juiz citou como “muito estranha” o pedido  de não-homologação. Visto que, o instrumento estava  “firmado pela própria governadora” (à época, Wilma de Faria). O imbróglio continuou com novos pedidos do Estado para não desmembrar mais o processo em grupos menores e solicitou que fosse contratado um perito contábil para calcular o real valor da dívida.

Ao custo de R$ 29.580,00, o contador foi contratado pelo Sindifern, que arcou com as custas sozinho. Em março deste ano, quando o processo estava concluso para despacho e à espera de novos documentos técnico/contábeis, o Procurador-geral de Justiça, Manoel Onofre Neto, pediu vistas e, em resposta, peticionou. O conteúdo da petição, porém, ainda é desconhecido. Visto que, o juiz titular da 4ª Vara Criminal, Cícero Macedo, está de férias. O processo segue sem data para ser pago.

Delação retoma caso do Sindifern

Em depoimento prestado aos promotores de Defesa do Patrimônio Público durante a assinatura do acordo da delação premiada, Carla de Paiva Ubarana Araújo Leal explicou, por quase 45 minutos, o tratamento dispensado ao precatório do Sindifern. De acordo com a ex-chefe da Divisão de Precatórios do Tribunal de Justiça, foram abertos dois processos relacionados aos precatórios do Sindicato dos Auditores Fiscais, um em 1999 e o outro em 2003. Ela não detalhou, entretanto, o valor de cada um deles. Afirmou, em contrapartida, que o processo do Sindifern foi o primeiro que identificou como sendo o responsável pela quebra da ordem cronológica.

“Inclusive em 2008 ou 2009, quando o CNJ esteve aqui, eu passei para eles essa informação e o processo foi, são 17 volumes, foi todo escaneado e o CNJ levou esse processo. Nunca deram retorno sobre ele. Mas foi informado que existia essa quebra de ordem”, afirmou Carla Ubarana ao Ministério Público. Ela citou, ainda a participação do advogado do Sindicato, Fábio Hollanda, como comercializador de cessões de crédito que envolviam seus honorários sucumbenciais. Carla  relatou que o defensor do Sindifern vendeu sua parte no processo a duas empresas diferentes e que estas não recebiam os vencimentos.

Fábio Hollanda, porém, rebateu a argumentação de Carla Ubarana informando que após um breve período da negociação, renegociou com as empresas e reviu seus percentuais no processo na totalidade. “O Rio Grande do Norte passou sete anos sem pagar um precatório. Eu estava num momento financeiro difícil e vendi parte dos créditos, com deságio inclusive, para manter meu escritório e minha família. Não houve nada mais do que isso. Para poder me manter, eu vendi parte dos meus créditos”, afirmou Hollanda.

As citações em relação ao advogado, entretanto, prosseguiram. Carla Ubarana disse que Fábio Hollanda ia ao Tribunal de Justiça à procura dos seus honorários contratuais quando estes, segundo delatou aos promotores, não estavam disponíveis. “Eu questionei até com ele: “Olhe não é contratual porque o TJ tá pagando. E o TJ não tem autorização de nenhum parte para fazer retenção contratual e repassar”. Resultado: esse processo continua aberto até hoje”, advertiu Carla Ubarana.

Em resposta, Hollanda disse que Ubarana cometeu um erro ao fazer tal asserção. Ele definiu-se, ainda, como vítima do próprio Estado. Visto que, não recebeu “nenhum centavo” dos quais tem direito em relação a pelo menos dois precatórios milionários do Sindifern, os quais somados seus honorários, aproximam-se de R$ 20 milhões. Além disso, ele ressaltou que durante a gestão da sua tia, a desembargadora Judite Nunes, como presidenta do TJRN, nenhum dos processos que o envolvem como parte nos precatórios, foi analisado ou deferido. “Eu quero que despachem os processos”, reiterou.

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Política

Micarla solta nota esclarecendo acordo da PMN com a Henasa

A respeito de notícias veiculadas nesta terça-feira, 24, que tratam de declarações prestadas pela ex-chefe da Divisão de Precatórios do Tribunal de Justiça do Estado, Sra. Carla Ubarana, considero essenciais os seguintes esclarecimentos:

Como prefeita do município de Natal fui convidada e compareci ao Tribunal de Justiça para assinar o documento que possibilitaria, sob a forma de precatório, o pagamento de uma dívida da Prefeitura junto a uma empresa, dívida essa herdada de gestões anteriores e que emperrava a lista de pagamento de outros precatórios;

Agi de forma clara e fiz registrar o ato inclusive no site da Prefeitura do Natal. O acordo foi fruto de um processo público, acompanhado pela Procuradoria Geral do Município, por juízes e por desembargadores da maior corte da Justiça do Rio Grande do Norte e na presença de representantes do Ministério Público. Tratei do assunto com autoridades judiciárias consideradas, há até bem pouco tempo, acima de qualquer suspeita.

Os documentos e as imagens da assinatura do acordo para pagamento do precatório nunca foram tratados de forma sorrateira, escusa ou escondida como querem sugerir alguns na tentativa de escapar da ação da Justiça. Muito pelo contrário: quem, como gestora, assina um acordo cujo valor foi arbitrado pela Justiça, acompanhado pelo Ministério Público e dá a ele total publicidade assim o faz por agir de forma responsável e séria.

Reitero que tão logo a Comissão Especial do Tribunal de Contas do Estado questionou o cálculo e valor final do precatório determinei a pronta suspensão do pagamento até que se tenha uma decisão final sobre a questão.

Confio na apuração isenta e na imparcialidade que separa a verdade dos fatos e atos públicos das ilações sorrateiras e suposições dos que tentam denegrir a imagem e honra alheias.


Micarla de Sousa

Prefeita de Natal

Opinião dos leitores

  1. Qual será a próxima indicação de José Agripino para governar o Município de Natal ou o Estado? Se soberem avisem para que possamos nos preparar. Essa borboleta foi encomendada! Pior, será que tem?

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Jornalismo

TRE mantém condenação por dupla filiação contra Álvaro Dias

O pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE/RN) manteve, por unanimidade, a condenação do ex-deputado estadual Álvaro Dias por dupla filiação. O ex-parlamentar tentava reverter a condenação por meio de recurso.

A ação começou quanto o político deixou o PDT rumo ao PMDB. A saída teria sido normal se ele tivesse se desfiliado antes de assinar a outra ficha.

O juiz Ricardo Procópio foi relator da matéria e seu voto foi seguido pelos demais membros da corte, co exceção do juiz Ricardo Moura alegou suspeição e não participou do julgamento.

Com a condenação mantida, Álvaro Dias fica sem partido e, por enquanto, não pode disputar as eleições desse ano por estar inelegível. Um dos critérios de elegibilidade é ter uma filiação partidária

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Jornalismo

Polícia Civil prende acusado de praticar assaltos em ônibus

Jackson Douglas Pereira Fernandes, de 32 anos, mais conhecido como “Jackson do Planalto” foi preso na tarde desta terça-feira (24) pelos policiais civis da 11ª DP. Ele é acusado de assaltar junto com mais dois comparsas, a um ônibus da empresa Trampolim da Vitória, linha Parnamirim-Natal em outubro de 2005. O assalto ocorreu por volta de 1h da madrugada na altura do bairro de Neopólis, zona Sul. Na ocasião, apenas um dos assaltantes foi preso.

De acordo com o Chefe de Investigações da 11ª DP, Humberto Miranda, “Jackson do Planalto” responde a mais quatro processos na Justiça, inclusive por formação de quadrilha. E também, que ele é um dos suspeitos de ter participado do assassinato do ex-agente penitenciário, Enos Antônio dos Santos, segurança de uma Casa Lotérica, no Conjunto Cidade Satélite em abril de 2010, revela.

O segurança foi atingido por vários disparos de pistola quando chegava de moto na Casa Lotérica Minas de Ouro. Ainda segundo Humberto Miranda, meses antes o acusado tentou assaltar o estabelecimento, e teve sua tentativa frustrada pela ação do segurança, que o reconheceu e entrou em contato com familiares para avisar sobre o ocorrido, e que ele não tentasse novamente.

A prisão ocorreu em cumprimento a um mandado expedido pela 1ª Vara Criminal de Natal, em 15 de fevereiro de 2012. Jackson Douglas Pereira Fernandes foi condenado a onze anos e oito meses de prisão. E será encaminhado para o Núcleo de Custodia da Policia Civil onde aguardará decisão da Justiça.

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Jornalismo

Em nota, Bruno Macedo nega ter celebrado acordo de precatório

O ex-procurador-Geral do Município (PGM), Bruno Macedo, amitiu uma nota agora há pouco rebatendo as informações dadas pela ex-chefe da Divisão de Pracatórios, Carla Ubarana, de que ele havia celebrado acordos para pagamento de precatório enquanto advogado. As informações dadas por Carla fazem parte de um novo acervo de vídeos de depoimentos que o Blog do BG colocou no ar com exclusividade.

Segue a nota na íntegra

“A propósito de matéria veiculada, hoje (24), na imprensa local, que divulga trechos “sigilosos” de um depoimento prestado pela Sra. Carla Ubarana ao Órgão Ministerial, presto os seguintes esclarecimentos:

1) NUNCA celebrei qualquer acordo ou recebi qualquer pagamento de precatório decorrente de processo que atuei como advogado privado;

2) A única solicitação que dirigi à Sra. Carla Ubarana, enquanto Chefe da Divisão de Precatório do TJRN, foi no sentido de corrigir a titularidade do Precatório n.º 2009.010419-2, pois, tratando-se de honorários advocatícios, deveria estar em nome do meu escritório, e não em nome da empresa para qual nós advogamos;

3) A Sra. Carla Ubarana procedeu à correção, que se encontra, inclusive, consignada, por despacho, no site do TJRN;

4) Tal precatório ocupa a 202ª posição na atual relação da ordem cronológica dos instrumentos precatórios do TJRN, sendo o único por mim ostentado desde que comecei a exercer a advocacia; e

5) Quanto ao precatório da Henasa, reitero as minhas manifestações anteriores, e reafirmo que tenho a minha consciência absolutamente tranqüila por ter sempre pautado a minha vida profissional sob a égide do cumprimento irrestrito da legalidade e da transparência dos atos por mim exercidos;

6) Enfatizo ainda que, ao longo de todo o processo envolvendo o chamado “precatório da Henasa, não fiz qualquer cálculo, acordo ou gestão no sentido de beneficiar quem quer que seja. Como então Procurador Geral minha atuação sempre teve o foco voltado para os princípios do interesse público, tanto no assunto em tela, como fora dele.

Cordialmente,

Bruno Macedo Dantas

Advogado”

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Esporte

Potiguares Barão e Tibau lutam no mesmo UFC de Anderson vs Sonnen

O UFC confirmou: a esperada luta entre Anderson Silva e o americano Chael Sonnen não será mais no Brasil e sim em Las Vegas, no dia 7 de julho. O detalhe é que a luta deve fechar o UFC 148, que já tem confirmadas as presenças dos potiguares Renan Barão e Gleison Tibau, além da disputa pelo cinturão da categoria galo (a mesma de Barão), entre Dominick Cruz e Urijah Faber.

A mudança da luta de Anderson Silva vs Sonnen não foi por acaso. Devido a realização a conferência internacional sobre meio ambiente, Rio + 20, no Rio de Janeiro, ficaria complicado para o UFC realizar um outro evento grande na cidade carioca no mesmo período – dia 23 de junho. Dessa forma, o confronto, que seria o principal da noite e é um dos mais aguardados dos últimos tempos, foi transferido para Las Vegas, e as demais lutas do UFC Brasil 3, entre elas, a final do TUF entre Vitor Belfort e Wanderlei Silva, devem ser levadas para outra cidade – Brasília ou Belo Horizonte.

Para Barão, adicionar essa luta tão esperada ao UFC 148 aumenta, ainda mais, a responsabilidade de uma boa apresentação. “Se já tinha que dar um belo show, agora mais ainda, porque vai ter mais gente assistindo. O UFC ganha em importância, até porque essa luta é uma das mais aguardadas dos últimos tempos”, afirmou o potiguar que, se ganhar, é confirmado como o desafiador do título do peso galo, pegando o vencedor de Cruz vs Faber.

Renan Barão, inclusive, deve viajar nesta quarta-feira (25) para o Rio de Janeiro, onde faz a parte final da preparação para a luta contra Ivan Menjivar na academia Nova União. “Faço isso como uma especie de concentração para a luta. Lá, posso ficar focado só nisso e indo mais cedo, quase dois meses antes da luta, posso fazer uma preração mais ampla e melhor estudada. A luta contra o Menjivar pede isso”, explicou Barão.

Além de Anderson vs Sonnen, Cruz vs Faber, Barão vs Menjivar e Tibau contra Nurmagomedov, o UFC 148, que ocorre depois do feriado de 4 de julho, o principal dos Estados Unidos, deve ter outras lutas que podem ser consideradas históricas, como: Tito Ortiz vs Forrest Griffin; Rich Franklin vs Cung Le; Michael Bisping vs Tim Boetsch e o brasileiro Demian Maia vs Dong Hyun Kim.

 

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Jornalismo

Luciano Huck grava 'Lata Velha' em Natal

Nesta manhã de terça-feira a agitação tomou conta do conjuno habitacional Nova Natal, na zona norte de Natal com a visita do apresentador Luciano Huck e a equipe do quadro #Lata Velha do Caldeirão do Huck da TV Globo . Com um colorido mais que especial, luzes acesas e um carro modelo Rural que mistura uma nave que se movimenta pelas ruas com um palco móvel. Rei Pop Show anima festas infantis na cidade do sol, faz apresentações nas ruas, palcos e nos lugares que couberem a imaginação e o divertimento.

Seu nome de batismo é Rivaldo Félix de Lima que há dez anos trabalha em festas infantis e é uma das maiores personagens caricata da cidade do Natal. Além de todas essas atividades, o Rei Pop Show ainda arranja tempo para gravar discos, lançar seu DVD chamado “Rei Pop Show: flashback” e tomar de conta de uma rádio comunitária na comunidade. “Já fui de tudo nesse mundo. Até gravei um vinil como cantor brega com a música “Faz mais de um ano que não vejo meu amor”, com composição minha. Hoje meu trabalho especial é esse de divertir as crianças através da criação do Pop Show”, contou.

Ele nos disse que como não bebia nem fumava as noites de cantor brega não era lá muito boa e ele deixou de lado para se dedicar às crianças. “Comecei a criar figurinos e carros para levar nas festas infantis”.

Sua criação hoje é o Robô Pop Show, todo feito de napa e diferentes tecidos e traz lanternas coloridas que acendem e alguns aparatos de som em sua veste. “Utilizo bateria 110/220 voltz e quando as luzes da minha roupa acendem é um sucesso só”.

Ele chega nas festas com um elemento a mais. Depois de ter a idéia de construir sua própria nave tendo como base uma bicicleta, Rivaldo buscou no questionamento da guerra um novo olhar sobre sua criação. “Muitos aviões funcionam como armas de guerra e matam, por isso resolvi dar meu recado através de um avião que não mata mas leva alegria, música e paz por onde passa, que é o que as crianças precisam nesse mundo cruel que a gente vive”. Nas apresentações, além dos recados ambientais e sociais, Rivaldo leva música, dança e teatro.

Parte do que Rivaldo constrói é entregue a sua comunidade em Nova Natal. “Participo de projetos e acredito que a arte precisa ser compartilhada. Por isso tudo o que faço, qualquer trocado que recebo eu divido na minha comunidade e sempre farei isso”, lembra Rei Pop Show.

O apresentador Luciano Huck também esteve gravando parte do quadro na Base Aérea em Parnamirim. O programa com o “Rei Pop Show” irá ao no mês de junho.

Fonte: Via Certa Natal

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Esporte

Dana White confirma luta de Anderson Silva com Chael Sonnen em Las Vegas

Nem Rio de Janeiro, Nem São Paulo, pra falar a verdade nem no Brasil será. Em uma coletiva de imprensa curta e marcada pela ironia do americano Chael Sonnen, o presidente do UFC, Dana White, confirmou nesta terça-feira, que a segunda luta entre Anderson Silva e Chael Sonnen acontecerá do UFC 148, dia 7 de julho, em Las Vegas.

A mudança da sede do UFC 147 também aconteceu, mas o evento ainda não tem um destino definido. Com a impossibilidade de realizar o torneio num estádio de futebol que pudesse quebrar o recorde de público da franquia, a luta principal da noite, passa a ser o duelo entre os treinadores do “The Ultimate Fighter Brasil – Em busca de campeões”, Vitor Belfort eWanderlei Silva, ou uma eventual participação de José Aldo no torneio, que mantém a data de 23 de junho.

A coletiva começou com Dana White explicando que tinha uma boa e uma má notícias.

“A boa é que a luta entre Anderson Silva e Chael Sonnen acontecerá, e a má é que não será no Brasil. Ainda não temos um local para o restante do evento, que terá as finais do TUF Brasil e a luta dos treinadores Vitor Belfort e Wanderlei Silva, mas certamente acontecerá no Brasil. Ainda estamos trabalhando para que José Aldo também esteja no torneio. Anderson ficou muito chateado por não lutar aqui. Conversamos muito e eu o convenci a lutar em Las Vegas, onde haverá hotel para todos que estiverem lá”, alfinetou o dirigente.

Perguntado sobre o que achou da mudança do local da luta, o campeão brasileiro não escondeu a decepção.

“Eu sou brasileiro, grato a tudo o que os meus fãs brasileiros me proporcionaram até agora. Não estou feliz por a luta não ser realizada no Brasil, mas não tenho fãs somente no Brasil. Vou fazer meu trabalho onde quer que seja. Houve uma aliança que o UFC fez com uma companhia que não foi suficientemente profissional para entender o tamanho do evento. Para mim é indiferente. Sou lutador. Meu primeiro título mundial foi no Japão, contra o Sakurai e havia dois mil japoness torcendo contra. Mas quando se está lá em cima, é tudo diferente. Eu sei exatamente como é. Quem luta no UFC é bom, tem qualidade, porque é o maior evento de MMA do planeta. Mas não acho nada sobre o Sonnen. Lá em casa tem um pé de acho, mas nunca dá nada”, disse.

Chael Sonnen também não fez questão de ser simpático, e destilou toda sua ironia sobre a fama de Anderson Silva como o melhor lutador do mundo.

Não tenho nada contra os brasileiros, e sim contra alguém sentado a poucos metros de mim. As suas mulheres são ótimas comigo. Fiquem à vontade para me ligarem e me fazerem uma visita. Minha impressão sobre o Brasil é muito parecida com as que eu tenho dos EUA. Quando eu era criança, me lembro de conversar com meus amigos. Nós falávamos sobre as últimas novidades da tecnologia, medicina, jogos e da ingenuidade americana. Eu olhava para fora e via Anderson e as crianças brasileiras brincando na lama. Anderson Silva fica tão perto das árvores que não consegue enxergar a floresta. Acho embaraçoso que ele sente ali, na frente da TV, com um cinturão falso fingindo que é campeão. Ele fala do seu legado. Conquistou o cinturão contra o “grande” Chris Leben, defendeu seu cinturão contra o “fenomenal” Patrick Coté e deu show diante do “fortíssimo” Thales Leites. Que legado! Ele diz que eu desrespeitei sua família. Sim, eu fiz isso. E o que você vai fazer a respeito? Use a escola Ed Soares de desculpas para dizer o que terá dado errado quando eu o surrar para todo o mundo assistir. É isso o que acontecerá no dia 7 de julho.

Questionado sobre o fato de as suas lutas sempre serem apontadas como as melhores lutas do mundo muito mais por sua habilidade do que as dos seus oponentes, Anderson desabafou.

“Até que enfim uma pergunta inteligente! Quando comecei a treinar artes marciais, eu aprendi o que era respeito. Sonnen não sabe o que é arte marcial. Ele é wrestler, não sabe o que é respeito às pessoas. Tem gente que diz que ele está promovendo a luta, mas ele desrespeitou meu país, minha família e o público. Alguns não tem conhecimento de causa, e acham isso o máximo. Ele fez de tudo nos cinco rounds, mas não fez o principal, que é vencer – disse Anderson Silva, enquanto Sonnen fingia roncar de tédio”, declarou.

*Com informações do SporTV

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Jornalismo

Buscas por universitários continuam

As buscas aos universitários capixabas desaparecidos foram reforçadas no Norte do Espírito Santo e no Sul da Bahia. Na manhã desta terça-feira (24), a Secretaria de Estado de Segurança Pública chegou a informar que um carro com cinco corpos havia sido encontrado na localidade de Juerana, próximo a Posto da Mata, em Nova Viçosa. Mas, o superintendente de Polícia do Interior Danilo Bahiense sobrevoou o local e não confirmou o fato.  O coordenador regional da Polícia Civil no extremo Sul da Bahia Marcos Vinícius Almeida disse que as buscas continuam.

Bahiense afirma que o que motivou as buscas foi “um boato”. “Recebemos a informação e fomos ao local para checar. Sobrevoamos a região de helicóptero e o coronel também nos auxiliou, de carro, mas foi boato. Não encontramos nada. As buscas continuam”, disse.

Os cinco jovens que seguiam do Norte do Espírito Santo para Prado, na Bahia, na última sexta-feira (20), desapareceram antes de chegar ao destino, segundo familiares. Os universitários de São Mateus e Colatina saíram do estado às 19h e foram vistos pela última vez em um posto de combustíveis em Pedro Canário.

Rosaflor Oliveira, Izadora Ribeiro, Amanda Oliveira, Marllonn Amaral e André Galão estavam em um Fiat Punto prata dirigido por André. Eles iam para Prado comemorar o aniversário da mãe de Izadora. A irmã de Rosaflor, Luísa Chacon, disse ao G1 que os pais saíram de Vitória com destino a São Mateus para ajudarem nas buscas. “Minha irmã faz faculdade lá. Está sendo muito difícil”, conta. Segundo Luísa, até a manhã desta segunda-feira (23) ainda não havia novidades sobre o desaparecimento.

Enquanto acompanha a investigação da polícia sobre o desaparecimento da filha junto com outros quatro amigos em viagem à Bahia, Zaquel Silveira, pai de Izadora Ribeiro, disse ao G1que não perdeu as esperanças. “Nunca podemos pensar negativo”, declarou. Ele mora em Prado, na Bahia, e está em São Mateus, no Espírito Santo.

O pai de Izadora não vê a possibilidade de alguém de Prado ter a intenção de fazer algum mal à filha. “Não sei a respeito de nenhum ex-namorado dela na cidade. Ela era uma pessoa muito querida”, contou. O atual namorado de Izadora, Wagner Buffon, de 30 anos, também vai prestar depoimento nesta terça-feira. “Ninguém tinha motivo para fazer nada com ela. Era uma menina jovem, com tudo pela frente”, afirmou.

No programa Mais Você desta terça-feira, Doralice Ribeiro Santos Oliveira, mãe de Izadora, revelou que existe uma possibilidade de crime de vingança contra eles, mas não quis dar detalhes do caso e afirmou que a polícia está ciente de todos os detalhes para seguir a investigação.

A mãe de Rosaflor, Márcia Pereira de Oiliveira, continua na delegacia de São Mateus, esperando por notícias oficiais. “Estamos renovando a esperança a cada minuto, recebemos muita notícia ruim, muito trote, muita coisa sem sentido, é muito difícil. Nossa posição é permanecer aqui até ter uma informação concreta do delegado, ou de fonte oficial”, disse.

Segundo a mãe de Rosaflor, todos os pais dos cinco jovens estão reunidos na delegacia da Polícia Civil, em São Mateus. Qualquer informação pode ser encaminhada à Delegacia de Pessoas Desaparecidas pelo telefone (27) 3137-9065 ou pelo disque-denúncia 181.

Fonte: G1

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Jornalismo

Depois de não assinar a CPI do Cachoeira, Fábio Faria volta atrás e declara apoio

O Partido Social Democrático (PSD) protocolou nesta quarta-feira (24) junto ao Senado Federal um Requerimento do deputado federal Fábio Faria, solicitando que conste nos Autos da “CPMI do Cachoeira”o seu apoiamento. Diversos deputados e senadores que também não tiveram oportunidade de integrar a primeira lista fizeram a mesma solicitação ao Congresso Nacional. O Senado está gerando um número único de documento e fará o registro da inclusão dos novos apoiadores na sessão conjunta do Congresso Nacional hoje à noite.

“Reafirmo, portanto, que sou favorável à CPMI e desejo a apuração profunda dos fatos que indignam o Congresso Nacional e a sociedade brasileira. Mesmo sendo redundância, fiz questão de oficializar meu apoiamento a esta investigação”, disse Fábio Faria.

Protocolada na última quinta-feira (19), a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito vai investigar práticas criminosas do senhor Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, desvendadas pelas operações “Vegas” e “Monte Carlo”, da Polícia Federal. A CPMI deve ser instalada nesta quinta-feira (25).

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Jornalismo

TCE vai expedir cinco mil mandados pendentes

Dando prosseguimento à agilização processual, meta prioritária da gestão do Conselheiro Valério Mesquita, a Diretoria de Atos e Execuções (DAE) vai expedir cinco mil mandados pendentes de providências, dentre elas a expedição de citações, notificações e intimações de gestores públicos estaduais e municipais citados nos referidos processos. Estão incluídos na relação secretários de estado, prefeitos, diretores de autarquias e presidentes de Câmaras Municipais, no período de 23 de abril a 31 de maio.

Essa nova etapa do mutirão tem como objetivo agilizar o andamento desses processos que estão na Diretoria de Atos e Execuções (DAE), que é o cartório do TCE.

Foi criado um grupo de trabalho específico para coordenar a execução do trabalho composto pelos servidores Andréa da Silveira Lima Rodrigues, Janice Aranha e Cleyton Marcelo Medeiros Barbosa. Todos receberam do presidente Valério Mesquita instruções no sentido de agilizar o andamento dos processos no prazo determinado, ou seja, até o dia 31 de maio vindouro. Essa ação visa ao cumprimento da meta estabelecida no Plano de Diretrizes Anual.

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