Política

TRE desaprova contas de Miguel Weber nas eleições de 2010

A notícia chega direto da Assessoria de Comunicação do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte. A Corte desaprovou a prestação de contas do ex-candidato a deputado estadual Miguel Weber, que disputou o pleito 2010.

A Coordenadoria de Controle Interno e Auditoria, órgão técnico do Tribunal, em seu parecer, opinou pela desaprovação da prestação em razão das seguintes irregularidades: realização de despesas antes da abertura da conta bancária específica; evidências da ocorrência de ocultação de despesas financeiras e existência de débitos de campanha não quitados até a data da prestação de contas; falhas relativas à emissão de recibos eleitorais referentes a recursos estimáveis em dinheiro; entre outras.

No mesmo sentido foi o parecer do Ministério Público Eleitoral, que considerou que “as irregularidades constatadas, examinadas em conjunto, comprometem completamente a lisura das contas apresentadas pelo requerente”

Em seu voto, o relator do processo, juiz Marcos Duarte, avaliou que na prestação ocorreram vícios que comprometeram a confiabilidade e a legitimidade das contas, considerando ainda a importância percentual dessas irregularidades. Assim, votou pela desaprovação da prestação de contas, no que foi acompanhado pelos demais Membros.

Fonte: Ana Ruth Dantas

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Funcionária do Vigilantes do Peso engordou 20 kg, foi demitida por Justa Causa e pede indenização

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) vai ter de decidir se uma ex-orientadora dos Vigilantes do Peso, que engordou 20 quilos, poderia ou não ter sido demitida por justa causa. A trabalhadora quer garantir o recebimento de indenização por danos morais e das verbas rescisórias devidas em caso de demissão sem justa causa, como a multa de 40% sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Mas a empresa sustenta que o contrato previa a dispensa no caso de ela engordar.

No programa de emagrecimento, a empresa argumenta que os orientadores não podem engordar porque a função deles é motivar as pessoas a perderem peso.

No caso específico sob análise do TST, a ex-orientadora foi contratada em 1992, quando pesava 74 quilos. Ao ser demitida por indisciplina, em 2006, ela estava com 93,8 quilos, informou o tribunal.

Iniciado na semana passada, o julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Renato de Lacerda Paiva quando o placar estava empatado em 1 a 1. O relator do recurso, ministro Guilherme Caputo Bastos, votou contra o pedido da ex-orientadora.

Contrato

De acordo com ele, apesar das cláusulas do contrato, a trabalhadora descumpriu um item que determinava a manutenção de um peso ideal. Por esse motivo, diz, a despedida teve justa causa já que a empresa poderia estar “trabalhando contra si própria” ao manter em seus quadros uma orientadora fora dos padrões exigidos.

Em seguida, o ministro José Roberto Freire Pimenta votou e discordou do relator. Para ele, a cláusula é abusiva e desrespeita direitos fundamentais da trabalhadora. Segundo ele, não é possível obrigar uma pessoa a se comprometer a não engordar. “Essa empregada engordou porque quis?”, indagou.

Pimenta concluiu que a demissão não teve justa causa e, portanto, a trabalhadora deveria receber as verbas rescisórias e uma indenização de R$ 20 mil.

Antes de chegar ao TST, o caso foi analisado pela Justiça do Trabalho de São Paulo. Lá, a ex-orientadora não teve sucesso. O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) concluiu que a exigência de manutenção do peso tinha justificativa na própria natureza do trabalho desenvolvido por ela e pela empresa.

Segundo o TRT, aceitar o contrário “seria o fim da própria empresa, com o consequente descrédito da marca e da organização”.

Fonte: Estadão

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Comportamento

Australiano levou multa de 800 dólares por mostrar a bunda à rainha Elizabeth

Um australiano foi condenado nesta terça-feira a pagar uma multa de 750 dólares locais (cerca de 800 dólares) por mostrar as nádegas à rainha Elizabeth II e a seu marido, o príncipe Philip, durante a visita dos monarcas à Austrália no fim do ano passado.

Liam Warriner, um garçom de 22 anos de Sydney, abaixou as calças e com uma bandeira australiana entre as nádegas e correu por 50 metros ao lado da caravana de veículos da rainha durante sua visita a Brisbane, no nordeste do país.

Antimonárquico – O jovem se declarou culpado da acusação de alteração da ordem pública perante o juiz, mas disse que não se arrepende de sua ação e que voltaria a fazer o mesmo diante de qualquer outro líder. “Aos elitistas, com muito gosto mostraria meu traseiro e lhes diria que é o que penso deles”, disse Warriner, que se mostrou ‘orgulhoso de ser antimonárquico’.

O apoio à monarquia, principalmente entre os jovens, é muito forte na Austrália, onde em 1999 foi realizado um plebiscito no qual 54,87% rejeitaram uma proposta de adoção do sistema republicano.

EFE

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cultura

Vão acabar com o Beco da Lama. Natal é a vanguarda do atraso!

Foto Rodrigo Sena

Enquanto centros como Salvador, Recife e Rio incentivam a manter a história cultural da cidade, como o Pelourinho na capital baiana, o Recife antigo na capital pernambucana e a Lapa, na capital fluminense, em Natal a promotora de Justiça e do do Meio  Ambiente Rossana Sudário resolve punir um tradicional reduto boêmio da Cidade Alta, o Beco da Lama, proibindo a partir de 21 de fevereiro qualquer evento musical na área. A sentença da promotora está embasada em um abaixo-assinado apresentado à Promotoria respaldado por 20 moradores daquela área.

A Cidade Alta, é bom que se diga, há muito deixou de ser um bairro residencial. Tudo bem que se há abuso com relação ao som, que se chegue a um denominador comum. Mas daí determinar o fim de qualquer evento cultural na área já é um tanto quanto demasiado. Numa cidade que se ressente de eventos culturais como a capital potiguar, é pouco provável que a medida extrema adotada pela promotora Rossana Sudário mereça o aplauso da sociedade. Até porque o que se fala é que em não sendo mais um espaço cultural o Beco da lama se transformará numa cracolândia. Ouso dizer que concordo com tal afirmação.

Se o problema é o barulho, por que é que a promotora Rossana Sudário não levanta uma bandeira junto aos nossos legisladores para fazer uma lei que proíba definitivamente os chamados paredões em carros e caminhonetes de gente que tem dinheiro? Coibir só não é o suficiente. Já disse aqui neste espaço e repito. Neste verão foram inúmeras as proibições. Mas quando a Polícia vai embora volta-se tudo de novo. Não é o caso do Beco da Lama. Alí era só estabelecer um horário e um limite para a altura do som. Pronto: estava resolvido o problema. Mas, não. A promotora resolveu tomar uma medida extrema. No caso dos paredões, que faz mal inclusive a saúde afetando a audição, baixasse o som. Quando a polícia vai embora …  Ah, deixa pra lá!

Infelizmente o Beco da Lama vai acabar mesmo virando uma cracolândia. E a quem caberá a culpa por causa disso? Certamente as pessoas que entraram com o abaixo-assinado para proibir eventos culturais no local hão de se arrepender futuramente, porque ao invés de boêmios vão ter no local drogados. Espero está errado, mas é isso que se prevê. Que Rossana Sudário possa rever sua posição e que o Beco da Lama continue a ser um reduto boêmio e cultural da cidade como sempre foi. Não demora muito a promotora vai querer também fechar o Buraco da Catita, na Ribeira. A conferir!

Artigo do Jornalista Carlos Alberto Barbosa para o Blog do Barbosa

Opinião dos leitores

  1. Quem sabe abaixo assinado para combater esse abaixo assinado que não tem cabimento? Afff… Natal já é pobre demais culturalmente. 

  2. Concordo com você!  Que mal faz o Beco da Lama? o unico "mal" que ele faz é não gerar grandes montantes de dinheiro para os governos estadual e municipal; por que não proibem o grandioso carnatal, a festa do aparthaid social, que barulho mais infernal do que aquele? O que podemos fazer para preservar nossa culttura e pontos culturais?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Gay é espancado e enterrado vivo no Pará

Um homossexual foi espancado e enterrado vivo à beira de uma estrada nas proximidades de Altamira, no oeste do Pará (a 900 km de Belém), mas conseguiu sobreviver. Ele está hospitalizado.

Para a Polícia Civil, trata-se de um caso de roubo com tentativa de homicídio. O movimento gay da região diz que o crime tem relação com homofobia –um dos agressores mantinha um relacionamento com a vítima.

Anízio Uchôa, 50, professor de uma escola municipal, foi amordaçado em sua casa e teve bens roubados. Em seguida, foi levado a uma estrada vicinal, onde foi espancado e enterrado em uma vala.

O caso ocorreu na madrugada de sexta-feira (10). De acordo com a polícia, o crime foi cometido por Jefferson Mello, 21, que mantinha um relacionamento com o professor, e por Thaisson de Souza, 23. Eles foram detidos no mesmo dia.

A assessoria de comunicação da Polícia Civil informou que ambos confessaram o crime. Em depoimento, porém, negaram a autoria intelectual do crime –cada um dos suspeitos atribuiu a responsabilidade ao outro. Nenhum dos dois constituiu advogado até a conclusão desta reportagem.

De acordo com a investigação, os suspeitos cobriram a vala onde jogaram o corpo de Uchôa com terra e folhas. Como a vala não era funda, Uchôa conseguiu escapar. Ele foi hospitalizado com ferimentos na cabeça e fraturas nos braços.

A Associação da Parada do Orgulho LGBT da Transamazônica e Xingu fará uma manifestação na próxima quinta-feira, em Altamira, em protesto contra o crime.

“O rosto dele está irreconhecível por causa das pauladas”, disse Humberto Lexter, presidente da entidade. Ele afirma que o crime foi motivado por homofobia.
Segundo Roryhone Sousa, assessor jurídico da entidade, Mello não queria que ninguém soubesse do relacionamento com Uchôa.

“Eles praticaram o crime movidos por um preconceito de que, por ser homossexual, ele [Uchôa] era mais frágil. Não foi apenas um roubo, mas sim um crime que teve origem no fato de a vítima ser homossexual”, afirmou Sousa.

Fonte: Folha.com

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

George Olímpio já está preso há 80 dias e Juíza não tem data para se pronunciar sobre operação Sinal Fechado

Está na Tribuna do Norte:

Hoje completa-se 80 dias que o empresário George Anderson Olímpio da Silveira, acusado de ser o mentor de um esquema de fraudes no Departamento Estadual de Trânsito (Detran/RN), está preso. Passados quase três meses da deflagração da Operação Sinal Fechado, na qual os promotores de Defesa do Patrimônio Público desarticularam um complexo esquema de pagamentos de propina a agentes públicos em troca de favores e de fraudes em licitações na autarquia estadual de trânsito, a juíza titular da 6ª Vara Criminal, Emanuella Cristina Pereira Fernandes, ainda não se pronunciou quanto ao recebimento ou não da denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual em novembro do ano passado.

Júnior SantosGeorge Olímpio, acusado de ser o mentor do esquema de corrupção, é um dos três que estão presos

A magistrada aguarda o recebimento das defesas prévias de duas acusadas de envolvimento nas fraudes – Maria Selma Maia de Medeiros Pinheiro e Eliane Beraldo Abreu de Souza – para se pronunciar quanto às acusações que recaem sobre elas e mais 32 pessoas denunciadas pelo órgão ministerial. Eliane Beraldo, funcionária pública em São José do Rio Preto/SP, tem até a próxima quinta-feira para apresentar defesa.

Maria Selma Maia, servidora de carreira do Detran/RN, alegou à Justiça que não dispunha de condições financeiras para se defender através da contratação de um advogado.Com isto, um defensor público foi designado pela Defensoria Pública do Estado para compor a peça argumentativa a favor da servidora. Divididos em dois volumes, os documentos ministeriais que compõem as denúncias contra os envolvidos estão de posse do advogado público para a composição da tese de defesa da servidora estadual.

Diferente dos demais funcionários públicos que tiveram 15 dias para confeccionarem suas defesas através de advogados contratados, o defensor público terá o prazo de 30 dias para entregar a documentação em favor de Maria Selma Maia à juíza Emanuella Cristina Pereira Fernandes.

A magistrada espera, porém, que ele entregue a peça num intervalo de tempo menor.Os outros funcionários públicos – o suplente de senador, João Faustino e a tabeliã Marluce Olímpio Freire – ou pessoas envolvidas no esquema que ocupavam cargos comissionados – o ex-diretor-geral do Detran/RN, Érico Vallério Ferreira de Souza – à época em que foram arrolados como acusados pela Operação Sinal Fechado, já protocolaram na Secretaria da 6ª Vara Criminal suas respectivas peças de defesa.Informações de pessoas ligadas ao judiciário dão conta de que somente a tese de defesa de Érico Vallério é composta de aproximadamente 700 páginas.

Ontem, a TRIBUNA DO NORTE solicitou vistas às peças de defesa apresentadas pelos três acusados citados acima, mas a Direção da Secretaria da 6ª Vara Criminal informou que os documentos estão na mesa da juíza sob análise e não poderiam ser retirados naquele momento.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Juíza alega suspeição e processo dos Precatórios vai para a 7ª vara

A juíza titular da 5ª Vara Criminal, Ada Galvão, alegou suspeição por foro íntimo e não julgará o processo da Operação Judas, cujas denúncias oferecidas pelo Ministério Público recaem sobre um suposto esquema de fraudes no Setor de Precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. O despacho da magistrada foi anexado aos autos do processo, que corre em segredo de Justiça, na sexta-feira passada, um dia após retornar das férias e reassumir a titularidade da 5ª Vara Criminal.

Aldair DantasO processo que investiga as irregularidades no Setor de Precatórios deve chegar à 7ª Vara hoje

O juiz Armando Pontes, responsável pela 7ª Vara Criminal, assumiu a apuração das denúncias na 5ª Vara por substituição, enquanto a juíza responsável, Ada Galvão, gozava de férias. Foi ele quem decretou a prisão preventiva dos cinco envolvidos no suposto esquema fraudulento. Com a negativa de Ada Galvão, o processo foi remetido, por sequência, à 6ª Vara Criminal, cuja juíza titular é Emanuella Cristina Pereira Fernandes. Esta, por sua vez, já havia sido designada para acompanhar o processo por substituição.

Entretanto, Emanuella Cristina Pereira Fernandes alegou suspeição por foro íntimo no final do mês passado e a peça judicial foi encaminhada ao juiz Armando Pontes. Ele ficou à frente do caso também como substituto, até a juíza Ada Galvão reassumir a 5ª Vara ao término do seu período de descanso prolongado. Segundo informações da Direção da Secretaria da 5ª Vara Criminal, o processo foi remetido ao setor de distribuição e, no início da tarde de ontem, havia sido entregue na Secretaria da 6ª Vara Criminal.

O recebimento das peças judiciais na Vara cuja responsabilidade recai sobre a magistrada Emanuella Cristina Pereira Fernandes foi apenas para cumprir o protocolo. Ela sustentou o que alegou na semana passada e não assumiu o julgamento do processo alegando, através de despacho, suspeição. O calhamaço de documentos que compõem o processo da Operação Judas estava na Secretaria da 6ª Vara aguardando encaminhamento para o Setor de Distribuição do Fórum Miguel Seabra Fagundes.  A peça é composta por cerca de cinco mil páginas.

As peças judiciais, mantendo-se o raciocínio da sequência, serão remetidas à 7ª Vara Criminal, cujo juiz responsável é Armando Pontes. Conforme o depoimento de pessoas ligadas ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, acredita-se que o juiz não alegue suspeição e conduza o processo por ter sido ele quem assinou as primeiras demandas judiciais e, mais recentemente, decretou as prisões preventivas de Carla Ubarana, George Luís de Araújo Leal, Carlos Eduardo Palhares, Carlos Alberto Fasanaro e Cláudia Sueli Oliveira. A expectativa é de que o processo seja entregue hoje à Secretaria.

Conforme informações da Direção da Secretaria da 7ª Vara Criminal, o juiz Armando Pontes só irá se posicionar acerca do julgamento ou não do processo da Operação Judas após o recebimento das peças. Caso o magistrado, assim como os demais juízes envolvidos no caso alegue suspeição, o processo será mais uma vez remetido ao Setor de Distribuição para ser encaminhados para outra Vara Criminal. Caso nenhum magistrado aceite o julgamento da peça, um juiz substituto poderá ser convocado.

Reportagem de Ricardo Araújo para a Tribuna do Norte

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Bandidos assaltam Casa Lotérica em Neópolis e leva arma de segurança

Por volta das 18h40 desta segunda-feira, dois homens assaltaram uma Casa Lotérica na avenida das Alagoas, em Neópolis. Além do dinheiro os bandidos roubaram a arma do segurança do local.

De acordo com informações do tenente PM Soares, os dois homens entraram na lotérica e um deles estava armado e anunciou o assalto. A dupla recolheu o dinheiro do caixa, valor ainda não revelado, e ainda tomou o revólver do segurança e fugiram em seguida em um carro que deu apoio a ação.
A polícia continua em diligências e ainda não localizou os suspeitos.
DN Online

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Oito presos fogem do núcleo de custódia da Cidade da Esperança

Pelas contagens iniciais, nove presos fugiram na tarde desta segunda-feira (13) do Núcleo de Custódia da Cidade da Esperança.

Ainda não foi divulgado como aconteceu a fuga, mas populares que moram no bairro já confirmaram a informação, inclusive com intensa movimentação de viaturas a procura dos fugitivos.

Até o momento, não existe informação de recapturados e nem foram divulgados os nomes. O portal tento entrar em contato com o telefone do local, mas as ligações não foram atendidades.

Atualizado ãs 19:00: Foram 8 presos que fugiram.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Homem que nasceu mulher dá à luz um bebê na Inglaterra

Depois de o americano Thomas Beatie ter sido o primeiro homem a ficar grávido no mundo em 2008, um rapaz inglês, que não quis se identificar, teve um filho. Segundo Joana Darrell, da Beaumont Society – uma associação que promove ajuda a pessoas que mudaram de sexo -, o homem teria pedido ajuda  para confirmar as possibilidades de se ter um filho depois de fazer a cirurgia pra mudar de sexo, e agora agradeceu a assistência.

Os homens grávidos conseguem dar à luz porque podem escolher não realizar a histerectomia (retirada do útero, ovários e trompas). Mesmo quando a cirurgia de reconstrução genital é feita, é possível que os bebês nasçam através de fertilização artificial e cesariana para a retirada do nenê do útero. Com este novo caso, chega a 5 o número de homens que deram à luz registrados no mundo.

Fonte: Estadão

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Air bag falha, mas mulher é salva por por implante de silicone em acidente de carro

Uma mulher afirma ter sido salva por seus implantes de silicone. Sheyla Hershey dirigia para buscar seu marido em uma festa quando perdeu o controle do veículo e bateu em uma árvore.

De acordo com ela, o airbag do carro não abriu na hora da colisão, mas seus seios – um dos maiores do mundo – foram capazes de amortecer o impacto. “Os meus implantes salvaram a minha vida”, disse ela. “Meus seios estão muito doloridos e com alguns arranhões, mas sei que teria sido gravemente ferida, não fosse por eles, porque eles ficam muito próximos do volante.”

Fonte: NYDailyNews

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

MP denuncia nove pessoas por irregularidades em convênio do Estado com a Fecam

O Ministério Público, através da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público da Comarca de Natal, ofereceu denúncia contra nove pessoas envolvidas com possíveis irregularidades em convênio firmado entre o Estado e a Federação das Câmaras Municipais (Fecam/RN) para instalação de Telecentros em vários municípios do Rio Grande do Norte.

O convênio n° 002/2006 – FDES, formulado com a pretensão de “fortalecer os legislativos norte-rio-grandenses”, promoveriam a inclusão digital da população e transferiu R$ 90 mil em recursos do Estado para a Fecam.
As investigações do MP mostraram que o descumprimento de obrigações ajustadas através do convênio ultrapassaram a configuração de meras irregularidades, descortinando um esquema para o desvio de recursos públicos.

Para o Ministério Público, “o numerário repassado à Federação pelo Estado do Rio Grande do Norte foi atribuído o caráter de verba particular, pois o gasto se deu de forma totalmente alheia ao trato devido com a coisa pública. Aliás muitas dessas despesas sequer foram efetivamente realizadas, mas tão somente simuladas”, traz a denúncia.

A Promotoria do Patrimônio Público identificou que várias empresas que constam da prestação de contas do convênio por parte da instituição representativa das Câmaras Municipais foram criadas em nome de “laranjas” com o objetivo de conferir aparência de legalidade a vários negócios, dentre eles, a aquisição de bens e serviços pela Federação das Câmaras dos Municípios, os quais jamais foram entregues ou prestados.

Os representantes do MP que subscreveram a peça pedem o recebimento da denúncia e a condenação das pessoas de: João Newton da Escóssia Júnior, administrador, presidente da Fecam que firmou o convênio; Washington Cavalcanti Dantas, Diretor Executivo da entidade e articulador do esquema; Francisco de Assis Araújo; André de Oliveira Barros, empresário; Marinaldo Pereira da Silva, empresário; Marli Pereira da Silva, comerciante; Nilza Correa da Costa, comerciante; Rilke Rainer Azevedo de Medeiros, motorista; e Domingos de Paiva Barreto.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Wilma de Faria admite indecisão para disputar as eleições 2012

A ex-governadora Wilma de Faria admitiu que está indecisa sobre o pleito 2012. Ela disse que até o final de março decidirá se será candidata a prefeita de Natal.

“Estamos conversando com o PP, PSD, PC do B, PT, com o PDT e todos os partidos que nos chamam para conversar. Temos interesse em dialogar, porque precisamos fortalecer a oposição e ter o contraditório, já que o Governo é muito fechado e ditatorial e precisamos ter um momento democrático, onde a população tenha voz e vez. Nós fomos eleitos para ser oposição e vamos exercendo o nosso papel com respeito, responsabilidade, mas com muita vigilância”, disse, em entrevista a Rádio Caicó.

Fonte: Panorama Político

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Agripino garante que ficha suja não será candidato pelo DEM

Na semana que antecede a votação pela validade ou não da Lei da Ficha Limpa no Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Jose Agripino, presidente do Democratas, já avisou que não vai permitir candidatura de político ficha suja.

 O recado soa como uma indireta para os adversários nas eleições municipais desse ano e como um aviso para os políticos do DEM espalhados pelo Brasil.

Opinião dos leitores

  1. Quanto ao que foi escrito pelo Senador José Agripino, vou aguardar para ver. Só acredito vendo. 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Nova ministra de Dilma confessa já ter treinado abortos, mesmo não sendo médica

No dia 14 de outubro de 2004, a então apenas professora Eleonora Menicucci, que tomou posse como ministra das Mulheres na semana passada, concedeu uma entrevista a uma interlocutora chamada Joana Maria. O texto está nos arquivos da Universidade Federal de Santa Catarina (a íntegra está aqui). Já fiz uma cópia de segurança porque essas coisas costumam desaparecer quando ganham publicidade. Está certamente entre as coisas mais estarrecedoras que já li. De sorte que encerro assim este primeiro parágrafo: se um torturador vier me dar a mão, eu a recuso, cheio de asco. Se a ministra Eleonora vier me dar a mão, eu me comportarei da mesma maneira, com o estômago igualmente convulso.

Antes que entre propriamente no mérito, algumas considerações. Aqui e ali, tenta-se caracterizar a ministra como uma espécie de defensora apenas intelectual do aborto, apegada à causa no universo conceitual, retórico, de sorte que a sua nomeação não representaria um engajamento da presidente Dilma Rousseff e de governo na causa do aborto. Falso! Falso e na contramão dos fatos. Alguns parlamentares, notadamente da bancada evangélica, fizeram duros discursos contra a ministra e foram caracterizados pela imprensa como uns primitivos ideológicos. Então vamos ver se a ministra está com a civilização…

Abaixo, transcrevo alguns trechos daquela sua entrevista, concedida quando ela já estava com 60 anos. Não se pode dizer que o diabo da imaturidade andava soprando em seus ouvidos. Não! Eleonora confessa na entrevista que não é apenas “abortista” — termo a que os ditos progressistas reagem porque o consideram uma pecha, uma mácula. Ela também é aborteira. Viajou pela sua ONG à Colômbia para aprender a fazer aborto por sucção, o método conhecido como AMIU (Aspiração Manual Intra-Uterina). Deixa claro que o objetivo de seu trabalho é fazer com que as pessoas se “autocapacitem” para o aborto, de sorte que ele possa ser feito por não-médicos. É o caso dela! Atenção! DILMA ROUSSEFF NOMEOU PARA O MINISTÉRIO DAS MULHERES uma senhora que defende que o aborto seja uma prática quase doméstica, sem o concurso dos médicos. Por isso ela própria, uma leiga, foi fazer um “treinamento”. Não! Jamais apertaria a mão de torturadores. E jamais apertaria a mão de dona Eleonora por isto aqui (volto depois)

“ESTIVE TAMBÉM FAZENDO UM TREINAMENTO DE ABORTO NA COLÔMBIA, POR ASPIRAÇÃO”
Eleonora – Dois anos Aí, em São Paulo, eu integrei um grupo do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde. ( ). E, nesse período, estive também pelo Coletivo fazendo um treinamento de aborto na Colômbia.
Joana – Certo.
Eleonora – O Coletivo nós críamos em 95.
Joana – Como é que era esse curso de aborto?
Eleonora – Era nas Clínicas de Aborto. A gente aprendia a fazer aborto.
Joana – Aprendia a fazer aborto?
Eleonora – Com aspiração AMIU.
Joana – Com aquele…
Eleonora – Com a sucção.
Joana – Com a sucção. Imagino.
Eleonora – Que eu chamo de AMIU. Porque a nossa perspectiva no Coletivo, a nossa base…
Joana – é que as pessoas se auto auto-fizessem!
Eleonora – Autocapacitassem! E que pessoas não médicas podiam…
Joana – Claro!
Eleonora – Lidar com o aborto.
Joana – Claro!.
Eleonora – Então vieram duas feministas que eram clientes, usuárias do Coletivo, as quais fizeram o primeiro auto-exame comigo. Então é uma coisa muito linda.
Joana – Hum.
Eleonora – Muito bonita! Descobrirem o colo do útero e…
Joana – Hum.
Eleonora – Ter uma pessoa que segura na mão.
Joana – Certo.

“NÓS DECIDIMOS, EU E O PARTIDO, QUE EU DEVERIA FAZER UM ABORTO”
Num outro trecho, Eleonora conta como ela e o seu partido, o POC (Partido Operário Comunista), tomaram uma decisão: ela deveria fazer um aborto. Tratava-se apenas de uma questão… política!
Eleonora – Porque a minha avaliação era que eu tinha que fazer
Joana – a luta armada aqui.
Eleonora – a luta armada aqui. E um detalhe importante nessa trajetória é que, seis meses depois de essa minha filha ter nascido, eu fiquei grávida outra vez. Ai junto com a organização nós decidimos, a organização, nós, que eu deveria fazer aborto porque não era possível
Joana – Certo.
Eleonora – Na situação ter mais de uma criança, né? E eu não segurava também. Aí foi o segundo aborto que eu fiz.

“EU TIVE MINHA PRIMEIRA RELAÇÃO COM MULHER. E TRANSAVA COM HOMEM; ESTAVA COM MEU MARIDO”
Falastrona e ególatra, como já apontei aqui, ela faz questão de contar na entrevista que teve a sua primeira relação homossexual quando ainda estava casada. Era o seu mergulho no que ela entende por feminismo.
Eleonora – Aí já nessa época eu radicalizei meu feminismo. Eu comecei a militar.
Joana – Onde?
Eleonora – Em Belo Horizonte, eu comecei a militar neste grupo.
Joana – Neste mesmo grupo?
Eleonora – É
Joana – O que se fazia além de discutir?
Eleonora – Nós discutíamos o corpo.
Joana – Certo.
Eleonora – Discutíamos a sexualidade. Eu tive a minha primeira relação com mulher também.
Joana – Hum.
Eleonora – Quer dizer que foi bastante precoce pra essa E transava com homem.
Joana – Certo.
Eleonora – Pra minha trajetória
Joana – Mesmo porque tu também estavas com o teu marido eu acho, não estavas?
Eleonora – Sim, sim.
Joana – Estavas. Ah
Eleonora – Mas nós nunca tivemos esse E ele era um cara muito libertário. Nós nunca tivemos essa questão de relação
Joana: Certo.

“SOU MUITO AMIGA DO FREI BETTO. ELE ME PÔS NO CENTRO DE DIREITOS HUMANOS DA DIOCESE DE JOÃO PESSOA”
Ora, qual é o lugar ideal para uma humanista desse quilate trabalhar? Frei Betto — sim, aquele… — deu um jeito de arrumar para ela um emprego na Arquidiocese de João Pessoa:
Eleonora – E aí, no início de 78, eu já tinha me separado do meu ex-marido e resolvo sair de Belo Horizonte. Aí quando eu saio de Belo Horizonte eu busco um lugar bem longe porque eu não queria mais ser referência para a esquerda.
( )
Eleonora – E eu não podia. Então eu procurei isso. Sou muito amiga, por incrível que pareça, a vida inteira, do Frei Betto e pedi a ele pra me encontrar um lugar o mais longe possível de Belo Horizonte. Aí ele falou “Eu tenho dois lugares onde a Diocese é muito aberta: em Vitória, com Dom Luís, ou em João Pessoa, com Dom José Maria Pires. Eu falei: “Eu quero João Pessoa”, quanto mais longe melhor.
( )
Eleonora – É Mas, assim, eu cheguei, eu. Eu tive que construir minha vida.
Joana – Hum. Foste trabalhar?
Eleonora – No Centro de Direitos Humanos da Arquidiocese da Paraíba.
Joana – Tá legal.
Eleonora – E aí eu comecei a trabalhar com as mulheres rurais de Alagamar, que era o que eu queria ( ) Logo depois, retomei um grupo, a minha atividade de grupo de reflexão feminista com algumas mulheres em João Pessoa. A maioria de fora de João Pessoa e duas de dentro Então nós criamos o primeiro grupo feminista lá em João Pessoa. Chamado Maria Mulher.
( )
Eleonora – É. “Quem ama não mata” e “O silêncio é cúmplice da violência”, e aí começamos a nos articular dentro do Nordeste.
Joana – Tá.
Eleonora – Era o SOS Mulher. O SOS Corpo e um grupo de reflexão que tinha em Natal
Joana: Hum.
Eleonora – De auto-reflexão. E no Maria Mulher, o que é que nós fazíamos? Nós fazíamos auto-exame de colo de útero, auto-exame de mama.
( )
Eleonora – Depois, em 84, eu venho pra São Paulo fazer doutorado em Ciência Política, já articuladíssima…
Joana- Imagino…
Eleonora – com o feminismo e com linhas de pesquisa bem definidas do ponto de vista feminista.
Joana – Quem é que te orientou em São Paulo?
Eleonora – Em São Paulo, foi a Maria Lúcia Montes, uma antropóloga. Embora, na época, ela fosse da Ciência Política. E, em 84, eu entro para o doutorado com uma tese que era sobre Direitos Reprodutivos e Direitos Sexuais a partir É a construção da cidadania a partir do conhecimento sobre o próprio corpo.
Joana – Isso por conta do teu trabalho com as mulheres?
Eleonora – Por conta do meu trabalho com as mulheres em uma favela chamada Favela Beira-Rio.
Joana – Certo.
Eleonora – Lá em João Pessoa.
Joana – Hum.
Eleonora – Que hoje é um bairro. Então nesta época eu fiquei quatro anos em São Paulo fazendo a tese e voltando a João Pessoa. ( ) E aí fui coordenadora do grupo de Mulher e Política da ANPOCS, do GT.
Joana: Hum.

“EU TINHA ATITUDES MASCULINAS ( ) ERA DECIDIDA, DETERMINADA, FORTE, SABIA ATIRAR”
Neste trecho, ela revela como enxergava — enxergará ainda? — os papéis masculino e feminino. Ah, sim: ela sabia “atirar”. Afinal, não se tenta impor uma ditadura comunista no país só com bons sentimentos, não é?
Joana – Já. E com relação às organizações das quais tu participavas?
Eleonora – Ah, primeiro que as mulheres dificilmente chegavam a um cargo de poder
Joana – Mas tu eras a chefe?
Eleonora – Eu era. Fui uma das poucas. Por quê? Eu me travesti de masculino
Joana – É? Como era?
Eleonora – Eu tinha atitudes masculinas ( ) Era decidida, determinada, forte, sabia atirar
Joana – Huuunnnn.
Eleonora – Entendeu?
Joana – Entendi.
Eleonora – Sendo que muitas mulheres sabiam isso tudo.
Joana – Certo.
Eleonora – Transava com vários homens.
Joana – Certo.
Eleonora – Essa questão do desejo e do prazer sempre foi uma coisa muito libertária pra mim, e por isso eu fui muito questionada dentro da esquerda.
Joana – É?
Eleonora – É.
Joana – Dentro do mesmo grupo do qual tu eras a líder?
Eleonora – Sim. Porque o próprio Por questões de segurança, eu só poderia ter relação sexual com os companheiros da minha organização.
Joana – Certo.
Eleonora – Num determinado momento, sim, mas na história do movimento estudantil, também já existia isso.

“EU TIVE MUITAS REFLEXÕES COM MINHAS AMIGAS NA CADEIA; UMA DELAS, A DILMA”
Neste outro trecho, a gente fica sabendo que Dilma Rousseff foi sua companheira também nas reflexões sobre o feminismo.
Eleonora – E, depois, imediatamente eu quis ter outro filho
Joana – Hum.
Eleonora – E muito no sentido de pra provar para os torturadores, mesmo que fosse simbolicamente, que o que eles tinham feito comigo não tinha me tirado a possibilidade de reproduzir e de ter uma escolha sobre meu próprio corpo
Joana – Hum.
Eleonora – Então eu tive mais um filho e logo que ele nasceu também de cesária eu me laqueei.
Joana – Certo.
Eleonora – Então Eu tinha , Eu fui presa com 24 para 25 mais ou menos.
Joana – Nossa Senhora!.
Eleonora -.E sai com 30.
Joana – Certo.
Eleonora – Assim, da história toda e com 30 para 31, tive o meu segundo filho e fiz a laqueadura de trompas
( )
Joana – E então, tu saíste da cadeia em 74.
Eleonora – Certo.
Joana – Tu tiveste algum contato com o feminismo dentro da cadeia, com leituras feministas.
Eleonora – Não.
Joana – Ou depois?
Eleonora – Não, não. Ao longo da cadeia eu tive Durante a cadeia? Eu tive muitas reflexões com as minhas companheiras de cadeia
Joana – Tá.
Eleonora – Uma delas é a Dilma Roussef.
( )
Joana – Fizeram uma espécie de grupo de consciência?
Eleonora – Grupo de reflexão lá dentro.
Joana – Grupo de reflexão.
( )
Eleonora – Porque eu já saí É.. Eu já saí em 74, eu saí em outubro.
Joana – Certo.
Eleonora – No dia 12, Dia da Criança, eu saí já bem claro que eu era feminista.
Joana – Certo.
Eleonora – E, logo que eu saí da cadeia, eu em Belo Horizonte, fui procurar um grupo de mulheres.
Joana – Esses grupos de consciência?
Eleonora – É, só que era um grupo de lésbicas.
Joana – Certo.
Eleonora – E eu não sabia. Era um grupo de pessoas amigas minhas.
( )
Eleonora – Porque eu voltei a estudar!
Joana – Ah, legal!
Eleonora – Eu parei de estudar em 68.
Joana – Huuummm.
Eleonora – Eu parei no quarto ano de Medicina e no quarto de Ciências Sociais.
Joana – Foste concluir?
Eleonora – Fui, aí eu voltei pra concluir.
Joana – Certo.
Eleonora – Na UFMG, e optei por acabar Sociologia.

“SOU AVÓ DE UMA CRIANÇA NASCIDA POR INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL NA MÃE LÉSBICA; E TAMBÉM SOU AVÓ DO ABORTO”
Finalmente, destaco outro momento de grande indignidade na fala desta senhora. Ao se dizer avó de um neto gerado por inseminação numa filha lésbica e também “avó do aborto”, não só expõe a sua vida privada e a de seus familiares como, é inescapável constatar, demonstra não saber a exata diferença entre a vida e a morte. Leiam. Volto para encerrar.
Eleonora – E eu digo que a questão feminista é tão dentro de mim, e a questão dos Direitos Reprodutivos também, que eu sou avó de uma criança que foi gerada por inseminação artificial na mãe lésbica.
Joana – Hum, hum.
Eleonora – Então eu digo que sou avó da inseminação artificial.
Joana: (risos)
Eleonora – Alta tecnologia reprodutiva. E aí eu queria colocar a importância dessa discussão que o feminismo coloca no sentido do acesso às tecnologias reprodutivas.
Joana – Certo.
Eleonora – Entendeu? E eu diria: “Eu fiz dois abortos e também digo que sou avó do aborto também porque por mim já passou.
Joana – Sim.
Eleonora – Também já passou nesse sentido. E diria que eu sou uma mulher muito feliz e muito realizada. E eu pauto em duas questões: na minha militância política e no feminismo.

Encerro
É isso aí. Ao nomeá-la ministra, Dilma escolheu sua trajetória, suas idéias, suas práticas. Peço a vocês que comentem com a fleuma necessária. É preciso que se evidencie, com a devida serenidade, que uma aborteira informal e confessa não pode ter lugar na Esplanada dos Ministérios. A sua entrevista como um todo evidencia um pensamento torto. É inconcebível que esta senhora seja considerada uma articuladora de políticas públicas depois da confissão que fez. Até porque, se estivesse no Brasil, não na Colômbia, seu lugar seria a cadeia — em pleno regime democrático, sim, senhores!

É o fundo do poço.

Fonte: Blog Reinaldo Azevedo

Opinião dos leitores

  1. As pessoas tem passado, cometem erros e acertos. Acho que tentar desacreditar alguém por meio de uma entrevista dada com um prpósito histórico não deve ser distorcida como vem acontecendo neste caso. A entrevista em questão faz parte de uma centena de outras entrevistas realizadas pelo departamento de história  UFSC com o proposito de entender como mulheres que no periódo da ditadura tornaram-se militantes e descobriram-se feministas.  Esta é uma história de vida, e não o posicionamento politico da atual ministra. Por que ninguém está abismado com os relatos que a mesma faz sobre as torturas sofridas no período em que esteve presa? Será que o importante é saber e discutir sobre o que alguém faz ou deixa de fazer com seu corpo! É lamentavél ver que pessoas perdem seu valioso tempo preocupando-se com a vida pessoal dos outros.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Pai grava vídeo atirando no notebook da filha por causa de postagem no Facebook

Já não é de hoje que oFacebook causa transtornos a famílias de diversos tipos: divórcios e brigas de namorados estão aí para provar. Existem também os casos mais extremos, que resultam em agressões físicas, cadeia e até morte. Mas, neste caso, quem levou a pior e “partiu dessa para uma melhor” foi o próprio laptop.

Um residente da Carolina do Norte, EUA, identificado como Tommy Jordan, não gostou muito do que sua filha Hannah postou em seu perfil no Facebook. A adolescente reclamava dos serviços de rotina que seus pais “a obrigavam” a fazer, como arrumar a própria cama e similares. Com o instinto paternal falando mais alto, Jordan decidiu educar a filha da forma mais inusitada possível: em vídeo e com uma arma em punho. Veja abaixo:

No vídeo, cheio de palavrões, Jordan lê em voz alta uma folha impressa com a postagem da filha. Depois, passa a apontar os erros dela, sobretudo pelo fato da garota achar que poderia esconder a postagem, uma vez que o pai é profissional do setor de TI. Ele também reclama de que, no dia anterior à postagem, gastou cerca de US$ 130 na compra de softwares para fazer upgrades na máquina da filha adolescente. O final, bem, não poderia ser mais direto ao passar a mensagem: Tommy Jordan “executa” o laptop, disparando não uma, porém nove vezes contra o aparelho, com sua pistola.

Evidentemente, o vídeo, publicado no Youtube já conta com pouco mais de 2,1 milhões de visualizações e, como todo vídeo popular, os comentários estão recheados de debates sobre a razão – ou a falta dela – por parte do pai.

E você? Acha que Jordan exagerou na dose? Talvez umas palmadas bastassem? Ou seria essa uma nova forma de passar uma mensagem para seus rebentos?

Fonte: Olhar Digital

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *