Por meio de um estudo com amostras de sangue e de medula óssea de pacientes, pesquisadores da Universidade de Washington em St. Louis, nos Estados Unidos, especulam que pessoas que tiveram casos leves de Covid-19 podem continuar produzindo anticorpos contra o coronavírus por toda a vida.
A descoberta foi publicada na última segunda-feira (24) na Revista Nature e sugere que surtos repetidos da doença são provavelmente incomuns. Isso porque 11 meses após a infecção com sintomas leves, os participantes do estudo ainda apresentaram células imunológicas capazes de fabricar anticorpos.
Em 2020, algumas pesquisas indicaram que a quantidade dessas imunoglobulinas caía rapidamente após a infecção pelo coronavírus. Mas, de acordo com Ali Ellebedy, coautor do estudo, o problema foi a itnterpretação disso. “É normal que os níveis de anticorpos diminuam após a infecção aguda, mas não chegam a zero; eles se estabilizam. Encontramos células produtoras de anticorpos em indivíduos 11 meses após os primeiros sintomas. Essas células viverão e produzirão anticorpos pelo resto da vida das pessoas”, afirma, em comunicado.
O novo estudo contou com amostras de sangue de 77 participantes, coletadas em intervalos de três meses a partir de um mês após a infecção pelo vírus da Covid-19, o Sars-CoV-2. A maioria dos pacientes teve casos leves da doença, mas seis deles precisaram ser hospitalizados.
Amostras de medula óssea de 18 pessoas do grupo também foram coletadas, entre sete e oito meses após a infecção. Depois de quatro meses, cinco participantes passaram por novas coletas. Por fim, os cientistas também recolheram amostras desse mesmo tecido em 11 pessoas que nunca tiveram Covid-19.
Como já era esperado, os níveis de anticorpos no sangue dos participantes com a doença caíram nos primeiros meses, estabilizando-se depois. Mas a novidade foi que havia células produtoras dessas substâncias em 15 das amostras de medula óssea de pessoas com Covid-19 leve.
Essas células fabricantes de anticorpos apareceram inclusive após quatro meses nas cinco pessoas que forneceram uma segunda amostra de medula. E nenhum dos 11 participantes que nunca teve Covid-19 apresentou essas “fábricas”.
Tais células operam da seguinte maneira: primeiro, multiplam-se durante a infecção viral no sangue. Depois, exercem sua função até morrerem e então o nível de anticorpos finalmente cai.
Mas uma pequena parcela, chamada de células plasmáticas de longa vida (LLPCs, na sigla em inglês), migra para a medula óssea. Lá, elas secretam continuamente níveis baixos de anticorpos na corrente sanguínea.
“Essas células não estão se dividindo. Elas estão sossegadas, apenas paradas na medula óssea e secretando anticorpos. Elas têm feito isso desde que a infecção foi resolvida e continuarão fazendo isso indefinidamente”, explica Ellebedy.
Pois bem, se o indivíduo teve COVID leve, mas foi praticamente obrigado a tomar a vacina e, eventualmente, tenha efeitos colaterais decorrentes da vacina, que o leve a óbito, quem deverá ser responsabilizado, sobretudo pela tentativa de criarem restrição sanitária até para frequentar transportes públicos, escolas etc, em certos lugares.
Gostaria que o posto acima fosse verdade absoluta, porém, já existem relatos de pessoas reinfectadas que foram a óbito, pessoas que foram infectadas e imunizados com a segunda dose, e mesmo assim vieram a óbito pelo covid. Tudo nessa história tem muito achismo, todos buscam efetivamente certezas, e oro que elas aconteçam, mais muito ainda há para ser revelado. Tornaram política uma questão de saúde pública, brincam com o nossa ignorância, tripudiam da nossa inteligência, e aí, muitos navegam no mar da ignorância, assim, manter todos os cuidados preconizados é a conduta mais correta.
Até pouco tempo atrás, os principais fatores na hora de escolher um local para se hospedar em uma viagem de férias eram resumidos em pontos básicos, como localização e valores. Hoje, apesar dos fatores citados ainda serem relevantes, motivos novos, como a higienização correta dos ambientes, passaram a influenciar na escolha do local a se hospedar.
Antes a limpeza dos quartos e ambientes comuns aos hóspedes era tida como um processo que passava despercebido, na atual situação, no entanto, tornou-se algo minimamente cuidadoso e pensado, onde todas as etapas importam, inclusive a escolha dos materiais certos.
Desde aos materiais usados pelos profissionais dos hotéis até os que são usados pelos hóspedes devem ser aqueles que forneçam segurança a todos. Dessa forma, o uso de utensílios descartáveis feitos de papel, por exemplo, estão se tornando cada vez mais comuns na rede hoteleira, que passou a usá-los em maior quantidade.
Para Moura Júnior, diretor da Reserva Papéis, “medidas como essa não refletem apenas na limpeza como um todo, mas na segurança que hóspedes e funcionários necessitam neste momento de novo turismo”.
Para conhecer mais sobre a Reserva Papéis, acesse reservapapeis.com.br ou entre no instagram @reservapapeis.
Em viagem ao Amazonas nesta quinta-feira (27), o comandante do Exército, Paulo Sérgio Nogueira, deve discutir com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) o procedimento disciplinar de defesa aberto contra o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello.
Segundo assessores do governo, na conversa, que deve ter a participação do ministro da Defesa, Walter Braga Netto, a intenção do comandante será a de detalhar que o general da ativa terá direito a ampla defesa, em uma apuração não contaminada por pressões da opinião pública.
A objetivo do comandante é também mostrar ao presidente que o procedimento disciplinar é um processo administrativo normal e necessário. E que tem um caráter educativo, servindo de exemplo para os demais militares da ativa.
No início desta semana, o Exército instituiu o procedimento disciplinar após Pazuello ter discursado em um carro de som, no último domingo (23), ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Como general da ativa, o ex-ministro da Saúde só poderia participar da manifestação com autorização do comando do exército, o que não ocorreu. A investigação avalia se houve descumprimento o Regulamento Disciplinar do Exército, que prevê punição caso “manifeste-se, publicamente, o militar da ativa, sem que esteja autorizado, a respeito de assuntos de natureza político-partidária”.
Pazuello foi notificado pelo Exército ainda na noite de segunda-feira (24) sobre a abertura da apuração. No mesmo dia, como mostrou a CNN, Nogueira sinalizou a Braga Netto que respeitaria o trâmite regimental e não aceleraria o processo de defesa. Hoje, a tendência é de que Pazuello receba a punição mais branda, como advertência. Ele, no entanto, deve ser aconselhado a antecipar a sua passagem para a reserva.
A previsão inicial era que o ex-ministro da Saúde fizesse a transição apenas no próximo ano. O general da ativa, no entanto, tem indicado que não pretende antecipar a sua passagem e, em sua defesa, tem argumentado que, apesar de ter comparecido a uma manifestação, não encampou um discurso político quando foi chamado ao carro de som.
É SO O COMANDANTE DO EXÉRCITO EVOCAR O EXCESSO DE PESO PARA COLOCAR ESSA BALEIA NA RESERVA KKKKKK. COMO DANADO É QUE UM GORDUCHO DESSE PODE COMANDAR UM EXÉRCITO NA GUERRA. DEVERIA TER UMA LEI QUE AFASTASSE IMEDIATAMENTE GENERAL BOLHUDO. SE TRANSFORMOU EM UM SARGENTO GARCIA FORA!!!!!!
CNN quanta credibilidade, não se espelhem nesses lixos de extrema esquerda, não vai dar em nada essa pressão toda para punir mais um mito que apareceu, Bolsonaro é o chefe supremo das forças armadas e ponto final.
Vc tá falando igual a um petista de sinal invertido kkkkk. O petista diria que a CNN eh facista ! O MINTOmaníaco eh comandante supremo das forças armadas mas nem ele nem o general Pezadello estão acima da lei ! Sei que vc está louco pra que Bolsonaro faça igual a Hugo Chavez mas o capitão bunda suja ainda não conseguiu comprar nem cooptar as forças armadas por aqui…
Podem observar que matérias que têm em sua origem, Antagonista, Veja, CNN, Uol, Isto é, Poder 360 e seus pares, são feitas apenas para atacar o atual governo, nem sei porque esse blog aposta sua credibilidade nesse tipo de mídia.
Todos estes . ..? Ate o the Guardian,o esquerdista le monde ou o de direita le Figaró,sera que toda a unanimidade é burra…?
Alguma sugestão de fontes confiáveis?
Não sei quem eh mais cagão: o general que covarde que não assume nada que fez ou o capitão MINTOmaníaco que foi “otorizado” pelos bolsopetistas a decretar que os governadores não poderão exercer o poder concedido pela lei que ele mesmo sancionou!
Esse Manoel F continua vomitando comentários irresponsáveis para idolatrar seu corrupto de estimação? Morre de medo do Capitão, se ficar de frente com Pazuello vai se borrar. Todo final de semana ele vive um pesadelo com Bolsonaro nas ruas sendo festejado pelo povo.
Sua revolta é tão grande que nem percebe o papel ridículo que vem fazendo, com essas opiniões sem qualificação e tão falsas e fracas quanto sua colocações. É tão deslocado que nem digno de pena é!
Paulão Marreta!!!!!!
Chore não homi 🥲🥲🥲kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Muuuuuuuuuuuuuuuuuu
Paulão (precisa mesmo se afirmar até no pseudônimo eh?), reafirmo: o general e o capitão são dois cagões! Eu não tenho pesadelo nenhum já q não tenho a família investigada por rachadinha! Antes de falar o que não sabe, vá ler a lei que autoriza as medidas sanitárias…Entre eu e vc, o único que tem CORRUPTO das rachadinhas de estimação aqui eh vc! Deixe de ser retardado e achar q sou esquerdista ! Mude o argumento ridículo abestado!
Pois é, Paulão. Tem um balaio de pseudônimos por aqui que escrevem apenas para a corja de convertidos defensores de corruptos. Esses babacas não acrescentam nada ao debate e resumem suas postagens a grosserias e molecagens. E pensam que as pessoas decentes darão importância a suas asneiras.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) recebeu na tarde desta quinta-feira (27) o segundo lote de vacinas contra a Covid-19 desta semana. As 9.630 doses do imunizante produzido pela Pfizer se somam às 122.250 vacinas da Astrazeneca/Fiocruz que chegaram na madrugada de quarta-feira (26) e foram distribuídas nesta manhã.
As vacinas, seguindo o Programa Nacional de Imunização (PNI), serão voltadas para atender com a primeira dose as gestantes e puérperas, pessoas com comorbidades e com deficiência permanente.
A distribuição do lote aos municípios será feita ao longo da semana, pois o Ministério da Saúde, responsável por operacionalizar o PNI, ainda não encaminhou as seringas e agulhas específicas que são necessárias para aplicação da vacina feita pela Pfizer.
Esta semana o Rio Grande do Norte cruzou a marca de 1 milhão de doses aplicadas. A plataforma RN+ Vacina registra que até o início desta tarde foram aplicadas 1.083.590 vacinas, sendo 671.459 pessoas atendidas com pelo menos uma dose e 352.946 potiguares com o esquema vacinal completo, representando 9,98% da população total do estado.
Não entendo a logística da prefeitura, desde segunda-feira não tem praticamente nínguem se vacinando, sabemos que tem vacinas disponíveis, que lógica é essa, massacrar o povo??? porque essa fila não anda?
“Samba, agoniza mas não morre, alguém sempre te socorre, antes do suspiro derradeiro.” Estes são alguns dos versos que tornaram célebre para o mundo do samba o artista Nelson Sargento, que morreu na manhã desta quinta-feira (27), aos 96 anos.
Presidente de honra da Estação Primeira de Mangueira e autor de sucessos como “‘Agoniza, mas não morre”, o sambista estava internado no Instituto Nacional do Câncer (Inca), desde sexta-feira (21).
Segundo o Inca, Nelson Sargento chegou ao hospital com um “quadro de desidratação, anorexia e significativa queda do estado geral. Ao chegar na unidade, foi realizado o teste de Covid-19, que apontou positivo.”
Ainda segundo a nota, o sambista era paciente do Inca desde 2005 quando foi diagnosticado e tratado de um câncer de próstata.
A família de Nelson Sargento informou que não haverá velório e o corpo será cremado em cerimônia restrita por causa da pandemia.
Uma de suas últimas aparições em público foi em 12 de fevereiro, no Museu do Samba, em um manifesto em defesa do carnaval — cancelado este ano por causa da pandemia.
“Todos nós estamos um pouquinho tristes por não ter desfile, mas foi melhor assim. Temos que estar todos vacinados para fazermos um grande carnaval em 2022”, disse o compositor na ocasião.
No dia 26 de fevereiro, o compositor recebeu a segunda dose da vacina contra a Covid-19 em casa. A primeira dose tinha sido aplicada, em um ato simbólico no dia 31 de janeiro, no início da imunização de idosos na cidade.
Segundo os epidemiologistas, nenhuma vacina é 100% eficaz, mas as chances de uma pessoa vacinada ser infectada pelo vírus é muito menor do que a de quem não foi vacinado.
A proteção máxima só é alcançada quando grande parte da população está imunizada e o vírus para de circular.
“As pessoas têm muita dificuldade de entender qual é a função de uma vacina”, diz Natalia Pasternak, bióloga e divulgadora científica brasileira, fundadora e primeira presidente do Instituto Questão de Ciência. “Elas acham que a vacina é mágica. Ou seja, tomou a vacina, está protegido; não tomou, vai ficar doente. Não é assim que vacinas funcionam.”
A carreira do ícone do samba
Nascido em 25 de julho de 1924, na Praça XV, Centro do Rio de Janeiro, Nelson Mattos ganhou o apelido de Nelson Sargento depois de servir o Exército.
A música surgiu na adolescência, mas foi apenas com 31 anos que o torcedor do Vasco da Gama compôs seu primeiro sucesso.
Ao lado de Alfredo Português, em 1955, Sargento escreveu ‘Primavera’, samba-enredo que também ficou conhecido como ‘As quatro estações’. Até hoje, muitos consideram um dos sambas mais bonitos de todos os tempos.
Nos anos 60, Sargento integrou o grupo A Voz do Morro, ao lado de Paulinho da Viola, Zé Kéti, Elton Medeiros, Jair do Cavaquinho, José da Cruz e Anescarzinho.
Entre seus parceiros de composição musical, estão Cartola, Carlos Cachaça, Darcy da Mangueira, João de Aquino, Pedro Amorim, Daniel Gonzaga e Rô Fonseca.
Entre os grandes sambas feitos por ele estão:
Agoniza, mas não morre;
Cântico à natureza;
Encanto da paisagem;
Falso amor sincero;
Século do samba;
Acabou meu sossego.
O mestre do samba ainda escreveu os livros “Prisioneiro do Mundo” e “Um certo Geraldo Pereira”.
No cinema, ele atuou nos filmes “O Primeiro Dia”, de Walter Salles e Daniela Thomas, “Orfeu”, de Cacá Diegues, e “Nélson Sargento da Mangueira” de Estêvão Pantoja. Esse último rendeu ao sambista o prêmio Kikito, no Festival de Gramado, pela melhor trilha sonora entre os filmes de curta metragem.
Artista versátil
Um dos ícones do samba, Nelson Sargento foi cantor, compositor, pesquisador, artista plástico, ator e escritor.
Na festa de aniversário de 96 anos, Sargento recebeu homenagens de grandes nomes da cultura popular em um vídeo com votos de felicidade.
Artistas como Mar’tnália, Alcione, Paulinho da Viola, Preta Gil, Tia Surica, Monarco, Regina Casé e Estevão Ciavatta cantaram, cada um em sua casa, o samba “Agoniza, mas não morre”.
Essa é a vachina do calça cravada que passou pela Anvisa com um pouco mais de 50% de eficàsia.
Foi o Nelson sargento com segunda dose, foi o Agnaldo Timóteo com segunda dose e quase foi também o Stênio Garcia com segunda dose da vachina.
Por isso que a maioria dos países da Europa e EUA não vacinaram sua população com esse placebo.
O sambista tinha tomado as duas doses da coronavac e morreu de covid.
Se fosse outra vacina, a golbo, CNN, Band e toda mídia da esquerda estaria noticiando em seus noticiários que a vacina não serve para nada. Mas como foi a coronavac, esse detalhe fica esquecido.
Confira programa desta quinta-feira(27). O Meio-Dia RN, com este blogueiro, debateu os principais assuntos no Estado, pelo país e no mundo. Clique abaixo e assista via YouTube.
O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou que as vacinas contra o coronavírus precisarão ter uma dose de reforço. A declaração foi dada durante seu depoimento à CPI da Covid, no Senado, após ser questionando pelo senador governista Eduardo Girão (Podemos-CE). O parlamentar citou a morte do sambista Nelson Sargento, em razão da Covid-19, mesmo depois de ter tomado as duas doses do imunizante. Dimas destacou que a vacina não protege 100%.
O diretor do Instituto Butantan afirmou que demais farmacêuticas estudam a aplicação de uma dose de reforço da vacina contra a Covid. O instituto é responsável pela produção do imunizante Coronavac, desenvolvido em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.
— Nós admitimos, sim, a possibilidade da dose de reforço. A dose de reforço será necessária para todas as vacinas. A própria Pfizer já está estudando uma dose de reforço. O Butantan já tem estudos previstos em andamento com a dose de reforço — afirmou Dimas.
Em relação a morte do sambista, Dimas explicou que há diversos fatores, como idade e eventuais comorbidades, que influenciam na resposta imunológica induzida pela vacina no corpo de cada pessoa.
No início da sessão, ao ser questionado pelo relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), Dimas já havia falado sobre a possibilidade de uma terceira dose da vacina. Segundo afirmou, é provável que o imunizante deva ser aplicado em doses anuais.
— Tudo indica que haverá necessidade de doses anuais, que nós chamamos de doses de reforço, como acontece com a vacina da gripe, dado que essa infecção tem a possibilidade de se tornar endêmica, quer dizer, tudo indica que isso vai acontecer. Algumas companhias já estão, inclusive, trabalhando na possibilidade dessa terceira dose, inclusive o Butantan. O Butantan desenvolve já estudos para ter o reforço vacinal, pelo menos uma vez ao ano — explicou.
A CPI da Pandemia ouve agora o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas. O Butantan é responsável pela produção no Brasil da Coronavac, vacina contra a Covid-19 mais aplicada até o momento em brasileiros.
Até meados de maio, cerca de 70% das doses contra a Covid-19 aplicadas no Brasil eram da Coronavac.
Professor titular de Medicina Clínica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, Covas está à frente do Instituto Butantan desde 2017. Em junho de 2020, foi o responsável pelo acordo de colaboração firmado com a farmacêutica chinesa Sinovac para o desenvolvimento clínico do imunizante contra o novo coronavírus.
Resumo da CPI da Pandemia:
Dimas Covas detalha período em que negociações ficaram travadas
Durante a oitiva, o presidente do Instituto Butantan recaptulou as datas de negociação de compra da Coronavac e revelou que chegou a participar de três reuniões com o Ministério da Saúde. Segundo ele, as tratativas para a compra da vacina Coronavac pararam a partir do dia 20 de outubro.
“Em outubro eu fui três vezes ao Ministério da Saúde, com técnicos e Pazuello para construirmos instrumento jurídico pra tentar uma Medida Provisória nos moldes do que foi feito com a Fiocruz. A partir do dia 20 essas tratativas simplesmente pararam. No dia 20 foi a reunião de anúncio [da aquisição da Coronavac] com governadores e lideranças políticas. Seria até uma comemoração capitaneada pelo então ministro da Saúde” disse Covas.
No mesmo dia 20 de outubro, Bolsonaro em fala com jornalistas e apoiadores diz que havia “mandado cancelar” a compra do imunizante. No dia seguinte, em 21 de outubro, o então ministro Eduardo Pazuello, que havia testado positivo para Covid-19, diz a frase “um manda e outro obedece” ao lado de Bolsonaro em vídeo postado nas redes sociais.
Segundo Covas, as tratativas para compra da Coronavac ficaram paralisadas por três meses – um contrato posterior de 46 milhões doses foi firmado no dia 7 de janeiro. Inicialmente, o primeiro contrato previa 100 milhões de doses, o que proporcionaria a imunização de até 50 milhões de brasileiros.
Butantan pode atrasar entrega de 100 milhões doses previstas para setembro
Devido ao atraso na entrega de insumos e com o adiamento da assinatura do contrato com o Ministério da Saúde, Dimas Covas diz que o Instituto Butantan pode não cumprir com a entrega das 100 milhões de doses da Coronavac ao PNI previstas para setembro.
“As 100 milhões de doses poderiam ter sido integralizadas em maio se houvesse a contratação [do Ministério da Saúde] antes. Nesse momento, não sabemos se as 100 milhões de doses serão entregues em setembro devido ao atraso da matéria-prima. Não há certeza do tempo para se entregar as 100 milhões [de doses] por conta dos insumos”. disse Covas em resposta à senadora Simone Tebet.
“Naquele momento, nós praticamente erámos o principal parceiro da Sinovac e tínhamos seguramente essa possibilidade de maior quantitativo de doses. As 54 milhões de doses adicionais depende da chegada da matéria-prima. Podemos, sim, cumprir até setembro, se a matéria-prima chegar. O contrato está em vigor e esperamos receber a matéria-prima para cumprimento”, completou.
Governo federal não deu apoio financeiro para o Butantan
Questionado pelo relator e pelo presidente da CPI se o Ministério Federal teria apoiado financeiramente o Butantan no desenvolvimento da Coronavac, Covas disse que até o momento, não houve repasse de recursos nesse sentido.
“A solicitação [de R$ 45 milhões] para o estudo clínico não foi atendida e para a questão dos equipamentos [com solicitação de R$ 60 milhões] foi levantada a possibilidade de se fazer o Prosis [Programa de Modernização de Instrumentos e Sistemas de Gestão da Administração Pública], mas não especificamente para a fábrica de Covid-19 e sim para uma fábrica multipropósito”, afirmou, em relação ao desenvolvimento da Coronavac.
Sobre a Butanvac, atualmente em desenvolvimento, ele disse que ainda não há nenhum acordo com o Ministério da Saúde.
“Ontem [quarta-feira] uma diretora do Butantan esteve no Ministério da Saúde para começar a negociação de venda da Butanvac, foi uma conversa inicial, mas ainda não temos nenhum documento e nem nada oficial.”
Declarações de membros do governo dificultam negociações com China
Questionado sobre como declarações de membros ou ex-membros do governo federal podem influenciar na relação com a China, principal fornecedor do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) da Coronavac, Covas disse ser senso comum que as falas feitas aqui no país repercutem na imprensa da China.
“Isso se reflete nas dificuldades burocráticas. O que era normalmente resolvido em 15 dias, hoje leva mais de um mês. Nós que estamos na ponta sentimos isso. A Fiocruz também sentiu essa dificuldade”, disse ele.
“O embaixador [da China no Brasil, Yang Wanming] já deixou claro para nós que declarações que desmerecem a China, causam inconformismo do lado chinês. O ministro [das Relações Exteriores, Carlos Alberto Franco] França tem ajudado nessa interlocução e o distensionamento já teve reflexão nesses insumos que chegaram”, completou.
Fala de Bolsonaro travou tratativas até janeiro
Dimas Covas afirmou que, depois que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sem manifestou em 20 de outubro contra a compra da Coronavac, não foram feitos progressos nas negociações até janeiro de 2021.
“Nosso caminho era outro. Começamos a negociar com estados e municípios”, disse o diretor do Butantan.
Ele citou ainda como exemplo da diferença no tratamento o fato de que o contrato com a AstraZeneca, firmado em agosto, recebeu adiantamento de recursos por parte do governo federal.
“Essa [a Coronavac] apesar de estar em solo brasileiro e sendo produzida, só foi assinado em janeiro, seis meses depois da primeira proposta.”
Governo não entendeu importância das vacinas em 2020
Questionado pelo relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL) sobre os motivos que teriam levado o governo federal a não aceitar as propostas do Butantan, Covas disse que essa era uma boa pergunta, já que havia sido feito todo o esforço para fornecer informações técnicas.
“Havia naquele momento incertezas sobre as vacinas, de forma geral, não em relação a essa vacina. Essa [a Coronavac] tinha todos os elementos para levar a vacina a ser usada muito rapidamente”, disse.
“Acho que houve um descompasso de entendimento da situação do momento, da importância da vacina dentro do contexto da própria pandemia. Nós, por outro, lado tínhamos absoluta certeza de que ela seria importante.”
Ele disse ainda que, ao não aceitar a primeira proposta, feita em julho, o Ministério da Saúde abriu mão, efetivamente, da possibilidade de ter 60 milhões de doses do imunizante ainda em 2020.
“Essas idas e vindas foram dificultando o cronograma, não o quantitativo.”
Brasil poderia ter sido o 1º país do mundo a vacinar contra Covid-19
Covas afirmou aos senadores na CPI que o Brasil poderia ter sido o primeiro país do mundo a começar a imunização contra o novo coronavírus se “houvesse uma agilidade de todos os atores” trabalhando em conjunto.
“O mundo começou a vacinação no dia 8 de dezembro. No final do mês, tinham sido aplicadas pouco mais de 4 milhões de doses no mundo e nós tínhamos 5,5 milhões [prontas e estocadas], sem contrato com o Ministério”, disse o diretor do Butantan.
“Poderíamos ter iniciado a vacinação antes do que começou, tínhamos as doses disponíveis. Eu, muitas vezes, declarei publicamente que o Brasil poderia ser o primeiro país do mundo a começar a vacinação não fossem os percalços que tínhamos que enfrentar nesse período, tanto do ponto de vista do contrato como do ponto de vista regulatório.”
Butantan fez 3 propostas ao Ministério da Saúde em 2020
Em sua fala inicial na CPI da Pandemia, depois de traçar um breve histórico da atuação do Butantan, Dimas Covas afirmou que fez três propostas em 2020 para o fornecimento da Coronavac ao Ministério da Saúde: em julho, em agosto e em outubro.
Ele disse que em julho foram ofertados 60 milhões de doses, com entregas previstas para o último trimestre de 2020. Depois, em outubro, a oferta foi ampliada para 100 milhões de doses, sendo que 45 milhões seriam produzidas no Butantan até dezembro de 2020, 15 milhões até fevereiro de 2021 e o restante até maio.
“Tudo aparentemente estava indo muito bem, tanto que em 20 de outubro fui convidado pelo [ex-]ministro [Eduardo] Pazuello para uma cerimônia no Ministério da Saúde em que a vacina seria anunciada como uma vacina [do PNI], com a incorporação de 46 milhões de doses”, disse Covas.
“A partir desse ponto, é notório que houve uma inflexão. E digo isso porque saímos de lá muito satisfeitos e achávamos que, de fato, teríamos resolvido parte desse problema. No outro dia, de manhã, as conversações adicionais não seguiram porque houve uma manifestação do presidente da República [Jair Bolsonaro] dizendo que a vacina não seria incorporada.”
Justificativa para a convocação
Entre outras questões, Covas será questionado sobre as dificuldades que o instituto enfrenta para produzir a vacina. Também espera-se que ele reforce a tese de que o Butantan, órgão ligado ao governo de São Paulo, buscou viabilizar antecipadamente as vacinas ao Brasil, mas que essa negociação não teria encontrado respaldo no governo federal até o final de 2020.
O requerimento de convocação é assinado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). “É necessária a oitiva do senhor Dimas Tadeu Covas para que esclareça todos os detalhes da atuação do Instituto Butantan desde o início da pandemia, especialmente com relação à produção de vacinas”, defendeu o senador.
Recentemente, o Instituto Butantan paralisou o envase do imunizante no país por falta de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importada da China. Senadores apontam que crises diplomáticas com a China, provocadas por declarações presidenciais, estão prejudicando o envio do IFA e atrasando a produção da vacina no país.
Os próximos depoimentos
Os próximos depoimentos da CPI da Pandemia já estão previstos, conforme acordo entre os membros da comissão. A CNN teve acesso ao calendário que deve nortear os próximos passos da CPI.
Veja abaixo a programação de oitivas definida para o mês de junho:
Dia 1º
Nise Yamaguchi – médica oncologista e imunologista
Dia 2
Clóvis Arns da Cunha – Professor de Infectologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia
Zeliete Zambom, Médica de Família e Comunidade, Professora da Faculdade de Medicina São Leopoldo Mandic e Presidente Sociedade Brasileira Medicina de Família e Comunidade
Átila Iamarino – Biólogo e pesquisador, formado em microbiologia
Dia 8
Élcio Franco -Ex-secretário executivo do Ministério da Saúde
Dia 9
Nísia Trindade – Presidente da Fiocruz
Dia 10
Fernando de Castro – Presidente da União Química
Dia 11
Cláudio Maierovich, médico sanitarista e ex-presidente Anvisa e da Fiocruz
Nathália Pasternak, microbiologista e pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP)
Dia 15
Marcellus Campelo – Secretário de Saúde do Amazonas
Dia 16
Fernando Pigatto, Presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS)
José Gomes Temporão, médico, professor e pesquisador aposentado da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e ex-Ministro da Saúde
Dia 17
Para Dimas Covas o mais importante era a largada, em 8/12, e não a chegada, com a imunização de toda a população, porque o objetivo dele e do seu governador é apenas fazer cena, como revelou a conversa gravada dos dois. Apesar de começar depois de Canadá, México, Alemanha, Espanha, Portugal, por exemplo, o Brasil já imunizou mais que todos eles e já é o quinto que mais vacina. Então a única conclusão é de que está muito mais acelerado.
Empregado do Dória, foi à essa CPI vergonhosa para fazer politicagem. O Brasil comprou vacinas quando existentes, quando aprovadas pela ANVISA e quando a legislação permitiu (caso da Pfizer). O resto é só narrativa mentirosa.
Quem foi que prometeu que apresentaria em 27/11/20 para a Anvisa os dados da Coronavac???
Porque atrasaram a entrega dos documentos para liberação da vacina em 45 dias???
Estão faltando até hoje os dados principais sobre a potência da vacina em gerar anticorpos que a Anvisa precisa para analisar se a vacina presta ou não. A culpa é do Bolsonaro???
A cada dia que passa diminui o número de bozominions e os poucos que vão sobrando formam essa escória mais escrota da sociedade. Os ignorantes que se acham o ó do borogodó e só escrevem merdas desse naipe. Um bando de Chicos Tripas
Imbecil? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Dimas Covas é médico e pesquisador, tem mestrado e doutorado..vários livros publicados…é editor de duas revistas científicas nacionais…é presidente da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e é professor titular da Faculdade de Medicina da USP…
Mas para Lucio, ele é só um imbecil…Meu Deus!
Na frente dos EUA e do Reino Unido? Esse cidadão deveria ser preso.
Saudade do LADRAO CONDENADO LULA, aquele sim era profissional, doava dinheiro para países ditadores, construir estádios ao contrário de hospitais, fez o maior roubo da história da humanidade, AQUILO SIM ERA UM VERME ESTRUME GIGANTE, volta ladrao , os jumentos estão com saudades , são iguais a mulher chifreira , estão tomando GALHA , mas ama a mulher 👩🏼
Aqui acima temos mais um exemplo da idiotia que acometeu os únicos dois neurônios do Brasil.
Joãozinho trinta, me parece que quem acometeu os dois fracos exemplares de NEURONIOS que pensava possuir foi vc. Tu bem queres desmentir o que o anterior disse? Risível.
Temos um presidente feito de ESTRUME!
É um VERME…maldito seja.
Chora não , vá aprender a trabalhar.
Dica:
1- tome um bom banho
2-faça a barba
3-se vista, com roupas normais , nada de camisa vermelha suja .
4-Acorde cedo ( será difícil) vagabundagem a muitos anos
5-VA no SINE , sempre há empregos para pessoas DISPOSTAS
6- Procure nas gavetas sujas a sua carteira de trabalho, para lembrar, A CARTEIRA DE TRABALHO É AZUL
E ainda tem gente que acredita em fake news do grupin do ZAP do MINTO que diz que ele contratou 100 milhões de doses em julho de 2020!!! KKKKKKKKK. O presidente inepto e negacionista não queria comprar vacina nenhuma, além de sabotar todos os tipos de medidas para mitigar a pandemia previstas no art. 3º da LEI Nº 13.979, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2020 que o próprio MINTO sancionou mas que ainda tem assecla que acredita que ele fez tudo que podia!!!
Qual o lado político partidário do senhor Covas do Butantan?
Foi o Butantan de São Paulo, sob a batuta do governo paulista que Dória contratou para produzir a vacina que ele havia negociado com a China.
A vacina que não passou nos requisitos que a Anvisa solicitava e por imposição e pressão política, foi a força aprovada. A vacina nunca registrou 48% de eficiência e os testes feitos nunca tiveram comprovação. É uma vacina SEM COMPROVAÇÂO CIENTÍFICA de eficácia.
O músico Nelson Sargento morreu de covid e havia tomado as 02 doses da coronavac.
O fato é que a primeira vacina aplicada no mundo foi registrada foi no Reino Unido no dia 08 de dezembro de 2020, mas o butatan tinha a vacina antes disso?
Mentir em CPI não é crime?
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom – 24.fev.2021/Agência Brasil
Senadores aprovaram um projeto para suspender o prazo-limite para isenção de imposto de renda entre a venda de imóvel e a compra de um novo, até o 31 de dezembro de 2021, devido à pandemia. O texto foi aprovado de forma simbólica e segue agora para a Câmara.
Atualmente, a lei permite a isenção do Imposto de Renda sobre os ganhos obtidos na venda de um imóvel, desde que o produto dessa venda seja aplicado na compra de outro imóvel no prazo de 180 dias.
“O prazo de 180 dias estamos prorrogando. Dentro desse exercício fiscal de 2021, esperamos que toda a nossa população esteja vacinada. Houve muito prejuízo, cartórios fechados, dificuldade de visita de imóveis, dificuldade de contatar corretores de imóveis. E, por isso, muitas vezes o contribuinte não pôde exercer o direito que já lhe confere de, no prazo de 180 dias, comprar outro imóvel e assim não pagar o lucro imobiliário”, afirmou o relator da medida, senador Carlos Portinho (PL-RJ).
Autora de um dos projetos usados como base pelo relator, a senadora Simone Tebet (MDB-MS), disse que ainda não há garantias por parte do Palácio do Planalto sobre sancionar o texto, caso seja aprovado pela Câmara.
“Quando nós apresentamos esse projeto, nós apresentamos justamente com o intuito de, diante dos protocolos de segurança sanitária, garantir às pessoas que venderam um imóvel e queriam comprar outro que pudessem garantir a sua segurança sanitária de não saírem do isolamento, terem que procurar corretor, terem que ir num cartório, cheio de gente”, disse Tebet.
A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), publica portaria simplificando os procedimentos administrativos para renovação das Autorizações de Publicidade (AP) expedidas a partir do ano de 2016. A novidade é a renovação automática da licença de publicidade para o ano de 2021 sem haver a necessidade da abertura de processo, o que demonstra mais eficiência e economicidade para empresas e para o município. A Portaria nº 030/2021 foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM) desta quinta-feira (27).
De acordo com o Decreto nº 4.621/92, a publicidade e qualquer anúncio através de quaisquer instrumentos de divulgação que contiverem apenas dizeres, desenhos, siglas, dísticos ou logotipos indicativos ou representativos de nomes, produtos, locais ou atividades, mesmo aqueles fixados em veículos, vistos de logradouro público, devem ser cadastrados e autorizados pela Semurb, sujeitos à licença prévia e ao pagamento antecipado da Taxa de Licença de Publicidade. A cobrança da taxa dessa publicidade é feita, anualmente, junto com a Taxa de Licença de Localização pela Secretaria Municipal de Tributação (SEMUT).
Segundo o titular da Semurb, Thiago Mesquita, atualmente as Autorizações de Publicidade (AP) expedidas pela Prefeitura do Natal têm validade de um ano, e com esta portaria que simplifica os procedimentos de renovação das autorizações expedidas a partir do ano de 2016 ficará mais simples e prática a renovação das licenças.
Ele ainda esclarece que caso o contribuinte já tenha pagado a Taxa de Licença de Localização, já inclusa na taxa da publicidade, e não tenha alterado as características, quantidades e dimensões do anúncio da fachada, automaticamente a AP será validada para o ano de 2021 sem a necessidade de o cidadão vir até a sede da Semurb dar entrada em um processo de renovação.
O empreendedor que não tenha Autorização de Publicidade da fachada do seu estabelecimento anterior a 2016, seja ele pessoa física ou jurídica, não está dispensado de requerer por meio de processo administrativo específico a expedição da AP. Em casos que a publicidade anteriormente autorizada não mais existir, será opcional ao proprietário do imóvel requerer a revisão do lançamento da Taxa de Licença para Utilização de Meios de Publicidade na Semurb.
Dez deputados estaduais assinaram e protocolaram nesta quinta-feira (27) a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas irregularidades nos contratos no período da pandemia da Covid-19 no Rio Grande do Norte. A CPI é uma comissão temporária, destinada a investigar fato certo e determinado, que tem fundamento no art. 43 da Constituição Estadual. Assinaram a CPI os deputados Gustavo Carvalho (PSDB), José Dias (PSDB), Kelps Lima (SDD), Cristiane Dantas (SDD), Getúlio Rêgo (DEM), Tomba Farias (PSDB), Coronel Azevedo (PSC), Subtenente Eliabe (SDD), Nelter Queiroz (MDB) e Galeno Torquato (PSD).
De acordo com o Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, ao presidente cabe a análise inicial do requerimento para verificação dos requisitos:
1) fato certo e determinado bem detalhado, referente a um acontecimento relevante para a vida pública, econômica e social, mas excluídos os fatos relacionados ao Governo Federal e aos Municípios em situação de intervenção;
2) quantidade mínima de assinaturas: 8 deputados;
3) prazo certo e não superior a 120 dias;
Após a análise dos fatos, o presidente deverá despachar:
a) mandando para publicação (se presentes os requisitos);
b) ou devolvendo ao deputado autor do requerimento por não ter descrito fato relevante, certo e determinado.
Se aprovado, o requerimento vai para Mesa Diretora fixar a quantidade de membros. Os integrantes da CPI serão nomeados por resolução, ouvidos os líderes e suas indicações.
O presidente da CPI deverá ser eleito, a quem caberá a indicação do relator. Se o presidente for da maioria, deverá indicar o relator pela minoria, e vice-versa.
Os encaminhamentos da CPI da Covid serão divulgados através dos canais oficiais da Assembleia como o site al.rn.leg.br e nas redes sociais @assembleiarn e na Tv Assembleia RN, 10.3.
Onde foram aplicados os bilhões recebidos do governo Bolsonaro? O que a governadora Fátima do PT fez efetivamente no combate à pandemia com esse dinheiro? Coisa simples, sem mimimi.
O RELATÓRIO DA CGU MOSTRA COMO É LEVADO A SÉRIO O TRABALHO DO Governo do Estado do Rio Grande do Norte E TODA SUA EQUIPE DE APLICAR COM HONESTIDADE OS RECURSOS RECEBIDOS PARA COMBATER O CORONAVÍRUS E SALVAR VIDAS.
Nunca existiu irregularidades no Governo do Rio Grande do Norte. O TCE deixou claro isso em seu relatório, afirmando que nenhuma irregularidade foi encontrada. Agora a Controladoria Geral da União CGU confirmou o que o TCE relatou. São 21 Estados com irregularidades no uso de recursos pra COVID-19 apontados pelo CGU. Mas como tinha certeza e víamos divulgando o Estado do Rio Grande do Norte NÃO ESTÁ ENTRE OS 21 ESTADOS CITADOS NO RELATÓRIO DO CGU.
Isso significa que o Governo da Professora e Governadora Fátima Bezerra aplicou com seriedade e corretamente os recursos recebidos para combater o COVID-19 em nosso Estado.
A Airbnb disse nesta quinta-feira (27) que estenderia a proibição de festas em casas listadas em sua plataforma até pelo menos o final do verão (no hemisfério norte), em um esforço para conter a disseminação de infecções por coronavírus.
Isso ocorre porque o aumento das taxas de vacinação e a redução das restrições às viagens em partes do mundo devem aumentar a demanda por viagens nos meses de verão.
Em agosto do ano passado, a empresa de aluguel de residências por curto prazo proibiu globalmente festas em suas propriedades.
“Não toleraremos comportamento que perturbe a vizinhança ou viole a confiança de nossa comunidade anfitriã”, disse o Airbnb em um comunicado.
O Airbnb, sediado em San Francisco, disse que o filtro de busca amigável a eventos permanecerá inacessível durante este período e espera fornecer uma atualização sobre a política no final do verão.
Além disso, os hóspedes sem um histórico de comentários positivos no Airbnb não podem fazer reservas de uma noite para uma casa inteira nos Estados Unidos durante o fim de semana de 4 de julho.
O Rio Grande do Norte registrou no fim da manhã desta quinta-feira (27) oitenta e oito (88) pacientes com Covid-19 com perfil de leito de UTI, de acordo com o portal Regula RN, que monitora em tempo real a ocupação de leitos públicos no estado. O levantamento foi feito às 12h05.
Diante do número de leitos disponíveis (11), o número de pacientes em espera até a publicação desse post, com a devida subtração de números, registra 77 pessoas na fila por leitos críticos. A maioria dos pacientes em espera da Grande Natal.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 97,2%, registrada no fim da manhã desta quinta-feira (27). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 698.
Até o momento desta publicação são 11 leitos críticos (UTI) disponíveis e 382 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 98 disponíveis e 316 ocupados.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 95,9% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 99,1% e a Região Seridó tem 100%.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta quinta-feira (27). Foram mais 1.635 casos confirmados, totalizando 264.415. Até quarta-feira (26) eram 262.780 infectados. Casos suspeitos totalizam 92.230. Descartados são 513.116
Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 6.049 no total, sendo 10 mortes registradas nas últimas 24h: Natal(01), Parnamirim(01), João Câmara(01), Canguaretama(01), Santo Antônio(01), Jucurutu(01), Florânia(01), Caicó(01), Patu(01) e Mossoró(01).
A Sesap ainda registrou outros 18 óbitos ocorridos após a confirmação de exames laboratoriais de dias ou semanas anteriores. Óbitos em investigação são 1.267. Na quarta-feira (26) o número total de mortes era 6.021.
Os mortos falam…e um dia, os nossos (assim como os judeus do holocausto) falarão…e os responsáveis serão amaldiçoados por todas gerações que ainda virão.
Em entrevista exclusiva à CNN nesta quarta-feira (26), o presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), negou que tenha ocorrido um “rompimento” entre os senadores do grupo conhecido como G7 — que reúne parlamentares considerados de oposição e independentes —, mas indicou que a relação entre eles não é a mesma que tinham no início dos trabalhos.
“Eu não quero convidar ninguém mais para jantar na minha casa não, não tenho condições”, brincou Aziz, fazendo referência a uma reunião entre os parlamentares em que acordos feitos nos bastidores não teriam sido cumpridos em plenário.
Aziz afirmou que se irritou durante a sessão desta quarta-feira (26) porque havia sido acordado que nove governadores — além de Wilson Witzel, impedido no Rio de Janeiro — cujos estados estavam sob investigação da Polícia Federal seriam convocados, sem que prefeitos sejam chamados neste momento.
Ele disse que isso não teria sido cumprido já no segundo governador discutido, quando os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Renan Calheiros (MDB-AL), ambos do G7, falaram contra a convocação do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB).
“Aquilo que é acordado tem que ser cumprido, não pode mudar de opinião na hora”, disse o presidente da CPI, que reforçou a irritação também com um senador governista, Eduardo Girão (Podemos-CE). Depois de reunião em que se combinou os rumos da comissão, Girão cobrou durante a sessão a convocação de prefeitos e do governador da Bahia, Rui Costa (PT), sendo chamado de “oportunista” por Aziz.
Críticas aos requerimentos
Aziz falou também sobre requerimentos que julgou descabidos. Em outra indireta a integrantes do G7, criticou o pedido de convocação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que integra o grupo.
“Não temos poder de convocar presidente nem ministro do Supremo”, argumentou. “É fácil convocar o papa. Mas eu tenho poder para convocar o papa? Não tenho”, prosseguiu.
Aziz criticou também requerimentos que tratavam de pessoas e entidades que, segundo ele, estão além do alcance e escopo da CPI. O senador citou, como exemplos, a Organização Mundial da Saúde (OMS), a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo e o diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Maiurino.
Sobre Lindôra e Maiurino, o presidente da CPI afirmou que, na condição de procuradora e investigador, ambos não podem ser convocados como testemunhas para irem à comissão falar sobre o andamento dos inquéritos em que estão trabalhando.
Ele ainda afirmou que o procurador-geral da República, Augusto Aras, enviou mensagens aos senadores da comissão dizendo que consideraria descabida uma eventual convocação de Lindôra Araújo, uma das suas principais assessoras.
Quebra de sigilos
O senador afirmou que a possibilidade de quebra de sigilos de citados existe, mas que não será feita de forma “açodada” pelos parlamentares. “Temos que ter alguma substância e essa substância está chegando às nossas mãos pelos requerimentos que nós fizemos. Não há nenhuma possibilidade, neste momento, de fazermos alguma coisa açodada”, disse Omar Aziz.
A CPI da Pandemia está na sua quarta semana. Já foram ouvidos o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, seus três antecessores no cargo (Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich e Eduardo Pazuello), o ex-chanceler Ernesto Araújo e o ex-secretário especial de Comunicação Fabio Wajngarten.
A comissão também ouviu a secretária de Gestão do Trabalho e Educação da Saúde, Mayra Pinheiro, e o executivo Carlos Murillo, presidente da Pfizer na América Latina. Nesta quinta-feira (27) ocorre a oitiva do diretor-presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas.
Pois bem, se o indivíduo teve COVID leve, mas foi praticamente obrigado a tomar a vacina e, eventualmente, tenha efeitos colaterais decorrentes da vacina, que o leve a óbito, quem deverá ser responsabilizado, sobretudo pela tentativa de criarem restrição sanitária até para frequentar transportes públicos, escolas etc, em certos lugares.
Gostaria que o posto acima fosse verdade absoluta, porém, já existem relatos de pessoas reinfectadas que foram a óbito, pessoas que foram infectadas e imunizados com a segunda dose, e mesmo assim vieram a óbito pelo covid. Tudo nessa história tem muito achismo, todos buscam efetivamente certezas, e oro que elas aconteçam, mais muito ainda há para ser revelado. Tornaram política uma questão de saúde pública, brincam com o nossa ignorância, tripudiam da nossa inteligência, e aí, muitos navegam no mar da ignorância, assim, manter todos os cuidados preconizados é a conduta mais correta.