CENSURADA: Madonna defende cloroquina, e Instagram marca publicação como “falsa”

Foto: Divulgação

Madonna defendeu, em uma publicação nessa terça-feira(28) no Instagram, o uso da hidroxicloroquina no tratamento de pacientes com Covid-19.

A cantora compartilhou um vídeo em que uma médica afirma que o medicamento é “a cura” para a doença causada pelo novo coronavírus.

Minutos depois, a postagem foi marcada como “falsa” pelo Instagram e excluída por Madonna.

Além de compartilhar o vídeo, Madonna escreveu que “algumas pessoas não querem ouvir a verdade, especialmente as que lucram com a longa busca pela vacina”. Segundo ela, a cura para a Covid-19 “está disponível há meses”.

Trata-se do mesmo vídeo compartilhado por Donald Trump Jr., filho de Donald Trump. Ele ficou impedido de publicar no Twitter por 12 horas.

Com acréscimo de informações de O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Direita Honesta disse:

    Uma celeuma enfadonha e inócua. A única coisa que se consegue aprender dessa pendenga é que existe um espectro político MUNDIAL e, especificamente, no Brasil, que nunca se importa com o que é realmente melhor para o povo e que só se interessa por eleiçàone PODER. Afinal, por que proibir? TOMA QUEM QUER. Se vc não acredita na eficácia do medicamento, NÃO TOME. Ou ainda melhor, sequer vá a médico, fique em casa e espere a coisa piorar. Mas deixe quem acredita ter acesso ao tratamento que está provando sua eficácia em todo lugar que é utilizado. É muito simples..

  2. Zé Ruela disse:

    Ah, agora sim. Se Madonna falou, então vou tomar cloroquina.

  3. Webrevenger disse:

    Claro, vamos acreditar num video de uma médica e não em centenas de estudos feitos por cientistas treinados e com recursos para isso. A cura está disponível, vamos voltar a vida normal.

    • Silva Santos disse:

      São centenas de médicos na linha de frente do combate ao Covid-19 que estão dizendo que Cloroquina, ivermectina, azitromicina e zinco estão dando bons resultados, mostrando os números do antes e depois. Os estudos contrários, vi que foram ,um a um, desacreditados, muitos deles por testarem só pacientes na fase três. Mas, como se diz por aí, toma quem quiser, não é obrigado. Eu e minha família fizemos uso profilático da ivermectina. Estamos todos bem.

Covid-19: Anvisa proíbe venda sem receita de cloroquina e ivermectina

Foto: Ilustrativa

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu que o vermífugo ivermectina só poderá ser vendido com receituário médico. Nas últimas semanas, aumentou a procura pelo remédio usado contra vermes e parasitas para prevenir a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, mesmo sem evidências de que o medicamento funcione.

A resolução que mudou as regras de comercialização foi publicada nesta quinta-feira (23/7) no Diário Oficial da União. O texto é assinado pelo diretor-presidente da agência, Antônio Barra Torres.

Além do vermífugo, a Anvisa proibiu a venda sem receita médica dos medicamentos cloroquina, hidroxicloroquina e nitazoxanida (Annita). Todas essas drogas passaram a ser usadas como possíveis tratamentos contra a Covid-19. As pesquisas científicas não comprovaram os efeitos.

Os principais organismos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), não recomendam o uso antes de resultados mais robustos das pesquisas científicas e aponta paras os riscos de efeitos colaterais e complicações adversas.

A mudança promovida pela Anvisa não se aplica aos medicamentos à base de cloroquina distribuídos no âmbito de programas públicos governamentais. O texto ressalta que as medidas de controle para os medicamentos se devem em virtude da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) relacionada ao novo coronavírus.

“A prescrição dos medicamentos que contenham substâncias constantes do Anexo I desta resolução deverá ser realizada em receituário privativo do prescritor ou do estabelecimento de saúde, sem a necessidade de modelo de receita específico”, diz a Anvisa.

Novas regras

A receita deve ser prescrita de forma legível, sem rasuras, em duas vias e contendo dados obrigatórios como identificação do médico, endereço do consultório número da inscrição no Conselho Regional de Medicina, identificação do paciente, endereço completo, nome do medicamento ou da substância prescrita sob a forma de Denominação Comum Brasileira (DCB), dosagem ou concentração, forma farmacêutica, quantidade (em algarismos arábicos e por extenso) e data da emissão.

A farmácia ou drogaria somente poderá aviar ou dispensar a receita quando todos os itens estiverem devidamente preenchidos. A receita desses medicamentos será válida por 30 dias, a contar da data da emissão.

As prescrições por cirurgiões dentistas e médicos veterinários só poderão ser feitas quando para uso odontológico e veterinário, respectivamente, sendo proibida a indicação para tratamento da Covid-19.

Imbróglio

A Anvisa chegou a publicar uma nota técnica alertando para os riscos do uso do vermífugo ivermectina contra o coronavírus. Porém, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu o uso do medicamento.

O órgão mudou o entendimento e publicou nova nota técnica. No primeiro texto, a Anvisa ressaltou que não existem estudos conclusivos que comprovem a eficácia do medicamento para a Covid-19. Na segunda versão, porém, o texto inclui um novo trecho: “Bem como não existem estudos que refutem esse uso”.

Metrópoles

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rogerio Faris disse:

    Era a pá de cal que faltava!

  2. Fabio Alencar disse:

    $180 bilhões de dólares por ano será a receita da industria só com a vacina da covid, não podem ser ameaçado por um remedinho de 2 contos.

  3. Manoel disse:

    Impressionante a imbecilidade do povo.
    O que aconteceu com o bom senso?
    A merda do remédio nao tem comprovação em LUGAR NENHUM DO MUNDO, pode FAZER MAL, e uns idiotas brasileiros teimam em tomar e ainda sair espalhando mentiras pelo wa?
    Tomem 10 caixas calados, seus diotas.

  4. Bozoloide disse:

    Vamos lá. Está escrito na bula:
    "Reações adversas e efeitos colaterais do Hidroxicloroquina
    Distúrbios hematológicos e do sistema linfático, distúrbios do sistema imune, distúrbios de metabolismo e nutrição, distúrbios psiquiátricos, distúrbios do sistema nervoso, distúrbios oculares, distúrbios de audição e labirinto, distúrbios cardíacos, distúrbios gastrointestinais, distúrbios de pele e tecido subcutâneo e distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo."
    Hummmm… acho que quem escreveu essa bula deve ser um maldito comunista só pra ferrar o mito!

  5. Marcelo Cosme disse:

    A ivermectina pode matar? O único perigo real da Ivermectina é para pessoas com meningite, pois essa substância pode atravessar a barreira hematoencefalica do cérebro. E mesmo assim, já é cientificamente provado que a Ivermectina não é neurotoxica. Essa decisão da Anvisa deve ser revista pelo poder judiciário, pois impede que as pessoas possam fazer profilaxia. A galera do contra adora dizer que a Ivermectina não tem comprovação científica no tratamento da covid, mas vamos aos fatos…. O isolamento social aumentou? Não, vem piorando inclusive. A imunidade de rebanho está provocando essa diminuição de casos? Não, a UFPelotas / RS fez uma pesquisa nacional em domicilio e afirmou que nem 10% da população se contaminou. Qual o único fato diferente que aconteceu nos últimos 45 dias no RN e em Natal? Simples, a adoção do tratamento precoce e a profilaxia com Ivermectina. Hoje, nosso estado, é o que apresenta a 2° maior queda de novos casos no Brasil, conforme o consórcio da imprensa.

  6. Curitiba já disse:

    Só bastou diminuir os casos a OMS. Comunista junto com os bandidos da Anvisa trataram logo de frear a queda dos casos, como explicar a queda brusca dos casos em Natal, será q foi coincidência logo após o uso da medicação

  7. Direita Honesta disse:

    Essa palhaçada não vai ter fim? São medicamentos usados há décadas, baratinhos e que vêm mostrando resultados positivos contra esse vírus, na prática, na vida real. Por outra, usa quem quiser. Quem não quiser, vá tomar… outra coisa qualquer. Ou não tome nada é fique esperando o quadro se agravar. Quando piorar, procure os leitos de hospital que a governadora do PT NÃO CRIOU e os respiradores que ela NÃO COMPROU (embora já tenha pago alguns e o dinheiro tenha sumido). A torcida dessa gente em prol do vírus já virou sandice. Quanta ruindade!

  8. Alexandre Reis disse:

    Um absurdo isso. E para o povo morrer mesmo(real intenção) ? Essa bomba que e a Anvisa serve ao governo federal e ao povo ou ao PT? Presidente deveria exonerar geral. Presidente sem autoridade? Estou injuriado.

  9. ricardo disse:

    Na pior das hipoteses é placebo a ivermectina e ainda nos livra de vermes, na pior das hipóteses, na melhor salva vida, agora com a decisão da Anvisa na melhor das hipóteses economizamos uma besteira em não comprar, na pior vamos gastar com consulta que não será de acesso a todos o medicamento chegará mais pessoas com preço de consulta mais o preço da consulta.

  10. ricardo disse:

    Os pobres não podem comprar um medicação que nem mal faz, mas que tem muitas chances de fazer o bem, pura maldade da ANVISA

    • Francisco de Assis disse:

      Os efeitos colaterais podem ser fatais, Ricardo. Não vai nessa onda do capetão cloroquina receitando o que não pode ser receitado, meu camarada. Não ajuda em nada.

Hospital Albert Einstein proíbe médicos de receitar cloroquina para pacientes com covid-19

Foto: Getty Images / iStockphoto

Em comunicado ao corpo médico, o Hospital Albert Einstein proibiu a prescrição de cloroquina para o tratamento da covid-19 – doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). O medicamento era receitado por médicos do hospital em modo “off label” – quando é usado para tratar uma indicação não prevista em sua bula.

Essa prescrição era feita de acordo com o julgamento do médico para cada paciente. Com a mudança, a cloroquina não pode mais estar em receitas para diagnosticados com covid-19. O remédio é usado no tratamento de outras doenças, como malária e amebíase hepática, além do controle de lúpus e artrite reumatoide.

No fim de maio, uma pesquisa da Universidade de Harvard publicada na revista científica “The Lancet” chegou a conclusão de que os diferentes usos da cloroquina não apresentam benefícios no tratamento da covid-19. O estudo foi feito em larga escala, com mais de 96 mil pessoas internadas com a doença.

Metro Jornal

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    E o dinheiro que governo gastou para que o Exército produzisse um grande estoque Hidroxicloroquina? Quem vai pagar?

  2. Wellngton disse:

    Fico pensando na classe econômica que procura o Albert Einstein, para quem tem muito dinheiro há outras opções, outros medicamentos, outros métodos…….

  3. Aparecida disse:

    Fácil de entender, não se interna os pacientes no início dos sintomas (fase de replicação viral) se interna os pacientes na fase inflamatória (quando o paciente complica); se tivessem tomado a hidroxicloroquina no início dos sintomas provavelmente não teriam precisado ser internados.

  4. André Fortes disse:

    Quem vai ser responsabilizado pelo estoque que o exército produziu em vão?

  5. Ricardo lúcido disse:

    O BOZO , votei nele e me arrependo , rei da CLORIQUINA e previsor da terapêutica do “ E DAÍ”, vai ficar uma fera , o que danado ele vai fazer com tanta CLORIQUINA ? Mandou fazer aqui é recebeu uma TOROMBADA de CLORIQUINA do amigo TRUMP . Será possível um negócio desse ? Até uma música já estava adaptada . CLOROQUINA , CLOROQUINA , CLORIQUINA meu amor , eu sei que que o BOZO eu quero tomar tú . TITICO TRÁS O PINICO !

  6. Arthur disse:

    Difícil achar quem ainda acredita nessa Cloroquina, até o remédio pra piolho tem mais efeito comprovado. Enquanto isso o Exército tem estoque de Cloroquina pra 18 anos.

    • Ricardo disse:

      Recentemente saiu um manifesto de mais de quatro mil médicos recomendando o uso da cloriquina (em associação) para pacientes em ESTÁGIOS INICIAIS da doença.

  7. Fico na duvida disse:

    As vezes fico sem entender esse tipo de atitude, 3 pessoas da minha família já contraíram a covid, todas foram curadas usando estes medicamentos como cloroquina e hidroxicloroquina, dois são do grupo de risco, um com diabetes e outra idosa, não tiveram complicações e os sintomas desapareceram em menos de 5 dias, queria saber qual o interesse em impedir isso.

  8. Minion alienado disse:

    Boicotem o hospital, são comunistas!

  9. Flávio Martinez disse:

    Isso é normal. À medida que as pesquisas vão evoluindo, novos fármacos vão aparecendo. Hoje, existem antivirais (como o Remdesinvir) e os corticoides. Após 3 meses de pandemia, estão surgindo medicamentos mais eficazes do que aqueles do início. Porém, não se pode politizar o uso de remédios

    • Tom França disse:

      Já foi provado, que os que estão sendo liberados pela Anvisa, são os mais caros do mercado. Política ou máfia dos fármacos. Escolham!

Cloroquina: país negocia compra de 10 toneladas

Foto: Agência O GLOBO

O governo Bolsonaro insistirá no uso da cloroquina para combater o coronavírus e já programa com a Índia a compra de dez toneladas da matéria-prima para fazer o medicamento.

A informação foi confirmada à coluna por Carlos Wizard Martins, que será o número três do Ministério da Saúde, no comando da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. O custo estimado na aquisição é de 6 milhões de dólares, o que hoje equivale a R$ 30,3 milhões.

– Vamos apostar 100%, seguir e defender a cloroquina. Esperamos que, nos próximos 30 dias, possamos receber essa carga no Brasil”, disse Wizard, empresário e ex-dono da rede de escolas de idiomas Wizard.

Com O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Se nao matar muitos agora, no futuro teremos "alguns" com sequelas cardíacas e com problemas de fígado. Mas tdos são livres para se envenenarem…(nao por acaso é necessário assinar um termo ao aceitar o tratamento com essa droga).
    Já foi mais que provado q essa substância não melhora em nada quem está contaminado por Covid.

    • Ricardo disse:

      Discorra aí sobre a dosagem necessária para que esses efeitos apareçam.

  2. Patriotafiel disse:

    O Brasil deu de goleada no resto do mundo! Nosso presidente descobriu a cura, ja estavamos fabricando cloroquina pelo exercito, os EUA nos de 2mil comprimidos e agora ta vindo mais e em toneladas. Nosso presidente vai curar todo o Brasil, e depois vamos recuperar a economia vendendo cloroquina pra Europa, China, EUA e pro resto do mundo, e nessa hora como sempre digo, o mundo se curvará o nosso amadíssimo sr. Presidente Jair Messias Bolsonaro… É muita felicidade ver os comunistas lamentando. PT nunca foi estrela, a estrela é e sempre foi BOLSONARO!!!

  3. Minion de Peixeira disse:

    O teamvirus pira.

Mais de 100 especialistas alertaram para falhas em estudo que condenou o uso da cloroquina no mundo

Mais de 100 médicos e estatísticos de vários países lançaram um alerta sobre graves irregularidades no maior estudo sobre a eficácia da cloroquina e da hidroxicloroquina contra a covid-19. Os responsáveis pela iniciativa exigiram que os dados do trabalho sejam revistos para que ele seja corrigido ou retirado.

O estudo em questão provocou uma tempestade mundial em torno de dois possíveis tratamentos que há poucos meses eram considerados os mais promissores contra a doença, mas que agora parecem ter caído em desgraça. O trabalho foi uma análise de dados anônimos de mais de 96.000 pacientes em 600 hospitais do mundo todo. Concluiu que a cloroquina e a hidroxicloroquina não só não oferecem nenhum benefício para os pacientes, como também podem aumentar o risco de morte em 30%. O trabalho foi publicado na The Lancet, uma das revistas científicas de maior prestígio do mundo.

Como resultado desses dados, a Organização Mundial da Saúde (OMS) suspendeu o uso destes medicamentos no estudo clínico Solidarity, que tenta provar a eficácia de diversos tratamentos contra a Covid em hospitais do mundo inteiro. Foi uma suspensão temporária, até que um grupo independente analise os dados e responda se é seguro continuar. Mas depois do anúncio da OMS, a França proibiu o uso desses medicamentos como tratamento e parou os ensaios clínicos em andamento. A Itália também suspendeu seu uso como tratamento e a Bélgica alertou sobre sua utilização fora dos estudos clínicos, de acordo com a Reuters.

Na Espanha, a agência de medicamentos concluiu que o estudo não fornecia provas suficientemente sólidas sobre o risco associado aos dois medicamentos e recomendou que continuem em andamento os ensaios clínicos com esses fármacos no país. Um porta-voz da agência explicou ao EL PAÍS que até agora o órgão não havia recebido nenhum alerta de segurança por parte dos responsáveis por esses ensaios.

VEJA MAIS – Após The Lancet por em dúvida estudo contrário e repercussão de reportagem de jornal britânico ganhar o mundo, OMS anuncia retomada de testes com hidroxicloroquina para covid-19

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A origem inicial do boom que promoveu os dois medicamentos foi um estudo comandado pelo médico francês Didier Raoult, que encontrou benefícios no uso contra a covid-19. A pesquisa, no entanto, foi considerada posteriormente como irregular, mal projetada e muito pouco confiável. Isso não evitou que esses tratamentos fossem apontados como “revolucionários”, nas palavras do presidente dos EUA, Donald Trump, que anunciou que toma hidroxicloroquina para se proteger do coronavírus, sendo seguido, posteriormente, pelo presidente brasileiro, Jair Bolsonaro. No momento, não existe nenhuma prova sólida de que esses medicamentos funcionem contra a doença. Existem apenas dados parciais apontando que eles podem aumentar o risco de arritmias em pacientes graves.

O último estudo, que condenou o uso da cloroquina e hidroxicloroquina, “tem um nível de inconsistências alarmante”, alerta Pedro Alonso, diretor do programa de malária da OMS, ao EL PAÍS. “Há enormes dúvidas sobre a qualidade desse trabalho e tanto seus autores como a revista que o publicou vão ter de prestar contas”, ressalta.

A cloroquina e sua derivada são usadas para combater a malária há décadas e têm um perfil de segurança muito alto, lembra Alonso. Além disso, esses medicamentos são utilizados para combater doenças autoimunes como o lúpus. “Até agora não sabemos se funcionam ou não contra a covid-19, mas a solução não é interromper os ensaios com esses medicamentos e, sim, seguir adiante com eles, pois precisamos de bons ensaios clínicos controlados e randomizados para saber se oferecem algum benefício, principalmente para a segunda onda da doença”, considera Alonso.

O estudo em questão é assinado por Mandeep Mehra, do Hospital Brigham de Mulheres de Boston; Frank Ruschitzka, do Hospital Universitário de Zurique; Amit Patel, do departamento de bioengenharia da Universidade de Utah, e Sapan Desai, da empresa Surgisphere, que forneceu os dados anônimos dos 96.000 pacientes incluídos no estudo.

Mas o trabalho tem inconsistências, como o tratamento dos dados, que não foram publicados para que possam ser analisados pelo restante da comunidade científica, e a ausência de um comitê de ética para verificar se o tratamento dos dados dos pacientes está de acordo com a lei, segundo a carta aberta publicada quinta-feira, assinada por mais de 120 médicos, bioestatísticos e pesquisadores biomédicos e enviada à direção da revista The Lancet.

O estudo não dá informações detalhadas sobre os hospitais de cada país de onde vêm os dados, afirmam os signatários. Além disso, utiliza doses de cloroquina e hidroxicloroquina que são em média 100 miligramas mais altas do que as recomendadas pela agência de medicamentos dos EUA, acrescentam.

Na Austrália, o estudo considera um número de pacientes mortos (73 até 23 de abril) que é superior ao registrado em todo o país até essa data pela Universidade Johns Hopkins, segundo o jornal The Guardian. Na África, inclui 25% de todos os infectados que havia no continente e 40% de todos os falecidos, o que significaria, pela expressividade da amostra, que eles teriam acordos para poder acessar os dados computadorizados detalhados dos pacientes, algo que os signatários da carta consideram “pouco provável” —e Alonso considera “impossível”— dado o baixo grau de digitalização de muitos hospitais no continente. O estudo reúne informações de pacientes de seis continentes e, apesar das diferenças entre eles, a incidência de doenças prévias, como diabetes e os problemas cardiovasculares, é “extraordinariamente pequena”, assinala a carta.

Os signatários exigem que a empresa Surgisphere forneça todos os dados e que uma comissão independente da OMS ou outro organismo independente os analise. Também pedem à revista que cumpra os compromissos que assinou sobre dados públicos e publique também os detalhes da revisão desse estudo por especialistas independentes.

Na tarde de sexta-feira, a The Lancet publicou uma correção, alterando o número de pacientes analisados na Ásia (8.101 em vez de 4.402) e na Austrália (63), mas sem mudar os resultados principais do estudo.

Mandeep Mehra, cardiologista do Brigham e primeiro autor do estudo, disse ao EL PAÍS que, além das correções, foi iniciada uma “revisão independente dos dados”, acrescentando: “Os resultados e conclusões do trabalho continuam sendo os mesmos”. A Surgisphere, empresa responsável pelo banco de dados, defendeu em um comunicado enviado ao EL PAÍS a validade de seu sistema, baseado no estabelecimento de acordos de colaboração com 1.200 hospitais de 45 países para que lhe deem acesso a dados anônimos de pacientes, e garantiu que cumpre as principais normas internacionais de proteção de dados.

Bloqueio de ensaios clínicos

O trabalho deu um golpe fatal em muitos dos ensaios clínicos que estavam em andamento. Isto, por sua vez, pode fazer com que nunca se saiba se, de fato, esses medicamentos podem ajudar contra a covid-19, possivelmente em doses que não sejam altas e com pacientes que não apresentam anomalias no batimento cardíaco. Para isso, são necessários ensaios controlados —nos quais um grupo não toma o medicamento ou toma um placebo— e randomizados, ou seja, cada paciente é colocado aleatoriamente em um dos grupos.

“Uma questão muito importante agora é que as pessoas com poder científico na organização de saúde apostaram em diferentes medicamentos que estão sendo testados em estudos randomizados”, afirma Julián Pérez Villacastín, presidente eleito da Sociedade Espanhola de Cardiologia. “[Os estudiosos da cloroquina e hidroxicloroquina] fizeram um investimento enorme e estão no meio do caminho, e em alguns casos, estão sendo forçados a parar. Além disso, têm o problema de que no início havia muitos pacientes e, com isso, poderiam ser obtidos resultados confiáveis em um prazo relativamente curto. Mas o que aconteceu é que o recrutamento ficou muito mais lento porque o número de pacientes diminuiu. Está sendo muito difícil concluir os estudos e muitos poderão não ser concluídos nunca”, assinala. Alonso ressalta também que, devido aos dados do estudo publicado na The Lancet, os pacientes não queiram participar de ensaios por “medo”.

El País

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Justus disse:

    Para vocês pensarem por que não vêem isso aqui nos jornais. Apreciem o Lancet la no final.
    1) May 20, 2020 – Times of India – Hydroxychloroquine research shows some promise in interim study conducted by Telangana Govt – An interim report prepared by the Telangana Government has yielded promising results on the efficacy of prophylactic use of Hydroxychloroquineor HCQ, as it s popularly known on preventing COVID-19…

    2) Este é o melhor relatório de todos, pois estabelece protocolos caso seja ministrada, embora não recomende o uso devido aos testes não serem ainda completos.
    Last Updated: May 12, 2020 – USA/NIH COVID-19 Treatment Guidelines – Potential Antiviral Drugs Under Evaluation for the Treatment of COVID-19 – Chloroquine/Hydroxychloroquine: The Panel recommends against using high-dose chloroquine (600 mg twice daily for 10 days) for the treatment of COVID-19 (AI), because the high dose carries a higher risk of toxicities than the lower dose.

    3) Este foi noticiado aqui com alarde, porque não recomenda o uso, e como sempre, aceito como verdade por quem não lê ou acredita na imprensa. Mas é só um artigo do professor de Epidemiologia e Bioestatistica, Rosemberg. Na conclusão ele mesmo diz que o estudo teve inúmeras limitações, principalmente na coleta de dados. A Dra. Elizabeth, co-autora, é esposa de um cientista que trabalha numa pesquisa financiada sobre o Rendesivir. Dá o que pensar.
    JAMA May 11, 2020 – Association of Treatment With Hydroxychloroquine or Azithromycin With In-Hospital Mortality in Patients With COVID-19 in New York State

    4) 07ABRIL2020 PFARMA – Hidroxicloroquina apresenta bons resultados contra o coronavírus – A hidroxicloroquina (HCD), um derivado menos tóxico da cloroquina, demonstrou boa eficácia na inibição do novocoronavírus SARS-CoV-2. – Um artigo publicado na Nature revisou sete estudos de ensaios clínicos, publicados no Chinese Clinical Trial Registry, para o uso do hidroxicloroquina no tratamento do COVID-19.

    5) Thursday, April 9, 2020
    NIH clinical trial of hydroxychloroquine, a potential therapy for COVID-19, begins. Search identifier NCT04332991

    6) 18 March 2020 – Nature – Hydroxychloroquine, a less toxic derivative of chloroquine, is effective in inhibiting SARS-CoV-2 infection in vitro

    7) E olha só. O Lancet hoje faz pouco caso da hidroxicloroqiuna/cloroquina, mas recomendava a aplicação sem mencionar os efeitos colaterais.
    February, 2006 – The Lancet – New insights into the antiviral effects of chloroquine. Effects of chloroquine on viral infections: an old drug against today's diseases?.
    2005 – Chloroquine is a potent inhibitor of SARS coronavirus infection and spread.
    2004 – In vitro inhibition of severe acute respiratory syndrome coronavirus by chloroquine.

  2. FAUSTO LIRA disse:

    Então deixaram morrer 100.000 nos EUA..

  3. ELEITOR E CONTRIBUINTE disse:

    Quantas vidas poderiam ser poupadas se não fossem essa resistência idiota de pseudo cientistas e imprensa tendenciosa, com viés ideológicos e extremista reverberando lorota contra as evidencias clinicas favoráveis ao protocolo na fase precoce !!!

  4. Antonio Turci disse:

    O Presidente esteve certo desde o início da Pandemia, ainda no mês de março. Mas aí veio à esquerda, politizou a Pandemia, inventou que a Cloroquina era da direita ……. Agora estamos vendo que a Cloroquina é o "cara"!

  5. Véi de Rui disse:

    Temos que correr contra o tempo e passar a usar a cloroquina urgente e a ivermectina, depois eu falo que Bolsonaro tem razão

  6. Messias disse:

    São corruptos que querem receber mais propina dos laboratórios com a venda de remédios mais caros. Viva o Presidente Bolsonaro.

MUITO GRAVE: The Lancet “põe em dúvida” estudo que levou OMS a suspender cloroquina; investigação do britânico The Guardian pode revelar escândalo

Foto: picture-alliance/dpa/Zuma/Quad-City Times/K. E. Schmidt (via DW0)

“The Lancet” põe em dúvida estudo que levou OMS a suspender cloroquina – Revista científica emite alerta sobre estudo publicado em maio que levou OMS a suspender suas pesquisas sobre hidroxicloroquina. Levantamento usou dados, agora questionados, de 96 mil pacientes.A revista médica The Lancet divulgou nesta terça-feira (02/06) uma nota de preocupação com um estudo alvo de críticas sobre a cloroquina e hidroxicloroquina, publicado na própria revista, na qual reconhece que “questões importantes” pairam sobre o trabalho e afirma que está sendo feita uma auditoria independente dos dados utilizados.

A chamada “expressão de preocupação”, emitida pela Lancet, não significa uma retirada total do estudo, mas coloca em dúvida o trabalho científico realizado.

A publicação do estudo, em 22 de maio, numa das revistas científicas mais renomadas do mundo, levou à suspensão de ensaios clínicos de hidroxicloroquina em todo o mundo, pois a pesquisa apontava que o medicamento não seria benéfico para pacientes hospitalizados com covid-19 e poderia até ser prejudicial. O estudo também levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) asuspender temporariamente, por precaução, o uso de hidroxicloroquina em pesquisas por ela coordenadas em vários países.

Depois da decisão da OMS, os governos da França, da Itália e da Bélgica interromperam o uso de hidroxicloroquina no tratamento de pacientes com covid-19.

O estudo se baseia em dados de 96 mil pacientes hospitalizados entre 20 de dezembro e 14 de abril em 671 hospitais e compara a condição dos doentes que receberam tratamento com cloroquina ou hidroxicloroquina (cerca de 15 mil) com os que não receberam.

Os dados usados são da empresa Surgisphere, que se apresenta como uma empresa de análise de dados em saúde com sede nos Estados Unidos. O jornal britânico The Guardian colocou em dúvida a idoneidade da empresa, que tem apenas uma meia dúzia de funcionários, que aparentam ter pouca experiência científica, e pequena presença online. O dono da Surgisphere, Sapan Desai, é um dos autores do estudo publicado na Lancet.

Os autores do estudo dizem “não terem conseguido confirmar o benefício da hidroxicloroquina ou da cloroquina” nos doentes analisados, apontando um acréscimo de efeitos adversos potencialmente graves, incluindo “um aumento da mortalidade”, durante a hospitalização de doentes com covid-19.

VEJA MAIS – BOMBA: Governos e OMS mudaram suas políticas e tratamentos da Covid-19 com base em dados suspeitos de pequena empresa e estudo da Lancet é questionado, destaca reportagem do The Guardian

Muitos investigadores expressaram dúvidas sobre o trabalho, incluindo alguns cientistas céticos sobre o benefício da hidroxicloroquina contra a covid-19.

Numa carta aberta divulgada na semana passada, dezenas de cientistas expressaram preocupação com o trabalho e disseram que um exame detalhado levantou questões de metodologia e de integridade dos dados, apontando a recusa dos autores em dar acesso total aos dados e a falta de “revisão ética”.

Entre os investigadores que assinaram a carta aberta está o francês Philippe Parola, colaborador em Marselha de Didier Raoult, promotor francês da hidroxicloroquina que contribuiu amplamente para popularizar esse tratamento que vem sendo promovido por líderes como Jair Bolsonaro e Donald Trump.

Outra revista científica, a New England Journal of Medicine, também publicou um estudo com base em dados da Surgisphere, também assinado por Desai. As dúvidas quanto aos dados fornecidos por essa empresa levaram também esta revista a emitir uma “expressão de preocupação”, nesta terça-feira, sobre um estudo publicado em 1º de maio e que sugere que medicamentos para tratar problemas cardiovasculares não elevam o risco de uma pessoa morrer de covid-19.

UOL, com Deutsche Welle

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. […] MUITO GRAVE: The Lancet “põe em dúvida” estudo que levou OMS a suspender cloroquina; investiga… […]

  2. Manoel de Oliveira C. Neto disse:

    TheScientist cita isso desde sábado com depoimentos e deparando o fundador e CEO Sapan Desai que tem três processos por má prática medica e se recusa em nomear as fontes.
    https://www.the-scientist.com/

  3. Paulo Roberto disse:

    Enquanto isso, vários Médicos, continuaram indicando o tratamento precoce com a Hidroxicloroquina, salvando vidas. O triste é que alguns expoentes da vida brasileira, inclusive Médicos e boa parte dos midiáticos se dizem contra, mas a tomam sofregamente ao primeiro espirro, covardemente escondidos nas suas tocas.
    As vezes me pergunto quando a hipocrisia passou a fazer parte da cultura brasileira?

    • ELEITOR E CONTRIBUINTE disse:

      Verdade Paulo,estes covardes e mentirosos que se beneficiaram com protocolo na surdina e negaram seu uso em público, merecem toda nosso repúdio e desprezo !!!

  4. Vanderbilt disse:

    Um dia, quando tudo isso for apurado, ficará claro que o mundo passou por um verdadeiro genocídio, a partir da disseminação, por parte da China, de um vírus letal, produzido, sim, no Laboratório de Virologia de Wuhan, em verdadeiro conluio com a OMS (seu diretor geral é o responsável, por ser ele mesmo um títere chinês), compadrio com os grandes laboratórios da indústria farmacêutica – e aqui entra a "The Lancet" – que é por essa indústria financiada, e a incompetência dos governos em tratar do problema, o que gerou a morte de, até agora, praticamente 385 mil pessoas em todo o mundo, dos quais quase 31.500 (8,18% do total das mortes no mundo) no Brasil. Isso sem falar na quebradeira da economia mundial. Tudo em nome da chamada e famigerada "Nova Ordem Mundial". Malditos assassinos!

  5. Silva disse:

    Tudo isso por causa de política.
    O presidente Bolsonaro estava certo.

    O remédio usado no início dos sintomas apresentou uma redução drástica de mortes nos hospitais privados de São Paulo. Enquanto isso, nos hospitais públicos aqui do RN tá uma matança.
    Anos de corrupção.
    Governadora mostre os 800 milhoes que o presidente enviou.

    E os 5 milhões do consórcio nordeste, a senhora já foi atrás?

EUA estão mandando 2 milhões de comprimidos de cloroquina ao Brasil, diz Bolsonaro

Foto: Isac Nóbrega/PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (27) para apoiadores que os Estados Unidos enviarão 2 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina para o Brasil. A declaração foi feita após a fala de um apoiador que informou ter vindo da Califórnia (EUA) e fazer elogios à gestão atual do governo no Brasil.

“Como está o Trump lá, tá bem?”, questionou Bolsonaro. Em seguida, o presidente deu a informação sobre a chegada do medicamento ao Brasil. “Ele [Trump] está mandando para nós aqui 2 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina. Deve chegar hoje [quarta]”, afirmou o presidente.

A declaração de Bolsonaro acontece no mesmo dia em que a França proíbe o uso da hidroxicloroquina no país para tratamento de pacientes com a Covid-19. A decisão acontece após o posicionamento de órgãos de saúde contrários à utilização.

Na segunda-feira (25), a Organização Mundial de Saúde (OMS) informou que o uso da hidroxicloroquina está suspenso no ensaio clínico internacional Solidariedade (“Solidarity”). A decisão foi baseada em um estudo publicado na revista científica The Lancet, também considerado para a determinação na França.

O estudo publicado na revista concluiu que o uso da cloroquina ou da hidroxicloroquina em pacientes com coronavírus, mesmo quando associadas a outros antibióticos, aumenta o risco de morte e de arritmia cardíaca.

O Ministério da Saúde brasileiro indicou que vai manter a orientação para uso precoce do remédio nos casos de covid-19. “Estamos muito tranquilos a despeito de qualquer instituição ou entidade internacional que venha a cancelar os seus estudos com a medicação”, disse Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde.

Mayra falou que o estudo publicado na Lancet não é “metodologicamente aceitável” como referência para as decisões tomadas pelo Ministério. “O que nós queremos reafirmar é que estamos seguindo, sobretudo, princípios bioéticos.”

Jovem Pan

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Tem um trecho de um ditado popular que diz assim:
    "…Se fosse bom não se dava, vendia."

  2. Cristiane disse:

    Claro que vão enviar. É lixo químico para eles e não tem como se dia fazer então enviam para cá.

  3. Natalense disse:

    Fique pra vcs mesmo , esse remédio milagroso e abençoado .. kkkkkkkk

  4. Emerson Fonseca disse:

    O gado vai se fartar de Colorquina, porém a que custo $$$$$ e quem vai comer "antes" KKK 😂

  5. Juliano bugueiro disse:

    EUA não vai usar mais, mandou para o Brasil.kkkkkkkk

  6. Vitor Silva disse:

    Diario Oficial da União extra de ontem (tá puxado, irmão): saiu com 99 portarias com alterações em cargos e funções na Polícia Federal em todo o país, totalizando dezesseis páginas; a edição foi publicada ontem à noite. Não vejo ninguém falar nada.

  7. MARCOS ANTONIO disse:

    Infelizmente, o povo paga o pato! Enquanto o uso da hidroxicloroquina não atingir "os poderosos", as medidas permanecerão as mesmas para "o bem do povo e felicidade geral da nação".

  8. TATA disse:

    EI COMO E QUE AINDA TEM GENTE QUE APOIA UM IMBECIL DESSES E QUE DEFENDEM O USO DA CLORORQUINA MESMO SABENDO QUE O LABORATORIO QUE TESTOU ESSA PORCARIA NAO TEM CREDIBILIDADE

  9. Silvino Filho disse:

    Depois de vários estudos e pesquisas científicas comprovarem a ineficiência da Cloroquina no combate ao Covid-19, Trump envia ao Brasil o que está em desuso nos EUA e não poderá mais ser utilizado por lá.

  10. Cidadão pagador de impostos disse:

    A cloroquina faz é aumentar a mortalidade! Por isso q vão mandar p cá só o lixo.

  11. Luciano disse:

    A imprensa segue distorcendo a verdade, não informa na matéria que o estudo do The Lancet foi feito em pacientes internados, ou seja pessoas que já estão na fase 2 e 3 da doença onde realmente o uso da hidroxicloroquina não é indicado, a abordagem deve ser com o uso de corticóides e anticoagulante, a hidroxicloroquina deve ser administrada precocemente nos primeiros dias na fase de replicação viral a fim de reduzir a multiplicação do vírus, diminuindo o número de pessoas internadas e consequentemente o número de óbitos.

    • Dinho disse:

      Boa, Luciano! Excelente explicação. Mas o povo gosta da desinformação. Trata como algo político. Ignorância, apenas.

  12. Nildo disse:

    Pode mandar de volta.

    • Wagner disse:

      Devolver não, é só vc não tomar porque aí sobra pra quem quer, combinado?

  13. Cigano Lulu disse:

    O refugo, legado da palhaçada protagonizada pelo 'cientista' Donald Trump.

Estudo de cloroquina ou hidroxicloroquina em quase 15 000 pacientes de COVID-19 não encontra benefícios

Estudo publicado nesta sexta-feira(22) na prestigiada revista Lancet com quase 15 000 pacientes que receberam cloroquina ou hidroxicloroquina não encontrou benefício nesses medicamentos para pacientes de COVID-19.

O estudo analisou dados de 671 hospitais em todos os continentes, incluindo 18 hospitais na América do Sul. Foram analisados os dados de 96 032 pacientes, dos quais 14 888 receberam cloroquina ou hidroxicloroquina. Os 81 144 restantes formaram o grupo de controle.

Foram incluídos pacientes hospitalizados entre 20 de dezembro de 2019 e 14 de abril de 2020, e que receberam o tratamento em até 48 horas depois do diagnóstico. Quem começou o tratamento mais tarde, recebeu as drogas em ventilação mecânica ou também recebeu remdesivir foi excluído da análise.

O uso de hidroxicloroquina com ou sem um macrolídeo (tipo de antibiótico) e o uso de cloroquina com macrolídeo estiveram associados a maior mortalidade no hospital, após controle de variáveis como idade, sexo, IMC e doenças pré-existentes.

O uso de cloroquina e de hidroxicloroquina, com ou sem macrolídeo, esteve associado a risco de arritmia ventricular.

Os pesquisadores concluem que foram incapazes de encontrar benefício nos medicamentos (com ou sem um macrolídeo).

“Estas descobertas sugerem que os regimes [destas] drogas não devem ser usados fora de ensaios clínicos e que é necessária confirmação urgente por ensaios clínicos randomizados”.

O Antagonista

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. JSouza disse:

    Engraçado!!!! Então vamos reprová-la para tratamentos de malária também. Tive duas vezes essa doença e a base do tratamento era a hidroxicloroquina. Com certeza morrem milhares de pacientes, principalmente na região Norte do país em decorrência dos efeitos colaterais deste medicamento e são creditadas suas mortes à letalidade do protozoário causador da malária.

  2. MARCELO BARBOSA MACIEL disse:

    Usa quem quiser

    • Justus disse:

      É Marcelo, tão simples, mas esse povo prefere guerrear entre si. Quem ganha enquanto o cão e o gato brigam são os ratos.

  3. Justus disse:

    Cara Ana, esqueci de completar com o pedido para que leia pelo menos a introdução do relatório da JAMA. Não desconsidero nenhum relatório contra ou a favor. Desconsidero quem interpreta de acordo com o viés político nessa briga idiota esquerdista -direitista. Entendeu agora?

  4. Justus disse:

    Cara Ana, não sou fã de Bolsonaro. Para onde posso enviar as reportagens ou os estudos que você pediu? Se não quiser, você pode ler os jornais Daly Mail, Daly Mirror, India Times, John Hopkins University Journal, o relatório da NIH, já citado aqui no blog, os protocolos de segurança do Imperial College of London, na aplicação somente no estágio inicial da doença e outros que não lembro de cabeça.

  5. Justus disse:

    Ler este blog e se achar informado sobre o que se passa no mundo é como ler tabuada e se achar bam-bam- bambu em álgebra. Igualmente outros renomados institutos e universidades têm estudos a favor da hidroxicloroquina e suas variantes com azitromicina, zinco e outros. Mas se informar dá trabalho, né? Melhor ser maria-vai-com-as-outras.

    • ana disse:

      Culpar o mensageiro é A CARA do bolsonarismo. Cita um estudo desses aí, amigo. Pq de cabeça, só essa semana, JAMA e Lancet (pouco respeitadas?) publicaram trabalhos bem robustos apontando que, além de não ajudar, atrapalha. À favor tem quem, mesmo? CRM Grafithão?

  6. CIDADAO55 disse:

    O povo brasileiro (que tem o mau hábito de se automedicar – e isso é um erro gravíssimo) tem que entender definitivamente que a prerrogativa de prescrição de medicamentos para humanos, no Brasil, é restrita, ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE, aos médicos e aos cirurgiões-dentitas.
    O resto é balela e politicagem rasteira.
    Ademais, cloroquina e hidroxicloroquina não são vacinas, profiláticas e tampouco garantem a prevenção ou a cura da COVID-19. São, somente, adjuvantes do arsenal terapêutico medicamentoso que o médico pode lançar mão, caso ele julgue pertinente.

  7. Anti-Político de Estimação disse:

    Ver as pessoas brigando e discutindo sobre medicamento, por conta de suas preferências político-partidárias, chega a ser hilário, kkkk.

  8. Curioso disse:

    Deixa liberado, quem não quiser, não tome. A minha dose pode colocar na veia.

  9. Carlão disse:

    https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)31180-6/fulltext Link do artigo, aberto, para os obscurantistas criticarem.
    Essa revista tem fator de impacto 59.102.

  10. ISOARES disse:

    A cloroquina não presta porque é barato e não vai encher bolso de ninguém; na realidade Bolsonaro não presta porque não deixar roubar; o sistema é pesado, só o capitão com Deus acima de todos para derrubar, aí fica um bando de babacas comentando M…

  11. Ozanir disse:

    O problema é querer usar a Cloroquina com intuito de reduzir o isolamento social. O que é grave. A Cloroquina só pode ser utilizada em casos específicos e prescrito pelo médico. Cloroquina não é pastilha pra garganta, não é um remédio salvador. Só teremos a cura com a vacina. Enquanto ela não vem o mais correto e o isolamento social

  12. Beto Araújo disse:

    Se é bom pro estômago do capitão, Coca cola é a solução.

  13. realista disse:

    cloroquina é barato o preço, então não atende os interesses do laboratórios , eles daqui a uns dias vão dizer que encontraran a cura e será com um preço exorbitante, aguardem e vcs veram.

  14. Cesar Bomone disse:

    Ainda não vi nenhum estudo negando vantagens no uso PRECOCE, antes da INTERNAÇÃO.
    Vejo vários médicos reconhecendo bons resultados quando iniciado os tratamentos nos primeiros sintomas.
    Mas os estudos que vejo só observam casos hospitalares, quando então já se estar em fases mais avançadas das doença.
    INFELIZMENTE parte da esquerda não aceita a possibilidade de que o uso precoce possa evitar as internações.

  15. Wanessa disse:

    Impressionante que ainda tem gente desqualificando a PESQUISA MÉDICA, refutando os métodos que sequer conhece, que sequer tem capacidade técnica para entender.

  16. Manoel disse:

    Agora lascou. O MITOmaníaco falou que funciona… Esse estudo deve ter sido feito por um comunista que quer que o PT volte… O MITOmaníaco eh que está certo! O mundo todo está errado! 😂😂

  17. Ricardo disse:

    Quantos receberam o medicamento na fase inicial? ("Foram incluídos pacientes hospitalizados entre 20 de dezembro de 2019 e 14 de abril de 2020, e que receberam o tratamento em até 48 horas depois do diagnóstico"). Ou seja, só com gente já hospitalizada. Se em vez da conjunção E ..que receberam_), tivesse um OU, seria diferente.

    • Clara disse:

      Mais precoce q 48 hr, amigo? É vacina é? Se vc tiver se dado ao trabalho de ler, vai ver q casos graves foram descartados. Mas é isso, né? Bolsonarismo virou religião. Danem-se ciência e vidas humanas. Importante é honrar o capitão.

    • Danilo disse:

      Não sei pq não lhe chamaram para integrar a equipe de cientistas da pesquisa

  18. Miranda disse:

    É melhor ir na feira do Alecrim e comprar uma garrafada.

Bolsonaro reconhece que não há comprovação científica da cloroquina, mas que o medicamento está sendo “monitorado e usado no Brasil e no mundo”

Foto: Reprodução/Twitter

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reconheceu nesta quarta-feira (20) que não há comprovação científica da cloroquina no tratamento de pessoas com covid-19, mas que o medicamento está sendo “monitorado e usado no Brasil e no mundo”.

“Estamos em guerra. Pior do que ser derrotado é a vergonha de não ter lutado”, escreveu Bolsonaro em seu perfil no Twitter.

Bolsonaro defende, desde o início, o uso da cloroquina para pacientes com covid-19. Após sua determinação, o Ministério da Saúde divulgou também nesta quarta um documento em que amplia o uso do medicamento.

As novas regras preveem o uso da cloroquina com precaução em portadores de doenças cardíacas, hepáticas ou renais, hematoporfiria e doenças mentais e evitada em associação com os seguintes remédios: clorpromazina, clindamicina, estreptomicina, gentamicina, heparina, indometacina, tiroxina, isoniazida digitálicos.

No entanto, o medicamento, segundo o texto, não é indicado para grávidas e para pessoas com retinopatia/maculopatia secundária ao uso do fármaco já diagnosticada, hipersensibilidade ao fármaco e miastenia grave.

O documento aponta ainda que os profissionais da saúde devem priorizar o uso de hidroxicloroquina em crianças, e não da cloroquina, devido ao risco de toxicidade do segundo remédio.

“Apesar de serem medicações utilizadas em diversos protocolos e de possuírem atividade in vitro demonstrada contra o coronavírus, ainda não há meta-análises de ensaios clinicos multicêntricos, controlados, cegos e randomizados que comprovem o benefício inequívoco dessas medicações para o tratamento da COVID-19. Assim, fica a critério do médico a prescrição, sendo necessária também a vontade declarada do paciente”, diz o documento.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lourdes Siqueira disse:

    Dois primos meus no Ceará foram tratados com Cloroquina e Azitromicina no hospital da Unimed de lá é já estão de volta ao trabalho. Foram 3 dias internados. O governador Camilo já autorizou o uso em hospitais públicos. Nos hospitais privados já vem sendo usado há muito tempo.

  2. André Fortes disse:

    Cloroquina é tão bom que pra usar vc tem que assinar um termo que se der merda a culpa é sua

  3. sps disse:

    Já está reconhecendo… sei… o que virá depois, heim??

COVID-19: Conselho Regional de Medicina do RN condiciona uso de medicamentos às recomendações e consentimento do paciente

Foto: Reprodução

O Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (CREMERN) divulga as Recomendações nº 04/2020 no qual estabelece critérios e condições para a prescrição de medicamentos em pacientes com diagnóstico confirmado de COVID-19. O documento foi elaborado após sessão plenária realizada na última segunda-feira (18).

“O CREMERN esclarece diante mão que a Câmara Técnica de enfrentamento à COVID-19 e os Conselheiros estão cientes da falta de evidências científicas robustas para o tratamento dessa enfermidade. No presente momento, o descompasso entre os efeitos da pandemia e as respostas da ciência exigem um olhar diferenciado sobre essas observações”, destaca comunicado.

Confira o documento completo com todas as recomendações para os MÉDICOS.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Guilherme disse:

    Agora vão jogar a responsabilidade nos pacientes.

  2. Mattos disse:

    Conhecereis a verdade, mas aí ja vai ser tarde.

  3. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    Homi deixem de mimimi e admitam que Bolsonaro tá certo. Pq tanto arrudeio, o povo já sabe. Mais uma vez a verdade resiste e vence. Conhecêreis a verdade e ela vos liberará.

    • cidadao disse:

      Verdade, o mundo inteiro está errado, so bolsonaro é quem ta certo, uma sumidade em tudo, sobretudo em livrar os filhos da PF. kkkkk

Secretário adjunto da Sesap, sobre cloroquina: “Discussão sobre a medicação é técnica. É uma atitude médica, e que deve se restringir a isso”

Foto: Reprodução/Youtube

Na coletiva desta quarta-feira(20) da Secretaria de Estado e Saúde Pública, o médico Petrônio Spinelli, questionado sobre a liberação da cloroquina, através do Ministério da Saúde, também para casos leves, disse que não é uma discussão no âmbito da secretaria, mas no campo técnico e científico.

Embora ainda tenha destacado que tenha uma opinião a respeito, não entrou em detalhes, mas alertou que o medicamento não pode ser levado a população como a solução na pandemia.

“Criar ilusão na sociedade que qualquer medicação é cura, que possa substituir o isolamento social é realmente apostar no crescimento da pandemia e no colapso do sistema. A discussão sobre a medicação é técnica. É uma atitude médica, e que deve se restringir a isso”, disse, em resumo, Petrônio Spinelli.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Flávio disse:

    FÁTIMA SUMIU!!!! CIPRIANO MAIA SUMIU!! Só quem aparece na TV é o povo morrendo. Lindo exemplo de políticos.

  2. J.Dantas disse:

    Procura-se Fátima e Cipriano… Onde estão? Mostrem os exames? Estão em Lockdawn ? Viajando? Vivos? Doentes? Mortos vivos?… Desapareceram, escafedeu-se…

  3. Almir Dionisio disse:

    Partam para a ação – esse homem só fala termos técnicos difíceis de grande parte da população compreender e nada fazem.
    Pessoas estão morrendo sem atendimento e vcs falam em técnica.
    Paciência.
    A bokus nem aparece mais

  4. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    Esse não faz nada pra ajudar. Até agora só atrapalha. Mais perdido do que cachoro quando cai de mundança.

    • Sereno disse:

      Quando vc fala contra as medidas protetivas, vc ajuda a matar pessoas.

Ministério da Saúde divulga protocolo que libera no SUS uso de cloroquina em casos leves de covid-19, sob o consentimento do paciente

Foto: HeungSoon/Pixabay

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira(20) um protocolo para aplicação da cloroquina e hidroxicloroquina em pacientes com sintomas leves para tratar do novo coronavírus.

Entre os sintomas leves listados pelo governo, estão coriza, diarreia, dor abdominal, febre, tosse, entre outros.

A aplicação indicada da cloroquina é de 450 miligramas a cada doze horas no primeiro dia. A mesma quantidade poderá ser usada a cada 24 horas do segundo ao quinto dia de tratamento.

A mudança no protocolo era um desejo do presidente Jair Bolsonaro, defensor da cloroquina no tratamento da doença causada pelo novo coronavírus.

O uso da cloroquina foi motivo de atrito entre Bolsonaro e os últimos dois ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. Os dois deixaram o governo, no período de um mês.

O novo protocolo mantém a necessidade de o paciente autorizar o uso da medicação.

O termo de consentimento, que deve ser assinado pelo paciente, ressalta que “não existe garantia de resultados positivos”.

O documento afirma ainda que o paciente deve saber que a cloroquina pode causar efeitos colaterais que podem levar à “disfunção grave de órgãos, ao prolongamento da internação, à incapacidade temporária ou permanente, e até ao óbito”.

Com UOL e G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Cloroquina no dos outros é refresco! O Capetão deveria sim é distribuir o antiviral remdesivir para todos. Cloroquina nem minha égua Adelaide aguenta mais, ela que usa o medicamento para tratar de tireoide. Os efeitos colaterais são terríveis. Só defende o uso de cloroquina quem precisa dela para escapar da morte – e ainda assim por não dispor de alternativa adequada.

  2. Paulo Roberto disse:

    Certíssimo! O Dr explica ao paciente, que apesar de não haver evidências científicas robustas, existem evidências clínicas de sucessos do tratamento na fase 1 (replicação viral) e somente na fase 1, esclarece sobre as reações adversas (bem menores que da dipirona, por exemplo) e em comum acordo consentido pelo paciente, prescreve nas doses protocolares.
    O mais interessante é que os remédios que existem a décadas (cloroquina de 1934 e hidroxicloroquina de 1955) largamente usados na malária e em algumas doenças reumáticas, não tinham complicações relevantes e eram baratíssimos, manipulados em qualquer laboratório pois já tem a quebra da patente.
    Hoje, com a notoriedade da pandemia, apareceram complicações terríveis e preços estratosféricos. A quem isso pode interessar?!

  3. Bebeu disse:

    Cuidado senhores PATRIOTAS LEIGOS E LOUCOS, O CORONA TE AGUARDA DE BRAÇOS ABERTOS! O MAL POR SI SE DESTRÓI

  4. Roberto disse:

    Super perfeito. Só toma quem quiser…

  5. Santos disse:

    Esse medicamento é uma fração do tratamento, pois é parte de um coquetel compostos por, pelo menos, mais outros dois dois ou três medicamentos.
    Como é que o presidente consegue pautar a vida de parte das pessoas numa discursão tão inútil?
    O analfetismo funcional é, sem a menor dúvida, é a pior herança deixada pelos governos ptistas.
    Jesus!

  6. Juliano bugueiro disse:

    Não coloque o nome de Deus em vão.

  7. natalsofrida disse:

    Perfeito.

  8. Jason disse:

    Interessante nesse comentário do patriota fiel é que não sabemos se é um humor irônico, uma crítica aos apoiadores do Bolsonaro ou aos apoiadores da esquerda ou ainda está rogando praga aos que não querem seguir o Eleito de Deus.

  9. PatriotaFiel disse:

    Os petralha e os comunistas vão tudo morrer pq nãoquerem seguir o Eleito de Deus, mas os homens de bem, defensores da familia, esses sim vão herdar a terra. Viva o Bolsonaro. Nem Teich, nem Mandetta, nem Moro, nem Bebiano, nem OMS são páreos com a inteligencia do Capitão. Bolsonaro 2022, 2026, 2030, 2034 se achou rui vai para Cuba

    • Sergiana disse:

      Pelo amor de Deus não coloque o nome de Deus em vão os que vcs deve fazer e dobrar o joelho pedir a jesus Cristo misericórdioso com muita oração isso que vcs só fala petralha bolsomino isso não resolve em nada isso que está acontecendo foi muitos que zombaram de Jesus Cristo a irá de deus veio a tona muitas coisas viram por Air adiante pare de ficar descutindo não resolve em nada vão orar pra pedir a Deus uma solução

    • Braulio Pinto disse:

      Aliado de bandidos, como agora claramente demonstrado. Não reconheço e nem respeito o deus que você e Bolsonaro seguem. O inferno é seu destino.

Maranhão insere novo protocolo de cloroquina para o tratamento da Covid-19 com sintomas leves e disponibiliza kit de medicamentos

O estado do Maranhão disponibiliza, a partir desta segunda-feira (17), cloroquina para tratamento de pacientes leves com Covid-19. O kit de fármacos é composto de hidroxocloroquina, azitromicina, corticoide, vitaminas C e D – além de paracetamol e dipirona.
Foto: Divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) do Maranhão inseriu, neste domingo (17), um novo protocolo de medicamentos para o tratamento da Covid-19 com sintomas leves. A medida preza pessoas que têm comorbidades, com exceção de doença cardíaca, no período de 1º até o quinto dia de infecção.

O protocolo consiste em um kit de fármacos que combinam hidroxocloroquina, azitromicina, um corticoide, vitaminas C e D, além de remédios para febre e dores, como paracetamol e dipirona.

O médico Rodrigo Lopes, assessor especial da Secretaria de Saúde do Estado, ressalta que estudos recentes mostraram que o uso combinado dos fármacos hidroxicloroquina + azitromicina na fase mais grave e moderada da doença não possuía comprovação de sua eficácia. “Hoje as discussões são entorno do uso precoce dessa medicação para pacientes com sintomas leves e na fase inicial da doença, por isso o Maranhão, assim como outros estados, vem adotando o uso desse kit, na fase inicial da doença – principalmente nos grupos de risco, desde que com criteriosa avaliação do paciente e aceitação do mesmo em tomar a medicação”, explicou Rodrigo em declaração publicada no comunicado.

No site do estado, o governo Flávio Dino (PCdoB) publicou neste domingo (17):

“Recebi estranhos documentos pedindo que eu diga aos médicos que a cloroquina é eficaz contra o coronavírus, o que agride um princípio que cultivo com rigor: o da legalidade. Lamento que ainda existam pessoas que embarquem em delírios ideológicos e cheguem a esse ponto, aumentando o caos sanitário como estamos vendo em nível nacional. Como repito há várias semanas, a cloroquina está disponível na rede pública estadual, mas não é o governador quem decide a prescrição, e sim os médicos, e não serei eu a violar a lei e determinar a prescrição em massa deste ou de qualquer outro medicamento, como se eu fosse médico. Quanto ao tratamento nas redes municipais, também não detenho competência legal para interferir nisso, pois somos uma Federação e os municípios têm seus próprios governos, seus orçamentos e equipes de saúde”.

No dia 23 de abril, o Conselho Federal de Medicina (CFM) permitiu o uso de cloroquina e a hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19, com a ressalva de que o médico tenha o consentimento do paciente e de que não há evidências sólidas de que essas drogas tenha efeito confirmado na prevenção e combate ao vírus.

Foram indicados três cenários para a intervenção dos medicamentos: pacientes com sintomas leves e com início de quadro clínico; com sintomas importantes, mas ainda sem necessidade de cuidados intensivos; e pessoas em estado crítico recebendo cuidados intensivos, incluindo ventilação mecânica. Porém, ressalta o parecer, é “difícil imaginar que, em pacientes com lesão pulmonar grave estabelecida e, na maioria das vezes, com resposta inflamatória sistêmica e outras insuficiências orgânicas; a hidroxicloroquina ou a cloroquina possam ter um efeito clinicamente importante”.

Na última sexta-feira (15) o ex-ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu demissão da pasta e, entre os motivos do afastamento, está atribuída a opinião do médico quanto ao uso da cloroquina. O oncologia condena uso de medicamentos sem comprovação científica, conduta que ocorre com frequência em tratamentos de pacientes com câncer.]

Teich assumiu a pasta em 16 de abril após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) demitir Luiz Henrique Mandetta, enfrentou críticas de apoiadores bolsonaristas nas redes sociais, além de políticos alinhados com o presidente.

Bolsonaro, assim como presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se mostra favorável ao uso de hidroxocloroquina no tratamento da Covid-19. Opinião que é rebatida por aqueles com posicionamentos pautados em pesquisas médicas, como o ex-ministro Teich e o governador do Maranhão Flávio Dino, que indica o seu tratamento a partir das ressalvas de responsabilidade.

Em sua conta no Twitter, Dino afirmou, no dia 14 de abril, que, “Se não sabe o que fazer [Bolsonaro], que renuncie”. O governador também já avaliou publicamente o governo de Bolsonaro sobre posturas antidemocráticas e irresponsáveias do presidente, deixando evidente o atrito político entre eles.

Foto: Reprodução/Twitter

Fim do lockdown

Neste domingo (17), Dino decretou o fim do lockdown na Ilha de São Luís, após completar 13 dias de isolamento total. A capital foi o primeiro caso do bloqueio no país por conta da pandemia da Covid-19. O objetivo foi reduzir o número de novos casos no novo coronavírus e atingir cerca de 70% a 80% de isolamento social.

Entre as medidas adotadas, estavam a declaração de autorização de trânsito para funcionários de serviços essenciais, rodízio de veículo e controle de acesso a farmácias e supermercados.

No entanto, medidas de restrições sociais prevalecem. Shoppings, cinemas e academias ainda não podem funcionar. O uso máscara segue sendo obrigatório e as aulas continuam suspensas. No entanto, já não há mais rodízio de veículos, as pessoas não precisam carregar uma autorização para circular em vias públicas e a entrada e saída da Grande Ilha de São Luís está liberada. As regras são válidas até 20 de maio.

“Finalizamos hoje o lockdown na Ilha de São Luís. Medida acertada, por isso, agradeço a colaboração de todos. Juntos, estamos salvando centenas de vidas”, escreveu o governador em sua conta no Twitter neste domingo (17).

Em artigo, o governo Flávio Dino (PCdoB) escreveu no site do estado, também neste domingo (17):

“O objetivo é que a população permaneça em casa ao máximo possível, mantendo-se funcionamento apenas de atividades e serviços essenciais. Com isso, menos pessoas são expostas ao contato com outras, evita-se formação de aglomerações, são reduzidas as chances de contaminação e a necessidade de atendimentos hospitalares. Se realizado adequadamente, com grande adesão, como o que temos registrado na Ilha de São Luís, o resultado é o tão desejado achatamento da curva, isto é, menos pessoas precisando de leitos hospitalares ao mesmo tempo, de modo que o Sistema de Saúde consiga atender toda a demanda, permitindo atendimento a todos os pacientes que precisem”.

O estado do Maranhão tem 13 238 casos registados, 3 280 suspeitos e 576 óbitos, de acordo com a última atualização do estado, em 17.mai.2020, às 22h25. Até o momento, o Maranhão contabiliza 25 338 testes para o diagnóstico do novo coronavírus. Dados do último senso de pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBGE) indicam uma população estimada de 7 milhões pessoas no estado.

Já em todo o país, dados do governo federal atualizados neste domingo (17) indicam 241 080 casos confirmados de Covid-19, ultrapassando Itália e a Espanha no número de casos confirmados do novo coronavírus. Segundo a Johns Hopkins, a Itália registrou 225 435, enquanto a Espanha, 230 698 casos confirmados.

O Brasil segue como o 4º país no número de casos e 6º no número de mortes no mundo, com 16 198 mortos registrados pela pandemia. Só nas últimas 24 horas foram contablizados 7 938 novos casos em todo o país.

CNN Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Menino, é um verdadeiro coquetel de remédios e só a Cloroquina faz efeito.
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Justus disse:

    Não sou fã de Bolsonaro, nem participo dessa briga idiota esquerdista-direitista, mas parece que o pessoal que aplaudiu o relatório publicado ontem (pra variar a Folha não explicou em que condição, por que será?) ficou sem ação. Mudinhos.

  3. Antenado disse:

    Pelo jeito não deu certo o lockdown e Bolsonaro tem razão quanto ao hidroxicloroquina. O que eu vou dizer em casa!?

  4. Chicó disse:

    Já ouvi comentários que estão usando a cloroquina aqui em Natal para tratamento do Covid-19, mas a politicagem fala mais alto.

  5. Chico disse:

    Vão usar a bolsoquina e dizer que foi o lockdown que surtiu efeito.
    Bando de canalhas!!!!

  6. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    Esse bosta desse governador faz meia hora de conversa fiada pra dizer o que todos que tem mais de 2 neurónios já sabem: que ele não é médico, que o uso do medicamento depende da indicação do médico e da autorização do paciente, que o medicamento só tem chance de ser eficaz se for aplicado no início e blá blá. Só pra não admitir que deixou pessoas morrerem sem tentar o tratamento.

  7. Ivan disse:

    O REMÉDIO DO BOLSONARO vai salvar o mundo!!!!! kkkkkkk #bolsonaotinharazão

    • Carlão disse:

      Como assim remédio de Bolsonaro, se ele vive a atacar a ciência? Se fosse jejum o remédio dele eu até acreditaria…

  8. Carlúcio disse:

    No meu entender a questão está acima do uso desse medicamento, vai apenas matar mais um pouco ou salvar mais um pouco de pessoas. Fica o país inteiro discutindo esse assunto e não tomam as decisões corretas. Se tivéssemos feito o isolamento vertical por uns dois meses talvez estivéssemos voltando várias atividades, como não fizeram o problema ainda está começando.

    • Ricardo disse:

      Há dous meses o vírus já tava circulando. Já seria uma medida inútil, pra dizer o mínimo. E o que vc queria que fechasse e que ficou aberto?

    • Ricardo disse:

      Mas vc tá certo sobre o isolamento vertical.

  9. Paulo disse:

    BG
    Já estão dando a mão a palmatoria, canalhas comunistas, querendo desestabilzar a Nação Brasileira com objetivos os mais baixos possíveis junto com o outro sem escrúpulo de São Paulo.

  10. CIDADAO55 disse:

    Quebrou as pernas do Bolsonaro que queria ser o primeiro a estabelecer esse protocolo. Agora, corre o risco de levar a pecha de CTRL+C / CTRL+V do governo do Flávio Dino (PCdoB).
    A vida do MITO não tá fácil!

Damares diz que governo vai adotar protocolo da cloroquina, com resultados positivos no interior do Piauí, no ‘país inteiro’

Damares ao lado do prefeito Joel Rodrigues, em Floriano, no Piauí// Ministério da Mulher/Divulgação

Em meio a uma crise que acaba de derrubar o segundo ministro da Saúde em poucas semanas, Damares Alves aparece disposta a tocar mais lenha na fogueira.

Enviada por Jair Bolsonaro a cidade de Floriano, no Piauí, ontem, onde foi checar uma experiência com uso de cloroquina aliado a outros vendida pelas autoridades locais como um sucesso, a ministra voltou encantada.

E trouxe na bagagem uma cópia do protocolo utilizado na cidade e o encaminhou ao presidente. E não ficou aí. Damares anunciou, num vídeo obtido pelo Radar, que irá levar o uso da cloroquina – que ainda divide opiniões e derruba ministros – a todo país.

A ministra conta ainda na gravação que viu um “milagre” em Floriano, onde as pessoas estão se curando.

“A gente veio ver o milagre do uso da cloroquina, associado a outros medicamentos. As pessoas estão sendo salvas aqui em Floriano. Extraordinário! Técnicos da atenção básica aos médicos do hospital regional. O que eles estão fazendo? Salvando vidas. O prefeito daqui de Floriano (Joel Rodrigues) decidiu não cavar covas, não comprar caixões, mas salvar vidas. Estou levando o protocolo que é usado aqui para o Brasil inteiro” – diz Damares no vídeo.

A ministra lembra que a experiência de Floriano tem como base uma politica adotada na Espanha e que tem à frente uma cientista brasileira, Marina Bucar, nascida nessa cidade piauiense.

O tratamento na cidade envolve o uso de cloroquina e azitromicina em pacientes em fase inicial da Covid-19. A Prefeitura de Floriano tem divulgado que os resultados, até agora, são positivos.

A Secretaria de Saúde de Floriano adquiriu trezentos kits dessa medicação.

O prefeito Joel Rodrigues (PP) é aliado do governador Wellington Dias, do PT, uma das razões que desestimulou Bolsonaro a ir pessoalmente conhecer a experiência.

Radar – Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Parem de hipocrisia, Todos que falam que jamais utilizariam, ainda não tiveram a doença, e dêem graças a Deus por não tela, a sensação de procurar o ar e não encher os pulmões é horrível ,você passar dias e noites com essa sensação , você passa a Tomar todos os medicamentos que estão, em pesquisa e os que não estão sem questionar, a não ser que você queira morrer, aí é outro caso.

  2. Paulo Roberto disse:

    Que fique claro, é facultada a prescrição ao Médico, assim como a utilização pelo paciente. Então…

  3. Oliveira disse:

    Sou daqui de natal e trabalhei no município de Parauapebas-PA, onde fiz vários amigos , onde três deles foram confirmado positivo no COVID 19 e foram curados usando a cloroquina que está sendo usado pelas UPa.

  4. Carllos disse:

    Pronto. Falou e disse a nova ministra da saúde.

  5. Fátima disse:

    Seria bom que o paciente pudesse optar, eu estando conciente , já mais aceitaria

  6. Paulo Roberto disse:

    Esse protocolo foi desenvolvido por um Hospital de Madrid, onde trabalha a Dra Marina Bucar, Médica Piauiense radicada na Espanha, onde segundo ela trataram 600 pacientes e conseguiram reduzir o índice de mortalidade de 20% para 1,8%. O "pulo gato" no entender da Dra. é o início precoce do tratamento, já no 2º dia dos sintomas com basicamente hroxicloroquina e azitromicina por 5 dias, após os quais persistindo os sintomas doses maçiças de corticosteroides.Médicos Piauienses estão usando o protocolo e relatam bons resultados.
    Não existe uma comprovação científica definitiva da eficácia deste tratamento, assim como de nenhum outro, e está facultado pelo CFM a critério do Médico usar ou não a cloroquina.
    Particularmente, se for acometido, quero usar o que talvez evite-me chegar na fase crítica onde os óbitos giram em torno de 80%.

    • Clara disse:

      Existem VÁRIOS trabalhos mais robustos, randomizados, que apontam na direção inversa: além de não ser efetivo, traria efeitos adversos importantes que contra indicariam até mesmo o "uso compassivo ". FDA (comunista?) deixou de indicar também. Vocês REALMENTE acreditam que TRUMP (comunista?) iria deixar morrer 80000 americanos (e contando), sacrificar sua reeleição e quebrar a economia se houvesse uma solução TÃO SIMPLES? A fé, na maioria das vezes é uma coisa bonita, mas outras vezes pode ser assustadoramente perigosa. Deus nos proteja a todos, pois agora toda e qualquer esperança vai ter que repousar exclusivamente na Sua misericórdia.

  7. Carlos Henrique Chal disse:

    Bota o prefeito no ministério da saúde. Esta é outra fanática alienada.

Divergência sobre cloroquina e atividades essenciais motivou saída de Teich

O Ministério da Saúde confirmou à coluna a saíde de Nelson Teich e informou que o ministro dará uma entrevista coletiva nesta tarde explicando a demissão.

Na conversa com Bolsonaro, hoje, no Planalto, o agora ex-ministro apontou as duas razões principais para sua saída.

O ponto central, conforme informou o colunista Lauro Jardim, é a divergência entre Bolsonaro e Teich sobre o uso da cloroquina.

Teich também não gostou de ter sido ignorado sobre a decisão de aumentar o rol de atividades essenciais.

Eis a nota no Ministério da Saúde:

“O ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu exoneração nesta manhã. Uma coletiva de imprensa será marcada nesta tarde”.

Guilherme Amado – Época

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão pagador de impostos disse:

    Bolsonaro caminha para o precipício e quer levar com ele todos nós…
    Vá se abraçar com o capeta sozinho seu safado!

  2. Paulo disse:

    O ministro da Saude será Paulo Cintura.

    “saúde é o que interessa, o resto não tem pressa “

    IIIssssaaaaa!

  3. JR e Jr disse:

    Acho que se o capetão assumisse seria o cenário ideal, só acho

  4. Cigano Lulu disse:

    Então é hora de chamar a doutora Nise Yamaguchi. Ela faz parte do gabinete de crise do Planalto que acompanha a pandemia e, tal qual o Capetão, defende o uso indiscriminado de cloroquina. Mas o melhor perfil para o Ministério da Saúde continua sendo, de longe, o próprio Capetão.

Médico informa ter esvaziado UTI de hospital no Piauí após tratamento com cloroquina: “mudança brutal na taxa de mortalidade”

Foto: Governo do Piauí

Médicos do Hospital Regional Tibério Nunes, localizado em Floriano, no interior do Piauí, passaram a administrar a hidroxicloroquina para pacientes internados com Covid-19 e verificaram uma “melhora significativa” no quadro de saúde dos infectados.

O médico piauiense Sabas Vieira informou, por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, que um grupo de profissionais do estado que atua no combate ao coronavírus já recuperou cinco pacientes da instituição com uso de hidroxicloroquina e azitromicina.

O tratamento contou com a orientação da médica Marina Bucar Barjud, linha de frente no combate à doença no Hospital HM Puerta del Sur, em Madrid, na Espanha.

Segundo Vieira, o tratamento pode ser aplicado em pacientes em duas fases. Na primeira, chamada de “reaplicação viral”, quando o paciente tem febre, dor de garganta, falta de olfato ou paladar, o tratamento deve ser feito a partir do segundo dia de sintomas com hidroxicloroquina e azitromicina. Na segunda, chamada de “inflamatória”, a partir do sétimo dia de sintomas, deve ser feito com corticoterapia para evitar a terapia intensiva.

“Temos, portanto, duas janelas de oportunidade. O doutor Justino, do hospital de Floriano, já nos relatou cinco casos tratados com sucesso que não precisaram ir para UTI. Estamos treinando esses médicos para nos capacitarmos a fazer essa prescrição de forma adequada.”

Vieira esclarece ainda que não há necessidade de a população adquirir os medicamentos, que só poderão ser administrados a partir do diagnóstico positivo para Covid-19.

“Não temos evidência sólida dessa conduta, mas houve uma mudança brutal na taxa de mortalidade e queremos essa experiência no Piauí. É uma medicação segura, utilizada há muitos anos. Tivemos a taxa de mortalidade muito baixa. Com sintomas em até 48 horas, procure rapidamente o serviço de saúde para avaliação médica, não é para ninguém estocar esse medicamento. O médico vai fazer o diagnostico e tratamento adequado”, ressalta.

Pacientes curados da Covid-19 em Floriano

Em todo o estado do Piauí, de acordo com os últimos dados do boletim da secretária de Saúde, há atualmente 1.332 casos de Covid-19, 45 mortes e 236 altas médicas.

Dos casos confirmados, 299 estão internados, sendo 98 em UTIs. No Brasil já são mais de 11 mil mortos e 162.699 casos da doença.

Em Floriano, nesse domingo (10), havia 17 pacientes confirmados com Covid-19, oito recuperados e nenhum óbito. A cidade tem cerca de 57 mil habitantes.

Jovem Pan

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Pra ficar bom vale até injeção na testa.
    Mas já que estão politizando a doença e o remédio, seria importante contabilizar os curados por outros tratamentos tb, aí seria possivel uma comparação, pois pelo que se sabe, não existe um tratamento único, então notícias como essa tem mais o caráter de politicagem em apoio as declarações do presidente.
    Que seja com Cloroquina, Ivermectina, Azitrominica, plasma, áqua, dipirona ou tilenol, que importar é salvar vidas.

  2. Silvino Filho disse:

    O problema não é uso do medicamento, em si. Não adianta ter um remédio se a medicina não sabe como usar, ou em quais situações utilizar. A eficácia resulta na adoção de um "procedimento de tratamento" eficaz. Essa é a maior descoberta do Piauí: criar uma forma de tratamento eficaz. Para um país como o Brasil, é uma revolução

  3. Manoel disse:

    Enquanto o mundo todo diz q a droga nao resolve o problema e até prejudica os Rins e fígado, o médico Sabas diz o contrário. Sugiro ao médico publicar um artigo na Nature o mais rápido possível, provando o que diz e contrariando todo resto do mundo, do contrário será mais um fake news. Se provar terá o Nobel de Medicina.

  4. RICARDO LÚCIDO disse:

    Tinha acabado de de lê um artigo da prestigiada revista americana ( JAMA) , jourmal of the American Medical association . Publicado no dia 11/05/2020 e que corrobora com outro estudo de outra revista de grande credibilidade internacional a New England jornmal of Medicine , publicado na semana passada . Mas com essa experiência Piaiuense , já providenciei agora o cancelamento das duas assinaturas , imaginem só . As duas retratam exatamente o contrário , do que o o Piauiense diz .

  5. Véi de Rui disse:

    Esse Bolsonaro nasceu pra ser o nosso presidente!

  6. RICARDO LÚCIDO disse:

    Excelente notícia , que ótimo vamos replicar essa experiência em todo Brasil .

  7. José Macedo disse:

    Olha a cloroquina curando, não havia interesse dos pesquisadores para constatar a sua eficiência, já que em 09/04 o JB, não é médico mas tinha conhecimento da sua eficacia, então por política os testes da cura nunca foram concluidos , assim como o Anita.

    • Marcos disse:

      Já tem estudos que informaram que não há benefício da cloroquina.

  8. José Macedo disse:

    Olha a cloroquina curando, não havia interesse pela em constatar a sua eficácia, já que em 09/04 o JB, não é médico mas tinha conhecimento da sua eficacia, então por política os testes da cura nunca foram concluidos.

  9. Chicó disse:

    A torcida organizada a favor do coronavírus não vai curtir essa notícia !!!