EUA estão mandando 2 milhões de comprimidos de cloroquina ao Brasil, diz Bolsonaro

Foto: Isac Nóbrega/PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (27) para apoiadores que os Estados Unidos enviarão 2 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina para o Brasil. A declaração foi feita após a fala de um apoiador que informou ter vindo da Califórnia (EUA) e fazer elogios à gestão atual do governo no Brasil.

“Como está o Trump lá, tá bem?”, questionou Bolsonaro. Em seguida, o presidente deu a informação sobre a chegada do medicamento ao Brasil. “Ele [Trump] está mandando para nós aqui 2 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina. Deve chegar hoje [quarta]”, afirmou o presidente.

A declaração de Bolsonaro acontece no mesmo dia em que a França proíbe o uso da hidroxicloroquina no país para tratamento de pacientes com a Covid-19. A decisão acontece após o posicionamento de órgãos de saúde contrários à utilização.

Na segunda-feira (25), a Organização Mundial de Saúde (OMS) informou que o uso da hidroxicloroquina está suspenso no ensaio clínico internacional Solidariedade (“Solidarity”). A decisão foi baseada em um estudo publicado na revista científica The Lancet, também considerado para a determinação na França.

O estudo publicado na revista concluiu que o uso da cloroquina ou da hidroxicloroquina em pacientes com coronavírus, mesmo quando associadas a outros antibióticos, aumenta o risco de morte e de arritmia cardíaca.

O Ministério da Saúde brasileiro indicou que vai manter a orientação para uso precoce do remédio nos casos de covid-19. “Estamos muito tranquilos a despeito de qualquer instituição ou entidade internacional que venha a cancelar os seus estudos com a medicação”, disse Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde.

Mayra falou que o estudo publicado na Lancet não é “metodologicamente aceitável” como referência para as decisões tomadas pelo Ministério. “O que nós queremos reafirmar é que estamos seguindo, sobretudo, princípios bioéticos.”

Jovem Pan

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Tem um trecho de um ditado popular que diz assim:
    "…Se fosse bom não se dava, vendia."

  2. Cristiane disse:

    Claro que vão enviar. É lixo químico para eles e não tem como se dia fazer então enviam para cá.

  3. Natalense disse:

    Fique pra vcs mesmo , esse remédio milagroso e abençoado .. kkkkkkkk

  4. Emerson Fonseca disse:

    O gado vai se fartar de Colorquina, porém a que custo $$$$$ e quem vai comer "antes" KKK 😂

  5. Juliano bugueiro disse:

    EUA não vai usar mais, mandou para o Brasil.kkkkkkkk

  6. Vitor Silva disse:

    Diario Oficial da União extra de ontem (tá puxado, irmão): saiu com 99 portarias com alterações em cargos e funções na Polícia Federal em todo o país, totalizando dezesseis páginas; a edição foi publicada ontem à noite. Não vejo ninguém falar nada.

  7. MARCOS ANTONIO disse:

    Infelizmente, o povo paga o pato! Enquanto o uso da hidroxicloroquina não atingir "os poderosos", as medidas permanecerão as mesmas para "o bem do povo e felicidade geral da nação".

  8. TATA disse:

    EI COMO E QUE AINDA TEM GENTE QUE APOIA UM IMBECIL DESSES E QUE DEFENDEM O USO DA CLORORQUINA MESMO SABENDO QUE O LABORATORIO QUE TESTOU ESSA PORCARIA NAO TEM CREDIBILIDADE

  9. Silvino Filho disse:

    Depois de vários estudos e pesquisas científicas comprovarem a ineficiência da Cloroquina no combate ao Covid-19, Trump envia ao Brasil o que está em desuso nos EUA e não poderá mais ser utilizado por lá.

  10. Cidadão pagador de impostos disse:

    A cloroquina faz é aumentar a mortalidade! Por isso q vão mandar p cá só o lixo.

  11. Luciano disse:

    A imprensa segue distorcendo a verdade, não informa na matéria que o estudo do The Lancet foi feito em pacientes internados, ou seja pessoas que já estão na fase 2 e 3 da doença onde realmente o uso da hidroxicloroquina não é indicado, a abordagem deve ser com o uso de corticóides e anticoagulante, a hidroxicloroquina deve ser administrada precocemente nos primeiros dias na fase de replicação viral a fim de reduzir a multiplicação do vírus, diminuindo o número de pessoas internadas e consequentemente o número de óbitos.

    • Dinho disse:

      Boa, Luciano! Excelente explicação. Mas o povo gosta da desinformação. Trata como algo político. Ignorância, apenas.

  12. Nildo disse:

    Pode mandar de volta.

    • Wagner disse:

      Devolver não, é só vc não tomar porque aí sobra pra quem quer, combinado?

  13. Cigano Lulu disse:

    O refugo, legado da palhaçada protagonizada pelo 'cientista' Donald Trump.

Estudo de cloroquina ou hidroxicloroquina em quase 15 000 pacientes de COVID-19 não encontra benefícios

Estudo publicado nesta sexta-feira(22) na prestigiada revista Lancet com quase 15 000 pacientes que receberam cloroquina ou hidroxicloroquina não encontrou benefício nesses medicamentos para pacientes de COVID-19.

O estudo analisou dados de 671 hospitais em todos os continentes, incluindo 18 hospitais na América do Sul. Foram analisados os dados de 96 032 pacientes, dos quais 14 888 receberam cloroquina ou hidroxicloroquina. Os 81 144 restantes formaram o grupo de controle.

Foram incluídos pacientes hospitalizados entre 20 de dezembro de 2019 e 14 de abril de 2020, e que receberam o tratamento em até 48 horas depois do diagnóstico. Quem começou o tratamento mais tarde, recebeu as drogas em ventilação mecânica ou também recebeu remdesivir foi excluído da análise.

O uso de hidroxicloroquina com ou sem um macrolídeo (tipo de antibiótico) e o uso de cloroquina com macrolídeo estiveram associados a maior mortalidade no hospital, após controle de variáveis como idade, sexo, IMC e doenças pré-existentes.

O uso de cloroquina e de hidroxicloroquina, com ou sem macrolídeo, esteve associado a risco de arritmia ventricular.

Os pesquisadores concluem que foram incapazes de encontrar benefício nos medicamentos (com ou sem um macrolídeo).

“Estas descobertas sugerem que os regimes [destas] drogas não devem ser usados fora de ensaios clínicos e que é necessária confirmação urgente por ensaios clínicos randomizados”.

O Antagonista

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. JSouza disse:

    Engraçado!!!! Então vamos reprová-la para tratamentos de malária também. Tive duas vezes essa doença e a base do tratamento era a hidroxicloroquina. Com certeza morrem milhares de pacientes, principalmente na região Norte do país em decorrência dos efeitos colaterais deste medicamento e são creditadas suas mortes à letalidade do protozoário causador da malária.

  2. MARCELO BARBOSA MACIEL disse:

    Usa quem quiser

    • Justus disse:

      É Marcelo, tão simples, mas esse povo prefere guerrear entre si. Quem ganha enquanto o cão e o gato brigam são os ratos.

  3. Justus disse:

    Cara Ana, esqueci de completar com o pedido para que leia pelo menos a introdução do relatório da JAMA. Não desconsidero nenhum relatório contra ou a favor. Desconsidero quem interpreta de acordo com o viés político nessa briga idiota esquerdista -direitista. Entendeu agora?

  4. Justus disse:

    Cara Ana, não sou fã de Bolsonaro. Para onde posso enviar as reportagens ou os estudos que você pediu? Se não quiser, você pode ler os jornais Daly Mail, Daly Mirror, India Times, John Hopkins University Journal, o relatório da NIH, já citado aqui no blog, os protocolos de segurança do Imperial College of London, na aplicação somente no estágio inicial da doença e outros que não lembro de cabeça.

  5. Justus disse:

    Ler este blog e se achar informado sobre o que se passa no mundo é como ler tabuada e se achar bam-bam- bambu em álgebra. Igualmente outros renomados institutos e universidades têm estudos a favor da hidroxicloroquina e suas variantes com azitromicina, zinco e outros. Mas se informar dá trabalho, né? Melhor ser maria-vai-com-as-outras.

    • ana disse:

      Culpar o mensageiro é A CARA do bolsonarismo. Cita um estudo desses aí, amigo. Pq de cabeça, só essa semana, JAMA e Lancet (pouco respeitadas?) publicaram trabalhos bem robustos apontando que, além de não ajudar, atrapalha. À favor tem quem, mesmo? CRM Grafithão?

  6. CIDADAO55 disse:

    O povo brasileiro (que tem o mau hábito de se automedicar – e isso é um erro gravíssimo) tem que entender definitivamente que a prerrogativa de prescrição de medicamentos para humanos, no Brasil, é restrita, ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE, aos médicos e aos cirurgiões-dentitas.
    O resto é balela e politicagem rasteira.
    Ademais, cloroquina e hidroxicloroquina não são vacinas, profiláticas e tampouco garantem a prevenção ou a cura da COVID-19. São, somente, adjuvantes do arsenal terapêutico medicamentoso que o médico pode lançar mão, caso ele julgue pertinente.

  7. Anti-Político de Estimação disse:

    Ver as pessoas brigando e discutindo sobre medicamento, por conta de suas preferências político-partidárias, chega a ser hilário, kkkk.

  8. Curioso disse:

    Deixa liberado, quem não quiser, não tome. A minha dose pode colocar na veia.

  9. Carlão disse:

    https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)31180-6/fulltext Link do artigo, aberto, para os obscurantistas criticarem.
    Essa revista tem fator de impacto 59.102.

  10. ISOARES disse:

    A cloroquina não presta porque é barato e não vai encher bolso de ninguém; na realidade Bolsonaro não presta porque não deixar roubar; o sistema é pesado, só o capitão com Deus acima de todos para derrubar, aí fica um bando de babacas comentando M…

  11. Ozanir disse:

    O problema é querer usar a Cloroquina com intuito de reduzir o isolamento social. O que é grave. A Cloroquina só pode ser utilizada em casos específicos e prescrito pelo médico. Cloroquina não é pastilha pra garganta, não é um remédio salvador. Só teremos a cura com a vacina. Enquanto ela não vem o mais correto e o isolamento social

  12. Beto Araújo disse:

    Se é bom pro estômago do capitão, Coca cola é a solução.

  13. realista disse:

    cloroquina é barato o preço, então não atende os interesses do laboratórios , eles daqui a uns dias vão dizer que encontraran a cura e será com um preço exorbitante, aguardem e vcs veram.

  14. Cesar Bomone disse:

    Ainda não vi nenhum estudo negando vantagens no uso PRECOCE, antes da INTERNAÇÃO.
    Vejo vários médicos reconhecendo bons resultados quando iniciado os tratamentos nos primeiros sintomas.
    Mas os estudos que vejo só observam casos hospitalares, quando então já se estar em fases mais avançadas das doença.
    INFELIZMENTE parte da esquerda não aceita a possibilidade de que o uso precoce possa evitar as internações.

  15. Wanessa disse:

    Impressionante que ainda tem gente desqualificando a PESQUISA MÉDICA, refutando os métodos que sequer conhece, que sequer tem capacidade técnica para entender.

  16. Manoel disse:

    Agora lascou. O MITOmaníaco falou que funciona… Esse estudo deve ter sido feito por um comunista que quer que o PT volte… O MITOmaníaco eh que está certo! O mundo todo está errado! 😂😂

  17. Ricardo disse:

    Quantos receberam o medicamento na fase inicial? ("Foram incluídos pacientes hospitalizados entre 20 de dezembro de 2019 e 14 de abril de 2020, e que receberam o tratamento em até 48 horas depois do diagnóstico"). Ou seja, só com gente já hospitalizada. Se em vez da conjunção E ..que receberam_), tivesse um OU, seria diferente.

    • Clara disse:

      Mais precoce q 48 hr, amigo? É vacina é? Se vc tiver se dado ao trabalho de ler, vai ver q casos graves foram descartados. Mas é isso, né? Bolsonarismo virou religião. Danem-se ciência e vidas humanas. Importante é honrar o capitão.

    • Danilo disse:

      Não sei pq não lhe chamaram para integrar a equipe de cientistas da pesquisa

  18. Miranda disse:

    É melhor ir na feira do Alecrim e comprar uma garrafada.

Bolsonaro reconhece que não há comprovação científica da cloroquina, mas que o medicamento está sendo “monitorado e usado no Brasil e no mundo”

Foto: Reprodução/Twitter

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reconheceu nesta quarta-feira (20) que não há comprovação científica da cloroquina no tratamento de pessoas com covid-19, mas que o medicamento está sendo “monitorado e usado no Brasil e no mundo”.

“Estamos em guerra. Pior do que ser derrotado é a vergonha de não ter lutado”, escreveu Bolsonaro em seu perfil no Twitter.

Bolsonaro defende, desde o início, o uso da cloroquina para pacientes com covid-19. Após sua determinação, o Ministério da Saúde divulgou também nesta quarta um documento em que amplia o uso do medicamento.

As novas regras preveem o uso da cloroquina com precaução em portadores de doenças cardíacas, hepáticas ou renais, hematoporfiria e doenças mentais e evitada em associação com os seguintes remédios: clorpromazina, clindamicina, estreptomicina, gentamicina, heparina, indometacina, tiroxina, isoniazida digitálicos.

No entanto, o medicamento, segundo o texto, não é indicado para grávidas e para pessoas com retinopatia/maculopatia secundária ao uso do fármaco já diagnosticada, hipersensibilidade ao fármaco e miastenia grave.

O documento aponta ainda que os profissionais da saúde devem priorizar o uso de hidroxicloroquina em crianças, e não da cloroquina, devido ao risco de toxicidade do segundo remédio.

“Apesar de serem medicações utilizadas em diversos protocolos e de possuírem atividade in vitro demonstrada contra o coronavírus, ainda não há meta-análises de ensaios clinicos multicêntricos, controlados, cegos e randomizados que comprovem o benefício inequívoco dessas medicações para o tratamento da COVID-19. Assim, fica a critério do médico a prescrição, sendo necessária também a vontade declarada do paciente”, diz o documento.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lourdes Siqueira disse:

    Dois primos meus no Ceará foram tratados com Cloroquina e Azitromicina no hospital da Unimed de lá é já estão de volta ao trabalho. Foram 3 dias internados. O governador Camilo já autorizou o uso em hospitais públicos. Nos hospitais privados já vem sendo usado há muito tempo.

  2. André Fortes disse:

    Cloroquina é tão bom que pra usar vc tem que assinar um termo que se der merda a culpa é sua

  3. sps disse:

    Já está reconhecendo… sei… o que virá depois, heim??

COVID-19: Conselho Regional de Medicina do RN condiciona uso de medicamentos às recomendações e consentimento do paciente

Foto: Reprodução

O Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (CREMERN) divulga as Recomendações nº 04/2020 no qual estabelece critérios e condições para a prescrição de medicamentos em pacientes com diagnóstico confirmado de COVID-19. O documento foi elaborado após sessão plenária realizada na última segunda-feira (18).

“O CREMERN esclarece diante mão que a Câmara Técnica de enfrentamento à COVID-19 e os Conselheiros estão cientes da falta de evidências científicas robustas para o tratamento dessa enfermidade. No presente momento, o descompasso entre os efeitos da pandemia e as respostas da ciência exigem um olhar diferenciado sobre essas observações”, destaca comunicado.

Confira o documento completo com todas as recomendações para os MÉDICOS.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Guilherme disse:

    Agora vão jogar a responsabilidade nos pacientes.

  2. Mattos disse:

    Conhecereis a verdade, mas aí ja vai ser tarde.

  3. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    Homi deixem de mimimi e admitam que Bolsonaro tá certo. Pq tanto arrudeio, o povo já sabe. Mais uma vez a verdade resiste e vence. Conhecêreis a verdade e ela vos liberará.

    • cidadao disse:

      Verdade, o mundo inteiro está errado, so bolsonaro é quem ta certo, uma sumidade em tudo, sobretudo em livrar os filhos da PF. kkkkk

Secretário adjunto da Sesap, sobre cloroquina: “Discussão sobre a medicação é técnica. É uma atitude médica, e que deve se restringir a isso”

Foto: Reprodução/Youtube

Na coletiva desta quarta-feira(20) da Secretaria de Estado e Saúde Pública, o médico Petrônio Spinelli, questionado sobre a liberação da cloroquina, através do Ministério da Saúde, também para casos leves, disse que não é uma discussão no âmbito da secretaria, mas no campo técnico e científico.

Embora ainda tenha destacado que tenha uma opinião a respeito, não entrou em detalhes, mas alertou que o medicamento não pode ser levado a população como a solução na pandemia.

“Criar ilusão na sociedade que qualquer medicação é cura, que possa substituir o isolamento social é realmente apostar no crescimento da pandemia e no colapso do sistema. A discussão sobre a medicação é técnica. É uma atitude médica, e que deve se restringir a isso”, disse, em resumo, Petrônio Spinelli.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Flávio disse:

    FÁTIMA SUMIU!!!! CIPRIANO MAIA SUMIU!! Só quem aparece na TV é o povo morrendo. Lindo exemplo de políticos.

  2. J.Dantas disse:

    Procura-se Fátima e Cipriano… Onde estão? Mostrem os exames? Estão em Lockdawn ? Viajando? Vivos? Doentes? Mortos vivos?… Desapareceram, escafedeu-se…

  3. Almir Dionisio disse:

    Partam para a ação – esse homem só fala termos técnicos difíceis de grande parte da população compreender e nada fazem.
    Pessoas estão morrendo sem atendimento e vcs falam em técnica.
    Paciência.
    A bokus nem aparece mais

  4. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    Esse não faz nada pra ajudar. Até agora só atrapalha. Mais perdido do que cachoro quando cai de mundança.

    • Sereno disse:

      Quando vc fala contra as medidas protetivas, vc ajuda a matar pessoas.

Ministério da Saúde divulga protocolo que libera no SUS uso de cloroquina em casos leves de covid-19, sob o consentimento do paciente

Foto: HeungSoon/Pixabay

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira(20) um protocolo para aplicação da cloroquina e hidroxicloroquina em pacientes com sintomas leves para tratar do novo coronavírus.

Entre os sintomas leves listados pelo governo, estão coriza, diarreia, dor abdominal, febre, tosse, entre outros.

A aplicação indicada da cloroquina é de 450 miligramas a cada doze horas no primeiro dia. A mesma quantidade poderá ser usada a cada 24 horas do segundo ao quinto dia de tratamento.

A mudança no protocolo era um desejo do presidente Jair Bolsonaro, defensor da cloroquina no tratamento da doença causada pelo novo coronavírus.

O uso da cloroquina foi motivo de atrito entre Bolsonaro e os últimos dois ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. Os dois deixaram o governo, no período de um mês.

O novo protocolo mantém a necessidade de o paciente autorizar o uso da medicação.

O termo de consentimento, que deve ser assinado pelo paciente, ressalta que “não existe garantia de resultados positivos”.

O documento afirma ainda que o paciente deve saber que a cloroquina pode causar efeitos colaterais que podem levar à “disfunção grave de órgãos, ao prolongamento da internação, à incapacidade temporária ou permanente, e até ao óbito”.

Com UOL e G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Cloroquina no dos outros é refresco! O Capetão deveria sim é distribuir o antiviral remdesivir para todos. Cloroquina nem minha égua Adelaide aguenta mais, ela que usa o medicamento para tratar de tireoide. Os efeitos colaterais são terríveis. Só defende o uso de cloroquina quem precisa dela para escapar da morte – e ainda assim por não dispor de alternativa adequada.

  2. Paulo Roberto disse:

    Certíssimo! O Dr explica ao paciente, que apesar de não haver evidências científicas robustas, existem evidências clínicas de sucessos do tratamento na fase 1 (replicação viral) e somente na fase 1, esclarece sobre as reações adversas (bem menores que da dipirona, por exemplo) e em comum acordo consentido pelo paciente, prescreve nas doses protocolares.
    O mais interessante é que os remédios que existem a décadas (cloroquina de 1934 e hidroxicloroquina de 1955) largamente usados na malária e em algumas doenças reumáticas, não tinham complicações relevantes e eram baratíssimos, manipulados em qualquer laboratório pois já tem a quebra da patente.
    Hoje, com a notoriedade da pandemia, apareceram complicações terríveis e preços estratosféricos. A quem isso pode interessar?!

  3. Bebeu disse:

    Cuidado senhores PATRIOTAS LEIGOS E LOUCOS, O CORONA TE AGUARDA DE BRAÇOS ABERTOS! O MAL POR SI SE DESTRÓI

  4. Roberto disse:

    Super perfeito. Só toma quem quiser…

  5. Santos disse:

    Esse medicamento é uma fração do tratamento, pois é parte de um coquetel compostos por, pelo menos, mais outros dois dois ou três medicamentos.
    Como é que o presidente consegue pautar a vida de parte das pessoas numa discursão tão inútil?
    O analfetismo funcional é, sem a menor dúvida, é a pior herança deixada pelos governos ptistas.
    Jesus!

  6. Juliano bugueiro disse:

    Não coloque o nome de Deus em vão.

  7. natalsofrida disse:

    Perfeito.

  8. Jason disse:

    Interessante nesse comentário do patriota fiel é que não sabemos se é um humor irônico, uma crítica aos apoiadores do Bolsonaro ou aos apoiadores da esquerda ou ainda está rogando praga aos que não querem seguir o Eleito de Deus.

  9. PatriotaFiel disse:

    Os petralha e os comunistas vão tudo morrer pq nãoquerem seguir o Eleito de Deus, mas os homens de bem, defensores da familia, esses sim vão herdar a terra. Viva o Bolsonaro. Nem Teich, nem Mandetta, nem Moro, nem Bebiano, nem OMS são páreos com a inteligencia do Capitão. Bolsonaro 2022, 2026, 2030, 2034 se achou rui vai para Cuba

    • Sergiana disse:

      Pelo amor de Deus não coloque o nome de Deus em vão os que vcs deve fazer e dobrar o joelho pedir a jesus Cristo misericórdioso com muita oração isso que vcs só fala petralha bolsomino isso não resolve em nada isso que está acontecendo foi muitos que zombaram de Jesus Cristo a irá de deus veio a tona muitas coisas viram por Air adiante pare de ficar descutindo não resolve em nada vão orar pra pedir a Deus uma solução

    • Braulio Pinto disse:

      Aliado de bandidos, como agora claramente demonstrado. Não reconheço e nem respeito o deus que você e Bolsonaro seguem. O inferno é seu destino.

Maranhão insere novo protocolo de cloroquina para o tratamento da Covid-19 com sintomas leves e disponibiliza kit de medicamentos

O estado do Maranhão disponibiliza, a partir desta segunda-feira (17), cloroquina para tratamento de pacientes leves com Covid-19. O kit de fármacos é composto de hidroxocloroquina, azitromicina, corticoide, vitaminas C e D – além de paracetamol e dipirona.
Foto: Divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) do Maranhão inseriu, neste domingo (17), um novo protocolo de medicamentos para o tratamento da Covid-19 com sintomas leves. A medida preza pessoas que têm comorbidades, com exceção de doença cardíaca, no período de 1º até o quinto dia de infecção.

O protocolo consiste em um kit de fármacos que combinam hidroxocloroquina, azitromicina, um corticoide, vitaminas C e D, além de remédios para febre e dores, como paracetamol e dipirona.

O médico Rodrigo Lopes, assessor especial da Secretaria de Saúde do Estado, ressalta que estudos recentes mostraram que o uso combinado dos fármacos hidroxicloroquina + azitromicina na fase mais grave e moderada da doença não possuía comprovação de sua eficácia. “Hoje as discussões são entorno do uso precoce dessa medicação para pacientes com sintomas leves e na fase inicial da doença, por isso o Maranhão, assim como outros estados, vem adotando o uso desse kit, na fase inicial da doença – principalmente nos grupos de risco, desde que com criteriosa avaliação do paciente e aceitação do mesmo em tomar a medicação”, explicou Rodrigo em declaração publicada no comunicado.

No site do estado, o governo Flávio Dino (PCdoB) publicou neste domingo (17):

“Recebi estranhos documentos pedindo que eu diga aos médicos que a cloroquina é eficaz contra o coronavírus, o que agride um princípio que cultivo com rigor: o da legalidade. Lamento que ainda existam pessoas que embarquem em delírios ideológicos e cheguem a esse ponto, aumentando o caos sanitário como estamos vendo em nível nacional. Como repito há várias semanas, a cloroquina está disponível na rede pública estadual, mas não é o governador quem decide a prescrição, e sim os médicos, e não serei eu a violar a lei e determinar a prescrição em massa deste ou de qualquer outro medicamento, como se eu fosse médico. Quanto ao tratamento nas redes municipais, também não detenho competência legal para interferir nisso, pois somos uma Federação e os municípios têm seus próprios governos, seus orçamentos e equipes de saúde”.

No dia 23 de abril, o Conselho Federal de Medicina (CFM) permitiu o uso de cloroquina e a hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19, com a ressalva de que o médico tenha o consentimento do paciente e de que não há evidências sólidas de que essas drogas tenha efeito confirmado na prevenção e combate ao vírus.

Foram indicados três cenários para a intervenção dos medicamentos: pacientes com sintomas leves e com início de quadro clínico; com sintomas importantes, mas ainda sem necessidade de cuidados intensivos; e pessoas em estado crítico recebendo cuidados intensivos, incluindo ventilação mecânica. Porém, ressalta o parecer, é “difícil imaginar que, em pacientes com lesão pulmonar grave estabelecida e, na maioria das vezes, com resposta inflamatória sistêmica e outras insuficiências orgânicas; a hidroxicloroquina ou a cloroquina possam ter um efeito clinicamente importante”.

Na última sexta-feira (15) o ex-ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu demissão da pasta e, entre os motivos do afastamento, está atribuída a opinião do médico quanto ao uso da cloroquina. O oncologia condena uso de medicamentos sem comprovação científica, conduta que ocorre com frequência em tratamentos de pacientes com câncer.]

Teich assumiu a pasta em 16 de abril após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) demitir Luiz Henrique Mandetta, enfrentou críticas de apoiadores bolsonaristas nas redes sociais, além de políticos alinhados com o presidente.

Bolsonaro, assim como presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se mostra favorável ao uso de hidroxocloroquina no tratamento da Covid-19. Opinião que é rebatida por aqueles com posicionamentos pautados em pesquisas médicas, como o ex-ministro Teich e o governador do Maranhão Flávio Dino, que indica o seu tratamento a partir das ressalvas de responsabilidade.

Em sua conta no Twitter, Dino afirmou, no dia 14 de abril, que, “Se não sabe o que fazer [Bolsonaro], que renuncie”. O governador também já avaliou publicamente o governo de Bolsonaro sobre posturas antidemocráticas e irresponsáveias do presidente, deixando evidente o atrito político entre eles.

Foto: Reprodução/Twitter

Fim do lockdown

Neste domingo (17), Dino decretou o fim do lockdown na Ilha de São Luís, após completar 13 dias de isolamento total. A capital foi o primeiro caso do bloqueio no país por conta da pandemia da Covid-19. O objetivo foi reduzir o número de novos casos no novo coronavírus e atingir cerca de 70% a 80% de isolamento social.

Entre as medidas adotadas, estavam a declaração de autorização de trânsito para funcionários de serviços essenciais, rodízio de veículo e controle de acesso a farmácias e supermercados.

No entanto, medidas de restrições sociais prevalecem. Shoppings, cinemas e academias ainda não podem funcionar. O uso máscara segue sendo obrigatório e as aulas continuam suspensas. No entanto, já não há mais rodízio de veículos, as pessoas não precisam carregar uma autorização para circular em vias públicas e a entrada e saída da Grande Ilha de São Luís está liberada. As regras são válidas até 20 de maio.

“Finalizamos hoje o lockdown na Ilha de São Luís. Medida acertada, por isso, agradeço a colaboração de todos. Juntos, estamos salvando centenas de vidas”, escreveu o governador em sua conta no Twitter neste domingo (17).

Em artigo, o governo Flávio Dino (PCdoB) escreveu no site do estado, também neste domingo (17):

“O objetivo é que a população permaneça em casa ao máximo possível, mantendo-se funcionamento apenas de atividades e serviços essenciais. Com isso, menos pessoas são expostas ao contato com outras, evita-se formação de aglomerações, são reduzidas as chances de contaminação e a necessidade de atendimentos hospitalares. Se realizado adequadamente, com grande adesão, como o que temos registrado na Ilha de São Luís, o resultado é o tão desejado achatamento da curva, isto é, menos pessoas precisando de leitos hospitalares ao mesmo tempo, de modo que o Sistema de Saúde consiga atender toda a demanda, permitindo atendimento a todos os pacientes que precisem”.

O estado do Maranhão tem 13 238 casos registados, 3 280 suspeitos e 576 óbitos, de acordo com a última atualização do estado, em 17.mai.2020, às 22h25. Até o momento, o Maranhão contabiliza 25 338 testes para o diagnóstico do novo coronavírus. Dados do último senso de pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBGE) indicam uma população estimada de 7 milhões pessoas no estado.

Já em todo o país, dados do governo federal atualizados neste domingo (17) indicam 241 080 casos confirmados de Covid-19, ultrapassando Itália e a Espanha no número de casos confirmados do novo coronavírus. Segundo a Johns Hopkins, a Itália registrou 225 435, enquanto a Espanha, 230 698 casos confirmados.

O Brasil segue como o 4º país no número de casos e 6º no número de mortes no mundo, com 16 198 mortos registrados pela pandemia. Só nas últimas 24 horas foram contablizados 7 938 novos casos em todo o país.

CNN Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Menino, é um verdadeiro coquetel de remédios e só a Cloroquina faz efeito.
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Justus disse:

    Não sou fã de Bolsonaro, nem participo dessa briga idiota esquerdista-direitista, mas parece que o pessoal que aplaudiu o relatório publicado ontem (pra variar a Folha não explicou em que condição, por que será?) ficou sem ação. Mudinhos.

  3. Antenado disse:

    Pelo jeito não deu certo o lockdown e Bolsonaro tem razão quanto ao hidroxicloroquina. O que eu vou dizer em casa!?

  4. Chicó disse:

    Já ouvi comentários que estão usando a cloroquina aqui em Natal para tratamento do Covid-19, mas a politicagem fala mais alto.

  5. Chico disse:

    Vão usar a bolsoquina e dizer que foi o lockdown que surtiu efeito.
    Bando de canalhas!!!!

  6. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    Esse bosta desse governador faz meia hora de conversa fiada pra dizer o que todos que tem mais de 2 neurónios já sabem: que ele não é médico, que o uso do medicamento depende da indicação do médico e da autorização do paciente, que o medicamento só tem chance de ser eficaz se for aplicado no início e blá blá. Só pra não admitir que deixou pessoas morrerem sem tentar o tratamento.

  7. Ivan disse:

    O REMÉDIO DO BOLSONARO vai salvar o mundo!!!!! kkkkkkk #bolsonaotinharazão

    • Carlão disse:

      Como assim remédio de Bolsonaro, se ele vive a atacar a ciência? Se fosse jejum o remédio dele eu até acreditaria…

  8. Carlúcio disse:

    No meu entender a questão está acima do uso desse medicamento, vai apenas matar mais um pouco ou salvar mais um pouco de pessoas. Fica o país inteiro discutindo esse assunto e não tomam as decisões corretas. Se tivéssemos feito o isolamento vertical por uns dois meses talvez estivéssemos voltando várias atividades, como não fizeram o problema ainda está começando.

    • Ricardo disse:

      Há dous meses o vírus já tava circulando. Já seria uma medida inútil, pra dizer o mínimo. E o que vc queria que fechasse e que ficou aberto?

    • Ricardo disse:

      Mas vc tá certo sobre o isolamento vertical.

  9. Paulo disse:

    BG
    Já estão dando a mão a palmatoria, canalhas comunistas, querendo desestabilzar a Nação Brasileira com objetivos os mais baixos possíveis junto com o outro sem escrúpulo de São Paulo.

  10. CIDADAO55 disse:

    Quebrou as pernas do Bolsonaro que queria ser o primeiro a estabelecer esse protocolo. Agora, corre o risco de levar a pecha de CTRL+C / CTRL+V do governo do Flávio Dino (PCdoB).
    A vida do MITO não tá fácil!

Damares diz que governo vai adotar protocolo da cloroquina, com resultados positivos no interior do Piauí, no ‘país inteiro’

Damares ao lado do prefeito Joel Rodrigues, em Floriano, no Piauí// Ministério da Mulher/Divulgação

Em meio a uma crise que acaba de derrubar o segundo ministro da Saúde em poucas semanas, Damares Alves aparece disposta a tocar mais lenha na fogueira.

Enviada por Jair Bolsonaro a cidade de Floriano, no Piauí, ontem, onde foi checar uma experiência com uso de cloroquina aliado a outros vendida pelas autoridades locais como um sucesso, a ministra voltou encantada.

E trouxe na bagagem uma cópia do protocolo utilizado na cidade e o encaminhou ao presidente. E não ficou aí. Damares anunciou, num vídeo obtido pelo Radar, que irá levar o uso da cloroquina – que ainda divide opiniões e derruba ministros – a todo país.

A ministra conta ainda na gravação que viu um “milagre” em Floriano, onde as pessoas estão se curando.

“A gente veio ver o milagre do uso da cloroquina, associado a outros medicamentos. As pessoas estão sendo salvas aqui em Floriano. Extraordinário! Técnicos da atenção básica aos médicos do hospital regional. O que eles estão fazendo? Salvando vidas. O prefeito daqui de Floriano (Joel Rodrigues) decidiu não cavar covas, não comprar caixões, mas salvar vidas. Estou levando o protocolo que é usado aqui para o Brasil inteiro” – diz Damares no vídeo.

A ministra lembra que a experiência de Floriano tem como base uma politica adotada na Espanha e que tem à frente uma cientista brasileira, Marina Bucar, nascida nessa cidade piauiense.

O tratamento na cidade envolve o uso de cloroquina e azitromicina em pacientes em fase inicial da Covid-19. A Prefeitura de Floriano tem divulgado que os resultados, até agora, são positivos.

A Secretaria de Saúde de Floriano adquiriu trezentos kits dessa medicação.

O prefeito Joel Rodrigues (PP) é aliado do governador Wellington Dias, do PT, uma das razões que desestimulou Bolsonaro a ir pessoalmente conhecer a experiência.

Radar – Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Parem de hipocrisia, Todos que falam que jamais utilizariam, ainda não tiveram a doença, e dêem graças a Deus por não tela, a sensação de procurar o ar e não encher os pulmões é horrível ,você passar dias e noites com essa sensação , você passa a Tomar todos os medicamentos que estão, em pesquisa e os que não estão sem questionar, a não ser que você queira morrer, aí é outro caso.

  2. Paulo Roberto disse:

    Que fique claro, é facultada a prescrição ao Médico, assim como a utilização pelo paciente. Então…

  3. Oliveira disse:

    Sou daqui de natal e trabalhei no município de Parauapebas-PA, onde fiz vários amigos , onde três deles foram confirmado positivo no COVID 19 e foram curados usando a cloroquina que está sendo usado pelas UPa.

  4. Carllos disse:

    Pronto. Falou e disse a nova ministra da saúde.

  5. Fátima disse:

    Seria bom que o paciente pudesse optar, eu estando conciente , já mais aceitaria

  6. Paulo Roberto disse:

    Esse protocolo foi desenvolvido por um Hospital de Madrid, onde trabalha a Dra Marina Bucar, Médica Piauiense radicada na Espanha, onde segundo ela trataram 600 pacientes e conseguiram reduzir o índice de mortalidade de 20% para 1,8%. O "pulo gato" no entender da Dra. é o início precoce do tratamento, já no 2º dia dos sintomas com basicamente hroxicloroquina e azitromicina por 5 dias, após os quais persistindo os sintomas doses maçiças de corticosteroides.Médicos Piauienses estão usando o protocolo e relatam bons resultados.
    Não existe uma comprovação científica definitiva da eficácia deste tratamento, assim como de nenhum outro, e está facultado pelo CFM a critério do Médico usar ou não a cloroquina.
    Particularmente, se for acometido, quero usar o que talvez evite-me chegar na fase crítica onde os óbitos giram em torno de 80%.

    • Clara disse:

      Existem VÁRIOS trabalhos mais robustos, randomizados, que apontam na direção inversa: além de não ser efetivo, traria efeitos adversos importantes que contra indicariam até mesmo o "uso compassivo ". FDA (comunista?) deixou de indicar também. Vocês REALMENTE acreditam que TRUMP (comunista?) iria deixar morrer 80000 americanos (e contando), sacrificar sua reeleição e quebrar a economia se houvesse uma solução TÃO SIMPLES? A fé, na maioria das vezes é uma coisa bonita, mas outras vezes pode ser assustadoramente perigosa. Deus nos proteja a todos, pois agora toda e qualquer esperança vai ter que repousar exclusivamente na Sua misericórdia.

  7. Carlos Henrique Chal disse:

    Bota o prefeito no ministério da saúde. Esta é outra fanática alienada.

Divergência sobre cloroquina e atividades essenciais motivou saída de Teich

O Ministério da Saúde confirmou à coluna a saíde de Nelson Teich e informou que o ministro dará uma entrevista coletiva nesta tarde explicando a demissão.

Na conversa com Bolsonaro, hoje, no Planalto, o agora ex-ministro apontou as duas razões principais para sua saída.

O ponto central, conforme informou o colunista Lauro Jardim, é a divergência entre Bolsonaro e Teich sobre o uso da cloroquina.

Teich também não gostou de ter sido ignorado sobre a decisão de aumentar o rol de atividades essenciais.

Eis a nota no Ministério da Saúde:

“O ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu exoneração nesta manhã. Uma coletiva de imprensa será marcada nesta tarde”.

Guilherme Amado – Época

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão pagador de impostos disse:

    Bolsonaro caminha para o precipício e quer levar com ele todos nós…
    Vá se abraçar com o capeta sozinho seu safado!

  2. Paulo disse:

    O ministro da Saude será Paulo Cintura.

    “saúde é o que interessa, o resto não tem pressa “

    IIIssssaaaaa!

  3. JR e Jr disse:

    Acho que se o capetão assumisse seria o cenário ideal, só acho

  4. Cigano Lulu disse:

    Então é hora de chamar a doutora Nise Yamaguchi. Ela faz parte do gabinete de crise do Planalto que acompanha a pandemia e, tal qual o Capetão, defende o uso indiscriminado de cloroquina. Mas o melhor perfil para o Ministério da Saúde continua sendo, de longe, o próprio Capetão.

Médico informa ter esvaziado UTI de hospital no Piauí após tratamento com cloroquina: “mudança brutal na taxa de mortalidade”

Foto: Governo do Piauí

Médicos do Hospital Regional Tibério Nunes, localizado em Floriano, no interior do Piauí, passaram a administrar a hidroxicloroquina para pacientes internados com Covid-19 e verificaram uma “melhora significativa” no quadro de saúde dos infectados.

O médico piauiense Sabas Vieira informou, por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, que um grupo de profissionais do estado que atua no combate ao coronavírus já recuperou cinco pacientes da instituição com uso de hidroxicloroquina e azitromicina.

O tratamento contou com a orientação da médica Marina Bucar Barjud, linha de frente no combate à doença no Hospital HM Puerta del Sur, em Madrid, na Espanha.

Segundo Vieira, o tratamento pode ser aplicado em pacientes em duas fases. Na primeira, chamada de “reaplicação viral”, quando o paciente tem febre, dor de garganta, falta de olfato ou paladar, o tratamento deve ser feito a partir do segundo dia de sintomas com hidroxicloroquina e azitromicina. Na segunda, chamada de “inflamatória”, a partir do sétimo dia de sintomas, deve ser feito com corticoterapia para evitar a terapia intensiva.

“Temos, portanto, duas janelas de oportunidade. O doutor Justino, do hospital de Floriano, já nos relatou cinco casos tratados com sucesso que não precisaram ir para UTI. Estamos treinando esses médicos para nos capacitarmos a fazer essa prescrição de forma adequada.”

Vieira esclarece ainda que não há necessidade de a população adquirir os medicamentos, que só poderão ser administrados a partir do diagnóstico positivo para Covid-19.

“Não temos evidência sólida dessa conduta, mas houve uma mudança brutal na taxa de mortalidade e queremos essa experiência no Piauí. É uma medicação segura, utilizada há muitos anos. Tivemos a taxa de mortalidade muito baixa. Com sintomas em até 48 horas, procure rapidamente o serviço de saúde para avaliação médica, não é para ninguém estocar esse medicamento. O médico vai fazer o diagnostico e tratamento adequado”, ressalta.

Pacientes curados da Covid-19 em Floriano

Em todo o estado do Piauí, de acordo com os últimos dados do boletim da secretária de Saúde, há atualmente 1.332 casos de Covid-19, 45 mortes e 236 altas médicas.

Dos casos confirmados, 299 estão internados, sendo 98 em UTIs. No Brasil já são mais de 11 mil mortos e 162.699 casos da doença.

Em Floriano, nesse domingo (10), havia 17 pacientes confirmados com Covid-19, oito recuperados e nenhum óbito. A cidade tem cerca de 57 mil habitantes.

Jovem Pan

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Pra ficar bom vale até injeção na testa.
    Mas já que estão politizando a doença e o remédio, seria importante contabilizar os curados por outros tratamentos tb, aí seria possivel uma comparação, pois pelo que se sabe, não existe um tratamento único, então notícias como essa tem mais o caráter de politicagem em apoio as declarações do presidente.
    Que seja com Cloroquina, Ivermectina, Azitrominica, plasma, áqua, dipirona ou tilenol, que importar é salvar vidas.

  2. Silvino Filho disse:

    O problema não é uso do medicamento, em si. Não adianta ter um remédio se a medicina não sabe como usar, ou em quais situações utilizar. A eficácia resulta na adoção de um "procedimento de tratamento" eficaz. Essa é a maior descoberta do Piauí: criar uma forma de tratamento eficaz. Para um país como o Brasil, é uma revolução

  3. Manoel disse:

    Enquanto o mundo todo diz q a droga nao resolve o problema e até prejudica os Rins e fígado, o médico Sabas diz o contrário. Sugiro ao médico publicar um artigo na Nature o mais rápido possível, provando o que diz e contrariando todo resto do mundo, do contrário será mais um fake news. Se provar terá o Nobel de Medicina.

  4. RICARDO LÚCIDO disse:

    Tinha acabado de de lê um artigo da prestigiada revista americana ( JAMA) , jourmal of the American Medical association . Publicado no dia 11/05/2020 e que corrobora com outro estudo de outra revista de grande credibilidade internacional a New England jornmal of Medicine , publicado na semana passada . Mas com essa experiência Piaiuense , já providenciei agora o cancelamento das duas assinaturas , imaginem só . As duas retratam exatamente o contrário , do que o o Piauiense diz .

  5. Véi de Rui disse:

    Esse Bolsonaro nasceu pra ser o nosso presidente!

  6. RICARDO LÚCIDO disse:

    Excelente notícia , que ótimo vamos replicar essa experiência em todo Brasil .

  7. José Macedo disse:

    Olha a cloroquina curando, não havia interesse dos pesquisadores para constatar a sua eficiência, já que em 09/04 o JB, não é médico mas tinha conhecimento da sua eficacia, então por política os testes da cura nunca foram concluidos , assim como o Anita.

    • Marcos disse:

      Já tem estudos que informaram que não há benefício da cloroquina.

  8. José Macedo disse:

    Olha a cloroquina curando, não havia interesse pela em constatar a sua eficácia, já que em 09/04 o JB, não é médico mas tinha conhecimento da sua eficacia, então por política os testes da cura nunca foram concluidos.

  9. Chicó disse:

    A torcida organizada a favor do coronavírus não vai curtir essa notícia !!!

Conselho Federal de Medicina libera uso de cloroquina para covid-19 em três situações

Foto: Divulgação

O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Dr. Mauro Ribeiro, disse, nesta quinta-feira (23) no Palácio do Planalto, que não existe nenhuma evidência científica forte que sustente o uso da hidroxicloroquina para o tratamento da covid-19.

O CFM, no entanto, em função de estudos observacionais, libera o uso da cloroquina para tratamento da covid-19 em três casos, desde que haja consentimento do paciente e que médico alerte sobre a eficácia não comprovada e efeitos colaterais já observados do uso do remédio.

Ribeiro apresentou o posicionamento do conselho ao presidente Bolsonaro, ao ministro da Saúde, Nelson Teich e outros ministros palacianos.

“O posicionamento é que não existe nenhuma evidência científica forte que sustente o uso da hidroxicloroquina para o tratamento da covid-19. É uma droga amplamente usada para outras doenças há 70 anos, mas para covid não tem ensaio clínico prospectivo randomizado feito por pesquisadores e publicado em revistas importantes que aponte para benefício de uso da hidorxicloroquina para covid-19″.

Ribeiro citou estudos observacionais, de pouco valor científico, mas importantes usados para liberar o uso da hidroxicloroquina pelos os médicos brasileiros em 3 situações:

1) paciente crítico, internado em terapia intensiva já com lesão pulmonar estabelecida com reação inflamatória sistêmica. Todas as evidências são de que a hidroxicloroquina não tem nenhum tipo de ação nesse paciente, mas ela pode ser usada pelos médicos por uso compassivo, uso por
compaixão. Ou seja, o paciente está praticamente fora de possibilidade terapêutica e o médico com autorização dos familiares pode utilizar essa droga.

2) paciente chega com sintomas leves no hospital. Existe um momento de replicação viral e essa droga pode ser usada pelo médico desde que ele tenha o consentimento do paciente ou dos familiares, uma decisão compartilhada e o médico sendo obrigado a explicar para o paciente que não existe nenhuma evidência de benefício da droga e que a droga pode também ter efeitos colaterais importantes.

3) no início dos sintomas, sintomas leves tipos de uma gripe, no caso o médico pode utilizar também descartando a possibilidade que o paciente tenha influenza A ou influenza B que são as gripes normais, ou dengue ou H1N1 e também uma decisão compartilhada com o paciente, em que o médico explique pro
paciente que não existe nenhum benefício provado dessa droga pro uso na covid-19 e explicando também os riscos que a droga apresenta. Os riscos são baixos, mas eles existem.

O CFM ressaltou que não recomenda, apenas libera o uso da droga pelo médico em decisão compartilhada com o paciente.

“Essa doença é nova e diferente, colapsa o sistema de Saúde e de sistema econômico-financeiro e tem um custo social imenso, em função do isolamento. Aparentemente sem igual na história da humanidade. Mas somos guiados pela ciência e infelizmente até o momento não existe nenhuma droga com eficácia comprovada ao tratamento a essa doença”.

O CFM, no entanto, acredita que em poucos meses já haja estudo científico que comprove a eficácia de algum medicamento para tratamento da covid.19.

“Até o momento, na literatura mundial, não existe nenhuma droga que faça qualquer diferença no tratamento dessa doença. Logo nós teremos. Porque hoje existem mais de 500 ensaios clínicos no mundo sendo estudados por grandes cientistas e nós acreditamos que no prazo de talvez dois meses nós tenhamos alguma coisa mais palpável. Mas hoje, não existe esse tratamento”.

O CFM é uma autarquia federal de direito público que tem a competência legal de determinar o que é ou não tratamento experimental no Brasil.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Pronto, muito bem.
    Se nenhum medicamento ainda é comprovado cientificamente eficaz, toma quem quiser, divide a responsabilidade com o médico e está resolvido.

  2. Victorino disse:

    Pessoal é bem simples, o médico vai informar, se vc não concordar não vai tomar, é uma decisão do paciente, só se vc quiser, simples assim, leiam: “ cloroquina para tratamento da covid-19 em três casos, desde que haja consentimento do paciente e que médico alerte sobre a eficácia não comprovada e efeitos colaterais já observados do uso do remédio“.

  3. Mínion de Peixeira disse:

    É, parece que não se tem tempo pra fazer testes randomizados em massa, com duplo-cego e grupo de controle. O que se tem é já uma base de dados que mostra uma correlação entre o uso e a melhora. Se existe uma relação causal ainda vai demorar a se concluir. Teste randomizado é como pesquisa aleatória, pegando uma amostra representativa da população. Hoje só se testa quem vai em busca de tratamento. Não se testa o assintomático quem não foi atrás de um hospital. E ninguém nessa hora que se submeter a teste de duplo-cego.

    • Mínion de Peixeira disse:

      Não se testa o assintomático ou quem não foi atrás de um hospital. E ninguém nessa hora quer se submeter a teste de duplo-cego.

Após 11 mortes, médico explica pesquisa com cloroquina e critica uso político do estudo

Foto: Hector RETAMAL/AFP

A morte de 11 pacientes durante estudo sobre o uso da cloroquina em pacientes graves com Covid-19, em hospital de Manaus (AM), está sendo usada politicamente tanto por críticos do presidente Jair Bolsonaro quanto por seus fiéis seguidores.

Para uns, as mortes provariam que a cloroquina não seria a solução para combater a doença causada pelo novo coronavírus – ao contrário do que defende Bolsonaro, que vê na substância a verdadeira saída para diminuir o isolamento social e suas consequências. Por outro lado, para os “bolsonaristas”, o uso de altas doses de cloroquina em 7 desses 11 pacientes mostraria um “plano da esquerda” para tentar desacreditar a cloroquina e Bolsonaro durante a crise sanitária. Algumas mensagens nas redes sociais, sem qualquer prova, sugerem que os pesquisadores teriam “matado de propósito” só para “desautorizar a campanha pró-cloroquina de Bolsonaro”.

O responsável pelo estudo, o médico infectologista Marcus Vinícius Guimarães de Lacerda, pesquisador há 20 anos, vinculado a duas fundações reconhecidas internacionalmente pelos estudos sobre malária, a Oswaldo Cruz e a Fundação de Medicina Tropical do Amazonas, critica o uso político da sua pesquisa.

Em entrevista para a Gazeta do Povo (leia abaixo), ele afirma que os resultados preliminares não respondem de forma definitiva se a cloroquina é eficaz ou não no tratamento da Covid-19, apenas que a substância é tóxica se utilizada em altas doses – o próprio pesquisador continua um estudo com cloroquina em pacientes em fase inicial da doença, na dose indicada pelo Ministério da Saúde.

Ao mesmo tempo, ele confirma ter usado cloroquina e não a hidroxicloroquina (mais fácil de ser metabolizada pelo organismo), como adotou o estudo chinês que ele quis reproduzir, porque, segundo ele, “a curto prazo cloroquina e hidroxicloroquina não apresentam toxicidade cardíaca; a cloroquina, somente em longo prazo, apresenta toxicidade ocular”.

A Gazeta do Povo procurou diversas fontes que criticam o estudo realizado para tentar averiguar se há, de fato, algum erro no método científico adotado. Algumas dessas fontes questionam a conduta dos responsáveis pela pesquisa, sobretudo as altas doses, mas não quiseram ter seus nomes divulgados e nem mostraram provas.

Leia entrevista aqui na Gazeta do Povo.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Adejair disse:

    Pelo que entendi na matéria o médico responsável pela pesquisa está querendo um álibi. Ficou bem nítido na matéria quando informa que foi utilizado limite superior ao recomendado em alguns pacientes, ou seja, "ERRO" médico.

  2. Henrique disse:

    Sabia que altas doses são tóxicas e mesmo assim forneceu aos pacientes?
    Queria testar o que todos conhecem?
    Tá mal contada a história.
    As doses eram cavalares. E depois saiu alardeando na mídia que iria parar o estudo porque tinha havido complicações com a cloroquina.
    É muita irresponsabilidade para um profissional.

  3. Joao disse:

    Esse medico foi irresponsavel.. se ha uma dose maxima diaria, pq ele passou deste limite recomendado pelo MS? Que tipo de pesquisa particular é esta que parece nem registro existir? Ora.. ate uma aspirina dada em excesso tb pode matar. E ainda continua a pesquisa usando agora a dose recomendada, isso corrige o erro anterior? Este farmaco pode ser administrado ate seis semanas pra tratamentos específicos, sem graves efeitos colaterais em percentual alto de pacientes. Sao 100 anos de uso para tratar malaria, sem praticamente riscos Muito irresponsavel.

  4. Manoel disse:

    Estou muito ansioso pra ver esses médicos e cientistas defenderem que TODOS os remédios vendidos em farmácia precisam de receita já que TODOS tem muitos efeitos colaterais e contra indicações. Quem quiser ver eh só ler a bula dos remédios que toma… Ou será que só agora descobriram que hidroxicloroquina e Anitta tem efeitos colaterais??

STJ nega tratamento com cloroquina para paciente de 75 anos, com várias comorbidades, com suspeita de Covid-19

Foto: Ilustrativa

​​A ministra Assusete Magalhães, do Superior Tribunal de Justiça, rejeitou uma ação na qual a família de um paciente com suspeita de Covid-19 buscava garantir o direito do tratamento com a cloroquina.

O homem, de 75 anos, com várias comorbidades, está internado em unidade semi-intensiva, com quadro de pneumonia. O exame para detectar o novo coronavírus não ficou pronto e a médica recusou o pedido da família para tratar o paciente com cloroquina.

A família apresentou à Justiça opiniões de outros médicos favoráveis ao uso do medicamento e se queixou da burocracia de protocolos de pesquisa para conseguir o tratamento.

Assusete Magalhães rejeitou a ação, porque ela tinha como alvo o Ministério da Saúde — a ministra disse que não havia nenhuma comprovação de que a médica tenha deixado de usar o medicamento por determinação direta do ministro da Saúde.

“Ademais, no caso, sequer há laudo ou atestado médico recomendando o uso da medicação postulada ao impetrante”, acrescentou.

O Antagonista

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. LEO disse:

    Para a PETRALHADA qto pior,melhor…Bolsonaro acabou com o roubo,a mamata da Petralhada,estão Tiririca com o Capitao……kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Lourdes Siqueira disse:

    Eu não consigo entender por que a hidroxicloroquina até dias atrás era vendida livremente. Conheço pessoas que têm Lúpus que fazem uso dela por mais de 10 anos e não tem nenhum efeito colateral. Só agora esse remédio passou a ser perigoso quase mortal.
    Qual interesse há por trás dessa reviravolta quanto a livre venda desse remédio?
    Me explique quem for médico…..por favor!

  3. Cesar Bomone disse:

    É cada comentário INFELIZ, a petralhada realmente torce para a morte de muitos.
    NEGAR o remédio a quem pede e precisa não se mostra razoável.
    Se há uma possibilidade de cura por que não tentar?
    Vão deixar o cara MORRER porque o remédio não tem comprovação científica.
    Será que as pessoas não tem o direito de tentar o remédio para continuar vivas?

  4. Rômulo© disse:

    A Cloraquina é super eficiente no combate ao coronavirus! Mata o vírus e o doente! Problema resolvido, talkey?

    Gado é assim mesmo! Se o Bozo disser que fazer "sangria" é eficiente contra o coronavirus, vai ter ruminantes cortando os pulsos para "tirar sangue contaminado"! O que se espera de gente que acha que a Terra é plana?

    • Vergonha disse:

      Bom mesmo era o ladrao Lula, esse sim , preferiu construir estádios ao contrário de hospitais, roubou a Petrobras,mas não chore, aprender a trabalhar, vou dar uma dica; a carteira de trabalho é azul, acabou a mamata , outra opção é se mudar para o paraíso Venezuela

    • Oly disse:

      Esse Rômulo é um homem sem noção. Será que não entende que o momento é de unirvforcas e não atacar o presidente? Será que a compreensão desse cara é tão tacanha assim? Se és um ser humano cara, age como tal.

Cloroquina passa a ser usada no tratamento de pacientes com coronavírus internados em hospitais da rede municipal de SP

Foto: Reprodução/TV Globo

O prefeito Bruno Covas (PSDB) anunciou que os hospitais municipais de São Paulo vão passar a utilizar a cloroquina no tratamento de pacientes infectados pelo coronavírus. O uso da cloroquina por pacientes infectados com o novo coronavírus ainda está em fase de testes e de estudos. Não há resultados conclusivos para as pesquisas com o medicamento, usado principalmente contra a malária.

“A Secretaria Municipal de Saúde introduziu no seu protocolo de tratamento contra a Covid-19 a cloroquina desde que haja prescrição médica e desde que haja consentimento do paciente ou da família”, afirmou o prefeito.

Covas determinou a compra de mais cloroquina para uso na rede pública. “Nós temos hoje 6 mil cápsulas a disposição, como cada paciente precisa de seis, portanto, medicamento para tratar mil pessoas internadas hoje nos hospitais municipais. Então, já determinei à Secretaria Municipal de Saúde que possa fazer aquisição mais dessas cápsulas pra que seja uma alternativa de tratamento. Ainda não é possível ser uma política pública porque nós ainda não temos pesquisas concluídas.”

Uso do medicamento

Apesar de as evidências em alguns estudos indicarem que a cloroquina pode funcionar em certos casos, há alertas sobre o risco de complicações causadas pela toxicidade da droga.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que o uso da cloroquina combinado com o antibiótico azitromicina é uma das quatro combinações de medicamentos questão em fase de testes em 74 países e cujos resultados são monitorados pela organização.

Apesar disso, a organização informou ao G1 que “até agora, nenhum produto farmacêutico se mostrou seguro e eficaz para tratar a Covid-19”.

Atualmente, o uso no Brasil é autorizado pelo Ministério da Saúde somente em pacientes em estado crítico e também naqueles em estado moderado já internados nos hospitais, desde que médico e paciente concordem com o uso.

Por isso, os médicos pedem que a população NÃO se automedique com esses ou outros remédios. As primeiras notícias sobre o medicamento levaram ao desabastecimento e fizeram a Anvisa colocar a droga na lista dos remédios controlados. Além da malária, a droga é usada contra reumatismo, inflamação nas articulações e lúpus.

No Brasil, em 25 de março, o Ministério da Saúde liberou o uso em tratamento de pacientes hospitalizados com quadros graves. A liberação veio acompanhada da ressalva de que havia “lacunas no conhecimento” sobre a droga. Em 3 de abril, o ministério ampliou a indicação de uso também para casos moderados, quando os pacientes passam por atendimento hospitalar.

Na terça (7), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que a pasta não vai tomar medidas contra médicos que prescreverem a cloroquina para pacientes nos estágios iniciais da doença. “Se ele (médico) se responsabilizar individualmente, não tem óbice nenhum. Ninguém vai reter a receita de ninguém”, disse Mandetta.

Nesta quarta (8), Mandetta reafirmou que não há orientação para o uso indiscriminado do medicamento. Ele lembrou que a maioria dos infectados não tem complicações e se recuperam sem problemas. E que entre os mais idosos, há risco de efeitos colaterais.

Também nesta quarta, o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) retirou do seu site orientações sobre o uso da cloroquina. Agora, o site do CDC alerta que “não há drogas ou outros tratamentos aprovados pela Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês) para prevenir ou tratar a Covid-19”.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Yeltins disse:

    O governador anão se rendeu foi??

  2. RICARDO LÚCIDO disse:

    Vamos desenhar ! Esse medicamento é um remédio tá ok ?
    Remédio que tem indicação . Tá ok ?
    Todo remédio tem indicação e contra indicação . Tá ok ?
    Esse remédio não está e nunca esteve proibido de ser usado . Tá ok ?
    Não se pode usar esse remédio indiscriminadamente . Tá ok ?
    O presidente , votei nele e me arrependo , acha que essa medicação deve ser usada por todo mundo e a toda hora . Tá ok ?
    O médico tem autonomia para prescrever . Tá ok ?
    Se após essa explicação , ao houver entendimento só tenho a lamentar . Tá ok ?

  3. Santos disse:

    Que esse medicamento seja uma saída pra que está enfermo de covid-19.

  4. Severino disse:

    Bolsonaro tinha razão ???

  5. Ivan disse:

    OBRIGADO PRESIDENTE!!!!! Sozinho, sem apoio…Força!!!!

  6. Almir Lira disse:

    Até que fim o o Prefeito de São Paulo tomou coragem, esse governador Dória pensa que é dono do mundo juntamente com a corja de Brasília querendo derrubar o Presidente. Acorda Brasil, tão querendo é dinheiro e lascar o povo. Oportunista. 👏👏👏👏👏

  7. Antonio Turci disse:

    Se o Presidente tivesse ficado calado muita gente iria morrer. Parabéns, MITO.

Prevent Senior vai apresentar estudo mostrando como curou 300 pessoas com uso da hidroxicloroquina

Foto: reprodução

A operadora de saúde Prevent Senior realiza uma pesquisa sobre o uso da hidroxicloroquina no tratamento do coronavírus para pacientes em fase inicial da doença. O estudo tem sido tema de discussão, uma vez que a indicação do Ministério da Saúde é para uso do remédio em pacientes em estado grave. A pesquisa ainda não foi publicada. Mas a companhia afirma que, até agora, 500 pacientes receberam o tratamento em estágio inicial da doença. Desses, 300 foram internados e já receberam alta.

Em entrevista à EXAME, o médico e diretor-executivo da Prevent Senior Pedro Batista Júnior detalhou a pesquisa que ainda está em andamento. Além do tratamento para pacientes internados, a operadora estuda tratamento para pacientes ambulatoriais, sem internação, que podem até receber o medicamento em casa. A empresa não divulga quantos pacientes foram tratados nessa modalidade nem as taxas de mortes com o uso do remédio os estágios iniciais da doença. “O que posso dizer é que os dados são robustos e trazem esperança de tratamento adequado para a população”, diz Júnior.

Leia a entrevista com o médico e diretor-executivo da Prevent Senior Pedro Batista Júnior falando sobre o estudo, clicando aqui.

“Eu prescreveria a cloroquina tranquilamente”, diz senador que é médico

Foto: Ilustrativa

O senador Otto Alencar (PSD), que é médico, disse concordar com a orientação de que a cloroquina deve ser prescrita para pacientes com Covid-19.

“Se o paciente não tem problemas renais ou cardíacos, por que não prescrever? Não vejo nenhum problema. Se eu estivesse hoje no hospital, eu prescreveria a cloroquina tranquilamente”, afirmou a O Antagonista.

Alencar afirmou que “às vezes não dá para seguir os protocolos” e que “na medicina, boa vontade resolve muita coisa”.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Pronto, a medicina científica já era: está criada a "medicina da boa vontade".
    Duvidinha: esse senador é do PSD ou da LBV?

  2. Gaius Baltar disse:

    Votz, e é proibido prescrever? Qualquer médico pode prescrever essa medicação, desde que assuma a responsabilidade pela posologia e tempo de tratamento. O paciente (ou responsável legal) também deve assinar um termo de consentimento. Feito isso não há problemas. Não sei qual é a grande celeuma.

  3. Pedro disse:

    RICARDO LÚCIDO, quanto vc quer para botar as suas opiniões idiotas num saco, amarrar bem a boca e mandar para o planeta babaca? Vc é daqueles imbecis que quando resolvem escrever algo, esquecem que tem m…… na cabeça. Vai caçar uma lavagem de roupa seu mala.

  4. Kiko disse:

    Vou te falar uma coisa Ricardo: Entre viver e morrer, prefiro o efeito colateral!

  5. RICARDO LÚCIDO disse:

    Gostaria de saber onde é o Consultorio do doutor . Não passaria nem na porta . Um médico que diz que não seque protocolo terapêutico é um doutor de achismo . Existe protocolo para o uso desse medicamento o que ao se pode admitir é o uso indiscriminado , como quer o presidente , votei nele e me arrependo, que fica confundindo a cabeça da população . Pode ser usado lógico que pode A hora de usar é definida pois não existe comprovação do custo benefício em determinadas fases . O dr senador , devia deixar de fazer politicagem barata e se informar melhor . Mandar todo mundo para rua e dizer que esse fármaco resolve o problema é irresponsabilidade .

    • Ricardo disse:

      Bolsonaro não propôs o uso indiscriminado.

    • Vergonha disse:

      Calma …vamos pedir a solução para o ladrao Lula, aquele que preferiu construir estádios ao contrário de hospitais 👍

    • Severino disse:

      Faz o seguinte. Se for acometido, recuse o uso. Espere que a OMS avalize.

    • Nicole disse:

      Severino, foi o que pensei responder para ele….
      Ou tb a mãe ou um filho….espere o Mandeta e oms liberarem…..🤗🤗

    • Victorino disse:

      Conclusão para o combate de coronavírus segundo o Ricardo “InLúcido”:
      Quem tem dinheiro: Hidroxicloroclina + Azitromicina + Zinco = Se curar ir para casa.
      Quem NÃO tem dinheiro: Aguardar estudos científicos = Morrer, caixão lacrado e 7 palmo, garanto que o “ InLúcido “ gostaria de estar no primeiro exemplo.