Se você vai vender produtos ou serviços para os millenials, precisa conhecer um pouco sobre o comportamento deles, pois isso revela o modo como eles consomem e o quê eles consomem. Relembrando: os millenials são os nascidos entre o ano de 1980 e o ano 2000. Portanto, essa turma está atualmente completando entre 19 e 40 anos de idade. Uma parte dos millenials está iniciando o estudo superior. Outra parte está se formando, concluindo o curso superior e entrando no mercado de trabalho. E uma terceira parte já casou, tem filhos e está iniciando aquela fase da vida da estabilidade financeira (ou da busca dela). Mas todos, absolutamente todos têm algo em comum: são da geração que já foi influenciada pela revolução digital.
E aí caro leitor? Faz como para vender pra essa turma? A primeira coisa a se fazer é entender as prioridades de vida dessa geração. Eu faço aqui um resumo do resumo, pra deixar você com o gostinho da estratégia na ponta dos dedos. Compilei dados de algumas pesquisas recentes. 21% dos millenials priorizam o estudo. 19% priorizam experiência de vida. 17% priorizam casa própria. 13% priorizam envolvimento em projetos sociais. 13% priorizam filhos. 11% querem um carro de luxo. E 6% querem fama nas redes sociais. E aí? Ajudou ou piorou rs? Preste bem atenção em 3 destes itens acima, para mim os principais deste estudo: experiência de vida, gosto pelo estudo e projetos sociais.
Minha leitura, em resumo, é a seguinte. Os millenials querem experiências que os façam crescer como seres humanos. Algo bem mais abstrato e subjetivo do que as gerações anteriores procuravam, concorda? Então não venda apenas produtos pra eles, os millenials. Venda o quê o produto vai fazer pela experiência de vida deles, ou seja, a experiência de usuário, e para onde este produto vai transportá-lo se for consumido. Não venda o prato, venda a companhia e as experiências durante a refeição. Não venda o automóvel, o veículo em si, venda os locais onde ele poderá chegar ao adquiri-lo. Não venda a roupa ou a moda, venda a ocasião onde esta roupa vai ser usada e o que ela poderá suscitar para quem a vestir. Entendeu a diferença? Estes são os milenials. E agora a melhor parte: eles estão com grana pra comprar o seu produto. Dê seu show.
Usuários devem atualizar o WhatsApp para se proteger de hackers. Foto: Pixbay
O WhatsApp alertou todos os usuários sobre uma falha no sistema que permitiu que hackers tivessem acesso aos dados armazenados nos celulares. A única forma de se proteger do ataque, segundo a empresa, é fazer a atualização do aplicativo.
Para atualizar o app em celulares Android, acesse o Play Store e procure pelo WhatsApp na barra de buscas. Em seguida, clique no botão atualizar. O ideal é estar conectado com uma rede Wi-Fi ao invés de usar uma conexão 4G. Isso fará o download ser muito mais rápido.
Celulares com sistema operacional Android e iPhones devem ser atualizados. Foto: Reprodução
No caso dos iPhones, acesse a App Store e siga o mesmo passo a passo. Procure pelo WhatsApp na barra de buscas e clique em atualizar.
Como era o golpe?
Os hackers faziam uma ligação pelo WhatsApp para o telefone de uma vítima. Mesmo que a ligação não fosse atendida, um vírus era instalado no celular.
Em muitos casos, a chamada desaparecia do histórico do aparelho sem deixar nenhuma pista. Por isso, muitos usuários não suspeitavam que tiveram o aparelho invadido.
Serão R$ 242 milhões injetados na economia do Estado nesta quarta-feira (15) com o pagamento de 54% da folha do Estado referente ao salário integral dos servidores da Segurança Pública e do funcionalismo que recebe até R$ 5 mil, e ainda 30% para quem recebe acima desse valor.
Os outros 43% (R$ 203.7 milhões), que corresponde aos 70% restantes de quem recebe acima de R$ 5 mil (valor bruto) e o salário integral dos órgãos com receita própria, serão depositados também dentro do mês, no próximo dia 31, num total de R$ 445,7 milhões, incluso o acréscimo salarial aos servidores da Educação.
Ainda no dia 31 de maio será depositado o pagamento do décimo terceiro de 2017 para quem recebe até R$ 12 mil. Serão 6.378 beneficiários ou 85,3% do total. E em 28 de junho, recebe quem ganha mais de R$ 12 mil, correspondente a 1.096 beneficiários ou 14,3%.
Todos esses servidores são aposentados e pensionistas e já tinham recebido parcela de R$ 5 mil da gestão passada, quando o Governo iniciou o pagamento escalonado, mas não concluiu a folha, deixando pendentes R$ 30,23 milhões. Com o acréscimo de R$ 1,7 milhão de correção monetária, o valor chega a quase R$ 32 milhões.
Na primeira semana de junho está previsto o novo pregão eletrônico para antecipação dos royalties de julho deste ano até dezembro de 2023. Com esse recurso o Executivo pretende recompor a dívida com o fundo previdenciário construída na gestão passada. Outras ações, como a venda da folha do Estado também estão previstas para os próximos meses, como forma de amortizar as outras três folhas em atraso.
OS COMUNISTAS DEFENDEM OS LADRÕES DE ESTIMAÇÃO COMO SE FOSSEM AS PESSOAS MAIS HONESTAS DO MUNDO. PERDERAM O SENSO CRÍTICO, PERDERAM A ÉTICA, MORALIDADE COM A COISA PÚBLICA. QUEREM SE DAR BEM NA VIDA, ENRIQUECEREM COM O DINHEIRO PÚBLICO, AUMENTAR O PATRIMÔNIO, SUBIR NA VIDA, ESTÃO POUCO SE LIXANDO COM OS TROUXAS, MILITONTOS, MANÉS,… O BRASIL NÃO CRESCE MAIS PORQUE ROUBARAM MUITO, O BRASIL ESTÁ ESTAGNADO, FALIDO, O BRASIL FOI ROUBADO PELOS GOVERNOS DO PT DURANTE 13 ANOS. 13 ANOS DE ROUBOS ININTERRUPTOS,….
Dona do animal de estimação afirmou que gata não incomodaria vizinhos. Foto: Hypeness
A 3ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) deverá julgar nesta terça-feira (14) uma disputa entre uma moradora e o prédio onde reside pela proibição de seu animal de estimação, a gata Nina.
O caso está na pauta para julgamento do STJ, que é a última instância antes da Justiça brasileira antes do STF (Supremo Tribunal Federal). O Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva decidiu que o recurso da dona da gata era merecedor de maior análise da Corte.
A dona do gato recorreu argumentando que, mesmo com a legislação brasileira afirmando que as determinações de condomínios em relação à presença de animais de estimação devem se sobrepor às vontades individuais de cada morador, era justo que a gata vivesse no prédio, por não apresentar “nenhuma interferência ou perturbação na saúde e sossego dos demais moradores”.
Para sustentar o argumento, a defesa citou o artigo 1.228 do Código Civil, sobre propriedade, que diz que “o proprietário tem a faculdade de usar, gozar e dispor da coisa”.
Acho que se o estatuto do condomínio permite, tudo bem, mas, caso contrário, acho que deveria ser proibido, eu mesmo gostaria de morar em um condomínio que não tivesse gatos e cachorros.
A Lei Maria da Penha prevê, a partir de agora, a aplicação de medidas protetivas de urgência a mulheres ou a seus dependentes ameaçados de violência doméstica ou familiar. O Diário Oficial da União publica nesta terça-feira (14) a lei sancionada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, com as alterações que darão mais rapidez nas decisões judiciais e policiais.
De acordo com nova norma, quando constatada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da mulher, ou de seus dependentes, o “agressor será imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência” com a vítima, medida que pode ser adotada pela autoridade judicial; pelo delegado de polícia; ou pelo policial, quando o município não for sede de comarca e não houver delegado disponível no momento da denúncia.
A lei prevê também que, quando a aplicação das medidas protetivas de urgência for decidida pelo policial, o juiz deve ser comunicado, no prazo máximo de 24 horas, para, em igual prazo, determinar sobre “a manutenção ou a revogação da medida aplicada, devendo dar ciência ao Ministério Público (MP) concomitantemente”. Antes das alterações, que passam a valer a partir desta terça-feira, o prazo era de 48 horas.
Diz ainda que as medidas protetivas têm que ser registradas em banco de dados mantido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), garantido o acesso do MP, da Defensoria Pública e dos órgãos de segurança pública e de assistência social, com vistas à fiscalização e à efetividade das medidas de proteção. No caso de prisão do agressor e, em havendo risco à integridade física da vítima ou à efetividade da medida protetiva de urgência, não será concedida liberdade provisória ao preso.
Açude Torrão, no município de São Vicente, distante 194 km de Natal, entra sangria e leva alegria ao cidadão local no interior potiguar. Registro nesta terça-feira(14).
O parto natural não conta com uso de anestesia, analgésicos ou hormônios. Foto: Arquivo Pessoal
O parto natural, definido como procedimento com o mínimo de intervenções possíveis, tem apresentado maior procura, segundo a obstetra Carolina Burgarelli, da Maternidade Pro Matre Paulista. “O aumento de procura se dá por uma mudança cultural que vem ocorrendo em todo o mundo em que a paciente quer passar pelo processo do parto e participar das decisões daquele momento”, afirma.
Entre as famosas que já realizaram partos naturais estão a modelo Gisele Bündchen e a apresentadora Bela Gil.
Esse tipo de parto é feito sem a aplicação de anestesia, sem analgésico para dor, sem hormônios para estimular as contrações, como a ocitocina, sem a realização de incisões para ampliar o canal de parto e sem qualquer intervenção médica, dentro dos parâmetros de segurança para mãe e bebê.
Carolina afirma que, no parto natural, assim como recomendado para qualquer parto vaginal, a gestante deve se acomodar da maneira que se sentir mais confortável, seja sentada, de cócoras ou deitada. E ressalta a importância do acompanhamento do obstetra durante o parto. “O obstetra deve ficar junto monitorando o batimento cardíaco do bebê por uma questão de segurança para evitar o sofrimento fetal, por exemplo”, explica.
De acordo com a obstetra Thelma Figueiredo, do Hospital da Mulher e Maternidade Santa Fé, em Belo Horizonte, a diferença entre o parto normal e o parto natural é que o primeiro pode contar com interferências e auxílio médico, enquanto o natural é realizado totalmente pelo esforço materno. “O obstetra fica no local para casos de emergências obstétricas, mas o parto natural é realizado como se ele não estivesse ali”, afirma.
A obstetra explica que não é recomendado realizar o parto natural em casa, pois o local não tem estrutura para situações emergenciais, como em casos em que a mãe desiste de continuar com o procedimento de maneira maneira natural, sofrimento fetal, cordão umbilical enrolado no pescoço do bebê e outras complicações. Segundo Carolina, o ideal é realizar o parto em ambientes mais seguros, como maternidade ou casa de parto.
“Caso a evolução do trabalho de parto fique estagnada, são tomadas algumas medidas que podem ajudar, como banho de aspersão e exercícios na bola. Se as medidas não surtirem efeito, o tempo intraparto se exceder dentro do limite de segurança e o bebê entrar em sofrimento, a possibilidade de uma cesariana deve ser discutida com a paciente”, afirma a ginecologista da Maternidade Pro Matre Paulista.
Carolina aponta que os benefícios do parto natural são menor risco de sangramentos e infecções, estímulo aos hormônios, melhora na amamentação e recuperação mais rápida.
O tempo de duração do parto natural é variável entre as mães. Carolina afirma que a fase de latência pode demorar até três dias e, assim que a mãe entra em trabalho de parto ativo, a velocidade da dilatação deve ser de um centímetro por hora, em média, com mais duas ou três horas para atingir a dilatação total, de 10 cm de abertura, até o nascimento do bebê.
Entre as recomendações para a realização de parto natural estão a posição do bebê, que deve estar com a cabeça para baixo, ter tamanho e peso proporcionais à pelve da mãe, não sendo mais que 4 kg, não ser um bebê prematuro e a mãe estar em boas condições de saúde.
O termo parto humanizado se refere aos procedimentos em que são respeitados os desejos e a saúde da mulher e engloba o parto natural e o parto normal (via vaginal, mas com intervenção de medicamentos).
O capitão Styvenson Valentim (Podemos-RN) é o senador mais votado do Rio Grande do Norte nas eleições de 2018. Imagem: Diego Bressani/UOL
“Defendo que todos os policiais façam exame toxicológico”, afirma o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) em entrevista ao UOL. “Sabe por quê? Você sabe quantos policiais hoje estão segurando um fuzil 5.56, uma calibre 12, que usam crack? Que cheiram cocaína? Sabe por que não sabemos qual é esse número? Porque não é feito o exame toxicológico obrigatório. Pode acreditar que não são poucos.”
Para provar que não fala da boca para fora, Styvenson, que é capitão da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, publicou recentemente seu exame toxicológico em suas redes sociais (os resultados foram negativos), e defende que seus colegas façam o mesmo. “Falo por mim, mas qual o motivo de quem não quer fazer isso? Qual o problema? O que tem para esconder? “, questiona.
“Fiz para mostrar que não sou usuário de drogas e tenho capacidade de trabalho. Eu defendo que a população exija retidão e capacidade e moralidade de todos os seus representantes. Agora, ninguém me exigiu isso não”.
“Como que você vai atuar na rua, no policiamento, muito doido? Primeiro que o policial que está na rua lidando com o público não pode estar alterado, drogado, para não colocar a população em risco. Segundo, é que um cara desse pode ser também corrupto. vai prender um traficante e tomar a droga dele”, afirma o capitão da PM, que atuou na força por 15 anos. Na opinião dele, um antidoping por amostragem, como é feito entre os atletas em competições oficiais, poderia ser estabelecido entre os policiais.
Exame toxicológico na escola
Ele conta que quando codirigiu uma escola militarizada (gerenciada em parceria entre estado e militares) na periferia de Natal, implantou o exame toxicológico por amostragem entre os alunos. “Se você sabe que vai ser testado, isso já tem um efeito de dissuasão né”, acredita. Ele diz que na época a ideia causou polêmica — a medida não tem amparo legal e nenhum estudante pode ser obrigado a fazer um exame do tipo em escolas públicas — mas no final a comunidade aprovou o estilo dos PMs na cogestão da escola. O resultado é incerto. “Nunca pegamos ninguém no teste.”
“Robocop” apreendeu carteira do próprio chefe
Famoso no Rio Grande do Norte como o “Robocop da Lei Seca”, apelido que ganhou pelo porte físico aliado ao rigor na aplicação de multas e apreensão de carteiras de habilitação quando comandava as blitz da Lei Seca em Natal, o capitão Styvenson é um fenômeno da chamada “nova política” — parlamentares e governantes eleitos no ano passado, notoriamente pregressos da área de segurança pública, que nunca tinham disputado uma eleição e nem tinham experiência na administração pública.
O capitão chegou a apreender a carteira de motorista do ex-ministro Henrique Eduardo Alves (MDB-RN) e do próprio comandante dele na PM.
O mais votado do estado
Styyvenson abandonou a PM e elegeu-se o senador mais votado do Rio Grande do Norte, com 745.827 votos pela Rede (já trocou a legenda pelo Podemos, após conversar com o senador Álvaro Dias). Na disputa, desbancou nomes tradicionais e fortes da política no estado, como o ex-ministro e ex-governador Garibaldi Alves Filho.
“Quando eu ganhei fiquei apavorado. Pode parecer arrogância e presunção, mas eu sabia que era o que a população queria. Eu praticamente fui obrigado a concorrer, na rua, nas redes sociais, todo mundo me pedia, foi algo natural”.
Projetos de lei
Montado no discurso da moralidade, o capitão elegeu como suas bandeiras no Senado a segurança pública e a educação — apresentou 18 Projetos de Lei em pouco mais de quatro meses, um volume expressivo.
A maioria relacionada a esses temas, mas não somente: melhora no rastreamento de projéteis de munição vendidos; uso do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para pagar faculdade, tratamentos médios e cirurgias; criação de critérios objetivos para penalizar empresas por crime ambiental; cotas para estudantes carentes no ensino técnico federal; condicionar a devolução da carteira de habilitação a motoristas que a perderam a avaliação médico-psicológica; entre outros medidas.
Por hora, o exame toxicológico para os policiais ainda não está entre os projetos do capitão. Mas o combate às drogas é feito em outras frentes.
Nova legislação para drogas
A prioridade de Styvenson neste início de mandato é o PLC 37/2013, já aprovado na Câmara e que tramita há seis anos no Senado. O texto endurece a legislação brasileira sobre drogas aumentando penas. O senador assumiu a relatoria nas comissões de Assuntos Econômicos e Assuntos Sociais da Casa.
Entre os pontos mais polêmicos, o projeto traz a previsão de internação compulsória de viciados e regulamenta a atividade das comunidades terapêuticas, criando políticas para tratamento e acompanhamento das vítimas de abusos de substâncias.
Para tentar evitar a aplicação de pena de tráfico a usuários, a proposta cria um atenuante na lei. O projeto prevê a redução da pena quando o acusado não for reincidente e não integrar organização criminosa, ou se as circunstâncias do fato e a quantidade de droga apreendida demonstrarem o menor potencial lesivo da conduta. Nesse caso, a pena deverá ser reduzida de um sexto a dois terços. A norma, contudo, continua sem estabelecer critérios objetivos. Segundo o relator, caberá ao juiz avaliar caso a caso.
Para Styvenson, definir uma quantidade aceitável para o usuário seria, na prática, legalizar as drogas. “Esse projeto não se trata do quantitativo, mas do acolhimento, do cuidado, de onde serão cuidados e como serão reinseridos. Eu entendo que colocar um quantitativo seria uma permissão hoje para o uso de drogas no nosso país”, afirma.
A matéria foi aprovada na quarta-feira (8) nas duas comissões onde é relatada por Styvenson, e agora segue para o plenário da Casa. “Foi uma vitória importante por que havia muita resistência a passar o texto original, como conseguimos. O principal deste projeto não é o endurecimento de penas e outros pormenores, e sim a criação de um sistema de tratamento que funcione e seja aplicado visando o bem das pessoas afligidas pelo problema do vício”, diz.
Discussão sobre FGTS e universidade particular
Esse começo de mandato também não foi livre de polêmicas: em reportagem da “Veja” publicada em abril, Styvenson foi apontado como representante do lobby das universidades privadas por conta do PL 1539/2019, apresentado por ele e que prevê o uso do FGTS para o pagamento de mensalidades universitárias — a família de sua mulher é dona de uma Universidade particular em Natal.
A permissão é uma reivindicação antiga da Anup (Associação Nacional de Universidades Privadas). De acordo com a reportagem da revista, o PL é uma articulação da associação.
Styvenson refuta a ligação. “Meu sogro é dono de uma universidade sim, mas não precisa da minha ajuda e isso não tem nada a ver. O projeto trata, principalmente, do uso do FGTS para cirurgias”, diz ao UOL.
O senador subiu ao plenário da casa para se defender. “A quem interessa impedir um maior acesso do trabalhador ao seu FGTS se o dinheiro já é dele? A quem interessa impedir que o FGTS seja utilizado para educação do trabalhador, como meu projeto prevê? A quem interessa, deixar o trabalhador sempre à mercê — agora falando de saúde — de uma impossibilidade, de uma insuficiência ou baixa produtividade de resposta do SUS? A quem interessa ver o trabalhador cada vez mais vulnerável?”, questionou ele no discurso.
O projeto ainda não tem prazo para ser apreciado no Senado.
O capitão cumprindo à risca seu papelão em Brasília. Aliás, nas últimas eleições o RN elegeu sua pior bancada de todos os tempos. E de quebra ainda ganhou de presente um João da Prata.
Tenho algumas perguntas caro SENADOR de onde saíra o dinheiro para a realização destes exames? Do SUS? Da sua cartola?
Bem, todos os potiguares sabem bem do sucesso midiatico deste SENADOR. A segurança potiguar está na UTI a anos esperavamos açoes mais efetivas da bancada potiguar. A pm potiguar não conta com orçamento proprio, estrutura ineficiente, efetivo nanico, material de uso individual inexistente ai me aparece este senhor dando declarações bombasticas.
Outro fato curioso se o EX CAPITÃO fala com tanta propriedade presenciou algum fato que deveria ter coibido com rigor, nas entrelinhas fica duvida se foi omisso.
Vc tem que concordar que entre um drogado com arma na mão e a falta desse, mais prudente e menos arriscado é que ele não esteja na rua, pois drogado com uma arma letal, cresce enormemente o risco de cometer uma insanidade.
Agora que está na Corte em Brasília,resolveu dedurar os colegas de farda, que no mais das vezes por causa dos baixos salários e condições adversas de trabalho devem utilizar uma cervejinha ou whisky para relaxar do stress. Agora chegar a dizer que os colegas utilizam crack e cocaína,ele deveria nominar quem conhece e que faz uso dessas drogas,pois ele era um comandante e tinha a obrigação de fazer. Ou não tinha?
Corretíssimo senador, tem que defender a sociedade de um doente, se é viciado em drogas ou álcool, tem que ser afastado pra se tratar. Com uma limpeza dessa, com certeza, o nível da aprovação da instituição irá subir. Credibilidade só com policiais sadios.
Pelézão, já começou fazendo o exame por vontade, como mesmo se falou, é válido se forem testes supresas e aleatórios. Sabemos que o que você curte não é drogas, é mais fama e dinheiro. Isaac Leão assumiu a lei seca, faz diversas blitzs, e não tem 10% da tua mídia, isso é que é ser servidor.
As inscrições para o concurso de estágio voltado a alunos de Direito e destinado a preencher cadastro de reserva para as procuradorias da República em Natal, Mossoró (PRMs Mossoró e Assu), Caicó e Pau dos Ferros começaram nessa segunda-feira (13). O prazo de inscrições segue até 24 de maio (às 16h) e, para participar, o estudante deve estar matriculado em uma das instituições conveniadas (ver lista abaixo) e não concluir a graduação este ano. Além disso, caso seja aprovado e venha a ser convocado, quando do momento da contratação o candidato deverá ter concluído no mínimo o 3º ou 4º semestre do curso – a depender da duração total do mesmo.
Para inscrever-se, o candidato deve preencher o formulário disponível no site do MPF/RN (aqui) e confirmar a inscrição enviando um e-mail com cópias dos seguintes documentos em formato PDF: identidade; CPF; e declaração de matrícula. Caso pretenda concorrer às vagas para pessoa com deficiência ou minorias étnico-raciais, deve enviar também, respectivamente, o laudo médico ou a declaração específica (disponibilizada junto ao edital).
O conteúdo das provas e outros detalhes sobre as inscrições podem ser consultados no edital e todas as informações sobre o processo serão publicados no site do MPF/RN. O concurso prevê a realização de prova objetiva e discursiva, ambas marcadas para 16 de junho, das 9h às 13h. A prova objetiva terá 40 questões de conhecimentos específicos em Direito, valendo 0,25 cada questão correta. Serão eliminados aqueles que não obtiverem nota total igual ou superior a 5,0.
Somente terão as provas discursivas corrigidas os candidatos que, na prova objetiva, obtenham classificação até a 110ª posição (para Natal), 60ª (para Mossoró/ Assu) ou 15º (para Caicó e Pau dos Ferros). A discursiva consistirá na “elaboração de dissertação, análise e interpretação e/ou elaboração de peça ou texto jurídico”, valendo de 0 a 10 pontos. A classificação final será estabelecida atribuindo-se peso 1 à prova objetiva e 2 à discursiva.
A aprovação não gera o direito à contratação do estagiário, que poderá ser ou não realizada, a critério da Procuradoria da República. Os aprovados e convocados irão estagiar 20 horas por semana, recebendo uma bolsa mensal de R$ 850, além de auxílio-transporte de R$ 7,00 por dia estagiado.
Para estimular a doação de leite materno e celebrar o Dia Mundial de Doação de Leite – 19 de maio-, a Maternidade Divino Amor vai promover no próximo dia 21, às 8 horas, um café da manhã para as doadoras que num gesto de amor ajudam a salvar vidas. O Banco de Leite Humano está necessitando de doações para suprir a demanda da UTI Neonatal.
De acordo com a enfermeira Isa Cristina de Lima Nobre Beto, a Maternidade Divino Amor conta hoje com 17 doadoras assíduas. “Temos um total de 2 litros de leite por semana, mas precisamos de 10 litros. Por isso, estamos tentando captar novas doadoras”, justificou a enfermeira.
A técnica Gisele Maria da Silva Rocha Alves explica que além do leite materno, também estão precisando da doação de frascos de vidro com tampas de plástico. “Nós aqui do Banco de Leite funcionamos como uma rede de apoio à amamentação. Captamos doadoras, pasteurizamos o leite e damos orientações através de rodas de conversas com as gestantes”, disse.
De 17 a 20 deste mês, a equipe do Banco de Leite da Maternidade Divino Amor vai promover momentos de sensibilização sobre a doação com o corpo não clínico (pessoal da recepção, maqueiros, lavanderia). E, em todas as quartas-feiras, às 8 horas, são realizadas rodas de conversas com a participação da educadora em saúde, Rosângela Vieira.
QUEM PODE DOAR?
Algumas mulheres quando estão amamentando produzem um volume de leite além da necessidade do bebê, o que possibilita que sejam doadoras do banco de leite.
COMO DOAR?
A maternidade Divino Amor oferece todo o suporte para as mães que querem doar. Um carro com profissionais é disponibilizado para acompanhar e buscar a doação em domicílio. A doadora recebe todas as orientações necessárias. Nesse caso, especificamente, as mães precisam ser cadastradas.
Basta entrar em contato com o Banco de Leite da Maternidade Divino Amor pelo telefone: 3272.4367, de segunda a sexta, das 7h às 19 horas.
COMO PREPARAR O FRASCO PARA COLETAR O LEITE HUMANO?
Escolha um frasco de vidro com tampa plástica, pode ser de café solúvel ou maionese. Retire o rótulo e o papelão, lave com água e sabão, enxaguando bem. Em seguida coloque em uma panela o vidro e a tampa e cubra com água, deixando ferver por 15 minutos. Escorra a água da panela e coloque o frasco e a tampa para secar de boca para baixo em um pano limpo, podendo usá-lo quando estiver seco.
O frasco com leite retirado deve ser armazenado no congelador ou freezer. O leite pode ficar congelado por até 15 dias.
O leite humano doado, após passar por processo que envolve seleção, classificação e pasteurização, é distribuído com qualidade certificada aos bebês internados.
Nesta terça-feira (14), os bairros do Alecrim, na zona Leste, e Nordeste, na região Oeste, recebem os serviços da Operação tapa buracos, da Prefeitura do Natal, e desenvolvida pela Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (Semov). O destaque é a aplicação de asfalto.
De acordo com o secretário Tomaz Neto, titular da Semov, as equipes do setor de Conservação estão com o serviço nas avenidas Felizardo Moura, no Bairro Nordeste, e Av. 04, no Alecrim. “E fechamos com asfalto na Av. Amintas Barros, no Morro Branco”, ressaltou o secretário de Obras Públicas.
Queria saber quem é o engenheiro da STTU que teve a brilhante ideia de fazer um retorno perto da Universal.
Será que esse "jêniu" não notou que isso vai travar o trânsito na BR?
Agora é descobrir que é o figurão que será beneficiado, porque ali nunca teve retorno e agora, de repente, querem fazer um, só pode ser para agradar alguém.
Rodrigo Maia, citado na delação de Henrique Constantino, negou ter recebido propina:
“Nunca me pagou nada, isso é mentira dele. Não tem como provar e vai ser mais um inquérito arquivado na justiça brasileira.”
E reforçou:
“Nunca tive relação com ele, nunca tive nenhum benefício deles.Como outras delações que já foram arquivadas, como da Odebrecht, essa vai ser arquivada também.”
Esses MAIAS sempre aprontando. O daqui no Arena das Dunas já o outro em delação ao MPF. Sinceramente canoniza esses caras,são verdadeiros Santos. Nunca deixam rastros são profissionais,Fernandinho Beira Mar não joga nem na escolinha deles!!
Mensagens trocadas entre dono da Gol Henrique Constantino e operador Lúcio Funaro para acertar propina Foto: Reprodução
Em sua delação premiada já homologada pela Justiça Federal , um dos donos da Gol , o empresário Henrique Constantino, revelou que usava expressões relacionadas a passagens aéreas para conversar sobre pagamentos de propina com o operador financeiro Lúcio Funaro . Constantino entregou cópias de mensagens trocadas via celular com Funaro, em material de sua delação obtido pelo GLOBO.
As expressões eram usadas para definir quais seriam as empresas de fachada de Funaro que receberiam os pagamentos de propina de Constantino, destinados ao grupo político do MDB.
“Outras vezes, eu mesmo fui questionado por Lúcio Funaro sobre os pagamentos, como pode ser comprovado pela troca de mensagens abaixo, na qual utilizamos termos como ‘passageiros’, ‘reservas’, ‘localizador’, ‘bilhetes’, ‘taxa de câmbio’ etc., como metáforas aos nomes das empresas que eram utilizadas à emissão de NF’s (notas fiscais) e aos pagamentos efetivos”, descreve Constantino em um dos anexos de sua delação.
Em mensagem de 1º de agosto de 2013, o empresário pede para Funaro:
“Você pode me mandar os dados da pessoa para a reserva da poltrona? Favor mandar para mim na Funchal. Abs.”
No dia seguinte, Funaro lhe envia os dados e manda uma mensagem para confirmar:
“Recebeu a lista com o nome dos passageiros que te mandei?”
Constantino dá uma resposta positiva:
“Recebi. Assim que concluir as reservas, te passo o localizador e a taxa de câmbio. Abs.”
O empresário também anexou à sua delação trocas de e-mails entre sua secretária e uma funcionária de Funaro, nas quais acertavam valores e pessoas jurídicas para transações bancárias. “Era comum Lúcio Funaro questionar sobre o andamento dos pagamentos indevidos. Algumas vezes por meio de nossas secretárias, por e-mail”, contou o empresário. Funaro também fez acordo de delação premiada com o MPF, há dois anos, e foi o primeiro a relatar os repasses de propina de Constantino.
A delação de Constantino foi assinada no dia 25 de fevereiro com a Força-Tarefa Greenfield e revelada ontem pelo GLOBO. O empresário relatou acertos de propina com políticos do MDB, fez acusações ao ex-presidente Michel Temer (MDB) e se comprometeu a pagar indenização de R$ 70 milhões aos cofres públicos.
CLEPTOCRACIA : É UM TERMO DE ORIGEM GREGA QUE SIGNIFICA, LITERALMENTE, GOVERNO DE LADRÕES CUJO OBJETIVO É O DO ROUBO DE CAPITAL FINANCEIRO DE UM PAÍS E DO SEU BEM-COMUM.( É O QUE ACONTECEU COM O BRASIL NOS GOVERNOS DO PT) SIGNIFICADO COMPLETO DO QUE É CLEPTOCRACIA NO WIKIPEDIA.
Uffffa, ainda bem que a corrupção acabou . Agora podemos relaxar (SQN) !!!
Correção ! Propina destinada ao MDB ( PMDB) .
CLEPTOCRACIA. CORRUPÇÃO SISTÊMICA. CORRUPÇÃO GENERALIZADA. NA ERA PT FOI ROUBO SAINDO PELO LADRÃO, PELO RALO DA CORRUPÇÃO. BILHÕES DE REAIS ROUBADOS DO POVO BRASILEIRO, MALAS DE DINHEIRO, CAIXAS DE DINHEIRO 56 MILHÕES DE REAIS DE GEDEL.
A atual gestão da Caixa herdou do governo petista contratos milionários de prestação de serviços realizados sem licitação. O presidente do banco, Pedro Guimarães, já sinalizou que pretende rever pelo menos dois desses contratos.
O primeiro foi realizado com a processadora de cartões pré-pagos HUB, empresa de Carlos Wizard, amigo de Lula. A Caixa tentou comprar parte da empresa, mas não obteve o aval de órgãos reguladores. Mesmo assim, a HUB continua prestando serviços — sem concorrência — para o banco, como a confecção do cartão Construcard.
O segundo contrato na mira da atual gestão envolve o programa Vantagem, que desenvolve incentivo para os funcionários do banco. Trata-se do único fornecedor da Caixa nessa área remanescente da era petista. Para fugir da licitação, são utilizadas agências de promoção, que, por sua vez, compram os pontos diretamente do Vantagem em favor do banco, sem passar pelo processo licitatório.
O Vantagem é dirigido por Ivanildo Junior, executivo que tem bom trânsito com vice-presidentes do banco, em razão de sua ligação com a Associação dos Economiários Aposentados de Brasília (Fenae), entidade que fez bons negócios com as áreas de seguro e micro-crédito da Caixa. Vale registrar que após os governos petistas, Ivanildo se aproximou bastante de Moreira Franco, que foi VP da Caixa.
Pois é! Isso, os tontos não querem aceitar. Ora, a dor de barriga é sempre consequência de algo. Será que assim os encantados acordam?
É.
Antes de 2002, era tudo lindo por aqui. Tudo certinho e todos ricos.
Não havia corrupção, roubos, sonegação, desvio de dinheiro público, etc.
Eramos mais honestos do que a Suécia e Suíça, juntos.
Ae, o PT resolveu fazer muitos concursos para PF, para MP e para Justiça, e a vida boa acabou.
Saudades do engavetador-geral dos tempos de FHC,
Saudades do tempo que a PF era apenas uma sigla de Prato Feito.
O Via Certa Natal destaca o capotamento sem detalhes de um veículo de passeio na ponte Newton Navarro nas primeiras horas da manhã desta terça-feira(14). Em decorrência, o trânsito ficou lento no local por conta dos curiosos diminuindo a velocidade. As imagens são de Richardson Barbosa/Via Certa Natal
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta terça-feira (14) a operação Máfia Capital. A ação apura fraudes na contratação de veículos, maquinário e pessoal para coleta de lixo na cidade de Caicó com o cometimento dos crimes de organização criminosa, fraude a licitações, peculato e corrupção ativa e passiva.
Núcleos empresarial e administrativo
Devido à complexidade da forma como os envolvidos cometeram os crimes, o MPRN sistematizou as condutas atribuídas a cada um dos investigados. A Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Caicó desvendou a existência de “clara corrupção e fraude no processo de contratação de caçambas, por intermédio da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Urbanos de Caicó”. A investigação aponta que, inicialmente, Clélio José de Sena Filho atuou de forma isolada para corromper Abdon Maynard. Posteriormente, houve a atuação de um núcleo empresarial integrado por Luiz Guilherme Salzano Leite, que ostenta a posição de controlador da empresa Viacon; e outras cinco pessoas, todas investigadas pelo MPRN.
Na Secretaria de Infraestrutura e Serviços Urbanos de Caicó, foi detectada a corrupção de agente público, que passou a ser denominada como núcleo administrativo. Esse núcleo promoveu a fraude do procedimento licitatório de contratação de serviços envolvendo o fornecimento de caçambas para Caicó; o compartilhamento de informações sigilosas ou restritas com particular; e o direcionamento da contratação em favor da empresa Viacon. O núcleo administrativo era composto unicamente por Abdon Augusto Maynard Júnior.
Para o MPRN, os investigados são membros de uma “complexa e bem estruturada organização criminosa, cujos líderes são empresários (núcleo empresarial) responsáveis por um grupo de empresas que, agindo em típica atividade de cartel, acertando e superfaturando preços, e pagando vantagens econômicas indevidas (propina) a funcionários públicos (núcleo administrativo), lograram contratar indevidamente com o Poder Público Municipal, às custas de licitações indevidamente dispensadas e/ou fraudadas”.
As investigações apontam que “a contratação da empresa Viacon Construções e Montagens Ltda para realizar o serviço de coleta de lixo na cidade de Caicó, pelo período emergencial de 3 meses, está repleta de ilicitudes, que precisam ser apuradas mais a fundo, com a finalidade de averiguar o tamanho real do prejuízo aos cofres públicos, bem como o grau de participação e culpabilidade de cada um dos agentes envolvidos, sejam eles agentes públicos ou particulares”.
OBRIGADO, PAVIMENTADOR! GENEROSO.