Saúde

O remédio mais perigoso do mundo: ele vicia tanto quanto drogas ilegais, nos EUA, mata mais do que armas de fogo, e já começa a fazer vítimas no Brasil

“Uma amiga minha tomava o remédio, para um problema de dor, e me falou sobre ele. Resolvi experimentar. A sensação foi maravilhosa, como um orgasmo incrível. Eu me sentia anestesiada e muito feliz. No começo, tomava um comprimido por dia. Daí passei a tomar dois, três e hoje preciso de uma caixa inteira para conseguir o mesmo efeito. Se não tomo, passo mal demais. Fico com muita dor no corpo, tremedeira e uma diarreia horrível. Para conseguir o remédio, vou a um pronto-socorro e finjo que estou com muita dor. Se o médico não me dá, falsifico a receita. São coisas que eu jamais pensei em fazer. Mas a dependência é incontrolável. Tento parar e não consigo.”

Essa é a história de Fabiana*, uma recepcionista de 35 anos que mora em São Paulo. Ela se viciou em oxicodona, um remédio produzido por vários laboratórios e vendido com nomes diversos (os mais comuns são OxyContin, OxyFast e Percocet). É um analgésico semissintético parcialmente derivado de uma espécie de papoula, a flor usada para fazer ópio e heroína. Por isso, esse medicamento e seus similares naturais, como a morfina, são conhecidos como opioides.

Eles variam na potência, mas têm os mesmos efeitos: anulam qualquer tipo de dor física, provocam uma curiosa mistura de relaxamento e euforia e são extremamente viciantes. Tanto que, só nos Estados Unidos, 2 milhões de pessoas são dependentes deles, segundo dados do governo americano. É uma quantidade assombrosa de gente, o dobro do número estimado de viciados em crack no Brasil. Os opioides também matam – e muito. Só no ano passado, causaram 60 mil mortes nos EUA (incluindo as do cantor Prince e da atriz Carrie Fisher, a princesa Leia de Star Wars). É mais do que todas as vítimas de acidentes de trânsito e armas de fogo, somadas. Também é mais do que os mortos por aids no pico da epidemia de HIV, em 1995. Um problema tão gigantesco que, em agosto, o governo dos EUA classificou os opioides como “emergência nacional” e prometeu medidas para dificultar sua venda.

Mas como um remédio tão perigoso pôde chegar ao mercado e ganhar versões cada vez mais potentes, sem que ninguém fizesse nada? A resposta é surpreendente – porque é quase tão antiga quanto a própria humanidade.

*O nome foi alterado para preservar a identidade da paciente

Do Neolítico às farmácias

Em 3.400 a.C., os sumérios já extraíam um suco branco e leitoso da papoula, que chamavam de “planta da alegria”. Tumbas egípcias do século 15 a.C. contêm vestígios da substância, usada num ritual de sedação para o sonho eterno. Gregos e romanos também usavam a substância. Na Odisseia, Homero fala sobre uma tal nepente, a que ele se refere como “droga do esquecimento” – na verdade, um coquetel de ópio.

Com o tempo, o narcótico ganhou usos medicinais. No século 2, o médico grego Galeno o recomendava para curar coisas tão distintas quanto asma, epilepsia, tristeza e pedras nos rins. No século 16, o alquimista suíço Paracelso misturou a droga com álcool, almíscar e âmbar para criar um elixir contra tosse, insônia, dor e diarreia – o láudano –, que era vendido nas farmácias sem receita até o início do século 20. Claro que nem todos os usuários tinham problemas de saúde. Muitos só queriam se divertir. Os chineses, por exemplo, gostavam de fumar ópio. E viraram os maiores consumidores do mundo, inclusive porque foram forçados a isso.

No século 18, a Inglaterra importava cada vez mais seda, chá e porcelana da China, pagando a conta com ouro e prata. Mas, como não tinha um produto de exportação para equilibrar a balança, a sangria só aumentava. A solução foi o ópio. Os ingleses produziam a substância na Índia e vendiam para os chineses. Mas ela fez tanto estrago que acabou proibida pelo imperador. Então os ingleses se aliaram a traficantes, que levavam a droga escondida. Deu muito certo: o consumo chegou a 2.500 toneladas por ano, com 12 milhões de chineses viciados. O problema levou a duas guerras entre China e Inglaterra, ambas vencidas pelos britânicos. A dinastia Qing foi obrigada a abrir os portos e engolir a legalização do ópio. De quebra, perdeu Hong Kong.

80 milhões de brasileiros sofrem de dor crônica, segundo estimativa do fabricante do OxyContin. É um mercado potencialmente enorme. (Zé Otávio/Superinteressante)

Apesar disso, ninguém sabia explicar de onde vinham os poderes da papoula. O alemão Friedrich Sertürner matou a charada: no começo do século 19, ele conseguiu isolar o princípio ativo da planta e o batizou de morphium – alusão a Morfeu, o deus grego dos sonhos. A morfina se encaixa nos chamados “receptores opioides”, que estão presentes em várias regiões do cérebro e normalmente são ativados pelos analgésicos naturais, produzidos pelo próprio organismo, como a endorfina. Ela funciona do mesmo jeito – só que é muito mais forte. Friedrich testou-a em cobaias e em si próprio. Sentiu euforia, náuseas e depressão. Ficou assustado e advertiu: “É meu dever chamar a atenção para os terríveis efeitos dessa nova substância.”

Ninguém deu bola. Na década de 1820, a morfina já era sucesso de vendas na Europa e nos EUA, graças ao baixo custo e à ação potente. “Pela primeira vez, os médicos podiam prescrever doses precisas”, escreve o britânico Martin Booth no livro Opium: A History (sem versão em português). De lá para cá, a indústria farmacêutica foi desenvolvendo analgésicos opioides cada vez mais fortes. Entre eles, a oxicodona, que foi criada por cientistas alemães em 1917 e usada para anestesiar soldados feridos na 1a Guerra Mundial.

Os opioides sempre tiveram seus riscos. Mas a medicina sempre conseguiu utilizá-los com certa segurança para tratar casos de dores graves, como as causadas por câncer, grandes queimaduras ou traumatismos. Nesses casos, eles continuam a ser indicados. “Se a medicina indica, os opioides devem ser usados, sim”, diz o psiquiatra Danilo Baltieri, professor da Faculdade de Medicina do ABC e especialista em dependência química.

Nem todo mundo que toma um opioide vai se viciar. Basta que ele seja prescrito e usado com cautela. Só que, a partir da década de 1980, isso mudou – graças a um tremendo mal-entendido.

Como a papoula é cultivada e processada

(Zé Otávio/Superinteressante)

1. A plantação
A papoula (Papaver bracteatum) é cultivada legalmente em lavouras na Austrália, na Espanha e na França. Ela é parente da P. Somneferum, usada para fazer ópio, mas não contém morfina.

2. A colheita
O agricultor seca e mói as flores, que se transformam num pó. Esse pó é vendido para laboratórios farmacêuticos.

3. O processamento
O laboratório extrai uma substância, a paramorfina (também conhecida como tebaína), do pó. Ela não é analgésica.

4. A transformação
A paramorfina é misturada com acetato de sódio, tolueno e peróxido de hidrogênio. Após uma série de reações químicas, ela vira oxicodona: o princípio ativo dos analgésicos opioides.

5. A montagem
A oxicodona é misturada com excipiente (pó inerte) e prensada no formato de comprimidos. O laboratório pode incluir outras substâncias na fórmula, como naloxona (que reduz a potência do opiáceo).

Para tudo e para todos

Em 1980, o médico Hershel Jick, da Universidade de Boston, teve a ideia de fazer um estudo sobre os analgésicos usados em hospitais. Ele avaliou os registros de 11.882 pacientes que haviam sido tratados com opioides – e constatou que apenas quatro deles haviam se viciado nesses remédios. Uma porcentagem baixíssima: 0,03%. “Nós concluímos que, apesar do amplo uso de narcóticos em hospitais, o desenvolvimento de dependência é raro”, escreveu em seu artigo científico. O trabalho de Hershel passou batido até 1986, quando foi citado na revista médica Pain, da Sociedade Americana de Dor. Daí tudo explodiu. Médicos, cientistas e – claro – laboratórios farmacêuticos começaram a usar os dados de Hershel para dizer que os opioides não eram perigosos e podiam ser receitados numa boa para diversos tipos de dor.

Por essa lógica, todo mundo que tinha algum tipo de dor crônica (não só os pacientes com casos graves) poderia tomar esses remédios. A imprensa logo embarcou na história e publicou uma série de reportagens exaltando a segurança e a eficiência daqueles produtos maravilhosos. Nos anos 1990, uma nova doutrina começou a ganhar força entre os médicos: em vez de apenas reduzir a dor crônica, como até então se fazia, o ideal era acabar com ela. Afinal, se existem analgésicos tão eficientes, e aparentemente tão seguros, por que não?

Só que todo mundo ignorou o óbvio: o estudo do Dr. Hershel era sobre pacientes internados, que recebiam doses rigidamente controladas dos remédios. Uma situação completamente diferente de pegar uma caixinha na farmácia. Ninguém sabia como as pessoas iriam se comportar quando pudessem levar aqueles medicamentos para casa e tomar o quanto quisessem. Começava, ali, a epidemia que iria espalhar viciados pelo mundo – inclusive no Brasil.

“Nós temos visto cada vez mais casos. Em geral, são problemas gravíssimos”, diz o psiquiatra Arthur Guerra, coordenador do Programa de Álcool e Drogas da Faculdade de Medicina da USP. “As pessoas imaginam que só o crack destrói as pessoas. Mas os dependentes de opioides também chegam destruídos ao consultório”, confirma Danilo Baltieri. A pessoa deixa de trabalhar e estudar e passa a viver em função do remédio, chegando a cometer crimes para conseguir dinheiro e comprar o medicamento. Em alguns casos, também são viciados em outras substâncias. “Antes do OxyContin, eu já bebia”, diz Fabiana. Sua voz tremia enquanto ela falava com a SUPER. É que, no dia da entrevista, ela tinha tomado menos comprimidos do que de costume, na enésima tentativa de parar. Fabiana é tratada por um médico que aceitou apresentá-la à SUPER, com a condição de que a identidade da paciente fosse preservada.

Em 2007, a Justiça dos EUA entendeu que o fabricante do OxyContin enganou os médicos, pois subestimou os riscos do remédio, e condenou a empresa a pagar uma multa de US$ 634 milhões. Mas isso não foi o suficiente para frear a escalada dos opioides nos Estados Unidos. Ela alcançou o auge em 2012, quando os médicos americanos assinaram 289 milhões de receitas desses remédios. De lá para cá, com a pressão contra os opioides, o consumo caiu um pouco. Mas se mantém elevadíssimo: no ano passado, foram 245 milhões de receitas, o equivalente a uma caixinha de remédio para cada adulto do país. “Nós estamos na era dos comprimidos, e é difícil dizer não a pacientes desesperados”, diz o americano Ethan Nadelmann, fundador da ONG Drug Policy Alliance. “Também há médicos que não sabem tratar a dor, nem têm tempo para os pacientes. É mais simples receitar um comprimido”, afirma. Essa situação é agravada pelos planos de saúde, que preferem pagar por remédios a sessões de fisioterapia ou RPG (reeducação postural global), que são mais caras, mas poderiam resolver muitos dos casos de dor crônica. E pelos laboratórios também, já que eles têm interesse em lançar e vender novos analgésicos.

Com a queda nas vendas de opioides nos EUA, os fabricantes estão se voltando para outros países – entre eles, o Brasil. Nosso mercado é um filão largamente inexplorado, pois os médicos brasileiros não têm o costume, como os americanos, de receitar indiscriminadamente esse tipo de remédio (segundo a Sociedade Brasileira para Estudos da Dor, que reúne médicos especialistas no tema, o Brasil é um dos países com menor consumo de opioides per capita).

No ano passado, o laboratório Mundipharma, que produz o OxyContin, patrocinou um seminário no Rio de Janeiro. Tema: dores crônicas, e o uso de opioides para tratá-las. Foi um evento restrito a médicos, mas um repórter do jornal Los Angeles Times, que estava investigando a expansão internacional do OxyContin, teve acesso ao conteúdo. Um momento chama a atenção: a Mundipharma teria dito aos médicos presentes que 80 milhões de brasileiros sofrem de dor crônica.

(mais…)

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Polícia

PF prende ‘por acaso’ em condomínio na Zona Sul de Natal cearense procurado pela Justiça

A Polícia Federal prendeu hoje, 8/11, em um condomínio da Zona Sul de Natal, um cearense, 61 anos, técnico em refrigeração, suspeito de falsificação e uso de documento público.

A ação se deu em cumprimento de um mandado de prisão preventiva expedido pelo Juízo da 2ª Vara da Comarca de Aracati/CE e aconteceu meio que ‘sem querer’. Na verdade, a PF diligenciava buscando cumprir um outro mandado judicial que fora expedido pela Justiça Federal/RN, mas ao chegar no endereço descobriu que o homem havia se mudado.

De posse de um novo indicativo, os policiais localizaram um outro apartamento no mesmo condomínio, onde foram recebidos pelo atual morador, mas esse alegou desconhecer a pessoa procurada. Diante do fato, foi-lhe solicitado um documento de identificação e, após consulta, constava em seu nome, o mandado de prisão da Justiça Estadual do Ceará, em aberto.

Conduzido para a sede da PF, o preso está sob custódia, à disposição da Justiça, e aguarda transferência para o vizinho estado.

 

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Diversos

Celso Portiolli discute com internautas ao defender vinhetas de tom nacionalista lançadas pelo SBT : “A Venezuela fica logo ali”

As vinhetas de tom nacionalista lançadas pelo SBT nesta semana continuam repercutindo. Nesta quinta-feira (8), o apresentador Celso Portiolli discutiu com internautas e defendeu o uso das propagandas em sua conta pessoal no Twitter. As informações são site Notícias da TV.

Entre as vinhetas exibidas durante a programação do SBT, a que continua a mensagem “Brasil, ame-o ou deixe-o”, foi a que espantou os espectadores por remeter ao período da ditadura militar no país. Portiolli defendeu o comercial e usou emojis para ironizar o fato de deputados do PT terem acusado a emissora de “disseminar o ódio” com as vinhetas.

Portiolli ainda declarou que “para quem não ama o Brasil, a Venezuela fica logo ali”. Enquanto alguns seguidores o apoiavam, outros criticavam suas mensagens. Um deles, por exemplo, disse que era uma “triste colocação de alguém que admirava”, mas o apresentador disse que o fã realmente nunca gostou dele.

A campanha ganhou nesta quinta, uma nova versão, com a frase “Brasil acima de tudo”, um dos slogans usados por Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha presidencial.

Isto É

Opinião dos leitores

  1. E ficar com mimimí em Natal não dá, vai procurar um assentamento, mas lembra que PRODUZIR é PRECISO.

  2. Ainda bem que os que criticam a bela e real frase"Brasil, ame-o, ou deixe-o" não são brasileiros, são petistas, esquerdistas, psolistas, redistas, pedetistas e outros istas.

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Judiciário

Moro defende regras mais ‘duras’ para sistema prisional deixar de ser ‘leniente’ com detentos que praticaram crimes graves

O atual ministro da Justiça, Torquato Jardim (esq.), e o futuro chefe da pasta, Sérgio Moro (dir.) — Foto: Isaac Amorim/MJ

O futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, defendeu nesta quinta-feira (8) o “endurecimento” das regras para que o sistema prisional deixe de ser “leniente” com pessoas que praticaram crimes graves.

Moro deu a declaração em Brasília, após se reunir com o atual chefe da pasta, Torquato Jardim. Na opinião do futuro ministro, pessoas que cometeram homicídios, por exemplo, deixam a cadeia antes do tempo que ele acha que elas deveriam cumprir pena.

“Evidentemente, a questão carcerária é um problema e nós estamos refletindo sobre ela da forma mais apropriada. É necessário ampliar vagas, é necessário eventualmente ter um filtro melhor”, afirmou Sérgio Moro.

“É inequívoco que existe no sistema carcerário, muitas vezes, um tratamento leniente ao meu ver a crimes praticados com extrema gravidade, casos de homicídio qualificado de pessoas que ficam poucos anos presas em regime fechado. Para esse tipo de crime, tem que haver um endurecimento”, acrescentou.

Quando assumir o Ministério da Justiça , Moro passará a ser responsável pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, pela Polícia Federal (PF) e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), por exemplo.

Sérgio Moro chegou a Brasília nesta quarta (7) para iniciar a transição de governo.

Ele já se encontrou, por exemplo, com o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, e com o presidente eleito Jair Bolsonaro.

Corrupção e crime organizado

Sobre o pacote anticorrupção apresentado pelo Ministério Público e desfigurado pela Câmara, Moro disse que a ideia do novo governo é resgatar parte das propostas e “inserir coisas novas”.

O pacote está atualmente em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

“As dez medidas que foram apresentadas pelo Ministério Público estão dentro desse radar. Algumas dessas propostas serão resgatadas, outras talvez […] não são tão pertinentes como eram no passado e certamente há coisas novas que devem ser inseridas”, disse.

Questionado, então, sobre quais medidas podem ser alteradas com o aval do governo, Sérgio Moro disse que ainda analisa o tema, mas ressaltou que a ideia é um “plano forte, mas simples” para ser aprovado no Congresso “em tempo breve”.

“A ideia é um plano forte, mas simples, para que seja aprovado em um tempo breve no Congresso. Anti-corrupção e anti-crime organizado, são as duas prioridades da próxima gestão”, concluiu.

Nomeação

Até então responsável pelos processos da Operação Lava Jato no Paraná, Sérgio Moro aceitou na semana passada um convite de Bolsonaro para assumir o Ministério da Justiça.

A pasta unificará os ministérios da Justiça e da Segurança Pública, como era até fevereiro deste ano, quando o presidente Michel Temer decidiu dividir a estrutura em dois órgãos.

Segundo a assessoria do novo governo, Moro, que está de férias, será nomeado integrante da equipe de transição que atua em Brasília.

G1

Opinião dos leitores

  1. Aperta, aperta mesmo, pois tem gente que infelizmente só funciona assim. Veja no Japão, o cidadão tem todos os direitos possíveis, porém se cometer um crime e for condenado, perde todos os direitos, só tem direito de cumprir a pena

  2. Quanta educação no comentário de "Brasil é verde e amarelo", isso mostra o nível de debate, contrariou, usa palavras mais baixas.

  3. Não basta pedir desculpas como fez o Onyx Lorenzoni? Ou o pedido de desculpas só vale para crimes de corrupção dos ministros de Bolsonaro?

    1. Cala boca babaca ..o Lula está preso , que idolatra bandidagem pra mim é outro

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Esporte

Definidos os oito participantes do Campeonato Potiguar 2019

A segunda divisão do Campeonato Estadual 2018 foi encerrada nessa terça-feira (6) e terminou com a conquista do Palmeira de Goianinha. O Alviverde venceu a decisão da competição por 1 a 0, diante do Alecrim, e além do título ficou com a vaga de acesso para a primeira divisão do futebol potiguar.

Com isso, os oito integrantes do Campeonato Potiguar 2019 estão definidos. Participarão da disputa, ABC, atual tricampeão da competição, o América, o Globo, o Santa Cruz de Natal, o ASSU, o Potiguar de Mossoró, o Força e Luz e o Palmeira de Goianinha.

O Campeonato Potiguar 2019 está previsto para começar no dia 9 de janeiro. Agora, a Federação Norte-Riograndense de Futebol (FNF) trabalha para divulgar a tabela da competição.

Com informações do ABC e FNF

Opinião dos leitores

  1. Concordo amigo….de fato uma vergonha, oito clubes ? Isso não deveria existir. No estado existem várias cidades com estádios e certamente com condições de formar uma equipe caseira competitiva, o que, certamente, motivados o nosso combalido futebol. Na verdade estão acabando com ele.

  2. Esse campeonato é uma vergonha apenas 8 clubes onde vários querendo participar o que tá acontecendo?

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Diversos

Temer assina decreto que regulamenta novo regime automotivo

Na abertura oficial do Salão do Automóvel, em São Paulo, o presidente Michel Temer assinou nesta quinta-feira (8) o decreto denominado Rota 2030, que regulamenta o novo regime automotivo. A assinatura ocorreu horas depois de o Senado aprovar a medida provisória criando o programa. O projeto de conversão decorrente da MP ainda será sancionado pelo presidente.

O programa estabelece um novo regime tributário para as montadoras de veículos no país, que em contrapartida terão de investir em pesquisa e desenvolvimento de produtos e tecnologias. Temer afirmou que a medida representa um “grande avanço para o setor e para o Brasil”.

Bem-humorado, o presidente admitiu que estava “aflito” com a possibilidade de o Senado não aprovar a medida provisória e ele, ali no Salão do Automóvel, sair do local sob vaias. “[Mas]saio sob aplausos.”

Temer visitou os stands, destacou a tecnologia avançada presente nos automóveis e defendeu as parcerias entre o governo e a iniciativa privada para o desenvolvimento econômico para o país.

Segundo Temer, a partir do Rota 2030 haverá mais investimentos no país. “A próxima edição [do Salão do Automóvel] poderá exibir mais avanços”, disse o presidente, lembrando que o setor representa 4% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos pelo país).

Agência Brasil

 

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Política

Kleber Fernandes deixa Gabinete Civil em acordo com Álvaro Dias e integrará base do prefeito na Câmara

O vereador Kleber Fernandes vai retornar à Câmara de Vereadores de Natal.

Sua exoneração deve ser publicada no Diário Oficial do Município até o próximo sábado.

De acordo com o próprio vereador, através de assessoria de imprensa, quando assumiu o posto, em maio deste ano, ele e o prefeito estabeleceram que seria apenas por um período para ajudar no que tivesse a seu alcance.

Para Kleber, esse período chegou ao fim.

Na Câmara, deve ser da base de Álvaro Dias.

Opinião dos leitores

  1. O Prefeito, Álvaro Dias, tem que mudar a cara dessa gestão. Sob pena da população entender que ele é apenas um fantoche do Ex Prefeito, Carlos Eduardo. Manter o mesmo secretariado e os cargos comissionados da governo anterior será um erro que fatalmente custará sua reeleição.

    1. só lembrando dona Claudia, o ex Prefeito Carlos Eduardo nunca perdeu uma campanha aqui em natal para ninguém, além disso nessa ultima campanha deu uma lapada na adversária de 94mil votos amais, então não e bem assim, o ex prefeito Carlos Eduardo é muito bem aceito na cidade do natal.

    2. CE foi único que teve a coragem de montar equipes técnicas, daí parque foi eleito 4 vezes Prefeito de Natal com grandes votações, inclusive para o Governo teve quase 100.000 votos de maioria.

    3. Bem acerto claro que é! Uma prova é quantidade de votos em parte obtidos
      por ele, sabendo nós que tem alguns
      que lhe dados em razão da posição
      da sua opositora, agora desde que mundo é mundo o vice que herda o assunto principal, tem sim o seu total direito de fazer as reformas administrativas que lhe convier, pois só assim terá pessoas de sua confiança nos postos principais da sua gestão, fica muito difícil trabalhar com indicados do gestor que saiu.
      Outra coisa, quem pediu para sair foi Carlos Eduardo, então que leve junto os seus protegidos, Álvaro Dias não só tem direito de trocar como também se resguardar de uma puxada de tapete, coisa tão comum hoje em dia.

    4. No comentário da leitora Claudia ela não fez nenhuma crítica ao ex prefeito Carlos Eduardo caro J.Pedro, só colocou que se o Atual prefeito pensar em pleitear uma reeleição deve se fazer por merecimento e não parecer ser apenas alguém "teleguiado". Isso não significa dizer que tenha que desfazer ou tenha que entrar em rota de colisão, como vejo que muitos desejam, com o ex mandatário.

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Finanças

Momento para reajuste salarial do STF é inoportuno, diz Marco Aurélio

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello comentou hoje (8) o reajuste de 16,38% no salário dos ministros da Corte, aprovado na tarde de ontem (7) pelo Senado, e reconheceu não se tratar de melhor momento para a medida, embora se trate de uma “revisão” de inflação e não aumento, conforme frisou.

O projeto aprovado nesta quarta-feira tramitava no Congresso desde 2016, quando foi aprovado na Câmara. Ao assumir a presidência do Supremo, em setembro daquele ano, a ministra Cármen Lúcia decidiu que não era momento oportuno para o aumento, o que adiou a votação no Senado.

“Se já não era oportuno em 2016, hoje, com a situação econômica, financeira da União e dos Estados, muito menos”, afirmou Marco Aurélio, antes da sessão plenária do Supremo. Ele, no entanto, defendeu que se trata de uma reposição de perdas inflacionárias referentes ao período entre 2009 e 2014.

Questionado sobre se aprovar o aumento em período de alto desemprego não seria inadequado, Marco Aurélio respondeu: “Não vamos parar o Brasil porque ele está numa situação difícil econômica e financeira. Mas as instituições precisam continuar funcionando”.

Ontem, o mesmo argumento de reposição inflacionária foi utilizado pelo presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, e repetido nesta quarta pelo ministro Ricardo Lewandowski: “Nós temos uma defasagem e ela [a reposição] cobre uma parte dessa defasagem dos vencimentos dos juízes em relação à inflação”, disse Lewandowski.

Abordados, os demais ministros evitaram fazer comentários. Para a ministra Rosa Weber, quem deve responder sobre o assunto é Toffoli. Somente Celso de Mello, em breve declaração, lembrou ter sido voto vencido na sessão administrativa ocorrida em agosto, que aprovou a inclusão do reajuste no orçamento do Judiciário.

Naquela ocasião, a inclusão do reajuste no orçamento foi aprovada por 7 votos a 4. Além de Celso de Mello, votaram contra o aumento os ministros Edson Fachin, Rosa Weber e Cármen Lúcia.

Auxílio-moradia

Marco Aurélio argumentou que não há previsão em lei para o pagamento de auxílio-moradia a magistrados, hoje no valor de R$ 4,3 mil, indicando que o benefício deve ser retirado.

Nesta quarta, Toffoli declarou que uma vez aprovado o aumento nos salários dos magistrados, o tema do auxílio-moradia deve ser “enfrentado” pelo Supremo. O relator das ações que tratam do assunto, ministro Luiz Fux, não quis responder sobre o tema. Um assessor dele manteve a imprensa à distância.

Por força de uma liminar [decisão liminar] concedida por Fux em 2014, todos os magistrados brasileiros recebem hoje o auxílio-moradia, mesmo que possuam residência própria na localidade em que trabalham.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Pergunta para os Minions como votaram os políticos "comunistas" e o capitalistas. Coloca o placar aí blogueiro!

  2. Depois de aprovado é fácil opinar dessa forma.
    Por que não foi contra quando o projeto de Lei foi enviado?

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Saúde

90% das cirurgias de amigdalite são desnecessárias, diz estudo

(vitapix/Getty Images)

Você provavelmente conhece alguém que já fez cirurgia para retirar as amígdalas. O procedimento é tão comum que gerou até uma polêmica: afinal, é mesmo necessário tirar essa parte do corpo? Um estudo de junho deste ano mostrou que remover as amígdalas na infância pode triplicar o risco de doenças respiratórias como asma, pneumonia e gripe na vida adulta. Agora, uma pesquisa feita na Inglaterra crava uma afirmação ainda mais surpreendente: 9 em cada 10 operações para remover as amígdalas das crianças podem ser desnecessárias.

Antes de tudo, é bom lembrar o que são as tais das amígdalas: órgãos do sistema linfático localizados na garganta, que estão cheios de glóbulos brancos, ou seja, células de defesa. Durante a infância, quando o sistema imunológico da pessoa está em desenvolvimento, as amígdalas são essenciais no combate a agentes nocivos, como vírus e bactérias.

Os especialistas da Universidade de Birmingham alertam que o procedimento de retirada desses órgãos pode fazer mais mal do que bem. O estudo se baseou em um banco de dados que contém registros médicos de todo o Reino Unido, e analisou os dados registrados entre 2005 e 2016 a respeito de pessoas com até 15 anos. No total, foram considerados dados de mais de 1,6 milhão de pacientes. A equipe descobriu que, em poucos desses casos, havia sinais claros e inequívocos de que a operação era necessária.

Segundo os autores do estudo, essas evidências são basicamente duas: uma condição rara chamada PFAPA (que inclui não só inflamação nas amígdalas, mas também febre periódica, estomatite aftosa, faringite e adenite cervical) ou um padrão de episódios graves e frequentes de dores na garganta por causa das amígdalas.

Baseados nisso, os cientistas constataram que apenas 11% das crianças apresentavam os sintomas necessários para a cirurgia. O autor do estudo, Tom Marshall, disse que o procedimento é usado em excesso, pois “não há realmente uma base de evidências que diga que eles vão ver um benefício [se retirarem as amígdalas]. Os pacientes correm mais risco de ser prejudicados do que beneficiados”.

No Brasil, a cirurgia de amígdala também é extremamente comum. Segundo Fausto Nakandakari, otorrinolaringologista do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, o procedimento é indicado apenas quando há “amigdalites de repetição”, ou seja, 3 ou mais lesões graves em um período de 3 anos consecutivos; ou em casos de inchaço do órgão — quando ele acaba obstruindo as vias aéreas e causando ronco, apneia do sono ou respiração bucal. O médico afirma que uma cirurgia feita nessas condições é muito benéfica, pois evita que o paciente se submeta a um uso massivo de antibióticos.

Mas é essencial ter certeza que de fato há um problema que justifique a cirurgia — e não sair por aí retirando órgãos desnecessariamente.

Super Interessante

 

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Diversos

Operação Infarto: MPRN obtém na Justiça decisão para bloqueio de mais de R$ 2,7 milhões dos envolvidos

Foto: iStock-

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) obteve na Justiça da comarca de Santana do Matos decisão favorável para o sequestro e indisponibilidade dos bens móveis e imóveis de propriedade dos envolvidos no esquema desvendado. São eles: Lardjane Ciríaco de Araújo Macedo, Luelker Martins de Oliveira, Carlos Alberto da Cunha e Posto Cajarana Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes. Com isso, mais de R$ 2,7 milhões, referentes à soma entre o pretenso ressarcimento integral do dano (R$ 695.474,53) com o valor máximo da multa aplicável (R$ 2.086.423,59) deverão ficar à disposição da Justiça para ressarcimento ao dano causado aos cofres públicos.

A Operação Infarto foi deflagrada para descortinar esquema delituoso no âmbito da Prefeitura e Câmara Municipal de Santana do Matos, entre os anos de 2013 e 2016, através do qual servidores e agentes públicos se associaram a empresas para desviar recursos públicos através da contratação de serviços de locação de veículos.

Também em tal operação foi desvendado esquema de desvio de recursos públicos, onde a então prefeita de Santana do Matos, além do coordenador de Transportes, associados ao proprietário e funcionários do posto de combustíveis Cajarana, determinaram e realizaram abastecimentos de combustíveis em veículos de propriedade privada, com pagamentos feitos com dinheiro público. Além disso, pagaram diárias ilegais a motoristas, justificados com fictício abastecimento de veículos da frota municipal.

Entre janeiro de 2013 a agosto de 2016, o município de Santana do Matos efetuou pagamentos em prol da citada empresas no montante de mais de R$ 3 milhões, permitindo a prática das ilicitudes. A investigação iniciou com compartilhamento de provas da Operação Candeeiro que desvendou milionário esquema criminoso que desviava recursos do Idema.

O Juízo de Santana do Matos abriu prazo de 15 dias para que os demandados ofereçam manifestação escrita contra a decisão de bloqueio de valores.

 

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Finanças

Boletos vencidos de todos os tipos serão pagos em qualquer banco ou correspondente a partir de sábado

A partir do próximo sábado (10), boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer banco ou correspondente e não apenas na instituição financeira em que foram emitidos.

Isso será possível com a conclusão da implementação da Nova Plataforma de Cobrança (NPC), sistema desenvolvido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em parceria com os bancos.

Foto: (Valter Campanato/AgênciaBrasil)

Na última fase do processo, passa a ser obrigatório o cadastramento de títulos referentes a faturas de cartão de crédito e doações no novo sistema.

Segundo a Febraban, além da praticidade, a implementação da NPC torna o processo de pagamento via boleto mais seguro, sem risco de fraudes.

Outra mudança diz respeito ao comprovante de pagamento, que será mais completo, apresentando todos os detalhes do boleto, (juros, multa, desconto, etc) e as informações do beneficiário e pagador.

O projeto da Nova Plataforma de Cobrança começou há quatro anos.

Desde 2016 ele vem incorporando na sua base de dados os boletos de pagamentos já dentro das normas exigidas pelo Banco Central, ou seja, com informações do CPF (Cadastro de Pessoa Física) ou CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) do emissor, data de vencimento e valor, além do nome e número do CPF ou CNPJ do pagador.

A Febraban diz que essas informações são importantes para checar a veracidade dos documentos na hora de se fazer o pagamento.

Caso os dados do boleto a ser pago não coincidam com aqueles registrados na base da Nova Plataforma, ele é recusado, pois o boleto pode ser falso.

Para fazer a migração do modelo antigo de processamento para o atual, os bancos optaram por incluir os boletos no novo sistema por etapas, de acordo com o valor a ser pago.

Esse processo começou em meados do ano passado para boletos acima de R$ 50 mil (os de menor volume) e termina no dia 10 de novembro, com a incorporação dos boletos de cartão de crédito e doações.

A previsão inicial era que o processo fosse concluído em 22 de setembro. Entretanto, em junho deste ano, após dificuldades de clientes para pagar boletos, a Febraban alterou o cronograma.

Última fase

Com uma participação de cerca de 40% do total de títulos emitidos no país, os boletos de cartões de crédito e doações têm uma característica em comum: o valor a ser pago pelo consumidor pode não ser exatamente o que consta em cada boleto.

No caso dos cartões, porque há opções de pagamento, como valor mínimo, duas ou três parcelas. No caso das doações, ele também pode escolher um valor diferente do que está impresso no boleto.

Segundo a Febraban, da mesma forma que nas fases anteriores, se os boletos não estiverem cadastrados na base do novo sistema, os bancos irão recusá-los.

Se isso acontecer, o pagador deve procurar o beneficiário, que é o emissor do boleto, para quitar o débito ou solicitar o cadastramento do título.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

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Política

Bolsonaro pede às Forças Armadas indicação para Ministério da Defesa

Foto: ABr

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), contornou uma situação que poderia lhe render a primeira crise no Governo, a partir de janeiro, e no setor que mais admira: as Forças Armadas. Querido por muitos na Marinha, Aeronáutica e, em especial, no Exército (de onde é egresso), o general Augusto Heleno não é, no entanto, uma unanimidade no Estado Maior como indicado para ministro da Defesa.

Em agenda de emergência, oficialmente mostrando prestígio com as Forças, mas nos bastidores apagando incêndio, Bolsonaro visitou os três comandantes e solicitou que indicassem, então, um nome de consenso para o Ministério da Defesa. Apesar de uma pasta civil, o cargo é controlado pela turma do quepe.

Para driblar a situação delicada, coube ao General Heleno se antecipar e soltar à mídia que prefere ser nomeado para o comando do Gabinete de Segurança Institucional.

Coluna Esplanada

Opinião dos leitores

    1. Ele é o Presidente! Todos lhe devem respeito pela posição que conquistou! Não é um Capitão agora é um Presidente!

  1. A casa da mãe Joana. O bolsodoido é um joguete. Faz barulho mas não manda nada e não é respeitado. Triste do poder que não pode.

    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Quer que faça lista dos ministro do PT FICHA SUJA?
      Sabe qual era o critério do seu PT para nomear ao cargo de ministro? Ser corrupto e apoiar a corrupção. Se isso serve para você, chegou a hora de ir morar em Cuba. A partir de agora lugar de corrupto é na cadeia e seus apoiadores trabalhando, vai ter que produzir.
      Segue o choro…

    2. Só porque vai abrir a caixa preta do BNDES? Agora entra no bolo até a criadagem de luladrão. Kkkkkkk

    3. Aí fica difícil, se trabalha em parceria na base do diálogo é doido e não manda nada, se faz sozinho é prepotente, intolerante e ditador, de modo que é bom Jair se acostumando que o Brasil tem jeito e tem tudo pra ser uma grande nação. PT nunca mais. Tchau corruptos.

    4. O amigo Barcelona ta enganado…lugar de corrupto agora é na vaga de ministro do Mito dele.

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Diversos

Em São Gonçalo, prefeito Paulinho vistoria obras do município

O prefeito de São Gonçalo do Amarante/RN, Paulo Emídio (Paulinho) visitou, nesta quarta-feira (7), a obra de reforma do Ginásio Poliesportivo Vereador Lourival Florêncio de Morais, no bairro Amarante. O gestor é conhecido por vistoriar todos os serviços da prefeitura.

Em seu perfil no facebook, o prefeito publicou: “Ao subirmos na plataforma, verificamos que a estrutura do ginásio do Amarante está toda comprometida e com grande risco de desabamento. Iremos fazer todos os serviços e entregar o ginásio totalmente reformado ao nosso povo”.

Opinião dos leitores

  1. Prefeito não é para subir em montante, principalmente desamarrado. O MPT poderia, e deveria, aplicar uma multa, por inabilidade da função e por não estar usando os EPIs adequados.

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Finanças

Toffoli diz que reajuste no STF é ‘justo e correto’

Foto: (Carlos Moura/SCO/STF/Divulgação)

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, afirmou nesta quinta-feira (8), em uma reunião com presidentes de tribunais de Justiça (TJs), que o reajuste aos magistrados da Suprema Corte, aprovado no dia anterior pelo Senado, é “justo e correto”.

Nessa quarta (7), os senadores aprovaram um aumento nos vencimentos dos ministros do Supremo, que, se sancionado pelo presidente da República, elevará os subsídios mensais de R$ 33,7 mil para R$ 39,3 mil, aumento de 16%.

Como os salários dos magistrados do STF são o teto do funcionalismo, o reajuste irá provocar um efeito cascata nos contracheques da magistratura. A estimativa é de que o aumento salarial gere, pelo menos, R$ 4 bilhões de despesas extras nas contas públicas.

Como esse limite será alargado, aumenta também o número de servidores que poderão receber um valor maior de gratificações e verbas extras que hoje ultrapassam o teto.

No encontro desta manhã com os presidentes de tribunais de Justiça (TJs) na sede da Suprema Corte, Toffoli disse ainda que o aumento recompõe perdas com a inflação de 2009 a 2014.

“Agradeço às senhoras e senhores, que sei que atuaram e envidaram esforços junto ao Congresso Nacional, no sentido de deixar claro o quão justo e correto era essa revisão, uma vez que, na verdade, se trata de uma recomposição de perdas inflacionárias de um período bastante antigo, de 2009 ao 2014”, disse Toffoli aos magistrados ao abrir o encontro desta quinta-feira.

Nesta quarta, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmou que esse não era o “momento” de se ampliar despesas da União. Bolsonaro disse que via o aumento de gastos “com preocupação”.

O presidente eleito chegou a se reunir com Toffoli nesta quarta na sede do Supremo, horas antes de o Senado aprovar o aumento salarial para os ministros do tribunal. Em pronunciamento à imprensa ao lado de Bolsonaro, o presidente do STF destacou que o país tem como um de seus atuais desafios o equilíbrio fiscal.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Eu vejo num futuro próximo o povo reunido para manifestar publicamente repúdio e revolta contra esses hipócritas e raças de víboras que representa o Governo dessa nação. Que o Senhor Jesus tenha misericórdia de nós brasileiros. amém.

  2. Algum Minion sabe me dizer como votaram os políticos "comunistas" e os capitalista, inclusive aqueles q dao suporte pro Bozo?
    Coloquem o placar aqui.

    1. Conheço no congresso só corruptos flagrados e os não flagrados. Bolsonaro foi eleito só, sem apoio, com isso, vai ter que tentar governar com alguns, agora, com certeza, as práticas petralhas não irá existir, mesmo porque que o moro, o desbaratador da roubalheira generalizada petralhas, está montando um bunker contra a corrupção. Pela experiência terá sucesso.

    2. A lesma lerda, ou seja, são todos iguais. Quem votou contra aqui, vota a favor ali, e assim segue o enterro do país. Só tem bandido, vc quer esperar o que?

  3. Pelo fato de está de toga, não quer dizer que não seja pilantra. Esta atitude nos mostra ainda mais que vivemos tempos sombrios da ditadura de toga.

    Na verdade combater a corrupção é uma cortina de fumaça que encobre a festa da ELITE se apoderando do patrimônio público e das riquezas do país.

  4. Quer dizer que concederam um habeas corpus pra crise, e acabou a crise, todo mundo no Brasil vai ter aumento e não precisa controlar os gastos. Obá, sabia que o dinheiro tava guardado no STF

  5. Cínico! Mimado!

    Pode ser justo como for, mas a questão é que não se tem o dinheiro pra pagar! O povo tá sofrido!

    O governo a todo momento vendendo a ideia de que a previdência é deficitária e o Brasil não suporta isso! E vem esses caras e colocam um custo a mais de bilhões nas costas do povo e com a CARA DE PAU de dizer que é 'Justo e correto'.

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Diversos

Fábio Faria consegue R$ 15 milhões para ampliação da linha férrea Natal/Parnamirim

Em audiência com o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, na tarde desta quarta-feira (08, para tratar do VLT Natal, o deputado federal Fábio Faria (PSD) questionou a retirada temporária de um dos veículos de Natal para o Distrito Federal e recebeu do ministro a garantia de que não haverá prejuízos para os usuários do sistema no RN. A superintendência de Natal receberá cinco novos trens e ainda vai ampliar a malha ferroviária.

A compensação imediata para o empréstimo do VLT Natal ao DF será a liberação de R$ 15 milhões de reais para ampliação de 3.4 km de via e construção de duas novas estações: Cajupiranga e Boa Esperança, em Parnamirim. Baldy garantiu a Fábio Faria e a Leonardo Diniz, superintendente da CBTU Natal, que os recursos serão imediatamente liberados para o início das obras.

Opinião dos leitores

  1. Esse empréstimo é um total absurdo. De onde já se viu você fazer um novo ramal DF/ Valparaiso/ GO e não ter um VLTS para rodar? Infelizmente Natal e a Grande Natal será prejudicada com isso

  2. BG, no dia 28/05/18 foi publicado ás 17:33 h aqui no Blog, que o Prefeito de Parnamirim Rosano Taveira assinou contratos no valor de R$ 225 milhões que garantiam investimos no municipío, entre eles, instalação de duas estações de VLT. Agora vem essa noticia de liberação em troca de um empréstimo de um VLT para Brasília, Claro que é uma jogada política onde quem sai perdendo mais uma vez é o usuário do sistema de trens.

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Judiciário

Magna Letícia lança chapa com garantia de que a nova gestão terá independência

Destacando a importância da independência na condução da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RN), a advogada Magna Letícia, candidata a Presidência da entidade, lançou, ontem a noite, a chapa 20 “Juntos por uma nova Ordem” para as eleições da ceccional potiguar. O evento reuniu centenas de advogados que lotaram a casa de recepções La Mouette, na Zona Sul de Natal. A chapa tem como candidato a vice-presidente o advogado Carlos Araújo.

Ao discursar para os representantes da advocacia potiguar, Magna Letícia defendeu a necessidade de mudança na atual gestão da Ordem. “A nossa OAB não pode mais ficar do jeito que está […]. Nós não podemos permitir uma OAB apática, omissa e que se posiciona de forma equivocada, uma OAB que é de grupos, que serve a grupos. Nós não podemos admitir isso”, afirmou a candidata.

Magna Letícia enfatizou que a chapa 20 “Juntos por uma nova Ordem” é a única que representa a verdadeira oposição à atual gestão da OAB/RN. “Uma oposição responsável, uma oposição que se impõe, uma oposição que não se cala”, destacou, acrescentando que há três anos levanta essa bandeira com coerência.

A advogada lembrou que disse que foi questionada quanto à possibilidade de abrir mão da disputa pela Presidência da OAB/RN, mas que teve coragem de seguir com o projeto da candidatura e não cedeu às pressões. “Perguntaram se eu teria como ceder para uma situação que surgiu. Ceder como? Ceder no discurso que estava pronto? Ceder numa ação que já estava sendo feita? Como ceder? Ceder nos princípios? Ceder nas questões éticas? Eu não faço isso!”, declarou, sendo bastante aplaudida pelos advogados.

A candidata, que é a única mulher na disputa, adiantou que vai marcar essa eleição da Ordem com ética, compromisso, coragem e independência. Ela convocou os advogados presentes a se engajarem na campanha. “Nós somos mais fortes, quando queremos fazer uma mudança”, frisou. Em seguida, os representantes da advocacia potiguar entoaram em coro: “todo mundo quer, a OAB governada por mulher”.

Em sua fala, o candidato a vice-presidente Carlos Araújo destacou o caráter, a honradez, a transparência e a democracia com os quais a chapa 20 foi construída. “A chapa 20 não foi construída nos gabinetes ou em reunião de caciques que acham que são donos da nossa OAB. A chapa 20 é uma chapa plural. Aqui estão vários pensamentos de nossa classe de advogados”, disse, ressaltando a capacidade de Magna Letícia de articular essa aliança.

Opinião dos leitores

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