‘É uma barbaridade’, disse Temer no momento da prisão

FOTO: EFE/Fernando Bizerra Jr

O ex-presidente Michel Temer foi preso pela Força-tarefa da Lava-jato. Kennedy Alencar disse que telefonou para Temer, que atendeu, e disse que estava na companhia de policiais federais. Temer disse ao jornalista que era um mandado de prisão preventiva assinado pelo juiz Marcelo Bretas, do Rio de Janeiro, e que estava indo para o Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Kennedy Alencar ressalta que o impacto da prisão é forte. São dois ex-presidentes da República presos. Os agentes ainda tentam cumprir um mandado contra Moreira Franco, ex-ministro de Minas e Energia.

CBN

VÍDEO: Bandidos tomam carro de assalto no momento em que é estacionado no bairro Petrópolis, em Natal

Registro na manhã desta terça-feira(26) na rua Trairi, no bairro de Petrópolis, na Zona Leste de Natal, mostra dupla armada surpreendendo motorista e tomando veículo de assalto. Vídeo cedido.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Barbosa Santos disse:

    Só uma observação para além desse ato de violência.
    Note que o motorista deixa seu carro tomando BEM mais espaço do que era necessário, ao estacionar.
    Essa modinha egoísta que reina em Natal, demonstra o nível de cidadania desses motoristas. Usam o espaço público como se fossem os únicos interessados ou necessitados dele.
    Custa ou dói seguir a regra prática que diz ser 0,50m como distância ideal entre carros?

    • Jk disse:

      Amigão! Essa observação é sem relevância diante do fato.

    • ASV disse:

      Realmente, o motorista é muito egoísta e "você" é um excelente exemplo, a mulher acabou de sofrer um assalto e "você" vem se importar com aquilo que "você" acha ruim.

    • augusto disse:

      Não há regra que diz 0,50m entre os carros. A regra é 0,50m entre carro e meio fio.

      Art. 181 – II – afastado da guia da calçada (meio-fio) de cinqüenta centímetros a um metro:
      Infração – leve;
      Penalidade – multa;
      Medida administrativa – remoção do veículo.

      Outra coisa… como é, no caso, que caberia outro carro, mesmo se ela estacionasse encostada em outro carro? Só se for um smart for two.

Momento para reajuste salarial do STF é inoportuno, diz Marco Aurélio

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello comentou hoje (8) o reajuste de 16,38% no salário dos ministros da Corte, aprovado na tarde de ontem (7) pelo Senado, e reconheceu não se tratar de melhor momento para a medida, embora se trate de uma “revisão” de inflação e não aumento, conforme frisou.

O projeto aprovado nesta quarta-feira tramitava no Congresso desde 2016, quando foi aprovado na Câmara. Ao assumir a presidência do Supremo, em setembro daquele ano, a ministra Cármen Lúcia decidiu que não era momento oportuno para o aumento, o que adiou a votação no Senado.

“Se já não era oportuno em 2016, hoje, com a situação econômica, financeira da União e dos Estados, muito menos”, afirmou Marco Aurélio, antes da sessão plenária do Supremo. Ele, no entanto, defendeu que se trata de uma reposição de perdas inflacionárias referentes ao período entre 2009 e 2014.

Questionado sobre se aprovar o aumento em período de alto desemprego não seria inadequado, Marco Aurélio respondeu: “Não vamos parar o Brasil porque ele está numa situação difícil econômica e financeira. Mas as instituições precisam continuar funcionando”.

Ontem, o mesmo argumento de reposição inflacionária foi utilizado pelo presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, e repetido nesta quarta pelo ministro Ricardo Lewandowski: “Nós temos uma defasagem e ela [a reposição] cobre uma parte dessa defasagem dos vencimentos dos juízes em relação à inflação”, disse Lewandowski.

Abordados, os demais ministros evitaram fazer comentários. Para a ministra Rosa Weber, quem deve responder sobre o assunto é Toffoli. Somente Celso de Mello, em breve declaração, lembrou ter sido voto vencido na sessão administrativa ocorrida em agosto, que aprovou a inclusão do reajuste no orçamento do Judiciário.

Naquela ocasião, a inclusão do reajuste no orçamento foi aprovada por 7 votos a 4. Além de Celso de Mello, votaram contra o aumento os ministros Edson Fachin, Rosa Weber e Cármen Lúcia.

Auxílio-moradia

Marco Aurélio argumentou que não há previsão em lei para o pagamento de auxílio-moradia a magistrados, hoje no valor de R$ 4,3 mil, indicando que o benefício deve ser retirado.

Nesta quarta, Toffoli declarou que uma vez aprovado o aumento nos salários dos magistrados, o tema do auxílio-moradia deve ser “enfrentado” pelo Supremo. O relator das ações que tratam do assunto, ministro Luiz Fux, não quis responder sobre o tema. Um assessor dele manteve a imprensa à distância.

Por força de uma liminar [decisão liminar] concedida por Fux em 2014, todos os magistrados brasileiros recebem hoje o auxílio-moradia, mesmo que possuam residência própria na localidade em que trabalham.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jorge disse:

    Pergunta para os Minions como votaram os políticos "comunistas" e o capitalistas. Coloca o placar aí blogueiro!

  2. Jorge disse:

    Depois de aprovado é fácil opinar dessa forma.
    Por que não foi contra quando o projeto de Lei foi enviado?