Saúde

Coreia do Sul fará testes de Covid-19 em cães e gatos

Foto: Dreamstime

Há pouco mais de duas semanas, a Coreia do Sul registrou seu primeiro caso de um animal doméstico infectado pelo Sars-CoV-2. Como resposta, autoridades de Seul, capital do país, comunicaram nesta segunda-feira (8) que cães e gatos que apresentarem sintomas de Covid-19 deverão ser testados para a doença.

A coleta do material genético será feita por uma equipe de profissionais de saúde, incluindo veterinários. Não foi especificado o tipo de teste que será realizado, mas o mais comum para essas situações é o RT-PCR. Não há diferença na sua aplicação em humanos ou animais, exceto que, em se tratando cães e gatos, a amostra também pode ser recolhida a partir das fezes ou do reto.

Serão testados em Seul apenas os cães e gatos que tiveram contato com pessoas infectadas e apresentam sintomas como febre, tosse ou dificuldade para respirar. Caso o resultado seja positivo, os animais deverão ser mantidos em quarentena dentro de casa durante 14 dias.

A Coreia do Sul conta com algumas instalações de isolamento para pacientes infectados, e os pets poderão ser deixados nesses centros de quarentena caso seus tutores estejam hospitalizados, muito doentes ou debilitados demais para cuidar deles.

O primeiro animal comprovadamente infectado na Coreia do Sul é um gato, que testou positivo para o novo coronavírus em janeiro. Ele estava vivendo em um centro religioso na cidade de Jinju, no sudeste da província de Gyeongsang, junto de mais dois gatos e suas tutoras. Mais de 100 pessoas ligadas ao estabelecimento contraíram o vírus, assim como as criadoras do animal, sugerindo que elas transmitiram o Sars-CoV-2 para ele.

Essa não é a primeira vez que um animal testa positivo para a Covid-19. Apesar de ser um fato raro, alguns animais ao redor do globo, não necessariamente domésticos, também foram infectados pelo vírus. Foi o caso de um tigre que vivia no zoológico do Bronx, em Nova York.

O novo coronavírus é transmitido, principalmente, de pessoa para pessoa. É possível que pessoas transmitam para animais, mas o contrário é considerado improvável pelos pesquisadores. De toda forma, autoridades de Seul recomendaram que os tutores mantenham uma distância de dois metros entre seus pets e outros humanos ou animais durante os passeios.

Super Interessante

Opinião dos leitores

  1. O faturamento dos laboratório estão baixo, precisam vender vacinas para os animais também.
    Vão criar a pandemia do covid para os animais.

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Diversos

Pesquisa revela os nomes de cães e gatos mais comuns no Brasil em 2020

Foto: tetsuomorita/Getty Images

Todos os anos, a empresa DogHero faz um levantamento dos nomes mais populares entre cães e gatos no Brasil. O PetCenso começou em 2016, e desde então os clássicos Mel, Nina e Thor lideram o ranking. Não seria diferente em 2020 – a diferença é que, este ano, a pesquisa contou com a maior base de dados desde o início do censo. Foram consultados 1,8 milhões de cachorros e gatos de todas as regiões do país.

Os dados vêm dos animais cadastrados no próprio aplicativo da DogHero, que oferece serviços de passeio, veterinário à domicílio e hospedagem. Também foi utilizada a base de dados do petshop online Petlove. As duas empresas se fundiram em outubro do ano passado.

A Super teve acesso aos resultados do PetCenso 2020 em primeira mão. O ranking foi dividido em nomes de animais machos e fêmeas. Enquanto o primeiro e segundo lugar canino permanecem os mesmos desde 2017, houve uma mudança no perfil dos nomes felinos. Mia, que ocupava o segundo lugar em 2019, perdeu o posto para a onipresente Mel. Abaixo você confere a lista completa.

Top 10 nomes de cachorros

Thor | Mel
Luke | Nina
Bob | Luna
Fred | Meg
Billy | Amora
Marley | Lola
Theo | Belinha
Nick | Maya
Zeus | Cacau
Max | Pandora

Top 10 nomes de gatos=

Tom | Nina
Simba | Mel
Mingau | Luna
Chico | Mia
Frajola | Amora
Thor | Pandora
Nino | Lua
Fred | Marie
Romeu | Frida
Frederico | Mimi

Além dos nomes, a empresa também fez o levantamento das raças mais populares no país. Como já era esperado, os vira-latas são os que mais conquistam os brasileiros: 32% dos cães e 95% dos gatos não têm raça definida. Veja a porcentagem de cada raça abaixo.

Top 10 raças de cachorros

Sem raça definida (32%)
Shih Tzu (12%)
Yorkshire Terrier (6%)
Poodle (5%)
Lhasa Apso (5%)
Buldogue Francês (3%)
Pinscher (3%)
Golden Retriever (3%)
Spitz Alemão (3%)
Maltês (3%)

Top 10 raças de gatos

Sem raça definida (95%)
Siamês (2%)
Angorá Turco (0,4%)
Himalaio (0,3%)
Azul Russo (0,3%)
Persa (0,2%)
Pelo curto brasileiro (0,2%)
Pelo curto americano (0,2%)
Snowshoe (0,2%)
Exótico (0,2%)

Comportamento

Este ano, o PetCenso também fez o recorte de nomes por região do país. Enquanto os nomes caninos permanecem os mesmos de norte a sul, há uma pequena variação nos nomes de gatos. A porcentagem indica a proporção entre cães e gatos na base de dados da empresa.

Abaixo, você confere com mais detalhes os principais nomes em cada região. De novo, os nomes caninos são aqueles que já estamos acostumados, enquanto os felinos têm bastante influência dos desenhos animados (vide Tom, Simba, Mingau e Frajola). Por fim, devemos tirar o chapéu para os tutores do Norte, Nordeste e Sul. Nessas regiões, alguns dos nomes de gatos mais populares foram (rufem os tambores) Gato e Gatinho. Haja criatividade.

Top 5 nomes de cães e gatos em cada região do Brasil

Centro-Oeste

Cães (92%)

Thor | Mel
Bob | Nina
Luke | Luna
Theo | Meg
Fred | Amora

Gatos (8%)

Tom | Mel
Fred | Mia
Chico | Nina
Simba | Luna
Nino | Amora

Nordeste
Cães (88%)

Thor | Mel
Luke | Nina
Bob | Luna
Apolo | Meg
Theo | Amora

Gatos (12%)

Tom | Nina
Chico | Mia
Romeu | Mel
Gato | Amora
Nino | Luna

Norte

Cães (89%)

Thor | Mel
Luke | Nina
Bob | Luna
Apolo | Meg
Theo | Amora

Gatos (11%)

Leon | Mia
Mingau | Luna
Fred | Marie
Gatinho | Charlotte
Chico | Nina

Sudeste

Cães (88%)

Thor | Mel
Luke | Nina
Bob | Luna
Theo | Meg
Fred | Amora

Gatos (12%)

Tom | Nina
Simba | Mia
Mingau | Mel
Theo | Luna
Fred | Amora

Sul

Cães (87%)

Thor | Mel
Luke | Luna
Bob | Nina
Fred | Meg
Theo | Lola

Gatos (13%)

Tom | Luna
Simba | Mia
Gato | Mel
Fred | Nina
Oliver | Mimi

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Opinião dos leitores

  1. Vc só viu um lado da moeda, tem uns que rosnam, latem, matam,,tem coceira e carrapatos, é desses que falo.

  2. Tenho um jacaré ? Gostaria que os esrimsfos leitores me ajudassem a batizá-lo . Afinal jacaré ? no seco anda

    1. Em algum momento de sua vida, vc teve lucidez.
      O cachorros, são animais inteligentíssimos, carinhosos e fiéis.
      Já imaginou um deficiente visual sem seu cão-guia? ? E os cães farejadores?
      Obrigado ? pela sua generosidade!

  3. Antigamente none de cachorro era polidoro, negão, preá, buzina, dog, baleia, traíra, castanha, quenguinha , bolinha, etc.

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Saúde

Cães e gatos pegam, mas não transmitem Covid-19, diz veterinário brasileiro nos EUA

Foto: Acervo pessoal

Cães e gatos podem ser infectados pelo coronavírus Sars-Cov-2, mas não têm papel na transmissão da Covid-19. A afirmação é do veterinário brasileiro Hélio Autran de Morais, professor titular do Departamento de Ciências Clínicas e diretor do hospital veterinário da Universidade do Oregon, nos Estados Unidos.

Morais esteve à frente da maior revisão sobre o impacto da pandemia em animais, publicada na revista Frontiers in Veterinary Science. Ele destaca que os donos dos pets “não devem entrar em pânico”, mas salienta que outros animais, entre eles um tipo de hamster, podem, sim, se tornar reservatórios do coronavírus e dificultar o combate da Covid-19.

O caso mais recente de propagação da pandemia em animais é a descoberta de uma variante do Sars-CoV-2 transmitida de visons para pessoas e que levou a Dinamarca a anunciar na quarta-feira o extermínio de todos os 17 milhões de animais da espécie no país. O vírus mutante dificulta a produção de anticorpos e se originou de um transmitido do ser humano para o vison, criado em fazendas que vendem sua pele ao mercado da moda.

Com O Globo

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Polícia

Polícia Civil resgata três gatos em situação de maus-tratos e conduz idosa, que dizia que animais eram “espíritos”, ao Hospital João Machado, em Natal

Foto: Ilustrativa

Policiais civis da Delegacia Especializada em Defesa ao Meio Ambiente (DEPREMA) realizaram, na manhã desta quinta-feira (08), diligências, após o recebimento de denúncias anônimas, que resultaram no resgate de três gatos que estavam em situação de maus-tratos. Na oportunidade, a idosa de 60 anos foi conduzida ao Hospital Doutor João Machado, em Tirol, na Zona Sul de Natal.

A ação aconteceu na residência dela, onde morava sozinha, no bairro Pajuçara, Zona Norte de Natal. Segundo a idosa, os gatos, que estavam amarrados pelo pescoço, não eram animais, mas entidades, e um deles era tido por ela como o orixá Oxum. Ao longo das diligências, ela tentou resistir utilizando uma faca e, logo após, um ferro; os policiais precisaram promover toda uma negociação, até o momento em que ela foi conduzida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Na oportunidade, a idosa alegou que mantinha os animais presos por considerá-los perigosos, já que não eram “animais”, mas espíritos. Segundo as investigações, as tentativas de internação desta idosa já ocorriam há anos; a mãe e o irmão dela já estavam internados no mesmo Hospital ao qual ela foi conduzida.

A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

http://www.policiacivil.rn.gov.br/Conteudo.asp?TRAN=ITEM&TARG=242321&ACT=&PAGE=&PARM=&LBL=NOT%CDCIA

Opinião dos leitores

  1. Eram os Bombeiros, agora é a Polícia. Meu amigo!!!!’ Vão para Macaíba que está apinhada de bandidos.

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Saúde

Gatos desenvolvem imunidade após infecção pelo coronavírus, sugere estudo; descoberta pode colaborar com vacina

Foto: Agência O Globo

Um estudo publicado nesta semana na revista científica Pnas (Proceedings of the National Academy of Sciences) mostra que cães e gatos podem ser infectados pelo novo coronavírus, embora nenhuma das duas espécies desenvolva a doença. No entanto, o que chamou a atenção dos pesquisadores foi o fato de os felinos desenvolverem resposta imune ao vírus, o que pode ajudar no desenvolvimento de uma vacina para os humanos.

O estudo relata que cães, além de não adoecer, não transmitem o vírus e não produzem imunidade. Já os gatos infectados liberaram o vírus infeccioso por via oral e nasal por cinco dias após a infecção, sendo capazes de infectar outros felinos através do contato direto.

Após contrair o SARS-CoV-2, esses animais foram capazes de desenvolver uma resposta imune mais protetiva e forte, evitando uma posterior reinfecção. Ainda não há, porém, informações sobre a duração dessa imunidade.

“Os gatos desenvolvem anticorpos neutralizantes significativos e são resistentes à reinfecção, embora a duração da imunidade neles não seja conhecida atualmente. Isso pode ser um modelo útil para testes de vacinas subsequentes, tanto para vacinas candidatas humanas quanto para animais”, diz a pesquisa.

O estudo foi desenvolvido pelos cientistas da Escola de Medicina Veterinária da Universidade Estadual do Colorado, nos Estados Unidos. Eles lembraram que, apesar das implicações do coronavírus para os animais ainda serem amplamente desconhecidas, não há evidências até o momento de que gatos ou cães possam transmitir o SARS-CoV-2 para humanos.

Os autores do estudo observam que, enquanto quase um milhão de pessoas já morreram com a Covid-19 no mundo, existem apenas poucos relatos de animais que contraíram o vírus.

O Globo

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Saúde

Cães e gatos não transmitem COVID-19; veja, contudo, cuidados em ambientes contaminados

Os avanços do coronavírus pelo mundo vem preocupando a população. No Brasil, foram confirmados dois casos da doença, e de acordo com dados do Ministério da Saúde, outros 433 estão em investigação.

Na última semana, foi noticiado o primeiro caso suspeito de contaminação pelo coronavírus em um cão, em Hong Kong, na China. O anúncio acendeu o alerta em tutores de pets pelo mundo, muitos inclusive estão utilizando máscaras para proteger os animais, mas será que os cães e gatos também são susceptíveis à doença?

COVID-19 e os pets

Segundo a médica veterinária e professora da PUC-PR, Kung Darh Chi, o coronavírus oriundo da China, COVID-19, é humano específico. Em outras palavras, só quem tem os sintomas são os humanos. “Os animais, tanto domésticos, quanto silvestres não desenvolvem a doença” explica. Mesmo com o alto poder de mutação do vírus, nenhuma delas irá infectar os animais de estimaçãoanimais de estimação.

O coronavírus COVID-19 foi transmitido por animais?

Quando o surto começou na China, foi levantada a hipótese dos animais silvestres, vendidos em uma feira, terem transmitido o vírus aos humanos. Todavia, essa hipótese foi descartada com exames. Foi verificada a presença do vírus no ambiente da feira, mas nenhum dos animais testados apresentou taxa viral compatível com o COVID-19.

Mas e os morcegos?

Muito tem se falado sobre a possibilidade dos morcegos contraírem e transmitirem o coronavírus COVID-19. “Vale ressaltar que a espécie de morcego existente na China é bastante diferente na sua fisiologia, em relação à espécie de morcego existente no Brasil” aponta Dra. Kung.

Mesmo falando sobre os morcegos chineses, não há evidências de que eles transmitam a doença. Segundo Dra Kung, os morcegos da China têm um tipo de coronavírus similar ao humano, mas não é o mesmo.

Mas e o cachorro infectado pelo coronavírus COVID-19 em Hong Kong?

Segundo a Dra Kung, qualquer animal localizado em ambiente com extrema contaminação pode apresentar presença do vírus em seu organismo. “Isso não quer dizer que ele terá os sintomas, muito menos que irá transmitir o vírus para os humanos” revela. Por enquanto, a única forma confirmada de contágio é entre humanos.

Mas a Dra Kung alerta: “Se o animal estiver em ambiente contaminado, com alta carga viral, o ideal é não sair com ele na rua. Se sair, limpar seu pelo e patas com produtos específicos para pets”.

Cães e gatos devem ser isolados de seus tutores?

Os humanos que apresentarem os sintomas, não devem ter contato com outros seres humanos e animais. Não por colocar em risco os animais. Apenas para que ninguém seja exposto a um vírus, que ainda pouco se sabe.

Não há necessidade de usar máscara ou colocar máscara nos animais, se você ou eles não tiverem contato direto com quem está com o vírus.

Muitos animais no mundo todo estão sendo abandonados pela falta de informação. NÃO ABANDONE SEU ANIMAL! Ele não irá transmitir o vírus a você e nem a ninguém.

O que fazer?

Prevenção!

Como em todo caso de epidemia, a prevenção é sempre a melhor opção. A associação Mundial de Veterinários de Pequenos Animais (WSAVA) recomenda que nos locais onde existem casos confirmados de coronavírus, os tutores lavem as mãos antes de interagir com seus pets e, se estiverem doentes, usem máscaras quando perto deles. O uso de máscaras nos animais não é necessário.

“O indicado é que o tutor, caso esteja doente, restrinja o contato com os pets e outros animais, assim como faria com outras pessoas. Este é um comportamento de precaução, de cuidado, embora não haja relatos de cães, gatos ou de outros animais adoecendo por ação deste novo vírus”, diz o médico veterinário e Gerente Técnico da Unidade Pet da Ceva Saúde Animal, Claudio Rossi.

Existe coronavírus em cães e gatos?

Sim, existe. Mas é muito diferente do COVID-19. Os vírus são apenas da mesma família, mas a ação e transmissão é completamente diferente.

Em cães, o coronavírus causa diarreia. Mas pode ser evitado com a vacinação anual. O tratamento é apenas sintomático, dando suporte para que o animal melhore. Após a finalização do quadro agudo, o animal está sadio e curado.

Já em gatos, há dois tipos de vírus. Um que é semelhante ao canino, causando diarreia. Já o segundo tipo é mais grave, causando PIF (Peritonite infecciosa felina). Infelizmente, para essa doença não há vacina e nem cura, apenas cuidados sintomáticos, aumentando a qualidade de vida do animal.

Seja o coronavírus de cão o de gato, não há transmissão ao seu humano. Não é uma zoonose. Segundo Rossi, esses coronavírus não estão associados ao atual surto de coronavírus que vem afetando os humanos.

A contaminação, tanto de cães, como gatos, acontece através de fontes e ambiente contaminado com excreções e secreções. Em gato acomete principalmente os que compartilham caixinha de areia ou áreas de eliminação. O vírus no ambiente pode infectar outros.

Em relação de animais silvestres

Talvez exista um hospedeiro, mas está em estudo para ver se realmente. Enquanto não fechar isso, não se pode confirmar a origem. Nenhum animal deve ser eutanasiados ou abandonado por conta disso.

O que se sabe é que o contágio humano-humano é o principal contágio e o vírus é extremamente resistente no ambiente. Por isso, deve ser feita a desinfecção do ambiente. Além dos cuidados básicos de lavar as mãos, evitar passar a mão nos olhos, nariz e boca. Evitar locais aglomerados. A pessoa que espirrar, colocar a mão no rosto e higienizar após isso.

Não é pelo fato de, talvez, os animais serem carreadores do COVID que os animais devem ser abandonados.

Não acredite em fake news. Cheque a origem da informação. Não abandone o animal. Eles são os primeiros que sofrem pela desinformação.

Emais – Estadão

https://emais.estadao.com.br/blogs/comportamento-animal/caes-e-gatos-nao-transitem-covid-19/

 

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Diversos

Os nomes de cachorros mais escolhidos em 2019 no Brasil foram Mel e Thor, e de gatos, Nina e Tom; veja ranking

Foto: Shutterstock

Os nomes para cachorro preferidos dos brasileiros em 2019 foram Mel, para fêmeas, e Thor, para machos. Os dados são do ‘PetCenso’ da DogHero, empresa de serviços para pets, e que conectou informações através do site e app com tutores de animais de estimação e passeadores.

Alguns responsáveis por pets recorrem a personagens famosos de filmes e celebridades para batizar o animalzinho.

Entre os cachorros fêmeas, Mel ficou em primeiro lugar, seguida de Nina e Luna. Julie, que estava no top 10 em 2018, perdeu espaço para o nome de Cacau no ano passado.

Para os machos, o principal nome adotado é Thor, seguido por Luke e Bob. Já o nome Theo ocupou a quarta posição, no lugar de Fred, que agora está em quinto lugar no ranking.

Já os ‘pais’ e ‘mães’ de gatos têm preferência pelos nomes de Nina, Mia e Simba.

O levantamento tem como base mais de 1,2 milhão de cães e gatos registrados na empresa. Neste ano, o PetCenso também fez um levantamento em relação às raças preferidas de cães e gatos pelos brasileiros. Confira as listas completas.

Os 10 nomes de cachorro preferidos dos brasileiros em 2019

Fêmeas

1. Mel

2. Nina

3. Luna

4. Meg/Mag

5. Lola

6. Amora

7. Bellinha

8. Bela

9. Maia

10. Cacau

Machos

1. Thor

2. Luke

3. Bob

4. Teo

5. Fred

6. Billy

7. Marley

8. Max

9. Zeus

10. Nick

(mais…)

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Gatos são tão apegados aos donos quanto cachorros, diz estudo

Foto: (Linda Raymond/Getty Images)

Toda mãe e pai de gato sabe: eles são independentes. Limpam-se sozinhos, não pedem por atenção toda hora e mantêm aquele temperamento blasé boa parte do tempo. Isso faz parecer que eles são mais indiferentes aos donos que os cães.

Mas, como todo pai e mãe de gato também sabe, a verdade é que eles são incompreendidos. É o que diz um estudo da Universidade do Estado do Oregon, nos EUA. A pesquisa mostra que os bichinhos desenvolvem uma apego emocional muito grande com seu cuidador, tão forte quanto o desenvolvido por um cachorro ou mesmo por uma criança.

Os autores escrevem no estudo, publicado no periódico Current Biology, que as pesquisas científicas costumam subestimar a importância das relações sociais na vida dos gatos. Para analisar essas relações, eles resolveram investigar o nível de “apego” que os gatos têm com seus donos.

No estudo, os pesquisadores fizeram com os gatos um teste geralmente aplicado a bebês e cães. O experimento foi dividido em três partes: na primeira, o gato passou dois minutos em uma sala desconhecida junto com seu cuidador; na segunda, o felino ficou dois minutos sozinho nessa mesma sala e, na terceira, o dono retornou para mais dois minutos com o animal.

Nas duas primeiras fases do teste, a grande maioria dos gatos teve as mesmas reações: ficaram com seus donos durante os primeiros dois minutos, e demonstraram certa estranheza ou curiosidade sobre o lugar nos minutos em que estavam sozinhos. A terceira fase foi a que realmente mostrou resultados.

“Os gatos reagiram de três formas, basicamente. Vários deles “cumprimentaram” seus donos e seguiram explorando o ambiente de forma mais tranquila do que antes. Os mais inseguros deixaram de explorar o lugar e ficaram agarrados aos donos, outros evitaram o dono quando ele retornou”. A maioria (dois terços) estava no primeiro grupo, o que demonstrou menos estresse com a presença do criador.

É a mesma proporção que se encontra quando o teste é aplicado a cachorros e bebês. Ou seja: dá para dizer que, sim, os gatos são tão apegados aos seus pais humanos quanto cães e crianças pequenas.

Pense duas vezes antes de chamar seu gato de insensível.

Super Interessante

 

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Diversos

VÍDEO: Técnica de dar remédio para gatos viralizou na internet; especialistas comentam

@mo_harutan. Vídeo aqui ensina

Quem tem gato em casa sabe como dar remédio é uma verdadeira aventura. Nada bobos, eles reconhecem todas as artimanhas de seus donos e simplesmente rejeitam todas as formas de receber medicamento.

Esconder no meio da ração? Sem chance! Com um olfato extremamente apurado, os gatos não são seres fáceis de serem enganados.

Porém, um vídeo na internet ensinando um novo truque para dar remédio para seu gatinho viralizou pela sua aparente eficácia! A manobra consiste em colocar a pílula diretamente na boca do bichano, e depois massagear a garganta para garantir que o remédio entrou.

Passo a Passo

Primeiro é preciso deixar seu gatinho em uma posição confortável para ele e para você. Pode ser numa mesa ou no seu colo.

Com o o dedão, pressione suavemente a boca do gato, ele vai abri-la. Com a outra mão, segure o comprimido com os dedos em forma de pinça, e deposite dentro da garganta do animal com a ajuda do dedão.

Afinal, funciona?

Para quem tem gatos mais ariscos, nós já ensinamos aqui no SOS um passo a passo completo para medicar seu gato de forma eficaz, e principalmente sem machucá-lo.

Já o novo vídeo chamou a atenção pela facilidade de dar o medicamento, sem nem a necessidade de segurar o gato no colo ou qualquer outra dificuldade. Mas será que funciona?

“Sim, o método do vídeo é válido. Nele é possível perceber que o dono estimula a lateral da boca do animal, induzindo-o a abri-la, para assim colocar o medicamento. Anatomicamente, as papilas da língua de um gato são maiores e voltadas para a face interna da boca. Quando você introduz o comprimido dessa forma, fatalmente ele não consegue expulsar/regurgitar para fora e a tendência é realmente ingerir”, explica o médico veterinário Jorge P. de Morais, da Animal Place.

Expectativa vs. Realidade

Entretanto, apesar de funcionar, sabemos que na vida real o método pode não ser assim tão fácil. “É perceptível também que os gatos do vídeo são mansos e possuem afinidade com a pessoa”, afirma Morais.

Para a médica veterinária Rosangela Gebara, membro da Comissão Técnica de Bem-Estar Animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), “o vídeo mostra gatos muito bonzinhos, praticamente não responderam e nem ficaram estressados ou tentaram morder e arranhar”.

Porém, como todo dono de gato sabe, eles têm personalidades diferentes, então o truque não irá funcionar em todos os animais. Embora para gatos filhotes ou extremamente dóceis a técnica possa sim dar certo, a verdade é que para a grande maioria dos casos não é bem assim que funciona.

“Essa questão de dar comprimido para gato é extremamente complicada e difícil, não é todo mundo que consegue. E também existem diferenças entre os gatos. Alguns são superbonzinhos e você consegue dar o comprimido, e existem gatos que é praticamente impossível você dar qualquer medicamento oral”, explica Gebara.

Além disso, é importante ressaltar que métodos usados com cães não funcionam com os felinos. Segundo a médica veterinária Natalia Gouvêa, da Clínica Soft Dogs e Cats, gatos são mais seletivos que os cães.

“Quando eles sentem um sabor que não os agrada fazem hipersalivação e grande parte do remédio é perdida, dificultando assim saber quanto foi administrado. Já os cães são mais fáceis de agradar, e normalmente conseguimos dar a medicação envolvendo a mesma em um pedacinho de petisco”, relata a especialista.

O que fazer em casos impossíveis?

Felizmente existem sim alternativas para quem está tendo dificuldades em praticar o método do vídeo. A primeira é tentar a outra técnica que o SOS ensinou (veja aqui). Mas selecionamos mais ideias:

1. Pastas e sachês saborizados
Segundo a médica veterinária Rosangela Gebara, hoje em dia existem farmácias de manipulação veterinárias. Dessa forma, é possível preparar o medicamento no tamanho correto e adicionar saborizantes, produzindo um medicamento em formato de sachê com sabor de atum, por exemplo. Depois é só dar a pasta para o gato na quantidade correta. É uma ótima opção para medicamentos de longa duração.

2. Artefatos especiais
Outra facilidade de hoje em dia são artefatos que ajudam nesse momento. Um deles é um aplicador de comprimido, que consiste em uma seringa de plástico que empurra a pílula dentro da boca do gato. Basta colocar o comprimido na ponta da seringa, introduzir gentilmente na boca do gato e empurrar o êmbolo, que faz com que o comprimido vá lá no fundo. Porém, ainda não é tão fácil encontrar para comprar, apenas em alguns pet shops.

3. Facilitando o comprimido
Em casos em que o veterinário não passou uma receita de manipulação ou você não tem acesso a outras alternativas sem ser o comprimido, há truques para facilitar. A dica da doutora Rosangela é colocar na pílula um pouquinho de manteiga, margarina ou requeijão, ou algo que faça com que ela fique mais lubrificada.

“Coloque o animal em cima de uma mesa e enrole suavemente uma toalha felpuda ao redor do corpo dele para proteger as patas. Gentilmente — de preferência com a ajuda de alguém para segurar o gato — abra a boca do gato com os dedos e enfie o comprimido na garganta. Feche a boca do gato e massageie a garganta pra que ele consiga engolir o comprimido. Nem sempre isso é fácil, e é muito perigoso colocar o dedo dentro da boca do gato, ele pode fechar e te morder”, explica a especialista.

O importante nesses casos é sempre se certificar que você está dando o remédio da melhor maneira possível. Cuidado para não traumatizar o animal e também faça de uma maneira segura para você, pois as arranhadas e mordidas podem ser perigosas.

Atenção: em casos de gato de rua ou que você não sabe da possibilidade de doenças, nem pense em fazer o procedimento!

Por fim, encontre o melhor para você e seu gatinho

Truques e dicas são sempre bem vindos, mas o importante é fazer o que é melhor para você e seu gato. Animais têm personalidades diferentes e o que funciona para um pode não funcionar para outro. Tente encontrar a melhor maneira de medicar seu gatinho, de uma forma que seja segura para ambos.

Caso você realmente não consiga se adaptar a nenhum desses métodos, que tal procurar um veterinário? Para casos difíceis, o profissional pode te indicar novos métodos, truques ou até a possibilidade de injetar a medicação na clínica.

R7

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Diversos

Mulher morre dentro de casa e tem o corpo devorado por seus próprios gatos

13_20_23_369_fileO corpo de uma mulher que tinha paixão por animais foi devorado por seus próprios gatos após ela morrer sozinha em casa, de acordo com um tribunal de Ringwood, em Hampshire, no Reino Unido.

Segundo o tabloide britânico Daily Mail, o cadáver decomposto é de Janet Veal, de 56 anos, descoberto no chão da cozinha de sua casa, que fica numa região isolada da cidade.

Os vizinhos de Janet perceberam que a mulher não era vista havia muitos dias e que sua caixa de correio estava transbordando. A polícia foi obrigada a usar uma escada para entrar na residência, que fica no final de uma estrada de terra.

No local, encontraram “uma cena angustiante”, de acordo com as autoridades.

— Havia animais mortos, incluindo um gato e um cachorro, na cozinha e na sala de estar, mas outros haviam sobrevivido.

Acredita-se que os animais passaram a comer o corpo da própria dona após passarem fome durante meses.

De acordo com o jornal The Independent, era evidente que a casa não era limpa havia muitos meses, uma vez que nem mesmo o chão do local era visível por conta da quantidade de lixo.

Segundo depoimentos, Janet era uma pessoa bastante reclusa e tornou-se distante do marido nos últimos anos.

O médico legista teve dificuldade para determinar a causa da morte de Janet, mas descartou que ela tenha sido atacada por seus animais. O mais provável é que ela tenha morrido de uma doença pulmonar crônica.

R7

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Jornalismo

Mulher presa é suspeita de matar pelo menos 30 gatos e cachorros em SP

Ao menos 30 gatos e cachorros foram encontrados mortos dentro de sacos de lixo em uma calçada na rua Mantiqueira, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (12). Uma mulher foi detida.

Eduardo Anizelli/Folhapress
Cerca de 30 gatos e cachorros são encontrados mortos dentro de sacos de lixo na zona sul de SP
Cerca de 30 gatos e cachorros são encontrados mortos dentro de sacos de lixo na zona sul de SP

Pessoas ligadas a ONGs protetoras de animais contrataram um detetive particular há aproximadamente 20 dias, para investigar o caso. Eles desconfiavam da mulher que recebia animais dizendo que iria cuidá-los e sumia com os gatos e cachorros que recebia.

Por volta das 23h de ontem, o investigador viu a mulher colocando os sacos de lixo no portão da vizinha. Quando olhou dentro dos sacos encontrou os animais mortos e enrolados em jornais.

O detetive particular ligou para a polícia que arrombou o portão da casa para prender a mulher, que se recusava a abrir a porta.

Os policiais encontraram seringas no carro da suspeita e gaiolas para transporte e armadilhas para prender os animais na garagem da casa.

A polícia ainda não sabe informar como a mulher matava os animais.

Fonte: Folha.com

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