Usuários de torrent recebem cobrança no valor de R$ 3 mil no Brasil por download de filmes

Carta que vem sendo recebida por usuários de torrent pede indenização pelo download de filmes de maneira irregular (Imagem: Reprodução/Partido Pirata)

Imagine chegar em casa e receber, pelo correio, uma notificação extrajudicial cobrando R$ 3 mil pelo download de filmes por meio de serviços de torrent. Pior ainda, o aviso fala sobre um caso ocorrido em 2019, do qual você nem se lembra mais ou, em muitos casos, foi registrado em uma rede que é compartilhada com outras pessoas que moram na mesma casa, familiares ou cônjuges. Essa foi a realidade de, estima-se, algumas dezenas de milhares de brasileiros neste mês de outubro.

Muitos deles, usuários de serviços de compartilhamento de dados P2P, foram surpreendidos com uma carta desse tipo relacionada ao suposto download e compartilhamento de três filmes que estrearam no cinema em 2019. Os detentores dos direitos autorais de filmes como Invasão ao Serviço Secreto, Hellboy e Rambo: Até o Fim solicitam o ressarcimento de milhares de reais pelos danos causados pelos atos , com o não pagamento da quantia citada na notificação podendo levar ao início de um processo judicial contra os notificados.

Esse tipo de ação é comum em países da Europa, como a Alemanha, onde leis federais proíbem o download e compartilhamento ilegal de conteúdos protegidos por direitos autorais, com multas que chegam pelo correio e valores de cerca de 800 euros (ou aproximadamente R$ 5 mil na conversão direta). No Brasil, o Código Penal prevê penas de três meses a um ano de prisão para quem violar os direitos de autor, entretanto, cita especificamente os casos em que as cópias são feitas com intuito de lucro; situações envolvendo o uso pessoal ficam em uma área cinza.

É o caso, por exemplo, de Y.F., de São Paulo, que pediu para ter sua identidade preservada em contato com a reportagem. Ele recebeu a notificação no início de outubro no endereço de sua mãe, em nome dela, que segundo ele, não seria a responsável pelo ato. Mais do que a notificação em si, chamou a atenção do usuário o fato de o escritório de advocacia responsável pela carta ter acesso a dados pessoais como nome completo e endereço do responsável pelo plano de telefonia, além de data, hora e endereço IP no qual o download teria sido identificado.

“Nunca achei que isso aconteceria comigo. Minha preocupação foi resolver o caso em nome de minha mãe, mas fiquei me perguntando como [os advogados] tiveram acesso a todas as informações para envio da notificação”, conta Y.F. A indicação, inclusive, seria de um download realizado em 2019, que o usuário afirma não se lembrar de ter feito.

Entrega de dados

Toda a situação começou a ficar um pouco mais séria antes mesmo do envio das notificações extra-judiciais aos apontados como responsáveis pelos downloads. A obtenção das informações pessoais dos clientes de telefonia é resultado de um pedido de quebra de sigilo feito pelo escritório carioca, especializado em casos envolvendo propriedade intelectual, em nome de uma empresa britânica chamada Copyright Management Services.

Ela estaria prestando serviços de rastreamento de cópias piratas de filmes da produtora americana chamada Millenium Media, que seria a responsável pelos direitos autorais dos três filmes por meio de subsidiárias chamadas Fallen Productions, HB Productions e Rambo V Productions. Além de Hellboy, Invasão ao Serviço Secreto e Rambo: Até o Fim, a companhia prestaria serviços semelhantes a outros estúdios, acompanhando o compartilhamento de versões irregulares de longas como Clube de Compras Dallas, Colossal, Invasão de Privacidade e Dupla Explosiva, entre outros lançados ao longo dos últimos anos.

Alguns dos filmes protegidos pela tecnologia Guardaley, que repassa os dados de quem os baixa e compartilha para os detentores de direitos autorais (Imagem: Captura de tela/Felipe Demartini/Canaltech)

Na petição, é citada uma tecnologia chamada Guardaley, um sistema de detecção de quebras de direitos autorais que informaria automaticamente à detentora dos copyrights sobre a disponibilização irregular de conteúdos protegidos. O texto afirma que, apenas com as informações obtidas pelo sistema, não é possível chegar aos responsáveis, daí o pedido à Claro para produção antecipada de provas.

A lista de títulos, bem como as informações citadas, aparecem em um pedido aberto pela Copyright Management Services contra a operadora na justiça cível de São Paulo, pelo escritório Kasznar Leonardos Advogados, especializado em propriedade intelectual. O documento fala em um total de 53,6 mil uploads e compartilhamentos dos três filmes, registrados entre 2019 e o início de 2020. A companhia apresenta uma lista de IPs responsáveis pelo download dos filmes e pede que a operadora apresente os dados pessoais correspondentes àqueles endereços, para que notificações relacionadas ao compartilhamento irregular dos conteúdos possam ser enviadas.

A solicitação foi feita em março deste ano e gerou parecer favorável do Tribunal de Justiça de São Paulo, emitido em maio. Na ocasião, a Claro tinha 48 horas para entregar as informações ou estaria sujeita a multas de R$ 10 mil por dia. O caso continuou tramitando até que, em setembro, a operadora anexou ao processo duas planilhas que continham os dados solicitados pela empresa, com as notificações sendo enviadas aos usuários de torrent em outubro.

Estranheza e desproporção

Além do próprio recebimento das notificações pelos usuários, que já são assustadoras o bastante, alguns aspectos dos documentos apresentados chamam a atenção. Nos papeis registrador na justiça paulista, por exemplo, a solução é chamada de Guardaley, enquanto nas cartas, aparece a Blunting Digital Forensics, uma prestadora de serviços em forênsica digital em mais de 20 países. Em seu site oficial, a companhia não cita serviços ligados ao rastreamento de copyright, mas fala em análise de documentos digitais e resposta a incidentes de segurança.

Em nenhum ponto, entretanto, é citada a brasileira Imagem Filmes, responsável nacional pelos três longas citados. Em resposta ao Canaltech, a distribuidora informou que não está envolvida nos casos nem possui qualquer informação sobre os trâmites judiciais, que podem ter sido movidos diretamente pelos produtores internacionais dos filmes.

Não foi possível encontrar os contatos referentes às companhias citadas como detentoras dos direitos autorais dos filmes, assim como a Copyright Management Services, cujo site parecia estar fora do ar durante todo o processo de apuração. Chamou a atenção, ainda, o fato de pesquisas ligadas a HB Productions, Fallen Productions e Rambo V Productions somente trazerem resultados relacionados às disputas de direitos autorais como as que acontecem agora no Brasil, sem que seja possível localizar presenças oficiais ou maneiras de entrar em contato com elas.

“A indústria cinematográfica tem um grande receio de se expor junto a seus clientes, que no caso, seriam os espectadores. Por isso, e também como forma de facilitar o licenciamento e ações de defesa de copyright, são criadas empresas que lidam com a totalidade dos direitos autorais de cada obra”, explica Rafael Lacaz Amaral, um dos advogados responsáveis pela ação. Ele afirma que, assim como a própria Kasznar Leonardos, outros intermediários, como seria o caso da Millenium Media e da Copyright Management Services, são responsáveis por notificações e combate à pirataria em diferentes países do mundo.

“Cada estúdio age de uma forma [em relação a esse tipo de infração]. Nosso escritório trabalha apenas na obtenção dos dados e no envio das correspondências, como forma de recuperar uma pequena parcela dos danos causados pela quebra dos direitos autorais”, continua o advogado. “Todo o processo é feito da forma mais transparente possível, desde a captura dos dados até a listagem e envio das correspondências”, explica, indicando que o uso de duas soluções diferentes para rastreamento das cópias irregulares dos filmes é uma medida para garantir que não existam tropeços nestas etapas iniciais.

Amaral vai além e cita, também, um caráter educativo por trás das notificações enviadas aos usuários brasileiros, que também seria uma tentativa de disseminação de informações sobre copyright por parte da indústria de cinema. Segundo ele, há um desconhecimento geral entre a população sobre as proteções de direitos autorais, e mais do que uma tentativa de indenizar os estúdios, o trabalho que está sendo realizado é pedagógico. “O objetivo é conscientizar as pessoas de que existe um investimento sendo feito na produção e, também, na proteção destas obras, o que acaba levando à responsabilização de quem violou os direitos de autor”, explica.

O advogado afirma, ainda, que esta não é a primeira vez que notificações desse tipo são enviadas a usuários de torrent no Brasil, com o próprio escritório estando envolvido em pelo menos um dos precedentes. Em 2019, a Algar Telecom foi acionada e teve de entregar os dados pessoais de clientes que baixaram o filme Fúria em Alto-Mar; Amaral aponta que, nesta ocasião, o número de notificações foi baixo em relação ao atual, um processo maior que envolve três filmes e uma quantidade muito maior de pessoas.

Para Y.F., a cobrança de R$ 3 mil soa desproporcional. “Não obtive lucro com o filme, enquanto existem operações grandes de vendas de filmes piratas em qualquer cidade. Perto dessas, sou peixe pequeno”, continua o usuário, que disse ter entrado em contato com o escritório de advocacia responsável pela notificação e apresentado uma contraproposta, no valor de R$ 1 mil. Na sequência, acionou uma advogada e, pelo menos até o momento de publicação desta reportagem, não havia recebido resposta.

Amaral não pode falar sobre os próximos passos das ações, por não estar envolvido neles e, também, por se tratarem da estratégia judicial dos detentores. Por outro lado, o advogado aponta o motivo para o valor fixado, que diz ser um padrão da indústria cinematográfica mundial. Além disso, aponta que os danos causados aos estúdios não se limitam, apenas, aos downloads. “Os serviços de torrent baixam conteúdos e os distribuem para usuários de todo o mundo. A indenização seria uma forma de ressarcir uma pequena parte dos danos causados por essa ação, além de ter função pedagógica junto aos infratores.”

Entrega de dados

A quebra do sigilo dos clientes da Claro também é um ponto que chama a atenção em todo o caso. Como já citado, as informações foram anexadas em duas planilhas do serviço de hospedagem do Google, coladas em resposta da operadora ao Tribunal de Justiça de São Paulo. No total, entre os dois documentos, eram mais de 70,3 mil entradas contendo nomes completos, endereços e CPFs de clientes de todo o Brasil, além das datas, horas, nomes de arquivo e softwares utilizados para o download dos filmes citados.

A questão é que os dados foram entregues em planilhas simples, sem nenhum tipo de dispositivo de segurança, e que poderiam ser acessadas por qualquer um que tivesse acesso ao processo, além de compartilhadas dali sem a possibilidade de verificações. No momento em que essa reportagem é publicada, os documentos se encontram fechados, com o acesso sendo fornecido apenas mediante autorização pelos administradores da nuvem.

Em resposta ao Canaltech, a Claro informou que, “em cumprimento de ordem judicial do Tribunal de Justiça de SP e nos termos da Lei 12.965/14, forneceu única e exclusivamente ao órgão as informações determinadas pela Justiça”. A legislação citada pela operadora é o Marco Civil da Internet, que garante o sigilo das comunicações e dados dos usuários da rede no Brasil, a não ser em caso de solicitações judiciais como a feita pelo TJSP.

Por que, então, as informações foram anexadas aos procedimentos de forma aberta e acessível até mesmo a quem não está envolvido na disputa? De acordo com Fernando Antônio Tasso, juiz coordenador do órgão de proteção de dados do Tribunal De Justiça de São Paulo, trata-se de uma questão de transparência. “As únicas informações acessíveis a qualquer pessoa são os dados básicos do processo, como o nome das partes, a vara responsável e o tipo de ação, além de decisões, despachos e sentenças”, explica.

Além das partes envolvidas no processo e advogados certificados no sistema digital do TJSP, apenas jornalistas e pesquisadores podem ter acesso ao sistema mediante pedidos autorizados e verificados. Tasso afasta a ideia de que a publicação de dados desta maneira possa levar a um incidente de segurança e compara a disponibilidade dos dados de um processo à de um prontuário médico, com ambas as informações precisando de disponibilidade caso as partes envolvidas queiram substituir o profissional contratado inicialmente. “Todos os acessos ficam registrados por seis meses, de acordo com o Marco Civil da Internet e nossa própria política de privacidade”, explica. Em caso de mau uso das informações, os responsáveis podem ser acionados.

“Se por um lado temos que preservar a privacidade [dos cidadãos], por outro temos de dar transparência ao judiciário”, completa o juiz, citando normas federais que garantem o acesso a processos e tramitações judiciais. É o caso, por exemplo, da resolução nº 215, de 2015, do Conselho Nacional de Justiça, diretamente atrelada à Lei de Acesso à Informação, promulgada em 2011 pela então presidente Dilma Rousseff.

Avaliação e resposta

Na visão do Partido Pirata do Brasil, esta pode ser considerada como uma ação de copyright trolls no Brasil. O termo, conhecido lá fora mas pouco usado por aqui, justamente, pela raridade de casos assim, se refere ao uso de notificações judiciais, ameaças de processo e outras atitudes consideradas agressivas para obter lucro a partir de questões ligadas à proteção dos direitos autorais.

“Não sabemos o número exato de pessoas [que receberam as notificações], mas acreditamos em, talvez, milhares de usuários, aumentando a cada dia”, afirma Montanha, membro do grupo de trabalho de comunicação do Partido Pirata do Brasil. Segundo ele, a organização está trabalhando no caso tirando dúvidas, prestando esclarecimento e acalmando os acusados. “Nossa recomendação é para que as pessoas não cedam e não realizem o pagamento. Como diz o velho ditado, não alimente os trolls”, completa.

O representante afirma não saber de casos em que a notificação extrajudicial levou a processos abertos contra os utilizadores de torrent, enquanto outros, como no caso de Y.F., tentaram contato com o escritório responsável mas não receberam resposta. “Existem pessoas que foram notificadas há meses e nunca mais foram incomodadas. De que temos conhecimento, até o momento, somente provedores de internet [foram acionados judicialmente] para que revelassem os dados pessoais dos assinantes”, completa Montanha.

Filipe Monteiro, advogado especializado em propriedade intelectual, games e eSports, do escritório Ritter Advogados, explica que a base da atuação dos trolls de copyright é, justamente, o desconhecimento do público em geral sobre a propriedade intelectual, com ameaças de processo e altas multas gerando o receio de repercussões negativas para os acusados. “Com esse modus operandi, os [responsáveis] monetizam o medo dos notificados. Porém, o valor solicitado como indenização pode soar como um bom ‘custo-benefício’, quando comparado aos montantes de eventuais condenações judiciais e honorários advocatícios, com o pagamento sendo realizado para firmar o acordo extrajudicial.”

O advogado explica que as notificações recebidas pelos usuários brasileiros podem ser legítimas mesmo sem o envolvimento da distribuidora local. Os estúdios, aponta, também estão aptos a iniciarem ações desse tipo fora de seus países de origem, por meio de procuradores que possam os representar. Segundo ele, ações desse tipo também acontecem no mercado de patentes, de maneiras semelhantes. Estes são mais presentes no Brasil, ao contrário das notificações de copyright, que para Monteiro, ainda estão ganhando tração em nosso país.

“Antes de tomar qualquer decisão, [quem receber a carta] deve contar com o auxílio de um advogado de sua confiança, que avaliará todo o cenário com diligência e recomendará a melhor estratégia a ser executada”, indica Monteiro. Ele aponta, por outro lado, que uma resposta inadequada ou até a ausência de retorno pode resultar em ações judiciais contra os acusados.

CanalTech

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José, o arquiteto do universo. disse:

    O tal do spc Brasil,sabe tudo da nossa vida pessoal e financeira,o que compramos e o que vendemos,eles possuem todos os nossos dados e informações pessoais,profissionais e empresáriais,bancárias,o spc Brasil também sabe tudo o que nós acessamos na internet nos computadores fixos e móveis;tablets,notebooks,netbooks e celulares.

Apple é alvo de ação em que é acusada de armazenar dados no iPhone sem aval de usuários

Fabricante dos iPhone é responsável por um em cada quatro smartphones vendidos na Europa, de acordo com a Counterpoint Research Foto: Reuters

Um grupo liderado pelo ativista de privacidade Max Schrems abriu um processo nesta segunda-feira junto às autoridades de proteção de dados da Alemanha e da Espanha sobre a ferramenta de rastreamento on-line da Apple, alegando que ela viola a lei europeia ao permitir que iPhones armazenem dados de usuários sem seu consentimento.

É a primeira ação importante contra a empresa americana relacionada às regras de privacidade da União Europeia.

Noyb, o grupo de direitos digitais comandado por Schrems, teve sucesso em dois julgamentos históricos sobre privacidade contra o Facebook.

Procurada, a Apple disse que não estava em posição de comentar no momento.

A empresa disse anteriormente que fornecia aos usuários um nível superior de proteção de privacidade. A gigante de tecnologia com sede na Califórnia disse que iria apertar ainda mais suas regras com o lançamento de seu sistema operacional iOS 14, mas em setembro disse que iria atrasar o plano até o início do próximo ano.

As queixas do Noyb foram feitas contra o uso de um código de rastreamento pela Apple, que é gerado automaticamente em cada iPhone quando o aparelho é configurado, o chamado Identifier for Advertisers (IDFA).

O código, armazenado no dispositivo, permite que a Apple e terceiros rastreiem o comportamento on-line e as preferências de consumo de um usuário — vital para que empresas como o Facebook possam enviar anúncios direcionados que interessem ao cliente.

— A Apple coloca códigos que são comparáveis a um cookie em seus telefones sem qualquer consentimento do usuário. Esta é uma violação clara das leis de privacidade da União Europeia — disse o advogado do Noyb, Stefano Rossetti.

As novas regras planejadas da Apple não mudariam isso, pois restringiriam o acesso de terceiros, mas não o da Apple. A fabricante dos iPhones é responsável por um em cada quatro smartphones vendidos na Europa, de acordo com a Counterpoint Research.

As queixas foram feitas em nome de consumidores individuais na Alemanha e na Espanha, e foram entregues para a autoridade de proteção de dados espanhola e para sua contraparte em Berlim, disse o grupo Noyb.

A agência de proteção de privacidade da Espanha confirmou que recebeu uma reclamação de Noyb contra a Apple, mas não quis comentar. A agência de Berlim não fez comentários. Na Alemanha, cada estado federal tem sua própria autoridade de proteção de dados.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Observando. disse:

    Essa empresa é chinesa?

Usuários agridem e ameaçam motoristas de ônibus que cobram uso de máscaras na Grande Belo Horizonte – MG

Motorista de ônibus é agredido por passageiro que foi cobrado por estar sem máscara. — Foto: Arquivo pessoal

O uso de máscaras é fundamental para evitar a contaminação pelo novo coronavírus e frear o aumento no número de casos. Em Belo Horizonte, seu uso é obrigatório desde 22 de abril e passou a valer multa em caso de descumprimento desde esta terça-feira (14). Mesmo assim, motoristas de ônibus estão sofrendo violência ao exigir que os passageiros usem máscaras dentro dos veículos. Na capital mineira, dois casos terminaram em agressões físicas.

Em um dos casos de violência, o condutor levou soco de um passageiro que se negou a usar a proteção.

Um motorista de Ibirité, na Região Metropolitana de BH, também ficou com o rosto machucado depois de levar socos de um passageiro que se recusou a colocar a máscara. E uma pedra foi jogada no vidro de um ônibus na capital mineira por uma pessoa que se negou a usar a proteção no rosto. Os dois casos aconteceram em maio, quando o uso da máscara já era obrigatório. Mas as ameaças embarcam nas linhas diariamente.

De acordo com Paulo César da Silva, presidente do STTR-BH, as ameaças têm ocorrido com frequência.

“Ameaça do tipo: ‘Chegando lá no final você vai ver’, ‘Amanhã você tá aqui de novo’, ‘Olha, olha, motorista, sabe com quem você tá mexendo?’ Sem contar alguns palavrões também que são proferidos por quem não quer usar o equipamento”, detalhou o presidente do sindicato.

A maioria das pessoas que circulam pelas ruas usa o transporte coletivo. Dentro do ônibus, o espaço é limitado, a possibilidade de aglomeração é maior. Mas nem todos têm essa consciência. Os rodoviários reclamam que está difícil trabalhar.

O Sindicato dos Rodoviários de BH (STTR-BH) já registrou a morte de um motorista de ônibus na capital por coronavírus. Cinco profissionais da mesma empresa testaram positivo para a doença.

Sindicato pede ajuda

O presidente do sindicato dos rodoviários fez um apelo para que a população ajude, denunciando à Guarda Municipal ou à Polícia Militar os casos de agressão ou de descumprimento das regras sanitárias. E lembra que, a partir do momento em que está dentro do ônibus, o passageiro corre os mesmos riscos do motorista ou de qualquer outra pessoa sem proteção.

“Você não sabe quem é que tá contagiado. Estamos todo mundo correndo risco. No momento que nós estamos vivendo, é todo mundo lutar pra gente sair dessa pandemia o mais rápido possível ou controlar essa disseminação que tá assustadoramente não só no nosso município como o estado todo”, finalizou Paulo César.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Patriota disse:

    O negacionismo incentivado na cabecinha dos boçais dá nisso. Quem só xinga e não tem sustentação sólida nos argumentos deixa transparecer a besta fera que há em cada um .

WhatsApp enfrenta instabilidade e fica indisponível para usuários

Foto: Ilustrativa

O WhatsApp apresentou instabilidade na tarde desta terça-feira (14) e saiu do ar para vários usuários. O número de reclamações sobre a instabilidade do aplicativo disparou no horário próximo das 17h.

Como é possível ver no site Down Detector, houve um pico de pesquisas sobre a estabilidade do WhatsApp no horário, o que indica que muitas pessoas foram afetadas.

Foto: Divulgação

A falha parece afetar tanto o WhatsApp Web quanto o aplicativo nos celulares. Nos testes do Olhar Digital, a sessão da web do aplicativo foi encerrada e o app não consegue mais enviar nenhuma mensagem. Nas redes sociais, usuários reclamam de não poderem trocar mensagens com seus contatos, levando o termo “O WhatsApp” para o topo dos Trending Topics do Twitter.

Olhar Digital

Efeito Covid-19: aplicativos de relacionamento têm “boom” de usuários e acessos

Foto: shutterstock

Desde o início do isolamento causado pela pandemia do Covid-19, diversos aplicativos de relacionamento têm registrado aumento nos acessos. Seja pela solidão do confinamento ou por outros motivos, as pessoas têm buscado a socialização virtual para encarar este tempo de ausência de contato físico, o que gerou um verdadeiro “boom” nos números de cadastros e interações.

No Brasil, o fenômeno não é diferente. A plataforma Meu Patrocínio, voltada para o relacionamento sugar – aquele em que um homem ou mulher mais velho e com condição financeira “patrocina” uma pessoa mais nova -, contabilizou um aumento de 80% no número de inscrições semanais: o total saltou de 20 mil para 36 mil.

“Em fases de paralisações, sempre registramos um aumento da procura na nossa plataforma, mas, desta vez, outros fatores certamente influenciam. As pessoas têm mais tempo disponível e podem fazer buscas mais detalhadas para encontrar o perfil do parceiro ideal. Além disso, a socialização só tem crescido no mundo virtual e também é natural. Procurar um romance, alguém com quem compartilhar sua experiência de isolamento, é um antídoto contra a solidão e depressão”, afirma a CEO e fundadora da plataforma, Jennifer Lobo.

Segundo a empresa, outras estatísticas que também cresceram desde o início da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) foram o tempo gasto por cada usuário dentro do aplicativo por dia, indo dos habituais 30 minutos para até 90, e o número médio de mensagens por dia, que atualmente ultrapassa a marca do milhão.

Crescimento mundial

Em levantamento recente feito pela Reuters, outros aplicativos também confirmaram tal comportamento entre seus usuários. Nos Estados Unidos, por exemplo, o OkCupid, site de relacionamento gratuito que permite várias formas de comunicação entre os usuários, registrou aumento no uso entre jovens nas grandes cidades do país.

Segundo Melissa Hobley, chefe de marketing do aplicativo, a Covid-19 se tornou um grande “quebra-gelo” entre as pessoas: “o que vemos é um desejo real de se conectar. À medida que mais e mais pessoas estão trabalhando em casa, cancelando todos os planos sociais, não viajando, algumas já estão se sentindo sozinhas e um pouco isoladas”.

Outro que também fez mudanças após o início da pandemia foi o Tinder, um dos apps mais conhecidos quando o assunto é paquera virtual. Até o próximo dia 30 de abril, a função “passaporte”, que permite conectar usuários com pessoas fora de seu raio de localização e está disponível apenas para quem é Tinder Plus ou Gold, será feita sem custos.

“Nossa esperança é que você use o recurso Passport para praticamente se transportar da auto-quarentena para qualquer lugar do mundo. Você pode conferir pessoas em sua cidade natal, cidade universitária ou cidade irmã e encontrar pessoas de todo o mundo que estão passando pelas mesmas coisas. Se nada mais, você pode aprender como dizer “ei” em outro idioma”, informou o aplicativo por meio de nota.

IG

72,5% dos Usuários do SOS Unimed indicariam o serviço

Foto: Divulgação

O Atendimento Pré Hospitalar do SOS Unimed, na gestão da Medilar, foi muito bem classificado pelos beneficiários do plano, em pontuação de 0 a 5. A apresentação pessoal da equipe foi destacada com nota máxima por 93% dos entrevistados. A Limpeza e a organização da ambulância vieram em seguida, com 86,3% de notas “5”. E a qualidade do atendimento prestado pelo médico fez com que 84,4% dos pacientes elogiassem o serviço.

Dentro dos parâmetros do “Net Promoter Score”, numa escala de 0 a 10 que avalia se o usuário indicaria o serviço a outra pessoa ou familiar, o SOS Unimed alcançou 72,5% , muito próximo da Zona de Excelência, que é de 75%. Com esses dados a Unimed Natal segue com o propósito de aprimorar seus serviços, cientes de que temos os melhores profissionais!

“Buscamos sempre oferecer ao paciente o melhor dentro do menor tempo possível: isso , entendemos, é resolutividade e eficiência em saúde.”- destacou André Pinto , médico coordenador do SOS Unimed em Natal.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim Manoel disse:

    Legal!

Usuários reclamam de instabilidade nos sinais da Claro e Tim na Grande Natal

Foto: Ilustrativa

Coincidentemente, após a queda de energia no início da madrugada desta quarta-feira(22), chegam ao Blog reclamações de instabilidade nos sinais de operadores de telefonia, especialmente, na Grande Natal.

Sinais da Claro e Tim, por exemplo, aparecem como as queixas mais frequentes.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Faça o bem disse:

    Aqui na praia de Barreta faz mais de dois meses que o sinal da TIM desapareceu, sumiu, e a Anatel omissa, não toma nenhuma providência. Afinal, para que serve a ANATEL?

  2. Everton disse:

    Tudo privatizado e nada funcionando… ai dento!

    • Paulão disse:

      Esse Everton só pode ser um abestalhado. Alguém lembra a ele como era uma maravilha na época do celular estatal, antes da Telemar, quando vc pagava até pra receber chamada.

    • Marcos araujo disse:

      Talvez se estivesse na mão do governo …

Número de usuários do gás natural canalizado no RN aumenta mais de 12% em 2019

A quantidade de usuários do gás natural canalizado no Rio Grande do Norte aumentou 12,18% em 2019. O número contabilizado pela Companhia Potiguar de Gás é consequência do incremento dos investimentos efetuados pela empresa na expansão da rede na Grande Natal e Mossoró.

No ano passado, a Potigás ultrapassou a marca dos 25 mil clientes nos quatro segmentos de atuação (comercial, residencial, industrial e veicular) e terminou o ano com 25.661 usuários. No total, foram interligados à rede de gasodutos da empresa 2.738 clientes, sendo a maioria do segmento residencial.

“O aumento do número de clientes do gás natural canalizado é um ganho para toda a sociedade. Isso porque a segurança do combustível é maior, tendo em vista que não é armazenado em botijões e em caso de vazamento, por ser mais leve do que o ar, o produto se dissipa rapidamente. Outro motivo é a melhoria dos padrões ambientais porque o gás natural é mais limpo, contribuindo para a redução de emissão de poluentes”, explica Larissa Dantas Gentile, diretora presidente da Potigás.

Além da segurança e sustentabilidade, os usuários ainda contam com a economia do combustível, que ficou ainda maior nesse mês de janeiro de 2020, além da praticidade de ter acesso ao gás 24 horas por dia, nos sete dias da semana, com pagamento por meio de fatura somente após o consumo.

Twitter pede que usuários do Android atualizem o aplicativo imediatamente; falha permite que hackers acessem informações não públicas da conta

Foto: Divulgação/Olhar Digital

Se a interminável rolagem do feed do seu Twitter fizer parte da sua rotina, você vai querer atualizar o aplicativo o mais rápido possível, se for usuário do Android. Isso porque, nessa semana, a empresa confirmou uma vulnerabilidade em seu aplicativo que poderia permitir que hackers vissem “informações não públicas da conta” e enviassem tuítes e mensagens sem permissão do usuário.

De acordo com um blog do Twitter Privacy Center, a questão de segurança – que já foi corrigida – permitiria que hackers controlassem uma conta e tivessem acesso aos dados de localização e de tuítes protegidos “através de um processo complicado que envolve a inserção de código malicioso em áreas restritas de armazenamento do aplicativo do Twitter”, potencialmente colocando em risco milhões de usuários do aplicativo. Um tuíte do suporte do Twitter afirmou que o problema foi corrigido para a versão 7.93.4 do Android (lançada em novembro) e para a versão 8.18 (lançada em outubro).

Portanto, se você usa o aplicativo da rede social em um aparelho Android, precisa atualizar para a última versão. A postagem do blog dizia que atualmente não há evidências de que alguém se aproveitou dessa falha, mas que “não podemos ter certeza absoluta”. No momento, o Twitter está enviando um e-mail para os usuários que correm maior risco,fornecendo instruções sobre como atualizar o aplicativo.

Embora essa não seja a mesma falha que um hacker explorou ao invadir a conta de Jack Dorsey, CEO do Twitter, em agosto, é possível perceber que os problemas de segurança são graves e recorrentes.

Olhar Digital, via Gizmodo

Novo golpe usa cartão Nubank para roubar dados dos usuários

Foto: Reprodução

Circula um novo golpe para clientes do Nubank em que usuários recebem um e-mail falso avisando que seu cartão de crédito está parcialmente bloqueado por motivos de segurança, necessitando de informações pessoais para “resolver o problema”. O que acaba enganando os clientes do banco é o endereço do remetente usado para aplicar o crime, [email protected], que soa confiável – mas não é.

Acontece que o endereço falso pertence a um domínio hospedado pela Umbler. Neste momento, o site não pode mais ser acessado (http://desbloqueionuconta-com-br.umbler.net/), após usuários relatarem o ocorrido para o Nubank e para a Polícia Federal.

No golpe, informações pessoais do usuário como CPF, endereço e senha do e-mail, número do celular, senhas de oito dígitos e do cartão são solicitadas. Caso os criminosos tenham consigam esses dados, além de usar o cartão para fazer compras na internet, eles podem hackear a NuConta e até mesmo clonar o telefone do cliente.

O Nubank se pronunciou sobre o golpe, afirmando que:

“Esse tipo de atividade é crime, e sempre iremos colaborar com as autoridades competentes para investigar e coibir golpes como esse. Além disso, nós deixamos claro que nunca pedimos para que os clientes nos mandem seus documentos ou outras informações sensíveis por e-mail. Em casos de conteúdo suspeito, pedimos sempre que reportem por meio dos nossos canais de atendimento (chat, e-mail ou telefone), para que o conteúdo seja direcionado para o nosso time de especialistas. É importante também reportar o e-mail como phishing ao seu respectivo provedor de acesso.”

Olhar Digital via Seu Crédito Digital

 

Usuários relatam ‘importunação sexual’ em aplicativos disponíveis na App Store

A segurança é uma das bandeiras da App Store . Diferente do ambiente Android , que permite a instalação de aplicativos distribuídos por outros canais, o iOS tem a loja de aplicativos oficial da Apple como única fonte, totalmente controlada pela companhia. Mas uma investigação realizada pelo “Washington Post”, com o uso de inteligência artificial, detectou mais de 1,5 mil reclamações sobre abordagens sexuais indesejadas em aplicativos disponíveis na plataforma, incluindo casos com menores de idade.

O jornal americano usou um algoritmo de aprendizado de máquina para identificar relatos de conteúdo sexual indesejado, racismo e bullying entre os comentários de aplicativos. Foram analisados mais de 130 mil comentários de seis “aplicativos de conversas aleatórias”, que reúnem pessoas desconhecidas para conversas, sendo cinco deles listados entre os cem mais populares da categoria redes sociais da App Store. As mais de 1,5 mil reclamações foram revisadas manualmente.

No aplicativo Monkey, listado como o décimo mais popular na categoria redes sociais da App Store, cerca de 2% de todos os comentários relatam experiências sexuais indesejadas. Mesmo assim, o aplicativo foi aprovado pela Apple para usuários acima de 12 anos. Os outros aplicativos revisados foram Yubo, ChatLive, Chat for Strangers, Skout e Holla. No ChatLive, ao menos 19% dos comentários citam abordagens sexuais indesejadas.

A Apple afirma que revisa cuidadosamente cada aplicativo, para garantir a segurança da plataforma. Segundo o porta-voz Fred Sainz, são mais de cem mil aplicativos revisados semanalmente, usando algoritmos de inteligência artificial e humanos.

“Nós criamos a App Store para ser um local seguro e confiável para nossos clientes conseguirem seus aplicativos, e levamos todos os relados de contato ilegal ou inapropriado muito a sério”, afirmou Sainz, em comunicado. “Se o propósito desses aplicativos não é apropriado, nós queremos dar aos desenvolvedores a oportunidade de garantir que estão cumprindo apropriadamente as regras, mas nós não hesitamos em removê-los da App Store se não estiverem”.

Após o contato do “Washington Post”, a classificação etária do Monkey foi alterada para 17 anos.

Um dos relatos identificados foi o de Katie Brandner, mãe de três filhos de Nova Orleans. No ano passado, ela pegou o celular de uma das filhas, de 14 anos, porque a menina ficava até tarde acordada conversando. Mas em vez de mensagens trocadas com amigos, ela encontrou o aplicativo Yubo, com mensagens de homens mais velhos, incluindo fotografias explícitas. Apavorada, Katie publicou reclamações na App Store, mas não obteve respostas.

O diretor de operações do Yubo, Marc-Antoine Durand, classificou a experiência de Katie como inaceitável e se comprometeu a responder a todas as avaliações do aplicativo. Segundo ele, o aplicativo recebeu melhorias no sistema de proteção aos usuário e, nos últimos seis meses, mais de 20 mil perfis foram removidos, após serem identificados como pertencentes a menores de 13 anos por um algoritmo. O porta-voz do Skout, Robert Rendine, afirmou que menores não são permitidos no aplicativo.

Esses aplicativos funcionam como “roletas-russas”, onde os usuários são apresentados uns aos outros aleatoriamente. No Skout, uma equipe com 350 pessoas, mais da metade do total de funcionários, é dedicada a moderação das conversas, afirmou Rendine. No Yubo, as mensagens trocadas são escaneadas em busca de palavras-chave usadas em conversas inapropriadas. A nudez é proibida em transmissões ao vivo.

O Holla Group, dono do Holla e do Monkey, não se manifestou, assim como o ChatLive e o Chat for Strangers.

O Globo

Nota Potiguar terá lounge exclusivo para usuários no Carnatal 2019; primeiro lote de abadás já disponível no aplicativo

O Lounge Nota Potiguar será um espaço diferenciado que permite aproveitar o melhor da micareta com conforto, segurança e toda estrutura de bares e praça de alimentação. Primeiro lote de abadás já está disponível no app.

Para comemorar a marca dos mais de 200 mil usuários cadastrados, a campanha Nota Potiguar premia os participantes com acesso à 29ª edição do Carnatal. Os usuários poderão trocar os pontos da campanha por abadás que dão direito a um espaço exclusivo e diferenciado, o Lounge Nota Potiguar. Com entrada exclusiva, o amplo espaço tem uma estrutura ímpar, com banheiros exclusivos, bares, praça de alimentação e uma sacada que permite uma visão privilegiada dos blocos nas duas voltas dos trios e, principalmente, na dispersão, quando ocorre os momentos mais marcantes da micareta. O evento será realizado de 12 a 15 de dezembro.

Para ter acesso ao Lounge Nota Potiguar, é preciso baixar o aplicativo, cadastrar-se e solicitar a inclusão do CPF na nota fiscal nos momentos de compras durante o mês de novembro. Depois, basta programar os pontos para o evento. A pontuação varia conforme o dia. Mas, com seis pontos, já é possível garantir um abadá, que dá acesso ao espaço. Os abadás são limitados a um CPF por dia, e apenas o titular poderá resgata-los, ou através de procuração.

O Lounge Nota Potiguar foi lançado no fim de semana passado. O primeiro lote de abadás foi aberto na segunda-feira (11) e mais de mil abadás já foram reservados. A reserva dos vouchers através do aplicativo ocorrerá do dia 11/11 ao dia 20/11. Após adquirir o voucher de reserva, o usuário terá de trocá-lo pelo vale-abadá no período de 19 a 30 de novembro na Central do Carnatal, localizado no segundo piso do Natal Shopping.

A Nota Potiguar é uma campanha que integra as ações do Programa de Cidadania e Educação Fiscal do Rio Grande do Norte e é promovida pelo Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN). A expectativa é que, com o programa, o Governo arrecade em torno de R$ 84 milhões por ano através dessa conscientização do cidadão em pedir a nota fiscal. Além do acesso ao Carnatal, que é promovido pela Destaque Promoções, a ação também oferece todos os meses prêmios em dinheiro para usuários e instituições filantrópicas, assim como descontos no IPVA e outras vantagens.

Confira a tabela dos pontos abaixo:

QUINTA (12/12) – 6 pontos

SEXTA (13/12) – 8 pontos

SÁBADO (14/12) – 10 pontos

DOMINGO (15/12) – 6 pontos

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Beatris disse:

    Quero ir no sábado 10 ponto eu ir meu marido

  2. Maria Carmem Mariano da Costa disse:

    Como faço reserva de longe nota potiguar???

  3. rose disse:

    ainda posso trocar meus ponto?

  4. rose disse:

    ainda posso trocar meus ponto?como faço?

  5. Vera luia disse:

    Nao sei como retiro. O meu abada

  6. Rafael disse:

    Parabéns Governadora! Suas iniciativas, aos poucos está conseguindo tirar o nosso estado do buraco que os seus antecessores deixaram…
    Que o pessoal do contra fique se corroendo por dentro. Kkkkk…

  7. Djalma Gonçalves de Oliveira disse:

    Tenho 17 pontos como faço para trocar

  8. Luiz disse:

    O abadá vai ser para qual bloco?

  9. LuMedeiros disse:

    Foram excludentes! Como poderá participar um casal se apenas um vouche por CPF?

  10. Brasil disse:

    Programa sem futuro, era pra dá cestas básicas pros pobres e não aumentar em 16% os salários dos procuradores, isso sim

  11. AF disse:

    QUEM MATOU MARIELLE?

  12. Cigano Lulu disse:

    O "Nota Potiguar" é cópia mal-acabada do antigo "Ganhe Já" do governo de José Agripino Maia.
    Aliás, o desgoverno petista até aqui não inovou em nada.
    Apenas saíram as oligarquias familiares e entrou em cena uma atrasada oligarquia sindical.

  13. Luciana Morais Gama disse:

    Nome sugestivo pra o bloco, GRELO DURO.

SINAL DE ALERTA: Usuários do Instagram são alvos de novo ataque de phishing; proteja-se

Reprodução

Os usuários recebem um e-mail com informações sobre uma tentativa de login não autorizado, ao clicarem no link, eles são direcionados para um site semelhante ao da rede social que solicita seus dados

Os ataques phishing são uma maneira comum de obter dados pessoais de alguém sem que a pessoa saiba disso. Geralmente, esses ataques envolvem um invasor usando uma página semelhante à de um site popular para enganar a vítima e induzi-la a inserir suas informações pessoais, achando que se trata do site real.

Um novo ataque está usando um sistema de autenticação de dois fatores para obter acesso aos dados da conta do Instagram de diversas pessoas. E o pior de tudo: o site é quase idêntico ao original.

Quem descobriu o golpe foi a equipe de segurança da Sophos. Os pesquisadores alertaram que os hackers estão enviando um e-mail para as vítimas informando sobre uma tentativa de login não autorizado em suas contas. Ao clicar no link disponibilizado, o usuário é direcionado para uma página falsa da rede social que solicita suas credenciais para confirmar sua identidade.

O que torna o golpe mais convincente – e perigoso – é a presença do protocolo de segurança SSL na página. Os hackers adquiriram um certificado SSL para que o site apresente o prefixo HTTPS em seu endereço e mostre um cadeado verde para garantir aos usuários que eles estão no site real do Instagram.

Como dica para se prevenir desse golpe, a Sophos informou que os usuários devem sempre se atentar para os domínios dos sites. No caso desse golpe, por exemplo, ele apresenta um domínio “.cf”, que é um domínio atribuído a registros na República Centro-Africana. A maioria dos sites utiliza um domínio de nível superior, como o “.com”.

Além disso, os usuários têm a opção de não seguir os links dos e-mails, a orientação é entrar manualmente nos sites e, caso seja solicitado as credenciais, inseri-las apenas lá. Isso fará com que as credenciais não sejam inseridas acidentalmente em um site de phishing.

Olhar Digital, via MSPowerUser

 

‘Novo’ nome do WhatsApp começa a aparecer para os usuários

Aplicativo já se apresenta como ‘WhatsApp do Facebook’ para algumas pessoas; mudança foi feita para empresa se reafirmar como dona do aplicativo

Algumas semanas atrás, o Facebook oficializou uma pequena mudança de nome do WhatsApp e do Instagram: eles passariam a se identificar como pertencentes ao Facebook; Agora, a modificação está ocorrendo e um dos aplicativos mais utilizados do mundo já tem o sobrenome da rede social.

A mudança não é tão radical, mas foi feita para que o Facebook pudesse se reafirmar como dono desses aplicativos. O Facebook quer que as coisas sejam claras para todos. Com isso, o aplicativo de troca de mensagens passa a se chamar “WhatsApp do Facebook”.

Isso já pode ser visto na tela de configurações da nova versão beta do aplicativo. Ainda não se sabe se o nome exibido abaixo do ícone na tela do aparelho também mudará, mas pode ser que aconteça no futuro.

A pequena alteração de nome não muda em absolutamente nada o funcionamento do aplicativo: o seu “WhatsApp do Facebook” é exatamente o mesmo app que antes você conhecia apenas como “WhatsApp”.

Olhar Digital, via FayerWayer

 

Instagram vai permitir que usuários denunciem informação falsa

(Getty Images/Getty Images)

O Instagram lançou nessa quinta-feira, 15, um recurso que permite aos usuários denunciarem publicações que considerem falsas.

A publicação de informação falsa não é proibida em todos os serviços do Facebook, mas a companhia está tomando medidas para limitar o alcance de publicações erradas e alertar os usuários.

O Facebook começou a usar tecnologia de detecção de imagem no Instagram em maio e expandiu seu programa de checagem de informações para o aplicativo.

Os resultados considerados como falsos são removidos de locais em que os usuários buscam conteúdo novo, como a aba “Explore”, do Instagram, e resultados de busca por hashtags.

O Facebook tem 54 parceiros de checagem de informações e trabalha com 42 idiomas, mas o recurso no Instagram está sendo lançado apenas nos Estados Unidos.

“Este é um passo inicial conforme trabalhamos para uma abordagem mais ampla no trato de informações falsas”, disse Stephanie Otway, porta-voz do Facebook.

Exame