Efeito Covid-19: aplicativos de relacionamento têm “boom” de usuários e acessos

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Desde o início do isolamento causado pela pandemia do Covid-19, diversos aplicativos de relacionamento têm registrado aumento nos acessos. Seja pela solidão do confinamento ou por outros motivos, as pessoas têm buscado a socialização virtual para encarar este tempo de ausência de contato físico, o que gerou um verdadeiro “boom” nos números de cadastros e interações.

No Brasil, o fenômeno não é diferente. A plataforma Meu Patrocínio, voltada para o relacionamento sugar – aquele em que um homem ou mulher mais velho e com condição financeira “patrocina” uma pessoa mais nova -, contabilizou um aumento de 80% no número de inscrições semanais: o total saltou de 20 mil para 36 mil.

“Em fases de paralisações, sempre registramos um aumento da procura na nossa plataforma, mas, desta vez, outros fatores certamente influenciam. As pessoas têm mais tempo disponível e podem fazer buscas mais detalhadas para encontrar o perfil do parceiro ideal. Além disso, a socialização só tem crescido no mundo virtual e também é natural. Procurar um romance, alguém com quem compartilhar sua experiência de isolamento, é um antídoto contra a solidão e depressão”, afirma a CEO e fundadora da plataforma, Jennifer Lobo.

Segundo a empresa, outras estatísticas que também cresceram desde o início da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) foram o tempo gasto por cada usuário dentro do aplicativo por dia, indo dos habituais 30 minutos para até 90, e o número médio de mensagens por dia, que atualmente ultrapassa a marca do milhão.

Crescimento mundial

Em levantamento recente feito pela Reuters, outros aplicativos também confirmaram tal comportamento entre seus usuários. Nos Estados Unidos, por exemplo, o OkCupid, site de relacionamento gratuito que permite várias formas de comunicação entre os usuários, registrou aumento no uso entre jovens nas grandes cidades do país.

Segundo Melissa Hobley, chefe de marketing do aplicativo, a Covid-19 se tornou um grande “quebra-gelo” entre as pessoas: “o que vemos é um desejo real de se conectar. À medida que mais e mais pessoas estão trabalhando em casa, cancelando todos os planos sociais, não viajando, algumas já estão se sentindo sozinhas e um pouco isoladas”.

Outro que também fez mudanças após o início da pandemia foi o Tinder, um dos apps mais conhecidos quando o assunto é paquera virtual. Até o próximo dia 30 de abril, a função “passaporte”, que permite conectar usuários com pessoas fora de seu raio de localização e está disponível apenas para quem é Tinder Plus ou Gold, será feita sem custos.

“Nossa esperança é que você use o recurso Passport para praticamente se transportar da auto-quarentena para qualquer lugar do mundo. Você pode conferir pessoas em sua cidade natal, cidade universitária ou cidade irmã e encontrar pessoas de todo o mundo que estão passando pelas mesmas coisas. Se nada mais, você pode aprender como dizer “ei” em outro idioma”, informou o aplicativo por meio de nota.

IG

72,5% dos Usuários do SOS Unimed indicariam o serviço

Foto: Divulgação

O Atendimento Pré Hospitalar do SOS Unimed, na gestão da Medilar, foi muito bem classificado pelos beneficiários do plano, em pontuação de 0 a 5. A apresentação pessoal da equipe foi destacada com nota máxima por 93% dos entrevistados. A Limpeza e a organização da ambulância vieram em seguida, com 86,3% de notas “5”. E a qualidade do atendimento prestado pelo médico fez com que 84,4% dos pacientes elogiassem o serviço.

Dentro dos parâmetros do “Net Promoter Score”, numa escala de 0 a 10 que avalia se o usuário indicaria o serviço a outra pessoa ou familiar, o SOS Unimed alcançou 72,5% , muito próximo da Zona de Excelência, que é de 75%. Com esses dados a Unimed Natal segue com o propósito de aprimorar seus serviços, cientes de que temos os melhores profissionais!

“Buscamos sempre oferecer ao paciente o melhor dentro do menor tempo possível: isso , entendemos, é resolutividade e eficiência em saúde.”- destacou André Pinto , médico coordenador do SOS Unimed em Natal.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim Manoel disse:

    Legal!

Usuários reclamam de instabilidade nos sinais da Claro e Tim na Grande Natal

Foto: Ilustrativa

Coincidentemente, após a queda de energia no início da madrugada desta quarta-feira(22), chegam ao Blog reclamações de instabilidade nos sinais de operadores de telefonia, especialmente, na Grande Natal.

Sinais da Claro e Tim, por exemplo, aparecem como as queixas mais frequentes.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Faça o bem disse:

    Aqui na praia de Barreta faz mais de dois meses que o sinal da TIM desapareceu, sumiu, e a Anatel omissa, não toma nenhuma providência. Afinal, para que serve a ANATEL?

  2. Everton disse:

    Tudo privatizado e nada funcionando… ai dento!

    • Paulão disse:

      Esse Everton só pode ser um abestalhado. Alguém lembra a ele como era uma maravilha na época do celular estatal, antes da Telemar, quando vc pagava até pra receber chamada.

    • Marcos araujo disse:

      Talvez se estivesse na mão do governo …

Número de usuários do gás natural canalizado no RN aumenta mais de 12% em 2019

A quantidade de usuários do gás natural canalizado no Rio Grande do Norte aumentou 12,18% em 2019. O número contabilizado pela Companhia Potiguar de Gás é consequência do incremento dos investimentos efetuados pela empresa na expansão da rede na Grande Natal e Mossoró.

No ano passado, a Potigás ultrapassou a marca dos 25 mil clientes nos quatro segmentos de atuação (comercial, residencial, industrial e veicular) e terminou o ano com 25.661 usuários. No total, foram interligados à rede de gasodutos da empresa 2.738 clientes, sendo a maioria do segmento residencial.

“O aumento do número de clientes do gás natural canalizado é um ganho para toda a sociedade. Isso porque a segurança do combustível é maior, tendo em vista que não é armazenado em botijões e em caso de vazamento, por ser mais leve do que o ar, o produto se dissipa rapidamente. Outro motivo é a melhoria dos padrões ambientais porque o gás natural é mais limpo, contribuindo para a redução de emissão de poluentes”, explica Larissa Dantas Gentile, diretora presidente da Potigás.

Além da segurança e sustentabilidade, os usuários ainda contam com a economia do combustível, que ficou ainda maior nesse mês de janeiro de 2020, além da praticidade de ter acesso ao gás 24 horas por dia, nos sete dias da semana, com pagamento por meio de fatura somente após o consumo.

Twitter pede que usuários do Android atualizem o aplicativo imediatamente; falha permite que hackers acessem informações não públicas da conta

Foto: Divulgação/Olhar Digital

Se a interminável rolagem do feed do seu Twitter fizer parte da sua rotina, você vai querer atualizar o aplicativo o mais rápido possível, se for usuário do Android. Isso porque, nessa semana, a empresa confirmou uma vulnerabilidade em seu aplicativo que poderia permitir que hackers vissem “informações não públicas da conta” e enviassem tuítes e mensagens sem permissão do usuário.

De acordo com um blog do Twitter Privacy Center, a questão de segurança – que já foi corrigida – permitiria que hackers controlassem uma conta e tivessem acesso aos dados de localização e de tuítes protegidos “através de um processo complicado que envolve a inserção de código malicioso em áreas restritas de armazenamento do aplicativo do Twitter”, potencialmente colocando em risco milhões de usuários do aplicativo. Um tuíte do suporte do Twitter afirmou que o problema foi corrigido para a versão 7.93.4 do Android (lançada em novembro) e para a versão 8.18 (lançada em outubro).

Portanto, se você usa o aplicativo da rede social em um aparelho Android, precisa atualizar para a última versão. A postagem do blog dizia que atualmente não há evidências de que alguém se aproveitou dessa falha, mas que “não podemos ter certeza absoluta”. No momento, o Twitter está enviando um e-mail para os usuários que correm maior risco,fornecendo instruções sobre como atualizar o aplicativo.

Embora essa não seja a mesma falha que um hacker explorou ao invadir a conta de Jack Dorsey, CEO do Twitter, em agosto, é possível perceber que os problemas de segurança são graves e recorrentes.

Olhar Digital, via Gizmodo

Novo golpe usa cartão Nubank para roubar dados dos usuários

Foto: Reprodução

Circula um novo golpe para clientes do Nubank em que usuários recebem um e-mail falso avisando que seu cartão de crédito está parcialmente bloqueado por motivos de segurança, necessitando de informações pessoais para “resolver o problema”. O que acaba enganando os clientes do banco é o endereço do remetente usado para aplicar o crime, [email protected], que soa confiável – mas não é.

Acontece que o endereço falso pertence a um domínio hospedado pela Umbler. Neste momento, o site não pode mais ser acessado (http://desbloqueionuconta-com-br.umbler.net/), após usuários relatarem o ocorrido para o Nubank e para a Polícia Federal.

No golpe, informações pessoais do usuário como CPF, endereço e senha do e-mail, número do celular, senhas de oito dígitos e do cartão são solicitadas. Caso os criminosos tenham consigam esses dados, além de usar o cartão para fazer compras na internet, eles podem hackear a NuConta e até mesmo clonar o telefone do cliente.

O Nubank se pronunciou sobre o golpe, afirmando que:

“Esse tipo de atividade é crime, e sempre iremos colaborar com as autoridades competentes para investigar e coibir golpes como esse. Além disso, nós deixamos claro que nunca pedimos para que os clientes nos mandem seus documentos ou outras informações sensíveis por e-mail. Em casos de conteúdo suspeito, pedimos sempre que reportem por meio dos nossos canais de atendimento (chat, e-mail ou telefone), para que o conteúdo seja direcionado para o nosso time de especialistas. É importante também reportar o e-mail como phishing ao seu respectivo provedor de acesso.”

Olhar Digital via Seu Crédito Digital

 

Usuários relatam ‘importunação sexual’ em aplicativos disponíveis na App Store

A segurança é uma das bandeiras da App Store . Diferente do ambiente Android , que permite a instalação de aplicativos distribuídos por outros canais, o iOS tem a loja de aplicativos oficial da Apple como única fonte, totalmente controlada pela companhia. Mas uma investigação realizada pelo “Washington Post”, com o uso de inteligência artificial, detectou mais de 1,5 mil reclamações sobre abordagens sexuais indesejadas em aplicativos disponíveis na plataforma, incluindo casos com menores de idade.

O jornal americano usou um algoritmo de aprendizado de máquina para identificar relatos de conteúdo sexual indesejado, racismo e bullying entre os comentários de aplicativos. Foram analisados mais de 130 mil comentários de seis “aplicativos de conversas aleatórias”, que reúnem pessoas desconhecidas para conversas, sendo cinco deles listados entre os cem mais populares da categoria redes sociais da App Store. As mais de 1,5 mil reclamações foram revisadas manualmente.

No aplicativo Monkey, listado como o décimo mais popular na categoria redes sociais da App Store, cerca de 2% de todos os comentários relatam experiências sexuais indesejadas. Mesmo assim, o aplicativo foi aprovado pela Apple para usuários acima de 12 anos. Os outros aplicativos revisados foram Yubo, ChatLive, Chat for Strangers, Skout e Holla. No ChatLive, ao menos 19% dos comentários citam abordagens sexuais indesejadas.

A Apple afirma que revisa cuidadosamente cada aplicativo, para garantir a segurança da plataforma. Segundo o porta-voz Fred Sainz, são mais de cem mil aplicativos revisados semanalmente, usando algoritmos de inteligência artificial e humanos.

“Nós criamos a App Store para ser um local seguro e confiável para nossos clientes conseguirem seus aplicativos, e levamos todos os relados de contato ilegal ou inapropriado muito a sério”, afirmou Sainz, em comunicado. “Se o propósito desses aplicativos não é apropriado, nós queremos dar aos desenvolvedores a oportunidade de garantir que estão cumprindo apropriadamente as regras, mas nós não hesitamos em removê-los da App Store se não estiverem”.

Após o contato do “Washington Post”, a classificação etária do Monkey foi alterada para 17 anos.

Um dos relatos identificados foi o de Katie Brandner, mãe de três filhos de Nova Orleans. No ano passado, ela pegou o celular de uma das filhas, de 14 anos, porque a menina ficava até tarde acordada conversando. Mas em vez de mensagens trocadas com amigos, ela encontrou o aplicativo Yubo, com mensagens de homens mais velhos, incluindo fotografias explícitas. Apavorada, Katie publicou reclamações na App Store, mas não obteve respostas.

O diretor de operações do Yubo, Marc-Antoine Durand, classificou a experiência de Katie como inaceitável e se comprometeu a responder a todas as avaliações do aplicativo. Segundo ele, o aplicativo recebeu melhorias no sistema de proteção aos usuário e, nos últimos seis meses, mais de 20 mil perfis foram removidos, após serem identificados como pertencentes a menores de 13 anos por um algoritmo. O porta-voz do Skout, Robert Rendine, afirmou que menores não são permitidos no aplicativo.

Esses aplicativos funcionam como “roletas-russas”, onde os usuários são apresentados uns aos outros aleatoriamente. No Skout, uma equipe com 350 pessoas, mais da metade do total de funcionários, é dedicada a moderação das conversas, afirmou Rendine. No Yubo, as mensagens trocadas são escaneadas em busca de palavras-chave usadas em conversas inapropriadas. A nudez é proibida em transmissões ao vivo.

O Holla Group, dono do Holla e do Monkey, não se manifestou, assim como o ChatLive e o Chat for Strangers.

O Globo

Nota Potiguar terá lounge exclusivo para usuários no Carnatal 2019; primeiro lote de abadás já disponível no aplicativo

O Lounge Nota Potiguar será um espaço diferenciado que permite aproveitar o melhor da micareta com conforto, segurança e toda estrutura de bares e praça de alimentação. Primeiro lote de abadás já está disponível no app.

Para comemorar a marca dos mais de 200 mil usuários cadastrados, a campanha Nota Potiguar premia os participantes com acesso à 29ª edição do Carnatal. Os usuários poderão trocar os pontos da campanha por abadás que dão direito a um espaço exclusivo e diferenciado, o Lounge Nota Potiguar. Com entrada exclusiva, o amplo espaço tem uma estrutura ímpar, com banheiros exclusivos, bares, praça de alimentação e uma sacada que permite uma visão privilegiada dos blocos nas duas voltas dos trios e, principalmente, na dispersão, quando ocorre os momentos mais marcantes da micareta. O evento será realizado de 12 a 15 de dezembro.

Para ter acesso ao Lounge Nota Potiguar, é preciso baixar o aplicativo, cadastrar-se e solicitar a inclusão do CPF na nota fiscal nos momentos de compras durante o mês de novembro. Depois, basta programar os pontos para o evento. A pontuação varia conforme o dia. Mas, com seis pontos, já é possível garantir um abadá, que dá acesso ao espaço. Os abadás são limitados a um CPF por dia, e apenas o titular poderá resgata-los, ou através de procuração.

O Lounge Nota Potiguar foi lançado no fim de semana passado. O primeiro lote de abadás foi aberto na segunda-feira (11) e mais de mil abadás já foram reservados. A reserva dos vouchers através do aplicativo ocorrerá do dia 11/11 ao dia 20/11. Após adquirir o voucher de reserva, o usuário terá de trocá-lo pelo vale-abadá no período de 19 a 30 de novembro na Central do Carnatal, localizado no segundo piso do Natal Shopping.

A Nota Potiguar é uma campanha que integra as ações do Programa de Cidadania e Educação Fiscal do Rio Grande do Norte e é promovida pelo Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN). A expectativa é que, com o programa, o Governo arrecade em torno de R$ 84 milhões por ano através dessa conscientização do cidadão em pedir a nota fiscal. Além do acesso ao Carnatal, que é promovido pela Destaque Promoções, a ação também oferece todos os meses prêmios em dinheiro para usuários e instituições filantrópicas, assim como descontos no IPVA e outras vantagens.

Confira a tabela dos pontos abaixo:

QUINTA (12/12) – 6 pontos

SEXTA (13/12) – 8 pontos

SÁBADO (14/12) – 10 pontos

DOMINGO (15/12) – 6 pontos

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Beatris disse:

    Quero ir no sábado 10 ponto eu ir meu marido

  2. Maria Carmem Mariano da Costa disse:

    Como faço reserva de longe nota potiguar???

  3. rose disse:

    ainda posso trocar meus ponto?

  4. rose disse:

    ainda posso trocar meus ponto?como faço?

  5. Vera luia disse:

    Nao sei como retiro. O meu abada

  6. Rafael disse:

    Parabéns Governadora! Suas iniciativas, aos poucos está conseguindo tirar o nosso estado do buraco que os seus antecessores deixaram…
    Que o pessoal do contra fique se corroendo por dentro. Kkkkk…

  7. Djalma Gonçalves de Oliveira disse:

    Tenho 17 pontos como faço para trocar

  8. Luiz disse:

    O abadá vai ser para qual bloco?

  9. LuMedeiros disse:

    Foram excludentes! Como poderá participar um casal se apenas um vouche por CPF?

  10. Brasil disse:

    Programa sem futuro, era pra dá cestas básicas pros pobres e não aumentar em 16% os salários dos procuradores, isso sim

  11. AF disse:

    QUEM MATOU MARIELLE?

  12. Cigano Lulu disse:

    O "Nota Potiguar" é cópia mal-acabada do antigo "Ganhe Já" do governo de José Agripino Maia.
    Aliás, o desgoverno petista até aqui não inovou em nada.
    Apenas saíram as oligarquias familiares e entrou em cena uma atrasada oligarquia sindical.

  13. Luciana Morais Gama disse:

    Nome sugestivo pra o bloco, GRELO DURO.

SINAL DE ALERTA: Usuários do Instagram são alvos de novo ataque de phishing; proteja-se

Reprodução

Os usuários recebem um e-mail com informações sobre uma tentativa de login não autorizado, ao clicarem no link, eles são direcionados para um site semelhante ao da rede social que solicita seus dados

Os ataques phishing são uma maneira comum de obter dados pessoais de alguém sem que a pessoa saiba disso. Geralmente, esses ataques envolvem um invasor usando uma página semelhante à de um site popular para enganar a vítima e induzi-la a inserir suas informações pessoais, achando que se trata do site real.

Um novo ataque está usando um sistema de autenticação de dois fatores para obter acesso aos dados da conta do Instagram de diversas pessoas. E o pior de tudo: o site é quase idêntico ao original.

Quem descobriu o golpe foi a equipe de segurança da Sophos. Os pesquisadores alertaram que os hackers estão enviando um e-mail para as vítimas informando sobre uma tentativa de login não autorizado em suas contas. Ao clicar no link disponibilizado, o usuário é direcionado para uma página falsa da rede social que solicita suas credenciais para confirmar sua identidade.

O que torna o golpe mais convincente – e perigoso – é a presença do protocolo de segurança SSL na página. Os hackers adquiriram um certificado SSL para que o site apresente o prefixo HTTPS em seu endereço e mostre um cadeado verde para garantir aos usuários que eles estão no site real do Instagram.

Como dica para se prevenir desse golpe, a Sophos informou que os usuários devem sempre se atentar para os domínios dos sites. No caso desse golpe, por exemplo, ele apresenta um domínio “.cf”, que é um domínio atribuído a registros na República Centro-Africana. A maioria dos sites utiliza um domínio de nível superior, como o “.com”.

Além disso, os usuários têm a opção de não seguir os links dos e-mails, a orientação é entrar manualmente nos sites e, caso seja solicitado as credenciais, inseri-las apenas lá. Isso fará com que as credenciais não sejam inseridas acidentalmente em um site de phishing.

Olhar Digital, via MSPowerUser

 

‘Novo’ nome do WhatsApp começa a aparecer para os usuários

Aplicativo já se apresenta como ‘WhatsApp do Facebook’ para algumas pessoas; mudança foi feita para empresa se reafirmar como dona do aplicativo

Algumas semanas atrás, o Facebook oficializou uma pequena mudança de nome do WhatsApp e do Instagram: eles passariam a se identificar como pertencentes ao Facebook; Agora, a modificação está ocorrendo e um dos aplicativos mais utilizados do mundo já tem o sobrenome da rede social.

A mudança não é tão radical, mas foi feita para que o Facebook pudesse se reafirmar como dono desses aplicativos. O Facebook quer que as coisas sejam claras para todos. Com isso, o aplicativo de troca de mensagens passa a se chamar “WhatsApp do Facebook”.

Isso já pode ser visto na tela de configurações da nova versão beta do aplicativo. Ainda não se sabe se o nome exibido abaixo do ícone na tela do aparelho também mudará, mas pode ser que aconteça no futuro.

A pequena alteração de nome não muda em absolutamente nada o funcionamento do aplicativo: o seu “WhatsApp do Facebook” é exatamente o mesmo app que antes você conhecia apenas como “WhatsApp”.

Olhar Digital, via FayerWayer

 

Instagram vai permitir que usuários denunciem informação falsa

(Getty Images/Getty Images)

O Instagram lançou nessa quinta-feira, 15, um recurso que permite aos usuários denunciarem publicações que considerem falsas.

A publicação de informação falsa não é proibida em todos os serviços do Facebook, mas a companhia está tomando medidas para limitar o alcance de publicações erradas e alertar os usuários.

O Facebook começou a usar tecnologia de detecção de imagem no Instagram em maio e expandiu seu programa de checagem de informações para o aplicativo.

Os resultados considerados como falsos são removidos de locais em que os usuários buscam conteúdo novo, como a aba “Explore”, do Instagram, e resultados de busca por hashtags.

O Facebook tem 54 parceiros de checagem de informações e trabalha com 42 idiomas, mas o recurso no Instagram está sendo lançado apenas nos Estados Unidos.

“Este é um passo inicial conforme trabalhamos para uma abordagem mais ampla no trato de informações falsas”, disse Stephanie Otway, porta-voz do Facebook.

Exame

 

Falha no Instagram dificulta a publicação de stories pelos usuários

Foto: Pixabay

O Instagram passa por uma instabilidade nesta quarta-feira (14) e usuários enfrentam dificuldade para fazer postagens nos stories.

Segundo o site DownDetector, que monitora o funcionamento das redes sociais pelo mundo, a falha atinge o Brasil, os EUA, o Japão e países na Europa.

No Twitter, diversas pessoas buscam entender o que está acontecendo com a rede social. Há relatos de que o serviço está sendo normalizado, apesar das falhas no começo da manhã.

Procurado pelo R7, o Instagram ainda não se posicionou sobre a nova instabilidade na plataforma.

R7

 

REPORTAGEM DE LEITURA OBRIGATÓRIA: Drogas de fundo de quintal se espalham e geram roleta russa para usuários

Imagem: Estevan Silveira/UOL

TopCat, N-Bomb, Smile, K2 e Quad. Ecstasy e ácido genérico, maconha sintética, heroína artificial e mais uma miríade de estimulantes e alucinógenos que a maioria das pessoas nunca ouviu falar. Nos últimos anos, a vida do usuário de drogas sintéticas no Brasil (e no mundo) virou uma roleta-russa mais perigosa que a habitual.

Com a proliferação de laboratórios de fundo de quintal pelo país afora e a descoberta de substâncias psicotrópicas em uma velocidade maior do que a capacidade das autoridades de identifica-las e proibi-las, hoje é difícil saber o que vai na droga contida naquela pílula colorida de formato engraçado. Dia sim, outro também, aparece uma novidade nesse mercado.

De 2014 até o final de 2018, Polícia Federal, Polícia Civil e Polícia Militar identificaram e apreenderam 209 novas drogas psicoativas em tentativas de traficantes de as trazerem ao Brasil ou já circulando nas ruas das principais cidades.

De acordo com o Relatório de Atividades 2017/2018 do Grupo de Trabalho para Classificação de Substâncias Controladas, concluído pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no início deste ano, a lista inclui também alguns medicamentos prescritos ou que entraram para a lista de substâncias controladas.

São consideradas novas drogas psicoativas as substâncias e compostos químicos que nunca antes tinham sido identificados e apreendidos sendo usados como drogas recreativas.

Também entram nessa lista substâncias que eram conhecidas anteriormente — como remédios de prescrição ou moléculas obscuras sintetizadas pela primeira vez nos anos 1950, 1960 e 1970 e nunca antes produzidas em larga escala, por exemplo –, mas que antes não eram usadas para “ficar doidão”.

Trata-se tanto de substitutos genéricos ou sintéticos para drogas conhecidas, como compostos que imitam os efeitos do ecstasy, da metanfetamina, da maconha e do LSD, por exemplo, até novas drogas de fato, vendidas nas ruas com nomes complicados como 25E-NBOH ou nomes comerciais como Spice, Smiles, N-Bomb e outros.

“São drogas que podem ser produzidas com estruturas simples, em praticamente um laboratório de fundo de quintal, um quartinho com poucos equipamentos e por pessoas com conhecimento técnico rudimentar”, afirma o delegado Rogério Henrique Rezende, chefe da Cord (Coordenação de Repressão às Drogas) da Polícia Civil do Distrito Federal.

“A maior parte destas novas drogas que temos visto e apreendido são substâncias caseiras, produzidas nestes moldes e de qualidade baixíssima. É uma verdadeira roleta-russa para os usuários”. Rogério Henrique Rezende, delegado da Polícia Civil do DF.

De acordo com o delegado, com um investimento baixo, algo entre R$ 30 mil e R$ 100 mil, é possível montar um laboratório caseiro de drogas. “Outra vantagem da produção de sintéticas para os criminosos é que a estrutura é fácil de montar e desmontar. Eles trocam de local constantemente e dificultam o trabalho da polícia.”

Ele usa de exemplo um caso em andamento na Cord, no qual um traficante preso pela polícia estava conseguindo sintetizar uma droga com efeitos parecidos com os do MDMA [principal composto do ecstasy tradicional] a partir de um dos ingredientes presente em qualquer xampu a venda nos mercados. “É uma situação muito difícil, neste caso estamos só encerrando o inquérito e já vamos notificar a Anvisa para incluir este componente na lista de substâncias controladas. Hoje é vendida pela indústria química sem restrições.”

Neste ano, a Cord já apreendeu o dobro de drogas sintéticas do que no mesmo período do ano passado. Até julho, foram seis laboratórios de fundo de quintal fechados só no DF.

Mais baratas, difíceis de rastrear e imprevisíveis

No caso das drogas “genéricas”, o objetivo de vendê-las no tráfico nacional e internacional geralmente atende a dois propósitos: possuem ingredientes mais baratos de produzir e obter do que seus similares tradicionais ou são novidades no mundo da química e não integram nenhuma lista de substâncias visadas ao redor do mundo.

“Ecstasy, por exemplo, é mais uma categoria de drogas sintéticas estimulantes e alucinógenas do que um composto específico”, afirma um traficante que concordou em conversar com a reportagem sem ser identificado. “Existem vários tipos de ecstasy hoje em dia, até com nomes e efeitos diferentes”, explica.

“A quantidade de substâncias diferentes tem crescido ano a ano, conforme as drogas sintéticas têm sido cada vez mais produzidas no Brasil. Até uns cinco ou dez anos atrás, todas as drogas sintéticas que rolavam no país eram importadas. Hoje, a maioria é nacional, feita em laboratórios caseiros sem controle de qualidade”, alerta o traficante.

“A droga nacional é horrorosa no geral e tem efeitos colaterais bizarros e imprevisíveis. Eu sempre aviso meus clientes e procuro ter droga importada, que custa mais que o dobro do preço. Ácido de verdade, por exemplo, é difícil de achar. Só rola os N-Bombs, que são parecidos mas não são iguais”. Traficante que pediu para não ser identificado.

Dados do Instituto de Criminalística da Polícia Civil do Distrito Federal, por exemplo, constataram que, de 2009 a 2012, 100% das apreensões de LSD [ácido lisérgico, uma droga alucinógena] eram, de fato, LSD mesmo. Depois do primeiro semestre de 2013, o número caiu para 50%. A outra metade das apreensões foi de genéricos, outras substâncias vendidas pelos traficantes ao usuário como se fosse LSD, mas não era.

Por exemplo o 25E-NBOH, que possui efeitos alucinógenos no organismo do usuário similares aos do “ácido” tradicional. A droga tem ganhado personalidade própria entre os usuários, é tanto vendida como se fosse LSD como com seu nome real.

(mais…)

Usuários ‘abandonam’ o iPhone e optam por rivais, indica pesquisa

Foto: Luciana Maline/TechTudo

A fidelidade de usuários de iPhone caiu 15,2% neste ano, na comparação com março de 2018, segundo um levantamento que mede a lealdade de consumidores às marcas de smartphones. No estudo conduzido pelo BankMyCell, serviço americano de troca de smartphones usados por novos, também é possível ver que a Samsung foi a principal beneficiária dos antigos donos de telefone Apple – 18% dos compradores de Galaxy possuíam antes um modelo com a maçã na superfície traseira.

Ainda de acordo com a pesquisa, a Apple chegou à menor taxa de retenção de consumidores norte-americanos desde 2011.

O serviço de trocas explica que, usando dados de outras fontes, estima que a fidelidade dos usuários da Apple está hoje numa margem que deve chegar aos 73%, enquanto o maior nível de fidelidade em torno dos iPhones foi atingido em 2017, batendo a faixa dos 92% de retenção na troca de usados por novos.

Em todo caso, a comparação com a rival Samsung torna o contraste do cenário ainda mais negativo para os iPhones. Os dados mostram que 26% da base de usuários que detinha um iPhone X antes de trocar por um produto da rival sul-coreana. Por sua vez, apenas 7,7% de usuários de Galaxy S9 continuaram com a Samsung e preferiram um iPhone.

O levantamento foi realizado nos Estados Unidos considerando 38 mil trocas de smartphones.

Globo, via Techtudo, BankMyCell e CNET

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fagner disse:

    Faltando grana mesmo.

WhatsApp detecta ataque hacker e pede que usuários em todo o mundo atualizem o aplicativo

Whatsapp divulgou comunicado sobre vulnerabilidade no sistema (Thomas White/Reuters)

O aplicativo de mensagem instantânea WhatsApp, de propriedade do Facebook, divulgou, nessa segunda-feira 13, que foi detectada uma vulnerabilidade em seu sistema que permitia que hackers instalassem spyware em alguns telefones – conseguindo, assim, acessar os dados contidos nos aparelhos.

A empresa confirmou em comunicado à imprensa a informação publicada horas antes pelo jornal Financial Times e pediu aos 1,5 bilhão de usuários em todo o mundo que “atualizem o aplicativo para sua versão mais recente” e mantenham durante o dia seu sistema operativo como medida de “proteção”.

O WhatsApp, que foi adquirido pelo Facebook em 2014, indicou que neste momento ainda não é possível dizer quantas pessoas foram afetadas, mas estimou que as vítimas foram escolhidas “especificamente”, de maneira que em princípio não se trataria de um ataque em grande escala.

O software espião que foi instalado nos telefones “se assemelha” à tecnologia desenvolvida pela empresa de cibersegurança israelense NSO Group, que levou o WhatsApp a colocá-lo como o principal suspeito por trás do programa de espionagem.

A vulnerabilidade no sistema, para a qual a empresa lançou um patch na segunda-feira, foi detectada há apenas alguns dias e, por enquanto, não se sabe quanto tempo duram as atividades invasoras.

Os hackers faziam uma ligação através do WhatsApp para o telefone cujos dados queriam acessar e, mesmo que o destinatário não respondesse à chamada, um programa de spyware era instalado nos dispositivos.

Em muitos casos, a chamada desaparecia mais tarde do histórico do aparelho, de modo que, se ele não tivesse visto a chamada entrar naquele momento, o usuário afetado não suspeitaria de nada.

O WhatsApp declarou que, logo após tomar conhecimento dos ataques, alertou a organizações de direitos humanos (que estavam entre as vítimas da espionagem), empresas de segurança cibernética e o Departamento de Justiça dos EUA.

O fato de algumas das organizações afetadas serem plataformas de defesa dos direitos humanos reforça a hipótese de envolvimento do Grupo NSO, uma vez que seu software já foi utilizado no passado para realizar ataques contra esse tipo de entidades.

Segundo o Whatsapp, o “spyware” detectado teve capacidade para infectar telefones com sistema operacional da Apple (iOS) e do Google (Android).

Veja, com EFE