STF sustenta sentença favorável ao Sindsaúde e Estado do RN será obrigado a pagar os salários atrasados com juros

Sindsaúde aguarda o STF devolver o processo para o TJ, para pedir o cumprimento da sentença

Desde 2016, tramita na justiça uma ação do Sindsaúde-RN contra o Governo do Rio Grande do Norte, pedindo a garantia os salários em dia e o pagamento dos valores correspondentes aos encargos por atraso para cada dia que o Estado descumprisse o calendário de pagamento. Nesses três anos, após várias tentativas do Estado recorrer da ação, o Supremo Tribunal Federal manteve a sentença, que decretava que toda vez que Estado atrasasse os salários deveria pagar com juros e correção monetária.

O Sindsaúde-RN aguarda o STF devolver o processo para o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, para pedir o cumprimento da sentença.

ENTENDA O CASO

Essa ação existe há mais de três anos, e pede o cumprimento do calendário de pagamento dos servidores, como também, o repasse referente aos juros e correção monetária para cada dia de atraso. O texto prevê, ainda, uma multa diária de 500 reais por servidor, para cada dia que o Estado atrasar os salários.

O Governo não pode mais recorrer da sentença, uma vez que já utilizou todos os recursos possíveis. Sendo assim, quando o processo retornar do STF para o Tribunal de Justiça, o Sindsaúde irá solicitar o cumprimento da sentença, oportunidade, na qual será verificado o valor que cada servidor (a) irá receber.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Val disse:

    Enquanto isso, os servidores do município de natal, tem uma setença transitado e julgado pelo STF, com ordem de execução de setença pela 3 vara da fazenda pública para atualização da matriz salarial. E o que o prefeito Álvaro Dias, fez? Além de não cumprir a setença. Diminuiu os salários dos servidores.

Sindsaúde: Governo do RN quer entregar hospitais regionais para a Ebserh

Robinson planeja passar gestão de hospitais de Caicó e de Currais Novos para a Ebserh

O governo Robinson Faria assinou uma carta de intenções com a Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), demonstrando interesse em iniciar negociações para que a empresa assuma a gestão de hospitais regionais, como o do Seridó e o de Currais Novos.

A Ebserh foi criada em 2011, para administrar os hospitais universitários, que respondem por 12% das internações do SUS. A empresa administra hoje 38 dos 50 hospitais universitários do País.

A criação da empresa enfrentou resistência. O Ministério Público Federal ajuizou ação, considerando que a lei que criou a Ebserh viola a Constituição ao transferir serviço público de assistência à saúde para uma empresa de direito privado com fins lucrativos.

Para Simone Dutra, Vice coordenadora-geral do Sindsaúde, a entrada da Ebserh nesses hospitais estabelece uma lógica de mercado, que não resolverá o problema dos hospitais e nem da saúde do estado.

“A Ebserh é uma forma de privatização, que ataca os servidores destes hospitais com assédio moral e perda de direitos, e também a população, que deixa de ter um hospital do SUS. O governo precisa investir nos hospitais regionais em vez de entregar a saúde nas mãos de uma empresa”, disse Simone.

Segundo dados do Conselho Estadual de Saúde, o governo deixa de repassar R$ 19 milhões por mês para a Sesap.

Os servidores dos hospitais universitários entrarão em greve nesta quarta-feira (20). O Sindsaúde se solidariza com a greve e mais uma vez denuncia a entrada da Ebserh como forma de privatização da saúde pública. Os servidores estaduais de saúde podem retornar à greve no dia 28 de julho.

Sindsaúde

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Helio Motta disse:

    Sindicalista não gosta de empresa privada só porque não tem nestas a mamata que encontram no setor público.

  2. José Cláudio Pereira disse:

    A Ebserh é uma empresa de de economia mista e de prestação de atividade meio e não de atividade fim. Portando, dona Simone não atribua a privatização da saúde (SUS) o fato se estabelecer convênio do gov. com a empresa. Os hospitais não deixarão de ser do SUS, Quem são os diretores dos Hospitais Universitários: são funcionários da EBSERH?

  3. Eder disse:

    Privatozação da saúde? O hospital deixa de ser de SUS? Em que mundo essa Simone Dutra vive, devia ler um pouco mais sobre a Ebserh e passar as informações corretas para a populaçāo…

  4. Max disse:

    Nos anos de 1990 foi tentada a privatização do hospital infantil MAF.Por visar lucros evidentemente não durou muito tal privatização, já que fugia totalmente da doutrina do SUS, atendendo um número reduzido de crianças.

Sintest/RN, Sinasefe Natal, SindSaúde, Sinpol e Sinai-RN publicam moção de repúdio às candidaturas de Henrique(PMDB), Robinson(PSD) e Araken(PSL)

Confira na íntegra:

O Sintest/RN, o Sinasefe Seção Natal, o Sindsaúde/RN, o Sinpol/RN e o Sinai/RN, entidades sindicais que representam trabalhadores do serviço público, vêm a público manifestar repúdio às candidaturas de Henrique Alves (PMDB), Robinson Faria (PSD) e Araken Farias (PSL) ao governo do Rio Grande do Norte, pela ausência no debate promovido pelas entidades supracitadas na manhã do dia 23 de setembro de 2014, no Auditório da Reitoria da UFRN.

O evento teve como objetivo proporcionar a exposição de ideias e a discussão de temas importantes para a sociedade, frente a frente com os trabalhadores que fazem com que setores essenciais como a Saúde, a Segurança e a Educação funcionem. Contudo, apenas os candidatos Robério Paulino (PSOL) e Simone Dutra (PSTU) compareceram. Infelizmente, o candidato Araken Farias faltou, sem apresentar justificativa oficial. Já os candidatos Henrique Alves (PMDB) e Robinson Faria (PSD) não compareceram, mas enviaram seus vices.

Embora a organização do debate tenha optado previamente por não permitir a participação por representação, ou seja, por vice-candidato ou membro da chapa, minutos antes do início do debate, eis que chegam ao local de realização do evento os vice-candidatos de Robinson Faria e Henrique Alves, Fábio Dantas e João Maia, respectivamente, que, por meio de suas assessorias de comunicação, solicitaram revisão dessa determinação, a fim de que todos pudessem ser representados.

Após uma breve reunião entre os representantes das entidades sindicais, foi decidido que os vices poderiam participar. Contudo, poucos minutos depois da comunicação dessa decisão aos senhores João Maia e Fabio Dantas, fomos surpreendidos pela informação de que o candidato João Maia não poderia ficar, e assim o candidato Fábio Dantas também não participaria do debate. Questionamo-nos o porquê da recusa dos candidatos em participar do debate, uma vez que as entidades promotoras do evento abriram a exceção e permitiram a participação deles.

Os sindicatos lamentam o desinteresse das candidaturas ausentes e consideram a atitude delas um desrespeito com os trabalhadores que prestam serviço à sociedade e também aos eleitores presentes no debate. Para as entidades, a ausência das duas candidaturas que lideram as pesquisas de intenção de voto evidencia o desprestígio do serviço público em suas plataformas de governo e demonstra como os candidatos pretendem se relacionar com as principais categorias do funcionalismo público.

Acreditamos que o debate seria uma ótima oportunidade para se ouvir as demandas da classe trabalhadora e discutir os rumos do serviço público no RN, uma vez que a má qualidade desses serviços foi um dos principais motivos que levou a população potiguar às ruas em junho de 2013. A ausência dos candidatos também demonstra total descompromisso com os anseios da população por um serviço público de qualidade. Perguntamo-nos se esses candidatos, caso eleitos, irão governar sem diálogo com as entidades que defendem o funcionalismo público, já que demonstram descaso com os trabalhadores ainda no período eleitoral.

http://www.sintestrn.org.br/sinplate/index.php/noticias/678-sintest-rn-sinasefe-natal-sindsaude-sinpol-e-sinai-rn-publicam-mocao-de-repudio

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Roberto disse:

    O SINPOL já está querendo puxar briga com o próximo governo , sem nem ao menos saber como vai ser próximo ano. Ficam puxando confusão e no final a corda acaba torando do lado do mais fraco: Os sindicalizados que trabalham. Ficam de birra e perdem oportunidades de se negociarem melhor estrutura e base salarial para os policiais civis. Fecham ruas com passeatas e carreatas inócuas colocando a população cada vez mais contra a polícia. Querem Salário Inicial de R$ 9.000,00 quando se falta tinta para impressão de B.O. nas delegacias. Senhores do SINPOL. Acordem!!! Pelo amor de Deus! Acordem!!!

  2. Anna Mendes disse:

    O candidato de Vice-Governador pelo PSL – Partido Social Liberal, Paulo Roberto de Oliveira, renúncia à candidatura por motivos ideológicos políticos e divergências internas. O vereador de cinco mandatos no município de Caicó e ex-presidente da Câmara, afirmou a divergência com seu candidato a Governador Araken Farias e posições ideológicas do mesmo nessa quinta-feira.

    • Andierison Macedo disse:

      Esse candidato Araken vai terminar sem ninguém…
      Ronconi saiu. Agora o candidato a vice pula fora.
      Sujeito desagregador… Nunca tinha visto isso.

Tumulto no prédio da prefeitura: sindicalistas "encaram" Guarda Municipal e grupo invade Salão Nobre

O clima é de tensão no Palácio Felipe Camarão, sede da Prefeitura do Natal. Desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira (18), servidores municipais e manifestantes ligados ao Sindicato dos Trabalhadores em Saúde (Sindsaúde),em sua maioria, enfrentaram a Guarda Municipal, e pelo menos 20 ocuparam o prédio, com objetivo de pressionar o prefeito Carlos Eduardo por uma audiência. Durante o confronto com a segurança local, a pancadaria “rolou solta”, com direito a spray de pimenta, enquanto os guardas tentavam conter um grupo maior, que se formou na área externa – cerca de 50 pessoas – que foram bloqueadas ao acesso com o fechamento das portas.

O prefeito, que se encontra no prédio para uma solenidade, vem sendo pressionado pelos grevistas para abertura do diálogo. Eles reivindicam desde o dia 15 de outubro, a implementação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), o reajuste salarial de 27%, um terço de férias, o pagamento dos quinquênios e os adicionais de salubridade e noturno. Vale destacar que os grevistas estão com a adesão parcial de 50% nas unidades básicas e de média complexidade, conforme determinação judicial. Segundo o Sindsaúde, os servidores só sairão do local após uma audiência com o chefe do executivo municipal.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jairo disse:

    A situação vai piorar devido ao autoritarismo do prefeito…dinheiro tem de sobra …não é atoa que está sendo gasto 2.000.000,00 com artistas para enganar o povo, a velha política do pão e circo.

  2. luiz disse:

    Se fosse o movimento estudantil na situação, ja haveria uma penca de acéfalos retardados aqui, chamando-os de vagabundos, desocupados, baderneiros…

  3. Bezerra disse:

    É preciso pontuar que na campanha, o atual gestor iria resolver todos os problemas da prefeitura em 200 dias. Falar é fácil, quero vê é cumprir o que fala. Na campanha era no meio do povo, agora é se escondendo, porque?

  4. bezerra disse:

    É preciso pontuar que na campanha o atual gestor iria resolver todos os problemas da prefeitura em 200 dias. E agora o que fazer? Falar é fácil quero vê é cumprir o que diz. Parabéns para os grevistas, pois na hora de pedir voto está no meio do povo, depois que se elege se esconde.

Justiça acata liminar do Sindsaúde e determina que governo pague imediatamente dias descontados da greve

Na sexta-feira (18), o Diário da Justiça publicou decisão da desembargadora Maria Zeneide Bezerra, concedendo a liminar requerida pelo Sindicato dos Servidores da Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde-RN). A desembargadora aceitou o pedido, determinando que o governo do estado restitua imediatamente aos servidores, através de folha suplementar, os dias descontados pela greve estadual da saúde.

Na decisão, a desembargadora determina que sejam retiradas ainda as faltas das das fichas funcionais dos servidores, e estipula multa diária de R$ 1.000,00, para o não cumprimento da decisão, além de configuração de crime de desobediência, conforme o Artigo 330 do Código Penal.

O principal argumento aceito pela desembargadora é o fato de a greve dos servidores da saúde do estado não ter sido declarada ilegal. “o desconto dos dias parados deve ser precedido de decisão judicial declarando ilegal o movimento”, justifica a desembargadora. A decisão também contribui para evitar abusos dos governos contra os movimentos grevistas: “O direito de greve dos servidores públicos, embora constitucionalmente assegurado, ainda não foi regulamentado por lei e, por essa razão não pode sofrer limitações que impeçam ou dificultem sobremaneira o seu exercício”.

ENTENDA O CASO

Durante a greve dos servidores estaduais da saúde, que durou 34 dias, o governo ameaçou cortar o ponto dos grevistas e pediu a ilegalidade da greve, que não chegou a ser julgada. Como parte do acordo que suspendeu a greve, o governo se comprometeu a não descontar os dias parados dos grevistas. O compromisso foi assumido no dia 3 de outubro, em ofício assinado pelo secretário adjunto Marcelo Bessa e endossado pelo secretário Luiz Roberto.

No entanto, no final de setembro, 244 servidores tiveram faltas descontadas no salário, a maioria em decorrência da participação na greve. Foram 868 plantões descontados e, em vários casos, o desconto superou os R$ 500,00.

No dia 30 de setembro, o Sindsaúde reuniu-se com o Secretário de Saúde, Luiz Roberto Fonseca, que admitiu o desconto, mas declarou que a reposição só poderia ser feita na folha de outubro. Na mesma semana, o Sindsaúde esteve na Secretaria de Administração e Recursos Humanos (Searh), que informou que não poderia devolver os valores, pois estes “já haviam sido direcionados a outros gastos”.

Diante disso, o Sindsaúde entrou com o mandado de segurança, para que o valor fosse restituído imediatamente aos servidores, culminando na decisão desta sexta-feira.

Sindsaúde convoca servidores para protesto durante desfile de 7 de setembro

Neste sábado, os servidores da saúde do estado e do município de Natal irão participar de um protesto durante o desfile oficial do feriado de 7 de Setembro. O objetivo é denunciar o caos na saúde, a falta de compromisso dos governantes com os direitos da população e com os servidores. Os trabalhadores irão se concentrar a partir das 07h, na Praça Cívica, em frente ao Ginásio de Esportes.

O Sindsaúde levará o boneco da governadora e faixas exigindo o Fora Rosalba. “Suspendemos a greve, mas iremos manter e aumentar a campanha pelo Fora Rosalba. Esse governo é responsável pelo caos na saúde e pelas mortes da população. Apenas 8% aprovam esse governo. Vamos esperar o que mais? Que termine de destruir o estado?”, questiona Simone Dutra, coordenadora-geral do Sindsaúde-RN.

A CSP-Conlutas, central independente a qual o Sindsaúde é filiado, participará dos protestos em todo o país, tendo como principal reivindicação o fim dos leilões do petróleo. A central protesta contra o Leilão do Pré-Sal, previsto para outubro. O leilão deve incluir o Campo de Libra, na Bacia de Santos que, segundo a ANP, tem potencial para produzir 14 bilhões de barris, chegando à cifra de 1 trilhão e 400 bilhões de dólares.

“No dia em que comemora-se a independência do Brasil, o governo Dilma prepara a entrega de nossas riquezas às multinacionais do petróleo. Nosso petróleo deve ser usado para garantir direitos como saúde e educação, como foi exigido nos protestos de junho”, afirma Dário Barbosa, da coordenação da CSP-Conlutas no Rio Grande do Norte.

O 7 de Setembro em Natal terá a participação de diversos sindicatos, movimentos e organizações de juventude, no Grito dos Excluídos, que terá neste ano a sua 19º edição, como um espaço de unidade da esquerda.

Os servidores da saúde irão se somar ao Grito dos Excluídos, que está sendo convocado em Natal pelo Fórum de Lutas Potiguar, que reúne o Movimento de Luta dos Bairros (MLB), a CUT, o Sindicato dos Transportes Alternativos e o Coletivo Leila Diniz, entre outras entidades e partidos. Os sindicatos dos Médicos e dos Odontologistas também irão protestar no dia 7 de Setembro, com uma caminhada a partir das 09h.

Em todo o País, ocorrerão atos em continuidade aos protestos de junho. No Rio de Janeiro, o ato exigirá a libertação dos manifestantes que estão sendo presos e processados pelo governador Sérgio Cabral.

Desembargador mantém determinações contra o Sindsaúde no RN

 imagesUma decisão do desembargador Claudio Santos não deu provimento ao que pedia o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde no Estado do Rio Grande do Norte (Sindsaúde), o qual alegou incompetência do juiz inicial para julgar uma Ação Civil Pública, relacionada ao movimento grevista.

No Agravo de Instrumento com Suspensividade n° 2013.013927-7, o Sindsaúde alegou, dentre outros pontos, que a sentença inicial, dada pela Vara da Fazenda Pública da Comarca de Parnamirim, teria “afrontado a lei de greve”, pois apesar de determinar apenas a paralisação de 50% dos trabalhadores nos setores de cirurgia eletivas e outros procedimentos que não são emergenciais – da forma como foi elaborada a decisão – não há como cumpri-la sem a presença de 100% dos trabalhadores.

O sindicato também argumentou que alguns itens da determinação judicial já estavam sendo cumpridos, quanto à presença de servidores – o que, segundo os autos, entretanto, não comprova que o serviço estava sendo prestado a contento, nem que a população esteja sendo bem assistida.

Dentre as determinações da sentença inicial, mantida após decisão no TJRN, está o retorno ao trabalho na Maternidade Divino Amor de todos os servidores dos setores urgência, emergência e UTI neonatal e de, no mínimo, 50% dos servidores necessários à realização das cirurgias eletivas ginecológicas, mesmo sem situação de urgência, bem como a abertura de oito leitos de enfermaria cirúrgica.

A sentença inicial e a decisão em segunda instância consideraram que o movimento grevista dos servidores de saúde do Rio Grande do Norte, num primeiro exame, vem afrontando as normas legais, na medida em que seu exercício não respeita os termos nem os limites definidos e necessários à manutenção do serviço.

O desembargador Claudio Santos ainda ressaltou que a Ação Civil Pública não se trata de ação focada especificamente nas questões do dissídio coletivo, mas de uma medida que visa a garantir o direito à saúde da população, razão pela qual o juízo de primeiro grau é o competente para processá-la e julgá-la, nos termos estabelecidos pela Lei 7.347/85.

“Com tais considerações, indefiro o pedido de concessão do efeito suspensivo, até posterior deliberação da Terceira Câmara Cível”, define o desembargador.

TJRN

DENÚNCIA: SindSaúde cria cartilha para ditar prejuízos ao atendimento à Saúde, afirma médico

Um médico, de identidade preservada, fez uma denúncia gravíssima ao Blog, sobre uma suposta cartilha criada pelo SindSaúde, com objetivo de ditar uma “modalidade” de atendimento que atinge diretamente a população. De acordo com o profissional, servidores que não aderiram ao movimento grevista estão sendo coagidos pelos sindicalistas a paralisarem os serviços, prejudicando a assistência à população que depende do SUS.

Segundo o médico, há informações, inclusive, que uma cartilha distribuída pelo Comando de Greve tem por objetivo ditar como os servidores da saúde devem agir durante a greve nas unidades hospitalares. Entre os pontos abordados na cartilha estão ações que prejudicam a assistência a população em vários setores: centro cirúrgico, nutrição, enfermaria, laboratório, lavanderia, Centro Obstétrico e alojamentos.

“Relatos de servidores que não aderiram à greve dão conta de que representantes do SindSaúde estejam obrigando os profissionais à deixarem seus postos, mesmo durante o atendimento a pacientes. Estas denúncias já foram encaminhadas para a Procuradoria Geral do Estado, para as medidas cabíveis”, alertou o médico denunciante.

Confira abaixo os pontos citados na suposta cartilha do Sindicato:

1-    Para que cirurgias aconteçam sem instrumentador e que, neste período, sejam suspensas as cirurgias eletivas;

2-   Realização de curativo somente uma vez ao dia;

3-   Paralisação das atividades nas unidades ambulatoriais;

4-   A não entrega de lençol para servidores do serviço noturno e a não entrega de batas para acompanhantes;

5-   A redução de exames laboratoriais e

6-   A suspensão de refeições para acompanhantes que moram em Natal;

Por fim, o médico ainda destaca que outra ação, no mínimo, lastimável ,realizada pelo movimento grevista e, inclusive, já divulgado pela na InterTv Cabugi, na sexta feira (16), é a realização de piquetes nas portas de hospitais de urgência e emergência, com utilização de instrumentos musicais como tambores e tamboris, além de gritos de ordens.

Segundo o profissional, estas ações vão de encontro à justiça que determina silêncio em áreas hospitalares. “Estas fanfarras organizadas pelo SindSaúde por várias vezes vêm dificultando a passagem de ambulâncias de socorro do Samu e do interior para as unidades de atendimento”, desabafou.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Walfredo disse:

    Bruno peço para vc não divulgar meu email e tou usando o nome do Hospital que trabalho, o Walfredo. Tenho medo de perseguição, por isso o codinome.
    Sou enfermeiro no Clovis Sarinho e parabéns pela coragem de publicar essa denuncia.
    Não são todos, mas alguns sindicalistas fazem isso mesmo, pressionam, fazem ameaças veladas, todos nos lá temos medo de alguns cidadãos desse sindicato, e algumas coisas que está nesse tópico realmente vem acontecendo.
    Faça uma visita a nossa unidade sem se apresentar como jornalista que vc vai comprovar facilmente.

  2. Maria Helena disse:

    Isso e pura verdade! Minha filha é estagiaria do Santa Catarina e vem sendo impedida de trabalhar pelo sindicato. Um absurdo. Se é para protestar que é um direito vá pra rua e não para dentro dos hospitais. Uma total falta de respeito do SindSaude pela população.

  3. Maurício Giovani disse:

    Se forem comprovadas essas denúncias gravíssimas onde uma turma de sindicalistas trama contra o povo do RN se utilizando de manobras políticas de revanche contra o governo, nada mais demonstra do que este sindicato, dentre tantos outros que existem por aí não passa de uma Máfia. Já está mais do que na hora do Ministério Público entrar em ação para ver onde está o fio da meada dessa história.

  4. roberto disse:

    Meu caro amigo não coloque uma noticia sem saber se realmente existe a fonte, quem é esse médico? esta a serviço de quem? vc Bruno va a uma assembleia da categoria e veja se realmente isso ocorre, o governo esta levantando denuncia para acabar com a maior grave dos servidores da saude , que estão a mas de cinco anos sem reajuste salarial, é o menor salario entre os serviços publico de saude, perde para a prefeitura e federal

  5. sandro disse:

    Não sou contra ao movimento, mas impediir que o próximo tenha, o que hoje é mínimo, é ridículo. O mímimo de respeito tem que ter os grevistas…são vidas em "jogo", pode ser qualquer um de nós precisando atendimento…direito fundamental..A VIDA

Na reta final, Prefeitura enfrenta greves e protestos de várias categorias

Faltando menos de quatro meses para deixar a Prefeitura, Micarla e sua equipe ainda enfrentam uma grande crise com greves e protestos por parte do funcionalismo público.

A greve dos servidores municipais completou uma semana na última sexta-feira (10) e parece não dar indicativos que deva terminar tão cedo. Isso porque, de acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Natal (Sinsenat), a Prefeitura do Natal se recusa a negociar com os trabalhadores.

Diante do impasse, os servidores municipais vão realizar nesta terça-feira (14), uma assembléia geral em frente a sede do sindicato a partir das 8h seguido de ato público . Em pauta está a discussão e avaliação do movimento grevista.

Além do movimento do Sinsenat, a Prefeitura também vai ter que enfrentar outro ato público, só que em frente ao Palácio Felipe Camarão a partir das 9h.  Esse segundo movimento é um protesto organizado pelo Sindicato dos Guardas Municipais do Rio Grande do Norte (Sindguardas), Associação Natalense dos Trabalhadores da Administração Pública (Anata) e Sindicato dos Trabalhadores em Saúde (Sindsaude).

É protesto e greve que não acaba mais. É bom os eleitores aproveitarem bem essa oportunidade de escolher um novo gestor nas eleições de outubro desse ano.

Trabalhadores terceirizados da saúde iniciam greve nesta segunda

Os trabalhadores terceirizados da empresa Safe que presta serviço aos grandes hospitais estaduais da capital, Walfredo Gurgel e Santa Catarina, irão cruzar os braços a partir desta segunda-feira, 13 de agosto, devido ao atraso de salários.

O atraso dos salários vem acontecendo há vários meses e a empresa alega que o problema é uma dívida que o Governo deixou em 2010 que a impede de honrar seus compromissos.

Os trabalhadores também estão há dois anos sem receber as férias. Os problemas já foram discutidos na Procuradoria Regional do Trabalho e ainda não foram resolvidos. A única alternativa para os trabalhadores é a paralisação.

 Os trabalhadores da Safe são responsáveis pela limpeza dos maiores hospitais da capital, além de também atuarem nos setores de nutrição e como maqueiros.

Fonte: Sindsaúde

 

Ato Público do Sindsaúde protesta contra fechamento da pediatria do Santa Catarina a partir do dia 25

Um problema grave que vem sendo denunciado pelo Sindsaúde é a redução da pediatria no Rio Grande do Norte. Desta vez a área vem sofrer mais um ataque. A pediatria do hospital Santa Catarina está correndo o risco de fechar suas portas a partir do dia 25 de julho devido a ausência de médicos pediatras.

Apesar de ter convocado concursados em maio, o governo encaminhou todos para a UTI neonatal enquanto que o Pronto Socorro está desfalcado. Cinco médicos irão se aposentar e a escala só está garantida até o dia 24.

Na segunda-feira, 23 de julho, o Sindsaúde e o Sindicato dos Médicos farão um Ato Público, às 15h em frente ao hospital. Também já foram encaminhados ofícios ao Cremern e ao Ministério Público pedindo providências para que isso não venha a ocorrer.

 

Servidores da saúde entram em greve por tempo indeterminado

Os servidores estaduais de saúde estão de braços cruzados por tempo indeterminado. Foi deflagrada, na manhã de hoje, uma greve que deixa os hospitais com apenas 30% do seu efetivo vinculado ao Estado.  A greve inclui o Serviço de Atendimento Movél de Urgência (Samu). A paralisação começou com uma movimentação em frente ao Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. Agora, os profissionais estão se deslocando para o Hospital Colônia DR. João Machado.

A paralisação foi decidida em assembleia dos servidores do dia 16 de março. De acordo com o Sindicato dos Servidores da Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde-RN), na audiência ocorrida no dia 19 de março não houve avanços. O diretor de comunicação do Sindicato, Paulo Martins, explicou que as atividades só serão normalizadas após nova negociação com o governo.

A pauta da categoria pede o pagamento de plantões trabalhados entre agosto de 2010 e março de 2011, reajuste de 14,92% (referente a inflação dos últimos dois anos), implantação de uma tabela de incentivo à qualificação, incorporação de gratificações, contratação de pessoal e melhores condições de trabalho para diminuir a sobrecarga dos servidores.

A pauta também pede a finalização das reformas nos hospitais Santa Catarina, na Zona Norte de Natal, e Rafael Fernandes, em Mossoró.