Política

Deputado pede para Justiça anular reajuste de 170% de reembolso médico na Câmara

O deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) entrou com uma ação na Justiça Federal pedindo o cancelamento do reajuste de 170% para o reembolso de despesas médicas de parlamentares na Câmara. Como o Estadão/Broadcast mostrou na quarta-feira, 31, o presidente da Casa, Arthur Lira (Progressistas-AL), mais do que dobrou o limite para os gastos feitos na rede privada de saúde por parlamentares.

A ação também é assinada pelo vereador de São Paulo Rubinho Nunes (Patriota). Nunes e Kataguiri fazem parte do Movimento Brasil Livre (MBL).

 

O valor que pode ser reembolsado com dinheiro público passou de R$ 50 mil para R$ 135,4 mil. Pelas regras internas, gastos acima disso também podem ser devolvidos ao parlamentar, mas apenas após aval da Mesa Diretora da Casa. A medida acontece no momento em que a rede pública de saúde do País registra falta de leitos e de medicamentos para atender pacientes da covid-19.

“Cada deputado ganha um limite adicional de R$ 85.400,00, o que, multiplicado por 513 (número de deputados federais), resulta em R$ 43,8 milhões. Este é o impacto que tal ato administrativo pode gerar”, diz Kataguiri na ação. O parlamentar do DEM define o ato da Mesa que autorizou o reajuste como “imoral”.

A ação a concessão de tutela de urgência, para sustar os efeitos da medida, e que o Ministério Público acompanhe o caso. O pedido ainda tenta anular os efeitos de outro ato da Mesa Diretora de 2013, o que poderia impossibilitar reembolsos de qualquer valor aos deputados.

O reembolso, porém, não é a única forma de os deputados terem despesas médicas pagas pelos cofres públicos. Os parlamentares têm direito a um plano de saúde, ligado à Caixa Econômica Federal, que permite o atendimento em hospitais privados. O valor pago para aderir ao benefício é de R$ 630 mensais, além de uma quota-participação de 25% sobre cada gasto realizado, segundo tabela adotada pelo convênio. O salário de um deputado é de R$ 33,7 mil.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Taí…. A nossa deputada, Nátália Bonavides vive colocando na justiça qualquer besteira pra aparecer…. vamos ver se agora ela vai ajuizar contra esse reembolso médico dos deputados.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Governo aposta em semana de leilões para destravar R$ 10 bilhões em investimentos

Em cenário de piora da pandemia da covid-19 e retração da atividade econômica, o governo marcou uma bateria de leilões de aeroportos, portos e ferrovia para a próxima semana, entre os dias 7 e 9, com a expectativa de atrair até R$ 10 bilhões em novos investimentos. Batizada de Infra Week (ou semana da infraestrutura, no termo em inglês), a rodada será um termômetro do potencial de atração de investimentos de longo prazo, no momento em que o Brasil está com a imagem arranhada pela condução da política de enfrentamento do coronavírus.

Serão leiloados 22 aeroportos hoje operados pela empresa pública Infraero, cinco terminais portuários (quatro em Itaqui e um em Pelotas) e o primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), entre Ilhéus e Caetité, na Bahia – um projeto em obras desde 2011 e que ainda recebe críticas de ambientalistas. O governo quer que a ferrovia se consolide como um corredor logístico de exportação para o escoamento de minério de ferro, além de grãos.

A oferta dos lotes será feita na Bolsa de Valores (B3), em São Paulo, que se preparou para o leilão presencial com regras rígidas de acesso ao local. O valor de R$ 10 bilhões é alto se comparado, por exemplo, com o orçamento do Ministério da Infraestrutura destinado a obras, em torno de R$ 7 bilhões para todo este ano. O número de projetos que serão oferecidos ao setor privado em uma semana também contrasta com o dado de 2020, quando o ministério organizou o leilão de nove ativos.

O governo teve de fazer adaptações nos projetos após novos estudos sobre o apetite dos investidores e o retorno esperado com os empreendimentos em razão do impacto da pandemia, que afetou de forma diferenciada os setores envolvidos nas concessões. Enquanto na área de portos a demanda subiu, nos aeroportos o movimento foi fortemente afetado.

Na reta final, o leilão de aeroportos chegou a ser suspenso por uma liminar judicial em Santa Catarina, mas o governo conseguiu reverter a trava jurídica no mês passado. Há pressão também para renovação de incentivos tributários dos portos, que enfrenta resistências da área econômica.

Apesar das incertezas com a pandemia, o governo diz que há apetite pelas concessões de longo prazo, num quadro de excesso de recursos no mundo e investidores buscando maior ganho num ambiente de taxas de juros muito baixas, em alguns casos até negativa. Além disso, o preço dos empreendimentos no Brasil ficou barato com a desvalorização do real frente ao dólar.

“Se seguimos em frente é porque o mercado deu esse feedback (retorno, em inglês) para nós também. Não inventamos demanda”, afirmou ao Estadão/Broadcast o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.

Na área de aeroportos, a novidade é que o governo não vai mais exigir que o operador do terminal faça parte do consórcio vencedor. Ou seja, quem ganhar o leilão não necessariamente precisa ser um operador, podendo contratar uma outra empresa para exercer essa função. “É um movimento importante de continuidade desse processo de participação privada no setor”, diz o presidente da Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos (Aneaa), Diogo Oliveira, ex-ministro do Planejamento.

Oliveira avalia que o leilão tem boa chance de sucesso porque os efeitos da pandemia foram incorporados, tornando os preços atrativos. Ele reconhece, no entanto, que a crise sanitária em si gera muitas incertezas no negócio, já que alguns grupos podem estar enfrentando problemas nos negócios que já possuem. Em maio de 2019, 12 aeroportos foram arrematados com ágio médio (diferença em relação ao mínimo exigido no edital) considerado alto, de R$ 2,1 bilhões (986%).

Já os cinco terminais portuários que serão ofertados na semana que vem vão se somar a outros 20 leiloados desde 2019 e a 69 contratos de terminais de uso privado. Mesmo no ano de pandemia, o setor cresceu 4,2% em 2020. Com a crise sanitária, as empresas do setor sentiram a necessidade de diversificar a carteira e esse novo perfil pode atrair investidores de empresas de contêineres e granel sólido para o leilão dos arrendamentos de Itaqui (MA), que são de granel líquido, como combustíveis.

“Esses novos leilões estão tendo procura também por empresas que hoje já operam em outro segmento”, diz Jesualdo Silva, diretor-presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP).

Faltando poucos dias para os leilões, a Coalizão Empresarial Portuária ainda cobra a renovação do Reporto, regime especial de tributação do setor, por mais cinco anos ou até a implantação da reforma tributária. Lideranças da Coalizão levaram o pleito diretamente ao presidente Jair Bolsonaro no dia 23 de março. As empresas avaliam que uma definição sobre o Reporto será decisiva para aumentar a competição no leilão.

ESTADÃO

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Ministro do TCU obriga Petrobras a explicar contratos milionários para assessoria jurídica

O ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Benjamin Zymler determinou que a Petrobras forneça a auditores do órgão os detalhes de contratos milionários da estatal com empresas que prestaram a ela “serviço de investigação e assessoria jurídica” e de “tecnologia forense e apoio à investigação” na época da Lava Jato.

Os contratos foram assinados entre 2015 e 2016 e ficaram em vigor até 2019. O valor total de três deles passa de R$ 573 milhões, em valores da época.

A estatal tem se recusado a apresentar os dados completos. Argumenta que, se isso for feito, estratégias sigilosas em ações judiciais poderiam vir a público. Zymler levou a discussão do caso para uma sessão secreta do TCU. As razões da PB não foram aceitas.

Um dos contratos chamou a atenção: o que foi firmado com o Trench Rossi Watanabe Advogados, que durou de 2016 a 2018. No período, o escritório contratou o ex-procurador Marcelo Miller para seus quadros. Ele foi depois acusado de fazer jogo duplo, ajudando delatores da JBS quando ainda integrava o Ministério Público Federal.

A denúncia contra Miller foi considerada “inepta” pela Justiça em 2019.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Mais de 400 hospitais se juntam para importar kit intubação

Mais de 400 hospitais privados e Santas Casas negociam com duas grandes importadoras a compra internacional de medicamentos do kit intubação, como propofol, anestésicos, relaxantes musculares e neurobloqueadores, já escassos em hospitais brasileiros diante da alta ocupação de pacientes com coronavírus nas UTIs. As duas tradings estão procurando produtos em indústrias farmacêuticas nos Estados 
Unidos, na Índia e em outros países da Ásia.

Ao todo, 420 instituições se reuniram para adquirir os remédios. O cadastro e a organização dos hospitais e dos itens deficitários foram feitos pela CMB (Confederação das Misericórdias do Brasil), com apoio do SindHosp, sindicato dos hospitais privados de São Paulo.

Quando as tradings encontrarem os produtos e a compra for aprovada, o prazo de chegada ao Brasil é de até dois dias por via aérea. Depois, são mais dois dias até o hospital de destino. O reforço deve aliviar o desabastecimento.

Para o SindHosp, os hospitais reunidos têm maior chance de conseguir boa negociação de volume, preço e prazo para os produtos. As entidades aguardam a disponibilidade dos medicamentos no mercado internacional e a definição dos preços para a aprovação final dos compradores.​

FOLHAPRESS

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Para evitar lockdowns, Ministério da Saúde quer ação nacional contra aglomeração em transporte público

O Ministério da Saúde avisou gestores que vai tentar formular uma série de orientações para padronizar nacionalmente o combate contra a Covid-19. A ideia é buscar consenso com estados. O transporte público será um dos pontos principais dessa tentativa de uniformização, que será inédita se sair do papel, um ano após o início da pandemia.

O objetivo é encontrar alternativas para que não haja aglomerações nos deslocamentos e, assim, evitar medidas restritivas mais duras. Na semana passada, Marcelo Queiroga (Saúde) se reuniu com o ministro Tarcísio Freitas (Infraestrutura) para debater o tema. Alguns estados em lockdown decidiram tirar ônibus de circulação. No entendimento do governo, essa situação pode ser evitada se houver alguma saída para garantir que as pessoas se desloquem sem aglomerar.

Apesar de o tema ser sensível, um dos principais pontos de atrito entre Jair Bolsonaro e governadores, por envolver a questão de fechar ou não as cidades, a discussão tem sido bem vista por secretários de Saúde. Eles dizem que o ministro tem tentado despolitizar o ambiente.

Wellington Dias (PT), coordenador do Fórum de Governadores, disse que ainda não foi procurado pelo ministro para debater o assunto, mas que apoia. “Ou a gente proíbe ou libera, o meio termo não resolve porque se reduzir a frota, aumenta a aglomeração”, diz ele.

O Ministério da Infraestrutura diz que está à disposição para atender às recomendações a serem formuladas pela Saúde e que a articulação deverá se dar pelo Consetrans (Conselho Nacional de Secretários de Transportes). “Seria um canal direto para pautar junto aos estados essa padronização das orientações determinadas pela Saúde, que é hoje o mais importante a se fazer e tem sido bem cobrado”, afirmou o ministério em nota.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

STF avalia excluir trecho da Lei de Segurança Nacional usado por Bolsonaro

Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) podem excluir da Lei de Segurança Nacional os trechos usados pelo governo de Jair Bolsonaro para investigar opositores e manifestantes que protestam contra o chefe do Executivo. A análise feita em reservado por integrantes da corte é que o governo federal tem dado uma interpretação muito expansiva, principalmente, ao artigo 26, que fixa pena de 1 a 4 anos de prisão para quem caluniar o chefe de um dos Três Poderes.

O artigo 18, usado pelo Supremo na prisão em flagrante do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), por sua vez, deve ser mantido. O dispositivo prevê detenção de 2 a 6 anos a quem tentar impedir o livre exercício de qualquer dos Poderes da União ou dos estados.

A Lei de Segurança Nacional é de 1983 e foi sancionada pela ditadura militar. O uso recorrente da norma neste ano levantou novamente o assunto sobre o tema e, desde março, ao menos quatro ações contra a legislação foram protocoladas no STF.

A visão de ministros é que o Supremo tem o desafio de barrar trechos da lei que permitem medidas autoritárias do governo para investigar críticos de Bolsonaro, mas sem invalidar toda a norma. Isso porque a lei é vista como imprescindível para o prosseguimento dos inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos, que apuram ameaças a ministros e movimentos que defendem o fechamento do Congresso e do Supremo.

Relator das duas investigações, o ministro Alexandre de Moraes recorre com frequência à Lei de Segurança Nacional, como fez em operações contra aliados do chefe do Executivo acusados de disseminar notícias falsas. O artigo 26 também é suscitado pelo ministro.

Integrantes da corte consideram necessário manter a validade de parte da lei justamente para tipificar como crime a conduta de pessoas que oferecem risco às instituições e à democracia. Uma parte da legislação que também é considerada problemática por integrantes do STF é o artigo 22, que estabelece prisão a quem faz propaganda de “processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política ou social”.

Ministros não discordam da previsão, mas acreditam que o governo Bolsonaro também tem exagerado ao suscitar esse ponto na abertura de inquéritos contra opositores.

Uma alternativa cogitada pelos magistrados é manter esse dispositivo da lei em vigência, mas dar a ele interpretação conforme a Constituição. Essa é uma solução comum adotada pelo STF em julgamentos sobre a constitucionalidade de leis.

Nesses casos, o Supremo não retira aquela previsão do mundo jurídico, mas estabelece que o artigo deve ser interpretado de acordo com a Constituição e não pode, por exemplo, ser usado para violar a liberdade de expressão.

Uma ideia discutida nos bastidores da corte é declarar que não pode ser enquadrado nesse artigo, por exemplo, uma propaganda de processo ilegal contra a ordem política que não ofereça risco real ao funcionamento das instituições e da democracia.

Um dos argumentos citados por ministros em favor da norma sancionada na época da ditadura é que a maioria dos países do mundo que vivem em regime democrático tem uma lei de defesa do Estado de Direito.

Eles lembram que o Congresso até tem projetos para editar uma nova lei sobre o tema, mas acreditam que demoraria para ser aprovado e que excluir toda a Lei de Segurança Nacional agora representaria ficar sem uma legislação sobre o tema.

A compreensão é que, sem a norma, as instituições ficariam desprotegidas, pois deixaria de existir um tipo penal para pessoas que ameacem fechar um dos Poderes incitando a violência.

O relator das ações que tratam do tema é o ministro Gilmar Mendes. O magistrado pode liberar os processos para julgamento do plenário ou dar uma decisão individual antes e só depois remeter o caso para análise do conjunto da corte.

A interlocutores o magistrado afirmou que ainda está preparando sua posição sobre o tema. O presidente do tribunal, Luiz Fux, não deverá deixar o tema para o final da fila de processos aguardando pauta no plenário e indicou a pessoas próximas que não será resistente em levar as ações a julgamento.

O deputado bolsonarista Daniel Silveira
O deputado bolsonarista Daniel Silveira
Leia Mais
VOLTARFacebookWhatsappTwitterMessengerLinkedinE-mailCopiar link
Loading
Há ao menos quatro processos questionando a legislação no STF. A primeira foi apresentada pelo PTB, partido aliado de Bolsonaro, logo após a prisão de Daniel Silveira.

A sigla pede a suspensão integral da lei e afirma que a norma tem “essência autoritária” e é incompatível com o regime democrático.

A legenda diz ainda que a Constituição não menciona a existência de crime contra a segurança nacional e se limita a penalizar ações de grupos armados contra a ordem constitucional e que tenham como objetivo alterar à força o atual modelo do Estado.

A AGU (Advocacia-Geral da União) se manifestou no processo no sentido oposto e afirmou que toda a lei deve ser mantida. O órgão que faz a defesa judicial do governo enviou a petição ao Supremo em mensagem assinada pelo presidente Jair Bolsonaro.

O texto diz que a legislação não viola a liberdade de expressão porque ela já está assegurada na Constituição. “Interpretada sob a ótica constitucional e amoldada ao regime democrático sobre o qual se sustenta o Estado brasileiro inaugurado em 1988, a lei demandada é compatível com a Constituição Federal de 1988.”

Assim como o PTB, o PSDB também apresentou ação ao STF para que toda a lei seja derrubada. O PSB, por sua vez, pede a suspensão de 11 trechos da lei e a preservação do restante. “Embora sejam relevantes as críticas mais amplas dirigidas à lei promulgada nos estertores do regime ditatorial, com resquícios autoritários, penso que não podemos prescindir de alguns dispositivos da lei que estabelecem importantes mecanismos de defesa das instituições contra ataques virulentos de natureza antidemocrática”, afirma Ademar Borges, um dos autores da ação.

O outro processo em curso na corte sobre o tema foi movido em conjunto pelos partidos PT, PSOL e PC do B. As siglas solicitam a suspensão de parte da lei e também dos inquéritos abertos com base nesses dispositivos.

A intenção das legendas é que sejam anuladas as investigações contra críticos de Bolsonaro. Os partidos querem que o relator dê uma decisão individual sobre o tema e justificam que há urgência no caso devido às iniciativas da atual gestão. “O perigo da demora é abstraído dos inúmeros episódios que vem ocorrendo pelas autoridades públicas que, sobretudo em razão de críticas promovidas contra o presidente da República Jair Bolsonaro, estão conduzindo diversas pessoas a delegacias para prestarem informações a respeito de possível cometimento de crime contra a segurança nacional.”

Um dos primeiros alvos do governo Bolsonaro em relação à adoção da Lei de Segurança Nacional foi o colunista da Folha Hélio Schwartsman.

A pedido do então ministro da Justiça, André Mendonça, a Polícia Federal abriu inquérito contra ele em julho do ano passado após ele escrever uma coluna intitulada “Por que torço para que Bolsonaro morra”. O texto foi publicado depois da notícia de que o chefe do Executivo havia contraído Covid-19.

O ministro Jorge Mussi, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), deferiu habeas corpus protocolado pelo jornalista e suspendeu a tramitação do inquérito. Na decisão, o magistrado afirmou que, ainda que possam ser feitas críticas ao texto, não é possível concluir que tenha havido motivação política ou lesão aos bens protegidos pela Lei de Segurança Nacional.

O ex-governador e presidenciável Ciro Gomes (PDT) e o youtuber Felipe Neto, dois dos principais críticos de Bolsonaro nas redes sociais, também tornaram-se alvo de investigação pelos comentários feitos em relação ao chefe do Executivo.

A PF intaurou inquérito após o pedetista chamar Bolsonaro de ladrão em uma entrevista. Já Neto foi intimado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro para depor de ter classificado o presidente como “genocida”.

Segundo ele, a corporação agiu com base em denúncias apresentadas pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do chefe do Executivo.

A abertura de inquérito pelo governo também atinge pessoas desconhecidas.

No mês passado, o Ministério da Justiça mandou a PF investigar um sociólogo e um empresário responsáveis por dois outdoors que comparavam Bolsonaro a um “pequi roído”.

O Ministério Público Federal, no entanto, decidiu arquivar o inquérito policial. Afirmou que as placas configuram uma posição política que deve ser respeitada devido à liberdade de expressão.

Também em março, a Polícia Militar do Distrito Federal levou à PF cinco pessoas que estavam protestando contra Bolsonaro na Praça dos Três Poderes. Eles haviam estendido uma faixa que chamava o presidente de “genocida” devido à condução do país durante a pandemia.

Por meio de nota, a PM disse que “o grupo foi detido sob a acusação de infringir a Lei de Segurança Nacional ao divulgar a cruz suástica associando o símbolo ao presidente da República”. O grupo ficou por cerca de seis horas na delegacia e depois foi liberado. Um deles, porém, permaneceu preso devido a um processo que respondia desde 2014 por desacato.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Demorou demais ja era , para ter extintas faz tempo .ainda somos uma democracia, n sei até qdo.temos o direito na constituição a liberdade de Expressao.

  2. Alguns não leram a notícia toda, acredito, pois a matéria deixa claro que foram apresentados pedidos de declaração de inconstucionalidade da lei ou de trechos, sendo o STF obrigado a julgá-los, com base na Constituição vigente.

  3. É mais do que óbvio a perseguição ao presidente Bolsonaro. Contra ele, pode TUDO. Mas, seus apoiadores não podem NADA. E o STF é o cabeça dessa perseguição.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

VÍDEO: Patrício Pitbull apaga rival no 1º round e vai à final do GP do Bellator

Não há dúvidas de que Patrício ‘Pitbull’ é o maior nome da história do Bellator. Dono dos cinturões dos pesos-leves (70 kg) e dos pesos-penas (66 kg),o brasileiro retornou ao cage nesta sexta-feira (2) para enfrentar novamente o americano Emmanuel Sanchez. E desta vez, ao contrário do primeiro encontro, a vitória veio com tranquilidade.

Dono do centro do octógono, o brasileiro se manteve calmo à espera de uma oportunidade para usar sua explosão e encurtar a distância. Quando faltavam dois minutos para o final do primeiro assalto, Pitbull aproveitou uma tentativa de chute do rival para conectar um cruzado de esquerda que o levou a knockdown. Na sequência, uma rápido movimento decretou o final do confronto.

Assim que levantou, Sanchez deixou o pescoço à mostra para uma rápida guilhotina aplicada por Patrício. Como o oponente não bateu, o brasileiro avisou o árbitro central assim que percebeu que o desafiante havia desmaiado. Vitória tranquila, manutenção do cinturão dos penas e garantia da vaga na grande final do GP da categoria, que premiará o vencedor com o cheque de um milhão de dólares (cerca de R$ 5,7 milhões).

Ao final do confronto, o campeão recebeu a visita de A.J. McKee, americano com quem medirá forças na grande final. Sem delongas, os atletas posaram para as fotos fazendo a tradicional encarada, o que abriu espaço para um breve troca de provocações entre eles. A final do GP ainda não tem data confirmada.

Aos 33 anos, Patrício ‘Pitbull’ acumula um cartel profissional no MMA com 32 vitórias (sendo apenas nove por decisão) e quatro derrotas. No momento, o atleta soma sete triunfos seguidos na organização.

Derrota Gracie

No co-main event da noite, Neiman Gracie mediu forças com Jason Jackson e acabou superado por decisão unânime dos jurados. Após começar a luta melhor, quando aproveitou que o americano machucou o olho ao se apoiar na grade, o meio-médio (77 kg) brasileiro montou e pegou as costas, posições de domínio no chão que lhe garantiram a vantagem na primeira parcial.

No decorrer da luta, porém, seu ritmo caiu e Jackson evitou a luta de solo com eficiência, marcando importantes pontos na luta em pé, quando conectou contundentes chutes baixos e alguns cruzados. Esta foi a segunda derrota na carreira profissional do representante da família Gracie, em cartel que ainda soma dez vitórias.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Pitbull foi cirúrgico e um lutador honrado. Notou que o adversário já estava apagado e avisou ao árbitro que só decretou o KO após alguns segundos.
    #PitbullGrandeCampeão!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Briga de facções em Macaíba acaba com, pelo menos, 6 execuções e um casal alvejado

 

Seis pessoas foram mortas e duas ficaram feridas após uma noite de violência registrada nesta sexta-feira da paixão (02), na cidade de Macaíba, região metropolitana de Natal. As vítimas estavam em bairros diferentes quando ocorreu o atentado. De acordo com a apuração feita pela Polícia Militar dois homens foram atingidos por tiros no centro de Macaíba e morreram no local, outros dois foram mortos no bairro Campo da Mangueira, uma quinta vítima estava na frente da residência onde morava no loteamento Esperança quando foi atingida por um tiro de pistola e não resistiu, assim como um sexto indivíduo que chegou a ser socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento, mas também morreu.

A reportagem do PortalBO conversou com o delegado de plantão da DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa), Marcos Vinícius e apurou que os assassinatos ocorreram em um intervalo de aproximadamente meia hora e que todas as vítimas foram feridas por projéteis de arma de fogo. Vinícius afirmou que tudo leva a crer que o atentado está ligado a guerra entre facções, porém somente as investigações que ficarão sob a responsabilidade do delegado da cidade que irão definir o que motivou de fato a série de assassinatos.

As vítimas foram identificadas pela equipe do ITEP (Instituto Técnico e Científico de Perícia) como Giovane dos Santos, de 19 anos, Saulo Emanuel de Lima Romeiro, 16, Ítalo Felipe Tenório da Silva, 20, Ransmiler Carlos de Araújo Pontes, 20, Romário Varela Tinôco, 26 e Lucas Gabriel de Souza, de 23 anos. Segundo o relatório da Polícia Militar um casal ainda não identificado foi socorrido com ferimentos provocados por arma de fogo.

PORTAL BO

Opinião dos leitores

  1. A polícia da governadora perseguindo trabalhadores e pais de família enquanto os verdadeiros criminosos curtem sua liberdade. Assim age o PT.

  2. “Garantir que novos confrontos aconteçam?” Pensei que a mobilização das forças fosse para garantir que não acontecesse novos confrontos.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Brasil registra 11.276.628 pessoas curadas da covid-19

Foto: reprodução/G1

O Brasil registrou nesta sexta-feira (2) mais 37.529 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 11.276.628 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas representa 87,3% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é quase nove vezes superior ao número de casos ativos (1.305.248), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que 105,2 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

Opinião dos leitores

  1. Valeu, Teo! Parabéns pela atitude. Mudar, melhorar e ter consciência que esse governo é de sociopatas, é uma evolução importante. No ritmo que vai, certamente o bozo não irá ao segundo turno!

  2. Venho nesse espaço pedir perdão a minha família e meus amigos, pedir perdão a quem não conheço e aos conhecidos. Pedir perdão só Brasil 🇧🇷, por ter votado nesse presidente que axa a com nossa nação. Perdão, perdão,perdão.

  3. Macaiba se acabando na bala, todos os blogs e jornalismo do RN desatualizados… isso é um nicho de mercado..

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Após decisão judicial, Natal suspende vacinação de trabalhadores da saúde

Foto: reprodução

A Secretaria Municipal de Saúde decidiu suspender a vacinação para os trabalhadores da saúde enquanto faz as adequações necessárias para o cumprimento da decisão judicial proferida pela juíza Ana Nery Oliveira Cruz no processo judicial movido pelo Ministério Público e Defensoria Pública contra as secretarias estadual e municipal de saúde.

A decisão da magistrada é para que a secretaria não vacine as pessoas que não possuem vínculo e não estejam no serviço de assistência à saúde, vigilância à saúde, regulação e gestão à saúde ou nos serviços de interesse à saúde expressamente elencados pelo Ministério da Saúde (cemitérios, casas de apoio e instituições de longa permanência), uma vez que o Plano Nacional de Imunização especificou que, no grupo prioritário de trabalhadores e profissionais de saúde, estejam apenas aqueles “envolvidos na resposta pandêmica nos diferentes níveis de complexidade da rede de saúde”.

Veja a matéria completa no site Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. É inacreditável que edtavam vacinando todo mundo que tem diploma da saúde, meu Deus, quanta incompetência. Enquanto priviligiavam esses aqueles que trabalham lavando e limpando os hospitais eram esquecidos. O que seria isso, supervalorização de uma classe em detrimento da outra? PRECISAM SER RESPONSABILIZADOS. Vários crimes de responsabilidade cometidos.

  2. Em fim uma notícia boa. Muita gente se aproveitando dos diplomas para tomar vacina, mesmo que não atuem na área ou não estejam envolvidos na linha de frente.

  3. Imoral o que está acontecendo, pessoas que estão trabalhando remotamente, tomaram vacina, só pq estão no grupo da saúde, da saúde pra mim são os que estão na linha de frente

  4. Tem mesmo é que suspender, acho trabalhadores do comércio, ambulantes, entre outras profissões, se expõem muito mais que algumas das profissões vacinadas.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Gastronomia

Programa Papo de Fogão estreia na TV Correio, na Paraíba, neste final de semana e recebe a Chef paulista Tânia Bayeux

Neste final de semana o Papo de Fogão vai receber a Chef paulista Tânia Bayeux, uma fã do programa que foi selecionada para participar do programa e vai preparar o bacalhau “espontânia”, uma ótima pedida para a semana santa. E na Dica Rápida, Fernando Amaral vai fazer uma salada tropical com frango defumado.

E tem mais novidade. A partir deste sábado, o Papo de Fogão vai estrear na Tv Correio/Paraíba às 13h30.

Com isso, todos os finais de semana estará presente, mostrando a gastronomia nordestina no Rio Grande do Norte, Paraíba, Piauí, Maranhão e Alagoas, com uma estimativa de 1,8 milhão de telespectadores/mês.

O Papo de Fogão é exibido:

SÁBADO
BAND NORDESTE
Alagoas, 07h
Maranhão, 09h
Piauí, 10h30

TV CORREIO/RECORD
Paraíba – 13h30

DOMINGO
Rio Grande do Norte – TV Tropical – 10h

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Emprego

Pequenos negócios geram quase 70% dos empregos em fevereiro; Foram 275 mil vagas geradas pelas micro e pequenas empresas


Foto: Agência Brasília

O mês de fevereiro registrou um saldo positivo de empregos formais criados no Brasil. Foram 401.639 vagas registradas em carteira, sendo que as micro e pequenas empresas foram responsáveis por 68,5% dos empregos criados no Brasil. Isso corresponde a um pouco mais de 275 mil vagas geradas pelos pequenos negócios. Já as médias e grandes empresas tiveram saldo positivo de pouco mais de 101 mil vagas no mês.

Esse levantamento foi feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com base nos dados do o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. O presidente do Sebrae, Carlos Melles, destacou o desempenho das micro e pequenas empresas e sua importância para a recuperação econômica do país.

“Esse é o oitavo mês consecutivo que as micro e pequenas empresas puxam a geração de empregos com carteira assinada. São os pequenos negócios que sustentam a geração de empregos nos país e, por isso, é tão importante que sejam realizadas políticas públicas que amparem esse segmento”, disse.

Grandes e médias

Enquanto as micro e pequenas empresas tiveram saldo positivo em todos os setores da economia, as médias e grandes empresas demitiram mais do que contrataram no comércio e na agropecuária, em fevereiro. No primeiro, o saldo negativo foi de 2.107 empregos e no segundo, 1.571. O melhor desempenho das médias e grandes empresas foi no setor de serviços, com saldo positivo de 57.956 empregos gerados.

O setor de serviços também puxou o melhor saldo das micro e pequenas no mês, com 183.944 empregos. Se o desempenho do comércio entre as médias e grandes foi ruim em fevereiro e continua fechando postos de trabalho, o mesmo não se pode dizer das micro e pequenas, com saldo positivo de 92.909. Nos demais setores (construção, indústria de transformação, serviços, serviços industriais de utilidade pública e extrativa mineral) todas as categorias de empresas fecharam o mês com mais contratações do que demissões.

Primeiro bimestre

No acumulado do primeiro bimestre, os setores de serviços, comércio e indústria de transformação foram os maiores geradores de empregos entre as micro e pequenas empresas. No caso das médias e grandes, o setor de comércio apresenta um saldo negativo de 24.626.

Estados

Entre os estados, o que mais contratou proporcionalmente em fevereiro foi Mato Grosso, com um saldo de 23,26 por mil empregados. Amazonas tem o pior desempenho e foi o único estado com saldo negativo, tanto em números absolutos, com 868 demissões, quanto proporcionalmente, com saldo negativo de 5,65 por mil empregados. Em números absolutos, São Paulo foi o estado com melhor saldo de emprego, 73,7 mil empregos gerados.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

VÍDEO: Confira o Boletim da Câmara Municipal de Parnamirim – 02/04/2021

#BoletimCâmara

Todos nós da Câmara Municipal de Parnamirim estamos atentos a esse difícil momento que estamos vivendo. E estamos fazendo o nosso melhor para superar essa situação.

Os vereadores Diogo Rodrigues (PSD), Carol Pires (DEMOCRATAS), Afrânio Bezerra (AVANTE), e o presidente vereador Wolney França (PSC) tem uma mensagem para você!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Cirurgiões russos operam paciente com peito aberto em meio a incêndio em hospital: “Aquela pessoa tinha que ser salva”

Foto: Russian Emergencies Ministry/AFP

Cirurgiões russos realizaram uma cirurgia em um paciente com o peito aberto em um hospital em chamas em Blagoveshchensk nesta sexta-feira, 2. Para continuar operando, os cirurgiões instalaram um cabo elétrico de fora e ventiladores para tirar a fumaça, disseram as equipes de resgate.

“Não podíamos interromper a operação, aquela pessoa tinha que ser salva e fizemos tudo no mais alto nível. A operação foi concluída completamente e sem dificuldades”, disse o cirurgião Valentin Filatov ao canal de televisão Rossiya 24. O incêndio obrigou 128 pessoas a serem retiradas do hospital, mas os cirurgiões que estavam trabalhando decidiram ficar até o fim da operação. A equipe que realizou a cirurgia tinha oito pessoas.

“Não houve momento de pânico”, disse a enfermeira Antonina Smolina, da equipe cirúrgica. “O controle do incêndio foi complicado pelo fato de que o fogo estava ativo em toda a superfície, ou seja, 1.600 metros quadrados”, explicou Konstantin Rybalko, vice-diretor do Serviço de Situações de Emergência da região. Após a operação, a equipe médica esvaziou o local em chamas e o paciente foi transferido para outro hospital da cidade.

A clínica foi construída há mais de um século, em 1907, e o fogo se espalhou através da madeira no telhado. Ninguém se feriu. As autoridades municipais anunciaram que vão homenagear a equipe médica e os bombeiros.

Estadão Conteúdo com informações de AFP e Reuters

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Após teste positivo de covid, turista fura bloqueio e é perseguida em SP


Foto: Divulgação Prefeitura de São Sebastião/SP

Uma turista de 58 anos foi perseguida pela Guarda Civil Municipal na quinta-feira (1º) de abril, após furar o bloqueio sanitário ao testar positivo para a covid-19 em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo. Após fugir, a mulher foi interceptada a cerca de um quilômetro da barreira e, na sequência, conduzida até a divisa e orientada a voltar para o município de origem, Campinas, de acordo com informações da prefeitura.

Cidades do litoral paulista têm feito barreiras sanitárias para desestimular a entrada de turistas durante o mega feriado antecipado por parte dos municípios de São Paulo. No caso de São Sebastião, o acesso principal está também com uma força-tarefa de testes rápidos para o novo coronavírus.

No município, ao menos 65 pessoas tiveram resultado positivo para a doença na barreira sanitária, que chegou a ser interrompida no sábado, 27, por ter causado congestionamento, mas foi retomada no dia seguinte. “Por decreto municipal, pessoas contaminadas com coronavírus são direcionadas a retornar a seu município de origem”, diz comunicado divulgado pela prefeitura.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

COVID: Brasil registra 2.922 óbitos e 70 mil casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta sexta-feira (2):

– O país registrou 2.922 óbitos nas últimas 24h, totalizando 328.206 mortes;

– Foram 70.238 novos casos de coronavírus registrados, no total 12.910.082 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 11.276.628, com o registro de mais 70.238 pacientes curados. Outros 1.305.248 pacientes estão em acompanhamento.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *