Suspeito por envolvimento na morte de estudante em assalto em Natal consegue fugir mesmo algemado

Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi

O portal G1-RN destaca nesta quinta-feira(19) que o homem suspeito de ter participado do roubo que terminou com a morte do estudante Arthur Lima de Oliveira nessa quarta-feira (18), em Natal, fugiu poucas horas após ser preso por seguranças de uma escola e entregue a Polícia Civil. De acordo com a reportagem, após ser entregue à Polícia Civil, o criminoso foi levado para a comunidade do Paço da Pátria, na Zona Leste, para apontar o local onde morava o comparsa. Lá, ele conseguiu fugir correndo.

A Polícia Civil enviou nota em que confirma que o suspeito preso conseguiu fugir na noite dessa quarta enquanto estava acompanhado de agentes. Segundo a polícia, ele estava algemado e, mesmo assim, escapou correndo. Veja matéria completa com detalhes aqui.

 

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alaca disse:

    Pronto, agora toda a polícia civil é vilão, por causa de um acontecimento desse. Quando a DEICOR mata ladrão de banco ninguém lembra que ela é polícia civil, bando de zé ruela q não pega numa pistola.

  2. Antônio Bigga's disse:

    No passado, idos dos anos 70, um " marginal" conhecido por Pé Seco, quando era transferido da antiga Casa de Detençao de Natal, para à João Chávez dentro de uma Rural, algemado, na altura do Jacó,, também " fugiu"… Só quê nesse caso, nunca mais, más nunca mais mesmo foi avistado em lugar nenhum. Será quê à historia esta se repetindo?

  3. joaozinho da escola disse:

    incrivel… a policia civil ganha o dobro de salario por tem curso superior de bacharel (anelzinho no dedo), receberam o criminoso sem fazer força e ainda soltam.. correçao, perdem um ladrao algemado. Estranho isso.. nao queriam ter trabalho? Pq nao correram atras de um cara algemado? deve ser um ninja!!!!! Assim a PM so enxuga gelo…

  4. Jefferson disse:

    Com toda dificuldade so tem a Policia militar mesmo pra dar resposta aos crimes desse rn.

  5. Arimateia disse:

    Mais uma da Policia Civil do RN. Nem quando se entrega o bandido para ela, esta consegue dar resultado. Difícil!

  6. Dunga disse:

    Nem PM nem PC essas coisas acontecem.

  7. Dunga disse:

    E foi!!!

  8. Antônio disse:

    É muita idiotice só para dois jumento

  9. Almir Dionisio disse:

    Parece uma piada – em breve retorna as ruas para novos assaltos e tirar a vida de outras pessoas.
    RN segurança 0 – ZERO

  10. Cidadão disse:

    Deixem de falar besteiras, a incompetência parte de todo o sistema de segurança no Brasil, esse caso não um caso isolado no RN, todos os dias morrem jovens vitimas de bandidos , vitimas de balas perdidas, vitimas da incompetência dos governantes,,,no caso em comento o bandido já estava preso, como pode culpar o governante?? simples, as pessoas simplesmente se aproveitam para politicarem com tudo.
    Nas barbas da PF os bandidos de ternos e gravatas desfilam nos corredores do congresso nacional e zombam na cara da população.
    Bandido bom é bandido preso, não morto, a morte prova a incompetência do estado.
    Quero deixar bem claro que não sou Petista,Lulista,Bolsanarista,esquerdista,direitista,fatista,Robsta,enfim, sou apenas um cidadão.

  11. Cigano Lulu disse:

    Se é verdade que uma imagem vale por mil palavras, a foto acima mostra o quanto os comerciantes da capital acreditam na lorota de Fatão GD, segundo a qual a "violência no RN está caindo"…
    Queda para o alto, no pior dos sentidos. Só se for.

  12. Santos disse:

    É muita icompetencia despreparo dessa PM/RN

  13. Ciro Jobson disse:

    Isso é uma vergonha!!!! A Dama de vermelho….chefe maior da segurança pública é que tem dá conta desses vagabundos.

    • Brasil acima de tudo. disse:

      Incompetência do estado e do governo federal, pois o discurso de campanha do presidente dizia que "bandido bom, era bandido morto" mas depois de eleito, não se ouve mais isso.

Polícia Civil prende empresária suspeita de envolvimento em morte na Grande Natal

Foto: Ilustrativa

Policiais civis da Delegacia Municipal de São José de Mipibu prenderam, nesta quinta-feira (29), Célia Regina da Silva, 37 anos. Contra ela existia um mandado de prisão preventiva, expedido pela Vara Única da Comarca de São José de Mipibu. A prisão aconteceu no centro da cidade.

Célia Regina, proprietária de um restaurante self-service, é suspeita de ser a mandante do homicídio praticado contra Aueilton João de Oliveira Barbosa, conhecido como “Rambo”. O crime aconteceu no dia 22 de março deste ano, no centro do município de São José de Mipibu.

De acordo com as investigações, o executor do crime seria José Douglas Medeiros de Souza, o qual teria, mediante pagamento, matado Aueilton João a pedido de Célia Regina. A motivação do homicídio estaria relacionada a conflitos decorrentes de um suposto envolvimento amoroso, existente entre Célia Regina e a esposa da vítima.

José Douglas já se encontra preso, em razão do homicídio de Aueilton João e também por um duplo homicídio ocorrido na cidade de São José de Mipibu. Célia Regina foi encaminhada ao sistema prisional e ficará à disposição da Justiça.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Polícia Civil deflagra Operação “Todos por um” e prende suspeitos de envolvimento em latrocínio na Grande Natal do policial civil André Severiano

Carro usado por suspeitos. Foto: Polícia Civil/Divulgação

A Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) em conjunto com a Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) deflagraram, na manhã desta quarta-feira (05), a Operação “Todos por um”, que resultou no cumprimento de três mandados de prisão temporária contra três suspeitos pelo latrocínio do agente de polícia civil André Severiano, morto no dia 30 de abril, no bairro Emaús, em Parnamirim. O nome da Operação “Todos por um” é relativo ao esforço conjunto de várias delegacias da Polícia Civil, que conseguiu elucidar o crime. Durante a ação, também foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão.

A investigação revelou que o policial civil foi morto por um grupo formado por quatro homens, que pretendia cometer um roubo. Participaram da ação criminosa, Gabriel Fernando dos Santos, conhecido “Biel”, 19 anos, Aylton Bezerra da Silva Júnior, conhecido como “Carneirinho”, 25 anos, João Lucas Severo de Souza e Silva, 21 anos e Ruan Carlos Pereira, “Maquinista”, 21 anos (falecido).

Na manhã desta quarta-feira foram cumpridos mandados de prisão contra Gabriel Fernando e Aylton Bezerra da Silva Júnior, que já estavam detidos no sistema prisional. Os policiais civis prenderam João Lucas Severo de Souza e Silva, 21 anos, em cumprimento a um mandado de prisão temporária, quando estava em uma residência do bairro Potengi, Zona Norte de Natal. Ele é apontado como o homem responsável pela locação do veículo usado no dia do crime e que também estava presente no momento do crime.

“Nós descobrimos que o policial civil André Severiano parou no local para manusear o telefone celular, quando foi surpreendido pelos quatro suspeitos que estavam em veículo Fiat Uno Vivace, cor vermelha. O grupo desembarcou com o intuito de assaltar o policial civil, porém, diante da reação do policial, efetuaram os disparos que lhe causaram o óbito. A investigação aponta que os suspeitos eram assaltantes contumazes e, naquela data, pretendiam praticar um assalto na cidade de Macaíba, mas por terem avistado uma viatura da Polícia Militar, desistiram e, quando voltavam para Natal, passaram pelo veículo do policial civil André e resolveram abordá-lo”, detalhou a delegada Taís Aires da DHPP, responsável pela investigação.

Gabriel Fernando dos Santos, conhecido “Biel”, 19 anos, já havia sido preso em flagrante por porte e posse ilegal de arma de fogo, no dia 02 de maio, pela equipe da 7a. Delegacia de Polícia Civil de Natal. Aylton Bezerra da Silva Júnior, conhecido como “Carneirinho”, 25 anos, era o motorista do veículo e já se encontrava preso por crime de roubo praticado na cidade de Macaíba. No dia 23 de maio, os policiais civis da DHPP e Deicor cumpriram um mandado de busca e apreensão contra Ruan Carlos Pereira, conhecido como “Maquinista”, 21 anos e conseguiram apreender a pistola da Polícia Civil que estava cautelada ao policial civil André Severiano. Durante esta ação, “Maquinista” resistiu à abordagem dos policias e morreu.

“Nós tivemos êxito nesta investigação devido ao trabalho integrado com muitas delegacias, entre elas, Deicor, 2a. Delegacia de Polícia Civil de Parnamirim, Delegacia Especializada em Narcóticos (Denarc), 7a e 13a Delegacia de Polícia de Natal. Também registramos a importante parceria com a 2ª Vara Criminal de Parnamirim e com a 12ª Promotoria de Justiça”, destacou a delegada Taís Aires.

A Polícia Civil solicita que as vítimas de roubo praticadas pelos suspeitos que ocupavam o Uno Vivace e que reconheçam os mesmos procurem as delegacias respectivas ou a DHPP. A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ana leticia disse:

    A Polícia sabe o que tem que ser feito com cada um desses bandidos. A regra é clara. Assassinos de policial tem que pagar pesado.

  2. Lindomar disse:

    Podem explicar como o tal Gabriel "preso por porte de arma" estava solto? Quem soltou? Quem pagou o advogado? Qual o responsável por sua liberdade?
    Cadê a turma contra a compra de arma para defesa do cidadão? Os bandidos todos armados.
    Bandido pode ter arma, mas o trabalhador tem que aceitar calado e quieto ser roubado e assaltado? Cadê os berros da turma da impunidade que apoiam a bandidagem?

  3. Rico disse:

    Geração PT. Educação um zero à esquerda, só comparada aos países miseráveis da África. O dinheiro da educação foi jogado no lixo.

Polícia Civil prende suspeito de envolvimento na morte de detento e criança de 3 anos em Parnamirim

É destaque no portal G1-RN. Policiais civis prenderam na manhã desta quarta-feira (17) um homem suspeito de envolvimento na morte de um detento e de uma criança de 3 anos, crime ocorrido na noite dessa terça-feira (16) em Cajupiranga, bairro de Parnamirim, na Grande Natal.

Segundo a reportagem, as vítimas foram baleadas dentro de um carro. O veículo foi perseguido por um outro automóvel, de onde partiram os disparos. O homem morreu na hora. Já a criança, ainda chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Deoclécio Marques.

Ainda segundo a reportagem, no carro também estavam a mãe do menino e uma outra criança. A mulher foi ferida no braço, mas não corre risco de morte. A outra criança não foi atingida. Veja mais detalhes aqui

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PAULO disse:

    Polícia Civil trabalhando muito, parabéns!

Polícia Civil deflagra Operação “Traição e deslealdade” e prende envolvidos no homicídio de funcionário da Caern; companheira de empresário e amante acusados de planejar crime

Uma investigação realizada pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) resultou na deflagração da Operação Aleivosia que conseguiu prender, nesta quinta-feira (11), dois homens envolvidos no homicídio de Marcos Antonio Braga Ponte, 60 anos, que era funcionário da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern). Entre os presos na Operação estão Ivan Vicente Ferreira Junior, 32 anos, vulgo “Junior Cabeça” e Tomás Jorge da Silva Emiliano. Aleivosia é sinônimo de traição e deslealdade.

As investigações da DHPP revelaram que o assassinato do empresário foi planejado pela companheira dele, Brena Katuana da Silva, 32 anos, com apoio de Ivan Vicente Ferreira Junior, 32 anos, vulgo “Junior Cabeça”. Brena mantinha um relacionamento amoroso secreto com Ivan Vicente e decidiram matar a vítima com o propósito de se apropriar do patrimônio de Marcos Antonio. Para isso contaram com a ajuda de pessoas próximas a Ivan Vicente.

Com o objetivo de prender os envolvidos no crime e apreender objetos ilícitos que estavam com o grupo, os policiais da DHPP cumpriram hoje sete mandados de busca e apreensão nas casas dos suspeitos e um mandado de prisão, em Natal e Parnamirim.

As investigações da Polícia Civil descobriram que Ivan Vicente é suspeito de ser traficante de drogas, com atuação na comunidade do Japão, Zona Oeste de Natal. “Brena e Ivan articularam a execução da vítima, contando com a colaboração de outros coautores, moradores do bairro das Quintas, região onde Ivan Junior atua diretamente na atividade de tráfico de drogas”, detalhou o delegado Matheus Barbosa Trindade.

Durante a Operação, os policiais civis prenderam Ivan Vicente Ferreira Junior em cumprimento a um mandado de prisão preventiva. No apartamento onde Brena Katuana mora, foi cumprido um mandado de busca e apreensão e apreendidos papelotes de cocaína e balança de precisão. Brena não foi presa, mas responderá a um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), pelo crime de uso de droga para consumo pessoal. Na casa de Tomás Jorge, os policiais cumpriram um mandado de busca e apreenderam duas armas e 270 munições de calibre ponto 40.

O crime

No dia 21 de setembro de 2018, Marcos Antonio Braga foi sequestrado quando saía de um bar localizado à Avenida Alexandrino de Alencar, bairro do Alecrim, Natal. Minutos depois, a vítima foi executada com diversos disparos de arma de fogo, na Rua São José (uma estrada de terra), zona rural, distrito de Manguabeira, Macaíba.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcelo disse:

    Parabéns à equipe da DHPP/PC

  2. PAULO disse:

    Mais um excelente trabalho da DHPP, parabéns aos policiais civis. A investigação e prisão de assassinos, contribui diretamente para inibir novas práticas dessa natureza.

Operação prende suspeitos de envolvimento no assassinato de Marielle Franco

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), com o apoio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil, desencadeou na manhã desta terça-feira a Operação Os Intocáveis, em Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio, e outras localidades da cidade, que prendeu ao menos cinco suspeitos de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. Os presos são integrantes da milícia mais antiga e perigosa do estado.

Para a ação, que mobiliza cerca de 140 policiais, a Justiça expediu 13 mandados de prisão preventiva contra a organização criminosa. Os principais alvos da operação são o major da Polícia Militar Ronald Paulo Alves Pereira, o ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe da milícia de Rio das Pedras; e o subtenente reformado da PM Maurício Silvada Costa, o Maurição.

Embora o objetivo da ação do MP-RJ seja atacar a milícia que explora o ramo imobiliário ilegal em Rio das Pedras com ações violentas e assassinatos, há indícios de que dois dos alvos de prisão comandem o Escritório do Crime, braço armado da organização, especializado em assassinatos por encomenda. Os principais clientes do grupo de matadores profissionais são contraventores e políticos.

Major PM é preso

O major Ronald Paulo Alves Pereira, de 43 anos, é investigado por integrar a cúpula do Escritório do Crime. Foi denunciado por comandar os negócios ilegais como grilagem de terra e agiotagem. É réu no processo de homicídio de cinco jovens na antiga boate Via Show, em 6 de dezembro 2003, e vai a júri em abril deste ano. O oficial foi preso no condomínio fechado Essence, perto do Parque Olímpico, na Zona Oeste. Segundo moradores, os apartamentos mais caros valem mais de R$ 1 milhão.

Maurição, de 56 anos, é uma espécie de capataz dentro de Rio das Pedras. Dá também ordens sobre as cobranças dos imóveis da facção e controla as vans.

Também foi preso Manuel de Brito Batista, o Cabelo – que atua na quadrilha como contador e gerente armado. Os agentes encontraram Cabelo dormindo em seu quarto, em uma casa no condomínio de luxo Floresta Country Club, na Estrada do Bouganville 442, bloco C1. Ele deu diversas informações contraditórias aos agentes. Indagado se tinha carro, ele negou. Mas os policiais encontraram chaves de dois veículos, um Corolla e um HB20 preto placa LTA-9321. O Corolla não foi encontrado, mas o HB20 foi revistado e nada foi encontrado em seu interior. Os policiais acharam um cofre cuja a chave não foi encontrada. Os agentes ainda cumprem o mandado de busca e apreensão.

Os outros presos na operação são Benedito Aurélio Ferreira Carvalho e Laerte Silva de Lima. Benedito é apontado como “laranja” da organização criminosa. Ele empresta o nome para a abertura de uma empresa de construção civil na Junta Comercial do Rio. Já Laerte é o braço armado da quadrilha. É um dos responsáveis pelo recolhimento e repasse das taxas cobradas aos moradores e comerciantes, além da parte de agiotagem.

Seis meses de investigação

A operação é resultado de seis meses de investigação conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e pela 23ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal. A denúncia, com os pedidos de prisão, busca e apreensão, foi distribuída para o 4º Tribunal do Júri da Capital.

A denúncia do MP aponta a milícia de Rio das Pedras como a responsável pela extorsão de moradores e comerciantes da região com cobranças ilegais de taxas referentes a “serviços” prestados. O grupo também oculta bens adquiridos com proventos das atividades ilícitas e falsifica documentos públicos. Para conseguir a regularização dos imóveis ilegais, o grupo montou uma estrutura hierarquizada. Cada integrante da quadrilha tem uma função. Há, por exemplo, contador e até despachantes para o pagamento de propina para agentes públicos. Até então, todas as operações policiais contra a milícia de Rio das Pedras haviam excluído os chefes da organização.

Os suspeitos foram denunciados ainda por praticar agiotagem e utilizar ligações clandestinas de água e energia, além de manter a exploração das atividades típicas das milícias para o domínio territorial: cobrança por serviços de TV a cabo (“gatonet”), gás, taxas de proteção de comerciantes e moradores e transporte alternativo. O Ministério Público do Rio constatou que nenhuma ação é feita sem o comando ou autorização dos denunciados.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ceará-Mundão disse:

    E a perseguição e o mimimi dos derrotados, que estão perdendo suas "boquinhas", continua a todo vapor. Por aqui, seguem os comentários ridículos de gente que costuma defender seus bandidos prediletos ferozmente, inclusive renegando delações de comparsas, investigações policiais e do ministério público e até mesmo condenações judiciais. Essa cambada de esquerdopatas inconsequentes passou 14 anos vendo e até mesmo se beneficiando da maior roubalheira já vista no mundo ocidental mas, agora, resolveram posar de defensores da ética e da moralidade às custas de mentiras e factoides. E vão passar todo o mandato do novo Presidente agindo dessa forma, fazendo oposição cega e irresponsável ao Brasil e à vontade do nosso povo. Essa corja não pode ser tida como brasileiros.

  2. Carlúcio disse:

    Estamos bem próximo de desvendar a maior quadrilha do Rio de Janeiro que foi parar em Brasília, inclusive envolvidos com a morte de Marielle. Foram querer derrubar a Globo, só que a Globo vão derrubados antes.

  3. Rico disse:

    Celso Daniel e Toninho do PT faz mais tempo de execução e nada de conclusão do inquérito, vai ficar impune mesmo. Interessante, esse logo desvendaram.

  4. Justiça disse:

    Eiiiiita! Te cuida Flávio!

    • Mozart Silva disse:

      Você já culpou Flávio pelas ações de pessoas que trabalham para ele? Quer dizer que tudo que você faz em sua vida é a mando de seu empregador? Sua vida é totalmente controlada por quem te deu emprego ou cargo? Você só vai a uma praia, restaurante, lanchonete se seu chefe deixar? Você só vai se divertir se receber permissão do seu empregador? Você está morando no país errado, mude para democracias de Cuba e da Venezuela, por lá é assim, o povo só faz o que é autorizado pelo governo democrático, aqui não. Os assessores, ocupantes de cargos tem liberdade no Brasil tem livre arbítrio para levar suas vidas e fazer o que bem quer. Entendeu ou precisa desenhar?

    • Rio disse:

      Tá doidinho que o Flávio fique igual ao seu presidiário barbudo de estimação……preso

FOTOS: Presos acusados de assalto a padaria em Natal que resultou na morte de policial civil

A Polícia Civil prendeu na madrugada desta terça-feira (29) cinco homens, um deles menor de idade, envolvidos no assalto a uma padaria no bairro Petrópolis, Zona Leste de Natal, que vitimou Ilfran André Tavares de Araújo, de 51 anos, crime ocorrido neste último domingo (27). A delegada Rossana Pinheiro, além dos delegados Frank Albuquerque e Herlânio Cruz, responsáveis pelas investigações do caso, detalharam a prisão dos acusados numa coletiva de imprensa realizada nessa manhã (29), na Delegacia Geral da Polícia Civil (Degepol).

Os presos foram identificados como sendo Marcelo Pegado Correia, 18, Gláucio Herculano Fonseca, 19, Thiago Jerônimo Pinheiro, 18, vulgo “Thiago Coxinha”, Alessandro Wallace de Freitas Procópio, vulgo “Sandrinho”, 20, além de um adolescente de 17 anos. As prisões aconteceram na Zona Norte de Natal, Parnamirim e Macaíba. Todos assumiram a participação no crime. A ação teve a participação do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil (NIP).

Marcelo-Pegado-Correira,-18 2 3 Untitled-1Segundo o delegado Herlânio Cruz, naquele dia os bandidos iriam praticar um assalto a um depósito de bebidas na cidade de Santo Antônio do Salto da Onça, mas o local estava fechado. “Então eles começaram a procurar em Natal outro lugar para assaltar e acharam um local que, segundo eles, era escuro e deserto”, explicou.

Quatro suspeitos chegaram na padaria em duas motocicletas e um quinto assaltante estava num veículo tipo Celta. Thiago Coxinha pilotava uma das motos e Gláucio na garupa, enquanto Marcelo pilotava a outra motocicleta e o menor na garupa. Alessandro estava no carro e guardava as armas. Segundo depoimento do menor, Thiago Coxinha foi quem teve a ideia de assaltar a padaria. Eles chegaram juntos ao local, momento em que Alessandro entregou dois revólveres, um ao adolescente e outro a Gláucio. Os dois entraram no estabelecimento comercial e o restante do grupo ficou do lado de fora dando apoio. Gláucio entrou de capacete e foi em direção ao caixa, enquanto o menor foi abordar os clientes.

Nesse momento, o policial esboçou uma reação e teria tentado imobilizar o menor, instante em que Gláucio veio em direção à vítima e teria efetuado dois tiros na cabeça do agente. Após os tiros, os dois se assustaram e fugiram do local sem levar nada. Os assaltantes partiram em direção à Zona Norte de Natal e segundo Gláucio teriam abandonado as armas no meio do caminho a mando de Thiago Coxinha.

Em depoimento à polícia, Gláucio confirmou ter participado do crime, mas negou ter atirado na vítima e alega que quem efetuou os disparos foi o adolescente. Já o menor confirma que quem matou o policial civil foi Gláucio e que “tem a consciência tranquila, pois não matou ninguém” e alegou também que “os outros querem colocar a culpa nele só porque ele é ‘de menor’”. “Somente quando sair o resultado dos exames residuográficos é que vamos saber quem de fato atirou no policial”, afirmou o delegado Herlânio Cruz.

Para os delegados, o grupo assaltou a padaria para se divertir. “Geralmente eles praticam esses crimes para utilizar o dinheiro em consumo de drogas, festas e diversões”, disse Herlânio.

De acordo com o Delegado Geral da Polícia Civil, Adson Kepler, a elucidação rápida do crime se deu por conta do empenho e solidariedade dos policiais civis, bem como da comunidade que ajudou no caso. “Desde que ocorreu o fato a Polícia Civil se mobilizou. Policiais civis de outras delegacias que não estavam de serviço efetuaram diligências para prender os criminosos e pessoas da comunidade também contribuíram muito com as investigações, então essa série de fatores tornou possível a solução rápida desse crime”, concluiu.

O assalto

A tentativa de assalto aconteceu na noite deste domingo (27/04), por volta das 20h30, numa padaria localizada na Av. Nilo Peçanha, no bairro Petrópolis, Zona Leste de Natal. O agente da Polícia Civil Ilfran Tavares teria reagido ao assalto e foi alvejado por dois disparos de arma de fogo na cabeça, vindo a óbito no Pronto Socorro Clóvis Sarinho. Diligências foram realizadas durante toda aquela noite por vários colegas de trabalho, inclusive com a presença do Delegado Geral, Adson Kepler. Uma perícia feita pela Polícia Civil foi realizada ontem (28) na padaria.

Atualizado às 12h03

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. marcelo disse:

    Caro Antonio,

    Você tem razão no seu comentário. Mas pode ter certeza que não faço parte desse grupo que condenaria o policial que mata bandido. Infelizmente como em todas profissões existem os bons e os ruins. Policial que manda bandido para o inferno sem envolvimento com ele os com qualquer outro deveria sim ser promovido. Agora aquele que tenta extorquir ou coisa parecida não deveria servie a polícia e sim enveredar para o lado criminoso.

  2. Carlos Eugênio disse:

    Parabéns a polícia civil pelo trabalho! O que toda a sociedade lamenta é que em outras investigações a mesma polícia civil não é tão eficiente como foi nesse caso, descobrindo e prendendo os acusados em menos de 48 horas após o ocorrido. O que se vê são centenas de processos inclusos e os marginais que cometeram os crimes, soltos e praticando novos delitos. Essa ação mostra que quando a polícia quer ela faz!!

  3. marcelo disse:

    Sinceramente a polícia realizou um péssimo serviço prendendo esses marginais. Deveria sim ter matado e com isso livrado a população desses vermes que não contribuem com nada de bom para a humanidade. Agora o estado vai gastar dinheiro com saúde, comida e moradia para esses vagabundos só terem uma intenção fugir do presídio e continuar a vida do crime.

    • Omar disse:

      Péssimos policiais. Não souberam honrar o companheiro herói abatido de forma covarde. Assim estes policiais dão a sua contribuição para a impunidade, pois os bandidos sabem que logo logo estarão soltos. E triste de uma terra na qual bandido não tem medo de polícia…
      Era para ter feito uma operação correta, do ponto de vista operacional, que culminasse com um “recado” de verdade para a bandidagem que vence a cada dia.

Adolescente e mais dois são detidos suspeitos de assassinato de PM em Parnamirim

Apreendida a acusada de atirar no soldado da Polícia Militar Jailson Augusto do Nascimento, de 45 anos, em Parnamirim. A adolescente encontra-se neste momento na 1ª DP do município. Assim como a suspeita, também foram presos uma mulher e um homem no início da tarde desta segunda-feira (31), provavelmente, por ligação no homicídio. O crime foi registrado na noite da última quarta-feira (26), no bairro Jóquei Clube.

TJ nega Habeas Corpus para PM acusado de envolvimento em morte de advogado em bar de Natal

 A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte julgou, na manhã desta terça-feira (11), um Habeas Corpus com Liminar (2014.002523-2), movido pela defesa do sargento da Polícia Militar Antônio Carlos Ferreira de Lima, um dos acusados pelo homicídio do advogado Antônio Carlos de Souza, executado a tiros em maio de 2013.

A Câmara, à unanimidade de votos e em concordância com o parecer da 2ª Procuradoria de Justiça, não deu provimento ao HC, nos termos do voto do relator, desembargador Glauber Rêgo, presidente do órgão julgador.

A defesa alegou, dentre outros pontos, que o mandante do crime teria sido pressionado a envolver o nome do sargento, que está há 23 anos na corporação e que o PM compareceu à delegacia, espontaneamente, em 7 de junho, mas não foi ouvido por falta de escrivão.

No entanto, o desembargador Glauber Rêgo ressaltou que o Habeas Corpus tentou descaracterizar a participação do sargento no fato, mas não representa um instrumento processual capaz de definir isso neste momento.

“Ele responde a outros processos na esfera criminal, um já em sentença condenatória”, destaca o desembargador.

O crime

O advogado Antônio Carlos de Souza Oliveira foi assassinado no dia 9 de maio de 2013, por volta das 20h, quando se encontrava no Bar de Bino, no bairro de Nazaré, zona Oeste de Natal.

Segundo as investigações, Polícia e Ministério Público chegaram à conclusão que o autor dos disparos foi Lucas Danel André da Silva, conhecido como “Luquinha”. Ele teria recebido ordens de Expedido José dos Santos e do sargento da PM Antônio Carlos Ferreira de Lima, o “Carlos Cabeção”.

O autor dos tiros também teria recebido apoio na fuga do dia do crime de Marcos Antônio de Melo Pontes, o “irmão Marcos”, que teria dirigido o veículo Fiat Doblo que deu fuga aos acusados.

TJRN

Suspeito de matar criança, feita de escudo em tiroteio em Macaíba, diz que está com " consciência limpa"

Uma matéria do portal G1-RN confirmou a apreensão de um adolescente de 17 anos nesta sexta-feira(7), apontado como um dos envolvidos nos disparos de arma de fogo que acabaram matando um menino de 10 anos, feito de escudo no fim do ano passado, durante um confronto entre bandidos na cidade de Macaíba, na Grande Natal.

De acordo com a matéria, que teve acesso ao depoimento, o menor afirma não ter qualquer envolvimento com o homicídio, não sabe quem efetuou o disparo e diz estar de “consciência limpa”. Isso mesmo. Durante o tiroteio, Cleyton Osório dos Santos Mendes, voltava da padaria no bairro Campo Santa Cruz, quando foi usado como escudo humano por um jovem de 18 anos. Ele foi identificado como José Carlos Lopes Jerônimo, que usou o menino como escudo e ainda foi baleado. Depois de socorrido e detido, no dia 19 de janeiro, foi encontrado morto dentro da cadeia. A polícia acredita que ele tenha cometido suicídio ao se enforcar com um lençol.

Segundo a Polícia, um terceiro envolvido, que estava com o adolescente, continua foragido. Apesar do menor negar envolvimento, a Polícia Civil é categórica em afirmar que ele está envolvido no crime que chocou Macaíba, e promete elucidar em breve o caso.

O menor, após ser ouvido pela Polícia Civil, através do delegado Normando Feitosa, foi encaminhado para o Ceduc Mossoró, onde diz ter fugido em pena que cumpria por roubo de motocicleta.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Veve disse:

    Vai servir de carvão no fogo do inferno, quando morrer.

Há mais políticos investigados em esquema de fundos de previdência, afirma modelo

 Luciane Hoepers, a “pastinha” mais famosa da quadrilha acusada de lavagem de dinheiro e desvio de recursos de fundos de pensão municipais, nega irregularidades no trabalho que ela e suas colegas faziam e afirma que há mais políticos sendo investigados pela Polícia Federal.

13273617“Existem muitos políticos investigados. Com o tempo, se tiver que ter esclarecimentos, vou fazer, e os envolvidos vão fazer. Não há necessidade de citar agora”, diz a loira de olhos verdes, 33 anos e 1,75 m de altura, em entrevista à Folha.

Luciane não gosta de ser chamada de pastinha, como foram classificadas pela PF as meninas que procuravam prefeitos e gestores de fundos de previdência municipais, levando em pastas propostas de aplicações arriscadas e de rendimento duvidoso.

Ela se define como uma “captadora de clientes”, que oferecia propostas de melhoria da administração dos recursos previdenciários: “Tudo foi feito na legalidade. O trabalho era correto, lícito, de instruir para que eles [prefeitos] tivessem melhor rentabilidade e diversificação nos fundos de previdência”.

O esquema foi desbaratado há duas semanas, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Miqueias. Segundo a PF, o esquema tinha influência no mundo político e era comandado por um doleiro e um policial aposentado.

Se os negócios oferecidos pelas pastinhas fossem fechados, cada uma ganhava uma porcentagem sobre o valor do contrato: “Quando fechava um [negócio] se ganhava uma corretagem sim, admito. De forma idônea”.

Luciane afirma que é credenciada pela CVM (órgão que fiscaliza o mercado financeiro) e formada em administração. Natural de Joinville (SC), ela diz que foi para Brasília reconstruir a vida depois de uma separação traumática do casamento.

Investigadores creem que algumas das mulheres envolvidas no esquema eram prostitutas. Luciane nega: “Qual o problema com uma mulher bonita [trabalhar] no mercado financeiro? Não é por [ser bonita] que precisa dar”.

Segundo ela, a operação da PF foi um “circo”. Luciane ficou presa por cinco dias, três deles no presídio feminino do Distrito Federal: “Foi um trauma. É um canil aquilo”.

Folha

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antônio disse:

    Os políticos ja tem vontade de roubar por natureza, imaginem com uma galega dessa aliciando, eles empenham ate a mãe!!!

Namorada de preso que seria resgatado confessa envolvimento em morte de agente em Parnamirim

A adolescente de 16 anos baleada na ação que resultou na morte de um agente penitenciário de 44 anos, nesta quinta-feira(8) pela manhã, em Parnamirim, foi transferida para o hospital Clóvis Sarinho, em Natal. Segundo a Políciar Militar, a menor confessou participação no crime e afirmou ser namorada do preso Wilson Rodrigues de Medeiros Filho, que seria resgatado.

A menina foi baleada no peito e no braço durante a troca de tiros que resultou na morte do agente Maxuel André Marcelino, de 44 anos. O agente penitenciário, que tinha 11 anos de serviços prestados, chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para o Hospital Regional Deoclécio Marques, mas não resistiu aos ferimentos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ismael disse:

    Não eh coisa de adolescente ou menoridade. Eh sim, coisa de uma juventude desregrada. Nesse sentido se veja o vandalismo dos protestos. Pessoas que dizem ir as ruas contra políticos bandidos, mas não passam de bandidos não políticos.

  2. paulo disse:

    Que PAÍS é esse? adolescente pode matar; pode resgatar presos; pode votar para Presidente da República, mas não pode responder pelos seus atos.

  3. armando disse:

    O dr. Jose Dantas juntamente com a turma dos direitos humanos vão cair de pau em cima do agente que reagil e alvejou essa bandida.

  4. Sergio Nogueira disse:

    Por essas horas o pessoal dos Direitos Humanos deve estar peticionando ao Juiz plantonista pedindo que essa menina seja transferida para o Sírio em SP, de avião, as custas do Estado.

  5. Rafael Maia disse:

    Morre menina, por favor !

Tenente-coronel da PM tem prisão decretada por envolvimento na morte de F.Gomes

O tenente-coronel da Polícia Militar, Marcos Antônio de Jesus Moreira, comandante do 11º Batalhão da Polícia Militar em Macaíba, Grande Natal, teve a prisão preventiva decretada na tarde desta quinta-feira, (3), pelo juiz Luiz Cândido de Andrade Villaça. A acusação é que ele teria participação na morte do jornalista Francisco Gomes de Medeiros, o F.Gomes. Sabendo da decretação, ele se apresentou ao comandante geral da PM, para ficar a disposição da Justiça.

A delegada Sheila Maria Freitas, diretora da Divisão de Investigação e de Combate ao Crime Organizado – DEICOR fez o pedido da prisão e inclusive o indiciou em seu relatório conclusivo sobre a investigação em torno da morte do jornalista.

O advogado de Marcos Moreira manteve contato com o juiz para saber se havia um pedido de prisão, e, se sim, ficasse tranquilo, pois ele iria se apresentar na sede do Comando Geral da Polícia Militar em Natal, para ficar a disposição da Justiça. Diante do que disse o advogado, o mandado foi encaminhado para a DEICOR. Os policiais ficaram aguardando a apresentação do oficial.

Durante a investigação, indagado sobre o dinheiro da venda de um triciclo, para ser pago também com cheques, ele não conseguiu explicar o que fez com o montante. O oficial foi ouvido pela delegada Sheila Freitas durante a investigação.

* Fonte: Blog de Sidney Silva

Judiciário também está presente no CachoeiraGate

Vital do Rego, presidente da CPI mista do Cachoeira, recebeu do procurador-geral, Roberto Gurgel, uma informação destinada a mexer com a já nervosa Brasília das últimas semanas.

Gurgel informou que, na sexta-feira passada, enviou à Justiça um novo inquérito que investiga a jogatina (e, claro, Carlinhos Cachoeira) – não é nem a Operação Monte Carlo e nem a Las Vegas, ressalte-se.

Nele, também por meio de grampos, sairiam chamuscados quatro ministros do STF, onze do STJ e vários deputados

Por Lauro Jardim

Relator propõe que Cachoeira fale à CPI no dia 17 de maio

O deputado federal Odair Cunha (PT-MG), relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que vai apurar o envolvimento de políticos e empresários com o grupo do bicheiro Carlinhos Cachoeira, apresentou nesta quarta-feira (2) o plano de trabalho da investigação.

Pelo cronograma proposto, a comissão poderá ouvir o depoimento do bicheiro Carlos Augusto dos Ramos no dia 17 de maio. A data, porém, ainda não está fechada e pode ser alterada pelos parlamentares da comissão durante a votação do plano de trabalho.

As datas propostas ainda serão analisadas pela comissão. Ao pedir a oitiva, Odair Cunha argumentou que a influência de Carlinhos Cachoeira “se estende por setores do poder público e privado” e que as ações do contraventor configuram “o que se chama de crime organizado”.

Já o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), que responde no Conselho de Ética do Senado por suposta quebra de decoro parlamentar, por envolvimento com Carlinhos Cachoeira, seria ouvido no dia 31 de maio no CPI, segundo cronograma apresentado pelo relator.

Plano de trabalho
Odair Cunha apresentou o cronograma de trabalho da CPI, que terá prazo de 180 dias, tendo previsão de encerramento para o dia 4 de dezembro. “Esta comissão se debruçar-se-á sobre as questões mais relevantes. A primeira etapa será destinada a oitiva das investigações, com o depoimentos dos delegados, depois a vez da defesa, com a presença do senhor Carlos Augusto dos Ramos e demais pessoas citadas. Após vai concluir o relatório”, disse o relator.

Nos dias 22 e 24 de maio, o relator propôs que a CPI ouça supostos integrantes da quadrilha: José Olímpio de Queiroga Neto, Gleyb Ferreira da Cruz, Geovani Pereira da Silva, Wladimir Henrique Garcez, Lenine Araújo de Souza, Idalberto Matias de Araújo, Jairo Martins e outros.

O relator reafirmou que a CPI será baseada nas investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal nas operações Vegas e Monte Carlo, que investigou esquema de jogo ilegal supostamente chefiado por Cachoeira.

De acordo com Odair Cunha, a partir das investigações já feitas, será possível “apurar as extensões das atividades ilícitas da organização e ficar as responsabilidades de agentes públicos e privados”.

Além da data proposta para ouvir Carlinhos Cachoeira, o relator da CPI também propôs que no dia 8 de maio seja ouvido o delegado da Polícia Federal Raul Alexandre Marques Sousa, responsável pela Operação Vegas. As datas destas oitivas também precisam ser aprovadas pelos membros da CPI

Já no dia 10 de maio, o relator propôs que CPI ouvir os depoimentos do delegado Matheus Mella Rodrigues e os procuradores da República Daniel Rezende Salgado e Lea Batista de Oliveira, responsáveis pela investigação da operação Monte Carlo.

Fonte: G1

Gravações revelam que Demóstenes contratou funcionários fantasmas a pedido de Cachoeira

As gravações da PF (Polícia Federal) que fazem parte do inquérito do STF (Supremo Tribunal Federal) contra o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) indicam a contratação de funcionários fantasmas em seu gabinete, a pedido do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

De acordo com relatório, o senador comunicou a Cachoeira que estava exonerando servidores do seu gabinete. Segundo anotações da polícia, a contratação se deu, aparentemente, a pedido de Cachoeira.

Na conversa, que aconteceu no dia 22 de junho de 2009, às 15h32, Demóstenes informa a Cachoeira que precisaria demitir dois funcionários, uma mulher de nome Quênia e um homem não identificado, porque estariam “procurando servidores fantasmas”.

O senador diz que as demissões serão necessárias por causa de uma “caça às bruxas” para checar possíveis irregularidades nos gabinetes.

Ele também explica a Cachoeira que não é uma decisão final, garantindo que “daqui a uns dois, três meses a coisa aquieta e a gente retoma”.

A íntegra do documento foi divulgado na sexta-feira (27) pelo site Brasil 247 e traz parte das gravações feitas pela PF na Operação Monte Carlo, que começou em 2008 e investigou a quadrilha que explorava jogos ilegalmente.

Procurado pela reportagem, o advogado de Demóstenes, Antonio Castro de Almeida Castro, o Kakay, não foi encontrado.

Fonte: R7