MP abre nova investigação para apurar suposto uso de “funcionários fantasmas” e eventual “rachadinha” no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro; senador rebate e fala em “fixação”

Foto: Pedro França/Agência Senado

O Ministério Público do Rio abriu novo procedimento específico para investigar as denúncias de uso de funcionários fantasmas e a eventual prática de “rachadinha” , como é conhecida a devolução de salários, no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio ( Alerj ). O novo procedimento tramita em segredo de justiça e foi instaurado em setembro sem relação com o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras ( Coaf ), que apontou movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio.

A nova investigação tem como foco as denúncias feitas pelo GLOBO sobre os parentes de Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro, que constaram como assessores de Flávio no período em que foi deputado estadual na Alerj. A maioria deles, porém, sempre viveu em Resende, no Sul do estado do Rio. Além disso, Márcia Salgado de Oliveira, tia do atual ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Antonio Francisco de Oliveira, também tornou-se investigada.

Os familiares de Ana Cristina não estavam citados no relatório do Coaf que identificou a movimentação atípica de Queiroz, mas eram alvo do procedimento criminal que apura peculato e lavagem de dinheiro e tramita no Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc). Essa investigação está suspensa por decisão do Supremo Tribunal Federal que avalia a possibilidade de compartilhamento de dados entre órgãos como o Coaf e a Receita com o Ministério Público.

A nova investigação, porém, é cível e investiga os ex-assessores e o senador por improbidade administrativa. Pessoas próximas à família dizem que até o momento nenhum deles foi chamado para depor, mas o GLOBO apurou que ofícios com solicitações dos registros funcionais do grupo foram efetuados à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) nos últimos dias. Procurado o MP, não disse que não poderia se manifestar.

Parentes investigados

Entre os alvos do procedimento estão casos como o de Andrea Siqueira Valle , conhecida por participar de concursos de fisiculturismo, mas que constou como assessora de Flávio de 2008 até o ano passado. Além disso, ela ficou outros 10 anos lotada entre o gabinete de Jair Bolsonaro e de Carlos Bolsonaro. Na Alerj, ela chegou a ter um salário bruto de R$ 7.326,64, além de receber um auxílio educação de R$ 1.193,36. Ela vivia em Guarapari, no Espírito Santo, até maio. Mas não é vista desde então.

Outro caso que chamou atenção foi o do veterinário Francisco Diniz. Ele foi lotado inicialmente aos 21 anos, em fevereiro de 2003. Dois anos depois, em 2005, ele começou a cursar a faculdade de Medicina Veterinária no Centro Universitário de Barra Mansa, cidade a 140 quilômetros do Rio e próxima a Resende. O curso era integral e colegas contaram ao GLOBO que ele frequentou as aulas normalmente até se formar em 2008. Diniz chegou a ganhar um salário bruto de R$ 7.326,64, com direito ainda a auxílio-educação de R$ 1.052,34. Ele só foi exonerado em fevereiro de 2017 – um total de 14 anos. Procurado, não retornou.

Tia do ministro, Márcia Salgado de Oliveira apareceu nos registros da Alerj como funcionária de Flávio de 2003 até fevereiro deste ano. Em 2014, porém, num processo que tramitou no Juizado Especial da Comarca de Mesquita, na Baixada Fluminense, quando acionou uma empresa de telefonia, Márcia apresentou uma procuração escrita de próprio punho, na qual informou que sua ocupação era “do lar”. Além disso, em 16 anos, ela jamais teve crachá emitido pela Alerj, procedimento que a Casa sempre recomendou a todos os seus funcionários.

Procurada por telefone, Márcia disse em um primeiro momento que não trabalhou na Alerj. Após a reportagem citar seu nome completo e perguntar se trabalhou para Flávio, ela disse:

— Não, meu amor, você ligou para a pessoa errada— disse Márcia que, em seguida, desligou e retirou sua foto do WhatsApp. Em todo o período no gabinete, ela recebeu um salário bruto médio real de R$ 7,3 mil.

Além de Márcia, o pai e a mãe do ministro Jorge Oliveira foram assessores de Jair e Eduardo Bolsonaro na Câmara de Deputados. Procurados, nem Márcia, nem o ministro retornaram aos contatos da reportagem.

Nota de Flávio Bolsonaro

Procurado, o senador Flávio Bolsonaro disse, por nota, que “todas as pessoas que foram nomeadas, na época, eram qualificadas para as funções que exerciam. Trabalharam em diferentes áreas, mas sempre em prol do mandato, tanto que as votações enquanto deputado estadual foram crescentes”.

Segundo ele, a “nomeação dessas pessoas ocorreu de forma transparente e de acordo com as regras da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A execução do trabalho delas também ocorreu de acordo com as normas”. A nota informa ainda que “os cargos comissionados da Alerj são de duas naturezas: técnica (com o profissional no gabinete) e de natureza política (com o profissional na base eleitoral). A confecção e o uso de crachá não eram obrigatórios, já que o funcionário pode atuar apenas na base, sem a necessidade de ir para a Alerj”.

O senador diz ainda que há “fixação de O Globo em Flávio Bolsonaro enquanto 26 parlamentares são completamente esquecidos. O jornal ignora valores milionários que chegam até R$ 50 milhões em outros gabinetes, e elege um único para perseguir. Até quando vão ignorar as quantias gigantes movimentadas em outros gabinetes? A única certeza é que ao final de todo o processo ficará comprovado que não houve ilegalidade por parte de Flávio Bolsonaro”.

Investigação original

Desde julho de 2018, Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz são alvos de um procedimento aberto a partir de um relatório do Coaf que detectou uma movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta do ex-chefe da segurança de Flávio.

Em fevereiro deste ano, este procedimento foi desmembrado em dois. Um tramita na esfera criminal e outro na área cível. Na área criminal, os promotores pediram a quebra de sigilo fiscal e financeiro de 95 pessoas e empresas para a 27ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, que autorizou o afastamento do sigilo para a investigação. O andamento deste caso, porém, depende da decisão do STF sobre o compartilhamento de dados uma vez que foi iniciado a partir de um relatório do Coaf.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Dr. Veneno disse:

    Se o MPRN abrir investigação de fantasmas e rachadinhas na ALRN, os familiares daquele órgão serão bem citados. E do TJRN tb.

  2. Cristian disse:

    Bando de retarado, tanto o cachaceiro quanto o laranjal são bandidos, enquanto vocês lutam as guerras deles, eles se refestelam.

  3. Bento disse:

    Falar o que de um cara que tem o cachaça bandido como líder.

  4. Minion alienado disse:

    Tá com medo senador? Cadê todo o discurso moralista sobre ética e combate à corrupção?

    Bolsominions podem relinchar.

    • Luladrão Encantador de Asnos disse:

      Com certeza pra vc Lula é inocente e o PT não praticou a maior corrupção da história mundial. Seu jegue.

    • Waldemir disse:

      Minion alienado
      Voce se enganou quem relincha e petista como você os apoiadorea do MITO BOLSONARO
      RUGENS
      Entendeu o petista encantado ou mamador

STF antecipa julgamento de recurso de Flávio Bolsonaro no ‘caso Coaf’

O STF mudou para dia 20 a análise, em plenário, da legalidade no compartilhamento de dados do Coaf com órgãos de investigação sem prévia autorização judicial.

O julgamento estava marcado para o dia 21.

Foi nessa ação que Flávio Bolsonaro pediu liminar para invalidar os dados de suas movimentações financeiras enviados pelo Coaf ao MP do Rio.

Ao acolher o pedido do senador, Dias Toffoli determinou a suspensão de todos os inquéritos e processos em curso no país iniciados com base em relatórios de inteligência do órgão de controle de atividades financeiras – que depois mudou de nome para UIF e foi transferido para o Banco Central.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcelo disse:

    …… Foi só o senado pautar na CCJ a prisão em segunda estância, que o Supremo ja adiantou a sessão do julgamento do antigo COAF do senador filho do presidente…. A Brasil veio de guerra….. Agora é poder engolindo poder.

Divergência em torno da CPI da Lava Toga: major Olímpio quer que Flávio Bolsonaro saia do PSL

Foto: Sérgio de Castro/Estadão

A divergência no PSL em torno da CPI da Lava Toga fez o líder do partido, Major Olímpio (SP), pedir a saída de Flávio Bolsonaro.

“Nós que representamos a bandeira anticorrupção do Presidente. Eu tentei convencê-la (senadora Juíza Selma, de saída para o Podemos) a ficar e resistir conosco. Quem tem que cair fora do PSL é o Flávio, não ela. Gostaria que ele saísse hoje mesmo”, disse Major Olímpio.

Apesar disso, o senador não deve entrar no Conselho de Ética do PSL contra Flávio, por avaliar que ele não tenha ferido nenhuma regra. “Só trazer muita vergonha a nós”.

Há algumas semanas, o próprio Major Olímpio estava pensando em deixar o partido, depois de divergências com o PSL-SP e algumas decepções com o governo. Foi dissuadido por colegas e disse que decidiu ficar e “resistir”.

Coluna Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Escritor disse:

    O STF de Toffili impediu a continuacao investigacao do MP contra Flavio Bolsonaro, com dados do COAF. Flavio Bolsonaro é contra CPI Lava Toga q vai investigar Toffili do STF. Mera coincidência. Acontece.

  2. João batista disse:

    Tem q sair mesmo, nova política se faz com faxina começando dentro da casa.

  3. Amo os Minions disse:

    Ninguém mexe com o 🍊. Os incomodados que se retirem, está na convenção do PSL.

Flávio Bolsonaro diz que informações da Veja não são verdadeiras e valores informados são falsos e “não chegam perto dos valores reais”

Reprodução: Instagram

Senador Flávio Bolsonaro usou as redes sociais nesta quinta-feira(16) para condenar as informações da Veja em que classifica como não verdadeiras. Ainda fala que valores divulgados são absolutamente falsos e não chegam perto aos valores reais. “Tenho meu passado limpo e jamais cometi qualquer irregularidade em minha vida. Íntegra no Instagram pode ser conferida abaixo.

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

Uma publicação compartilhada por Flávio Bolsonaro (@flaviobolsonaro) em

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucas disse:

    Já disse, se balançar esse laranjal cai até presidente de cima

  2. Thalles disse:

    Sem bandido de estimação, se for comprovado crime na segunda instância, CADEIA. Se ele usar de seu poder e lobby para atrapalhar as investigações, prisão preventiva!

    • Anti-Político de estimação disse:

      Exatamente. Eu não trabalho para sustentar político ladrão, quem quiser que sustente, faça visita, brigue por eles, afinal tem trouxa para tudo .

  3. GLENIO FLORENCIO disse:

    O toque pode até ser de midas ,mas o calcanhar é de aquiles ,ah ladrão.

  4. estrela disse:

    Eles sempre são inocentes até que se prove o contrário!!!

    • Ceará-Mundão disse:

      Na verdade, esse é um princípio de direito aplicável a todos. Por exemplo, Lula, Zé Dirceu e tantos outros petistas já condenados pela justiça brasileira são bandidos, criminosos, literalmente falando. Quanto ao presidente e seus familiares, nada há de concreto contra eles.

  5. Amo os Minions disse:

    Eles sempre são inocentes!!

  6. escritor disse:

    todo mundo sabe que a Veja é uma revista comunista, cujo dono é o filho de Lula.

    • Amo os Minions disse:

      Bando de comunistas hahahaha

    • Manuel Marcelino Filho disse:

      Como assim ? 42 capas dessa revista foi detonando Lula , acho que o amigo não tomou os remédios hoje.

    • Ceará-Mundão disse:

      A grande mídia brasileira, na verdade, está a favor do "status quo" e ressentida pela perda dos recursos federais, abundantes nos governos do PT. A Editora Abril está "quebrada". Quanto às alegadas capas da Veja, apenas retrataram os inegáveis fatos que vieram à tona com a Lava Jato.

    • Ceará-Mundão disse:

      O fanatismo é tão grande que tem "cumpanhero" contando as capas das revistas que lhe são antipáticas. É incrível.

  7. Jl disse:

    Se são falsas as informações, processar a revista, inclusive, requerendo dano moral!

    • Realista disse:

      Veja 100% comunista, nunca bateu em Lula ou Dilma, imparcial total.
      Só que não, né.

Queiroz diz ao MP que gerenciava salários para expandir ‘atuação parlamentar’ de Flávio Bolsonaro sem conhecimento do deputado, no período

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), durante reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) — Foto: Pedro França/Agência Senado

O ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Fabrício Queiroz, disse ao Ministério Público que usava parte da remuneração dos servidores do gabinete do então deputado para contratar “colaboradores informais” e, assim, expandir a sua “atuação parlamentar”. Flávio, hoje senador, e o chefe do gabinete não tinham conhecimento da prática, segundo Queiroz.

O ex-assessor apresentou, pela primeira vez, esclarecimentos, por escrito, ao Ministério Público do Estado do Rio. A informação foi divulgada pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. No documento enviado pela defesa ao MP, a que o G1 também teve acesso, Queiroz negou que tenha se apropriado dos valores.

O G1 mandou uma mensagem para a assessoria de Flávio às 9h11, em seguida, enviou um e-mail e aguarda um posicionamento. O advogado de Queiroz afirmou que “todo o posicionamento foi feito na petição que protocolamos no MP”.

O Ministério Público começou a investigar o ex-assessor quando o nome dele apareceu em um relatório do conselho de controle de atividades financeiras, o Coaf, sobre movimentações atípicas de dinheiro. Fabrício Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão em conta bancária entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.

Na manifestação ao MP, o ex-assessor disse que o valor veio de duas fontes lícitas: salários de outros membros da família e atividades econômicas informais, como compra e venda de veículos e eletrônicos e “todo e qualquer produto que pudesse lhe garantir uma renda extra”.

‘Rachadinhas’

O nome de Queiroz também apareceu em uma investigação do MP sobre as “rachadinhas” na Alerj – a prática de servidores devolverem parte dos salários aos deputados.

O ex-assessor confirmou ao MP que servidores do gabinete de Flávio Bolsonaro devolviam parte do salário e que esse dinheiro era usado para ampliar a rede de colaboradores que atuavam junto à base eleitoral do deputado.

Segundo o documento, Queiroz “entendeu que a melhor maneira de intensificar a atuação política seria a multiplicação dos assessores de base eleitoral, valendo-se, assim, da confiança e da autonomia que possuía para designar vários assistentes de base, a partir do gerenciamento financeiro dos valores que cada um destes recebia mensalmente”.

Ele “reitera de forma absolutamente peremptória que jamais se beneficiou de qualquer recurso público para si ou terceiro, uma vez que sempre buscou preservar a finalidade pública dos recursos oriundos da remuneração de assessores parlamentares que – sempre por ajuste prévio, livre e espontâneo – foram postos sob sua administração, ao idealizar, organizar e gerir rede de colaboradores informais de sua confiança, modicamente remunerados por atividades externas clara e firmemente alinhadas com a atividade-fim parlamentar.”

De acordo com a declaração, isso significa que, “com a remuneração de apenas um assessor parlamentar”, Queiroz “conseguia designar alguns outros assessores para exercer a mesma função, expandindo, dessa forma, a atuação parlamentar do deputado”.

O ex-assessor não deu detalhes sobre como ocorriam essas contratações e quantas pessoas teriam sido chamadas para trabalhar para Flávio.

Queiroz diz ainda que acredita que agiu de forma lícita e que seus superiores não tinham conhecimento dessa prática.

Ele afirma que “buscava a concordância prévia das pessoas que indicava para as funções quanto à desconcentração de parte de sua remuneração para os fins já descritos” e que “o emprego dos recursos se revestia de evidente finalidade pública”, pois “multiplicar e refinar os meios de escuta da população por um parlamentar consiste em claríssimo reforço de aspecto central da atividade-fim parlamentar”.

A declaração ainda afirma que Queiroz “nunca reputou necessário expor a arquitetura interna do mecanismo que criou ao próprio deputado e ao chefe de gabinete, ou seja, seus superiores não tinham qualquer conhecimento acerca dessa atuação”.

Histórico

O documento aponta que Queiroz conheceu Flávio Bolsonaro nos anos 1980. Em 2007, ele foi convidado pelo parlamentar para ser assessor em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

“O então deputado sempre teve grande apoio em setores da segurança pública e forças armadas. Para atender a esta base eleitoral, foi confiada a relação superior e institucional ao chefe de gabinete parlamentar. (…) De outro lado, porém, ainda se fazia necessário ter alguém na organização e com trânsito na base de tais instituições. É neste contexto que se apresenta o peticionante [Queiroz], que fora paraquedista do Exército Brasileiro e era sargento da Polícia Militar.”

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. nasto disse:

    Ou bando de MENTIROSO. estão iguais ao outro . Não sabia de nada. Todos iguais.

  2. realmadriddepiumgenerico disse:

    A ordem é mata no peito que a gente segura tua barra. Ele matou. Vão segurar a barra dele? a ver pelo desaparecimento sem ser incomodado por tanto tempo, ninguém mexe com o Queiroz. O desmorolizado, não conseguiu segurar uma indicação sua, imagine prender o Queiroz.

  3. Ceará-Mundão disse:

    Todos são inocentes até que se prove o contrário. Não importa o que nós "achamos", tem que provar que a coisa existiu e que foi ilegal. E tem mais, o que o Presidente tem a ver com isso?

  4. escritor disse:

    ah tá.

  5. Amo os Minions disse:

    Quer dizer que ele fazia tudo isso sem o Flavinho saber? Incrível.

    • joao disse:

      Ta muito parecido com lula/PT que nao sabia de nada.. e que a culpa era da mulher falecida, que devia saber de tudo.

Flávio Bolsonaro: Isto É faz “ilação irresponsável” ao vinculá-lo à milícia; senador rebate revista

Foto: Sergio Moraes / Reuters

Em nota divulgada nesta sexta-feira, dia 22, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) “repudia” reportagem deste final de semana da revista IstoÉ que afirma que cheques de campanha do senador foram assinados por Valdeci de Oliveira Meliga, irmã dos milicianos Alan e Alex Rodrigues Oliveira, presos em operação conduzida pela polícia e o Ministério Público do Rio de Janeiro.

Em nota assinada por sua assessoria de imprensa, Flávio acusa a revista de “fazer uma ilação irresponsável” ao vinculá-lo com “candidaturas irregulares e a milícia carioca”, em uma tentativa de “denegrir” sua imagem.

A reportagem obteve dois cheques de Flávio assinados por Valdeci: um de R$ 3,5 mil e outro no valor de R$ 5 mil. Dona de uma empresa de eventos, a Me Liga Produções e Eventos, Val era uma das pessoas a quem o filho do presidente, Jair Bolsonaro, deu procuração, conforme documento enviado à Justiça Eleitoral, para cumprir a tarefa.

Em nota, Flávio afirma que Val Meliga é tesoureira geral do PSL e tinha “como determinação legal a obrigação de assinar cheques do partido”, mas “jamais em nome do atual senador”. Além disso, o senador diz que “os supostos milicianos apontados pela revista são policiais militares”.

A reportagem da IstoÉ também afirma que um dos cheques assinados por Val, no valor de R$ 5 mil, foi destinado à empresa Alê Soluções e Eventos Ltda, de propriedade de Alessandra Cristina Ferreira de Oliveira – que era funcionária do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Estado (Alerj) e exerceu na campanha eleitoral a função de primeira tesoureira do PSL.

Flávio rebate a revista e afirma que “não houve qualquer direcionamento ao PSL-RJ relacionado à escolha dos profissionais de assessoria contábil e jurídica”. E acrescenta que todas as “prestações de contas foram aprovadas, ratificando a legalidade e lisura durante o processo eleitoral”.

Terra, com Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Homemagiou na Câmara dos deputados do Rio uns 10 policiais milicianos bandidos. Só isso. Como falaram, falaram tanto dos filhos de Lula q os filhos do Lula são fichinhas na frente dessa familia- facção criminosa.

  2. […] Flávio Bolsonaro: Isto É faz “ilação irresponsável” ao vinculá-lo à milícia; senador reb… […]

  3. Tico de Adauto disse:

    Miliciano esse elemento.

  4. Jorgensen disse:

    Quase um Mahatma Gandhi

  5. Marcos disse:

    Tudo o que falavam do filho de lula está ocorrendo com os do BOZO.

  6. Lorena Galvão disse:

    Inocente esse rapaz.

    • Lula livre disse:

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Os novos rolos que envolvem nome de Flávio Bolsonaro

Quando foi desencadeada a operação “Quarto Elemento”, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Ministério Público do Rio de Janeiro, já era sabido que dois dos milicianos presos, os gêmeos Alan e Alex Rodrigues Oliveira, eram irmãos de Valdenice de Oliveira Meliga, e que ela era lotada no gabinete do então deputado estadual e hoje senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). O que não se sabia — e ISTOÉ revela nesta reportagem – é que Valdenice, a Val Meliga, era tão merecedora da confiança de Flávio que ele entregou a ela a responsabilidade pelas contas da sua campanha ao Senado. Val Meliga, irmã dos milicianos, assinou cheques de despesas da campanha em nome de Flávio. ISTOÉ obteve dois cheques: um de R$ 3,5 mil e outro no valor de R$ 5 mil. Dona de uma empresa de eventos, a Me Liga Produções e Eventos, Val era uma das pessoas a quem ele deu procuração, conforme documento enviado à Justiça Eleitoral, para cumprir a tarefa. Mas não só. Aos poucos, Val Meliga revela-se uma personagem que pode ser tornar “nitroglicerina pura” para Flávio Bolsonaro. Ela é uma das pontas de um intrincado novelo que une as duas maiores fragilidades que hoje fustigam o filho do presidente da República e seu partido, o PSL: além do envolvimento com as milícias do Rio de Janeiro, o uso de supostos laranjas e expedientes na campanha para fazer retornar ao partido dinheiro do fundo partidário.

Explica-se: um dos cheques assinados por Val, no valor de R$ 5 mil, é destinado à empresa Alê Soluções e Eventos Ltda, que pertence a Alessandra Cristina Ferreira de Oliveira. O pagamento é referente ao serviço de contabilidade das contas de Flávio Bolsonaro. Ocorre, porém, que Alessandra era também funcionária do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa, com um salário de R$ 5,1 mil. Estava vinculada ao escritório da liderança do PSL na Alerj, exercida por Flávio. E, na época da campanha, exercia a função de primeira tesoureira do PSL. Mais do que isso, sua empresa não foi contratada para fazer somente a contabilidade de Flávio Bolsonaro. Ela, a primeira-tesoureira do PSL, ou seja, a pessoa a quem cabia destinar os recursos, fez, por meio de sua empresa, a contabilidade de 42 campanhas eleitorais do PSL do Rio. Ou seja: cerca de um a cada cinco postulantes a um cargo político pelo PSL do Rio deixou sua contabilidade aos serviços da Alê, empresa de Alessandra, tesoureira do partido. Assim, a responsável por entregar e distribuir os recursos do partido tinha parte do recurso de volta para as contas de uma empresa de sua responsabilidade.

Para atrair os candidatos, Alessandra ofereceu um pacote mais barato do que o que eles encontrariam no mercado. Normalmente, uma empresa de contabilidade cobra R$ 4 mil pela administração das contas de uma campanha. Ela cobrou dos candidatos menores R$ 750. Para os candidatos com chances médias, R$ 3 mil. Para as candidaturas mais fortes, como a do próprio Flávio, R$ 5 mil. Ganhou no atacado, não no varejo. Ao todo, sua empresa recebeu das campanhas R$ 55 mil.

O “combo”

Em mais uma ponta do novelo de recursos que vão e voltam para pessoas do próprio PSL, Alessandra atuou em conjunto com o escritório Jorge L.A. Domingues Sociedade Individual de Advocacia, que tem como um dos sócios o advogado Gustavo Botto. Na prestação de contas à Justiça Eleitoral, Gustavo Botto também aparece como um dos administradores das contas de Flávio Bolsonaro. No combo que coloca Alessandra como contadora e Botto como advogados, estiveram 36 campanhas do PSL. Seus serviços também variaram entre R$ 750 e R$ 5 mil. No total, renderam ao escritório R$ 38 mil.

De todas as aspirantes a cargos eletivos que contrataram Alessandra, mais de 95% conquistaram menos de dois mil votos. Candidatas do PSL ouvidas por ISTOÉ relatam que, ao final, praticamente os únicos gastos que efetivamente fizeram na sua campanha foram com a empresa de Alessandra e o escritório de Botto. Foi o caso de Karen Valladares, que obteve 2,5 mil votos no Rio e recebeu do PSL R$ 2,8 mil para a campanha. Ela pagou às duas empresas e com o que sobrou contratou duas pessoas para cuidar das suas redes sociais. “Foi praticamente uma troca. O valor que a gente recebeu, praticamente teve que devolver. Nem deu para fazer campanha”, diz ela. “Eu não tinha experiência nenhuma, com campanha. Então, para não ficar andando de um lado para o outro, resolvi logo essa questão da contabilidade no partido”, conta outra candidata, Ana Thaumaturgo, que teve 771 votos. Uma candidata, Heliana Souza, recebeu os mesmos R$ 2,8 mil do PSL. Pagou R$ 750 a Alessandra e R$ 750 ao advogado. O restante, ela devolveu para os cofres do Fundo Especial de Financiamento Eleitoral. Ou seja, Alessandra e Botto fizeram a contabilidade e a defesa de uma campanha que, na prática, não gastou mais um centavo sequer e que, portanto, não existiu.

Endereço fantasma

Há outros aspectos estranhos que envolvem a empresa de contabilidade de Alessandra. A Alê Soluções foi constituída em maio de 2007. E, no começo, era somente uma empresa de eventos, como a de Val Meliga. Segundo, porém, o registro junto à Receita Federal, existem dez atividades econômicas secundárias mais tarde incorporadas à empresa. O mais próximo de contabilidade que aparece são “Serviços combinados de escritório e apoio administrativo”. A empresa tem capital social de R$ 60 mil. Para a Receita Federal, a Alê Soluções está localizada na Estrada dos Bandeirantes 11216, na Vargem Pequena. Talvez seja só coincidência, mas a Vargem Pequena, em Jacarepaguá, é uma das áreas cariocas dominadas pelas milícias. Para o Tribunal Regional Eleitoral, no entanto, o endereço anotado é Avenida das Américas número 18000 sala 220 D, no Recreio dos Bandeirantes. Esse é simplesmente o endereço da sede do PSL do Rio.

Situação semelhante acontece com o escritório Jorge L.A. Domingues Sociedade Individual de Advocacia. Para a receita, o endereço informado é uma casa em Vila Valqueire. Para a Justiça Eleitoral, foi novamente a sede do PSL do Rio. Por curiosidade, todos os endereços mencionados ficam em Jacarepaguá. Onde também mora o ex-motorista Fabrício Queiroz, o desaparecido primeiro suposto laranja ligado a Flávio Bolsonaro. E onde atuam as milícias.

ISTOÉ apurou que, durante a campanha, a Alê só trabalhou na contabilidade dos candidatos. Entre maio de 2007 e agosto do ano passado, a empresa emitiu 183 notas fiscais eletrônicas, conforme os registros do número das notas concedido ao TRE. Uma média de 16 notas por ano. Somente durante a eleição foram 46 notas em 4 meses. Notas sequenciais, o que indica o serviço exclusivo para as campanhas. Apenas no dia do primeiro turno da eleição, 7 de outubro, foram emitidas 18 notas fiscais entre as 21h31 e as 22h43. Uma média de uma nota fiscal a cada 4 minutos. Houve caso de notas fiscais emitidas em um tempo inferior a 2 minutos entre uma e outra.

Procurada, Alessandra Oliveira disse não enxergar conflito ético no fato de ser ao mesmo tempo tesoureira do partido, funcionária de Flávio Bolsonaro e ter contratado sua empresa para fazer a contabilidade das campanhas. Segundo seu raciocínio, o recurso do Fundo Partidário não é do PSL Estadual do Rio de Janeiro, mas do PSL Nacional. Ela afirma ter fundado a empresa junto com seu ex-marido. Depois que se separou dele, mudou o nome. Segundo ela, inicialmente a empresa funcionava na casa dele. Na campanha, mudou-se para uma sala no mesmo prédio onde funciona o PSL. Há, aí, uma contradição, porque o endereço declarado é o do PSL, inclusive a sala. E Gustavo Botto afirma que trabalhava de fato na sede do partido para, segundo ele, “facilitar a administração e resposta de eventuais comunicações processuais”. Em resposta à ISTOÉ, Botto acrescentou que não houve conflito ético na atuação dos advogados pelo “simples fato de que não há oposição de interesses entre partido e candidatos. Ainda que porventura existisse uma divergência entre uma candidata e o partido, tal atuação não se encontraria no escopo da assessoria jurídica prestadas às candidatas, pois cuida-se somente de questões relativas à campanha eleitoral”. Botto também esclarece que o trabalho de advocacia ocorreu em parceria com outros três advogados e, para isso, foi utilizada a empresa Jorge L.A.Domingues Sociedade Individual de Advocacia. A assessoria de Flávio Bolsonaro não se manifestou.

Quando o Congresso aprovou, em 2015, a extinção do financiamento privado de campanhas eleitorais, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, previu: “O Brasil vai ganhar a Copa do Mundo das Laranjas”. Os casos que vão se revelando sobre o PSL parecem demonstrar que, nesse caso, o ministro infelizmente parece ter razão.

Isto É

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim disse:

    Trocamos seis por meia dúzia.

  2. Marcos disse:

    O que ele é? Completem a palavra mágica: C O R R U P …. ….

  3. realmadriddepiumgenerico disse:

    Esperando publicarem um bilhete do filho, da mulher, sobrinho, irmãos ou netos do Lula pedindo um centavo? não tem, mas todos dizem que são ladrões e milionários, sem apresentar uma prova. Já na famíglia B171, temos cheque para a milcheque, para o B171.1, temos milicianos, temos depósitos em contas. Isso são provas.

  4. PTfalido disse:

    Votei em Bolsonaro. Lula é ladrão. Os filhos de Lula enriqueceram ilicitamente. Agora, está parecendo que esse Flavio Bolsonaro é um tremendo de um bandido. Não adianta clamar por justiça pelos crimes de Lula e familia somente para esconder os Bolsonaros.

  5. Tomaz disse:

    E O FILHO DO LULA???

    • João disse:

      Muda o discurso, Lula está preso, esse é o filho de uma família que NÃO é corrupta. Você tem bandido de estimação.

    • DIOGENES disse:

      ACIMA TEMOS UM EXEMPLO DE BOLSOMINION PURO SANGUE

Investigação sobre Flávio Bolsonaro muda de mãos

Foto: Jorge William | Agência O Globo

A investigação criminal sobre Flávio Bolsonaro mudou de mãos no MP/RJ.

Estava sob o comando de Eduardo Gussem, o procurador-geral de Justiça, mas por causa da posse do “01” na sexta-feira, o chamado “procedimento de investigação criminal” está sendo encaminhado a uma promotoria de investigação penal, com promotores de Justiça que trabalham perante a uma central de inquéritos.

Lauro Jardim – O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim disse:

    Uma vergonha. Faz tempo q querem afastar o promotor Gussem do caso.

  2. João disse:

    Pizza de Laranja?
    É um bom sabor.

    • Tonho disse:

      Alguns que sempre alegam a presunção de inocência, teimam em não aceitar essa tese, quando o acusado não faz parte da quadrilha de luladrão. Hipocrisia exacerbada! Kkkkkk

    • Andrade disse:

      Tonho, ô babaca, LULA TÁ PRESO! Ideia fixa é essa.

Flávio Bolsonaro faz biometria no Senado e diz que não tem mais nada para falar sobre Coaf

Reprodução: TV Globo

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou nesta quarta-feira (30) que não tem mais nada a dizer sobre os relatórios do Conselho de Controle de Atividade Financeiras (Coaf) que apontaram movimentações bancárias suspeitas nas contas dele e de seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

Ele foi ao Senado no início da tarde para fazer registro biométrico, procedimento de praxe no início do mandato. Flávio foi questionado por jornalistas quando iria ao Ministério Público do Rio de Janeiro para dar esclarecimentos sobre as movimentações apontadas como suspeitas. Ele era aguardado no dia 10 de janeiro, mas não compareceu.

“Eu já falei o que tinha para falar, não tem novidade nenhuma”, afirmou o senador.

O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro abriu procedimento investigatório criminal para apurar o caso, mas a investigação foi suspensa temporariamente por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 17 de janeiro. Quem pediu a suspensão das investigações foi Flávio Bolsonaro.

Enquanto andava no Senado, acompanhado pelos jornalistas, o senador disse ainda que é vítima de perseguição.

“Tem que esperar o Supremo se pronunciar. Está todo mundo vendo que eu sou vítima de perseguição”, afirmou.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fagner disse:

    E quem tem? A grana rolou na conta do cara e ele vem com esse papo?

Em tom de humor sobre enxurrada de notícias contra Flávio Bolsonaro, polêmico digital influencer e maquiador Agustin Fernandez anuncia que está “esperando um bebê” do senador eleito

 

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Bom dia, domingo contarei tudo no Fantástico. O sexo ainda não sabemos, a Damares que está organizando o chá revelação 😂

Uma publicação compartilhada por Agustin Fernandez (@agustinofficial) em

O maquiador e digital influencer Agustin Fernandez, que possui mais de 2,6 milhões de seguidores no Instagram, resolveu levar para o humor as sucessivas manchetes de parte da imprensa sobre eventuais suspeitas e responsabilidades contra o senador eleito Flávio Bolsonaro.

O admirador declarado do presidente Jair Bolsonaro, anunciou na rede social que está “grávido” do filho do capitão. “Eu não queria comentar, mas estou esperando um bebê de Flávio Bolsonaro”, emendando, em tom de brincadeira, que contará todos os detalhes no domingo, no Fantástico.

O post já tem milhares de curtidas e compartilhamentos nas diversas redes sociais.

Agustin Fernandez, gay assumido, tem sido alvo de ataques, inclusive, da comunidade LGBT, por apoiar o presidente Jair Bolsonaro.

O maquiador também é conhecido pelas críticas aos artistas globais em campanhas ou manifestações contra o presidente da república.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fábio disse:

    Uau! Esperar um bebê do Flávio Bolsonaro já é demais. Mas ter um rala e rola com o filho mais bonito do presidente… Quem dera! Flávio Bolsonaro é gato demais!

  2. Fagner disse:

    Um lixo!

  3. Daniel disse:

    Todos esses ataques e denúncias contra membros da família do presidente já eram esperados… Não sei pra que tanto 'espanto' kkkkk … Afinal, depois de 13 anos surrupiando os cofres públicos, perder a bocada faz qualquer político e dono de emissora de TV que lucram rios de dinheiro do governo federal ficarem em estado de pleno estado de loucura… Parabéns o rapaz pela coragem de avacalhar ainda mais esta palhaçada…

  4. Francisco disse:

    Ele está com o dedo que falta só luladrão, e diz que só entrega se ele entregar onde está a conta amigos

  5. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    O mundo ta perdido um cara deste ser seguido por 2 milhoes somentw no Brasil.NINGUEM esta acusando esta rwlatando fatos ocorridos com que envolve o Senador mais votado mo Brasil e filho dw um Presidente mao da para colocar debaixo do tapete

  6. Érico Lucas disse:

    Hum, deve tá levando um $ para tentar achincalhar algo tão sério q são essas denuncias que envolvem até morte e milícias.

    • Tico disse:

      Qual? O caso de Celso Daniel e Toninho do pt? Porque o pt não cobra investigações sobre esses 2 casos? Será se luladrão ou Dirceu e os blogs petralhas podem exigir que desvendem esses crimes brutais? A não ser que tenham culpa no cartório. Hehehe

Homenagens de Flávio Bolsonaro a militares suspeitos de integrar milícia ocorreram entre 2003 e 2005: “sempre atuei na defesa de agentes de segurança pública e já concedi centenas de outras. Aqueles que cometem erros devem responder por seus atos”

O senador eleito Flávio Bolsonaro, no fim da manhã desta terça-feira(22), em nota à imprensa, rebateu os questionamentos de homenagens prestadas a militares, em que em três das oportunidades estão suspeitos de envolvimento em milícia.

“Quanto a homenagens prestadas a militares, sempre atuei na defesa de agentes de segurança pública e já concedi centenas de outras homenagens. Aqueles que cometem erros devem responder por seus atos.”

As homenagens destacadas na imprensa ocorreram nos anos de 2003,2004 e 2005. O trecho de matéria de O Globo, “Homenagens na Alerj “, de fato, comprovam:

Em outubro de 2003, Flávio apresentou uma moção de louvor ao PM. Na homenagem, afirmou que Adriano atuava com “brilhantismo e galhardia”. Segundo a homenagem, o ex-PM prestava “serviços à sociedade desempenhando com absoluta presteza e excepcional comportamento nas suas atividades”. Ainda elogiou Adriano, àquela altura 1º tenente e comandante da guarnição de Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) do 16º BPM (Olaria): “Imbuído de espírito comunitário, o que sempre pautou sua vida profissional, atua no cumprimento do seu dever de policial militar no atendimento ao cidadão”, disse Flávio Bolsonaro.

Em julho de 2005, Flávio concedeu uma nova homenagem ao policial. Desta vez concedeu a ele a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria do parlamento fluminense. O então deputado estadual destacou o currículo de Adriano, citando diversos cursos que ele realizou na Polícia Militar, assim como sua participação em uma operação no Morro da Coroa, em 2001, que resultou na prisão de 12 suspeitos e na apreensão de quatro fuzis e outras três armas de fogo, uma granada e grande quantidade de munições.

Veja mais: Em nota à imprensa, Flávio Bolsonaro fala em “mais uma ilação irresponsável”, e diz: “não posso ser responsabilizado por atos que desconheço”, sobre seu gabinete ter empregado mãe de foragido

Também alvo de um mandado de prisão nesta terça-feira, o major Ronald Paulo Alves Pereira, apontado como integrante do Escritório do Crime, também mereceu uma moção de louvor de Flávio Bolsonaro em março de 2004. Na justificativa da homenagem, o deputado estadual citou a participação de Ronald em uma operação no Complexo da Maré, que terminou com um saldo de três mortos, além da apreensão de dois fuzis e uma granada.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim disse:

    Sei não, mas percebo q desta vez se chegará aos mandantes das mortes de Marielle e Anderson.

  2. Waldemir disse:

    Em 2003 a 2005 quantas comendas o Lula ganhou nessa época kkkk chora petista o Lula tá preso babaca kkk

  3. Véio de Rui disse:

    Quantas homenagens, quantas placas recebeu o senhor João de Deus e taí o que ele fazia, nem por isso os autores das homenagens devem ser condenados juntos com ele, essa é minha opinião.

Em nota à imprensa, Flávio Bolsonaro fala em “mais uma ilação irresponsável”, e diz: “não posso ser responsabilizado por atos que desconheço”, sobre seu gabinete ter empregado mãe de foragido

Flávio Bolsonaro divulgou nas redes sociais uma “nota à imprensa”:

“Continuo a ser vítima de uma campanha difamatória com objetivo de atingir o governo de Jair Bolsonaro.

A funcionária que aparece no relatório do Coaf foi contratada por indicação do ex-assessor Fabrício Queiroz, que era quem supervisionava seu trabalho. Não posso ser responsabilizado por atos que desconheço, só agora revelados com informações desse órgão.

Tenho sido enfático para que tudo seja apurado e os responsáveis sejam julgados na forma da lei.

Quanto ao parentesco constatado da funcionária, que é mãe de um foragido, já condenado pela Justiça, reafirmo que é mais uma ilação irresponsável daqueles que pretendem me difamar.

Quanto a homenagens prestadas a militares, sempre atuei na defesa de agentes de segurança pública e já concedi centenas de outras homenagens.

Aqueles que cometem erros devem responder por seus atos.”

Veja nota como foi publicada em sua rede social:

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria disse:

    Deixa de lero… Enganador de trouxas.

  2. Fagner disse:

    Desconhece? Trabalhava no gabinete do cara e ele fala q desconhece?

  3. Ceará-Mundão disse:

    A explicação do FB já disse tudo. Mas, é claro que os esquerdopatas não irão se conformar e continuarão com sua sórdida e irresponsável campanha de tentar prejudicar o novo governo, recorrendo a suas eternas armas: mentiras, ilações fantasiosas, desonestidade intelectual. Essa cambada não tem jeito e teremos que suportar essa canalhice por todo o governo Bolsonaro. Pior pros esquerdopatas. Bolsonaro fará um excelente governo, o nosso Brasil voltará ao caminho da ordem e do progresso e o nosso povo saberá distinguir facilmente quem são os patriotas e quem são aqueles que só pensam nos seus próprios interesses, mesmo que às custas de toda uma nação. Prá frente Brasil.

    • Fortal-Ce disse:

      É interessante sua cegueira. Quando Lula foi acusado ele disse a mesma coisa que o filho do Presidente Jair tá falando agora, Que não sabia de nada. Fique com seu malvado favorito.

    • Amo os Minions disse:

      É fácil falar nas redes sociais e dar entrevista para os amigos, encarar a opinião pública é mais complexo. Enfim, vivemos um governo virtual cheio do monólogos.

Gabinete de Flávio Bolsonaro empregou até novembro do ano passado a mãe e a mulher de homem-forte do Escritório do Crime

O gabinete do senador eleito e ex-deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) empregou até novembro do ano passado a mãe e a mulher do capitão Adriano Magalhães da Nóbrega , tido pelo Ministério Público do Rio como o homem-forte do Escritório do Crime , organização suspeita do assassinato de Marielle Franco. O policial, alvo de um mandado de prisão nesta terça-feira , é acusado há mais de uma década por envolvimento em homicídios. Adriano e outro integrante da quadrilha foram homenageados por Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Adriano é amigo de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro e investigado sob suspeita de recolher parte dos salários de funcionários do político. Teria sido Queiroz – amigo também do presidente Jair Bolsonaro desde os anos 1980 – o responsável pelas indicações dos familiares de Adriano.

A mãe de Adriano, Raimunda Veras Magalhães, e a mulher, Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, ocuparam cargos no gabinete de Flávio Bolsonaro. Elas tinham o cargo CCDAL-5, com salários de R$ 6.490,35. Segundo o Diário Oficial do Estado, ambas foram exoneradas a pedido no dia 13 de novembro de 2018. O GLOBO revelou a existência do Escritório do Crime em agosto do ano passado.

Ex-integrante do Bope, Adriano se formou no curso de operações especiais da PM em 2000. Ele foi preso na operação “Dedo de Deus”, de 2011, desencadeada para combater o jogo do bicho no Rio. À época, era capitão da PM.

Raimunda é uma das servidoras do gabinete que fizeram repasses para a conta do ex-assessor Fabrício Queiroz, investigado pelo Ministério Público do Rio. A ex-assessora, de 68 anos, repassou R$ 4,6 mil para a conta do policial militar. Ela ocupou cargos na Assembleia ao menos desde 2 de março de 2015, quando foi nomeada como assessora da liderança do PP – então partido de Flávio Bolsonaro. A mãe de Adriano permaneceu no cargo até 31 de março de 2016, pouco depois do senador eleito deixar o PP e se filiar ao PSC. No dia 29 de junho do mesmo ano, voltou a trabalhar na Alerj, dessa vez no gabinete de Flávio. Já Danielle aparece como servidora da Alerj ao menos desde novembro de 2010.

O relatório do Coaf aponta mais uma possível ligação entre Queiroz e Adriano. Segundo dados da Receita Federal, Raimunda é sócia de um restaurante localizado na Rua Aristides Lobo, no Rio Comprido. O estabelecimento fica em frente à agência 5663 do Banco Itaú, na qual foi registrada a maior parte dos depósitos em dinheiro vivo feitos na conta de Fabrício Queiroz. Na agência foram realizados 17 depósitos não identificados, em dinheiro vivo, que somam R$ 91.796 – 42% de todo o valor depositado em espécie nas transações discriminadas pelo Coaf, segundo um cruzamento de dados feito pelo GLOBO.

Nessa agência foram registradas transações com valores repetidos mensalmente – um indício de lavagem de dinheiro, segundo um integrante do Ministério Público Federal. Em setembro, novembro e dezembro foram feitos depósitos em espécie no valor de R$ 4.246. Já em outros seis meses foram feitas transferências entre R$ 4.200 e R$ 4.600.

Adriano também aparece ligado a outro restaurante na mesma rua. O elo entre os dois estabelecimentos é uma sócia em comum. O GLOBO esteve no restaurante, registrado em nome de Raimunda, em dezembro. A sócia da ex-servidora da Alerj estava no local, mas Raimunda não estava presente. Segundo funcionários, a outra sócia do restaurante “estava viajando”. Um deles, ao ser questiono, negou que uma das donas se chamasse Raimunda.

– É Vera – limitou-se a dizer.

Homenagens na Alerj

Além de empregar as familiares de Adriano, Flávio Bolsonaro por duas vezes homenageou o atual chefe do Escritório do Crime.

Em outubro de 2003, Flávio apresentou uma moção de louvor ao PM. Na homenagem, afirmou que Adriano atuava com “brilhantismo e galhardia”. Segundo a homenagem, o ex-PM prestava “serviços à sociedade desempenhando com absoluta presteza e excepcional comportamento nas suas atividades”. Ainda elogiou Adriano, àquela altura 1º tenente e comandante da guarnição de Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) do 16º BPM (Olaria): “Imbuído de espírito comunitário, o que sempre pautou sua vida profissional, atua no cumprimento do seu dever de policial militar no atendimento ao cidadão”, disse Flávio Bolsonaro.

Em julho de 2005, Flávio concedeu uma nova homenagem ao policial. Desta vez concedeu a ele a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria do parlamento fluminense. O então deputado estadual destacou o currículo de Adriano, citando diversos cursos que ele realizou na Polícia Militar, assim como sua participação em uma operação no Morro da Coroa, em 2001, que resultou na prisão de 12 suspeitos e na apreensão de quatro fuzis e outras três armas de fogo, uma granada e grande quantidade de munições.

Também alvo de um mandado de prisão nesta terça-feira, o major Ronald Paulo Alves Pereira, apontado como integrante do Escritório do Crime, também mereceu uma moção de louvor de Flávio Bolsonaro em março de 2004. Na justificativa da homenagem, o deputado estadual citou a participação de Ronald em uma operação no Complexo da Maré, que terminou com um saldo de três mortos, além da apreensão de dois fuzis e uma granada.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Medeiros disse:

    Não sei por que não fico surpreso

  2. Ivan disse:

    Primeiro o cara é "tido pelo MP do RJ" como o "homem-forte", em seguida, o Globo já o sentencia "Chefe" do Escritório do Crime!!! Meio apelativa essa reportagem…Hoje na Globo, o assassino CONFESSO de um professor de Educação Física foi chamado de "SUSPEITO" pela reportagem da Intertv Cabugi…Revoltante como a imprensa tenta manipular a opinião pública. Não fosse as redes sociais…

  3. Ceará-Mundão disse:

    Quanta demência desses esquerdopatas. As homenagens foram feitas em 2003 e 2004 e os seus motivos foram ditos até mesmo nesse artigo nojento e tendencioso. E estamos em 2019. Por outra, o que tem a ver o fato de parentes do fulano trabalharem no gabinete do deputado? Isso é prova de que o deputado é bandido, que faz parte de quadrilha. E, mais ainda, qual a relação que tudo isso poderia ter com o novo governo do Brasil? Eu nem estou acreditando em certas baboseiras e insanidades que ando lendo por aqui. Perdeu-se totalmente o bom senso e a noção de decência e honestidade intelectual. O fanatismo e o ódio que essa cambada esquerdopata nutre pelo Bolsonaro já passou dos limites faz tempo. Mas o Brasil está no caminho certo. Isso é o que importa.

    • Jairlan disse:

      Excelente comentário Ceará-mundão, parabéns!

    • Marcos Antônio disse:

      Um governo cheio de ministros investigados, uma pessoa sem expressão política em 30 anos, o filho envolvido até o pescoço sem nenhuma explicação coerente… realmente essa esquerda é perseguidora.
      Colega, acompanhe melhor o seu mito e deixe a paixão de lado. Ahhhh, não tenho partido, nem lado… sou um cidadão e quero um país melhor e mais justo. Chega de político de estimação!

  4. Raul disse:

    Eu também sou desse tempo, Greg. Depois de tudo que estamos vendo, cada um que defenda o corrupto de estimação que quiser, mas não pode mais argumentar que esse ou aquele é diferente dos outros. Para o Brasil ter jeito, só sendo redescoberto. Desta vez, pelos neozelandeses.

  5. Greg disse:

    Eu sou do tempo em que todo mundo achava político corrupto sem isentar nenhum…agora existe fã clube de corrupto de estimação…estamos em retrocesso que agora questionamos a impressa que investiga e não os políticos.

  6. Carlúcio disse:

    A clã está toda enrolada com as milícias do Rio de Janeiro, o próprio Queiroz foi se esconder em uma área controlada por ela. O pau que dá em Chico tem que ser o mesmo que bate em Francisco.

  7. Rico disse:

    Podia relacionar pessoas de bem nesses gabinetes de assembléia legislativa do país. Por que mau caráter é só o que tem. Mas querem destruir só o bolsonaro. Canalhisse!

  8. Mozart Silva disse:

    A globo em trabalho constante e contínuo de desconstrução da família Bolsonaro.
    Como Flávio provou a movimentação financeira, agora partem para suposições das suposições.
    Interessante que a mesma globo até hoje NÃO FOI ATRÁS DOS FINANCIADORES DOS ADVOGADOS DO ASSASSINO QUE TENTOU TIRAR A VIDA DE BOLSONARO.
    A mesma globo NÃO FOI ATRÁS de saber como dona Marise deixou, oficialmente, uma herança de R$ 70 MILHÕES para os filhos, sem nunca ter exercido atividade produtiva.
    A mesma globo DISTORCEU O FATO no caso da nomeação de Priscila Gaspar Oliveira quando omitiu que ela é a primeira "deficiente auditiva" a assumir um cargo, que ela É FORMADA em letras e libras pela UFSC e PROFESSORA DA PUC-SP. Jogou a notícia distorcida que a primeira dama estava empregando uma amiga. Sequer falou da valorização na inclusão social de pessoa com deficiência.
    Enfim, estão tentando TIRAR FLÁVIO do senado já que o suplente é o petista Lindberg Farias, além de tentar atingir o presidente. Mas os dias vão passando, a verdade e a ordem serão estabelecidas para que a democracia seja exercida sem os vícios que constatamos e deixe de ser usurpada pela corrupção.

    • Sougaviao disse:

      Sr. Mozart,
      Ñ tô entendendo nada. Vc está insinuado q a Rede Globo de TV q tantos serviços prestou ao sistema para manutenção do "status quo " manipula notícias? E antes, ñ? Pq qd a a Rede Lixo de Televisão em conluio com o então ministro Moro divulgou dados ilegais contra Dilma e Lula vc's simplesmente calava? Quer dizer q agora ela faz manipulação da notícias ao divulgar as falcatruas do clã Bolsonaro? Kkkkk

  9. Maria Lucia disse:

    Perai,a globo já está apelando para a ignorância. Sua concessão tem que ser cassada imediatamente.

  10. Cidadão Indignado disse:

    Bando de indecentes. Não escapa quase nenhum…

Ex-atleta que comprou imóveis confirma pagamentos a Flávio Bolsonaro: “como recebi aos poucos, fui pagando aos poucos”; declaração corrobora versão do senador eleito

Foto: Via site Metrópolis

O ex-atleta Fábio Guerra confirmou nesta segunda-feira (21) que pagou cerca de R$ 100 mil em dinheiro vivo ao senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) para quitar parte da compra de um imóvel na zona sul do Rio de Janeiro. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

De acordo com Guerra, os valores foram repassados entre junho e julho de 2017, período em que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou depósitos suspeitos na conta do filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“Paguei em dinheiro porque havia recebido em dinheiro pela venda de outro apartamento. Como recebi aos poucos, fui pagando aos poucos”, disse Guerra, ex-jogador de vôlei de praia, que afirmou não ter mais contato com o senador eleito.

A declaração confirma a versão dada pelo senador eleito em entrevistas às TVs Record e Rede TV!. Às emissoras, Flávio disse que recebeu o pagamento em dinheiro e depositou o valor por conta própria.

Movimentação suspeita

O Coaf caracterizou a movimentação como suspeita porque houve 48 depósitos de R$ 2 mil –sequências entre junho e julho na conta do senador eleito. Não é possível identificar o responsável pelas operações. Segundo Flávio, foram depósitos em quantidade pequena por esse ser o limite no caixa eletrônico.

Metrópoles e Folha de São Paulo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bader disse:

    E agora a Globo paga os impostos que deve?? A globo está fazendo "cortina de fumaça" para encobrir os parças do governo Lula/Dilma.

  2. Roger disse:

    Pronto, tão satisfeitos ou precisam de mais alguma explicação? Agora vamos a delação do Palocci. Então? Kkkkkkkkkkkkk

  3. Carlos Bastos disse:

    Será que o atleta de vôlei de praia e o senador declararo a RF esse dinheiro.

  4. Assis Medeiros disse:

    Imaginem quando acabar também a mamata daqueles que recebem fábulas de dinheiro, sob o prisma que sofreram durante a ditadura?

  5. Ceará-Mundão disse:

    A perseguição dos esquerdopatas chorosos com as perdas de suas "boquinhas" vai perdurar por todo o governo Bolsonaro. Esse troço já tá mais do que enfadonho, não passa de mais uma futrica, fofoca, coisa de quem assiste BBB e novela. O nosso Brasil finalmente vai dando passos na direção certa. Mas a canalhice continua. Já tentaram de tudo, já inventaram de tudo, buscam chifre em cabeça de cavalo, mentem, exageram, mas continuam defendendo seus bandidos prediletos. A delação do Palocci vem mostrando, mais uma vez, o que é roubalheira DE VERDADE. A divulgação dos contratos do BNDES também mostra como o nosso dinheiro foi desperdiçado e roubado nos governos do PT. Mas os canalhas só querem saber do Queiroz e ficam a fabricar factóides na tentativa de atingir o novo governo. Mas, enquanto os cães ladram, a caravana passa. Prá frente, Brasil.

  6. Fernando Moreno disse:

    Pronto, o que vão inventar sobre a movimentação financeira dele agora? Qual versão será repaginada pela tv e jornalistas da esquerda? Vão esquentar o quê agora? Vão pegar qual vírgula e transformar numa tempestade?
    De acordo com a delação de Palocci, aquele amigo que tomava café da manhã dentro da cozinha do amigo, os desvios no BNDES podem passar dos R$ 800 MILHÕES, mas para parte da imprensa e meios de comunicação o importante é falar de Flávio Bolsonaro. Esse país precisa mudar, começou pelo voto, agora precisa ser colocado em ordem custe o que custar

Presidente e líder do PSL saem em defesa de Flávio Bolsonaro: ‘jogo político e MP ‘está extrapolando suas funções’

O presidente do PSL, Luciano Bivar Foto: Ivo Gonzalez

O presidente e o líder do PSL saíram em defesa nesta sexta-feira do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Ele obteve uma liminar do Supremo Tribunal Federal ( STF ) para suspender as investigações sobre movimentações atípicas de R$ 1,2 milhão envolvendo seu ex-assessor, o policial militar Fabrício Queiroz .

O presidente do partido, Luciano Bivar, disse que o pedido feito ao Supremo pelo parlamentar faz parte do estado de direito e que o início do processo foi “forjado por provas ilícitas”.

— Quem não estiver enquadrado no ordenamento político, claro que a Justiça tem que atuar conforme seja realmente a procedência dessas informações ou provas. Então isso é absolutamente natural. Você não pode distinguir se é o filho do presidente ou um homem comum — disse Bivar, que está em uma viagem pessoal aos Estados Unidos.

Para ele, o caso envolvendo Flávio Bolsonaro não prejudica a imagem do partido que durante a campanha eleitoral defendeu o combate à corrupção no país.

— Todos nós temos serenidade. A gente entende essa recepção política, o governo que se inicia, tem um lado que quer ter sucesso e outro pra querer chamuscar, mas isso faz parte do jogo político. A imprensa tem que ser aberta, livre para informar, denunciar se for o caso.

Na opinião do líder do partido na Câmara, Delegado Waldir (GO), o Ministério Público está “extrapolando seu poder”. Ele afirma que o senador eleito pode sim deixar de comparecer para prestar depoimento ao MP.

— O Ministério Público não sabe produzir provas não? Cadê a busca na casa do Queiroz? O Flávio é culpado? Cadê a busca na casa do Flávio atrás de outras provas? O que o Ministério Público tem? Ministério Público não é Deus. Ele tem um limite de provas. Essas informações que eles usaram do Coaf, sem autorização do Judiciário eles não podem fazer.

A defesa do senador eleito diz que há irregularidades na investigação do MP do Rio . Flávio é alvo de um Procedimento Investigatório Criminal (PIC). Trata-se de um procedimento preliminar para averiguar qualquer ilegalidade. O parlamentar não é investigado, portanto, em processo judicial.

— O Flávio Bolsonaro sequer foi investigado. E se o Ministério Público tem provas concretas tem que mostrar. Mas se amanhã o Flávio Bolsonaro estiver errado, ele tem que responder pela conduta — disse o líder do PSL.

A deputada estadual eleita por São Paulo, Janaina Paschoal (PSL-SP), classificou como um equívoco a suspensão das investigações pelo Supremo. A declaração diverge do que alega a defesa de Flavio Bolsonaro.

“Respeitosamente, entendo que a decisão do Ministro Fux está equivocada. O precedente que tratou da prerrogativa de foro realmente foi no sentido de que os casos devem ser analisados em concreto; entretanto, os fatos devem ser posteriores ao início do mandato. Não é o caso!”, escreveu Janaina no Twitrer.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jorgensen disse:

    MP extrapolando???
    Quaquaquaquaqua……

  2. Barata disse:

    Quanto mais se defendem, mais a coisa fede!

Flávio Bolsonaro diz que vai marcar data de depoimento no MP após ter acesso à investigação sobre Queiroz

Foto: Marcio Mercante / Agência O Dia

O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro , informou nesta quinta-feira que pediu cópia dos autos da investigação do Ministério Público do Rio sobre a movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em 2016 de seu ex-assessor Fabrício Queiroz . O MP havia informado no fim de dezembro que tinha sugerido esta quinta-feira como data para o depoimento de Flávio, mas que, por ser parlamentar, ficaria a critério dele o agendamento da oitiva. Em nota publicada em suas redes sociais, Flávio afirmou que só foi notificado pelo MP no último dia 7 e que, depois que tiver acesso aos autos, vai marcar dia e horário para prestar esclarecimentos.

— “Como não sou investigado, ainda não tive acesso aos autos, já que fui notificado do convite do MP/RJ apenas no dia 7/Jan, às 12:19. No intuito de melhor ajudar a esclarecer os fatos, pedi agora uma cópia do mesmo para que eu tome ciência de seu inteiro teor. Ato contínuo, comprometo-me a agendar dia e horário para apresentar os esclarecimentos, devidamente fundamentados, ao MP/RJ para que não restem dúvidas sobre minha conduta — afirma o senador eleito em nota.

Queiroz já foi convocado para comparecer ao MP quatro vezes, mas faltou em todas as ocasiões. Em duas delas, justificou a ausência por conta de problemas de saúde. Ele retirou um tumor no intestino no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Os familiares do ex-assessor, que também trabalharam para Flávio, também não compareceram ao MP na última terça-feira alegando que haviam se mudado temporariamente para São Paulo com o objetivo de acompanhar Queiroz no tratamento.

Na nota, Flávio diz que não pode ser responsabilizado por atos de terceiros:

— Reafirmo que não posso ser responsabilizado por atos de terceiros, como parte da grande mídia tenta, a todo custo, induzir a opinião pública.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Breno disse:

    Será que ele vai ter um desmaio, igual teve no deate com Jandira Fechali? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Fagner disse:

    Desrespeito as leis de quem deveria dar o exemplo.

  3. Rômulo disse:

    Ele está esperando ser empossado senador para escapar das investigações com o foro privilegiado.

  4. ? disse:

    Parece que para os Bolsonaro, a "grande mídia" é sempre o "bode" pra tudo no mundo. Melhor "jair" se explicando…