Polícia prende acusado de praticar assaltos na Zona Norte

Policiais civis da 12ªDP, comandados pelo delegado Jodelci Borges efetuaram na manhã desta terça-feira (26), a prisão de Ruan Felipe Mourinho Aires, de 21 anos, acusado de cometer uma série de assaltos contra populares na Zona Norte de Natal. Com ele a polícia apreendeu um revólver calibre 38.

A prisão aconteceu por volta das 10 horas da manhã no bairro de Santarém. De acordo com delegado Jodelci Borges, várias vítimas de assaltos haviam comparecido a delegacia para registrar a ocorrência, detalhando que o crime era cometido por um jovem armado, numa moto de cor laranja. Na manhã de hoje, os policiais se depararam com um veículo com as mesmas características e resolveram realizar a abordagem, mas para surpresa da equipe, Ruan Felipe reagiu e ainda disparou contra os policiais, mas estes conseguiram detê-lo.

O preso foi conduzido à delegacia, onde algumas vítimas de assalto comparecem e fizeram o reconhecimento do acusado. O delegado Jodelci contou também que os roubos eram praticados há pelo menos dois meses, geralmente durante o início da manhã e à noite, em alguns bairros da Zona Norte de Natal, como Santarém, Soledade I e II. Ele acredita que no momento da abordagem, o acusado já estaria se preparando para praticar outros assaltos.

Americanos criam handebol com arma taser

Por essa nem o Tio Sam esperava. Depois de criarem esportes aparentemente violentos como o futebol americano, hockey no gelo e tantos outros, um grupo de norte-americanos criou o campeonato Ultimate Taser Ball, que traduzindo para um bom português seria uma espécie de handebol, onde quem segura a bola com as duas mãos pode ser eletrocutado com uma arma taser, aquela mesma que a Polícia Militar está comprando para usar em bandidos.

São choques de 300 mil volts disparados nos adversários para derrubá-los ou obrigá-los a largar a enorme bola. É mole? Eu que não quero jogar.

Ainda não foram criados jogos oficiais, mas o nome do campeonato deve ser utilizado para batizar uma liga e estabelecer todas as regras. Ou seja, a previsão é que tenhamos vários times desse esporte, no mínimo, bizarro no Estados Unidos nos próximos meses.

No próprio slogan eles deixam claro que é o esporte do futuro. Vai entender!!!

Pai grava vídeo atirando no notebook da filha por causa de postagem no Facebook

Já não é de hoje que oFacebook causa transtornos a famílias de diversos tipos: divórcios e brigas de namorados estão aí para provar. Existem também os casos mais extremos, que resultam em agressões físicas, cadeia e até morte. Mas, neste caso, quem levou a pior e “partiu dessa para uma melhor” foi o próprio laptop.

Um residente da Carolina do Norte, EUA, identificado como Tommy Jordan, não gostou muito do que sua filha Hannah postou em seu perfil no Facebook. A adolescente reclamava dos serviços de rotina que seus pais “a obrigavam” a fazer, como arrumar a própria cama e similares. Com o instinto paternal falando mais alto, Jordan decidiu educar a filha da forma mais inusitada possível: em vídeo e com uma arma em punho. Veja abaixo:

No vídeo, cheio de palavrões, Jordan lê em voz alta uma folha impressa com a postagem da filha. Depois, passa a apontar os erros dela, sobretudo pelo fato da garota achar que poderia esconder a postagem, uma vez que o pai é profissional do setor de TI. Ele também reclama de que, no dia anterior à postagem, gastou cerca de US$ 130 na compra de softwares para fazer upgrades na máquina da filha adolescente. O final, bem, não poderia ser mais direto ao passar a mensagem: Tommy Jordan “executa” o laptop, disparando não uma, porém nove vezes contra o aparelho, com sua pistola.

Evidentemente, o vídeo, publicado no Youtube já conta com pouco mais de 2,1 milhões de visualizações e, como todo vídeo popular, os comentários estão recheados de debates sobre a razão – ou a falta dela – por parte do pai.

E você? Acha que Jordan exagerou na dose? Talvez umas palmadas bastassem? Ou seria essa uma nova forma de passar uma mensagem para seus rebentos?

Fonte: Olhar Digital

Comando Geral da PM irá apurar ação de policial que apontou arma contra fotógrafa do Diário de Natal

A fotógrafa do Diário de Natal, Ana Amaral foi vítima de intimidação policial enquanto registrava imagens no entorno do estádio Nazarenão na tarde desse domingo(20), na partida entre América e Paysandu, em jogo válido pela última rodada do grupo E, no Campeonato Brasileiro da Série C. Na ocasião, ela flagrou a ação de pelo menos cinco policiais militares que agrediam um torcedor não identificado.

Segundo a fotógrafa, um dos policiais que estava escorado acompanhando a ação contra o torcedor pediu que ela parasse de registrar as imagens de forma agressiva. “ Ele não chegou a encostar em mim, mas foi muito grosso, mesmo depois de me identificar como uma profissional que registrava aquele momento”, disse.

Ana Amaral ainda revelou que tentou argumentar sobre a necessidade do registro da imagem, mas o policial que estava de colete, apontou a sua arma em direção a região da cabeça da fotógrafa insistindo mais uma vez que ela saísse.” Nesse instante eu parei de registrar, fiquei muito nervosa, comecei a chorar e sai do local com medo de uma atitude inconseqüente do PM”, disse a profissional de imprensa.

A reportagem do Diário de Natal entrou em contato com o Comandante Geral da Polícia Militar, coronel Francisco Canindé Araújo, que confirmou que entrou em contato com a fotógrafa solicitando as imagens do policial.” Pedi que ela registre esse fato nesta terça-feira, dia útil, em nosso comando para que possamos identificar o responsável pela ação”, disse.

O coronel Araújo também destacou que apesar da situação do policial em um momento de tumulto esteja acompanhado de tensão, o fato não justifica a ação.” Iremos apurar o que realmente aconteceu e se confirmado, tomaremos as providências, principalmente, por esse tipo de conduta não fazer parte da Polícia Militar”, finalizou o comandante geral da PM.

DN Online

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lúcia Azevedo disse:

    Fui vítima de abuso de autoridade de policiais militares que também apontaram a arma para o carro que eu estava dizendo que era roubado, sem ser. Como fiquei muito nervosa e gritei, disseram que era caso de desacato. Entrei com uma ação contra o Estado que é responsável por esses PM. O coorporativismo é muito grande, e o cel deveria averiguar melhor essa conduta, pois já está virando rotina. Só a semana passada li uns tres casos semelhantes em jornais e blogs aqui no RN.

  2. LEILA disse:

    O Cel Araújo tem conhecimento também da arma 1.40 que foi apontado por um PM para uma mãe e duas crianças na praia de Maracajaú dia 02 de janeiro deste ano.Sem contar com agressões físicas, comprovadas em exames de corpo delito. Inclusive outros fatos q aconteceram,  tudo devidamente comprovado com fotos.
    Será q o caso da fotógrafa ( que merece toda justiça do mundo) será apurado antes do nosso?…se for o caso, se necessitar q a imprensa toda tome conhecimento para resolvermos, tornaremos público o fato, até na imprensa nacional.Tomara q o caso de Ana Amaral não seja tão lento como o nosso…pois  o sofrimento de toda uma família e a sensação de impunidade é horrível…só quen teve uma arma apontada sem condições de se defender sabe essa sensação, q se agrava mais qdo é direcionada para duas crianças. Espero q cel Araújo tome as devidas providencias nos dois casos, pois Políciais Militares que ao invés de defender age com essas atitudes não deve ter o direito de vestir a farda da PM.