Ministro da Justiça pede inquérito para apurar charge reproduzida pelo jornalista Ricardo Noblat que associa Bolsonaro ao nazismo

Foto: Edu Andrade/Fatopress/Estadão Conteúdo

O ministro da Justiça, André Luiz Mendonça, anunciou nesta segunda-feira(15) que pediu à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República (PGR) que abram um inquérito para investigar uma charge reproduzida pelo jornalista Ricardo Noblat que associa o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao nazismo.

“Solicitei à @policiafederal e à “MPF_PGR abertura de inquérito para investigar publicação reproduzida no Twitter ‘Blog do Noblat’, com alusão da suástica nazista ao presidente Jair Bolsonaro. O pedido de investigação leva em conta a lei que trata dos crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, em especial seu art. 26”, justificou Mendonça em uma rede social.

Noblat compartilhou uma charge de Renato Aroeira em que Bolsonaro aparece com um pincel e um balde de tinta preta nas mãos após pintar as pontas de uma cruz vermelha, que remete ao símbolo usado em hospitais e ambulâncias. A cruz, então, se transforma em uma suástica, símbolo do regime nazista.

Veja mais – FOTO: “Falsa imputação de crime é crime”. O senhor Ricardo Noblat e chargista estão imputando ao Presidente da República o gravíssimo crime de nazismo”, condena Secom, que anuncia processo

Mais cedo, a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) já havia anunciado que Noblat e Aroeira seriam processados por suposto crime de falsa imputação contra Bolsonaro..

“O senhor Ricardo Noblat e o chargista estão imputando ao Presidente da República o gravíssimo crime de nazismo; a não ser que provem sua acusação, o que é impossível, incorrem em falsa imputação de crime e responderão por esse crime”, escreveu o perfil oficial da Secom.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. MORO 2022 disse:

    Quando Sérgio Moro for o nosso presidente, esses problemas não vão existir.

  2. Cigano Lulu disse:

    O papel do humor na imprensa livre não é outro senão este mesmo: o papel higiênico.

  3. Sorim disse:

    Tem que processar mesmo. De Bolsonaro solta um peido, tem que responder. A justiça é só pra um lado?

  4. Cadê Fátima disse:

    Mito 2022!!
    Ponto final.Tá

  5. Raimundo disse:

    Está certo o ministro, até hj o pr leva porrada todo dia e nunca se defendeu! Está na hora sim de revidar!

  6. Pedro Henrique disse:

    Ministro da Justiça agora virou advogado do presidente. Babão!

  7. O rei do gado disse:

    Metade do brasileiros pensam isso, entre ele, eu!

    • Brasil disse:

      Você tem certeza que é um Deus inexorável. Não vê o avanço nas liberdades individuais promovidos pelo STF, congresso e governadores. Isso foi o que ocorreu quando o nazismo subiu ao poder.

  8. Cabo Silva disse:

    Vale tudo pela toga do STF

MPF instaura inquérito para apurar compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste

Foto: Divulgação / GOVBA

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou nesta terça-feira (9) um inquérito para investigar irregularidades e ato de improbidade administrativa do Consórcio Nordeste na compra frustrada de respiradores com a Hempcare Pharma.

As investigações do MPF serão feitas em conjunto com a Polícia Federal (PF) e o Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), braço forte e com autonomia dentro do Ministério Público da Bahia (MP-BA).

A compra dos ventiladores foi concretizada pelo governo da Bahia, que preside a entidade, por R$ 49 milhões e teve pagamento adiantado de todos os nove estados da região. Os equipamentos nunca foram entregues (lembre aqui).

A investigação instaurada nesta terça irá apurar eventuais atos de improbidade administrativa na compra e coloca o governo baiano no banco dos investigados.

Foi a gestão do governador Rui Costa que, inicialmente, denunciou e deflagrou a Operação Ragnarok. Em coletiva sobre a ação da Polícia Civil baiana contra a empresa, o secretário de Segurança Pública do estado, Maurício Barbosa, declarou que a Bahia foi vítima de um golpe e que a Hempcare ainda negociava com outros estados e com a união.

No entanto, a investigação tomou outros rumos. Dias após a deflagração da Ragnarock, a dona da empresa Hempcare, Cristiana Prestes, um dos alvos da operação, citou o ex-chefe da Casa Civil da Bahia, Bruno Dauster, como o principal responsável pelas negociações envolvendo os respiradores. Segundo ela, que chegou a ser presa, Dauster foi quem a procurou e ele conduziu “99,9%” das tratativas.

Bahia Notícias

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cesar Bomone disse:

    O Estado precisando de recursos para o enfrentamento da pandemia e a GOVERNADORA gasta 5 MILHÕES em negócio furado. Quem vai repor o PREJUÍZO?
    Quem vai responder pelo DANO?
    O dinheiro do POVO não pode ser gasto sem um mínimo de certeza do retorno à população. Não se pode ser IRRESPONSÁVEL com o dinheiro público.

  2. Pedro disse:

    A nossa brilhante governadora já quer tirar o dela da reta…..kkkkll, agora a culpa pela compra foi do governador da Bahia, Rui Costa, ela só entrou nesse negócio porque foi induzida a ser besta (sempre foi), agora é chorar e rezar para não mandarem o japonês lhe fazer uma visita cordial. Outra, estou achando que esse mal fadado consórcio de pilantras ou quadrilha mesmo, está fadada a desaparecer, enfim, isso é de uma inutilidade sem precedentes, coisa de gente sem preparo.

  3. Azevedo disse:

    Tem que colocar os ladrões do dinheiro do contribuinte atrás das grades, pois essa grana com certeza vai bancar eleição de um bocado de bandido político esse ano, com certeza.

  4. Nero disse:

    Votaro in nois porquê quiseru, eu já fugi com o meu, bando de otarus. Agora mim achi. Hehehe

  5. Thor Silva disse:

    Onde tem PT, há fraudes!!

  6. Jorge disse:

    Isso deveria ser considerado logo como um flagrante, e serem logo expedidos os mandados de prisão.

  7. Roberto disse:

    Eita. Mais uma vez a culpa é de Bolsonaro…….

  8. Chicão disse:

    Até que enfim, pensei que os governantes relapsos ou conivente iriam ficar impunes, igualzinho a luladrão.

Ministro André Mendonça pede para PF apurar vazamento de dados de Bolsonaro

Foto: Denio Simões/Valor

O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, pediu à Polícia Federal abertura de inquérito para investigar o vazamento de supostos dados pessoais do presidente Jair Bolsonaro, seus filhos, ministros, empresário e políticos bolsonaristas.

O vazamento ocorreu na noite desta segunda-feira (1º) pelo grupo de hackers Anonymous Brasil.

Os hackers vazaram supostos dados cadastrais, como endereços e telefones pessoais e de vários contatos de familiares e outros, além de informações sobre suposto patrimônio dos atingidos.

Pouco depois da publicação, a rede social apagou as postagens. O Twitter também baniu o perfil do Anonymous Brasil, por violar as regras da empresa.

Entre as vitimas dos ataques do Anonymous estão o presidente, seus filhos (o senador Flávio Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro); os ministros da Educação, Abraham Weintraub, a ministra da Mulher e Direitos Humanos, Damares Alves, o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP) e o empresário Luciano Hang, apoiador do governo.

Douglas Garcia confirmou o vazamento de seus dados e acusou a ação criminosa dos hackers, em rede social. Ele disse que registrará boletim de ocorrência policial sobre a invasão.

Carlos Bolsonaro confirmou o vazamento de seu dados. Ele acusou, numa rede social, “a turma pró- democracia” pelo vazamento, sem apresentar provas.

Procurado, o Palácio do Planalto ainda não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem.

Em nota, o Ministério da Mulher e dos Direitos Humanos disse que repudia o vazamento e que se trata de uma violação aos direitos fundamentais.

“Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos repudia a divulgação criminosa de dados, em clara violação aos direitos fundamentais à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem. A divergência de ideias jamais deveria ser justificativa para a prática de ação totalitária e antidemocrática como esta. Que os responsáveis sejam devidamente identificados e processados, nos termos da lei”, afirmou o ministério comandado por Damares Alves.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo disse:

    BG
    E o stf vai deixar investigar????

Após denúncia de Flavio Bolsonaro, MPF abre investigação para apurar suposta “supernotificação” de mortes por Covid-19 em São Paulo

FOTO ILUSTRATIVA: TIAGO SILVA/A2 FOTOGRAFIA

Em meio à troca de acusações entre Jair Bolsonaro e João Doria, o Ministério Público Federal abriu uma investigação para apurar as mortes por Covid-19 em São Paulo, diz o UOL.

O procedimento foi instaurado a partir de uma representação feita por Flávio Bolsonaro, o filho 01 do presidente, que denunciou uma suposta “supernotificação” das mortes no estado.

Segundo o senador, o objetivo seria “manipular os dados para desgastar politicamente o presidente e as suas orientações frente ao combate ao coronavírus”.

A subprocuradora-geral da República, Lindôra Maria Araújo, afirma que “os fatos narrados são extremamente graves e devem ser apurados em razão da possível repercussão constitucional e criminal que envolvem”. Ela cobrou explicações tanto de Doria quanto do prefeito de São Paulo, o também tucano Bruno Covas.

Em nota oficial, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo diz que “a investigação do Ministério Público Federal surge um dia depois da revelação de que o senador Flávio Bolsonaro soube com antecedência de operação da Polícia Federal que mirou seu assessor Fabricio Queiroz”. A pasta informa ainda que prestará todos os esclarecimentos solicitados pelo MPF.

“A contabilização e balanço oficiais das mortes por Covid-19 são feitas pelo Ministério da Saúde e a mesma base de dados é utilizada pelos governos estaduais”, diz a secretaria.

Segundo o último balanço divulgado pelo governo de São Paulo, ontem, o número de mortes no estado por Covid-19 é de 4.823. Os casos confirmados da doença são 63.006. Daqui a pouco, por volta das 12h30, os números serão atualizados.

O Antagonista, com UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Minion alienado disse:

    Seria melhor investigação sobre a subnotificação dos casos. O negacionismo impera com força em Brasília.

PGR pede para MP do DF apurar agressão a jornalistas em ato

Foto: Reprodução

O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao Ministério Público do Distrito Federal que apure agressões a profissionais de imprensa durante o ato com “pautas antidemocráticas e inconstitucionais em Brasília”, assim escreveu o portal G1, nesse domingo (3).

O chefe do Ministério Público Federal enviou ofício ao MP distrital por entender que não cabe uma investigação da PGR, já que não há pessoas com foro privilegiado envolvidas nas agressões.

“Tais eventos, no entender deste procurador-geral da República, são dotados de elevada gravidade, considerada a dimensão constitucional da liberdade de imprensa, elemento integrante do núcleo fundamental do Estado Democrático de Direito”, diz Aras.

O ofício será avaliado pela procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do DF, Fabiana Costa Oliveira Barreto.

Com informações do G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Devo ter pedido para apurar quem agrediu os enfermeiros, as figuras aparecem com a cara limpa nos vídeos, punição neles.

MP abre investigação para apurar expulsão de grupo de Whatsapp

Foto: Reprodução

Um promotor de Justiça do estado de Minas Gerais abriu investigação para apurar o por que de um um participante ter sido expulso de um grupo do aplicativo Whatsapp.

O documento que circula nas redes sociais datado de 14 de outubro assinado por um promotor de Justiça notificou o administrador do grupo e o reclamante para prestarem esclarecimentos sobre o ocorrido que chegou na esfera judicial.

A notícia é destaque aqui no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Raimundo Fernandes disse:

    Me perdoem a ignorancia, pra mim, isso é falta do que fazer! Um Promotor Público ficar se envolvendo em fofocas!

MEC aciona Polícia Federal para apurar ataques cibernéticos; “indícios fortes” de sabotagem no Prouni e Fies

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) está investigando indícios de sabotagem de serviços prestados e sistemas internos do Ministério da Educação. O ministro Abraham Weintraub anunciou nesta quinta-feira (8), em entrevista coletiva, que a pasta tem sofrido ataques cibernéticos há algumas semanas e que isso tem prejudicado alguns produtos oferecidos pelo portal na Internet.

“Não estamos acusando ninguém, mas há indícios fortes de sabotagem que nos levaram a acionar a Polícia Federal. Não é nosso papel investigar”, explicou Weintraub. Segundo ele, a população não será prejudicada pelos ataques. “Qualquer serviço que for suspenso terá prazo ampliado”, assegurou.

O Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) são os principais afetados pelo problema. Segundo técnicos do Ministério, os dois serviços estão intermitentes desde a última segunda-feira (5). Outro produto afetado é o Sistema Presença, utilizado para o pagamento dos benefícios do Bolsa Família. O MEC ainda detectou prejuízos no funcionamento do principal sistema de negócios da pasta, conhecido como SiMEC.

De acordo com a equipe da pasta, técnicos estão trabalhando para reestabelecer todo o funcionamento o mais rapidamente, mas não há prazo para que os serviços estejam totalmente normalizados.

Força de Segurança

Esta semana foi autorizada a presença do uso da Força Nacional de Segurança Pública nas imediações do prédio onde funciona o Ministério da Educação – o Bloco L da Esplanada dos Ministérios – nos dias 7, 12 e 13 de agosto.

De acordo com o texto publicado no Diário Oficial da União, o prazo do apoio ainda poderá ser prorrogado se o MEC considerar necessário e apresentar um pedido oficial.

Em maio, o mesmo reforço de segurança foi garantido ao ministério para evitar prejuízos estruturais com os protestos de estudantes pelo fim do contingenciamento de verbas de universidades públicas. No período, a União Nacional dos Estudantes (UNE) anunciou manifestações em pelo menos 150 cidades.

Contingenciamento

Durante a coletiva, Abraham Weintraub foi questionado sobre possíveis cortes de recursos para algumas áreas atendidas pela pasta. Ele reafirmou que não haverá cortes e sim contingenciamento de verbas. A medida significa bloqueio de orçamento por um período para assegurar o equilíbrio de contas.

“Estamos administrando uma situação de crise estabelecida pelo governo passado”, afirmou.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. clara disse:

    E tome teoria da conspiração no rabo, p manter a seita unida e ouriçada na paranóia.

MPF abre inquérito para apurar portaria de Moro que trata da repatriação e “deportação sumária”

Foto: IsaacAmorim/AG.MJ

O Ministério Público Federal (MPF) em Brasília abriu um inquérito civil para apurar “possíveis ilegalidades” na portaria publicada na semana passada pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, que trata da repatriação e “deportação sumária” de estrangeiros que tenham praticados atos contrários à Constituição. Na investigação, o MPF pediu esclarecimentos a Moro sobre o assunto.

Desde o início da sua gestão como ministro, é a primeira vez que um ato de Moro se torna alvo de investigação no Ministério Público Federal. A portaria, baixada no dia 25 de julho, causou polêmica porque opositores do governo interpretaram no ato uma tentativa de retaliação ao jornalista Glenn Greenwald, do site “The Intercept Brasil”, que tem publicado reportagens sobre conversas de Moro com procuradores da Lava-Jato.

O despacho de abertura do inquérito civil é do último dia 29, assinado pelo procurador Pablo Coutinho Barreto, mas o caso ficará no ofício do procurador Paulo Galvão, na Procuradoria da República no Distrito Federal.

O texto descreve o objeto da apuração: “Apurar possíveis ilegalidades na edição da Portaria nº 666, de 25 de julho de 2019, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que dispõe sobre o impedimento de ingresso, a repatriação e a deportação sumária de pessoa perigosa ou que tenha praticado ato contrário aos princípios e objetivos dispostos na Constituição Federal”.

O inquérito aponta possíveis ilegalidades e incompatibilidades constitucionais em alguns pontos da portaria, como a previsão de deportação sumária e prisão cautelar sem um devido processo legal. Por isso, o MPF expediu um ofício destinado a Sergio Moro para que detalhe os estudos técnicos que basearam a portaria e se manifeste sobre sua a compatibilidade com a Constituição. Caso seja detectada algum desvio de finalidade na portaria, Moro poderia ser, eventualmente, responsabilizado em uma ação de improbidade administrativa.

Como o ofício é destinado diretamente ao ministro, o documento foi enviado primeiramente à Procuradoria-Geral da República (PGR), a quem cabe repassá-lo a Moro. Após o recebimento pelo Ministério da Justiça, Moro terá prazo de cinco dias para responder aos questionamentos.

A reportagem solicitou posicionamento do Ministério da Justiça sobre o assunto, mas ainda não houve resposta.

Em nota divulgada anteriormente, o Ministério da Justiça informou, sem citar diretamente Greenwald, que a portaria não permite deportação nos casos em que há “vedação legal, como de estrangeiro casado com brasileiro ou com filhos brasileiros”.

Greenwald é casado com o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ), com quem tem dois filhos adotivos. “O texto está sendo discutido desde 2017. É um ano e meio de trabalho. Ela não é uma portaria isolada, faz parte de um contexto”, argumentou André Furquim, diretor do Departamento de Migrações da Secretaria Nacional de Justiça, no comunicado divulgado anteriormente pelo ministério.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fernando disse:

    Inquérito civil? Não era só entrar com uma adin? Se todo gestor que usou de suas prerrogativas pra beneficiar financeiramente correligionários e familiares, sofressem um inquérito civil, menos corrupção e favorecimento ilícitos tinha. Acredito que depois do governo Bolsonaro e da prisão de luladrão, nenhum governo vai conseguir governar, nem muito menos um criminoso que não foi preso em flagrante, ficará preso. Porquê o que já fizeram contra a governabilidade e pra tirar o luladrão, não tá no gibi.

PM determina instauração de procedimento para apurar a conduta de policiais na final do Estadual

Nota – Polícia Militar do RN

Com relação a vídeos postados em redes sociais no que se refere à atuação de policiais militares no jogo ABC X AMÉRICA no Estádio Arena das Dunas.

A Polícia Militar do Rio Grande do Norte, através do Comando Geral determinou a instauração de procedimento administrativo objetivando apurar a conduta dos policiais militares envolvidos.

Tão logo o citado procedimento seja concluso, as medidas decorrentes serão repassadas a imprensa.

Assessoria de Comunicação Social da PMRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ALEX disse:

    PARABENS A PM !!!! TEM MAIS E QUE CONTER A BADERNA MANTER A ORDEM.

  2. Carlos Bastos disse:

    Eu estava assistindo o jogo pela tv, a ação da Polícia foi de alto nível para retirar os torcedores do gramado, meus parabéns a PM.

  3. José.Dantas disse:

    100 funcionários da segurança privada tentaram e não conseguiram resolver, motivo esse que a PM foi aço acionada. Com técnica e equipamentos não letais, realizaram um excelente serviço e a festa pode continuar. Esse procedimento aberto foi para dá uma "satisfação" a algum "polixo " idiota que gosta de defender marginais… Parabéns PM!

  4. LUTEMBERG DE SOUZA PESSOA disse:

    E sobre as centenas de imbecis que invadiram o campo logo após o término do jogo? Querem ainda demonizar a polícia? Deveria é ter baixado o sarrado naquele monte de sem-futuro!

Comando Geral da PM irá apurar ação de policial que apontou arma contra fotógrafa do Diário de Natal

A fotógrafa do Diário de Natal, Ana Amaral foi vítima de intimidação policial enquanto registrava imagens no entorno do estádio Nazarenão na tarde desse domingo(20), na partida entre América e Paysandu, em jogo válido pela última rodada do grupo E, no Campeonato Brasileiro da Série C. Na ocasião, ela flagrou a ação de pelo menos cinco policiais militares que agrediam um torcedor não identificado.

Segundo a fotógrafa, um dos policiais que estava escorado acompanhando a ação contra o torcedor pediu que ela parasse de registrar as imagens de forma agressiva. “ Ele não chegou a encostar em mim, mas foi muito grosso, mesmo depois de me identificar como uma profissional que registrava aquele momento”, disse.

Ana Amaral ainda revelou que tentou argumentar sobre a necessidade do registro da imagem, mas o policial que estava de colete, apontou a sua arma em direção a região da cabeça da fotógrafa insistindo mais uma vez que ela saísse.” Nesse instante eu parei de registrar, fiquei muito nervosa, comecei a chorar e sai do local com medo de uma atitude inconseqüente do PM”, disse a profissional de imprensa.

A reportagem do Diário de Natal entrou em contato com o Comandante Geral da Polícia Militar, coronel Francisco Canindé Araújo, que confirmou que entrou em contato com a fotógrafa solicitando as imagens do policial.” Pedi que ela registre esse fato nesta terça-feira, dia útil, em nosso comando para que possamos identificar o responsável pela ação”, disse.

O coronel Araújo também destacou que apesar da situação do policial em um momento de tumulto esteja acompanhado de tensão, o fato não justifica a ação.” Iremos apurar o que realmente aconteceu e se confirmado, tomaremos as providências, principalmente, por esse tipo de conduta não fazer parte da Polícia Militar”, finalizou o comandante geral da PM.

DN Online

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lúcia Azevedo disse:

    Fui vítima de abuso de autoridade de policiais militares que também apontaram a arma para o carro que eu estava dizendo que era roubado, sem ser. Como fiquei muito nervosa e gritei, disseram que era caso de desacato. Entrei com uma ação contra o Estado que é responsável por esses PM. O coorporativismo é muito grande, e o cel deveria averiguar melhor essa conduta, pois já está virando rotina. Só a semana passada li uns tres casos semelhantes em jornais e blogs aqui no RN.

  2. LEILA disse:

    O Cel Araújo tem conhecimento também da arma 1.40 que foi apontado por um PM para uma mãe e duas crianças na praia de Maracajaú dia 02 de janeiro deste ano.Sem contar com agressões físicas, comprovadas em exames de corpo delito. Inclusive outros fatos q aconteceram,  tudo devidamente comprovado com fotos.
    Será q o caso da fotógrafa ( que merece toda justiça do mundo) será apurado antes do nosso?…se for o caso, se necessitar q a imprensa toda tome conhecimento para resolvermos, tornaremos público o fato, até na imprensa nacional.Tomara q o caso de Ana Amaral não seja tão lento como o nosso…pois  o sofrimento de toda uma família e a sensação de impunidade é horrível…só quen teve uma arma apontada sem condições de se defender sabe essa sensação, q se agrava mais qdo é direcionada para duas crianças. Espero q cel Araújo tome as devidas providencias nos dois casos, pois Políciais Militares que ao invés de defender age com essas atitudes não deve ter o direito de vestir a farda da PM.