Polícia

Vândalos cortam cabos e deixam moradores da Zona Norte sem internet

O blog acaba de ser informado que um grande número de moradores da zona Norte de Natal está sem internet e o motivo é, lamentavelmente, a ação de vândalos.

De acordo com o que o blog apurou, criminosos cortaram os cabos de fibra ótica que atravessam a Ponte de Igapó e deixaram moradores de várias operadoras sem sinal. O blog recebeu a notícia de que as empresas já estão registrando os boletins de ocorrência para que a Polícia possa investigar e identificar quem são os responsáveis pelo ato de vandalismo porque isso vem sendo recorrente.

Ou seja, as pessoas de bem pagam suas contas em dia, as empresas que investem em qualidade prestam o serviço e vândalos vão lá e, ao bel-prazer, prejudicam a vida de todos. Lamentável. Ainda bem que a polícia já está investigando para identificar esses vândalos.

Opinião dos leitores

  1. se quando pegasse uma bandido deste, corta-se as duas mãos, ai eles pensariam um pouco antes de fazer de novo, mais não deve ser algum adolescente que nem pode ser preso muito menos levar uma surra e tirar as duas mãos, que tem os defensores destes bandidos de plantao

  2. Verdadeiro absurdo, mais um retrato da impunidade! Além de tudo, esses reparos causaram enorme transtorno no trânsito.

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Tecnologia

Uso de internet pelo celular cresce entre estudantes e professores, diz pesquisa

smartphoneA proporção de estudantes e professores que usam internet pelo celular cresceu nos últimos anos. Entre alunos de escolas públicas, o percentual chega a 79% e em colégios particulares, 84%. Os dados fazem parte da pesquisa Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC) Educação 2014, divulgada hoje (21) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br). Entre os professores, o percentual passou de 36%, em 2013, para 64%.

No levantamento anterior, os números eram 59% na escola pública; e 73% na instituição privada. A pesquisa constata que a escola não é o principal ambiente de uso da internet por estudantes. Tanto para estudantes de escolas públicas, como de particulares, o domicílio continua sendo o principal local de acesso à internet, com 77% e 93%, respectivamente. Apenas 41% dos alunos de instituições públicas usuários de internet conectaram-se pela rede da escola.

Na avaliação dos pesquisadores, a falta de formação e de infraestrutura ainda são barreiras para professores utilizarem recursos educacionais digitais com propósito pedagógico. Menos de um terço dos professores de escolas públicas têm a sala de aula como principal local de uso dessas tecnologias comunicação, mesmo percentual de 2013.

“Embora a infraestrutura de tecnologia de informação e comunicação esteja avançando nas escolas brasileiras, o seu uso, bem como a sua apropriação nas práticas pedagógicas, ainda representa um desafio para projetos educacionais e políticas públicas”, disse Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br. A pesquisa, que ocorre desde 2010, foi feita em 930 escolas urbanas, no período de setembro de 2014 e março de 2015, ouvindo 930 diretores, 881 coordenadores pedagógicos, 1.770 professores e 9.532 alunos.

A proporção de escolas com acesso à internet manteve-se em 93%. O percentual é maior nas instituições privadas, com 97%. A variedade de equipamentos, por sua vez, é crescente, aumentando o número de computadores móveis e tablets. Nas escolas públicas, 79% disseram ter equipamento portátil. Na pesquisa anterior, o número era 73%. A aquisição de tablets foi maior proporcionalmente, tendo passado de 11%, em 2013, para 29% neste levantamento. A velocidade de conexão ainda representa uma dificuldade, pois 41% dos estabelecimentos têm acesso com até 2 megabits/s. Em 2013, o percentual era 50%. Nas particulares, o número é menor, 21%.

Apesar de ainda não estar presente nas salas de aula, a internet é uma ferramenta comum na preparação das aulas ou de atividades com alunos. Cerca de 80% dos professores de escolas públicas produzem conteúdo usando recursos educacionais digitais. Para o Cetic.br, isso indica que há um interesse crescente pelo uso de TIC nas práticas pedagógicas. A publicação ou compartilhamento de conteúdos próprios na rede, no entanto, alcança 28% dos profissionais. Apesar da baixa proporção, houve aumento de sete pontos percentuais em relação à pesquisa anterior.

Fonte: Agência Brasil

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Jornalismo

Henrique conta histórias e curiosidades de sua vida em série de vídeos na internet

Histórias, curiosidades e momentos marcantes da vida pública e pessoal do candidato do PMDB ao governo são contados no programa ‘Henrique por ele mesmo’, uma série de mini-documentários disponíveis no site www.henriquegovernador.com.br.

Os filmes misturam o depoimento de Henrique, apresentado sempre de forma descontraída, algumas vezes com emoção, e imagens antigas e recentes dos fatos relacionados ao tema exibido. A série já conta com seis episódios.

Mais programas serão exibidos ao longo da campanha. A série faz parte do rol de interatividade apresentado pelo site da campanha de Henrique Alves. Além dos vídeos, o internauta tem acesso ao blog com notícias do candidato e áudios da campanha.

comicio

Opinião dos leitores

  1. Manda também falar ou comentar os desvios feitos em seus mandatos todos agora querem dar uma de honesto para se eleger mais o chá dele está chegando .

  2. Nesse documentário tem aquela passagem de Henrique vendo a Playboy em plena sessão da Câmara? se não tem não presta kkk, a única coisa boa que ele fez no Congresso e ficar sem registro é demais, é demais kkkkkkkkkkkk

  3. Sera que mostra o video de HenRIQUINHO ALVES lendo a revista Playboy em plena sessao em Brasilia?

  4. Repleta de curiosidades, isto sim, é a biografia não autorizada do filhote de Aluízio Alves, que será revelada em episódios ao longo do horário eleitoral. Quem teve acesso ao conteúdo já editado diz que é nitroglicerina pura. Aguardemos.

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Diversos

Universitária fica famosa na internet após enviar acidentalmente foto de si mesma nua para o próprio pai

Uma estudante universitária chamada, que utiliza o nome @ dearfashionn no Twitter, se tornou uma celebridade na internet durante a noite da última terça-feira, quando, acidentalmente, enviou uma mensagem com sua foto nua para o próprio pai, quando tentou enviar uma imagem de seu rosto.

Nyjah perguntou no Twitter como cancelar uma mensagem de texto, mas já era tarde demais. Seu pai, muito desapontado, já tinha visualizado a imagem neste momento.

Um de seus últimos Tweets da noite de terça-feira foi um vídeo que havia publicado no Instagram para seu pai, mostrando-se em sua casa, como havia prometido. Ele não parecia muito feliz.

150Estudante Nyjah, que utiliza o nome @ dearfashionn no Twitter, enviou acidentalmente imagem de si mesma nua para o próprio pai.

A jovem acabou somando milhares de novos seguidores nas redes sociais, tanto no Twitter quanto no Instagram.

03Fonte: Gawker

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Diversos

‘A Internet virá abaixo e viveremos ondas de pânico’, prevê estudioso

Dan-DennettWikipediaDan Dennett, nascido em Boston, em 1942, é um homem pausado. Com barba branca, aspecto de catedrático entranhável e andar tranquilo, ninguém esperava quando subia os degraus até o palco do TED que o respeitado filósofo americano estava a ponto de pronunciar um discurso que ressoa ainda pelos corredores do teatro construído pelo arquiteto David Rockwell: “A Internet cairá e quando isso acontecer viveremos ondas de pânico mundial. Nossa única possibilidade é sobreviver às primeiras 48 horas. Para isso temos de construir —se me permitem a analogia— um bote salva-vidas”.

Os botes salva-vidas são, segundo Dennett, o antigo tecido social de organizações de todo tipo que se viram (quase) aniquilados com a chegada de internet. “Algumas tecnologias nos tornaram dependentes e a internet é o máximo exemplo disso: tudo depende da rede. O que aconteceria se ela caísse? Nos Estados Unidos tudo desabaria em questão de horas. Imagine: acordar e a TV não estar funcionando? Obviamente não tem sinal no celular. Você não tem coragem de pegar o carro porque não sabe se essa vai ser sua última reserva de gasolina e os únicos que se prepararam para isso são todos esses malucos que constroem bunkers e armazenam armas. Certeza de que queremos que eles sejam nossa última esperança?”.

Dennett, famoso por suas teorias sobre a consciência e a evolução, e considerado um dos grandes teóricos do ateísmo, não mantém — explica a “El País” — um tom alarmista, e também não quer ser acusado de catastrofista: “O que digo não tem nada de apocalíptico, pode falar com qualquer especialista e lhe dirá o mesmo que eu, que é questão de tempo para a rede cair. Só o que digo é que deveríamos preparar-nos: antes costumava haver clubes sociais, congregações, igrejas etc. Tudo isso desapareceu ou vai desaparecer. Se tivéssemos outra rede humana pronta… Se você soubesse que pode confiar em alguém, em seu vizinho, em seu grupo de amigos, porque previram a situação, não estaria mais tranquilo?”, pergunta Dennett, sentado em uma cadeira e acariciando-se a barba enquanto mastiga cada palavra.

O filósofo tem certeza: “a internet é maravilhosa mas temos que pensar que nunca fomos tão dependentes de algo. Jamais. Ao pensar a respeito, é bastante irônico que o que nos trouxe até aqui possa levar-nos de volta à idade de pedra”, argumenta.

O professor na universidade de Tufts, considerado dono de uma das mentes mais brilhantes das últimas décadas, tem claro como chegamos até aqui: “Da invenção da agricultura, há 10.000 anos, a cultura evoluiu de um modo puramente darwiniano mas a chegada da tecnologia acelerou esse processo até um ponto imprevisível. Quem compra música agora? E livros? O mesmo pode ser dito do cinema ou de qualquer outra disciplina artística. O papel da cultura mudou completamente, exatamente o mesmo que acontece com a religião. E a tecnologia tem um papel muito relevante em tudo isso”.

E pergunta-se: “Isso tem solução?”. E responde: “Claro, os humanos somos incríveis prevenindo catástrofes. O que acontece é que ninguém recebe uma medalha por algo que não aconteceu. Os heróis são sempre os que atuam a posteriori, mas não tenho nenhuma dúvida de que a humanidade saberá se preparar para o que está por chegar. Há 20% de possibilidades de que esteja equivocado, também podemos nos agarrar a isso”.

Ponta de humor

Ironicamente, o site humorístico “The Onion” publicou em 2003 uma matéria satírica intitulada “48-hour internet outage plunges nation into productivity” (‘Apagão de 48-horas na internet mergulha nação em surto de produtividade’, na tradução livre). Na paródia, empresas não tiveram outra saída — diante da parada da internet — senão produzir como nunca antes fizeram, desde que a grande rede se tornou ubíqua em escritórios.

O Globo

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Diversos

Brasileiro fica mais tempo na internet do que vendo TV, diz pesquisa

O brasileiro passa mais tempo navegando na internet do que assistindo à televisão ou ouvindo o rádio, conforme constatou pesquisa encomendada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), divulgada nesta sexta-feira, 7.

Segundo o levantamento realizado pelo Ibope, a média de uso de internet de segunda a sexta-feira é de três horas e trinta e nove minutos, mais que o tempo dedicado à televisão (três horas e vinte nove minutos), ao rádio (três horas e sete minutos) e aos jornais impressos (uma hora e cinco minutos).

O Ibope ouviu 18.312 pessoas em 848 municípios entre os dias 12 de outubro e 6 de novembro de 2013, para coletar os dados que compõem a “Pesquisa brasileira de mídia 2014 – Hábitos de consumo de mídia pela população brasileira”. De acordo com o governo, o objetivo é subsidiar a elaboração da política de comunicação do Executivo federal.

A média de uso de internet sobe para três horas e quarenta e três minutos nos finais de semana, mais que o tempo dedicado à televisão (três horas e trinta e dois minutos) e ao rádio (três horas). A pesquisa não informa o tempo dedicado à leitura de jornais impressos nos finais de semana.

Segundo a sondagem, apesar dos usuários de internet passarem mais tempo na web do que os usuários de televisão passam assistindo a programas na telinha, a capilaridade da TV é muito maior que a da internet nos lares brasileiros: apenas 3% dos entrevistados afirmaram não assistir nunca televisão. No caso da internet, 53% dos entrevistados afirmaram não ter o hábito de acessar a rede mundial de computadores.

Estadão

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Diversos

Página criada para cobrar dívida faz sucesso na internet e triplica o número de acessos

6vj9104h9n_1thom87w04_file A página do Facebook “A grana que me devem”, criada pelo publicitário Felipe Ferreira da Cunha, 27 anos, triplicou de curtidas após a divulgação do trabalho no portal R7 DF. Com a intenção de receber uma dívida de R$ 460 de uma moça, ele definiu a página como: “Inadimplência, falta de consideração com o próximo, acordos não cumpridos… Essa página mostra a triste saga de um jovem morador de Brasília, que luta para receber uma graninha (pouca, mas que faz falta) que devem a ele.”

A dívida era referente às despesas de hotel e passagens de uma viagem que ele fez com ela a Curitiba (PR). O combinado era que ela pagasse a fatura do cartão de crédito, mas, até hoje, nada de dinheiro.

Devido ao sucesso da página, Felipe Cunha teve que criar um termo de uso para página e destiná-la a compartilhamento de experiências semelhantes.

— Me perguntaram se eu penso em ganhar dinheiro com a página, mas na verdade eu estou preocupado em torná-la um meio de troca de experiências e principalmente de humor.

O publicitário disse que ainda está avaliando se pretende dar continuidade a publicação de novos posts. Por enquanto a página tem recebido mensagens de aprovação e de ódio também. Mas todas são moderadas pelo criador.

— Recebi comentário de ódio de um cara e muitos outros de apoio. É lógico que vou moderar os comentários e depois avaliar como vou tocar a página.

R7

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Tecnologia

Conexão de internet no Brasil é mais lenta que no Iraque e Cazaquistão; veja ranking

Ranking-de-paises-por-velocidade-de-internet-size-575O Brasil caiu, pela terceira vez consecutiva, no ranking de velocidade média de conexões de internet divulgado pela empresa de internet americana Akamai. Segundo o estudo publicado nesta terça-feira, os brasileiros acessaram a internet com uma velocidade de 2,7 megabits por segundo (Mbps) no 3º trimestre de 2013. O resultado coloca o país na 84ª posição do ranking, que considerou 140 países. No 1º trimestre do ano passado, o Brasil estava no 73º lugar.

Com esta velocidade média, o Brasil fica atrás de países como a Turquia (4 Mbps), Cazaquistão (3,5 Mbps) e Iraque (3,1 Mbps). A posição do Brasil também é pior que a da maioria dos vizinhos da América do Sul analisados no estudo. O Equador, país latino-americano com melhor posição no ranking global, registrou velocidade média de 3,6 Mbps no período. Chile, Colômbia e Argentina também têm conexões de internet mais velozes que o Brasil.

“O Brasil ainda está na fase de inclusão digital, com o número de conexões aumentando a cada trimestre. A maioria delas tem velocidade baixa, o que faz o país cair no ranking global”, explica Jonas Silva, diretor de canais e programas para América Latina da Akamai. A empresa analisou as conexões de 34,2 milhões de endereços IP únicos usados para acessar a internet no Brasil no 3º trimestre de 2013 – 30% a mais que no 1º trimestre do ano passado.

Outros países emergentes também enfrentam fenômeno semelhante, já que o número de conexões nesses países cresce continuamente, mas a velocidade é, em geral, baixa. No estudo da Akamai, a China ficou em 75º lugar, com velocidade média de 2,9 Mbps no terceiro trimestre. A Índia ficou bem atrás do Brasil, no 123º lugar, com conexão de internet de apenas 1,1 Mbps.

Para elaborar o estudo, a equipe da Akamai analisa os acessos a sua plataforma de entrega de conteúdo, que a empresa afirma representar entre 20% e 30% do tráfego de internet global. Para o ranking de 2013, a empresa considerou 140 dos 239 países onde atua. Somente os países que possuem mais de 25 mil endereços IP únicos acessando a internet por meio da plataforma da Akamai são considerados pelo estudo.

Internet mais veloz cresce – De acordo com o estudo da Akamai, apenas 20% das conexões de internet no Brasil possuem velocidade entre 4 Mbps e 10 Mbps. Quando se trata das conexões mais rápidas, com velocidade acima de 10 Mbps, a fatia é ainda menor: apenas 0,9% da amostra considerada pela empresa. Os outros 79% da amostra são formados por conexões de baixa velocidade, abaixo de 4 Mbps.

O número de conexões de internet mais velozes tem aumentado rapidamente no país, o que pode contribuir para melhorar a posição do Brasil nos próximos anos. Segundo a Akamai, a quantidade de conexões de internet acima de 10 Mbps cresceu 61% e as conexões com velocidade entre 4 Mbps e 10 Mbps aumentaram 65%, no período de um ano.

“As operadoras querem que os usuários contratem conexões mais rápidas para que elas possam oferecer outros serviços, como pacotes de TV pela internet. Os preços estão caindo e a tendência é que, no futuro, mais pessoas utilizem conexões de internet mais rápidas”, diz Silva, da Akamai. “O Brasil vai parar de cair no ranking em algum momento no futuro.”

Internet no celular – Além das conexões de banda larga fixa, a Akamai também estuda a velocidade da internet móvel no Brasil. Segundo o relatório, que considera os acessos por meio de redes 3G e 4G, os brasileiros acessaram a web no celular com velocidade média de apenas 1,7 Mbps no terceiro trimestre de 2013. Embora seja baixa, a velocidade média coloca o Brasil na liderança entre os países da América Latina, junto com Chile e Uruguai.

De acordo com a empresa, a baixa velocidade da banda larga móvel faz o brasileiro esperar em média 12 segundos para que uma página de web seja carregada por completo no celular. No caso do computador, o brasileiro precisa esperar, em média, seis segundos para ver uma página de web.

VEJA

Opinião dos leitores

  1. Isso é fruto do modelo de privatização que foi adotado no governo do PSDB onde os amigos do rei, digo sociólogo, ganharam rios de dinheiro comprando o patrimônio público a preço vil sem que se exigisse um plano de metas, simplesmente se vendia aos amigos e ponto final.

  2. Se essa "qualidade" de serviço fosse nos anos 90, a culpa seria pelo serviço se oferecido pelo governo, como era a Telefonia. Porém todas são empresas são privadas e como falta a devida fiscalização quanto ao serviço é essa porcaria que temos.
    E toda e qualquer "melhoria" vem com aumento de preço nos planos.
    Nossa telefonia móvel é uma piada de muito mal gosto e a internet vai no pacote.
    No Brasil povo e consumidor que se vire pra sobreviver….

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Diversos

Operadoras "capricham" no sinal da internet e serviço nas praias do RN é de "lua"

ÍndiceCampeãs de reclamações, as operadoras de celular resolveram “caprichar” na chegada do verão, e estão “presenteando” seus clientes, principalmente, nas praias do RN, do litoral norte ao sul, com suas coberturas, especificamente, na internet. Nas redes sociais, na conversa entre amigos, em qualquer local, vários são os relatos de indignação sobre a cobertura do serviço. Não escapa uma! OI, Vivo, TIM, Claro, nenhuma!

Certo de que não se pode generalizar e citar todas elas no pacote (em todas as praias), porém, quem precisou da internet para o lazer, trabalho, desde o fim de 2013, e seguindo em 2014, não se cansa de reclamar.

Usar internet em praias como Tabatinga, Pirangi, Cotovelo, Pitangui, Muriú , Jacumã, quem tem operadora A consegue o acesso, quem tem operadora B, sofre com as quedas de sinais, ou mesmo, com eles sempre fracos e tirando muita gente do sério. De outras praias também chegam reclamações. O internauta do blog pode ajudar e também registrar a sua queixa em nossos comentários!

Opinião dos leitores

  1. Aqui em jacumã só funciona a Oi se eu sair de casa e ir para a varanda. Só estou com internet pq aqui em casa agora tem wi-fi na casa toda. Só não funciona a Oi para fazer ligação. Está zero sinal.

  2. Bom vou comentarde minha querida Maracajaú nao tem qualidade nenhuma de sinal de telecomunicações os populares ficam mendigando sinal realizar suas ligações

  3. Tenho um pacote de Internet da Oi, porém, não consigo acessar nada na praia de muriú. Qual seria melhor operadora que possa me dar melhor acesso de Internet na praia de muriú no RN?

  4. BOm. Estou aqui nesta data (07/2015) E continua o mesmo, alem doque, não são apenas as prais, basta ir a Parnamirim em várias regiões. A OI em Cajupiranga que fica quase no centro de Parnamirim – nem tente, sinal 0…

  5. Estou em búzios e minha mãe em pirangi, em búzios ainda funciona a Vivo, mas a claro não funciona em nenhum local, comprei o modem para ser usada na praia mas quebrei a cara, safadeza das operadoras

  6. Em Pirangi aconteceu algo inusitado.. Na beira da Praia o sinal estava NORMAL, ligações, internet, sms.. Mais na casa que eu estava nenhum serviço era usufruído! Mesmo tendo pagando mais caro por planos da CLARO.

  7. Passei o fim de ano na praia de Pirangi, e a CLARO, TIM e OI. Estavam caindo o sinal o tempo todo. A internet nem se fala.. pegava 5 minutos e só carregava de novo horas depois.

  8. Na praia de Muriu o 3G da Tim está muito bom. Inclusive melhor que em Natal. Porém Oi, Vivo e Claro horríveis.

  9. Como todas as 4 operadoras sao EMPRESAS GRANDES, ninguem faz nada, se fosse uma EMPRESA PEQUENA o diretor do PROCON amanha multava, e MANDAVA FECHAR. Viva o PROCON!!!!!!

  10. Em Tibau, o pacote de dados da TIM e OI não funciona desde o natal, isso não é só no litoral norte, desrespeito generalizado

  11. Em Pirangi, posso afirmar que TIM, Claro e Oi dão horríveis. Tanto pra internet, como para uma simples ligação.
    E a Promotoria do Consumidor continua omissa. Todo ano em janeiro é esse congestionamento nas operadoras. Ninguém faz nada …

  12. Estava em pipa e a TIM nao funcionou de jeito nenhum a internet. La só prestava a da VIVO. Isso é uma vergonha, os juízes nas causas contra as operadoras só dão indenizacao de R$ 500,00 e R$ 1.000,00 , pra elas ainda eh lucro. Queria ver se desse uma lapada de 50.000, 100.000 num instante eles aprendiam.

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Diversos

Governo vai lançar portal para cidadão monitorar programas sociais, diz ministra

O governo federal disponibilizará, em janeiro, um portal que vai permitir à população monitorar os programas sociais – é o mesmo instrumento usado pela presidenta Dilma Rousseff e pela Casa Civil para fiscalizar as ações. Segundo a chefe da Casa Civil, ministra Gleisi Hoffmann, dos cerca de 40 programas monitorados atualmente, com mapas referenciados, três estarão no portal a partir do próximo mês: Mais Médicos, Minha Casa, Minha Vida e Desastres Naturais.

“Queremos esses programas disponíveis agora em janeiro porque é importante a população nos ajudar a fiscalizar e acompanhar os programas”, disse Gleisi hoje (27), durante café da manhã oferecido aos jornalistas no Palácio do Planalto. A ministra ressaltou que muitos dados estão no Portal da Transparência e no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), mas nem sempre de uma forma gerencial, que permita à população ajudar na fiscalização.

O sistema disponibilizado traz um mapa do país com pontos marcados em cada município onde os programas são executados e dá uma visão geral na qual o cidadão poderá selecionar um local para mais detalhamento. Segundo Gleisi, no Programa Mais Médicos, será possível obter o número de profissionais com nome e dados de cada um, bem como do tutor responsável, além de um mapa com a localização da unidade de saúde onde eles atendem. As informações são atualizadas a cada envio de profissionais.

No Minha Casa, Minha Vida, serão disponibilizados dados de todos os empreendimentos registrados, os nomes das construtoras, a data de início e término das obras e o número de unidades. O cidadão também poderá acessar fotos das obras.

De acordo com a ministra, o sistema com dados sobre desastres naturais ainda precisa ser mais bem estruturado porque muitos dados de estados e municípios que chegam desencontrados ao sistema. Quando [o sistema] estiver pronto, será uma ferramenta importante, sobretudo para a população das áreas atingidas. Gleisi disse que será possível saber quais obras estão sendo liberadas por município, quais já têm recursos e quais municípios foram mapeados para prevenção de riscos de deslizamento e enchentes.

Atualmente, 538 municípios do país estão mapeados e com pluviômetros instalados. A meta, até o fim de 2014, é que o número ultrapasse 800. Nas duas últimas semanas, as consequências das fortes chuvas nos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo resultaram em mais de 40 mortes e desalojamento de milhares de pessoas.

Agência Brasil

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Diversos

Trabalhador poderá consultar extrato do FGTS dos últimos 25 anos na internet

Trabalhadores podem gerar e visualizar extratos do FGTS dos últimos 25 anos em uma ferramenta recém-lançada pela Caixa Econômica Federal.

O sistema permite consultar, pela internet, o extrato dos lançamentos desde o início dos anos 1990, quando ocorreu a centralização das contas do FGTS no banco.

Antes da mudança, estavam disponíveis apenas os últimos seis registros. Além do extrato, haverá opções de atualização de endereço, extrato por e-mail e serviços no celular.

O sistema está disponível nos links www.caixa.gov.br e www.fgts.gov.br.

Para ter acesso às informações, é preciso cadastrar uma senha, informar o número do PIS e aceitar um termo de cadastramento.

“Estimamos que deverão ocorrer mais de 2 milhões de acessos ao novo serviço até o final de 2013”, disse o gerente nacional do FGTS da Caixa, Henrique José Santana, em comunicado à imprensa.

Segundo a Caixa, nos últimos 12 meses mais de 25 milhões de trabalhadores acessaram os serviços eletrônicos do FGTS.

Os extratos também podem ser consultados nos terminais de autoatendimento.

Folha

Opinião dos leitores

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Diversos

EXPOSIÇÃO VIRTUAL: Revista Época e uma excelente reportagem sobre sexo, chantagem e internet

As estudantes Giana Laura, de 16 anos, e Júlia Rebeca, de 17 anos, nunca se conheceram. Separadas pela extensão geográfica do país – Giana em Veranópolis, Rio Grande do Sul, e Júlia em Parnaíba, litoral do Piauí –, suas histórias se cruzaram nas manchetes da imprensa, por causa de um desfecho trágico. Com apenas quatro dias de diferença, as duas jovens se mataram, pela mesmíssima razão. Elas haviam descoberto que imagens íntimas delas, compartilhadas com pessoas em quem confiavam, se multiplicavam pela internet. Envergonhadas e desesperadas, totalmente inexperientes, decidiram fugir de uma situação que lhes parecia intolerável. Ao escolher o suicídio, tornaram-se vítimas, mais um par de vítimas, de um perigo assustadoramente próximo da nova geração: a exposição excessiva na internet, e suas terríveis consequências.

As circunstâncias em que as imagens foram divulgadas ainda estão sob investigação. A polícia de Parnaíba apura como um vídeo de poucos segundos, em que Júlia aparece numa relação sexual com uma jovem e um rapaz, se difundiu num aplicativo de bate-papo usado em celulares, o WhatsApp. “É provável que ela mesma tenha compartilhado com alguns amigos num grupo do aplicativo”, afirma o delegado Rodrigo Moreira Rodrigues, da Delegacia Regional da Polícia Civil de Parnaíba. Em Veranópolis, a polícia suspeita que um amigo de 17 anos de Giana enviou a alguns colegas uma imagem da garota com os seios desnudos, capturada por webcam numa conversa entre eles, há seis meses.

As mortes de Giana e Júlia soam como tragédias repetidas. Casos semelhantes se sucedem em outros países. Nos Estados Unidos, Jesse Logan, de 18 anos, se suicidou, em 2008, depois que seu ex-namorado divulgou fotos nuas feitas por ela. No ano seguinte, Hope Witsell, de apenas 13 anos, tomou a mesma decisão quando fotos dela seminua foram divulgadas em sua escola, e ela virou alvo de bullying. Com o acesso quase universal a celulares e tablets, divulgar flagrantes de momentos privados é uma questão de poucos – e irresistíveis – cliques. Fotos que revelam o corpo e vídeos de momentos a dois são capturados por câmeras cada vez mais poderosas e enviados ao parceiro ou pretendente, como parte do jogo de sedução. Ou como prova de confiança. A prática, comum entre adolescentes no mundo inteiro, ganhou até nome: “sexting”, um neologismo formado pela mistura das palavras sexo e texting (o ato de mandar mensagens de texto pelo celular).

O sexting seria inofensivo não fosse por uma fatalidade estatística: muitas dessas imagens acabam divulgadas publicamente e viram motivo para linchamento moral. Algumas vítimas não suportam a humilhação e fazem o que fizeram Júlia e Giana. Quem resiste à brutal exposição e à torrente de piadas descreve a experiência como devastadora. “Ele tirou minha vida, não tenho mais vida. Não consigo sair, não consigo estudar, trabalhar”, disse ao programa Fantástico, da TV Globo, uma jovem de 19 anos de Goiânia conhecida como Fran. Ela acusa um ex-parceiro (ele nega) de ter divulgado no WhatsApp vídeos e fotos em que ela se expõe nua para ele, fazendo gestos alusivos a sexo. As imagens se espalharam pela internet e começaram a ser imitadas de forma jocosa até por pessoas famosas, sempre associadas ao nome da jovem. Fran disse que teve de deixar o emprego como vendedora de loja, afastou-se da faculdade e mudou de aparência, na tentativa de não ser mais reconhecida nas ruas.

O potencial de que novos casos se repitam é enorme. Parece quase impossível manter imagens íntimas a salvo do olhar público, uma vez que elas sejam feitas. Uma análise da Internet Watch Foundation sugere que, de todo o material feito de forma amadora e encontrado em sites, 88% fora distribuído sem o consentimento de seus autores. O vazamento pode ser até obra de hackers, que invadem arquivos digitais e espalham imagens por sites na internet. As celebridades costumam estar entre as principais vítimas. Em muitos casos, o perigo está onde menos se espera: os responsáveis pela divulgação têm a confiança da própria vítima. É o paquera cuja conquista decide exibir para amigos. Um ex-namorado ou ex-marido magoado, que torna públicas as lembranças de tempos mais felizes – e íntimos. As vítimas quase sempre são mulheres. Além de imagens, costumam ser divulgados o perfil em redes sociais, números de telefone e outras informações que permitem identificar onde a vítima mora. “É um desejo de onipotência do agressor”, diz o psicólogo José Leon Crochík, da Universidade de São Paulo. “Ao divulgar essas imagens, ele quer mostrar que domina o outro, que pode destruí-lo pela ridicularização.”

O vazamento de imagens é proporcional ao tamanho do fenômeno. Um levantamento da consultoria de tecnologia eCGlobal Solutions, com quase 2 mil brasileiros de mais de 18 anos, revela que 32% dos homens já enviaram fotos em que aparecem nus e 17% já mandaram vídeos. Entre as mulheres, 29% compartilharam imagens em que aparecem sem roupa, e 9% vídeos. Em 2012, o Portal Educacional entrevistou quase 4 mil estudantes com idades entre 14 e 17 anos. Entre eles, 6% afirmaram já ter mostrado partes íntimas do corpo para desconhecidos por meio da webcam ou ter aparecido nus ou seminus em fotos na rede. Apesar de a incidência entre jovens ser menor, ela é mais preocupante. “Eles têm mais dificuldades de medir consequências e são mais impulsivos”, afirma o psiquiatra Jairo Bouer, colunista de ÉPOCA. Por isso, há chances maiores de que o conteúdo do que fazem se torne público. Quem fez não teme divulgar, e quem recebe não mede as consequências destrutivas de distribuir. Ao mesmo tempo, as implicações de um escândalo desse tipo podem ser críticas para os jovens. O repertório emocional deles é limitado para lidar com a crueldade pública e a censura social, como as mortes de Júlia e Giana tristemente demonstram.

A popularização do sexting sugere uma mudança de comportamento. Em parte, ela é causada pela onipresença da tecnologia. Os jovens têm nas mãos, em tempo integral, um dispositivo que permite fazer registros e compartilhá-los imediatamente: o celular. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, jovens entre 10 e 17 anos lideram o aumento do uso de celulares no Brasil.  Na faixa entre 15 e 17 anos, 67,5% dos adolescentes têm um aparelho. Esses celulares têm programas (chamados de aplicativos) como o WhatsApp, que permitem transmitir imagens instantaneamente e sem custo para grupos ou pessoas determinadas. A popularidade desses aplicativos cresce entre os adolescentes. Eles fogem das redes sociais, cujo conteúdo fica explícito para centenas de amigos e para os pais. A maior rede social do mundo, o Facebook, já sentiu os efeitos dessa mudança demográfica. No começo do mês, executivos da empresa admitiram estar perdendo usuários jovens. Os aplicativos de bate-papo para onde os jovens migram, porém, dão a eles uma falsa sensação de segurança. De grupo em grupo, as imagens íntimas se espalham pela rede e se tornam dolorosamente públicas. Não é por acaso que os últimos escândalos de sexting começaram pelo WhatsApp. Quando tecnologias como o Google Glass, óculos-computador do Google, chegarem ao mercado, o impacto sobre a privacidade será ainda maior. Esse tipo de aparelho permite capturar imagens sem que quem seja filmado se dê conta da invasão. É muito mais difícil se proteger de um vídeo ou de uma foto indesejada.

Diante de um cenário tão alarmante, é de perguntar por que os jovens ainda se permitem fotografar e filmar em situações de intimidade. A resposta, terrivelmente simples, é que mostrar aspectos da vida cotidiana é parte da rotina diária deles. Em parte, isso é influenciado por celebridades como Pamela Anderson e Paris Hilton, cujos vídeos em cenas de sexo doméstico circularam na internet no início dos anos 2000. Eles glamorizaram uma situação que era, essencialmente, uma brutal exposição de intimidade. Desde então, as fronteiras entre o público e o privado se tornaram ainda mais borradas. “A nova geração entende a privacidade de uma maneira diferente”, diz a psicóloga Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. “Hoje você conhece o banheiro da casa deles pelas fotos que tiram no espelho. Seria uma exibição impensável décadas atrás.” Os autorretratos que dominam as redes sociais são conhecidos como “selfies”, palavra de origem inglesa que significa “próprio”. São tão populares que o termo foi incorporado em agosto à versão digital do dicionário Oxford – e, há duas semanas, escolhido pelos editores do dicionário como a palavra do ano.
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O fato de que muitos façam não significa que a sociedade seja compreensiva com quem cai na rede. A paulista G.N., de 28 anos, não pôde contar nem com o apoio da família quando o ex-namorado publicou fotos dela nua num perfil falso no Orkut, em 2006. “Eu passava o dia inteiro procurando minhas fotos e meus perfis falsos na internet”, diz G.N. As imagens haviam sido enviadas por ela durante o relacionamento à distância com um primo que morava na Itália e pedia provas de amor. Terminado o namoro, ele ainda mandou as fotos aos pais de G.N. pelo correio. Ela diz que eles não apoiaram sequer que ela denunciasse a violência e a culparam pelo vazamento das fotos. O problema nunca foi resolvido. Até hoje, G.N. esconde o rosto em redes sociais, para evitar ser identificada. Usa pseudônimo no crachá da empresa.

Vítimas de crimes, as mulheres expostas na internet não conseguem ver seus agressores punidos com rigor. “É difícil conseguir penas severas. Por isso, paira uma sensação de impunidade”, afirma Wanderson Castilho, presidente da E-NetSecurity, empresa de segurança da informação. São poucas as vítimas que aceitam passar por um processo judicial desgastante e levam a denúncia inicial adiante. Quando o fazem, esbarram na dificuldade de provar quem vazou as imagens. Foi o que aconteceu com a carioca M., hoje com 22 anos. Ela tinha 15 anos quando vídeos seus com conteúdo sexual foram parar na internet. M. foi vítima do ciúme da namorada de um ex-parceiro. A garota descobriu os vídeos íntimos que M. mandara a ele durante o relacionamento e a chantageou. M. não cedeu à pressão, e o vídeo foi parar nas mãos dos colegas de escola. Até hoje, sete anos depois, pode ser encontrado na internet, com direito à identificação, com nome e o bairro onde ela morava. M. chegou a registrar queixa na polícia. A denúncia não avançou porque ela não conseguiu provar que a garota era a responsável pelo vazamento. M. teve de se conformar em viver escondida sob um codinome. “Sinto falta de poder falar meu nome. Ele era lindo”, diz.
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Quatro projetos de lei que tramitam na Câmara dos Deputados tentam desfazer as ambiguidades das leis atuais que encobrem os agressores. Os projetos de autoria do deputado João Arruda (PMDB/PR) e da deputada Rosane Ferreira (PV/PR) pretendem alterar a Lei Maria da Penha, para incluir explicitamente como violência psicológica a divulgação não autorizada pela internet de imagens, dados, vídeos ou áudios íntimos. Os projetos de lei apresentados pelos deputados Eliene Lima (PSD/MT) e Romário (PSB/RJ) sugerem criar uma nova lei no Código Penal, para tornar crime específico a divulgação desse tipo de material. “Minha proposta prevê detenção e indenização por despesas decorrentes dos problemas causados, como a necessidade de troca de domicílio, escola, faculdade, emprego, tratamentos médicos”, diz Romário. Os projetos de lei aguardam parecer na Comissão de Seguridade Social e Família. Não há previsão de quando serão votados.
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Se, de um lado, é preciso punir com maior rigor os agressores, de outro é preciso aumentar a vigilância sobre o que cai na rede. Quem pode ajudar nessa tarefa são as empresas por trás dos grandes mecanismos de busca, das redes sociais e dos programas de bate-papo. No Brasil, não há uma lei específica sobre a responsabilidade de companhias como Facebook e Google pelos conteúdos criminosos que circulam em suas páginas. Mas elas podem responder na Justiça pelo conteúdo ilícito publicado por seus usuários – desde que sejam informadas desse conteúdo. Basta uma notificação extrajudicial ou um e-mail mandado por um canal de comunicação do site. A partir daí, o prazo para a remoção de imagens e textos é de 24 horas. Se a empresa não o fizer, pode virar ré em processo civil. Um dia, porém, é tempo mais que suficiente para causar um estrago irreversível na vida de gente normal. A velocidade com que as imagens e vídeos são compartilhados garante isso. A situação poderá piorar ainda mais para as vítimas se o Marco Civil da internet, em discussão no Congresso, submeter a retirada dos conteúdos a decisão judicial, como consta da última versão do texto. Isso transformaria a vida da vítima num inferno.

Ela teria de contratar um advogado e ir até um juiz para pedir a retirada. Demoraria ainda mais para que as imagens fossem bloqueadas. O texto também desobriga as empresas de guardar as informações de acesso dos usuários. Elas são fundamentais para localizar aqueles que, protegidos pelo anonimato, publicam fotos e imagens ilícitas. Os provedores conhecem o computador de origem, dia e hora de todas as postagens. Se as informações não forem armazenadas, a identificação dos criminosos e as provas do crime desaparecerão.

As empresas se dizem atentas aos crimes cometidos em suas redes e afirmam ter criado, nos últimos anos, campanhas e recursos técnicos para combater pornografia infantil, crimes de racismo e ameaças de morte. Afora esses casos, elas se recusam a controlar o que pode ou não pode ser publicado. “Lidar com conteúdo controverso é um dos maiores desafios que enfrentamos como empresa. Temos uma proibição clara relacionada à pornografia infantil e em outras áreas, mas determinar o que é ofensivo ou deixa de ser é mais complicado. O Google sempre tenderá a favorecer a liberdade de expressão”, afirma o Google por e-mail. O Facebook diz coisa semelhante: “Temos controles rígidos para remoção de conteúdos que violem nossas políticas, como nudez ou outro conteúdo de sugestão sexual, discurso de ódio, ameaças reais ou ataques diretos a um indivíduo ou grupo. O melhor caminho para que um conteúdo seja analisado e possivelmente removido é a denúncia pelos canais do Facebook. Toda denúncia submetida é analisada por nossa equipe”.

Para uma adolescente desesperada, pode não ser o suficiente. As redes sociais, que parecem aos jovens tão amigáveis, podem se converter, repentinamente, num ambiente hostil e insensível. Quando estranhos começam a marcar suas fotos no Facebook e a divulgá-las com insultos, os mecanismos de reprodução da internet demonstram sua enorme crueldade. Para lidar com uma situação desse tipo, pode-se ligar ou escrever para a empresa, mas provavelmente será tarde demais. Algum dano estará feito. É possível recorrer à lei para identificar e punir os agressores, mas talvez seja demorado, ou mesmo inútil. No fundo, a maneira mais segura de lidar com o risco de exposição na internet é evitar se expor em imagens potencialmente constrangedoras. No mundo ideal, não haveria problema em que um casal de namorados trocasse fotos nus ou se filmasse na intimidade. No mundo real, é possível que essas imagens sejam vistas pelos outros e acabem circulando nas redes, onde se transformarão em piada para estranhos sem escrúpulos. O lado seguro da calçada nem sempre é o mais divertido. Mas nele, com sorte, adolescentes como Giana e Júlia ainda estariam vivas.
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Revista Época (MARCELA BUSCATO E JÚLIA KORTE, COM CAMILA GUIMARÃES E ANA LUIZA CARDOSO)

Opinião dos leitores

  1. Não posso entender,muito menos aceitar ver em todas as páginas da Internet, vídeos e fotos de sexo explícito. Peço ajuda, para que isso seja retirado o mais rápido possível. Além de não querer ver isso,pois é podre,tenho crianças que usam esse computador. Tentei várias vezes excluir essa pouca vergonha,mas não consegui, Mais uma vez,solicito ajuda. Grata.

  2. As mulheres adoram exposição do corpo, querem mostrar as outras que são melhores.
    É da cabeça feminina. Adoram se expor de tudo que é jeito, depois ficam reclamando e morrendo.
    Veja bem ninguem vê fotos de homens nus na Internet, mais de mulheres tem aos milhares. E na natureza o corpo do macho é mais bonito.
    A mulher sabe que o seu grande e unico capital para consguir um parceiro e provedor é um rosto bonito e um corpo escultural que provoque desejo e atenção.

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Polícia

Mais um caso: Polícia investiga morte de adolescente após ex postar vídeo íntimo na internet

 11_57_23_817_fileUma adolescente de 16 anos se matou após descobrir que o ex-namorado divulgou fotos íntimas dela na internet. A polícia de Veranópolis, no interior do Rio Grande do Sul, ainda investiga o caso.

Apesar do nome dele aparecer nas fotos, outras pessoas podem ter postado as imagens e também serão responsabilizadas.

O rapaz teria copiado as fotos a partir de um bate-papo pela câmera do computador. A família entregou o computador e o celular da jovem à polícia.

Outro caso

No Piauí, a adolescente Júlia Rebeca de 14 anos foi encontrada morta no dia 10 de novembro. A polícia investiga a hipótese da adolescente ter se matado após aparecer em um vídeo íntimo compartilhado pela internet.

R7

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Tecnologia

Google lança projeto para acabar com censura na internet

imagem.phpEm uma conferência em Nova York, o Google revelou seu novo projeto para habilitar uma internet mais aberta e global, que se chama uProxy. O sistema, que funciona como uma extensão para o Chrome e o Firefox permite burlar bloqueios de conteúdo por região utilizando conexões internacionais confiáveis.

Por exemplo, se algum iraniano tentar acessar um dos sites bloqueados no país como o YouTube, naturalmente não irá conseguir. Contudo, se ele tiver um amigo no Brasil ou Estados Unidos, ele pode entrar em contato com estas pessoas para que elas habilitem o uProxy. Assim, o iraniano pode se conectar à internet e acessar a rede por meio da internet do amigo.

O sistema funciona como uma VPN personalizado e muito fácil de usar. A intenção é que ele seja acessível ao grande público. “Dois cliques para ultrapassar as barreiras de um regime opressor”, afirma Yasmin Green, diretora do Google Ideas. Ela também lembra que o uProxy não anonimiza o tráfego tal qual faz o Tor.

Obviamente o serviço não seria restrito apenas a pessoas em países onde a internet é censura. O uProxy também poderia ser usado para fins mais triviais como burlar o bloqueio de região de um vídeo no YouTube, ou driblar o firewall da empresa em que você trabalha (embora isso não seja recomendado).

Por enquanto, o serviço ainda não foi lançado, mas seus desenvolvedores (a Universidade de Washington e a empresa Brave New Software) já abriram um beta restrito para que usuários possam testá-lo e aprimorá-lo ao máximo.

Para se registrar e tentar fazer parte da fase beta, basta se registrar no site oficial do serviço.

Olhar Digital – UOL

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Tecnologia

Crime? Mais de 7 milhões de brasileiros compartilham internet com os vizinhos

seguranca-internet-1358952356619_300x300 (1)No mês de junho, o instituto de pesquisas Data Popular ouviu 2.000 pessoas em 100 cidades no Brasil e descobriu que cerca de 7,1 milhões de brasileiros usam Internet por meio da conexão dos vizinhos.

Internautas da classe média são os que mais usam a internet dos outros moradores do bairro, com 10% de participação nos acessos “gato”, enquanto as classes alta e baixa corespondem a 4% cada. O estudo também indica que a prática de compartilhar a internet com vizinhos é mais comum em usuários com assinatura de pacotes com velocidades maiores.

O assunto está em destaque porque o Tribunal Regional Federal da 1ª Região negou na semana passada um recurso apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF) que caracterizava o compartilhamento de sinal de internet como crime. Segundo a decisão do TRF, que foi unânime, o compartilhamento e a retransmissão não configuram atividades clandestinas de telecomunicações, mas ainda cabe recurso.

O MPF alega que essa prática é uma “atividade de telecomunicação” e repassá-la a terceiros é exploração clandestina da atividade. Interpretado dessa forma, o compartilhamento da internet caracteriza infração da Lei Geral das Telecomunicações (lei nº 9.472/1997), que pode resultar em pena de dois a quatro anos aos infratores, podendo ser aumentada em até 50% caso haja dano a terceiros, além de multa de R$ 10 mil. Em resposta ao recurso do MPF, o TRF disse que considera o ato um “serviço de valor adicionado”.

Canal Tech

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Diversos

Alerta: Eike Batista, Neymar e Juliana Pes estão entre as celebridades mais 'perigosas' da internet

images fotos-juliana-paes-fotos-16 EIKE_BATISTA_(crop)O que teriam em comum Avril Lavigne, Eike Batista, Jon Hamm e Neymar? Segundo a empresa de soluções de segurança McAfee, pertencente à Intel, eles estão entre as celebridades consideradas as mais “perigosas” da internet — em outras palavras, é relativamente alta a probabilidade de, ao clicar num link com seus nomes, o usuário chegar a algum tipo de código malicioso e infectar seu PC ou gadget.

De acordo com estudo da McAfee, a lista internacional das celebridades mais “inseguras” da rede é quase toda feminina, composta em sua maioria de cantoras e atrizes. Este ano, o nome mais utilizado para golpes de phishing, scams e malware em geral é o da atriz Lily Collins, que fez filmes como “Um sonho possível”, “Espelho, espelho meu”, “Padre” e “Os instrumentos mortais: Cidade dos Ossos”. A busca pelo nome de Lily associado a fotos nuas ou downloads gratuitos, entre outros temas, gerou uma probabilidade de mais de 14,5% de encontrar vírus e congêneres, segundo o McAfee Site Advisor, serviço que verifica a reputação de páginas web. Em segundo lugar, está a cantora Avril Lavigne, com 12,7%, e em terceiro a atriz Sandra Bullock, com 10,8%. Na quarta posição, está a atriz e comediante Kathy Griffin, com 10,6%.

Depois da atriz Zoe Saldana, de “Avatar” e “Star Trek”, que aparece na lista em quinto lugar, com 10,5% de probabilidades de ser associada a malwares, aparecem em sexto e sétimo, respectivamente, as cantoras Katy Perry e Britney Spears, com cotações de 10,4% e 10,1% de risco. Na oitava posição surge o único homem do ranking Top 10: o ator Jon Hamm, que interpreta o publicitário Don Draper no seriado “Mad men”. Segundo a McAfee, os músicos são nomes tão procurados pelos criminosos digitais que há mais 14 deles até a lista chegar à posição 50.

No Brasil, existe um certo equilíbrio entre masculino e feminino na pesquisa. As atrizes Juliana Paes e Claudia Abreu lideram a lista dos nomes de celebridades mais utilizados em golpes on-line contra usuários desavisados. Juliana apresenta 12,2% e Claudia, 11% de risco. Modelos também estão na mira dos crackers, como Adriana Lima (9,9%, em terceiro lugar), Alessandra Ambrósio (6,8%, em sexto) e Gisele Bündchen (4,5%, na décima colocação). Mas os esportistas também figuram no ranking: em quarto, está o jogador de vôlei Giba (8,6%), e em quinto, o jogador de futebol Neymar (7%).

Na oitava colocação, está o nome do empresário Eike Batista, com 5,6% de risco, e na nona, o ator e comediane Fábio Porchat, com 5,4%.

Comentando o estudo, a diretora de Pesquisas de Segurança da Web da empresa, Paula Greves, afirmou que o imediatismo na procura por novidades e vídeos sobre pessoas famosas pode levar a situações de furto de dados pessoais. As dicas da McAfee a lidar com buscas sobre celebridades na grande rede são tomar especial cuidado com o oferecimento de downloads gratuitos, ou com mensagens que exijam o download de qualquer arquivo antes de mostrar seu conteúdo. O ideal é dar preferência a sites idôneos e já conhecidos ao pesquisar sobre os famosos — além de estar com os programas do computador e os apps do smartphone em dia, especialmente a solução antivírus.

O Globo

Opinião dos leitores

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