Damares Alves quer vetar filme da Netflix acusado de sexualizar crianças

Foto: Reprodução/Youtube

Damares Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, afirmou hoje no Twitter que está estudando medidas contra “Lindinhas” (“Cuties”, em inglês), produção francesa da Netflix acusada de sexualizar crianças.

Em resposta a um seguidor, ela afirmou: “Não vamos ficar de braços cruzados. Deixa comigo”.

A ministra também compartilhou uma notícia que ela já acionou os assessores jurídicos do governo para impedir a exibição da obra na Netflix Brasil.

Em vídeo promocional, a diretora Maïmouna Doucouré explica que o filme é justamente uma crítica à sexualização de crianças em nome de uma suposta liberdade sexual.

“Eu conversei com centenas de pré-adolescentes para entender como elas se relacionavam com sua feminilidade hoje em dia. Essas garotas veem que, quanto mais a mulher é sexualizada nas redes sociais, mais bem-sucedida ela é. E sim, isso é perigoso.”

À revista Variety, um porta-voz da Netflix disse o mesmo:

“‘Cuties’ é uma crítica social à sexualização de crianças. É um filme premiado, com uma história poderosa sobre a pressão que jovens meninas sofrem das redes sociais e da sociedade em geral enquanto crescem — e encorajamos qualquer pessoa que se importa com este tema fundamental a assistir ao filme.”

Com informações do Universa – UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ANDERSON disse:

    DEUS TE ABENÇOE E PROTEJA, DAMARES!!

    AOS QUE CRITICAM ESTA MULHER, SUGIRO ASSISTIR A TÃO FALADA REUNIÃO MINISTERIAL, A QUAL SÉRGIO MORO FEZ QUESTÃO. MULHER DE CORAGEM! COLOCA MUITO MARMANJO NA SOLA DE SEU SALTO. Antes de falar abobrinha, busque conhecer um pouco da mencionada senhora. Ah! Deixa a política de lado, ela é tóxica.

  2. Célio Aquino disse:

    Jair Bolsonaro sendo jocoso sexualmente com uma criança de 10 anos numa LIVE ela SILENCIA. SÍNICA

  3. Barba disse:

    Owww falso moralismo dos cabeças de touro são incríveis!

  4. Chicó disse:

    Quem já viu cenas desse filme sabe o quanto é absurdo e repugnante !!!

  5. Fabio Lima disse:

    Manda internar essa maluca censura nunca mais.

    • manezinho disse:

      Existe uma diferença grande entre limite da censura e estímulo a pedofilia. Creio que ela tenha razao, nao se pode usar da liberdade de expressao para cultivar algo que parece ter objetivos espurios. Acho estranho que alguns nao sejam capazes de enxergar isso.. estao compactuando com a sexualizacao de crianças nestes comentarios com qual objetivo?

Cristian Cravinhos quer R$ 500 mil de indenização por uso da imagem pelas gigantes de streaming Netflix, Amazon e Medialand

Foto: Reprodução

Cristian Cravinhos de Paula e Silva, condenado há mais de 38 anos de prisão pelas mortes de Manfred e Marísia von Richthofen a mando da filha do casal, Suzane von Richthofen, em 2002, entrou na Justiça contra uma produtora e três empresas gigantes de streaming e pede indenização por dano moral e uso indevido da imagem de R$ 500 mil.

De acordo com o advogado Valdir Rodrigues de Sá, o episódio dois da série Investigação Criminal, que retrata casos policiais de repercussão nacional, tem que sair do ar porque Cristian nunca foi perguntado ou permitiu o uso de sua imagem no programa.

“Mesmo que ele tenha praticado o crime, não precisa ser lembrado por isso. Ele já pagou a pena e foi até colocado em liberdade. Voltou a ser preso numa outra situação. O direito ao esquecimento prevê que a pessoa não seja lembrada por aquilo que fez. Se não, vira uma pena perpétua. Como viver assim em sociedade? Não é justo”, afirmou o advogado ao R7.

Segundo o processo, há mais de oito anos as empresas lucram com a venda do episódio: “De forma irresponsável, lucram às custas de pessoas que sofrem com essas desgraças e acham isso totalmente normal. Enquanto elas lucram, ele vive a dura realidade de ser eternamente lembrado por um fato que já foi punido. Trata-se de violação ao direito de imagem, direito personalíssimo, que somente o titular pode dispor”.

O advogado destaca que o conteúdo não é público, apesar da repercussão do caso no Brasil, porque os assinantes precisam pagar para assistir ao episódio: “Nós pedimos R$ 500 mil, mas o valor vai depender dos tribunais. A gente não acha certo eles enriquecerem ilicitamente com a imagem das pessoas. É cobrada uma taxa mensal do assinante”, argumentou Valdir de Sá.

Cristian Cravinhos está preso na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, depois de tentar subornar policiais ao ser flagrado em um bar em Sorocaba, também no interior do estado, em 2018. Ele foi condenado a quatro anos e 8 meses de prisão em regime fechado por corrupção ativa.

A ação judicial é contra a produtora Medialand, que fez a série, e contra a Netflix, a Amazon e a Looke, que comercializaram o conteúdo por streaming.

“A Netflix tirou do ar o episódio provavelmente por causa dos processos”, garantiu o defensor de Cristian.

No processo, é solicitada a interrupção da exibição do episódio até o desfecho final da ação judicial, sob pena de multa diária de R$ 5 mil. Mas o pedido liminar foi negado pela Justiça.

A série

Cristian Cravinhos foi processado e condenado em 2006 por homicídio qualificado do casal von Richthofen, assim como o irmão Daniel Cravinhos e Suzane. O crime foi em 30 de outubro de 2002.

Em 2012, a Medialand estreou a exibição da 1ª temporada da série que conta todo o assassinato, investigação e outros aspectos da história. Em 2018, os direitos de exibição foram adquiridos pela Netflix, que divulgou o conteúdo até fevereiro deste ano.

Segundo o advogado, a produtora utilizou cerca de doze imagens de Cristian sem permissão. “O Inciso X do artigo 5º da Constituição Federal protege o direito de imagem e fala que a violação deste direito é passível de reparação. Neste caso, o direito de imagem e da privacidade foi amplamente violado, devendo as empresas arcarem com danos morais e materiais”, escreveu.

Valdir Rodrigues de Sá alega ainda na ação judicial que Cristian não tem condições de pagar as despesas referentes ao processo, “necessitando da justiça gratuita.”

Netflix

A empresa se manifestou durante o processo e alegou que a série retrata “em formato de documentário jornalístico, diversos casos policiais que alcançaram considerável interesse público pelas circunstâncias em que ocorreram e pela cobertura midiática expressiva ocorrida”.

A Netflix destacou que a série tem sete temporadas em exibição na plataforma de streaming de casos como o de Isabella Nardoni, do Maníaco do Parque e do menino João Hélio.

A história é contada a partir de imagens divulgadas pela imprensa da época e de depoimentos de pessoas envolvidas no caso. A empresa ressaltou o uso de uma única imagem de Cristian que foi cedida pela Polícia Civil.

Medialand

A produtora, por sua vez, alegou no processo que “é mais do que evidente a improcedência do pedido, sobretudo porque a liberdade de expressão, artística e de informação, bem como o direito à memória, constituem alguns dos pilares do Estado Democrático de Direito, devendo prevalecer sobre os direitos individuais alegados pelo requerente”.

A empresa também citou que o escritório de advocacia que defende Cristian já moveu outras ações similares: “Coincidência ou não, trata-se na expressiva maioria dos casos de iniciativa patrocinada pelos mesmos advogados que, apresentando petições iniciais exatamente iguais, também já pleitearam a remoção do conteúdo e indenização em valores vultosos”.

Amazon

A empresa ressaltou, no processo, que os oito episódios iniciais da série “retratam diversos casos policiais de grande repercussão e que a autorização para uso de imagem para este fim específico não é necessária, por retratar um fato de interesse público, como é o caso Richthofen.”

Todas as empresas citadas na ação judicial foram procuradas pela reportagem, mas não se manifestaram até a publicação.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maciel disse:

    Dano moral para quem não tem moral, vai que cola!!!

  2. aof disse:

    Carta pra dois, "Eleitor".

  3. ELEITOR disse:

    Com Pena capital já teríamos resolvido estes absurdos !

  4. CNN disse:

    Bandido sem cura

  5. Maria Bernardes disse:

    Assassino e cheio de direitos….!
    Tinha que ser no país da impunidade BRASIL.

  6. Pepe disse:

    500 anos de cadeia ????!!!!!

Netflix doa R$ 5 milhões para ajudar trabalhadores do audiovisual no Brasil

Foto: Getty Images

A Netflix doou R$ 5 milhões para um fundo emergencial em apoio aos trabalhadores do audiovisual afetados pela pandemia de Covid-19 no Brasil.

O fundo será administrado pelo Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros (ICAB) e ajudará até 5 mil pessoas. Profissionais como produtores, assistentes, coordenadores, técnicos e operadores de diferentes departamentos de produção como câmera, áudio, arte, maquiagem, figurino, cenografia, logística, entre outros, que em sua maioria recebem por semana ou trabalham sem contratos garantidos, serão elegíveis para solicitar o benefício, um único depósito no valor do salário mínimo, R$ 1.045.

De acordo com a Netflix, a doação para o ICAB faz parte do fundo de US$ 100 milhões anunciado em março para apoiar os trabalhadores do audiovisual em países como o Brasil, onde a companhia tem uma grande base de produção. Em comunicado oficial, a empresa reforçou que a quantia “é um complemento ao pagamento de cachês que foram feitos às equipes e atores das nossas produções originais no país”.

Os profissionais podem se inscrever por meio de um formulário online na página do ICAB (icabrasil.org) a partir de 28 de abril,. Um comitê, composto por membros do ICAB, da BRAVI e da Netflix, vai revisar cada inscrição e determinar quem pode receber os recursos em até 10 dias. As inscrições poderão ser feitas por dois meses ou até que os recursos do fundo se esgotem.

“Estamos gratos em trabalhar com o ICAB para apoiar aqueles trabalhadores da produção de filme e televisão que foram os mais atingidos no Brasil. A comunidade criativa brasileira sempre recebeu muito bem a Netflix e agora queremos fazer nossa parte para ajudar quem precisa de apoio neste momento sem precedentes que vivemos”, declarou o vice-presidente de produções originais para América Latina da Netflix, Francisco Ramos.

Diretor executivo do ICAB, Mauro Garcia aproveitou para convocar outros nomes do setor a contribuir para o fundo. “O Instituto, que traz em seu DNA a preocupação com o bem estar dos profissionais, não podia deixar de agir no momento em que essas pessoas mais precisam, por isso estamos muito felizes com esta parceria com a Netflix. Também queremos convocar outros membros da indústria audiovisual para contribuir e aumentar os recursos que visam exclusivamente apoiar aqueles que são uma parte fundamental da produção audiovisual brasileira”.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Disruptiva por excelência, pode-se afirmar que depois da Netflix ninguém jamais viu cinema como antigamente.

VÍDEO: Potiguar é selecionado para participar de reality show da Netflix – The Circle

O natalense Raphael Dumaresq, de 24 anos, foi selecionado para participar do reality show da Netflix Brasil – The Circle. O anúncio foi feito nessa quinta-feira (27) nas redes sociais do jovem e da atriz e apresentadora Giovanna Ewbank, que comandará o programa.

O reality consiste na conquista de popularidade dos participantes através de uma rede social própria, o “Circle”. Eles postarão fotos e terão interações virtuais, sem se encontrar pessoalmente. “Me sinto muito grato de ter a oportunidade de estar dentro do Circle e poder mostrar tudo aquilo que explode dentro de mim. Minha arte, minha resistências. Venham junto comigo viver isso tudo!!!! Circle enviar!”, disse o potiguar Raphael Dumaresq no Instagram.

Foto: Reprodução/Instagram

O vencedor será quem conquistar o título de “digital influencer” e receberá um prêmio de R$ 300 mil.

The Circle Brasil estreia no dia 11 de março na Netflix. uma das plataformas de streaming mais conhecidas do mundo.

Veja chamada abaixo:

Netflix recorre ao STF para voltar a exibir especial do Porta dos Fundos

Foto: Reprodução/Netflix

A Netflix Entretenimento Brasil Ltda entrou nesta quinta-feira (9) com um recurso no STF (Supremo Tribunal Federal) para derrubar decisão de um desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que suspendeu a veiculação do especial de Natal produzido pelo Porta dos Fundos.

A empresa alegou que houve “censura judicial” na decisão do desembargador Benedicto que proibiu a divulgação do programa humorístico do Porta dos Fundos que retratava Jesus Cristo como homossexual.

Esse programa causou forte polêmica pública e, pouco antes da virada do ano, a sede da produtora foi alvo de um ataque com coquetel molotov.

O desembargador do Rio havia destacado em sua decisão que a exibição do especial do Porta dos Fundos poderia causar mais danos à sociedade brasileira, que é majoritariamente cristã, se continuasse sendo exibido.

No recurso, com pedido de liminar, a Netflix afirmou que a Constituição Federal veda quaisquer formas de censura e restrições não previstas à liberdade de expressão. Há diversos casos julgados pela corte que destacam esse princípio, citou a defesa da empresa.

“A decisão proferida pelo TJ-RJ tem efeito equivalente ao da bomba utilizada no atentado terrorista à sede do Porta dos Fundos: silencia por meio do medo e da intimidação”, disseram os advogados da empresa no pedido ao STF.

O recurso terá como relator o minisro Gilmar Mendes, mas, durante o recesso do Judiciário, uma decisão caberá ao presidente da corte de plantão. No momento, Dias Toffoli conduz a corte.

Reuters

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Edson Barbosa de Oliveira disse:

    Respeito é bom e todos gostam…

  2. Bento disse:

    Brincam zombam debocham con a fé dos cristãos.
    O STF lavou as mãos em nome da censura.
    E eles riem mais uma vez debocham zombam e brincam.
    Essa vitoria que tiveram já estava escrito e será a ratificação para um pedido de perdão em público por estes ateus
    P mal por si se destrói
    Aguardem

Juiz federal quer processar Netflix por especial de Natal com ‘Jesus gay’

Foto: Reprodução

O Especial de Natal do grupo Porta dos Fundos continua causando desconforto na comunidade cristã. Dessa vez, o juiz federal William Douglas afirmou em suas redes sociais que deseja processar o serviço de streaming Netflix pelo filme ‘A Primeira Tentação de Cristo’ que – em suas palavras – ofende o sentimento religioso. Veja todos os detalhes aqui no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Waleska disse:

    Jesus Cristo nunca precisou de ninguém para defende-lo e sim os pobres que passam fome e estão nos corredores do Walfredo Gurgel.

  2. E. costa disse:

    Cheio de cristãos que faz sinal de arminha na igreja, né? Bem cristão mesmo…rs

  3. LULADRÃO disse:

    Absurdo, essa Netflix deveria ser processada. Parabéns juíza.

  4. Paulor disse:

    Já cancelei a minha aasinatura da Netflix !! assinei a AmazonPRIME por R$ 9,90 os filmes são melhores e mais barato!!!!

    • Jacques Derrida disse:

      Lembrando que a Amazon prime tem uma série que um anjo gay se envolve com um demônio. Onde Deus e um sádico. Belas maldições.
      Há tem outra que Deus abandona o mundo para curtir essa se chama Prechear.
      Então cancele TMB por ofende a moral e a apologética cristã.
      Mas ESSES mesmos cristãos vivem em sites como Xvideos, ou esses mesmos cristãos héteros normativos quando bebem caem no quiabo.
      Assiste quem quer assina a Netflix quem quer. Há muitos destes se horrorizam com esse especial de natal são fãs da série Lúcifer que romantiza o pai da mentira.

  5. Bento disse:

    Dois fracassados.
    Ganhar dinheiro com informações levianas numa total falta de respeito.
    Aguardem o castigo.
    Impõem aos outros aquilo que são e praticam

  6. Cláudio Silveira disse:

    É VERGONHOSA sabermos que:
    Segundo a esquerda fazer piada sobre gay, negro, transsexual é CRIME.
    MAS, fazer piada com Jesus sendo gay ou transsexual é "arte", "liberdade de expressão".
    Como se pode ter dois pesos e duas medidas tão distintas numa mesma situação?
    Onde o "politicamente correto" se aplica em duas coisa iguais sendo tratada de forma diferente?

  7. CURITIBA JÁ disse:

    NÃO DEVIA PROCESSAR, DEVIA ERA PRENDER E DA UM SURRA TODO DIA NESTES FDP, SE QUER SER VIADO SEJA NIMGUEM TEM NADA A VER, MAS ESTES FDP ESTÃO PASSANDO DOS LIMITES DESRESPEITANDO TUDO E A TODOS PARA APARECER E AINDA TEM FDP QUE DÃO ATENÇÃO A ESTES MERDAS, COM PORRA DE IDEOLOGIA

Homem se passa por executivo da Netflix e consegue US$ 14 milhões

Reprodução: Olhar Digital

Um homem na Califórnia admitiu fraudar contratos e assinaturas para conseguir dinheiro de grupos de investimento, chegando a um total arrecado de US$ 14 milhões. Adam Joiner, 41, alegava para empresas estrangeiras da Coreia do Sul e da China que utilizaria o capital para produzir um longa-metragem para a Netflix.

De acordo com o FBI, Joiner forjou documentos e assinaturas para um projeto de filme que se chamaria “Legends”. Ele alegava falsamente ser dono de uma empresa chamada Dark Planet Pictures LLC, reponsável pela produção do longa.

Como parte do esquema, Joiner disse aos investidores que a Netflix havia concordado em distribuir a produção, uma alegação que ele apoiou com um contrato de distribuição falso que continha a assinatura forjada de um executivo da Netflix.

Posteriormente, ele disse aos investidores que havia encerrado o contrato de distribuição com a empresa de streaming e garantido um novo contrato com a Amblin Partners (produtora liderada por Steven Spilberg), o que também era mentira.

O Fundo de Conteúdo Global de Investimentos da Coréia do Sul investiu US$ 8 milhões no projeto, assim como uma companhia chinesa chamada Star Century Pictures Co. Ltd e uma empresa relacionada chamada PGA Yungpark Capital Ltd, que investiu cerca de US$ 6 milhões.

De acordo com os investigadores que revisaram os registros da empresa de Joiner, o fraudador utilizou cerca de US$ 5,2 milhões do dinheiro adquirido para comprar uma casa em Manhattan Beach. O resto do dinheiro, no entanto, foi tranferido para uma conta bancária que pode estar ligada a outro esquema que Joiner tinha em desenvolvimento.

O norte-americano pode pegar uma pena máxima de 20 anos, quando for setenciado pelo juiz distrital dos EUA, André Birotte Jr., em 6 de março de 2020.

Olhar Digital, via Variety

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ramilson Raniere disse:

    A Ladrão.Pense nunha de raça que nunca vai deixar de existir.

  2. Augosto Fernandes disse:

    Fez tudo certo, só faltou vir morar no Brasil! Com 14 milhões de dólares, daria pra enrolar “até todos os recursos serem esgotados”, ou seja, morreria antes ou prescreveria!!!! Resolveu ir pros EUA, ano que vem estará preso por 20 anos!

Alegando alto investimento em tecnologia e produção de filmes e séries, Netflix aumenta preço no Brasil; veja novo valor de cada plano

Netflix anunciou, nesta quinta-feira (14), um novo reajuste de preços para os planos do serviço no Brasil. O valor subiu de 10% a mais de 20%, dependendo do pacote escolhido, e vão de R$ 21,90 a R$ 45,90 na assinatura mais cara. Os novos preços valem de imediato para novos assinantes.

Procurada pelo TechTudo, a empresa de streaming explicou que os usuários que já contam com assinatura ativa terão o preço da mensalidade reajustada de acordo com o ciclo de pagamento. As datas exatas de alteração serão informadas via comunicação por e-mail e notificação no aplicativo ainda este mês.

A assinatura mais básica da Netflix saiu de R$ 19,90 para R$ 21,90, enquanto a assinatura intermediária, que permite dois acessos simultâneos, passou de R$ 27,90 para R$ 32,90. A opção mais avançada, que libera streaming em até quatro telas ao mesmo tempo e conteúdo em 4K, foi de R$ 37,90 a R$ 45,90.

Em comunicado, o serviço de streaming explica que o aumento é consequência do alto investimento em tecnologia e produção de filmes e séries. “Mudamos nossos preços de tempos em tempos para continuar investindo no melhor do entretenimento, além de melhorar a experiência da Netflix para nossos membros no Brasil”, justifica a empresa.

A Netflix opera no Brasil desde 2011. Na época, o serviço oferecia apenas uma assinatura, que custava R$ 15 mensais.

Em julho de 2018, a empresa começou a testar uma quarta modalidade de assinatura, chamada de Ultra, com opção de conteúdo em HDR por preço equivalente a R$ 53,90. O plano experimental funcionou apenas nos EUA e, até o momento, não foi disponibilizado a usuários brasileiros.

Techtudo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. WASHINGTON HENRIQUE disse:

    E A MAIORIA DOS FILMES JA ASSISTI A MUITO TEMPO.

  2. WASHINGTON HENRIQUE disse:

    PODERIA CONTRATAR MELHORES DUBLADORES , AS DUBLAGENS SÃO CHEIAS DE PALAVRÕES . E PODERIA SER MAIS RAPIDO EM ATUALIZAR SERIES .

  3. Everton disse:

    Amazon Prime tá bem melhor, além de mais em conta.

  4. djailson disse:

    ESTA FICANDO CARO, VAMOS PEDIR EM MASSA O CANCELAMENTO DAS ASSINATURAS É A NOSSA UNICA ARMA CONTRA ABUSOS DESSA QUALIDADE.

    • Uthred Bebaburg disse:

      Não acho caro, um filme no cinema e mais caro. E tudo fatalmente vai ter reajuste. Sem investimento não se mantém qualidade. Aumento é ruim mas e justo

SE LIGA: Este aplicativo é essencial para você encontrar bons filmes na Netflix

FindFlix. (Foto: Chrome Web Store)

Você lembra como era a vida antes da Netflix se tornar essa gigante do entretenimento de streaming que é hoje? Quando queríamos assistir a um filme, era preciso ir a uma Blockbuster e procurar nos corredores por algo decente para assistir em DVD ou, ouso dizer, fita VHS.

Depois de meia hora pelos corredores da videolocadora, pagávamos por cada título e podíamos usá-los apenas por alguns dias. E quando esquecíamos de devolver no dia certo, era cobrada uma multa por atraso. Época sombria para quem gostava muito de cinema.

Hoje em dia, quando queremos assistir a um filme ou série, basta abrir o Netflix na TV, no console de videogame, no computador, no tablet ou no smartphone. Instantaneamente temos centenas de filmes, séries e documentários para escolher. É fantástico, mas também pode ser uma faca de dois gumes.

Às vezes, há escolhas demais e as recomendações da Netflix sempre parecem mudar para novos originais da Netflix. Mas há uma ótima notícia: existe uma extensão do Google Chrome que facilita muito a localização de novos títulos.

Ela chama-se FindFlix e pode ser baixada gratuitamente na Chrome Web Store, do Google. A extensão usa seu histórico de visualizações e histórico de classificações para recomendar novos conteúdos para assistir, e aparece em uma pequena caixa que fica acima da página inicial da Netflix no seu PC, seja Windows ou Mac.

O catálogo da Netflix é tão grande hoje em dia que você fica confuso quando procura novos filmes e programas para assistir. Este plugin oferece uma solução eficiente para esse problema. Ele também foi atualizado para permitir que você navegue por todos os gêneros ocultos que a Netflix usa para categorizar as coisas nos bastidores, o que é outra boa maneira de encontrar novos conteúdos para assistir.

Olhar Digital

 

Netflix já tem mais assinantes do que TV paga no Brasil, diz estudo

(Foto: Brian Cantoni / flickr)

O serviço de filmes e séries por streaming Netflix já tem mais assinantes no Brasil do que os tradicionais pacotes de TV paga. Pelo menos é o que diz um estudo da empresa de consultoria Ampere Analysis, divulgado nesta semana.

A Netflix não revela oficialmente quantos assinantes tem no Brasil, apenas números globais (125 milhões até abril deste ano). Mas segundo o levantamento da Ampere, o total de usuários pagantes no país chegará a 10 milhões até o fim de 2018.

De acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Net e a Claro TV têm, juntas, quase 9 milhões de assinantes; enquanto a Sky tem 5,2 milhões. Levando em conta estes números, a Netflix já superou a TV por assinatura.

Apesar do sucesso, o faturamento da Netflix ainda é bem menor do que o de TVs pagas por aqui – até porque os preços das assinaturas do serviço de streaming são bem mais baixos do que os preços de assinatura de TV a cabo no Brasil.

Segundo o levantamento da Ampere, divulgado pelo site Notícias da TV, de cada R$ 100 gastos com vídeo por assinatura no Brasil, R$ 36,40 vão para a Sky; R$ 29,40 para a Net; R$ 8,40 para a Claro, R$ 8,40 para a Vivo e R$ 6,90 para a Oi. A Netflix fica com apenas R$ 5,50 do bolo.

Além disso, a pesquisa da Ampere diz que 8% das residências no Brasil já têm algum serviço de assinatura de vídeo sob demanda, como a Netflix. A empresa, aliás, é a líder isolada do segmento no país, já que enfrenta pouca concorrência.

Olhar Digital

Apple, Facebook, Netflix, Google e outras gigantes têm vagas abertas para brasileiros

(Foto: Reprodução)

O número de desempregados no Brasil está aumentando cada vez mais. Segundo dados divulgados pelo IBGE, a taxa de desemprego no país atingiu 13,1% em abril, que é a mais alta desde maio do ano passado, quando o índice era de 13,3%. Com isso, o número de desempregados no Brasil nos três primeiros meses de 2018 soma de 13,7 milhões de pessoas.

Porém, quem está procurando emprego na área de tecnologia ou quer trabalhar em uma grande empresa, pode estar com sorte. Companhias como Apple, Google, Netflix e Facebook estão com vagas abertas para brasileiros.

Confira as vagas e como se candidatar:

Amazon

A Amazon está com três vagas abertas, sendo que duas são em São Paulo e uma para Jundiaí. Os cargos são para gerente de marketing, conselheiro corporativo e especialistas em operações de comércio internacional. A descrição das vagas e forma de como se candidatar podem ser encontradas aqui.

Apple
A empresa norte-americana está com 12 vagas de emprego para trabalhar nas lojas físicas da Apple no Brasil, sem especificar o local. Entre as oportunidades estão engenheiro de soluções, gerente, genius, líder de mercado, entre outras. Os interessados podem saber mais sobre as vagas e se candidatarem aqui.

Facebook
A rede social está com 46 vagas em aberto para quem quiser trabalhar em seu escritório de São Paulo. Os cargos são para diversas áreas, incluindo vendas, marketing, TI, RH, parcerias, entre outras. Veja os cargos e como se candidatar aqui.

Google
O Google está com seis vagas abertas para o escritório de São Paulo. As vagas são para gerente de marketing de produtos para o YouTube, líder de operações para o Google AdWords, especialista em faturamento, gerente de parcerias, especialista em experiência do cliente e analista da indústria. As vagas podem ser acessadas aqui.

Intel
A Intel está com duas vagas de estágio para as áreas de marketing e relações públicas. Os dois cargos são para trabalhar no escritório de São Paulo e podem ser acessados aqui.

Microsoft
A gigante da tecnologia está com oito vagas em aberto, sendo que todas são para trabalhar no escritório de São Paulo. As vagas são para consultor, engenheiro de campo, engenheiro de suporte e arquiteto de soluções. Confira as oportunidades e como se candidatar aqui.

Netflix
A Netflix está com 12 oportunidades para quem quiser trabalhar no escritório de Alphaville, em São Paulo. As áreas que estão contratando são de marketing, financeiro, produção, pós-produção, relações públicas, conteúdo e jurídico. Os interessados podem saber mais sobre as vagas e se candidatarem aqui.

Nubank
A startup brasileira está com sete vagas abertas, sendo que uma é para trabalhar no escritório em Berlim e as demais são para o escritório de São Paulo. Entre as oportunidades disponíveis estão engenheiro de software, data scientist, analista financeiro, entre outros. Confira as vagas aqui.

Uber
A Uber está com 49 vagas abertas para os escritórios de São Paulo, Feira de Santana, Fortaleza, Goiana, Guarulhos, Joinville, Manaus, Maringá, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luiz, Sorocaba, São Bernardo, Aracaju, Belo Horizonte, Brasília e Londrina. Saiba mais sobre as vagas aqui.

Olhar Digital

Netflix reduz a pirataria, diz pesquisa

As taxas de pirataria na Austrália caíram significativamente, ao mesmo tempo em que o serviço de streaming Netflix foi ganhando espaço, sugerindo que ele serviu como uma alternativa ao crime.

Nos últimos anos as taxas de pirataria tiveram um declínio consistente graças ao Netflix. O serviço foi lançado na Austrália no início do ano passado e de acordo com as pesquisas mais recentes, 25% dos australianos declararam que consumiam serviços piratas, enquanto que a marca anterior era de 29%.

Essa foi a primeira queda desde o boom da pirataria.

Fonte: Olhar Digital

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Neto disse:

    O Netflix oferece um bom conteúdo a um preço justo.

    O problema é que no Brasil a turma quer vender o DVD de um show por 50 reais, e essa ganância foi o que deu força para a pirataria.

NETFLIX: Pesquisa diz que pais querem dividir desenhos da infância com seus filhos

netflixUma pesquisa inédita feita pela Netflix e divulgada nesta semana, mostra que os pais querem dividir uma experiência de desenhos com seus filhos.

Realizada com pais de diferentes países pelo mundo, 85% deles disseram que já apresentaram ou pretendem apresentar a seus filhos os desenhos animados que eles assistiam quando crianças.

Destes, 75% dizem que se sentiram pequenos novamente ao vivenciar essa experiência; 76% de que os filhos aprenderam lições valiosas que levarão para toda a vida; e 66% passaram a optar pelos serviços de streaming – principalmente a Netflix – para promoverem essa nova tradição familiar.

A pesquisa também revelou a preferência dos pais em diferentes países. No Brasil, o desenho preferido é “Tom e Jerry”, exibido atualmente pelo SBT, Cartoon Network e Boomerang.

Para Erik Barmack, vice-presidente global de conteúdo independente da Netflix, “os desenhos animados de época que assistíamos sábado pela manhã agora estão disponíveis via streaming, mas a diferença é que podemos escolher quando e como assistir, e que assim as atrações passam dos pais para os filhos”.

No Brasil, a pesquisa foi feita pela Ipsos Public Affairs, a pedido da Netflix, com 1001 pais acima dos 18 anos, e com filhos até os 17 anos.

Netflix vai aumentar preço pela primeira vez em 3 anos

NetflixA Netflix vai aumentar seus preços pela primeira vez em três anos para ajudar a custear o aumento da programação em vídeo pela internet, como o popular drama político “House of Cards”. O aumento, que entrará em vigor até julho, elevará os preços em US$ 1 ou US$ 2 por mês para novos clientes. Os quase 36 milhões de assinantes atuais da empresa continuarão a pagar US$ 8 por mês, pelo menos, no próximo ano, segundo informou o diretor executivo da Netflix, Reed Hastings. Segundo o escritório da Netflix no Brasil, o país estará incluído no aumento, já que a estratégia é global.

— É emocionante quando nós vemos os shows e filmes que nós poderemos obter se tivermos um orçamento maior — disse Hastins à agência Associated Press. — Nós queremos fazer o serviço cada vez melhor para mais pessoas se juntarem a nós.

A Netflix anunciou o aumento durante a divulgação dos resultados no primeiro trimestre. A empresa vem investindo mais para competir com os canais tradicionais de televisão a cabo, como HBO, e empresas de tecnologia, como Amazon, Hulu, Microsoft e Yahoo, que estão planejando comprar mais de programação de vídeo na internet de estúdios de Hollywood .

— Eu acho que eles precisam para aumentar o preço para continuarem a ser rentáveis — disse o analista da Wedbush Securities Michael Pachter da Netflix.

A Amazon aumentou recentemente o preço do seu serviço Prime, que inclui um acervo de vídeos na internet, de US$ 79 para US$ 99 anuais.

O anúncio do aumento fez as ações da empresa subirem na Bolsa de Nova York, mas o reajuste significa um risco para a Netflix, que perdeu 800 mil assinantes em 2011, quando a última mudança nos preços foi anunciada.

O Globo

Netflix agora pode ser assistida em super HD

imagem.phpAssinantes da Netflix agora podem assistir ao conteúdo da locadora virtual em qualidade super HD, segundo anunciou a empresa nessa quinta-feira, 26.

Dependendo do seriado, filme, show etc., estará disponível a opção para que se veja uma imagem com compressão de 1080p.

Os testes com essa resolução começaram em janeiro, apenas com alguns clientes, mas a Netflix resolveu ampliar a oferta.

Claro que a disponibilidade depende da conexão de cada pessoa. Como a Netflix opera em esquema de “streaming de adaptação”, caso a internet da sua casa não seja boa, você não conseguirá a melhor imagem disponibilizada pela locadora.

Olhar Digital UOL

Felipe Neto pilota a primeira produção da Netflix no Brasil

Depois de experiências bem-sucedidas ao investir em conteúdo original como a série “House of cards”, indicada a 14 Emmys, a Netflix começa a espalhar sua vertente produtora pelo mundo. Principal mercado do serviço de vídeo on demand na América Latina, o Brasil é o primeiro país da região a ganhar um programa próprio, feito exclusivamente para o canal. O formato não é tão grandioso quanto o da série concebida por David Fincher e estrelada por Kevin Spacey, mas o nome envolvido faz barulho: sucesso no YouTube, Felipe Neto assina “A toca”, no ar a partir de 9 de agosto.

Com passagens por teatro, cinema e TV, Neto, de 25 anos, foi o primeiro brasileiro a atingir um milhão de seguidores com seu canal próprio no YouTube, onde começou de fato sua carreira. Em janeiro deste ano, conquistou também o segundo lugar no Brasil, ao alcançar a mesma marca com a página de sua produtora, a Parafernalha. “A toca” chega à rede após seis meses de negociações, em três capítulos de 30 minutos cada. Adaptado de um quadro já existente, o falso documentário mostra os bastidores da produtora, comandada por Neto desde 2011, e hoje com cerca de 30 funcionários. As ações se misturam aos esquetes de humor que os jovens (a média de idade é de 25 anos) criam. Todos os integrantes da produtora atuam no programa, interpretando uma versão ficcional de si mesmos.

— Apesar de se passar em uma produtora real, com personagens reais, o programa é 100% roteirizado — conta Neto. — A ideia inicial da Netflix era licenciar algum conteúdo, e eu sugeri criar uma série da Parafernalha, inteiramente nova e exclusiva. Eles adoraram a ideia, e começamos a conversar para definir como seria. Já tínhamos uma série chamada “A toca”, baseada em “The office”, em que a gente conta as coisas que acontecem na Parafernalha, as conversas de escritório. Então resolvemos recriar isso, misturando os bastidores de uma produtora de humor com os esquetes que saem dela.

Assim como no programa “Não faz sentido”, que fez dele superstar com suas críticas e declarações polêmicas, Neto frisa com orgulho que o programa toca em assuntos que hoje são tabu na TV tradicional:

— Tive total liberdade criativa, não precisei submeter nem as sinopses dos episódios à Netflix. Isso foi o mais empolgante, porque em todos os lugares onde trabalhei que não fossem o meu canal, eu tive uma série de imposições e restrições. Em um dos episódios de “A toca”, um dos personagens fala para outro, nordestino, que ele vai adorar o Rio porque aqui tem água e comida. Isso não soa ofensivo porque ele é retratado como um imbecil que não entende nada. Isso passou sem problemas.

Para chegar até Neto, os responsáveis pelo conteúdo da Netflix se basearam nos hábitos dos consumidores brasileiros, observados desde a estreia do serviço no país, há dois anos.

— No Brasil, sempre fomos muito bem com as comédias que licenciamos localmente, como stand-ups e especiais de humoristas como Rafinha Bastos e Danilo Gentili. Também licenciamos o “Pânico” e foi um sucesso. Percebemos que por aí há muito apetite para coisas engraçadas, um pouco mais até que em outros mercados — conta Johnatan Friedland, executivo-chefe de comunicação da Netflix.

Felipe Neto — que este mês também lança seu primeiro livro “Não faz sentido — Por trás da câmera” (Casa da Palavra) — diz que quer chegar a um formato inovador, capaz de revolucionar o entretenimento no Brasil:

— A série também tem um ou outro palavrão. Sou um grande defensor do palavrão. Acho que um dos fatores para a TV brasileira não se comunicar bem com os jovens é por apresentar uma realidade diferente, baseada no que os anunciantes querem ou não ter associado às suas marcas. A internet está contribuindo para mudar isso, oferecendo alternativas — diz o humorista.

Postura paz e amor

Apesar das palavras de baixo calão e de temas espinhosos, Neto garante que o programa (cujos roteiros assina com Rafael Castro e Cezar Maracuja, sob direção de Osiris Larkin) é o mais sutil que já pilotou:

— Hoje eu sou um cara muito mais tranquilo, não sou mais um pós-adolescente, rebelde, crítico, ácido e xingador. O legal de “A toca” vai ser mostrar para o público um outro lado desse Felipe Neto que elas se acostumaram a ver no “Não faz sentido”. Aquilo é uma interpretação, um personagem. Hoje em dia as pessoas até conseguem diferenciar, depois que fiz série para o Multishow e quadros de humor na Globo. Mas na série eles vão poder ver um Felipe Neto que é o líder dessa produtora: um bocó, fã de “Harry Potter”, que faz muita palhaçada e tem muita dificuldade de se impor como chefe.

A decisão de adotar uma postura mais paz e amor, garante ele, veio de dentro:

— Muita gente pediu para pegar mais leve, mas nunca senti necessidade. Sofri pressão de todos os lados, da TV, dos anunciantes, dos diretores de cinema que me diziam que eu não teria mais oportunidades se continuasse falando o que quisesse, e minha resposta sempre foi, da forma mais humilde possível, “eu não preciso disso”. Não preciso mudar o que faço para me adaptar ao modelo tradicional, porque não é isso que quero fazer. Quero estar na internet. Passar pela TV e pelo cinema me ajudou a perceber isso.

Diferentemente de outras séries originais da Netflix, lançadas simultaneamente em todos os 50 países em que a empresa opera, o programa estará disponível apenas localmente.

— “A toca” é muito brasileiro. E uma impressão que temos é que comédias não viajam tão bem quanto seriados de drama. “Arrested development”, por exemplo, vai muito bem nos EUA, no Canadá e no Reino Unido, mas não em países da América Latina. E acho que isso acontece porque algumas comédias, como essa, são muito particulares — afirma Friedland, que pensa em adquirir mais conteúdo nacional. — Mas não temos nada certo, estamos nos preparando para lançar “Derek”, do Ricky Gervais, em setembro, e várias outras séries, como a continuação da animação “Turbo”, produzida em parceria com a DreamWorks.

O Globo