Tecnologia

“UM CALO” NA TV ABERTA: “Vamos fazer novelas”, diz criador da Netflix, que alcança 10 anos no Brasil e 200 milhões de lares no mundo

Foto: Kwaku Alston/Netflix

Fundador e um dos CEOs da Netflix, o americano Reed Hastings, de 60 anos, falou a VEJA com exclusividade, por videoconferência, sobre as conquistas e o impacto comportamental da plataforma — além de abordar o futuro do entretenimento

Nestes dez anos no Brasil, o que a Netflix captou sobre o gosto nacional? Aprendemos muito com os brasileiros. O país foi nossa primeira aposta fora da América do Norte, e o hábito de ver o que quiser, na hora e no aparelho da preferência de cada um, logo caiu no gosto das pessoas de todas as regiões. É fascinante notar o apetite de vocês por filmes e séries em línguas que não o português ou o inglês: as pessoas no Brasil curtem produções da Espanha, Alemanha, Japão, de todos os lugares. É um povo muito aberto.

A Netflix se manteve em crescimento na pandemia, enquanto os exibidores de cinema vêm sofrendo perdas irreparáveis. O streaming vai matar o cinema? O efeito da Covid-19 sobre a audiência do streaming é mais modesto do que se imagina. Quando o coronavírus for superado, as pessoas vão voltar a frequentar bares, eventos esportivos, teatros e cinemas. São formas de entretenimento para aproveitar junto com outras pessoas. Felizmente, teremos a chance de fazer tudo isso de novo graças à vacinação. Ir a uma sessão de cinema e assistir a um filme por streaming em casa não são atividades excludentes.

A Netflix acaba de conquistar 35 indicações ao Oscar, um recorde histórico. Qual a receita para esse desempenho? Pensamos, em primeiro lugar, nas boas histórias que podemos trazer para nossos assinantes. A aposta em uma produção original começa sempre com o ponto de vista das pessoas — é preciso estar atento ao que elas adoram compartilhar e falar a respeito. Quando cumprimos bem nossa função, o público se identifica e os votantes da academia do Oscar reconhecem. O foco é na qualidade das tramas que vamos contar, não em se dar bem no prêmio.

A despeito do Oscar, a Netflix ainda desperta alguma aversão nos grandes festivais europeus — o espanhol Pedro Almodóvar já disse que as produções da plataforma não são cinema de verdade. Como vencer a rejeição? De certa maneira, eu concordo com eles. É diferente a magia de ver um filme na tela grande. Mas, na prática, as pessoas acabam vendo a maioria dos filmes em casa. As duas formas de ver filmes podem conviver em harmonia. Nós adoramos os festivais e não temos problemas com eles. Só que o streaming tem sua vantagem: você pode assistir a filmes de todo o mundo que jamais passariam nos cinemas.

Em meio à pandemia, a Warner — um estúdio tradicional — chocou Hollywood ao anunciar que passaria a lançar seus filmes ao mesmo tempo nos cinemas e em seu serviço de streaming, o HBO Max. A distância entre os lançamentos nos vários meios de exibição está fadada ao fim? Nossa meta é que as pessoas sintam prazer com o entretenimento do modo como quiserem. E isso inclui dar aos consumidores a escolha de ver um filme em casa ou no cinema. Se a nova estratégia de lançamentos for apreciada, não vejo por que ignorar seu apelo. Na nossa visão, as janelas de exibição (distância entre lançamentos no cinema, televisão e streaming) são hostis ao interesse do público. O prazer do consumidor vem em primeiro lugar. Vejo com otimismo a coexistência de múltiplas telas, inclusive a dos smartphones. Na minha idade, não me imagino vendo um longa assim. Mas muita gente vê e acha o máximo.

A Netflix enfrenta a concorrência cada vez mais forte de serviços de streaming como o Disney+ e o HBO Max. Há espaço para todos? A competição global veio para ficar, e todas essas são grandes companhias. Mas não se trata de nosso único desafio. No caso do Brasil, a existência de uma empresa tão focada e onipresente como a Globo significa concorrência em várias frentes. De longe, eles são o maior rival que temos por aqui, e em nenhum outro país vejo uma empresa local tão forte. Nós admiramos e ao mesmo tempo tememos a Globo. Adoraríamos trabalhar com eles, e quem sabe produzir programas juntos.

A Disney não assusta mais? A Disney é, sem dúvida, nossa competidora global. As produções da companhia são amadas pelas pessoas no mundo inteiro. Eles sempre fizeram um grande trabalho em conceber filmes, séries e outras atrações cultuadas por gerações. Eu diria que ainda estamos lidando para atingir um alcance cultural como o da Disney.

Em vez de investir em seus próprios estúdios, como a Amazon e a Disney, a Netflix optou por produzir filmes e séries com múltiplos parceiros. Qual a vantagem? Há muitos talentos disponíveis no Brasil e em outros países, e podemos trabalhar com maior flexibilidade se não formos proprietários das estruturas físicas de estúdios. Aprendemos a nos adaptar às parcerias com produtores diferentes, em contextos culturais diversos. Com isso, ganhamos agilidade para buscar as melhores histórias.

Uma crítica recorrente é que, apesar de produções de prestígio como Mank, há mais quantidade que qualidade na Netflix. O que pensa dessas reclamações? As pessoas ao redor do mundo têm gostos muito diferentes. Alguns gostam de cinema chique, como Mank, mas parte da audiência pode achar filmes assim lentos e aborrecidos. Outros curtem tramas de ação, ou musicais — as preferências são ilimitadas. Queremos que a Netflix traga títulos de qualidade para todas as faixas. Mas é verdade que, se você buscar alea­toriamente em nosso catálogo, provavelmente topará com títulos de que não goste.

Qual é o perfil do típico espectador da Netflix no país? Todo mundo assiste à Netflix no Brasil. De forma geral, no entanto, nosso público costuma ser ligeiramente mais jovem em todos os países, pois esses espectadores se sentem mais confortáveis com a internet e os smartphones, enquanto as pessoas mais velhas passaram a vida sendo fiéis a atrações como as telenovelas na TV aberta, e vão continuar assim. Mas entendemos as necessidades dessas pessoas, e estamos trabalhando para que elas se sintam felizes na Netflix.

Produzir novelas está na mira de vocês? Com certeza. Vamos fazer novelas e nos arriscar em muitos outros campos. Não queremos parar de fazer coisas diferentes, e poder dar nossa contribuição.

A Netflix financia sua política agressiva de investimentos em superproduções com uma dívida que passa de 16 bilhões de dólares. É um arranjo sustentável? Sim, é sustentável porque nós continuamos a crescer, e investimos mais para crescer mais. Uma série leva dois anos para ser finalizada, e é preciso gastar pesado antes de lucrar. Financiar a expansão assim tem funcionado muito bem até agora. Valeu a pena.

Como será o entretenimento daqui a dez anos? Em uma década, ver vídeos por streaming será quase automático e estará em toda parte, como a eletricidade. A qualidade de imagem será superior, pois os televisores em 4k serão muito baratos. E a indústria de entretenimento se tornará ainda mais global, com filmes e séries do mundo inteiro disponíveis. Será um futuro espetacular, em termos daquilo que poderemos oferecer aos espectadores.

O que embasa sua previsão otimista? Muito dessa evolução se dará pela competição acirrada. A competição dificulta as coisas para nós e nossos rivais, mas é ótima para os consumidores. Daremos nosso melhor para que sejamos os favoritos das pessoas até lá.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Ta precisando de um jornalismo imparcial, onde só as notícias interessam, sem esse como o da globo lixo, onde apresentadores dizem que é o que tem e que o choro é livre.
    Palhaçada.

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Televisão

24 séries imperdíveis para maratonar na Netflix em janeiro de 2021

Expresso do Amanhã ganha segunda temporada em janeiro de 2021 (Foto: Divulgação)

Ano novo, séries novas! Em janeiro, produções como Cobra Kai, Por Dentro Das Prisões Mais Severas do Mundo e Expresso do Amanhã ganham novas temporadas na Netflix. O mês também está recheado de séries inéditas, como Lupin e O Arsenal dos Espiões, além da chegada do clássico Dawson’s Creek, cujas seis temporadas estarão disponíveis a partir do dia 15.

Confira o que entra no catálogo da plataforma em janeiro de 2021:

DIA 1º

Cobra Kai: Temporada 3

O novo ano da produção começa logo após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel Larusso (Ralph Macchio) revisita o passado à procura de respostas e Johnny Lawrence (William Zabka) busca redenção, John Kreese (Martin Kove) manipula ainda mais os alunos com suas ideias de dominação.

Headspace – Meditação Guiada

Headspace analisa as práticas de meditação e seus efeitos com uma visão simpática e moderna. Cada episódio termina com uma meditação guiada.

Monarca: Temporada 2

Atitudes do passado ameaçam o futuro do império Monarca, e os irmãos Carranza enfrentam uma nova inimiga: a prima Sofía.

Da Decoração ao Makeover: Temporada 2

Shea e Syd McGee criam ambientes que refletem o estilo e a personalidade dos clientes, seja uma casinha confortável ou uma mansão com decoração esportiva.

Pose: Temporada 2

Em Nova York, em 1987, Blanca, uma frequentadora de bailes LGBTQ, acolhe como filhos um dançarino talentoso e uma trabalhadora do sexo apaixonada por um cliente yuppie.

A Rainha do Sul: Temporada 4

Forçada a trabalhar para o cartel que recentemente matou seu namorado, Teresa (Alice Braga) só pode contar com sua esperteza, um misterioso caderno e uma pessoa leal.

DIA 5

Mandou Bem – México: Temporada 3

Bolos tortos, biscoitos queimados e muita pressão… Para ganhar o prêmio, confeiteiros amadores precisam enfrentar desafios profissionais.

A História do Palavrão

Uma série irreverente que explora as origens, o uso, a ciência e o impacto dos palavrões na sociedade.

DIA 8

Por Dentro Das Prisões Mais Severas do Mundo: Temporada 5

Raphael Rowe passou anos na cadeia por um crime que não cometeu. Agora, ele volta para trás das grades por vontade própria, para mostrar como é a vida nos piores presídios do mundo.

Lupin

Inspirado nas aventuras de Arsène Lupin, o elegante ladrão Assane Diop busca vingar o pai por uma injustiça cometida por uma família milionária.

DIA 15

Bling Empire

Este reality show acompanha asiáticos podres de ricos e suas vidas californianas cheias de festas, glamour e muito drama.

Dawson’s Creek: Temporadas 1-6

Esta série dramática sobre um grupo de amigos retrata com franqueza os conflitos típicos da adolescência, como sexualidade e amores não correspondidos.

(Des)encanto: Parte 3

A Princesa Bean precisa se virar para escapar de tramoias reais, mistérios cada vez mais profundos, a instabilidade do Rei Zog e as brigas pelo governo de Dreamland.

DIA 20

Mãe Só Tem Duas

Duas mulheres muito diferentes formam uma família peculiar ao descobrir que suas bebês de seis meses foram trocadas na maternidade.

O Arsenal dos Espiões

Conheça os equipamentos por trás dos maiores casos de espionagem da história e veja como foram inventados e usados.

DIA 21

Dix Pour Cent: Temporada 4

A equipe da ASK está de volta para a quarta temporada. Agora, Andrea está no comando, e a agência de talentos não está em seu melhor momento.

DIA 22

Fate: A Saga Winx

Enquanto aprendem a controlar suas magias em um colégio interno mágico, cinco fadas adolescentes fazem novas amizades, se apaixonam e tentam encontrar suas verdadeiras identidades. De Brian Young, a série é uma versão em live action da animação italiana “O Clube das Winx”, de Iginio Straffi.

O Jogo do Detetive: Temporada 3

Na terceira temporada desta série que combina realidade e ficção, celebridades tentam resolver pequenos crimes que fazem parte de um grande mistério.

Vidrados: Temporada 2

A oficina está aberta! Um novo grupo de fabricantes de vidro artesanal enfrenta o calor e o relógio, competindo entre si em 10 desafios bem dinâmicos.

DIA 23

Amor Casamento e Divórcio

Três mulheres bem-sucedidas do mundo do rádio passam por uma reviravolta quando seus casamentos desmoronam.

DIA 26

Expresso do Amanhã: Temporada 2

A nova temporada do drama pós-apocalíptico no qual a Terra congelou e os últimos sobreviventes vivem em um enorme trem que gira ao redor do globo.

SEM DATA

Amizade Dolorida: Temporada 2 (Chegando em janeiro)

Falidos e banidos de todas as masmorras de Nova York, Tiff e Pete tentam recuperar suas reputações na comunidade de sadomasoquismo.

The Netflix Afterparty (Chegando em janeiro)

É um show inédito de comédia que traz painéis semanais com comediantes, elenco e criadores conversando sobre os programas e filmes mais badalados. É apresentado por David Spade, Fortune Feimster e London Hughes, que estarão acompanhados por comediantes diferentes da Netflix para completar o painel.

50M2 (Chegando em janeiro)

Um assassino de aluguel trai os chefes, foge e se esconde em uma alfaiataria vazia. Confundido com o filho do dono, ele decide adotar essa nova identidade.

Galileu

Opinião dos leitores

  1. Netflix é coisa de Nutella. Eu gosto de sexhot, 50 tons de cinza e fazer meus filmes com as caliguletes.
    Um beijo de luz "Calígula".

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Diversos

Filme natalino de Leandro Hassum na Netflix está entre mais assistidos no mundo

Leandro Hassum estrela o filme ‘Tudo Bem no Natal que Vem’ //Divulgação

O Natal tipicamente brasileiro, com calor, shopping lotado e o indefectível tio do pavê cruzou fronteiras graças ao filme Tudo Bem no Natal Que Vem. Estrelado por Leandro Hassum, a produção nacional que chegou à Netflix na semana passada está no topo do ranking de mais assistidos da plataforma no Brasil, mas, curiosamente, conquistou outros países. Segundo sites agregadores de dados da Netflix, o longa dirigido por Roberto Santucci (de Até Que A Sorte Nos Separe e O Candidato Honesto) está com a audiência alta no México, França e Espanha, mas fez sucesso mesmo foi na Alemanha, onde ocupa a primeira posição do ranking local.

No mundo, o filme, que ganhou o título internacional Just Another Christmas, é o quarto mais visto essa semana, atrás apenas de Crônicas de Natal: Parte Dois; O Segredo: Ouse Sonhar; e Crônicas de Natal, respectivamente. A VEJA, Hassum falou sobre a produção. “Os filmes natalinos americanos são as referências que temos, né? Mas o Natal brasileiro é bem diferente. Todo Natal tem aquela reunião de família, no verão, com todo mundo junto, se abraçando, brigando, contando piada ruim, falando de futebol e política. Estou feliz que o nosso trabalho está estreando no streaming e não no cinema, estamos vivendo um ano atípico”, disse. Leia mais aqui.

Na trama, o personagem de Hassum se vê preso em um looping temporal, no qual, todos os anos, ele só acorda no Natal do ano seguinte, sem saber o que aconteceu ao longo do ano.

Veja

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Diversos

Damares Alves quer vetar filme da Netflix acusado de sexualizar crianças

Foto: Reprodução/Youtube

Damares Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, afirmou hoje no Twitter que está estudando medidas contra “Lindinhas” (“Cuties”, em inglês), produção francesa da Netflix acusada de sexualizar crianças.

Em resposta a um seguidor, ela afirmou: “Não vamos ficar de braços cruzados. Deixa comigo”.

A ministra também compartilhou uma notícia que ela já acionou os assessores jurídicos do governo para impedir a exibição da obra na Netflix Brasil.

Em vídeo promocional, a diretora Maïmouna Doucouré explica que o filme é justamente uma crítica à sexualização de crianças em nome de uma suposta liberdade sexual.

“Eu conversei com centenas de pré-adolescentes para entender como elas se relacionavam com sua feminilidade hoje em dia. Essas garotas veem que, quanto mais a mulher é sexualizada nas redes sociais, mais bem-sucedida ela é. E sim, isso é perigoso.”

À revista Variety, um porta-voz da Netflix disse o mesmo:

“‘Cuties’ é uma crítica social à sexualização de crianças. É um filme premiado, com uma história poderosa sobre a pressão que jovens meninas sofrem das redes sociais e da sociedade em geral enquanto crescem — e encorajamos qualquer pessoa que se importa com este tema fundamental a assistir ao filme.”

Com informações do Universa – UOL

 

Opinião dos leitores

  1. DEUS TE ABENÇOE E PROTEJA, DAMARES!!

    AOS QUE CRITICAM ESTA MULHER, SUGIRO ASSISTIR A TÃO FALADA REUNIÃO MINISTERIAL, A QUAL SÉRGIO MORO FEZ QUESTÃO. MULHER DE CORAGEM! COLOCA MUITO MARMANJO NA SOLA DE SEU SALTO. Antes de falar abobrinha, busque conhecer um pouco da mencionada senhora. Ah! Deixa a política de lado, ela é tóxica.

  2. Jair Bolsonaro sendo jocoso sexualmente com uma criança de 10 anos numa LIVE ela SILENCIA. SÍNICA

    1. Existe uma diferença grande entre limite da censura e estímulo a pedofilia. Creio que ela tenha razao, nao se pode usar da liberdade de expressao para cultivar algo que parece ter objetivos espurios. Acho estranho que alguns nao sejam capazes de enxergar isso.. estao compactuando com a sexualizacao de crianças nestes comentarios com qual objetivo?

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Diversos

Cristian Cravinhos quer R$ 500 mil de indenização por uso da imagem pelas gigantes de streaming Netflix, Amazon e Medialand

Foto: Reprodução

Cristian Cravinhos de Paula e Silva, condenado há mais de 38 anos de prisão pelas mortes de Manfred e Marísia von Richthofen a mando da filha do casal, Suzane von Richthofen, em 2002, entrou na Justiça contra uma produtora e três empresas gigantes de streaming e pede indenização por dano moral e uso indevido da imagem de R$ 500 mil.

De acordo com o advogado Valdir Rodrigues de Sá, o episódio dois da série Investigação Criminal, que retrata casos policiais de repercussão nacional, tem que sair do ar porque Cristian nunca foi perguntado ou permitiu o uso de sua imagem no programa.

“Mesmo que ele tenha praticado o crime, não precisa ser lembrado por isso. Ele já pagou a pena e foi até colocado em liberdade. Voltou a ser preso numa outra situação. O direito ao esquecimento prevê que a pessoa não seja lembrada por aquilo que fez. Se não, vira uma pena perpétua. Como viver assim em sociedade? Não é justo”, afirmou o advogado ao R7.

Segundo o processo, há mais de oito anos as empresas lucram com a venda do episódio: “De forma irresponsável, lucram às custas de pessoas que sofrem com essas desgraças e acham isso totalmente normal. Enquanto elas lucram, ele vive a dura realidade de ser eternamente lembrado por um fato que já foi punido. Trata-se de violação ao direito de imagem, direito personalíssimo, que somente o titular pode dispor”.

O advogado destaca que o conteúdo não é público, apesar da repercussão do caso no Brasil, porque os assinantes precisam pagar para assistir ao episódio: “Nós pedimos R$ 500 mil, mas o valor vai depender dos tribunais. A gente não acha certo eles enriquecerem ilicitamente com a imagem das pessoas. É cobrada uma taxa mensal do assinante”, argumentou Valdir de Sá.

Cristian Cravinhos está preso na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, depois de tentar subornar policiais ao ser flagrado em um bar em Sorocaba, também no interior do estado, em 2018. Ele foi condenado a quatro anos e 8 meses de prisão em regime fechado por corrupção ativa.

A ação judicial é contra a produtora Medialand, que fez a série, e contra a Netflix, a Amazon e a Looke, que comercializaram o conteúdo por streaming.

“A Netflix tirou do ar o episódio provavelmente por causa dos processos”, garantiu o defensor de Cristian.

No processo, é solicitada a interrupção da exibição do episódio até o desfecho final da ação judicial, sob pena de multa diária de R$ 5 mil. Mas o pedido liminar foi negado pela Justiça.

A série

Cristian Cravinhos foi processado e condenado em 2006 por homicídio qualificado do casal von Richthofen, assim como o irmão Daniel Cravinhos e Suzane. O crime foi em 30 de outubro de 2002.

Em 2012, a Medialand estreou a exibição da 1ª temporada da série que conta todo o assassinato, investigação e outros aspectos da história. Em 2018, os direitos de exibição foram adquiridos pela Netflix, que divulgou o conteúdo até fevereiro deste ano.

Segundo o advogado, a produtora utilizou cerca de doze imagens de Cristian sem permissão. “O Inciso X do artigo 5º da Constituição Federal protege o direito de imagem e fala que a violação deste direito é passível de reparação. Neste caso, o direito de imagem e da privacidade foi amplamente violado, devendo as empresas arcarem com danos morais e materiais”, escreveu.

Valdir Rodrigues de Sá alega ainda na ação judicial que Cristian não tem condições de pagar as despesas referentes ao processo, “necessitando da justiça gratuita.”

Netflix

A empresa se manifestou durante o processo e alegou que a série retrata “em formato de documentário jornalístico, diversos casos policiais que alcançaram considerável interesse público pelas circunstâncias em que ocorreram e pela cobertura midiática expressiva ocorrida”.

A Netflix destacou que a série tem sete temporadas em exibição na plataforma de streaming de casos como o de Isabella Nardoni, do Maníaco do Parque e do menino João Hélio.

A história é contada a partir de imagens divulgadas pela imprensa da época e de depoimentos de pessoas envolvidas no caso. A empresa ressaltou o uso de uma única imagem de Cristian que foi cedida pela Polícia Civil.

Medialand

A produtora, por sua vez, alegou no processo que “é mais do que evidente a improcedência do pedido, sobretudo porque a liberdade de expressão, artística e de informação, bem como o direito à memória, constituem alguns dos pilares do Estado Democrático de Direito, devendo prevalecer sobre os direitos individuais alegados pelo requerente”.

A empresa também citou que o escritório de advocacia que defende Cristian já moveu outras ações similares: “Coincidência ou não, trata-se na expressiva maioria dos casos de iniciativa patrocinada pelos mesmos advogados que, apresentando petições iniciais exatamente iguais, também já pleitearam a remoção do conteúdo e indenização em valores vultosos”.

Amazon

A empresa ressaltou, no processo, que os oito episódios iniciais da série “retratam diversos casos policiais de grande repercussão e que a autorização para uso de imagem para este fim específico não é necessária, por retratar um fato de interesse público, como é o caso Richthofen.”

Todas as empresas citadas na ação judicial foram procuradas pela reportagem, mas não se manifestaram até a publicação.

R7

Opinião dos leitores

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Diversos

Netflix doa R$ 5 milhões para ajudar trabalhadores do audiovisual no Brasil

Foto: Getty Images

A Netflix doou R$ 5 milhões para um fundo emergencial em apoio aos trabalhadores do audiovisual afetados pela pandemia de Covid-19 no Brasil.

O fundo será administrado pelo Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros (ICAB) e ajudará até 5 mil pessoas. Profissionais como produtores, assistentes, coordenadores, técnicos e operadores de diferentes departamentos de produção como câmera, áudio, arte, maquiagem, figurino, cenografia, logística, entre outros, que em sua maioria recebem por semana ou trabalham sem contratos garantidos, serão elegíveis para solicitar o benefício, um único depósito no valor do salário mínimo, R$ 1.045.

De acordo com a Netflix, a doação para o ICAB faz parte do fundo de US$ 100 milhões anunciado em março para apoiar os trabalhadores do audiovisual em países como o Brasil, onde a companhia tem uma grande base de produção. Em comunicado oficial, a empresa reforçou que a quantia “é um complemento ao pagamento de cachês que foram feitos às equipes e atores das nossas produções originais no país”.

Os profissionais podem se inscrever por meio de um formulário online na página do ICAB (icabrasil.org) a partir de 28 de abril,. Um comitê, composto por membros do ICAB, da BRAVI e da Netflix, vai revisar cada inscrição e determinar quem pode receber os recursos em até 10 dias. As inscrições poderão ser feitas por dois meses ou até que os recursos do fundo se esgotem.

“Estamos gratos em trabalhar com o ICAB para apoiar aqueles trabalhadores da produção de filme e televisão que foram os mais atingidos no Brasil. A comunidade criativa brasileira sempre recebeu muito bem a Netflix e agora queremos fazer nossa parte para ajudar quem precisa de apoio neste momento sem precedentes que vivemos”, declarou o vice-presidente de produções originais para América Latina da Netflix, Francisco Ramos.

Diretor executivo do ICAB, Mauro Garcia aproveitou para convocar outros nomes do setor a contribuir para o fundo. “O Instituto, que traz em seu DNA a preocupação com o bem estar dos profissionais, não podia deixar de agir no momento em que essas pessoas mais precisam, por isso estamos muito felizes com esta parceria com a Netflix. Também queremos convocar outros membros da indústria audiovisual para contribuir e aumentar os recursos que visam exclusivamente apoiar aqueles que são uma parte fundamental da produção audiovisual brasileira”.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Disruptiva por excelência, pode-se afirmar que depois da Netflix ninguém jamais viu cinema como antigamente.

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Televisão

VÍDEO: Potiguar é selecionado para participar de reality show da Netflix – The Circle

O natalense Raphael Dumaresq, de 24 anos, foi selecionado para participar do reality show da Netflix Brasil – The Circle. O anúncio foi feito nessa quinta-feira (27) nas redes sociais do jovem e da atriz e apresentadora Giovanna Ewbank, que comandará o programa.

O reality consiste na conquista de popularidade dos participantes através de uma rede social própria, o “Circle”. Eles postarão fotos e terão interações virtuais, sem se encontrar pessoalmente. “Me sinto muito grato de ter a oportunidade de estar dentro do Circle e poder mostrar tudo aquilo que explode dentro de mim. Minha arte, minha resistências. Venham junto comigo viver isso tudo!!!! Circle enviar!”, disse o potiguar Raphael Dumaresq no Instagram.

Foto: Reprodução/Instagram

O vencedor será quem conquistar o título de “digital influencer” e receberá um prêmio de R$ 300 mil.

The Circle Brasil estreia no dia 11 de março na Netflix. uma das plataformas de streaming mais conhecidas do mundo.

Veja chamada abaixo:

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Diversos

Netflix recorre ao STF para voltar a exibir especial do Porta dos Fundos

Foto: Reprodução/Netflix

A Netflix Entretenimento Brasil Ltda entrou nesta quinta-feira (9) com um recurso no STF (Supremo Tribunal Federal) para derrubar decisão de um desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que suspendeu a veiculação do especial de Natal produzido pelo Porta dos Fundos.

A empresa alegou que houve “censura judicial” na decisão do desembargador Benedicto que proibiu a divulgação do programa humorístico do Porta dos Fundos que retratava Jesus Cristo como homossexual.

Esse programa causou forte polêmica pública e, pouco antes da virada do ano, a sede da produtora foi alvo de um ataque com coquetel molotov.

O desembargador do Rio havia destacado em sua decisão que a exibição do especial do Porta dos Fundos poderia causar mais danos à sociedade brasileira, que é majoritariamente cristã, se continuasse sendo exibido.

No recurso, com pedido de liminar, a Netflix afirmou que a Constituição Federal veda quaisquer formas de censura e restrições não previstas à liberdade de expressão. Há diversos casos julgados pela corte que destacam esse princípio, citou a defesa da empresa.

“A decisão proferida pelo TJ-RJ tem efeito equivalente ao da bomba utilizada no atentado terrorista à sede do Porta dos Fundos: silencia por meio do medo e da intimidação”, disseram os advogados da empresa no pedido ao STF.

O recurso terá como relator o minisro Gilmar Mendes, mas, durante o recesso do Judiciário, uma decisão caberá ao presidente da corte de plantão. No momento, Dias Toffoli conduz a corte.

Reuters

 

Opinião dos leitores

  1. Brincam zombam debocham con a fé dos cristãos.
    O STF lavou as mãos em nome da censura.
    E eles riem mais uma vez debocham zombam e brincam.
    Essa vitoria que tiveram já estava escrito e será a ratificação para um pedido de perdão em público por estes ateus
    P mal por si se destrói
    Aguardem

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Judiciário

Juiz federal quer processar Netflix por especial de Natal com ‘Jesus gay’

Foto: Reprodução

O Especial de Natal do grupo Porta dos Fundos continua causando desconforto na comunidade cristã. Dessa vez, o juiz federal William Douglas afirmou em suas redes sociais que deseja processar o serviço de streaming Netflix pelo filme ‘A Primeira Tentação de Cristo’ que – em suas palavras – ofende o sentimento religioso. Veja todos os detalhes aqui no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. Jesus Cristo nunca precisou de ninguém para defende-lo e sim os pobres que passam fome e estão nos corredores do Walfredo Gurgel.

  2. Já cancelei a minha aasinatura da Netflix !! assinei a AmazonPRIME por R$ 9,90 os filmes são melhores e mais barato!!!!

    1. Lembrando que a Amazon prime tem uma série que um anjo gay se envolve com um demônio. Onde Deus e um sádico. Belas maldições.
      Há tem outra que Deus abandona o mundo para curtir essa se chama Prechear.
      Então cancele TMB por ofende a moral e a apologética cristã.
      Mas ESSES mesmos cristãos vivem em sites como Xvideos, ou esses mesmos cristãos héteros normativos quando bebem caem no quiabo.
      Assiste quem quer assina a Netflix quem quer. Há muitos destes se horrorizam com esse especial de natal são fãs da série Lúcifer que romantiza o pai da mentira.

  3. Dois fracassados.
    Ganhar dinheiro com informações levianas numa total falta de respeito.
    Aguardem o castigo.
    Impõem aos outros aquilo que são e praticam

  4. É VERGONHOSA sabermos que:
    Segundo a esquerda fazer piada sobre gay, negro, transsexual é CRIME.
    MAS, fazer piada com Jesus sendo gay ou transsexual é "arte", "liberdade de expressão".
    Como se pode ter dois pesos e duas medidas tão distintas numa mesma situação?
    Onde o "politicamente correto" se aplica em duas coisa iguais sendo tratada de forma diferente?

  5. NÃO DEVIA PROCESSAR, DEVIA ERA PRENDER E DA UM SURRA TODO DIA NESTES FDP, SE QUER SER VIADO SEJA NIMGUEM TEM NADA A VER, MAS ESTES FDP ESTÃO PASSANDO DOS LIMITES DESRESPEITANDO TUDO E A TODOS PARA APARECER E AINDA TEM FDP QUE DÃO ATENÇÃO A ESTES MERDAS, COM PORRA DE IDEOLOGIA

    1. Cristão com ódio não para isso ficou a justiça na Terra para punir o que está errado isso não e certo e tem que ser punido.

    2. Faça como eu, não assista. Quando mais se propaga, maior é o ibope!

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Diversos

Homem se passa por executivo da Netflix e consegue US$ 14 milhões

Reprodução: Olhar Digital

Um homem na Califórnia admitiu fraudar contratos e assinaturas para conseguir dinheiro de grupos de investimento, chegando a um total arrecado de US$ 14 milhões. Adam Joiner, 41, alegava para empresas estrangeiras da Coreia do Sul e da China que utilizaria o capital para produzir um longa-metragem para a Netflix.

De acordo com o FBI, Joiner forjou documentos e assinaturas para um projeto de filme que se chamaria “Legends”. Ele alegava falsamente ser dono de uma empresa chamada Dark Planet Pictures LLC, reponsável pela produção do longa.

Como parte do esquema, Joiner disse aos investidores que a Netflix havia concordado em distribuir a produção, uma alegação que ele apoiou com um contrato de distribuição falso que continha a assinatura forjada de um executivo da Netflix.

Posteriormente, ele disse aos investidores que havia encerrado o contrato de distribuição com a empresa de streaming e garantido um novo contrato com a Amblin Partners (produtora liderada por Steven Spilberg), o que também era mentira.

O Fundo de Conteúdo Global de Investimentos da Coréia do Sul investiu US$ 8 milhões no projeto, assim como uma companhia chinesa chamada Star Century Pictures Co. Ltd e uma empresa relacionada chamada PGA Yungpark Capital Ltd, que investiu cerca de US$ 6 milhões.

De acordo com os investigadores que revisaram os registros da empresa de Joiner, o fraudador utilizou cerca de US$ 5,2 milhões do dinheiro adquirido para comprar uma casa em Manhattan Beach. O resto do dinheiro, no entanto, foi tranferido para uma conta bancária que pode estar ligada a outro esquema que Joiner tinha em desenvolvimento.

O norte-americano pode pegar uma pena máxima de 20 anos, quando for setenciado pelo juiz distrital dos EUA, André Birotte Jr., em 6 de março de 2020.

Olhar Digital, via Variety

 

Opinião dos leitores

  1. Fez tudo certo, só faltou vir morar no Brasil! Com 14 milhões de dólares, daria pra enrolar “até todos os recursos serem esgotados”, ou seja, morreria antes ou prescreveria!!!! Resolveu ir pros EUA, ano que vem estará preso por 20 anos!

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Tecnologia

Alegando alto investimento em tecnologia e produção de filmes e séries, Netflix aumenta preço no Brasil; veja novo valor de cada plano

Netflix anunciou, nesta quinta-feira (14), um novo reajuste de preços para os planos do serviço no Brasil. O valor subiu de 10% a mais de 20%, dependendo do pacote escolhido, e vão de R$ 21,90 a R$ 45,90 na assinatura mais cara. Os novos preços valem de imediato para novos assinantes.

Procurada pelo TechTudo, a empresa de streaming explicou que os usuários que já contam com assinatura ativa terão o preço da mensalidade reajustada de acordo com o ciclo de pagamento. As datas exatas de alteração serão informadas via comunicação por e-mail e notificação no aplicativo ainda este mês.

A assinatura mais básica da Netflix saiu de R$ 19,90 para R$ 21,90, enquanto a assinatura intermediária, que permite dois acessos simultâneos, passou de R$ 27,90 para R$ 32,90. A opção mais avançada, que libera streaming em até quatro telas ao mesmo tempo e conteúdo em 4K, foi de R$ 37,90 a R$ 45,90.

Em comunicado, o serviço de streaming explica que o aumento é consequência do alto investimento em tecnologia e produção de filmes e séries. “Mudamos nossos preços de tempos em tempos para continuar investindo no melhor do entretenimento, além de melhorar a experiência da Netflix para nossos membros no Brasil”, justifica a empresa.

A Netflix opera no Brasil desde 2011. Na época, o serviço oferecia apenas uma assinatura, que custava R$ 15 mensais.

Em julho de 2018, a empresa começou a testar uma quarta modalidade de assinatura, chamada de Ultra, com opção de conteúdo em HDR por preço equivalente a R$ 53,90. O plano experimental funcionou apenas nos EUA e, até o momento, não foi disponibilizado a usuários brasileiros.

Techtudo

Opinião dos leitores

  1. PODERIA CONTRATAR MELHORES DUBLADORES , AS DUBLAGENS SÃO CHEIAS DE PALAVRÕES . E PODERIA SER MAIS RAPIDO EM ATUALIZAR SERIES .

  2. ESTA FICANDO CARO, VAMOS PEDIR EM MASSA O CANCELAMENTO DAS ASSINATURAS É A NOSSA UNICA ARMA CONTRA ABUSOS DESSA QUALIDADE.

    1. Não acho caro, um filme no cinema e mais caro. E tudo fatalmente vai ter reajuste. Sem investimento não se mantém qualidade. Aumento é ruim mas e justo

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Tecnologia

SE LIGA: Este aplicativo é essencial para você encontrar bons filmes na Netflix

FindFlix. (Foto: Chrome Web Store)

Você lembra como era a vida antes da Netflix se tornar essa gigante do entretenimento de streaming que é hoje? Quando queríamos assistir a um filme, era preciso ir a uma Blockbuster e procurar nos corredores por algo decente para assistir em DVD ou, ouso dizer, fita VHS.

Depois de meia hora pelos corredores da videolocadora, pagávamos por cada título e podíamos usá-los apenas por alguns dias. E quando esquecíamos de devolver no dia certo, era cobrada uma multa por atraso. Época sombria para quem gostava muito de cinema.

Hoje em dia, quando queremos assistir a um filme ou série, basta abrir o Netflix na TV, no console de videogame, no computador, no tablet ou no smartphone. Instantaneamente temos centenas de filmes, séries e documentários para escolher. É fantástico, mas também pode ser uma faca de dois gumes.

Às vezes, há escolhas demais e as recomendações da Netflix sempre parecem mudar para novos originais da Netflix. Mas há uma ótima notícia: existe uma extensão do Google Chrome que facilita muito a localização de novos títulos.

Ela chama-se FindFlix e pode ser baixada gratuitamente na Chrome Web Store, do Google. A extensão usa seu histórico de visualizações e histórico de classificações para recomendar novos conteúdos para assistir, e aparece em uma pequena caixa que fica acima da página inicial da Netflix no seu PC, seja Windows ou Mac.

O catálogo da Netflix é tão grande hoje em dia que você fica confuso quando procura novos filmes e programas para assistir. Este plugin oferece uma solução eficiente para esse problema. Ele também foi atualizado para permitir que você navegue por todos os gêneros ocultos que a Netflix usa para categorizar as coisas nos bastidores, o que é outra boa maneira de encontrar novos conteúdos para assistir.

Olhar Digital

 

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Tecnologia

Netflix já tem mais assinantes do que TV paga no Brasil, diz estudo

(Foto: Brian Cantoni / flickr)

O serviço de filmes e séries por streaming Netflix já tem mais assinantes no Brasil do que os tradicionais pacotes de TV paga. Pelo menos é o que diz um estudo da empresa de consultoria Ampere Analysis, divulgado nesta semana.

A Netflix não revela oficialmente quantos assinantes tem no Brasil, apenas números globais (125 milhões até abril deste ano). Mas segundo o levantamento da Ampere, o total de usuários pagantes no país chegará a 10 milhões até o fim de 2018.

De acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Net e a Claro TV têm, juntas, quase 9 milhões de assinantes; enquanto a Sky tem 5,2 milhões. Levando em conta estes números, a Netflix já superou a TV por assinatura.

Apesar do sucesso, o faturamento da Netflix ainda é bem menor do que o de TVs pagas por aqui – até porque os preços das assinaturas do serviço de streaming são bem mais baixos do que os preços de assinatura de TV a cabo no Brasil.

Segundo o levantamento da Ampere, divulgado pelo site Notícias da TV, de cada R$ 100 gastos com vídeo por assinatura no Brasil, R$ 36,40 vão para a Sky; R$ 29,40 para a Net; R$ 8,40 para a Claro, R$ 8,40 para a Vivo e R$ 6,90 para a Oi. A Netflix fica com apenas R$ 5,50 do bolo.

Além disso, a pesquisa da Ampere diz que 8% das residências no Brasil já têm algum serviço de assinatura de vídeo sob demanda, como a Netflix. A empresa, aliás, é a líder isolada do segmento no país, já que enfrenta pouca concorrência.

Olhar Digital

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Diversos

Apple, Facebook, Netflix, Google e outras gigantes têm vagas abertas para brasileiros

(Foto: Reprodução)

O número de desempregados no Brasil está aumentando cada vez mais. Segundo dados divulgados pelo IBGE, a taxa de desemprego no país atingiu 13,1% em abril, que é a mais alta desde maio do ano passado, quando o índice era de 13,3%. Com isso, o número de desempregados no Brasil nos três primeiros meses de 2018 soma de 13,7 milhões de pessoas.

Porém, quem está procurando emprego na área de tecnologia ou quer trabalhar em uma grande empresa, pode estar com sorte. Companhias como Apple, Google, Netflix e Facebook estão com vagas abertas para brasileiros.

Confira as vagas e como se candidatar:

Amazon

A Amazon está com três vagas abertas, sendo que duas são em São Paulo e uma para Jundiaí. Os cargos são para gerente de marketing, conselheiro corporativo e especialistas em operações de comércio internacional. A descrição das vagas e forma de como se candidatar podem ser encontradas aqui.

Apple
A empresa norte-americana está com 12 vagas de emprego para trabalhar nas lojas físicas da Apple no Brasil, sem especificar o local. Entre as oportunidades estão engenheiro de soluções, gerente, genius, líder de mercado, entre outras. Os interessados podem saber mais sobre as vagas e se candidatarem aqui.

Facebook
A rede social está com 46 vagas em aberto para quem quiser trabalhar em seu escritório de São Paulo. Os cargos são para diversas áreas, incluindo vendas, marketing, TI, RH, parcerias, entre outras. Veja os cargos e como se candidatar aqui.

Google
O Google está com seis vagas abertas para o escritório de São Paulo. As vagas são para gerente de marketing de produtos para o YouTube, líder de operações para o Google AdWords, especialista em faturamento, gerente de parcerias, especialista em experiência do cliente e analista da indústria. As vagas podem ser acessadas aqui.

Intel
A Intel está com duas vagas de estágio para as áreas de marketing e relações públicas. Os dois cargos são para trabalhar no escritório de São Paulo e podem ser acessados aqui.

Microsoft
A gigante da tecnologia está com oito vagas em aberto, sendo que todas são para trabalhar no escritório de São Paulo. As vagas são para consultor, engenheiro de campo, engenheiro de suporte e arquiteto de soluções. Confira as oportunidades e como se candidatar aqui.

Netflix
A Netflix está com 12 oportunidades para quem quiser trabalhar no escritório de Alphaville, em São Paulo. As áreas que estão contratando são de marketing, financeiro, produção, pós-produção, relações públicas, conteúdo e jurídico. Os interessados podem saber mais sobre as vagas e se candidatarem aqui.

Nubank
A startup brasileira está com sete vagas abertas, sendo que uma é para trabalhar no escritório em Berlim e as demais são para o escritório de São Paulo. Entre as oportunidades disponíveis estão engenheiro de software, data scientist, analista financeiro, entre outros. Confira as vagas aqui.

Uber
A Uber está com 49 vagas abertas para os escritórios de São Paulo, Feira de Santana, Fortaleza, Goiana, Guarulhos, Joinville, Manaus, Maringá, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luiz, Sorocaba, São Bernardo, Aracaju, Belo Horizonte, Brasília e Londrina. Saiba mais sobre as vagas aqui.

Olhar Digital

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Tecnologia

Netflix reduz a pirataria, diz pesquisa

As taxas de pirataria na Austrália caíram significativamente, ao mesmo tempo em que o serviço de streaming Netflix foi ganhando espaço, sugerindo que ele serviu como uma alternativa ao crime.

Nos últimos anos as taxas de pirataria tiveram um declínio consistente graças ao Netflix. O serviço foi lançado na Austrália no início do ano passado e de acordo com as pesquisas mais recentes, 25% dos australianos declararam que consumiam serviços piratas, enquanto que a marca anterior era de 29%.

Essa foi a primeira queda desde o boom da pirataria.

Fonte: Olhar Digital

Opinião dos leitores

  1. O Netflix oferece um bom conteúdo a um preço justo.

    O problema é que no Brasil a turma quer vender o DVD de um show por 50 reais, e essa ganância foi o que deu força para a pirataria.

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Diversos

NETFLIX: Pesquisa diz que pais querem dividir desenhos da infância com seus filhos

netflixUma pesquisa inédita feita pela Netflix e divulgada nesta semana, mostra que os pais querem dividir uma experiência de desenhos com seus filhos.

Realizada com pais de diferentes países pelo mundo, 85% deles disseram que já apresentaram ou pretendem apresentar a seus filhos os desenhos animados que eles assistiam quando crianças.

Destes, 75% dizem que se sentiram pequenos novamente ao vivenciar essa experiência; 76% de que os filhos aprenderam lições valiosas que levarão para toda a vida; e 66% passaram a optar pelos serviços de streaming – principalmente a Netflix – para promoverem essa nova tradição familiar.

A pesquisa também revelou a preferência dos pais em diferentes países. No Brasil, o desenho preferido é “Tom e Jerry”, exibido atualmente pelo SBT, Cartoon Network e Boomerang.

Para Erik Barmack, vice-presidente global de conteúdo independente da Netflix, “os desenhos animados de época que assistíamos sábado pela manhã agora estão disponíveis via streaming, mas a diferença é que podemos escolher quando e como assistir, e que assim as atrações passam dos pais para os filhos”.

No Brasil, a pesquisa foi feita pela Ipsos Public Affairs, a pedido da Netflix, com 1001 pais acima dos 18 anos, e com filhos até os 17 anos.

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