Após Congresso fazer “vista grossa”, MEC busca alternativa para voltar a emitir carteira de estudante

Simulação. Imagem: Divulgação

O Ministério da Educação (MEC) informou nesta segunda-feira (17) que busca alternativas para garantir aos estudantes a emissão gratuita de carteirinha que permite acesso com meia-entrada a eventos culturais e esportivos. Desde ontem (16) está suspensa a emissão, pelo MEC, da ID Estudantil, após o prazo da Medida Provisória 895/2019, que institui carteira virtual, ter expirado sem a apreciação pelo Congresso Nacional.

De acordo com o MEC, as 325.746 IDs estudantis já emitidas continuarão valendo, até sua data de expiração. “O aplicativo da ID Estudantil está disponível para alteração de foto (por até 5 vezes ao ano) e reativação da conta, caso o estudante troque o aparelho celular”, informou o ministério à Agência Brasil.

Segundo o MEC, o objetivo da ID Estudantil é oferecer uma alternativa à carteirinha de plástico que continua sendo emitida por entidades como União Nacional de Estudantes (UNE) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), a um custo de R$ 35.

De acordo com a UNE, estudantes de baixa renda podem receber o documento gratuitamente, desde que comprovem renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Verde disse:

    Esse CHILENO presidente da Câmara dos deputados, Rodrigo Maia, era pra estar preso, vendo o sol nascer quadrado, isso é um politiqueiro sem escrúpulos, só pensa na barriga dele e os outros que se lasque. O DEM de arrumadinho com o PCdoB é de laacar, IMORAL!!!

  2. Idiota potiguar disse:

    Vista grossa meu ovo!!!!!
    Diga as coisas como elas são: o pilantra conhecido por Botafogo da planilha da Odebrecht, Rodrigo Maia, não botou para votar a MP. Os partidos indicaram os membros mas o delatado pela gol linhas aéreas simplesmente não instalou a comissão.
    Agora todos vão dar dinheiro à une.
    Cabra de pêia.

Netflix recorre ao STF para voltar a exibir especial do Porta dos Fundos

Foto: Reprodução/Netflix

A Netflix Entretenimento Brasil Ltda entrou nesta quinta-feira (9) com um recurso no STF (Supremo Tribunal Federal) para derrubar decisão de um desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que suspendeu a veiculação do especial de Natal produzido pelo Porta dos Fundos.

A empresa alegou que houve “censura judicial” na decisão do desembargador Benedicto que proibiu a divulgação do programa humorístico do Porta dos Fundos que retratava Jesus Cristo como homossexual.

Esse programa causou forte polêmica pública e, pouco antes da virada do ano, a sede da produtora foi alvo de um ataque com coquetel molotov.

O desembargador do Rio havia destacado em sua decisão que a exibição do especial do Porta dos Fundos poderia causar mais danos à sociedade brasileira, que é majoritariamente cristã, se continuasse sendo exibido.

No recurso, com pedido de liminar, a Netflix afirmou que a Constituição Federal veda quaisquer formas de censura e restrições não previstas à liberdade de expressão. Há diversos casos julgados pela corte que destacam esse princípio, citou a defesa da empresa.

“A decisão proferida pelo TJ-RJ tem efeito equivalente ao da bomba utilizada no atentado terrorista à sede do Porta dos Fundos: silencia por meio do medo e da intimidação”, disseram os advogados da empresa no pedido ao STF.

O recurso terá como relator o minisro Gilmar Mendes, mas, durante o recesso do Judiciário, uma decisão caberá ao presidente da corte de plantão. No momento, Dias Toffoli conduz a corte.

Reuters

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Edson Barbosa de Oliveira disse:

    Respeito é bom e todos gostam…

  2. Bento disse:

    Brincam zombam debocham con a fé dos cristãos.
    O STF lavou as mãos em nome da censura.
    E eles riem mais uma vez debocham zombam e brincam.
    Essa vitoria que tiveram já estava escrito e será a ratificação para um pedido de perdão em público por estes ateus
    P mal por si se destrói
    Aguardem

Como fazer o Gboard voltar a funcionar no Android após reclamação de usuários que teclado deixou de funcionar

Foto: Reprodução

Usuários do Gboard para Android relatam que teclado deixou de funcionar. Veja algumas soluções para resolver esse problema!

O Gboard é um dos teclados virtuais mais utilizados nos celulares com o Android e o iOS (sistema do iPhone) devido a sua praticidade e quantidade de recursos. Por sua vez, quem está no sistema do Google o aplicativo pode ter tido uma surpresa desagradável após a sua última atualização.

Com diversos relatos feitos por usuários em redes sociais, devido a um bug, o teclado virtual passou a sumir dentro de aplicativos e até fez com que algumas pessoas não conseguissem desbloquear o Android. Se você se encontra nessa situação de não conseguir usar o Gboard, confira a seguir algumas opções para poder voltar a digitar em seu celular.

Importante

Esse bug do Gboard foi detectado por usuários, sendo que os relatos de problemas estão sendo postado nas redes sociais e nas avaliações da Google Play. Assim, também é preciso ressaltar que o bug não ocorre com todos os usuários do programa.

Corrigindo o problema do Gboard

Se você quer apenas corrigir o problema do Gboard sem ter que desinstalá-lo ou usando outro aplicativo, é necessário fazer um pequeno procedimento no sistema, que não lhe oferece riscos. Para isso, siga esses passos aqui.

Olhar Digital

Juiz amplia prazo para PRF voltar a usar radares móveis nas rodovias; AGU vai recorrer

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O juiz Marcelo Gentil Monteiro, da 1ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, decidiu conceder prazo de dez dias para que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) volte utilizar radares móveis nas rodovias do país. O uso de medidores de velocidade móveis e portáteis está suspenso desde agosto. O prazo terminará na segunda-feira (23).

Na decisão assinada ontem (15), o magistrado atendeu pedido feito pela União para ampliar o prazo da primeira decisão sobre o caso, assinada na semana passada, que determinou que a PRF volte a usar os radares.

Na petição encaminhada à Justiça, a Polícia Rodoviária alegou que é necessário “um conjunto complexo de medidas do ponto de vista logístico, contratual, administrativo e de orientações, a serem deflagradas em caráter nacional” para dar cumprimento ao despacho.

Segundo o órgão, há dificuldade na distribuição dos equipamentos para unidades localizadas “nos mais diversos rincões do país”, manutenção dos radares para uso de acordo com as especificações do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia e do Conselho Nacional de Trânsito, habilitação do sistema dos equipamentos para processamento das multas e providências contratuais para expedição das notificações e das penalidades.

No dia 11 de dezembro, o juiz atendeu a um pedido liminar feito pelo Ministério Público Federal e entendeu que a falta dos radares pode causar danos à sociedade. Os equipamentos móveis foram recolhidos em agosto após a publicação de um despacho do presidente Jair Bolsonaro. Na ocasião, foram revogados atos administrativos sobre a atividade de fiscalização eletrônica de velocidade em rodovias e estradas federais.

A Advocacia-Geral da União anunciou que vai recorrer da decisão.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    Indústria de.multa sim.Ele teria que ser parado e não ser multado só

  2. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    Indústria da multa sim.O irresponsável vai 180 km é multado e segue a na mesma velocidade ele teria que ser parado.

  3. H. Marques disse:

    Problema que essa turma do bozo gosta de andar correndo e armado!
    Brasil acima de tudo
    Deus acima de todos meu ovo!

  4. Papa Jerry Moon disse:

    Este assunto poderia ser melhor detalhado para que os cidadãos possam tomar uma posição mais independente. São só os radares móveis? Montados em locais variáveis e sem sinalização de aviso aos motoristas? E os equipamentos, são alugados ou existe uma empresa fornecedora? E os valores?

  5. Brasil sil sil disse:

    Que mané industria da multa, não quer pagar multa, respeite as leis de trânsito.

  6. Antenado disse:

    Acho que nessa daí Bolsonaro está pisando na bola. Literalmente.

  7. Antonio Turci disse:

    É indústria de multa, sim. Há outra forma mais barata e eficiente de reduzir velocidade: Quebra-molas. Por que essa insistência em colocar pardais? Se é para reduzir velocidade o exemplo acima é eficiente e, se o cidadão não respeitar, quebra o carro. O que essa galera quer mesmo é multar e, quem sabe……. entenderam???

  8. Eu disse:

    Não gosta de multa? Respeite os limites.

  9. Brasil e RN acima de tudo. disse:

    Nunca vi um governo gostar tanto de infratores de trânsito. Deixa esses redares, se possível coloque mais, não existe indústria da multa, existe motorista irresponsável, imprudente e mal educado.

    • BC3331986GAC disse:

      Nunca vi Um povo para idolatrar Tanto Um Bandido , Nunca vi UM povo tão Burro, Nunca vi esses petralhas Chiar Tanto !!!.

    • Brasil e RN acima de tudo disse:

      Amigo(a) BC3331986GAC, PT e PTralhas nunca mais, tem que passar longe do governo, mas pelo que percebi, você é um daqueles "minions" que não tem argumentos e ataca as pessoas como se elas fossem PTralhas, gostaria de um argumento seu, plausível, para a remoção dos radares. Ah, não venha com aquela história de indústria da multa não.