Saúde

Veja íntegra de carta de embaixador da China que informa Pazuello sobre sucesso no envio de insumo ao Brasil e avanço ‘acelerado’ para outros trâmites

O embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, enviou uma carta nesta segunda (25) para o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, prestando “estima e consideração” e informando a exportação de insumos para a produção da Coronavac no Brasil.

Na carta, Wanming informou Pazuello de que o envio do lote de 5.400 litros de insumo para a produção da vacina foi autorizado pelos órgãos competentes chineses, prevendo a chegada do material ao Brasil “nos próximos dias”. Isso encerra a conversa entre Pazuello e o governo chinês iniciada em 21 de janeiro.

Além disso, o embaixador disse que os trâmites para a autorização de despacho dos Ingredientes Farmacêuticos Ativos (IFAs) da vacina de Oxford/AstraZeneca estão progredindo de forma acelerada.

Yang Wanming finalizou a carta dizendo que “o lado chinês está disposto a continuar a fortalecer a cooperação com o lado brasileiro no combate à pandemia”.

À tarde, o presidente Jair Bolsonaro fez uma publicação em suas redes sociais anunciando o acordo e agradecendo ao governo chinês e aos ministros Pazuello, Ernesto Araújo e Tereza Cristina pelo acordo.

Íntegra

Leia, abaixo, a íntegra da carta enviada pelo embaixador da China:

“Sr. Yang Wanming
Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República Popular da China
25 de janeiro de 2021

A Sua Excelência
Senhor Eduardo Pazuello
Ministro de Estado de Saúde da República Federativa do Brasil
Brasília – DF

Senhor Ministro,

Venho pela presente cumprimentá-lo cordialmente e em continuidade da nossa conversa no dia 21 do mês corrente, aproveito para informar que a exportação ao Brasil do novo lote de 5400 litros dos insumos da Coronavac acabou de ser autorizada pelos órgãos competentes da China. Espera-se que a sua chegada ao Brasil se ocorra nos próximos dias. Em paralelo a isso, os trâmites da autorização para exportação dos Ingredientes Farmacêuticos Ativos (IFAs) da Vacina Oxford/AstraZeneca também estão avançando de forma acelerada. O lado chinês está disposto a continuar a fortalecer a cooperação com o lado brasileiro no combate à pandemia.

Por fim, queira aceitar, Vossa Excelência, os protestos da minha mais alta estima e consideração.

Atenciosamente,

Yang Wanming,
Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República Popular da China”

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Manoel você poderia muito bem ir RINCHAR na Venezuela ou Cuba, botar uma cela em você e ir passear com molusco ladão, que tal a sugestão? O Brasil não é lugar para você

  2. Eita, o calça apertada deve estar morto de ciúmes, afinal, só ele pode negociar as vacinas.
    Lembrando que SP tem 1/4 das mortes por covid e o governador proibiu o uso da ivermectina, cloriquina e desaconselhou tomar as vitminas C, D e o Zinco.
    Mas vou deixar não irei tomar a vachina, melhor aguardar outra marca.

  3. Mas as relações internacionais não estavam travadas?? E agora Sra. Míriam Leitão?? Bonner, fala aí companheiro…

    1. Tiveram que esconder o Dudu Bananinha e o Beato Salú que só estavam atrapalhando. Pediram desculpas de joelhos e prometeram seguir a cartilha de Mao Tsé.

  4. O gado agora vai tomar a "vachina"?
    O genocida agora vai continuar falando mal da China?
    Mau caráter o presidente e seu gado.

  5. Conversinha, o Sr. Yang Wanming é um homem inteligente, íntegro e de respeito, um verdadeiro diplomata. Jamais colocaria questões pessoais em detrimento de interesses de sua nação, seu povo.
    O Sr. Yang Wanming deu uma aula de cortesia a família Bolsonaro e seus ministros.
    Grande Sr. Yang Wanming, parabéns! Em nome do povo brasileiro agradecemos sua cordialidade.

    1. Ele poderia ignorar. Se abster. Tenta outra. Essa também não colou. Como o da Índia.

    2. daqui a pouco aparace Gadolígula e os outros gados para conversa besteira.. as mesmas figuras de sempre ai ai ai ai.. preguiça dessa boiada

    3. Ainda bem que o Neco (ou Caligula) não é diplomata. É só mais um corneteirinho fazendo uso do direito a opinar sobre qualquer coisa, até sobre o que não domina. Se essa criatura fosse diplomata acho que só conseguiríamos manter relações com o reino de Nárnia.

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Economia

CONSTRUÇÃO CIVIL: O setor que venceu a pandemia e deve bombar em 2021, segundo executivos

Foto: Pilar Olivares/Reuters

Embora a pandemia tenha devastado a economia, um setor conseguiu atuar de forma extremamente resiliente, com retomada rápida e números surpreendentes. Na visão de executivos de construtoras e incorporadoras ouvidos pela EXAME, 2021 deve ser um dos melhores anos para a construção civil no Brasil, com avanço exponencial de lançamentos no mercado imobiliário e expansão da receita.

A projeção ocorre mesmo diante das incertezas que aindam rondam a economia brasileira, com o provável fim do auxílio emergencial e efeitos residuais da crise global.

O nível de atividade da construção civil registrou alta pelo quarto mês consecutivo, o que confirma a tendência de recuperação no setor. Segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) relativa à novembro, a utilização da capacidade operacional no setor atingiu 63% no período, o maior nível desde dezembro de 2014. A sondagem mostra ainda que a confiança dos empresários permanece em alta no setor.

Para Diego Villar, presidente da Moura Dubeux, a pandemia teve um viés positivo para a construção civil porque as pessoas acabaram fazendo uma reflexão sobre a forma como moram. “O que também contribuiu para o desempenho do setor, neste ano, foi a demanda reprimida. O mercado imobiliário ficou muitos anos sem lançamentos.”

Segundo o executivo, 2021 será um dos melhores anos para o mercado imobiliário. “O governo federal deve retomar o caminho do equilíbrio fiscal, em um horizonte de estabilização do dólar e continuidade das discussões acerca de reformas, especialmente a tributária. A demanda ficará ainda mais aquecida”, acredita.

O valor geral de vendas (VGV) da empresa alcançou 770 milhões de reais a partir dos lançamentos que começaram, de fato, em agosto. O montante é mais do que o dobro do registrado em todo o ano passado. Para 2021, a Moura Dubeux reserva recorde de lançamentos em toda a história da empresa.

Selic

Com a taxa básica de juros (Selic) em mínima histórica, o ambiente é favorável para a compra de imóveis, principalmente na faixa de médio padrão. Para Rodrigo Resende, diretor de marketing e novos negócios da MRV, a Selic pode ter alguma correção no ano que vem, mas ainda de forma tímida.

“Acreditamos que a Selic continuará muito mais baixa do que no passado recente. O Brasil está entrando na tendência global de juros baixos.”

Como o financiamento tende a ficar mais atrativo, o setor deve colher frutos dessa política no ano que vem. “Independentemente da pandemia, a taxa de juros continua convidativa para o setor”, acrescenta Resende.

A construtora Engeform, que em 2020 somou 1 bilhão de reais somente em obras de saneamento, está se beneficiando do ambiente atual. “A taxa de juros baixa permite melhores condições para a empresa se alavancar e viabilizar negócios que antes não seriam possíveis com patamares mais altos”, afirma André Abucham, diretor-superintendente da empresa.

Além do bom desempenho em saneamento, a companhia acaba de fechar um contrato para levantar duas torres corporativas na região da avenida Juscelino Kubitschek, centro financeiro da capital paulista. O JK Square São Paulo terá aproximadamente 70 mil m², cinco subsolos e pavimento térreo com 12 lojas, onde será instalada uma área de convivência com espaços para circulação e permanência, em estilo “open mall”.

“A demanda continua expressiva no mercado imobiliário, os escritórios estão passando por uma reinvenção. As empresas terão que adaptar seus espaços para se adequar no pós-pandemia”, diz Eduardo Araújo, gestor de negócios da Engeform.

Novo normal

A Mac Construtora, que em 2020 registrou um VGV de 450 milhões de reais, prevê cinco lançamentos para o ano que vem e um crescimento de 20% da receita.

A construtora aposta no aprimoramento do conceito de moradia em seus novos lançamentos. “As pessoas estão buscando apartamentos mais funcionais, com espaço para home office e áreas comuns em que elas possam conviver com seus familiares”, diz Ricardo Pajero, CEO da área comercial da Mac.

A aposta também é da paranaense Laguna, que neste ano deve somar um VGV de 150 milhões de reais na incorporação, um avanço de 15% sobre 2019. A empresa tem forte atuação em apartamentos acima de 2 milhões de reais.

“Oferecemos conforto acústico e térmico, além de plantas diferenciadas. Isso passou a ser muito valorizado na pandemia”, diz André Marin Laguna, diretor de incorporações do grupo Laguna.

Em um cenário ainda de déficit habitacional e de infraestrutura no Brasil, o horizonte se mostra altamente positivo para os negócios. A aposta do mercado é de forte retomada. Resta saber se os riscos em torno da economia brasileira serão suprimidos e o setor finalmente poderá usufruir do grande potencial que tanto se fala no país.

Exame

Opinião dos leitores

  1. Vai nessa!!! Desemprego monstruoso impede pessoas de bom senso se meter com compra de imóvel e suas prestações sem fim. Crise, que crise, era o mote do setor imobiliário 2013/2020. Teve crise não filho, foi só uma marolinha.

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Diversos

“Deixei o país com 5 malas e R$ 600 rumo à Alemanha, hoje tenho 3 empresas”

Foto: Arquivo pessoal

“Quando eu tinha 17 anos, minha mãe teve meningite, eu fiquei sozinha para cuidar dela e da minha irmã de 4 anos. Quando esta irmã completou 18, surgiu a possibilidade de ir para Alemanha. Eu sonhava em ganhar dinheiro para pagar um tratamento melhor para mamãe, já que ela estava praticamente vegetando em uma cama ao longo de todos esses anos”.

A oportunidade surgiu por acaso, eu tinha um salão de cabeleireiro em Cabo Frio (RJ), onde eu morava, e certa vez uma brasileira que vivia no exterior, foi no meu salão fazer o cabelo e me perguntou: ‘Por que que você não faz show de samba na Alemanha? Sempre me perguntam sobre mulheres que fazem show de samba, mas sou branca, e eles não se interessam por mim lá, você podia ir e fazer’. Achei a ideia boa, ela me passou um contato de lá, falei com eles, e 15 dias depois eu estava de partida para a Europa.

Em abril de 2000, eu desembarquei sozinha em Dresden, com 5 malas e R$ 600 no bolso (na época a moeda era o marco alemão e essa quantia dava quase 600 marcos).

Os primeiros três anos foram os mais difíceis. Aprendi alemão sozinha em oito meses, o que tornou minha vida bem mais prática e abriram-se mais portas. Eu já falava inglês, mas aqui eles aprendiam como segunda língua o russo, então poucos falavam inglês em Dresden.

Os meus primeiros três invernos também foram difíceis, não exatamente por causa do frio, que eu até gosto, mas pela falta de luz, que me deixava triste e desanimada. Para evitar cair em depressão, eu fazia bronzeamento artificial só para sentir aquela luz.

‘Troquei hospedagem por faxina’

Quando cheguei em Dresden, eu só tinha hospedagem para uma semana, que era na casa do dono de uma discoteca, (o contato que a moça havia me dado, não era de um grupo de samba, mas de um sujeito que gerenciava uma discoteca aqui). Eu tive que me virar para conseguir os contatos dos grupos que faziam esses shows de samba na Alemanha, então enquanto as músicas tocavam, eu subia no palco com roupa carnavalesca, e dessa forma, consegui alguns contatos.

A esposa do dono da disco estava morrendo de ciúmes de mim, aí no quarto dia eu deixei a casa deles e saí andando, procurando algum lugar para ficar, com pouco dinheiro. Vi uma loja de estrangeiros, eles falavam inglês e eu perguntei se conheciam alguém que alugava um quarto. Me deram o contato de um africano muito respeitoso, que atuava na política, e assim, ele permitiu que eu morasse na casa dele durante 6 meses em troca de serviços domésticos e faxina, e isso me ajudou bastante.

Comecei a dançar samba em um show folclórico brasileiro e depois fui morar em Frankfurt, onde se ganhava mais dinheiro. Viajava muito, trabalhava muito, sempre em eventos dos outros, grupos, clubes. Frankfurt era mais central e os voos sempre partiam de lá com destino a outros lugares e países.

‘Cilada: quase virei escrava sexual’

Antes de viver em Frankfurt, quando ainda estava em Dresden, nas minhas horas vagas da discoteca, eu me apresentava em aniversários, casamentos e festas dançando samba. Certa vez, recebi um convite para fazer um show de samba em uma outra cidade e por muito pouco não caí numa cilada. Um táxi pago pelo contratante me levou até o local, uma casa muito bonita e enorme, onde eu faria o show de samba em uma festa privada de empresa. Levei minhas fantasias de Carnaval e quando cheguei lá, era um bordel.

Notei que havia algo estranho quando vi um pole dance no palco. Eu fiquei apavorada. Antes de deixar o Brasil, eu havia pesquisado sobre a vida de brasileiros na Europa, e tinha lido que jamais deveríamos entregar nosso passaporte para um empregador, pois eles poderiam te fazer escrava sexual.

Um homem do local veio e pediu o meu passaporte, eu gelei. Disse que estava junto com as minhas fantasias e outras coisas no camarim e que ia buscá-lo.

O primeiro bar fundado por Denisa na Alemanha. Foto: Divulgação

Eu estava em uma cilada. Quando entrei no camarim, havia uma moça se arrumando, perguntei do que se tratava aquele local, e em inglês ela me respondeu ‘como assim? Isso aqui é um bordel. Por quê? Você não veio para ir para os quartos fazer programa?’

Eu desconversei, dizendo que topava fazer tudo, pois queria ganhar dinheiro, e em seguida, perguntei a ela onde poderia me trocar sozinha, pois estava tímida, e ela me indicou o quarto dela, onde recebia seus clientes. Eu levei as minhas coisas, vi que ninguém havia me visto e fugi, sai correndo pela rua. Era inverno, e estava nevando.

Eu andava rápido e escondida, com medo que eles me seguissem. Um frio danado, e eu não sabia onde estava. Aí passou um táxi e eu literalmente me joguei na frente do carro. Eu só dizia ‘help me’, mas ele entendeu o meu desespero.

Eu tentei me comunicar com ele usando um pequeno dicionário que eu carregava. Eu não tinha dinheiro pra corrida, porque era o contratante que pagaria, ele me levou de graça até Dresden, e esse taxista alemão é meu amigo até hoje.

‘Em 2008, montei meu próprio grupo de samba’

Depois de quatro anos vivendo na Alemanha, eu fui para o Brasil, fiz uma lipo e paguei excelentes tratamentos para a mamãe, que conseguiu sair da cama. Eu consegui dar a ela uma vida digna.

Após a morte da mamãe, eu deixei Frankfurt e voltei para Dresden, e em 2008, montei o meu próprio grupo de shows de samba. Tive que investir em fantasias para mim e o grupo, além de instrumentos musicais, trajes para todos os dançarinos, capoeiristas.

Em Dresden, eu não seria concorrente de ninguém, e logo de início fiz bastante propaganda, investi bastante e deu certo. Eu sou uma mulher com tino comercial, sempre fui, por mais dificuldades que eu tivesse no Brasil, cheguei a ter dois salões de cabeleireiro.

‘Vi na caipirinha uma nova oportunidade’

Anualmente acontece em Dresden um festival chamado Bundesrepublik Neustadt, uma festa muito doida e alternativa no bairro de Neustadt. Um sujeito queria montar uma barraca de coquetéis, mas eu nunca havia feito uma caipirinha na minha vida.

Daí, eu lembrei que uma brasileira aqui havia trabalhado em uma barraca de caipirinhas em Porto Seguro. Ela topou a ideia, e eu pedi um dinheiro emprestado a um amigo, compramos tudo que precisava, o dono cedeu o quiosque e trabalhamos lá, e foi um sucesso.

Após essa experiência, em 2009, comprei uma barraca desmontável e comecei a trabalhar vendendo caipirinhas em diversos festivais, e aí foram surgindo convites para festas. Eu incrementei o negócio, nós trabalhávamos fantasiados, com plumas e paetês, música na barraca, dançando, rindo e brincando com as pessoas.

Sempre formavam filas na nossa barraca. O diferencial não era apenas o sabor da caipirinha, mas o nosso jeito de ser.

‘Racismo na Alemanha? Nunca’

Eu nunca sofri racismo na Alemanha, a questão da cor da pele não faz diferença, se existe algum racista é algo raro. O preconceito aqui é contra estrangeiro no geral. Quando eu cheguei há 20 anos, a coisa era muito pesada e acho que ser mulher, jovem e bonita foi uma vantagem.

No Brasil, eu já fui barrada em um hotel em Copacabana. No café da manhã do hotel, uma funcionária segurou meu braço e disse que eu não poderia tomar café da manhã ali. Eles deduziram que uma mulher negra, tomando café da manhã em um hotel de luxo só podia ser uma prostituta que dormiu com algum gringo e que no dia seguinte se achou no direito de ir ao restaurante. Só podia ser isso né?

Esse tipo de situação eu nunca vivi na Alemanha e em lugar nenhum. Os problemas que eu tive na Alemanha foram por ser mulher, estrangeira e sozinha -com empregadores querendo tirar proveito, passar a perna.

‘Me incomodava usar peças pequenas para dançar’

Os meus shows são folclóricos, eu me inspirei um pouco nos shows do Plataforma Rio [extinta casa noturna carioca que exibia shows folclóricos], mas tem muita criação minha também. Quando eu montei o meu grupo, eu quis mudar um pouco, porque tinha coisas que me incomodavam. No Brasil por exemplo, você está dançando no Carnaval sob 40 graus, um calor danado, é justificável a gente usar aqueles biquínis pequenos.

Mas me incomodava usar essas coisas aqui, porque eu não queria ser vista de uma maneira sexista. Quando criei meu grupo, comecei a cobrir as minhas roupas. O que gringo quer ver é samba. Ele não faz questão de ver bunda. As bundas das dançarinas dos meus shows são cobertas, e os clientes gostam muito disso, porque eu trabalho para muitas empresas em eventos, não fica bem aquele monte de ‘popo’, os meus shows são também diferenciados neste sentido.

‘A crise em 2016 que gerou nova empresa’

Em 2016, houve em Dresden uma crise muito grande, um movimento xenofóbico na cidade, que matou o turismo na cidade e quebrou restaurantes e hotéis. Diminuiu muito os meus shows de samba e os coquetéis/bares móveis.

Eu estava desesperada, eu tinha que ganhar dinheiro. Passei a fazer limpeza sozinha, mas eu vi que não daria conta de atender a todos, aí montei uma equipe e chamei estudantes pra trabalhar comigo. Os brasileiros são ótimos para fazer limpeza.

Em 2018, criei uma empresa de limpeza. Eu já queria ter algo que funcionasse o ano inteiro, porque os shows e coquetéis são mais no verão. Agora, nessa pandemia, é isso que está me salvando porque a limpeza não parou.

Eu tenho uma vida estável hoje. Consigo oferecer oportunidades para outros brasileiros e estrangeiros refugiados que trabalham nos três negócios comigo. Posso dizer que sou uma pessoa vencedora. Não sou rica, mas tenho o suficiente para ter uma certa tranquilidade, paguei o tratamento da mamãe, dei uma casa para a minha irmã, e estou visando mais para o meu futuro.

‘Sem planos de viver no Brasil’

Eu gosto muito da Alemanha, não tenho vontade de voltar a morar no Brasil. As coisas aqui funcionam, são organizadas, as pessoas têm respeito. Moro no térreo, não preciso de grade, de alarme, nada dessas coisas que a minha casa no Brasil tinha, e que mesmo assim, foi assaltada. Moro sozinha, tenho um namorado alemão, mas não quero morar junto, acho que sou teimosa como eles.

Já realizei todos os meus sonhos. Cheguei aqui com 31 anos e sabia bem o que eu queria, não era nenhuma menina boba. Tenho alguns planos a realizar, mas Deus sempre mostra o caminho. Quero um dia abrir um teatro folclórico brasileiro em Dresden e trazer artistas do Brasil pra se apresentar por temporadas.

Eu sempre fui feliz, mas depois dos 50, eu tô me achando. Me casei aos 20, divorciei aos 25, percebi que casamento não é coisa pra mim. Adoro liberdade, não quis ter filhos. Eu amo a Deus, me amo, amo o próximo. Acho que liberdade e amor são o segredo da minha felicidade.

Universa – UOL

 

Opinião dos leitores

  1. Tenho vontade de ir pra Europa trabalhar como faxineira.
    Será que pagam bem?

    1. Bixa, a Roberto Freire tá fraca assim o movimento?
      Aqueta o facho.

    2. Froxa do jeito que você é, não vai ganhar nem o da sopa Rsrs bixa use pedra Hume.

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Economia

Startups brasileiras levantaram cifras bilionárias neste ano – e o cenário para 2021 é ainda mais promissor

Foto: Fábrica de Startup/Divulgação

Não só por tragédias ficará marcado 2020, o ano da pandemia do novo coronavírus. Boas oportunidades de negócios surgiram ao longo do trágico ano em que, além das vidas perdidas, quase todos os países do mundo terminarão com o PIB negativo. Se a economia brasileira vem em uma recuperação gradual, há um setor em que a crise passou longe em 2020: o de startups, que levantou cifras bilionárias. De acordo com a plataforma Sling Hub, apenas nos últimos seis meses foram 147 novos negócios em startups brasileiras, no valor de 20,9 bilhões de reais. Em 2019 os investimentos em startups já tinham dobrado em relação a 2018, mas já em outubro de 2020 o montante aplicado mais que dobrou em relação a todo o ano passado e o cenário para 2021 é ainda mais promissor.

“Tivemos uma combinação de juros muito baixos, o que incentivou os investidores a irem para capital de maior risco. Além disso, houve muita liquidez para as startups captarem e muitas empresas desesperadas querendo tapar os buracos que ficaram mais aparentes durante a crise”, disse Hector Gusmão, presidente do hub de inovação Fábrica de Startups. De acordo com ele, outro fator que contribuiu com esse cenário foi o fato de que cinco grandes fundos de venture capital começaram o ano já com mais 2 bilhões de dólares captados para investir em startups.

De acordo com a plataforma Slinghub, as fintechs foram as que mais receberam investimentos nos últimos seis meses (veja quadro). Responsáveis por mais de 80% dos investimentos, elas receberam 15,7 bilhões de reais em 60 novos negócios. Na sequência, vem as retailtechs, ou seja, ligadas ao varejo online, com quase 12%. Elas receberam 2,3 bilhões de reais em 14 novos negócios. Entre as empresas que se destacam, estão a Magazine Luiza, que comprou mais de cinco startups no ano, a HDI e a Via Varejo.

Para a Fábrica de Startups, que conecta principalmente grandes empresas às startups e que domina esse mercado no Rio de Janeiro, uma área de destaque no mercado foi a de healthtech. “Houve muito investimento, assim como fusões e aquisições. Na nossa previsão, isso vai continuar após a pandemia”, diz Gusmão. Até novembro, 68 startups entraram no programa de integração com empresas e 10 fecharam contrato em um valor total de aproximadamente de 700 mil reais. Ao longo de todo o ano passado, o número de contratos assinados foi igual ao de 2020, mas o valor foi inferior, de 600 mil reais. E, de acordo com a projeção dos especialistas, 2021 será um ano ainda mais promissor para as startups.

Veja

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Diversos

Filme natalino de Leandro Hassum na Netflix está entre mais assistidos no mundo

Leandro Hassum estrela o filme ‘Tudo Bem no Natal que Vem’ //Divulgação

O Natal tipicamente brasileiro, com calor, shopping lotado e o indefectível tio do pavê cruzou fronteiras graças ao filme Tudo Bem no Natal Que Vem. Estrelado por Leandro Hassum, a produção nacional que chegou à Netflix na semana passada está no topo do ranking de mais assistidos da plataforma no Brasil, mas, curiosamente, conquistou outros países. Segundo sites agregadores de dados da Netflix, o longa dirigido por Roberto Santucci (de Até Que A Sorte Nos Separe e O Candidato Honesto) está com a audiência alta no México, França e Espanha, mas fez sucesso mesmo foi na Alemanha, onde ocupa a primeira posição do ranking local.

No mundo, o filme, que ganhou o título internacional Just Another Christmas, é o quarto mais visto essa semana, atrás apenas de Crônicas de Natal: Parte Dois; O Segredo: Ouse Sonhar; e Crônicas de Natal, respectivamente. A VEJA, Hassum falou sobre a produção. “Os filmes natalinos americanos são as referências que temos, né? Mas o Natal brasileiro é bem diferente. Todo Natal tem aquela reunião de família, no verão, com todo mundo junto, se abraçando, brigando, contando piada ruim, falando de futebol e política. Estou feliz que o nosso trabalho está estreando no streaming e não no cinema, estamos vivendo um ano atípico”, disse. Leia mais aqui.

Na trama, o personagem de Hassum se vê preso em um looping temporal, no qual, todos os anos, ele só acorda no Natal do ano seguinte, sem saber o que aconteceu ao longo do ano.

Veja

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Diversos

Nasa lança com sucesso mais uma missão para explorar Marte

Foto: Reprodução YouTube/Nasa

A Nasa, agência espacial norte-americana, lançou nesta quinta-feira (30) mais uma missão espacial que tem como objetivo explorar Marte. O foguete que cruza a atmosfera rumo ao planeta vermelho leva o robô Perseverance para buscar vestígios de vida fora da Terra.

O moderno equipamento chegará em solo marciano em 18 de fevereiro de 2021. Então, começará o trabalho de buscar na superfície e também no subsolo de um antigo lago algum material biológico.

O Perseverance conta instrumentos de ponta que podem detectar matéria orgânica, analisar a composição das rochas e do solo, além de permitir o mapeamento da composição química em um nível de precisão jamais realizado.

Durante a missão, o robô irá coletar amostras de solo que devem ser coletadas e trazidas para a Terra em futuras missões espaciais. Até hoje, nenhum material marciano foi enviado de volta para que estudos sejam realizados.

A Nasa enviou também uma espécie de drone espacial que poderá voar em Marte. Essa será a primeira vez que um equipamento realizará voos sendo controlado pelo cientistas aqui na Terra.

R7

 

Opinião dos leitores

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Finanças

“O Brasil condena o sucesso”, diz Cris Junqueira, cofundadora do Nubank

(Nubank/Divulgação)

Empreender no Brasil é um grande desafio, mas pode se tornar uma tarefa menos árdua se houver educação financeira para a população, acredita Cris Junqueira, cofundadora do Nubank.

“Falar de dinheiro ainda é um tabu por aqui, o Brasil condena o sucesso. Mas meu sonho é termos educação financeira nas escolas, para toda a população”, afirmou a executiva em conversa conduzida por André Portilho, head da EXAME Academy, e Sofia Esteves, presidente do conselho da Cia de Talentos, no canal da EXAME Academy no YouTube.

Para Junqueira, o futuro do trabalho vai ser cada vez menos formal, com expansão do empreendedorismo. “Seria transformador para a sociedade termos mais empreendedores, inclusive sociais, não podemos ter uma visão de que produção de riqueza é soma zero.”

Esteves acrescentou que empreender no país é correr risco e ter insegurança todos os dias. “É preciso muita inquietação de querer transformar. Tem de ter coragem.”

Junqueira conta que a pandemia acelerou processos que já vinham acontecendo dentro e fora do Nubank. Como exemplo, ela cita que a instituição ganhou mais de 70.000 clientes idosos na quarentena.

“As pessoas não querem mais ter de ficar na fila do banco para pagar uma simples conta”, diz a executiva. Segundo ela, a inovação ficou ainda mais em evidência nessa crise.

“Inovar é resolver problemas de uma forma diferente, com criatividade. Não temos time de inovação no Nubank, inovar está em tudo o que fazemos.”

Portilho destacou a importância do trabalho de diversidade promovido pela cofundadora do Nubank também como uma forma de impulsionar os negócios. “A diversidade é positiva porque traz diferentes pontos de vista sobre um determinado assunto. O que importa é o que cada um coloca à mesa de trabalho”, disse o executivo.

Junqueira ressalta que 30% da equipe do Nubank se identifica como pertecente ao grupo LGBTQ+, o que resulta em um ambiente mais confortável e que promove diferentes ideias. “Temos um ambiente acolhedor e para trabalhar conosco é preciso ter muita vontade de aprender sobre nosso negócio e procurar resolver problemas do dia a dia de forma criativa.”

Exame

 

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Diversos

A PRIMEIRA SÓ EM 2021. Empresa de energia solar faz sucesso com promoção

Foto: Ilustrativa

Instalar energia solar na sua casa ou empresa e só começar a pagar no ano que vem. Muitas empresas, de diversos segmentos, estão realizando promoções especiais nesta fase de retomada da economia. É o caso da Megga Solar, uma das empresas de energia solar que mais crescem no país. Eles pensaram numa promoção que está fazendo o maior sucesso. Você instala seu sistema de energia solar agora, parcela em 60 meses e só paga a primeira parcela do financiamento em janeiro de 2021.

Uma das vantagens, além da promoção, é que você zera o consumo da sua conta de energia, o que já vai ajudar no pagamento das parcelas do financiamento, além de só pagar a primeira daqui a mais de seis meses. Em contato com o blog, o gerente comercial da Megga Solar, Fernando Dias, falou com entusiasmo: “A gente tinha uma expectativa de sucesso para esta promoção, mas confesso que está superando todas as previsões. A procura está enorme. A gente acredita na volta da economia e estamos fazendo a nossa parte. Vai dar tudo certo”, reforçou com otimismo.

A Megga Solar tem um site com todas as informações em www.meggasolar.com.br.

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Saúde

Cientistas brasileiros testaram com sucesso droga que combate a aids contra o coronavírus Sars-CoV-2 em laboratório

Foto: AFP

Uma droga usada no tratamento de pessoas com Aids se tornou uma esperança para o combate à Covid-19. Cientistas brasileiros testaram com sucesso contra o coronavírus Sars-CoV-2 em laboratório o antirretroviral fumarato de tenofovir desoproxila, empregado contra o HIV. Dentro de duas semanas, ele deve começar a ser testado em pacientes com Covid-19 de baixa e média gravidade.

O tenofovir não faz parte da lista de drogas selecionadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para testes em larga escala no mundo. Mas um grupo de cientistas de São Paulo descobriu que sua composição o torna um candidato em potencial para combater o Sars-CoV-2.

Ele tem a capacidade de se ligar num trecho específico de uma proteína importante para o coronavírus se multiplicar dentro de células humanas infectadas, explica Eurico Arruda, professor titular de virologia da Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto e um dos autores do estudo.

O trabalho começou quando o pesquisador Norberto Lopes, do Núcleo de Apoio a Pesquisa em Produtos Naturais e Sintéticos (NPPNS), da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP de Ribeirão Preto, viu que a estrutura química do tenofovir o tornava promissor contra o Sars-CoV-2. Lopes estuda há anos formas de simplificar e baratear síntese no Brasil de antirretrovirais usados no tratamento da Aids, conhece bem sua estrutura, e trabalhou no projeto em associação com Giuliano Clososki, também da Faculdade de Ciências Farmacêuticas.

Arruda e Luis Lamberti da Silva, que também é da Faculdade de Medicina, testaram a droga contra Sars-CoV-2 em cultura e verificaram que o tenofovir inibia a produção de vírus, por emperrar o mecanismo de multiplicação do coronavírus.

Emperrado, sua replicação fica ineficiente, e a infecção não vai adiante. Em cultura de células, a droga conteve o causador da Covid-19, e o passo seguinte é descobrir se o sucesso no laboratório se repete em pacientes — não custa lembrar que muitas substâncias fracassam nessa etapa.

Os testes clínicos com doentes de Covid-19 serão realizados em parceria com o Hospital São José de Doenças Infecciosas, em Fortaleza. A instituição do governo estadual do Ceará participa de estudos contra a Covid-19 e se interessou pelo tenofovir.

Em duas semanas

Após receber a autorização da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), diz Arruda, os testes com pacientes devem ser iniciados dentro de duas semanas num projeto com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Os testes devem ser realizados com pacientes cujo quadro ainda não evoluiu para a chamada tempestade imunológica, quando o ataque descontrolado do sistema de defesa se torna mais grave do que a ação do coronavírus em si. São pacientes de leve e média gravidade, mas que poderiam ter o avanço da doença revertido por medicamentos.

Será testado tanto o tenofovir sozinho quanto em combinação com outro antirretroviral chamado entricitabina. Os dois já são usados juntos no coquetel anti-Aids cujo nome comercial é truvada.

— Nenhuma dessas drogas de uso redirecionado é a solução para a Covid-19. Mas, potencialmente, podem ajudar muito os doentes num momento em que não existe tratamento específico, vacina, e o Brasil já passa do meio milhão de infectados — frisa Arruda.

Extra – O Globo

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Geral

Ministro da Infraestrutura aposta no sucesso na venda de aeroportos

Foto: © Fernando Frazão/Agência Brasil

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, disse nesta segunda-feira (25) que aposta no sucesso do programa de concessões de aeroportos públicos à iniciativa privada. Para o ministro, o projeto de transferir os 43 terminais hoje administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) à iniciativa privada não será afetada pelas consequências econômicas da pandemia da covid-19.

“Por mais surpreendente que possa parecer, digo que nós vamos arrebentar na venda de aeroportos”, disse Freitas durante seminário virtual com investidores do banco Santander, realizado esta manhã (25).

“[Vai ter quem diga] “Como assim? O mercado aéreo parou e vocês vão vender aeroportos?”. E eu respondo, vamos. E vamos vender pra caramba. Vamos vender muito. Vamos vender os 43 aeroportos. Por uma razão simples, ousadia”, disse o ministro, destacando que a oferta brasileira atrairá investidores estrangeiros em busca de boas oportunidades de negócios.

“Todo mundo está tirando aeroportos da praça e nós vamos colocá-los. Seremos praticamente vendedores exclusivos no mundo. Nossos ativos são excelentes e o setor vai retomar [as atividades]”, disse Freitas, acrescentando que, “além de oportunidades atrativas não só em aeroportos, mas em toda a infraestrutura nacional, o Brasil vem criando as condições para oferecer maior segurança aos negócios”.

“Lógico que [o setor aéreo] é o mais atingido pela crise e é o mais vulnerável a uma questão comportamental, mas tanto nós [o governo], quanto as empresas aéreas, vamos vir com os protocolos, os procedimentos de segurança e, então, aos poucos, o movimento vai ser retomado”, apostou Freitas, garantindo que o governo vai extinguir a obrigatoriedade de que 15% do capital do grupo econômico que assuma um aeroporto pertença a uma empresa aeroportuária.

“Vamos acabar com a restrição, permitindo que qualquer um possa operar um aeroporto com o suporte de um operador aeroportuário. Isto abre espaço para os fundos de investimento, fundos de pensão, fundos soberanos. O que já está repercutindo bem no mercado”, disse o ministro, confirmando a realização da sexta rodada de concessão para o primeiro trimestre de 2021, provavelmente, para o dia 21 de março.

Ofertas

A previsão é ofertar, na sexta rodada, 22 aeroportos agrupados em três blocos regionais com as configurações Bloco Sul: aeroportos de Curitiba; Foz do Iguaçu (PR); Londrina (PR); Bacacheri (PR); Navegantes (SC); Joinville (SC); Pelotas (RS); Uruguaiana (RS) e Bagé/RS. Bloco Central: aeroportos de Goiânia; Palmas (TO); Teresina (PI); Petrolina (PE); São Luís (MA) e Imperatriz (MA). Bloco Norte: aeroportos de Manaus; Tabatinga (AM); Tefé (AM); Rio Branco e Cruzeiro do Sul (AC); Porto Velho e Boa Vista.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), antes da crise causada pela pandemia, esses terminais respondiam pela movimentação de 11% de usuários de transporte aéreo. Em 2019, foram 23,9 milhões de embarques e desembarques.

“E já na sequência a gente vem com os aeroportos da sétima rodada, como Congonhas (em SP) e Santos Dumont (no Rio de Janeiro). Quem vai deixar de fazer negócios em Congonhas ou no Santos Dumont? Na Rodovia Presidente Dutra? No Porto de Santos? Então, temos portfólio, excelentes artigos e sofisticação na estruturação [dos contratos], pela forma como estamos tratando o risco, de forma cada vez mais equilibrada”, acrescentou o ministro, citando outros setores além do aeroportuário para reforçar as razões de seu otimismo.

“Estamos muito confiantes. E essa confiança não é desarrazoada. Ela nasce das conversas que temos tido com os investidores. Sabemos que estamos no caminho certo e vamos começar a perceber isso com os primeiros leilões bem-sucedidos. E vamos caminhando a passos lentos para atingir nossa meta de R$ 239 bilhões”, disse Freitas, garantindo que não faltará linhas de créditos. “Há que se ressaltar que não vai faltar crédito para a infraestrutura. A própria iniciativa do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] de atuar na questão das garantias, nesse momento em que o banco está fornecendo linhas de crédito para os diversos setores atingidos, preserva parte do capital para esses projetos de infraestrutura”.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Vender qualquer bem público nesse momento é um ato criminoso. Vai vender a preço de banana

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Política

VÍDEO: Êxito da reunião de Bolsonaro com governadores reduz termômetro de eventual impeachment, destaca analista da CNN

Além dos chefes estaduais, participaram do encontro virtual, os ministros: Paulo Guedes (Economia), Fernando Azevedo (Defesa), Braga Netto (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Jorge Oliveira (Secretaria-Geral).

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) também discursaram na reunião.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse que a reunião foi um “momento histórico na reconstrução do país”. Alcolumbre também disse repetidamente que, “diferente do que muitos pensam ou falam”, não há uma divisão entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

“Além dos R$ 60 bilhões (em repasses diretos), a gente também conseguiu, com apoio do governo federal, inserir cláusulas importantes”, apontou, referindo-se à suspensão do pagamento das parcelas da dívida dos entes federados com a União, que ele estimou em R$ 49 bilhões. “A gente conseguiu, nessa conciliação dentro do projeto, inserir segurança jurídica.”

O presidente do Senado disse que a “fotografia” do encontro desta quinta-feira mostrará a união entre os Poderes. “A fotografia e a sanção desse projeto servirão para todos que insistem em nos dividir. Eles perderão porque estamos unidos com o povo brasileiros, todos os Poderes, para enfrentar a maior crise sanitária da história do Brasil.”

Rodrigo Maia elogia reunião com Bolsonaro e fala em ‘união de todos’

Rodrigo Maia foi ao Twitter dizer que a reunião de hoje com Jair Bolsonaro e governadores foi “muito importante”.

O presidente da Câmara falou em “união de todos” no enfrentamento à pandemia.

“Muito importante a reunião hoje com o Presidente da República para a sanção do projeto de socorro a Estados e municípios nesta pandemia. A união de todos para o enfrentamento ao coronavírus é a sinalização mais importante.”

Com CNN,  Estadão e O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. O bafo no cangote do presidente está fzdo efeito. As 800 mortes que o senhor disse que seraim no máximo no Brasil em todo ano, acontece todo dia e sua conta está sendo calculada.

  2. Esse Bolsonaro paz e amor é só estratégia para evitar o impeachment. Se abrir a boca volta tudo. Nas próximas declarações de Bolsonaro na reunião do cercadinho do palácio, a temperatura sobe de novo.

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Diversos

Badalada Live do Sol & Lua rende R$ 10 mil em dinheiro, 108 cestas básicas prontas e meia tonelada de itens diversos; empresária promete novo evento

Foto: Reprodução/Blog Gláucia Lima

A badalada live do Sol & Lua, da empresária Lilia Saldanha que aconteceu no último domingo, 03 de maio, rendeu R$ 10 mil em dinheiro, 108 cestas básicas prontas e MEIA TONELADA de itens diversos que serão transformados em novas cestas básicas. A informação é do Blog Gláucia Lima. Confira aqui post completo.

Opinião dos leitores

  1. Tem que fazer doação mesmo, a quem sempre deu e fez a felicidade de muita gente. Kkkkkk
    Agora no retorno se preparem que a galera vem com tudo, e esse tempo todo de recesso o pessoal tá zero bala. Kkkk

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Saúde

Vacina contra coronavírus é testada com sucesso em macacos, diz laboratório

Material usado na pesquisa de uma vacina para o Covid-19, em imagem de 26 de março de 2020 — Foto: Douglas Magno/AFP

Uma vacina experimental contra o novo coronavírus apresentou pela primeira vez resultados promissores quando aplicada em um grupo de macacos, segundo o laboratório chinês Sinovac Biotech, que fez o experimento nesta sexta-feira (24). A informação é da agência de notícias France Presse.

Os resultados ainda precisam ser validados pela comunidade científica.

Para chegar a uma vacina efetiva, os pesquisadores precisam percorrer diversas etapas, passando por testes pré-clínicos, que podem ser in vitro ou em animais; e depois para os ensaios clínicos. Estima-se que uma vacina eficaz levará entre 12 e 18 meses para ser produzida.

Um balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), com dados até 20 de abril, aponta que até agora ao menos 76 pesquisas de vacinas estão em andamento em todo o mundo – 71 em fase pré-clínica e 5 em fase clínica.

Nesta sexta, a OMS anunciou o lançamento de uma iniciativa colaborativa para medicamentos, testes e vacinas contra a Covid-19. Segundo a OMS, a iniciativa – chamada de Access to Covid-19 Tools Accelerator, ou o ACT Accelerator –, irá tornar as tecnologias contra a doença “acessíveis a todos que precisam delas, no mundo inteiro”.

Os testes da vacina contra Covid-19 em macacos

Usando patógenos inertes do vírus que causa a Covid-19, a vacina foi ministrada em oito macacos Rhesus, que depois foram contaminados artificialmente, de acordo com os resultados do estudo, publicado pelo gigante farmacêutico Sinovac Biotech.

“Os quatro macacos que receberam a vacina em alta dose não tinham vestígios do vírus nos pulmões sete dias após a contaminação”, afirmou o laboratório.

Outros quatro macacos, que receberam a mesma vacina, porém em doses mais baixas, apresentaram maior carga viral no corpo. Este grupo também conseguiu resistir à doença.

“Estes são os primeiros dados sérios que eu vejo sobre uma vacina experimental”, disse Florian Krammer, virologista da Escola de Medicina Icahn em Nova York, no Twitter.

“A questão é se essa proteção dura muito tempo”, questionou a imunologista Lucy Walker, da University College London.

Além do experimento do Sinovac, Pequim aprovou outros dois testes de vacina: um, em Hong Kong; e outro, em Wuhan, onde o patógeno emergiu no final do ano passado.

Testes de vacinas contra Covid-19 em humanos

Grupos farmacêuticos e laboratórios ao redor do mundo estão disputando uma corrida contra o tempo para desenvolver tratamento eficaz e uma vacina contra o Covid-19, que matou mais de 190 mil pessoas em todo mundo.

A Sinovac iniciou testes clínicos desta mesma vacina em seres humanos em 16 de abril. Consultada pela AFP, o laboratório não quis fazer comentários.

O laboratório americano Moderna também anunciou que está fazendo testes.

Nesta semana, o governo da Alemanha aprovou os primeiros testes clínicos de uma vacina contra o novo coronavírus. Duzentas pessoas saudáveis vão participar na primeira fase.

No Reino Unido, pesquisadores já testam outra vacina. Um dos cientistas da Universidade de Oxford disse que, se tudo der certo, as doses estariam disponíveis para o público no outono europeu, primavera no Hemisfério Sul. O laboratório já está produzindo a vacina em larga escala durante os testes, e assumiu o risco de jogar tudo fora se o produto for reprovado.

Etapas da vacina

Para chegar a uma vacina efetiva, os pesquisadores precisam percorrer diversas etapas. Entre elas está a pesquisa básica – que é o levantamento do tipo de vacina que pode ser feita. Depois, passam para os testes pré-clínicos, que podem ser in vitro ou em animais, para demonstrar a segurança do produto; e depois para os ensaios clínicos, que podem se desdobrar em outras quatro fases:

Fase 1: feita em seres humanos, para verificar a segurança da vacina nestes organismos
Fase 2: onde se estabelece qual a resposta imunológica do organismo (imunogenicidade)
Fase 3: última fase de estudo, para obter o registro sanitário
Fase 4: distribuição para a população

G1

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Diversos

Shows online de strip-tease fazem sucesso durante pandemia do coronavírus

Foto: The New York Times

Nas últimas semanas, Justin LaBoy, de 29 anos, ex-jogador de basquete que se tornou famoso nas redes sociais, e o empreendedor Justin Dior Combs, 26, filho do rapper P. Diddy, vêm usando o Instagram para oferecer apresentações ao vivo de strip-tease improvisadas.

“Se não fosse por Justin e as lives que ele organiza, eu não sei o que teria feito, como teria mantido as contas em dia ou colocado comida em casa”, disse Sasha, uma dançarina que participa dos shows virtuais.

Em boa parte do planeta, muitos bares e casas de strip-tease foram forçados a fechar praticamente de um dia para o outro. Milhares de bartenders, garçonetes e dançarinos ficaram sem renda. E como muitas outras organizações, de escolas elementares a programas de sobriedade, as casas de strip também buscaram recriar por via digital as experiências que oferecem aos frequentadores.

O Magic City, um clube de strip em Atlanta, nos Estados Unidos, começou a oferecer “’lap dances’ virtuais” por meio do Instagram Stories. O rapper Tory Lanez também começou a comandar noitadas de dança virtuais para seus 7,5 milhões de seguidores, sob o título “Quarantine Radio”.

Mas os eventos de LaBoy têm atraído um grande número de fãs fervorosos.

Músicos como The Weeknd e Diplo e muitos jogadores famosos de futebol americano e basquete, assim como influenciadores de redes sociais, são espectadores constantes. Shaquille O’Neal, Meek Mill, YG, Casanova e Lil Yachty participaram dos programas como convidados especiais.

“A ideia cresceu muito”, disse Combs. “Começou com uma transmissão conjunta em lives e se transformou nessa loucura. As pessoas me perguntam toda noite se vamos ter uma live. Justin tem seguidores devotados, quase como se liderasse um culto, e a coisa está só começando.”

LaBoy disse que a ideia de recriar a atmosfera de uma casa noturna no Instagram surgiu à 1h de certa madrugada, quando ele se sentiu entediado com o streaming ao vivo que estava fazendo para seus mais de 60 mil seguidores. “Eu pensei que precisava convocar um demônio qualquer”, disse LaBoy. “Onde encontrar alguns demônios?”

Algumas mulheres pediram imediatamente para participar como convidadas de seu stream. Seus seguidores adoraram. “Ninguém acreditava que estivéssemos fazendo aquilo de graça”, disse LaBoy. “As meninas estavam dançando, ‘twerking’, tirando a roupa toda”.

Ele começou a colocar o nome de usuário das participantes como Cash App, na tela do feed, para que os espectadores pudessem lhes enviar dinheiro. LaBoy percebeu que tinha descoberto um filão. E assim nasceu o “Respectfully Justin Show”.

CADA NOITE UM CLUBE NOVO

Horas antes do show, LaBoy começa a divulgar o evento no Instagram, com o hashtag #respectfully. Como a rede proíbe conteúdo explícito, ele cria um novo nome de usuário para cada evento. Anuncia o nome da página no Twitter, mosrtrando o horário e a data da apresentação.

”Nunca tinha visto uma página conseguir 30 mil seguidores em uma hora”, disse Combs. “Ele está fazendo coisas que eu nunca tinha visto”.

LaBoy apresenta Combs e depois relaxa começando seu stream, com uma taça de vinho, o que já se tornou meme.

“As pessoas postam fotos de taças de vinho e escrevem coisas como ‘se sua garota sabe o que isso quer dizer, ela não é sua garota’’, disse Alexis, 24, dançarina em um clube de Atlanta que se apresentou em diversos dos streams de LaBoy. “Tornou-se um símbolo do show”.

Quando LaBoy aceita a proposta de uma mulher que quer dançar, ele coloca seu nome de usuária no Cash App no topo da tela e diz aos seus seguidores que, se eles gostam do que estão vendo, melhor pagar. “O pessoal ‘traço azul’ precisa pagar”, disse ele, em referência às pessoas que têm contas verificadas no Instagram.

(mais…)

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Finanças

Bolsas da Europa e futuros de NY sobem forte após relato de sucesso de remédio contra o coronavírus

Foto: Ilustrativa

A sexta-feira aponta para um dia de ganhos nas Bolsas, após a indústria farmacêutica americana Gilead apresentar dados preliminares do sucesso do tratamento com 125 pacientes atingidos pela Covid-19 com o remédio Remdesivir. Apenas dois pacientes morreram após o uso da droga e a maioria ficou curada em questão de dias.

O estudo, contudo, não foi feito com um chamado grupo de controle, então é difícil saber se os pacientes foram realmente curados pela droga. A Gilead informou à CNN que publicará os resultados completos do estudo no final de abril.

“A melhor notícia é que a maioria dos nossos pacientes já recebeu alta, o que é sensacional. Nós tivemos apenas dois óbitos”, disse a doutora Kathleen Mullane, infectologista da Universidade de Chicago que coordenou o estudo para a Gilead, em um vídeo obtido pela CNN.

A notícia de que a droga da Gilead aparentemente é efetiva contra o coronavírus, bem como outra informação, a de que a fabricante de aeronaves Boeing finalmente retomará a produção na sua fábrica perto de Seattle em 20 de abril, deram impulso aos mercados nesta manhã.

Por volta das 6h40, futuro do índice Dow Jones subia quase 3%, enquanto o do S&P 500 tinha alta de 2,5%. A Bolsa alemã valorizava 3% e a do Reino Unido operava com um ganho de 2,4% (acompanhe a cobertura do mercado em tempo real no Telegram do InfoMoney).

Outra notícia que dá impulso aos mercados nesta sexta é o anúncio feito ontem pelo presidente americano Donald Trump de que a economia dos Estados Unidos “reabrirá” a partir de primeiro de maio, em três fases.

Trump apresentou diretrizes para o recomeço das atividades fechadas pelas quarentenas e a implementação depende dos governos estaduais, que estabelecerão os critérios para quais negócios e serviços poderão voltar a funcionar.

Ontem à noite, foi divulgado um número bastante esperado, o do PIB chinês no primeiro trimestre de 2020. Os dados mostraram que a economia teve uma contração de 6,8%, o pior resultado desde 1992, quando o país começou a publicar estatísticas trimestrais.

O número também ficou acima da estimativa da agência Bloomberg, que previa uma queda de 6%.

A notícia, no entanto, teve pouco impacto nos mercados. As Bolsas da Ásia fecharam em alta. Na China, a valorização foi de 0,66% e, no Japão, de 3,15%.

Infomoney

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Saúde

Sucesso no combate a Mers pode criar vacina contra novo coronavírus

FOTO: RECORD TV EMISSORAS

Pesquisadores da Universidade de Iowa e da Universidade da Geórgia, ambas instituições renomadas dos Estados Unidos, desenvolveram uma vacina que protege os ratos contra uma dose letal de Mers (síndrome respiratória do Oriente Médio), um parente próximo do coronavírus SARS-CoV2, causador da covid-19.

A vacina usa um vírus inofensivo para fornecer uma proteína do Mers nas células e gerar uma resposta imune no organismo. O sucesso do procedimento pode ser a chave para o desenvolvimento de vacinas contra outras doenças do coronavírus, incluindo a covid-19.

A equipe liderada por Paul McCray, professor de pediatria da Universidade de Iowa, e Biao He, da Georgia, testaram uma possível vacina em camundongos suscetíveis ao coronavírus Mers.

A vacina é um vírus inócuo que carrega a proteína que o vírus Mers usa para infectar células (a PIV5). Todos os camundongos vacinados sobreviveram a uma dose letal. Os resultados do estudo foram publicados em 7 de abril na revista mBio.

“Nosso novo estudo indica que o PIV5 pode ser uma plataforma útil de vacina para doenças emergentes por coronavírus, incluindo o SARS-CoV-2, o vírus que causa a pandemia contínua do COVID-19”, diz McCray.

O vírus Mers é mais mortal e fatal em cerca de um terço dos casos conhecidos, mas houve apenas 2.494 casos desde 2012, quando surgiu. Por outro lado, houve mais de 1,25 milhão de casos confirmados de covid-19 em todo o mundo desde que surgiu no final de 2019 em Wuhan, na China, e quase 70.000 pessoas morreram com a doença.

O PIV5, de acordo com os investigadores, está sendo investigado como uma vacina para outras doenças respiratórias, incluindo vírus sincicial respiratório (RSV) e influenza.

O fato de uma dose baixa da vacina ser suficiente para proteger os camundongos pode ser benéfico para a criação de um medicamento para imunização em massa.

R7

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