Cidades

85,7% dos brasileiros não concordam com uso da pandemia para soltar bandidos

Levantamento nacional realizado pelo instituto Paraná Pesquisa para esta coluna e o site Diário do Poder mostra que 85,7% dos brasileiros são absolutamente contrários à liberação de presos ou afrouxamento de detenção a pretexto da pandemia de coronavírus. Apoiam a medida apenas 8,6% do total. Não opinaram 5,6%. Milhares foram soltos sob “temor” de contaminação de covid, por recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle do Poder Judiciário. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Mais de cinco mil presos foram soltos somente em São Paulo, no ano passado. As estimativas do total no País chegam a 15 mil casos. A libertação em massa de presos beneficiou até bandidos de alta periculosidade, incluindo chefes do crime organizado nas prisões.

Em São Paulo, chefe do PCC fugiu após ser solto alegando “asma”. Só depois descobriram que ele nunca havia pedido remédios para a doença.

O Paraná Pesquisas entrevistou 2026 brasileiros em 194 municípios dos 26 estados e no Distrito Federal, entre os dias 8 e 12 de fevereiro.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Acho que tem é que disseminar o vírus nos presídios onde estão, assaltantes, estupradores, e outras desgraças mais para que possamos fazer uma limpeza no sistema prisional brasileiro.

    1. Concordo plenamente. Aqueles q cometeram crimes de alto periculosidade devem ser exterminados mesmo. Políticos corruptos, sequestradores, estupradores, clonado de cartão e celular e mais alguns outros

  2. No Brasil do jacaré doido uma eterna confusão
    o vírus não para de contaminar dia a dia a população
    Enquanto o pobre leva fumo sem vacina e na desgraça
    No exército só picanha , lombo de bacalhau é muita cachaça
    Mas para os recrutas vida difícil
    Não tem leite moça não
    No almoço é langanha
    No jantar Café com pão
    Gadolândia já não sabe como o governo defender
    Jacaré ? doido ouriçado já não sabe o que fazer
    PIXU muito tranquilo
    Vai curtindo o carnaval
    Tomando conhaque Dreher e assando galeto no quintal
    Calígula o guloso , no ABAITOLÁ com os sobrinhos
    O tempo todo na mamadeira ? não desgruda nem um minutinho
    Chega Marilu ! PIXU está voltando a rimar !
    Jacaré ? no seco anda Papai !

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Polêmica

PF apura se dinheiro de tráfico de militares na FAB bancou até swing

A Polícia Federal busca percorrer o caminho do dinheiro fruto de esquema de tráfico internacional de drogas, com uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), para identificar todos os envolvidos. Elementos que integram investigações feitas no âmbito da Operação Quinta Coluna, deflagrada em 2 de fevereiro, apontam que a vida financeira do sargento da FAB Manoel Silva Rodrigues, preso em 2019 quando levava cocaína para a Espanha, era repleta de altos e baixos.

Diálogos entre ele e a mulher, Wikelaine Nonato Rodrigues, mostram que o casal constantemente discutia devido à falta de dinheiro ou por discordar sobre como os recursos eram empregados. Antes de viagens realizadas ao exterior, eles teriam, entretanto, recebido quantias em espécie, o que mudou a rotina da dupla.

Os investigadores recuperaram uma conversa registrada em 18 de abril de 2019, antes da viagem do militar para Madri, capital espanhola. A mulher pergunta a Manoel se eles podem sair à noite para uma “baladinha”, caso o homem consiga receber R$ 1,5 mil. O sargento fala que sim e que eles podem utilizar o dinheiro guardado na casa. Wikelaine não concorda e diz que a quantia seria para pagar contas.

Nesse momento, os policiais acreditam que o casal conseguiu algum dinheiro que alterou circunstancialmente a condição financeira da família. Os investigadores também apontam para o fato de a dupla guardar dinheiro em casa. Para a PF, os recursos seriam uma espécie de “adiantamento” pelo transporte de entorpecente que ocorreria em alguns dias.

Veja a transcrição do diálogo:

[Wikelaine]: Amor, se pegar os 1.500 vamos sair um pouco? Numa baladinha????
[Manoel]: Claro que vamos… Por mim iríamos com esse dinheiro aí. Topa?
[Wikelaine]: Vamos ver se ele vai dar os 1.500. Fica melhor que a gente não mexe nesse que tem aqui, porque é de pagar as contas.
[Manoel]: Hoje não tem expediente… Ele com certeza não falará com o cara hoje
[Wikelaine]: Você mandou mensagem?
[Manoel]: Ele falou que me manda quando pegar. Falou para esperar
[Wikelaine]: Ah, espera então. Você chega que horas aqui?
[Manoel]: Vamos na (o militar cita uma famosa casa de swing do DF) hoje ou sexta? Sexta não é dia santo?
[Wikelaine]: Até meia-noite
[Manoel]: Qualquer coisa vamos no sábado. Vê a programação da (casa de swing) aí, vida.
A mulher envia a foto de um panfleto com a programação do estabelecimento, e o sargento responde:
[Manoel]: Bora. Sexta nós vamos.
[Wikelaine]: Depois da missa.

Preocupação em serem seguidos

O “ele” citado na conversa, segundo a PF, seria o também militar da FAB Jorge Luiz da Cruz Silva. Segundo as diligências, Silva tinha a função de recrutar “mulas” para transportar o entorpecente.

Antes da prisão, o casal chegou a desconfiar que estava sendo seguido por policiais. Em 24 de abril, a mulher enviou mensagem a Manoel dizendo que foi à academia e que tinha suspeita de estar sendo observada por um casal de policiais.

O militar sugere que a esposa tire uma foto do veículo para checar a placa e questiona se era a Polícia Civil ou a Militar. Depois, Manoel fala para a mulher “ficar de olho”.

O diálogo, segundo as apurações, evidencia a preocupação do casal em estar sendo seguido pela polícia. Os investigadores acreditam que, nessa época, Manoel e Wikelaine já estavam realizando as tratativas para o tráfico internacional de entorpecentes, envolvimento que viria a ser escancarado com a prisão de Manoel em Sevilha, na Espanha.

Eles chegam a trocar mensagens de voz. Manoel tenta tranquilizar a companheira dizendo que “não é nada, não”. Logo depois, alerta para que ela não fale sobre o seu trabalho por meio de mensagens.

Reforma

Os policiais federais descobriram que o casal fez uma reforma no valor de R$ 26 mil no apartamento em que moravam. Testemunhas também apontam para gastos excessivos da dupla.

Antes de ser preso, Manoel Silva Rodrigues comprou uma motocicleta de R$ 32 mil (galeria abaixo e foto em destaque), com pagamento em espécie. A mulher passou a efetuar diversos depósitos com poucas quantidades em dinheiro.

Dados colhidos no celular de Wikelaine mostram que ela e Jorge Luiz da Cruz Silva sabiam da atividade ilícita e participaram auxiliando Manoel Rodrigues. Silva estava lotado no gabinete do vice-governador do DF, Paco Britto, e foi exonerado após a operação da PF.

Há informações de que Manoel Rodrigues adquiriu um celular apenas para falar com os traficantes. O aparelho teria sido ocultado pela esposa após a prisão dele na Espanha.

As investigações apontam, ainda, que Jorge Luiz da Cruz Silva tinha a função de recrutar “mulas”, militares da FAB, para o transporte de substâncias ilícitas. Provas colhidas pela Polícia Federal revelam que ele tinha contato com Manoel Rodrigues por meio de mensagens de celular. Os textos enviados por Silva sempre continham a expressão “Oi, Amor” no início.

Os dois se encontraram em 29 de abril e 24 de junho, antes das viagens realizadas por Rodrigues no avião da FAB. Jorge Silva trocou o celular após a prisão do sargento.

Outros alvos

Outro foco da Operação Quinta Coluna é Marcos Daniel Penna Borja Rodrigues Gama, morador do Lago Sul e conhecido como “Chico Bomba”. A casa dele, avaliada em R$ 4 milhões, foi alvo de sequestro judicial. Gama é suspeito de ser um dos donos do entorpecente transportado pelo militar.

Marcos Gama mantém negócios que, de acordo com a Polícia Federal, serviriam para lavagem de dinheiro. Ele é sócio da Premier Academia Ltda., localizada na Asa Sul; da Belix Incorporações, na Asa Norte; e da PCL Serviços Administrativos, em Santa Catarina. As empresas também foram alvo da PF durante a operação. Além das empresas, Gama tem imóveis de alto padrão. Segundo informações da Receita Federal do Brasil, há duas propriedades milionárias no nome dele: uma avaliada em R$ 1,6 milhão e outra estimada em R$ 2,3 milhões.

O investigado comprou um veículo Mitsubishi ASX por R$ 101,5 mil e obteve acréscimo patrimonial de R$ 3,3 milhões sem comprovação da origem dos rendimentos. De acordo com as apurações, a aquisição dos imóveis foi realizada mediante a participação de familiares de Gama – como pai, ex-esposa e filha.

Depoimentos colhidos pela PF detalham que o pagamento dos bens adquiridos era feito sempre em espécie. Para os investigadores, as transações financeiras apontam forte indício de lavagem de dinheiro, em que pessoas próximas dos suspeitos são utilizadas para receber recursos de origem ilícita, sem prestarem contas ao Fisco.

Gama ainda tem passagem na polícia por outros delitos, como posse ilegal de arma de fogo, receptação e estupro.

METRÓPOLES

Opinião dos leitores

  1. Kkk, militar, de direita, nacionalista, fazendo tráfico de drogas e indo pro swing, mas só depois da missa.

    1. É o cristão, de bem, eleitor do Mito.
      O diabo são os outros…

  2. Para temperar a festa no Swing: “ Bacalhau , leite moça , cerveja e picanha . Ai papai !
    Jacaré ? no seco anda .

    1. Bom mesmo era era do ladrao condenado Lula, aquele verme que fez o maior roubo da história da humanidade

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Mundo

Cadela recebe herança de US$ 5 milhões após morte do tutor

A cadela Lulu, uma border collie de oito anos de idade, terá uma boa vida em Nashville, cidade dos Estados Unidos, após a recente morte do tutor dela. O homem deixou US$ 5 milhões de herança para o animal de estimação, que está sob os cuidados de uma amiga dele. Em entrevista ao canal de TV WTVF, Martha Burton, cuidadora de Lulu, disse que Bill Dorris era solteiro e morreu no ano passado. Sempre que ele viajava, ela ficava com o animal.

Empresário de sucesso, o homem de 84 anos deixou um testamento no qual afirma que o dinheiro deve ser colocado em um fundo para os cuidados da cachorra. Isso permite que Martha, de 88 anos, seja reembolsada por despesas mensais que tenha com ela. “Eu realmente não sei o que pensar sobre isso para dizer a verdade. Ele simplesmente amava o cachorro”, disse a mulher.

Ela afirma que não sabe se poderia gastar os US$ 5 milhões com o animal, mas “gostaria de tentar.” Mas, por enquanto, não há planos de comprar uma tigela de ouro maciço para cães ou uma coleira incrustada de diamantes.

O valor será administrado por uma pessoa que aprovará e reembolsará Martha pelas despesas para cuidar da border collie. Não ficou definido o que ocorrerá com o dinheiro se Lulu morrer antes da quantia acabar.

Com informações da AP

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Não divulga , pq . Tô deixando de escrever. Esse blog não deixar agente falar a verdade, nesse caso é um arrumadinho do Governo de Fátima. Cadê a justiça???

  2. O jeito de fazer política seboso. Cadê a promotoria que viver na sombra sem óculo escuro, até uma criança ver essa palhaçada

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Mundo

Após se livrar do impeachment, Trump enfrenta tentativas de levá-lo à prisão

Absolvido no julgamento de impeachment graças ao voto da maioria dos senadores de seu partido, Donald Trump ainda poderá responder pela incitação à invasão ao Capitólio no dia 6 de janeiro, mas na Justiça. A sugestão de responsabilizá-lo nos tribunais pelo ataque ao Congresso partiu de um dos principais líderes do Partido Republicano, senador Mitch McConnell, e foi mencionada até por um dos advogados do presidente, como estratégia para livrá-lo do juízo político que poderia torná-lo inelegível.

“Não há possibilidade de que o presidente dos EUA possa correr solto em janeiro no final de seu mandato e simplesmente ir embora impune”, disse Bruce Castor, um dos advogados do ex-presidente no processo de impeachment. “O Departamento de Justiça sabe o que fazer com essas pessoas”, afirmou o defensor de Trump. O ex-presidente se irritou com a menção de seu próprio advogado a uma possível condenação judicial.

No impeachment, democratas sustentavam que absolver o republicano seria o equivalente a criar uma permissão para presidentes em fim de mandato cometerem crimes, diante da ausência de punição para os que estão fora do cargo. A defesa do republicano contra-argumentava ao dizer que os tribunais comuns podem condenar um ex-presidente e não há uma “exceção de janeiro”, como sugerem os democratas.

No sábado, após votar pela absolvição do ex-presidente, o líder do Partido Republicano no Senado, Mitch McConnell, defendeu que o ex-presidente respondesse na Justiça por seus atos. Ele afirmou que Trump é responsável pelo ataque ao Capitólio, mas argumentou que o impeachment não é cabível contra ex-presidentes.

“Apesar de ex-presidentes não estarem elegíveis para sofrer impeachment, eles ainda podem ser – e isso é extremamente importante – responsabilizados nos tribunais de Justiça ordinários”, disse McConnell. “O presidente Trump ainda é responsável por tudo o que ele fez durante o mandato, como um cidadão normal. Ele não se livrou de nada ainda. Ainda. Temos um sistema de Justiça criminal nesse país, temos litígio civil.”

O FBI investiga os envolvidos no ataque ao Capitólio. Mais de 125 pessoas foram presas nas duas semanas após o episódio e cerca de 200 já foram acusadas criminalmente. Trump não é investigado no caso. Em uma das acusações feitas na quinta-feira, procuradores informaram que uma das invasoras esperava as orientações do então presidente, a primeira menção direta ao possível envolvimento dele. O caso pode ser investigado também na esfera local, pelo procurador-geral do Distrito de Columbia, Karl Racine.

Na semana passada, procuradores da Geórgia anunciaram que investigam a tentativa de Trump de interferir no resultado da eleição do Estado, onde Joe Biden teve maioria dos votos. Os investigadores se debruçam sobre duas ligações feitas pelo ex-presidente. Em uma delas, Trump pediu ao Secretário de Estado da Geórgia, Brad Raffensperger, para encontrar votos para reverter a eleição. As apurações na Geórgia se somam a outras já em andamento.

Procuradores de Nova York apuram as finanças do ex-presidente e possível fraude em seus negócios. No passado, advogados de Trump se recusaram a colaborar com o caso e entregar declarações de imposto de renda do republicano com o argumento de que ele era um presidente no exercício. Agora não é mais.

Condenar e prender o ex-presidente, no entanto, não é um cenário provável, escreveu o jornalista do Washington Post Philip Bump. “A discussão da responsabilidade de Trump na Justiça Criminal serve como um lembrete de que esta ainda é uma ameaça não teórica que o ex-presidente enfrenta”, afirma Bump.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

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Política

Inquérito do STF pode levar general Pazuello a perder posto e patente

O inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar se houve omissão do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no colapso da rede pública de hospitais de Manaus pode levar a uma condenação do general da ativa e até mesmo, em última análise, à sua perda de posto e patente pelo Superior Tribunal Militar (STM). Em outras palavras, na visão de especialistas ouvidos pelo Estadão, o oficial do Exército coloca em risco sua carreira militar por atos como agente político.

Pazuello prestou depoimento à Polícia Federal no início do mês para explicar a sua atuação na crise instalada na capital do Amazonas, onde dezenas de pacientes morreram asfixiados por falta de oxigênio. A suspeita é de que houve omissão da pasta no episódio. O processo tramita no Supremo porque o militar possui prerrogativa de foro perante a Corte, já que ocupa um cargo de ministro de governo. Ao determinar a abertura da investigação, no último dia 25, o ministro Ricardo Lewandowski deu um prazo de dois meses para a conclusão dos trabalhos.

Uma eventual condenação de Pazuello pela Justiça Militar, em um segundo momento, com a perda de posto e patente (uma espécie de encerramento da carreira no Exército), está diretamente ligada aos desdobramentos do inquérito contra o ministro que atualmente tramita no Supremo.

Caberá ao procurador-geral da República, Augusto Aras, verificar os indícios levantados contra Pazuello e decidir se apresenta ou não uma denúncia. A análise de uma eventual acusação ficaria sob a responsabilidade dos 11 integrantes do plenário do STF, que poderiam colocar o general no banco dos réus. “É preciso deixar bem claro que o Supremo absolve inocentes e condena culpados. Não se tem ainda elemento para se formar uma convicção. O que houve, no meu modo de ver, foi o fator-surpresa, porque alguns países também foram surpreendidos com falta de oxigênio”, disse ao Estadão o presidente do STF, Luiz Fux, em entrevista publicada no último dia 7.

Se a denúncia for aceita pela Corte, o passo seguinte seria abrir uma ação penal e aprofundar as investigações sobre a atuação de Pazuello no cargo, que poderiam resultar na condenação ou na absolvição do ministro.

O inquérito poderia sair das mãos do Supremo se eventualmente Pazuello deixar o cargo de ministro de Saúde. Nesse cenário, a tendência é que o inquérito seja encaminhado à Justiça Federal do Distrito Federal. “Penso que não há que se falar em crime propriamente ou impropriamente militar, já que o general Pazuello agiu dentro dos ditames do ordenamento jurídico comum”, avalia o advogado Pedro Carvalho, secretário-geral adjunto da comissão de direito militar da OAB-DF. “Ademais, não haveria razão para tal imputação em crime militar, já que ele, apesar de ser oficial general em atividade, exerce o cargo de ministro de Estado, ou seja, ele agiu como agente público e não como militar”, acrescentou.

Além do inquérito no STF, a atuação de Pazuello é alvo de questionamentos no Tribunal de Contas da União (TCU) e de um pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado. Na quinta-feira passada, o ministro esteve no Congresso e apelou para que a pandemia não seja usada como “frente política”. “(É) contra esse inimigo (covid-19) que temos de nos unir”, disse o ministro.

Desdobramentos

Ao longo dos últimos dias, o Estadão conversou com integrantes do STM, da PGR, do Ministério Público Militar (MPM) e do Ministério da Defesa para traçar o destino jurídico de Pazuello, a depender dos desdobramentos do inquérito do STF. As fontes pediram para não serem identificadas porque podem eventualmente atuar no caso.

Uma condenação criminal poderia impedir uma promoção, mas, segundo militares ouvidos pela reportagem, Pazuello já chegou ao topo da carreira – e não pode ser mais promovido, por ser Oficial de Intendência. Nesse caso, o topo da carreira é o posto de general de três estrelas, já ocupado pelo ministro da Saúde. Um ministro ouvido reservadamente pela reportagem disse que Pazuello não poderia ser general quatro estrelas, nem se fosse o melhor titular da Saúde do mundo.

Na avaliação de um integrante do MPM, uma punição a Pazuello no âmbito da Justiça Militar é possível no caso de o ministro ser condenado previamente pelo Supremo (ou pela Justiça Federal). Uma decisão sobre a perda de posto e patente caberia ao plenário do STM, em um segundo momento.

Nesse julgamento, o STM decidiria se Pazuello é indigno ou não de pertencer às fileiras do Exército. É um julgamento que vai tratar dos aspectos éticos e morais do oficial sob o prisma do Estatuto dos Militares. “Se o militar, independentemente de ser ministro – vale para todos –, se for condenado por mais de dois anos e um dia, inicia-se um outro processo para a perda do posto e patente, que será julgado pelo STM. É prerrogativa do STM julgar os oficiais generais”, explicou o ex-ministro do STM Rosa Filho.

“É muito difícil haver expulsão, mas ele perder o posto e a patente é como se fosse um ‘morreu para a família dele’. Não deixa de ser uma expulsão das Forças Armadas”, afirmou.

Nesse caso, quem apresenta a ação, chamada de “representação por indignidade”, não é Aras, e sim o procurador-geral da Justiça Militar, Antônio Pereira Duarte. A ação só é apresentada após o esgotamento de todos os recursos da condenação criminal.

Se a condenação for de até dois anos, o procedimento é outro. O caso é submetido antes ao Conselho de Justificação, formado por três oficiais da ativa. Os oficiais elaboram um relatório a ser enviado ao comandante do Exército. O conselho tem um prazo de 30 dias para concluir seus trabalhos. Nesse cenário, caberia ao comandante do Exército analisar se arquiva o caso ou o envia para o STM.

Procurado, o STM não quis comentar a situação de Pazuello. O Ministério da Saúde também não se manifestou.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Esses lixos destes jornais ainda não perceberam que o presidente e equipe estão sempre a kilometros de distância a frente de qualquer problema por eles relatados é um governo sem corrupção e ativo em suas atitudes.

  2. As estrelas do general Pazuello não foram pregadas com cuspe, é bem provável que ele receba promoção pelo excelente trabalho na condução da pandemia da Covid onde o Brasil é o terceiro país do mundo a vacina sua população, abaixo dos EUA e China, é pouco ou quer que desenhe.

  3. Não adianta chorar, chegou perto do Bozo só se lasca, temos aí Moro, que recebeu o troco pela sua parcialidade, perdeu o emprego, Regina Duarte… e agora Pazuzão. HUAHUAHAU

    Só assistindo de camarote a terceirização da chacina e corrupção, os terceirizados são punidos agora, os mandante depois.

    A fama de Bolsonaro é igual a de Neymar, Galvão até tentou empurrar pela garganta mas no fim, não colou. A mentira e a enganação tem pernas curtas.

  4. É vergonhoso ver essa imprensa militante insistir nessas mentiras irresponsáveis. É nojento. O Brasil é o 23° país em mortes por milhão e o 3° em vacinação. E a nossa economia resistiu bravamente, mesmo com governadores e prefeitos opositores tentando fechar o país. O governo Bolsonaro, como um todo, está de parabéns por seu sucesso nesses tempos difíceis.

  5. O ESTADÃO amanheceu com vontade de plantar notícias.
    Kkkkkkkkkkkkķk
    Isso não existe.
    Se tem um culpado e o governador e o ex prefeito de Manaus.
    Sequer são mencionados no noticiário.
    Conte outra.

  6. O Brasil só está atrás de EUA e China na velocidade da vacinação. O ministro, como se esperava, está entregando resultados. Mas é essa a contribuição da esquerda, deturpar, distorcer e manipular a orda de ignorantes que sempre esteve a seu serviço. Esses canalhas colocam as vidas muito depois de sua ideologia "libertadora". A quem despertou só resta lamentar e esperar que muitos mais acordem. Acorda Brasil.

  7. Se puder rebaixar , bota cá Lara cabo ( com
    Tido respeito aos cabos ) , mas pense num cabra incompetente. Se as nossas escolas de formação militar estão nesse nível , é melhor repensar .

    1. A esquerda é doente mental, agem por instinto ruim sempre torcendo pelo “quanto pior melhor”. Lunáticos, o seu ídolo, aquele corrupto mor do mundo , vai voltar para a prisão e cumprir todas as penas . O congresso nacional tem 2 novos presidentes que não são do seu time. Prisão em segunda instância já !!

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Política

Governo quer poupar R$ 500 milhões com imóveis de órgãos públicos

O governo pretende economizar R$ 500 milhões em 2021 com o compartilhamento de imóveis entre órgãos públicos. No último ano, o Ministério da Economia mapeou os prédios alugados e próprios da administração pública e viu que é possível juntar diferentes órgãos em uma mesma estrutura. Com a pandemia colocando muitos servidores para trabalhar de casa, o movimento ganhou força e a ideia é que ministérios e autarquias ocupem um mesmo local e dividam despesas como aluguel, água, energia elétrica, vigilância e manutenção predial.

Na próxima semana, será publicada uma portaria com regras para esse rateio, como modelos de termos de compartilhamento a serem firmados entre as instituições e critérios para a divisão de despesas proporcionalmente à área ou população ocupada por cada órgão.

De acordo com o secretário de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Caio Paes de Andrade, já era possível que dois órgãos compartilhassem uma mesma estrutura, mas isso dependia de negociação entre eles. Agora, o próprio ministério, juntamente com a Secretaria de Patrimônio da União (SPU), identificará as uniões possíveis e o regramento a ser publicado trará os critérios para o custeio das despesas. “Percebemos que não existe racionalização dos espaços. Faltava ao Estado práticas que aproximem o racional da administração pública de como é feito na iniciativa privada”, afirmou o secretário.

Antes mesmo de a portaria ser publicada, o governo já promoveu algumas mudanças. Em Salvador (BA), por exemplo, a estrutura do Ibama foi para dentro do prédio do Banco Central, o que gerou uma economia anual de R$ 2,5 milhões. No Rio de Janeiro, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) foi realocado também para o prédio do Banco Central, com economia estimada de R$ 1,5 milhão por ano.

Custos

A consultoria jurídica da União migrou para o imóvel da Procuradoria Geral da União em Santa Catarina, cortando gastos de R$ 560 mil por ano. Também em Santa Catarina, a Escola da Advocacia Geral da União passou a funcionar no imóvel ocupado pela Procuradoria Federal no Estado, salvando R$ 360 mil por ano. “Estamos trabalhando com um sistema inteligência de softwares para fazer o cruzamento dessas possibilidades de compartilhamento. Na medida em que oportunidades estão sendo identificadas, entramos em contato com os órgãos, ao invés de esperarmos a vontade de cada um”, acrescenta o secretário de Gestão, Cristiano Rocha Heckert.

A lógica também vale para novos órgãos: em Brasília, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), criada no ano passado, foi instalada no prédio do Ministério da Economia. “Se fosse no passado, uma nova autarquia significaria um novo prédio alugado”, diz Heckert.

Coworking

O governo tem planos ainda de abrir espaços de coworking, inicialmente no Distrito Federal. A ideia é ter um local para trabalho compartilhado na Esplanada dos Ministérios, onde estão as sedes dos principais órgãos públicos, um segundo na Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e outros em diferentes pontos do Distrito Federal, com o objetivo de ficar mais perto das casas dos servidores.

“Nada como a experiência empírica para mostrar para o burocrata que tudo é possível. Usar espaços de coworking é uma tendência no mundo todo. O governo não tem a mesma velocidade do setor privado, mas viu que continuou funcionando [com servidores em trabalho remoto], atendendo o público e em muitos lugares, até com melhor qualidade”, diz Andrade.

A expectativa é que essas iniciativas façam com que imóveis alugados pela administração pública federal sejam devolvidos nos próximos meses. Atualmente, são 9.133 prédios ocupados em todo o País, dos quais 2.163 são alugados.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Tá certíssimo. Agora economizar nisso e gastar com cerveja e picanha nos quartéis, não vai adiantar nada…

  2. Mais uma excelente idéia para redução dos custos do Estado.
    Parabéns presidente e equipe.

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Política

China ignora pedidos de Bolsonaro por troca de embaixador no Brasil

Convencido pelo chanceler Ernesto Araújo, o presidente Jair Bolsonaro pediu no ano passado ao regime chinês a troca de seu embaixador no Brasil, Yang Wanming. A medida foi tomada em abril e reiterada em novembro, após bate-bocas via redes sociais entre o diplomata e o deputado Eduardo Bolsonaro. Pequim ignorou a solicitação brasileira nas duas ocasiões. Ernesto tomou as dores do filho do presidente Bolsonaro e rompeu relações com Yang.

O estopim que motivou o pedido foi o embate no Twitter entre Eduardo e o diplomata chinês. Em março de 2020, o deputado publicou um texto comparando a pandemia da Covid-19 ao acidente nuclear de Tchernóbil (1986) e afirmando que o regime chinês tinha responsabilidade pela disseminação da doença. “Substitua a usina nuclear pelo coronavírus e a ditadura soviética pela chinesa. Mais uma vez uma ditadura preferiu esconder algo grave a expor tendo desgaste,mas que salvaria inúmeras vidas”, escreveu o deputado na época.

Yang classificou a fala de Eduardo de “insulto maléfico”, e o perfil oficial da embaixada veiculou uma publicação que acusa o deputado de ter contraído um “vírus mental”. O embate fez o governo brasileiro tomar decisão drástica, que gerou apreensão entre diplomatas no Itamaraty.

No fim de março, Ernesto enviou para Paulo Estivallet de Mesquita, o embaixador do Brasil em Pequim, um telegrama diplomático solicitando que ele entregasse um documento formal ao governo chinês pedindo a substituição de Yang —o que ocorreu no início de abril, segundo pessoas que participaram das discussões ouvidas pela Folha sob condição de anonimato. A solicitação foi ignorada.

Procurado, o Itamaraty não se manifestou sobre o tema.

Em novembro, no auge dos ataques à Huawei, gigante chinesa de telecomunicações, Eduardo acusou a China de promover a espionagem industrial via equipamentos 5G. Yang reagiu, e o Itamaraty solicitou novamente a troca.

Os pedidos formais de substituição de Yang foram secretos, mas uma carta enviada por Ernesto à embaixada da China em Brasília deu o tom da insatisfação do governo Bolsonaro com o diplomata chinês. “Não é apropriado aos agentes diplomáticos da República Popular da China no Brasil tratarem dos assuntos da relação Brasil-China através das redes sociais. Os canais diplomáticos estão abertos e devem ser utilizados”, afirmou o Itamaraty na carta, encaminhada em novembro.

Oficialmente, não houve respostas sobre os pedidos de troca de Yang. No entanto, Pequim fez chegar a autoridades brasileiras a informação de que seu embaixador no Brasil é um quadro conceituado do serviço público chinês. Um membro do governo Bolsonaro argumenta que as declarações de Yang foram avalizadas pelas autoridades em Pequim, que têm instruído seus diplomatas no exterior a responder à altura diante de manifestações consideradas ofensivas ao regime.

As relações de Ernesto com Yang estão cortadas. As portas da divisão do Itamaraty responsável por Ásia e Pacífico também estão fechadas para ele, de acordo com pessoas próximas ao embaixador. Interlocutores ouvidos pela Folha destacaram que a solicitação de substituição do embaixador chinês feita pelo governo brasileiro foge totalmente da praxe diplomática.

Os governos têm a prerrogativa de expulsar do país diplomatas estrangeiros, mas esse gesto é considerado extremado e com o potencial de prejudicar as relações bilaterais. Caso Bolsonaro tivesse optado por essa medida, a resposta inevitável seria a expulsão do embaixador brasileiro de Pequim, escalando a crise diplomática com o maior parceiro comercial do Brasil.

Ainda segundo esses interlocutores, Ernesto optou por uma medida mais “leve” e com efeito de “marketing”, especialmente levando em conta interesses da família Bolsonaro.

Um diplomata com experiência na relação Brasil-China afirma que o governo Bolsonaro deveria saber que Pequim não atenderia ao pleito. Se cedesse ao Brasil, a China poderia ver requisições semelhantes chegarem de outros países onde embaixadores chineses protagonizaram polêmicas. Na Suécia, por exemplo, o embaixador chinês fez declarações que provocaram mal-estar nas autoridades locais.

O constrangimento de Ernesto —ignorado por Pequim— ficou mais evidente quando o presidente Bolsonaro foi obrigado a procurar a China sobre a liberação de insumos para a fabricação da vacina contra o coronavírus.

O Palácio do Planalto tentou, até o último momento, garantir a importação de imunizantes prontos da Oxford/AstraZeneca fabricados em um laboratório na Índia. Entretanto, diante do fracasso das negociações com a Índia , acabou sofrendo um revés político para o governador João Doria (PSDB-SP), que negociou diretamente com um laboratório da China a compra da Coronavac. Coube a Doria a primeira foto da vacinação no país.

Para piorar a situação do governo federal, que já vinha sendo criticado pela demora no início da vacinação, tanto o Instituto Butantan quanto a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) estavam com remessas atrasadas de insumos para a fabricação dos imunizantes.

Os insumos —tanto da vacina da Oxford/AstraZeneca quanto a da Coronavac— são produzidos pela China. Bolsonaro passou a apelar para a China e chegou a pedir uma conversa telefônica com o líder do país, Xi Jinping.

Diante das dificuldades, Bolsonaro pediu em uma live que Ernesto recompusesse as relações com o gigante asiático. O chanceler respondeu que o embaixador do Brasil em Pequim estava dialogando com o governo chinês diretamente. Mas nos bastidores, o chanceler manteve a política de “portas fechadas” para Yang.

Além do mais, Ernesto não abriu mão da retórica anti-China que marcou sua administração e, recentemente, ordenou a subordinados que reunissem declarações críticas feitas por autoridades estrangeiras contra o regime chinês. Em uma das solicitações, à qual a Folha teve acesso, Ernesto pede que membros do corpo diplomático lhe enviem manifestações das autoridades da Austrália e do Japão contrárias a Pequim.

Para contornar a falta de diálogo do Itamaraty com a embaixada chinesa, o presidente acatou sugestões de ministros que formaram uma espécie de “tríplice aliança” para tentar salvar a relação do Brasil com seu principal parceiro comercial. Fazem parte dos esforços os ministros Eduardo Pazuello (Saúde), Tereza Cristina (Agricultura) e Fábio Faria (Comunicações).

O vice-presidente, general Hamilton Mourão, que preside a Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), não foi convidado. Ele vive o pior momento da sua relação com Bolsonaro, que parou de delegar ao vice tarefas no governo.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. A situação de Mourão bem as relacionadas aos IFAS não têm nada de requentadas, SEVEM PINTO!

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Cidades

Embate entre Doria e Bolsonaro vai além da vacina e atinge ao menos oito obras em São Paulo

O antagonismo adotado pelo governador João Doria (PSDB) em relação ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ultrapassou a retórica inflamada e a já conhecida guerra da vacina e hoje é apontado como um empecilho para ao menos oito projetos do Governo de São Paulo que dependem da administração federal. Segundo o governo paulista, as obras pendentes de realização na capital e no interior somam quase R$ 5,9 bilhões em investimentos, de ponte e duplicação de rodovia a canal e piscinão.

Nos bastidores, aliados de Doria atribuem as dificuldades e os atrasos à má vontade de Bolsonaro com o governador paulista por considerá-lo adversário na corrida pelo Planalto em 2022. De fato, o tucano não esconde sua pretensão presidencial. “O Governo de São Paulo estudou cada um desses projetos. Espero que o calendário eleitoral e as opiniões individuais não prevaleçam sobre os benefícios que eles trarão à população, tampouco sobre os seus impactos na retomada econômica, importante não só para São Paulo, mas para o Brasil”, diz o vice-governador e secretário de governo, Rodrigo Garcia (DEM).

Por outro lado, como mostrou a Folha, uma parceria entre governo federal e estadual conseguiu destravar o projeto do trem expresso de passageiros entre São Paulo e Campinas, uma promessa em discussão há 17 anos. A vacina se tornou o maior símbolo da divergência, com Doria trabalhando pela produção do imunizante enquanto o negacionismo de Bolsonaro impedia ação efetiva do governo federal em prol da vacinação.

A nova fábrica do Instituto Butantan para a produção da Coronavac, inclusive, faz parte da lista de obras atingidas pela discórdia entre São Paulo e Brasília. Segundo o Bandeirantes, o governo federal se comprometeu com o repasse de R$ 63 milhões, que não foi feito. O Ministério da Saúde não respondeu sobre o repasse até a publicação da reportagem.

O valor total da obra, R$ 160 milhões, acabou alcançado por meio de doações de empresas privadas. A construção teve início em novembro passado e tem previsão de ser entregue em outubro deste ano. A nova terá capacidade para produzir 100 milhões de doses da Coronavac por ano. Além da pandemia, o embate direto tem outros palcos, como a Ceagesp e o Complexo Esportivo do Ibirapuera.

O caso da Ceagesp, presidida por um coronel da reserva da PM aliado de Bolsonaro, também é emblemático. Em outubro de 2019, Doria e o governo federal acordaram a concessão do entreposto e sua transferência para outro endereço. A Ceagesp foi incluída no plano de desestatização do governo Bolsonaro, conduzido pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Doria assinou um decreto para que o novo endereço tenha acesso a rodovias expressas e duplicadas, enquanto planejou um centro de tecnologia e inovação para o desenvolvimento de startups no endereço atual.

Em dezembro passado, Bolsonaro esteve no local e, em meio à aglomeração de simpatizantes, afirmou que “nenhum rato vai sucatear isso aqui pra privatizar para seus amigos”.

O BNDES respondeu que o projeto está na primeira fase, de formulação do modelo de desestatização, que deve ser concluída no primeiro trimestre deste ano. “Os estudos serão entregues ao PPI [Programa de Parcerias de Investimento do Ministério da Economia] para tomada de decisão sobre continuidade do projeto e qual modelo seguir”, diz em nota. O Ministério da Economia não enviou resposta até a publicação da reportagem.

O Governo de São Paulo também vê interferência direta de Bolsonaro no caso do Complexo Esportivo do Ibirapuera. Doria anunciou no ano passado a concessão do ginásio, que incluirá a construção de uma arena para 20 mil pessoas. O presidente foi procurado por atletas contrários ao projeto, e o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), órgão federal, abriu processo para discutir o tombamento do local. Procurado pela Folha, o Iphan não respondeu.

O edital seria publicado em março e a assinatura da concessão estava prevista para junho –as obras levariam cinco anos. De qualquer forma, o processo foi paralisado em dezembro por uma liminar da Justiça de São Paulo que atendeu ao pedido de atletas.

Auxiliares de Doria se dividem sobre os embates com o governo federal. Parte vê exagero do governador no confronto, o que acaba prejudicando a população paulista. Tucanos avaliam que Doria deveria delegar as declarações contra Bolsonaro a algum secretário ou aliado, enquanto manteria as relações com o presidente no nível institucional.

Há aliados do governador, no entanto, que endossam suas investidas contra o presidente –em geral disparadas nas entrevistas à imprensa e elaboradas por ele próprio. Para esses, é impossível deixar sem resposta as ameaças de Bolsonaro à democracia e à vida, sobretudo considerando que São Paulo não é tão dependente da verba federal como outros estados.

Mas foi a falta de recursos federais que travou a construção do Piscinão Jaboticabal, na região metropolitana. O objetivo é armazenar 900 mil m³ de água na divisa entre São Paulo, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul, beneficiando 500 mil pessoas.

A obra de R$ 132 milhões deveria começar em abril deste ano e durar um ano e meio. O consórcio RAC Jaboticabal venceu a licitação, mas a homologação não pode ser feita porque a Caixa Econômica Federal não liberou R$ 100 milhões.

Segundo o governo do estado, houve várias reuniões em que o banco estatal sinalizou que o financiamento seria viabilizado, mas o contrato não foi assinado. À reportagem a Caixa afirmou que não existe obrigação de repasse, pois não há contrato, e que as estratégias de financiamento são iguais para todo o país.

Outro imbróglio é a construção da ponte Santos-Guarujá, que depende do aval do Ministério da Infraestrutura por envolver o Porto de Santos e deve levar ao menos quatro anos. A pasta pediu uma série de alterações no projeto, que foi refeito pelo governo paulista três vezes e teve sua última versão entregue em novembro —após uma série de reuniões desmarcadas pelo governo federal.

O Ministério da Infraestrura afirmou que a ligação entre as duas margens do porto é desejada e que defende “uma solução que atenda às demandas da sociedade e não impeça as operações portuárias atuais e futuras”. A pasta declarou em nota que a última proposta do governo paulista está sendo analisada “juntamente com a alternativa de túnel para definição da solução mais adequada”.

Em situação semelhante, com estudos apresentados e à espera da aprovação do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre), está a obra do Canal de Avanhadava na Hidrovia Tiete-Paraná. O prazo de entrega, caso a licitação seja liberada em breve, é 2024. O DNIT informou que o projeto foi analisado, que solicitou correções e aguarda que elas sejam apresentadas pelo Departamento Hidroviário de São Paulo. A previsão de aprovação é até o final de abril.

Somente após articulação política saiu um entendimento entre o governo paulista e a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), no fim de janeiro, a respeito do People Mover, monotrilho que ligará a estação da CPTM e o aeroporto de Guarulhos.

A verba para a construção, R$ 175 milhões, será descontada da outorga de concessão paga pela GRU Airport à Anac. Agora, a previsão é que o aval da agência para o emprego dos recursos seja dado na segunda quinzena de março.

O Ministério da Infraestrutura afirmou que o People Mover envolveu um processo de concorrência feito pela GRU Airport, análise da Anac para incorporar o investimento à concessão em andamento sem risco à manutenção dos serviços e teve a participação do Tribunal de Contas da União, de forma que só houve embasamento suficiente a favor da obra no fim de 2020.

A pasta afirmou ainda que a implementação depende da alteração do contrato de concessão, o que está “em fase de negociação”.

Por fim, caiu mal no governo Doria o anúncio do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, que duplicaria a rodovia Rio-Santos somente no trecho fluminense. O governo paulista quer duplicar o trecho no estado por meio de concessão e, por isso, pleiteia a autorização do DNIT.

O DNIT afirmou que está fazendo os levantamentos visando a estadualização do trecho paulista, como pedido pelo governo Doria. O Ministério da Infraestrutura afirmou que a escolha de trechos para a duplicação obedecem a estudos sobre geometria e volume de tráfego.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Esse Agripino calça apertada está muito interessado nos bilhões do governo federal, como na compra do caríssimo placebo da coronavac.
    Joga contra o governo federal e ainda quer prioridade nos investimentos, vamos acordar desgovernador .
    Além do mais não existe só São Paulo como Estado.

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Saúde

Pazuello e governadores terão reunião na quarta-feira (17) para discutir cronograma de vacinas


Foto: Sérgio Lima/Poder360 11.fev.2021

O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, terá reunião na quarta-feira (17) com governadores para discutir o cronograma de entrega de vacinas contra o coronavírus. O encontro foi divulgado no Twitter pelo governador Wellington Dias (PT-PI).

“Teremos uma reunião com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello e o Fórum dos Governadores do Brasil para tratar sobre o cronograma de entrega de vacinas até o mês de abril”, escreveu o petista.

As conversas entre Estados e governo federal são importantes porque o SUS (Sistema Único de Saúde) é operado pelos Executivos federal, estadual e municipal.

No caso da vacinação contra o coronavírus, o Ministério da Saúde adquire os imunizantes. A logística de distribuição e aplicação fica a cargo de Estados e municípios. Os governadores devem cobrar de Pazuello mais rapidez na aquisição da substância.

O país tem até o momento duas vacinas registradas. A CoronaVac, desenvolvida na China e produzida no Instituto Butantan, e a de Oxford/AstraZeneca, produzida na Fiocruz. Os insumos, porém, chegam aos poucos. Isso deixa mais lentas a produção e, consequentemente, as aplicações.

O governador do Piauí disse ainda que será discutido na reunião o financiamento de UTIs em 2021. Também será debatida a situação da Sputnik V, vacina desenvolvida na Rússia.

O laboratório brasileiro União Química quer produzir a substância no Brasil, mas ainda não há autorização da Anvisa.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. As forças armadas estão literalmente na lama. Na ama, da história que será contada bem direitinho relatando o que esses senhores fizeram e estão fazendo com o Brasil. Que as forças armadas não despreparadas? já sabíamos , mas que voltariam a interferir na nossa democracia, não imaginávamos. O primeiro ato foi o aumento cavalar no soldo dos generais, depois vieram as nomeações em massa de militares para várias funções, inclusive militares da ativa, como CABO( com todo respeito aos cabos) Pazzuelo. Ai mora o perigo, 250 mil mortos e um incompetente no ministério distribuindo cloroquina e deixando teste vencerem nos depósitos. Is atos desse cidadão contaminam todo o exército, sua missão e sua história . Para completar o ex-comandante , reconhece que interferiu diretamente junto com o alto comando nas decisões de STF e se não fosse pouco ainda vem o leite moça, picanha, cerveja e bacalhau. Como explicar tudo isso? Culpa da imprensa é a justificativa. O negócio não está indo bem, podem escrever. Depois não adianta reclamar. Já vivemos esse filme , e noites sombrias nunca fazem bem . Para defender , vão aparecer os babões de sempre, a conversa é a mesmo : “ porque a imprensa , porque o Petê “. Imprensa boa é a que pode publicar, Petê já era , democracia em risco. Jacaré ? no seco anda. Depois não adianta reclamar, entrar é fácil, para sair nós vimos como foi.

    1. Quem foi que disse isso a vc pixu???????????
      Nunca estiveram tão bem.
      Kkkkkkkkkkkk
      Ruim era na época de FHC o Ladrão e Dilmanta.
      Agora, é só Ascenção.
      Kkkkkkk
      Babaca.
      Mais uma derrota pra tu.
      Vai contando.
      Não perca a conta.

    2. Vá dormir, seu mal é sono, tá ouvindo muita fake news da globo e da extrema imprensa que tá falando besteira e acreditando em mentiras

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Saúde

Brasil atinge a maior média móvel de mortes por Covid-19 na pandemia

A média móvel de óbitos por Covid-19 no Brasil subiu pelo sétimo dia consecutivo, chegando a 1.102,4 neste domingo (14/2). Esse é o pico de mortes registrado em toda a pandemia. O indicador, em comparação com o verificado há 14 dias, sofreu alta de 3,2%, o que indica certa estabilidade.

Até então, o recorde havia sido registrado em 25 de julho do ano passado, quando a média móvel de óbitos atingiu a marca de 1.096,7.

Devido ao tempo de incubação do novo coronavírus, adotou-se a recomendação de especialistas para que a média móvel do dia seja comparada à de duas semanas atrás.

Variações na quantidade de mortes ou de casos de até 15%, para mais ou para menos, não são significativas em relação à evolução da pandemia. Já percentuais acima ou abaixo devem ser encarados como tendência de crescimento ou de queda.

Em números absolutos, o país registrou 719 óbitos em decorrência da Covid-19 e 24.759 novas infecções de coronavírus nas últimas 24 horas, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). No total, o Brasil já perdeu 239.245 vidas para a doença e computou 9.834.513 casos de contaminação.

Os cálculos são feitos pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles, e se baseiam nos relatórios repassados pelo Ministério da Saúde. Essas informações também alimentam o painel interativo com notícias sobre a pandemia desde o primeiro caso da doença registrado no país.

Média móvel

Acompanhar o avanço da pandemia de Covid-19 com base em dados absolutos de morte ou de casos está longe do ideal. Isso porque eles podem apresentar variações diárias muito grandes, principalmente atrasos nos registros. Nos fins de semana, por exemplo, é comum perceber redução significativa dos números.

Para reduzir esse efeito e produzir uma visão mais fiel do cenário, a média móvel é amplamente utilizada ao redor do mundo. A taxa, então, representa a soma das mortes divulgadas em uma semana dividida por sete. O nome “móvel” é porque varia conforme o total de óbitos dos sete dias anteriores.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Enquanto isso a Besta Fera Genocida, passeia de Jet Ski , em Santa Catarina e o Godo continua mugindo mito, mito.

  2. Santos, petista sem futuro, eu sou uma prova viva de que a ivermectina funciona, a ciência foi desafiada e perdeu, agora mesmo, Israel confirmou a sua eficácia. Faz o seguinte, fica em casa, quando tú tiver na pior, vai pra o hospital ser entubado e orar pra não morrer. Caso seja um servidor público, eu suspeito muito que seja, imagine que tem muitas pessoas que não caíram na furada da esquerda, e estão trabalhando pra pagar seu salário, mesmo vc em casa de férias; caso seja um trabalhador da área privada, já deve ter pego e nem saiba, que Deus te ilumine e te cure desse mau que é o analfabetismo politico e a sua insensatez sobre salvar vidas e adorar marginais.

  3. Vão nessa onda de tomar Ivermectina aí de 15 em 15 dias sem usar máscaras, sem evitar contato físico e aglomerações pra vê se muda.?
    Se tomando a vacina ainda não pode abandonar a máscara, imagine medicamento pra piolho.
    Tem um ditado popular que diz:
    Prudência e caldo de galinha não faz mal a ninguém.

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Política

‘O povo tá vibrando’, diz Bolsonaro sobre novo decreto de armas


Foto: Ivan de Leone

Ao ser questionado pelos jornalistas sobre os decretos que facilitam o acesso a armas e munições no País, o presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo, 14, que “o povo tá vibrando”. A declaração foi dada logo após o presidente encontrar apoiadores na saída do Forte Marechal Luz, em São Francisco do Sul (SC), onde passa o carnaval com a família. Os jornalistas insistiram no assunto, mas Bolsonaro se negou a responder. “Só falo se estiver ao vivo”, disse, já deixando o local.

Mais cedo foi a vez do filho e deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) cobrar apoio aos decretos durante um encontro com apoiadores. “Cadê o rapaz que queria arma?”, perguntou Eduardo ao grupo de pessoas que aguardava o presidente na praia, no fim da manhã.

Eduardo utilizou velhos bordões contra a esquerda para interagir com o público: “Vocês estão com saudades do BNDES mandando dinheiro para Cuba?”, questionou, ouvindo na sequência um coro de “não”. Em seguida, perguntou: “Criança na escola é para aprender sexo?”

Ele também provocou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Se o Lula vier aqui vai ter esse carinho todo?”, questionou o filho 03 de Bolsonaro ao grupo de apoiadores do pai.

Mas houve a mesma receptividade entre os presentes quando Eduardo falou sobre o recém publicado decreto das armas, que flexibiliza a compra de armas e munição. Os vídeos foram postados na rede social do deputado federal.

No fim da noite de sexta-feira,12, o governo federal alterou quatro decretos de 2019 que regulam a aquisição de armamento e munição por agentes de segurança e grupos de colecionadores, atiradores e caçadores (CACs). As alterações flexibilizam os limites para compra e estoque de armas e cartuchos.

Entre as mudanças estão o aumento, de quatro para seis, do número máximo de armas de uso permitido para pessoas com Certificado de Registro de Arma de Fogo, a possibilidade de substituir o laudo de capacidade técnica – exigido pela legislação para colecionadores, atiradores e caçadores – por um “atestado de habitualidade”, emitido por clubes ou entidades de tiro.

Outra mudança é a permissão para que atiradores e caçadores registrados comprem até 60 e 30 armas, respectivamente, sem necessidade de autorização expressa do Exército.

No sábado, Bolsonaro citou o referendo de 2005 ao divulgar, no Twitter, a publicação dos decretos. “Em 2005, via referendo, o povo decidiu pelo direito às armas e pela legítima defesa”, afirmou.

A consulta popular levou à derrubada de um artigo do Estatuto do Desarmamento que proibia o comércio de armas no País.

Facilitar o acesso às armas e munições é uma bandeira de Bolsonaro desde a época em que ele era deputado. Em 2019, o presidente tentou flexibilizar o porte e a posse de armamento por decreto, mas foi derrotado no Senado, que anulou o ato por meio de um projeto de decreto legislativo. Quando o texto foi enviado à Câmara, o governo recuou e decidiu revogar seu próprio decreto para evitar a derrota.

Em janeiro, Bolsonaro afirmou a apoiadores, na porta do Palácio do Alvorada, que preparava novos decretos para facilitar o acesso a armas de fogo a CACs. Na ocasião, citou o crescimento recorde na venda de armamentos, mas disse esperar aumento ainda maior. Segundo a Polícia Federal, 179.771 novas armas foram registradas no País no ano passado, aumento de 91% em relação a 2019.

Parlamentares do PSOL e do PCdoB informaram que vão ao Supremo Tribunal Federal contestar as mudanças. O deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) apontou “risco à democracia”, anunciou que o partido vai ajuizar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adi).

Estadão de Conteúdo

Opinião dos leitores

    1. O plebiscito já foi feito e mais de 60% aprovou a liberação de armas na época, o PT q era contra perdeu feio

  1. Posso posuir até seis maquinas e portar duas.
    Ô véi macho.
    E bom!!!
    Quem não quiser comprar não compre.
    Não é obrigatório.

  2. Esses pixulequeiros do governo do RN, devem ganhar muito bem pra comentar tanta besteira e desinformação nos blogs, não entendo como BG ainda aceita tanta repetição absurda de inverdades e estupidez pelos mesmos diabólicos e malditos comunistas. A maior prova que os governos petistas nada fizeram pela educação no Brasil, pois muitas pessoas, ainda acreditam nessas furadas, infelismente.

  3. Iansã cadê ogum ? Foi pescar , mas Iansã cadê Ogum ? Foi pescar . “Jacaré doido esperando peixe . Cuidado com gavião buliçoso , ele adora carne da ema . Aí papai !

  4. É é é é é é é é é é é é é…. é. Pra vibrar mesmo? Kkkkkkkkkk, é é é.

  5. Realmente! Impressionante como o inepto tem muita empatia e sensibilidade: quase 240 mil mortos de covid com a maior média móvel de toda a pandemia e ele acha que o povo vibra pq pode ter arma?!

  6. Hô Véio Bom da gota serena é o Presidente Bolsonaro.
    Quem gosta de povo desarmado é ladrão.

  7. ESPELHO , ESPELHO MEU
    TEM UM PRESIDENTE MAIS RIDICULO DO QUE EU?
    TEM…..
    VOCE BOLSOTRALHA !#@#@###₩¥££

  8. Falar nisso, não vão devolver os 5 milhões de reais. Sendo assim, vou convocar os prejudicados pela falta dos respiradores, e que tiveram perdas de vidas na família, pra ingressar com pedido de indenização, pela ingerência de ter desviados os 5 milhões de reais, e que se tivesse sido utilizados com a finalidade prevista, com certeza, não teriam chegados a óbitos. Só tem esse caminho

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Saúde

Brasil registra 8.745.424 pessoas curadas do coronavírus


Foto: Divulgação/Sesa

O Brasil registrou neste domingo (14) mais 34.584 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 8.745.424 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas já representa 88,9% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de dez vezes superior ao número de casos ativos (849.844), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que pelo menos 81,3 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

Opinião dos leitores

  1. Graças primeiramente a Deus e depois ao Presidente Bolsonaro e ao Ministro da Saúde General Pazuello.
    Hô Véio arroxado do cunhão rôxo é Bolsonaro, o homem é bom, o homem é espetacular.

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Economia

Governo quer aprovação em 3 semanas de proposta de pagamento do auxílio emergencial

Depois do “consenso” fechado entre os presidentes da Câmara, do Senado, e ministros, o governo tentará aprovar a proposta que viabilizará o pagamento da nova rodada do auxílio emergencial em três semanas.

Segundo o Broadcast/Estadão apurou, esse é o prazo com que a equipe econômica trabalha para a aprovação do que o ministro da Economia, Paulo Guedes, chama de “novo marco fiscal”, que seria composto pela inclusão, na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do pacto federativo, de uma cláusula de calamidade pública (uma espécie de PEC de Orçamento de Guerra, semelhante à aprovada no ano passado).

Isso permitirá retirar os gastos do auxílio emergencial de regras fiscais, como o teto de despesas, mas criaria condicionantes, como medidas automáticas de contenção de gastos. Como mostrou o Estadão no sábado (13), o alcance das medidas ainda está em discussão entre o Ministério da Economia e a área política devido à urgência para a aprovação da “PEC da guerra”. Medidas mais duras poderão ficar para uma segunda PEC fiscal, para ser votada até o fim de julho.

Na sexta-feira, após a reunião com Guedes que selou o acordo, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que apresentaria ao colégio de líderes uma proposta do texto, que, para o governo, deverá ser aprovado pelo Congresso Nacional até o início de março. Com isso, a expectativa é que a primeira parcela do novo auxílio seja paga ainda no próximo mês.

Outras duas parcelas pelo menos estão previstas – em abril e maio – e possivelmente outra em junho, a depender da evolução da pandemia. As parcelas deverão ser de R$ 250, a um custo total de R$ 30 bilhões. Pacheco disse que é “fundamental” que haja uma cláusula de calamidade pública na PEC do pacto federativo para “fazer a flexibilização necessária a fim de viabilizar o auxílio emergencial no Brasil”, da forma como defende Guedes.

A inclusão da cláusula de calamidade pública no pacto federativo é vista pela equipe econômica como o respaldo necessário para o pagamento do novo auxílio. A avaliação é que isso demonstra o compromisso do governo com a saúde e com a responsabilidade fiscal e permite o combate à pandemia sem “estourar” o Orçamento público.

Como mostrou o Estadão, a equipe econômica do governo trabalha para incluir na PEC de Guerra a criação da figura do “estado de emergência fiscal”, pelo qual o Estado ou o município que declarar a emergência, com base em critérios definidos na proposta, poderá acionar medidas de contenção de gastos automaticamente por dois anos.

A PEC pode prever ainda que as mesmas práticas cobradas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sejam praticadas pelos tribunais de contas estaduais e municipais.

Estadão Conteúdo

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Saúde

COVID: Brasil registra 713 óbitos e 24 mil casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste domingo (14):

– O país registrou 713 óbitos nas últimas 24h, totalizando 239.245 mortes;

– Foram 24.759 novos casos de coronavírus registrados, no total 9.834.513 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 8.745.424, com o registro de mais 34.584, pacientes curados. Outros 849.844 pacientes estão em acompanhamento.

Opinião dos leitores

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Saúde

Estudo em Israel mostra que Ivermectina reduz a duração da infecção por COVID-19


Foto: Reuters

Em Israel, o médico Eli Schwartz, especialista em doenças tropicais e fundador do Center for Travel Medicine and Tropical Disease at Sheba Medical Center, afirmou ter finalizado um estudo com a Ivermectina que demonstrou eficiência do medicamento no combate ao coronavírus, reduzindo o período de infecção.

Em um estudo duplo-cego controlado por placebo que incluiu 100 pessoas com casos leves e moderados de Covid-19 que não tiveram necessidade de hospitalização, a Ivermectina foi capaz de encurtar o período de eliminação do víris, permitindo assim que os pacientes pudessem deixar o isolamento em poucos dias, após testar negativo.

Segundo Schwartz, o medicamento ajudou que pessoas ficassem livre do vírus em apenas seis dias e que as chances de teste negativo para o coronavírus eram três vezes maiores para o grupo que recebeu a Ivermectina em relação ao que tomou placebo.

O médico e professor disse ao jornal The Jerusalem Post que desta forma o período de isolamento mínimo por 10 dias poderia ser encurtado, beneficiando a economia. Além disso, caso administrado no início da doença, pode evitar necessidade de hospitalização.

Schwartz está atualmente preparando os dados de seu estudo para publicação. Na segunda-feira (15), ele deve apresentar suas descobertas ao Ministério da Saúde de Israel e também enviará um relatório ao FDA (Food & Nutrition Services of the Israel Ministry of Health).

The Jerusalem Post

Opinião dos leitores

  1. É muito simples. Quem confiar nessa droga, que tem mostrado ser eficaz contra esse vírus, tome. Quanto aos outros, deixem de frescura e fiquem em casa, tomando paracetamol e esperando piorar e talvez vir a óbito. Mas são hipócritas e inconsequentes pois, enquanto usam "escondidos", ficam com essa ladainha contra o tratamento precoce. Essa canalhice é muito cansativa.

  2. Parabéns ao Dr. Eli Schwartz pela brilhante pesquisa, e ao Dr. Albert Dickson e Dra. Carla Dickson, esse mérito também é de vocês! Deus seja louvado por todos os médicos, cientistas e pesquisadores empenhados em salvar vidas!

  3. Finalmente uma notícia que vem a corroborar com todo trabalho e resultado que evidencia o esforço e dedicação de salvar tantas vidas com a profilaxia via Ivermectina

  4. Bolsonaro já sabia faz tempo.
    Quero vê onde vão ENTERRAR A CARA ESSES ESQUERDISTAS.
    Muitas mortes poderiam terem sido evitadas.
    Canalhas!!
    Globo lixo.
    Mandeta.
    Nhonho Botafogo.
    Cambada de safados.

  5. Parabéns Dr. Albert Dickson e Carla Dickson. Vocês fazem parte dessa história, foram os primeiros a acreditar na IVERMECTINA. Deus continue abençoando Vocês.

  6. Israel e Brasil unidos pela mesma causa. Parabéns Dr.Albert Dickson e Dra.Carla pela iniciativa em adotar a ivermectina na prevenção e tratamento da Covid-19. A saúde brasileira, aliás, o mundo te agradecem.??????????

  7. Tem que submeter para a aprovação da Anvisa logo, ela aprovando e meu médico receitando, eu tomo mesmo!

  8. Dr Albert Dickson e a Dra Carla Dickson são grandes defensores, estudiosos nesse tema desde o início da pandemia. Como pode um mesicamento tão barato que nao faz mal a ninguém ainda ser colocado à prova e ninguém falar a respeito. Isso tem que acabar, politizam tudo genteeee vamos nos preocupar em salvar vidas! Obrigada aos medicos que assim defedem o uso. Eu tomei, tomo, minha familia toda toma e assim vamos sovrevivendo mesmo depois de contrairmos o vírus.

  9. ACOMPANHO OS PROCEDIMENTOS DO DR. ALBERT DICKSON DESDE O INÍCIO…GRAÇAS À DEUS DEU CERTO
    PARABÉNS
    UM GRANDE ESTUDIOSO DO ASSUNTO
    PARABÉNS
    MÉRITO TOTAL E DE DR. ALBERT DICKSON
    A SUA PREOCUPAÇÃO COM A POPULAÇÃO FOI EMERGENCIAL
    MUITO BOM
    NOTA MILLL

  10. Parabéns ao Dr Albert Dickson e Dra Carla DIckson que foram um dos pioneiros na defesa da ivermectina no início da pandemia e que já atenderam milhares de pacientes com seus protocolos de tratamento e profilaticamente.

  11. Estão faltando os comentários briosos e espetaculares dos asnos de plantão. Vamos lá Pixu, ZeAnita, Samuel ureia, Manoel Mané kkkkkkkkkkkk.

    1. Não tenho CRM pedroquinha, não me meto nesses assuntos.
      Vc que entende de rapazes e ivermectina, tome a vontade.

  12. É interessante observar que para um determinado grupo de pessimistas e negativistas que dizem que nenhum medicamento é pelo menos um paliativo para o combate ao Covid-19, olhe que temos uma infindável lista de fórmulas e de manipulados mundo afora.
    O que me deixa mais intrigado ainda mais é que a parte podre da mídia é contra quaisquer tipo de indicação médica que venha pelo menos amenizar os efeitos da Covid-19, seja absorvida pela população.
    Os grupos do contra fazem de um tudo para colocar da cabeça das pessoas, que o único mecanismo de salvação é o isolamento social, até aceito ele como meio de prevenção, porém, de forma escalonada e nunca de forma generalizada.
    Como relação ao Invermectina tomo sobre orientação médica regularmente juntamente com as demais daqui de casa e acho que tem me servido muito.
    Acredito muito nos ensaios e estudos médicos feitos mundo afora, que dizem que o mesmo é um grande combate dos efeitos da Covid-19.
    Agora, cá entre nós a politização e a irresponsabilidade de alguns no trato da Pandemia mata mais que o medicamento.

  13. ⚽️⚽️ GOLLLLL ⚽️⚽️
    PARABÉNS DR ALBERT DICKSON
    MERITO E TODO SEU
    ESSE SIM E O CARA
    DEUS LHE ABENÇOE SEMPRE

  14. Tomo desde março e reforço de 15cem 15 dias vida normal VIVA a ivermectina. é solução para a doença

    1. Cuidado com o fígado ! Vá na onda do oculista depois não se arrependa .

    2. José vc está muito certo. Eu tomo a dose padrão de ivermectina de 30 em 30 dias. E estou indo muito bem. Lamento pelos que não fizeram e gastaram muitos $$$ com internação, remédios e sequelas. E tem palhaço que fica ameaçando e tocando horror. Só pode ser maluco, burro ou torturador.

  15. A imprensa brasileira vive de sensacionalismo, pânico e desgraça alheia, menos com a verdade, principalmente a Globolixo.

  16. Se depender da imprensa marrom e dos partidos de esquerda o povo morrerá em casa sem a assistência necessária, pois eles politizaram alguns medicamentos, e não dão a publicidade que deviam.

  17. Eeeita, agora os negacionista da invermectina serão responsabilizados civil e criminalmente, pelas perdas humanas, devido a não aplicação do medicamento. Acho que os que foram prejudicados, deveriam entrar judicialmente.

  18. Já são inúmeras pesquisas onde comprova a eficiência do medicamento. Agora vamos esperar a publicação. O da Universidade de Liverpool, na Inglaterra, foi publicado.
    Não caiam na narrativa da esquerda, nos 1° sintomas procurem um médico, que ele receitará os medicamentos disponíveis.

    1. Procurar qual médico??? Isto é demagogia pois a grande maioria deles NAO prescrevem !!! Então QUAL médico procurar? Entendem que está frase é pra lavar as mãos ? Estamos sem atendimento precoce ….sabendo que existe uma alternativa MAS precisamos ser atendidos por está gente que NAO acredita e que NAO nos tratará desta maneira Então COMO pelo amor de Deus faremos ??

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Comportamento

Grupos católicos fazem atos contra Campanha da Fraternidade nas redes sociais


Imagem: Divulgação/CNBB

Grupos ultraconservadores têm usado as redes sociais para se manifestar contra a realização da Campanha da Fraternidade 2021, cujo mote é “Fraternidade e diálogo: compromisso de amor“. Com temas pautados pela pastora luterana e ativista que atua em prol da legalização do aborto Romi Bencke, o texto-base do evento surpreendeu pela defesa explícita da população LGBTQI.

O documento cita dados do Atlas da Violência 2020 (íntegra) do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). O levantamento mostra que foram registrados no ano passado 1.685 casos de violência contra pessoas desse grupo demográfico.

“Estes homicídios são efeitos do discurso de ódio, do fundamentalismo religioso, de vozes contra o reconhecimento dos direitos das populações LGBTQI+ e de outros grupos perseguidos e vulneráveis”, diz o texto-base.

Em nota, a presidência da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) declarou que o documento do evento deste ano foi baseado nas doutrinas do Conic (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs). Leia a íntegra do comunicado.

Se a campanha é católica, por que temos de abrir nossa consciência, corações e bolsos para a infiltração dogmática anticatólica?“, questionou o grupo Apostolado Filhos de Santo Atanásio.

Participaram da concepção da Campanha da Fraternidade 2021 oito movimentos cristãos brasileiros: Igreja Católica Apostólica Romana, por meio da CNBB; Aliança de Batistas no Brasil; Igreja Episcopal Anglicana; Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil; Presbiteriana Unida; Sirian Ortodoxa de Antioquia; Igreja Betesda; e o organismo ecumênico Ceseep.

O grupo Templário de Maria afirma que a CNBB usou o período quaresmal para tratar de assuntos contrários à fé católica. Critica o aceno a pessoas LGBTQ, às religiões de matrizes africanas e a Marielle Franco, vereadora pelo Psol do Rio de Janeiro morta a tiros em 2018.

Outro alvo da desaprovação do Templários de Maria: a defesa ao lockdown feita pela CNBB em seu texto-base. “É um texto que acusa de serem sem caridade e sem consciência os fiéis que não concordaram com o lockdown nas igrejas que deixa milhares de brasileiros sem acesso aos sacramentos“, disse a organização.

“[A CNBB] critica o que chama de ‘lobby religioso’ por pedir às autoridades que as celebrações litúrgicas fossem incluídas entre as atividades essenciais [durante a quarentena, em 2020]. Mas promove o lobby que exige ‘o reconhecimento dos direitos das populações LGBTQI+ e de outros grupos perseguidos e vulneráveis’. Acusa aqueles que se opõem à agenda desse lobby de serem responsáveis pelos homicídios a pessoas homo e transexuais“, diz o manifesto do Templário de Maria. Leia a íntegra.

Em carta ao presidente da CNBB, o arcebispo do Ordinariádo Militar do Brasil, Dom Fernando Guimarães, afirmou que o serviço de assistência religiosa das Forças Armadas é ecumênico por natureza, pois precisa lidar com integrantes de diversos seguimentos religiosos. Contudo, declarou que o diálogo inter-religioso precisa ser feito em sedes competentes. Disse ainda que o período da quaresma não é para se dialogar sobre temas polêmicos e contrários à doutrina católica. Leia a íntegra.

A pastora luterana Romi Bencke recebeu carta de solidariedade de diversos movimentos sociais, conforme noticiado pela revista Carta Capital, na 2ª feira (9.fev). Entre os grupos estão a Aliança LGBT de Minas Gerais e as Católicas pelo Direito de Decidir. Leia a reportagem.

O tema “Fraternidade e diálogo: compromisso de amor” foi definido “sobretudo pelo que ocorreu no Brasil depois do surgimento do governo Bolsonaro, quando a sociedade ficou muito dividida“, afirmou à DW Brasil o padre Antonio Carlos Frizzo, assessor eclesiástico da Pastoral de Fé e Política e um dos secretários da CNBB responsáveis pela campanha. Leia a entrevista.

Segundo ele, o Conic se encontrou com a CNBB e definiu o tema “diálogo” por causa da “divisão” observada na sociedade depois da eleição do atual presidente, em 2018.

Lulistas e bolsonaristas, esquerda e direita… E uma forte onda negacionista dizendo que não existe pobre, que foram as esquerdas que levaram o país à ruína… Ficou muito dividida a sociedade. E a Igreja também. Este tema é para tentar buscar superar essa divisão por meio do diálogo“, disse Frizzo.

No Brasil, desde a ascensão do Bolsonaro, as fake news, as mentiras que parecem verdade, pululam nas redes sociais. Desta vez é um grupo chamado [Centro] Dom Bosco, que fez um vídeo falando mal da campanha, de maneira muito mentirosa e violenta”, afirmou o padre.

Centro Dom Bosco é uma organização católica sediada no Rio de Janeiro, conhecida por costumes ultraconservadores. “A Campanha da Fraternidade é conduzida por protestantes revolucionários com o objetivo explícito de introduzir ideias anticatólicas em nossas dioceses“, diz a organização.

A CNBB informou que o dinheiro arrecadado pelo Fundo Nacional de Solidariedade, por meio da Campanha da Fraternidade, distribuiu R$ 3,8 milhões em 2019 para apoiar 218 projetos que impactaram 200 mil pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Com início na 4ª Feira de Cinzas (17.fev), a tradicional Campanha da Fraternidade será ecumênica neste ano, com a união das igrejas cristãs. As ações vão até 28 de março, no Domingo de Ramos, que é o dia oficial de coleta de doações para a iniciativa.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Mimimi de bolsonaristas infiltrados nas pastorais e movimentos católicos.
    Nunca tiveram a experiência de descobrir o verdadeiro Jesus. Por isso ficam assim, empolvorosos, rancorosos e cheios de ódio, qdo se deparam com a misericódia de Deus.
    Tão fazendo como os farizeus e os homens da lei que ficaram chocadinhos qdo viram alguns dos discípulos de Jesus comerem com as mãos "impuras". Tá lá no livro de Marcos, vão lá procurar.
    Abram seus corações, como Jesus mesmo falou que muitos o honram apenas com os lábios, porém os corações estão distantes dele.
    Enquanto isso, temos mais de 14 milhões de desempregados, a gasolina está R$5,50, aumentou 11 vzs num mês, gas de cozinha R$100, gente morrendo de covid, sem expectativa de melhorar a economia e esse mimimi todo.
    Ah… Vão procurar ninho de avião que é melhor.

  2. Não são grupos ultraconservadores que condenam a posição de leniência da CNBB, mas a parte dos católicos que tem noção do que é ser Catolico. A cnbb há muito tempo não representa o pensamento católico dominante.

  3. Não entendo porquê tantos comentários sobre esta campanha, eu mesmo vou lê a campanha da CNBB, outra campanha pra mim e vender livro, tchau.

  4. A igreja católica pautada por uma pastora abortista e por grupos LGBT, triste fim, a igreja perdeu o rumo.

    1. "A igreja católica pautada por uma pastora abortista e por grupos LGBT, triste fim, a igreja perdeu o rumo."
      Concordo, de fato a igreja católica perdeu seu rumo, curvando-se ao sistema diabólico mundano!

    1. Se for "fiéis" iguais a vc, é uma graça divina. A igreja está evoluindo…

  5. Não são só movimentos ultraconservadores que estão contra a CF 2021, católicos de vários seguimentos, inclusive, bispos, padres, diáconos. Quem não concorda com a CF, no domingo de Ramos deve procurar uma capelania militar para fazer a sua oferta.

  6. Desde quando ser contra a defesa ao aborto faz parte da agenda ULTRA conservadora?
    Se for assim, 70% da população brasileira é ULTRA conservadora. Vamos ter um pouco mais de cuidado com as adjetivações e classificações.

    Se usarmos esse mesmo padrão, qualquer defesa em prol de um grupo de classe (ex: professor) ou servidor é pauta de agenda ULTRA esquerdista. Todos sabemos que esse tipo de reducionismo é totalmente imbecil.

  7. Setores evangélicos continuam fazendo arminha, tomando suco de laranja, comendo leite moça, picanha e bacalhau claro que sem tomar cerveja ?. Não pode : “ EM NOME DE JESUS “ .

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