FOTOS: Ibama e PF fazem operação em terra indígena em MT que teve quase 219 mil hectares atingidos por queimadas

Imagem mostra resultado das queimadas na Terra Indígena (TI) Areões, no município de Nova Nazaré (MT) — Foto: Ibama/Divulgação

Agentes do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) e da Polícia Federal fazem uma operação nesta quarta-feira (28) na Terra Indígena Areões, no município de Nova Nazaré, a 800 km de Cuiabá, que teve praticamente todo o território de 219 mil hectares atingido pelas queimadas.

A operação é contra o desmatamento, a exploração do cerrado e as queimadas em terras indígenas no estado. Nenhuma pessoa foi presa até o momento e a Polícia Federal tenta identificar os criminosos.

De acordo com o Ibama, a terra indígena onde vivem cerca de 1,5 mil índios da etnia Xavante é a primeira área alvo da operação ‘Siriema’.

Fogos de incêndio são vistos na Terra Indígena (TI) Areões, no município de Nova Nazaré — Foto: Ibama/Divulgação

A Terra Indígena Areões, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), é a área com mais focos de calor em Mato Grosso e a segunda no ranking nacional.

Os agentes flagraram movimentação de caminhões e tratores dentro da terra indígena e procuram pelos infratores. Árvores, como ipê, roxinho e jatobá foram encontradas cortadas na terra indígena.

O Ibama reúne brigadistas que devem ser enviados ao local para combater o fogo.

Conforme constatação dos agentes, quase toda TI já foi atingida pela queimada. Os desmatadores usam o fogo para poderem explorar ilegalmente a terra.

A investigação para identificar os suspeitos é feita pela Polícia Federal de Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá. Um helicóptero está sobrevoando as terras indígenas.

G1

 

FOTOS: Mulher faz falsificação ‘grotesca’ em bilhete e tenta retirar prêmio da Mega-Sena em lotérica de MT

Bilhete foi falsificado, segundo a Polícia Civil — Foto: Divulgação

Uma jovem de 19 anos foi detida em São José do Rio Claro, a 325 km de Cuiabá, depois de tentar retirar o prêmio da Mega-Sena com um bilhete falsificado em uma lotérica. A ocorrência foi registrada na última quarta-feira (7). Segundo a Polícia Civil, a mulher foi ouvida e liberada em seguida.

A fraude foi notada pela funcionária da lotérica. Segundo a polícia, o código de barras do bilhete apresentado pela cliente não era aceito pelo sistema.

Ao insistir que o bilhete era premiado, a proprietária da lotérica foi chamada para resolver a situação.

Com o bilhete em mãos, a dona do estabelecimento notou a falsificação — classificada pela polícia como ‘grotesca’ –, e acionou os policiais. De acordo com a polícia, a mulher recortou os números e colou no bilhete que apresentou.

Depois, segundo a polícia, a mulher chegou a circular os números com uma caneta para tentar convencer os funcionários.

Mulher circulou número no bilhete — Foto: Divulgação

Ao ser detida, a jovem negou a falsificação, mas confessou o crime logo em seguida.

À polícia, ela contou que tentou aplicar o golpe para ajudar a família que passa por dificuldades financeiras.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio Eimar disse:

    O q vale é o código de barra, esse sim é que diz quais os números do bilhete. Hj até pra ser bandido tem que ser estudado, entendido das coisas, pra poder ter êxito.

  2. Dr. Veneno disse:

    Nem pra ser bandida, essa meliante serve.
    Sequer alinhar os números ela alinhou.
    Muito fraca. Tanto é q foi pega de cara, diante de falsificação "grosseira"

  3. RMelo disse:

    Vai que cola……

FOTOS E VÍDEO: Ladrões transmitem assalto a loja de eletrodomésticos ao vivo pelo Facebook e são presos em MT

Ladrões negociaram soltura de reféns e se entregaram — Foto: PM/Divulgação. Assista em matéria na íntegra aqui 

Os três ladrões que foram presos, suspeitos de terem assalto uma loja de eletrodomésticos nessa quinta-feira (21) no Bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, fizeram uma transmissão ao vivo pelo Facebook da ação deles.

No vídeo é possível ver o gerente da loja refém de um dos assaltantes no depósito do estabelecimento. Os outros dois recolhem aparelhos celulares e demais produtos. Toda a ação foi registrada na transmissão. Algumas pessoas interagiram com eles e comentaram sobre o assalto.

De acordo com a Polícia Militar, foram presos Diego Henrique Ferreira dos Santos, de 19 anos, Allex Sandro Gomes dos Santos, de 22 anos, e Leonardo Luan Maciel Almeida, de 18. Dois deles tinham antecedentes criminais.

Eles invadiram uma loja na Avenida Ary Paes Barreto, no Bairro Cristo Rei. Diego foi flagrado com um revólver assim que a polícia chegou ao local.

O assaltante rendeu o gerente pelo pescoço e o levou para os fundos da loja no depósito. Allex e Leonardo correram também para os fundos.

Ladrões transmitiram assalto a loja de eletrodomésticos ao vivo pelo Facebook em Várzea Grande — Foto: Divulgação

Policiais da Força Tática foram chamados e isolaram o local. Foi necessário chamar também policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Por uma hora os policiais negociaram a liberação do gerente.

Os ladrões exigiram a presença da imprensa e dos familiares deles como condição, até que se entregaram.

Armas e celulares apreendidos com os assaltantes em Várzea Grande — Foto: Polícia Militar de Mato Grosso/Divulgação

Com eles, a polícia apreendeu um revólver e uma arma de brinquedo. Além das armas a polícia encontrou quase 100 aparelhos celulares que eles pretendiam levar da loja.

Na delegacia o gerente disse que a todo momento os suspeitos o ameaçavam de morte, apontando o revólver para a cabeça e peito, dizendo que atirariam.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Neto disse:

    Como chamar de SUSPEITOS?

Viúva se casa com homem que recebeu coração do ex em MT

Após ficar viúva, a comerciante mato-grossense Leila Griff, 44 anos, concordou em doar os seus órgãos e acabou se casando com o homem que recebeu o coração de seu ex-marido. Antes condenado a seis meses de vida, Celeidino, 59, se recuperou e conquistou o amor de Leila e de seus filhos

(Foto: Acervo pessoal)

“Quando conheci o Ademilson, meu falecido marido, eu ainda estava na escola e tinha só 13 anos. Ele, 15 e, na época, era pratrulheiro mirim (um projeto da prefeitura da nossa cidade para menor aprendiz) e morava com uma tia. Eu só ia à escola e cuidava dos meus irmãos menores, ainda não trabalhava. Me lembro que estudava à tarde e ele era do turno da noite, na mesma escola. Toda dia, ele jogava bola na quadra e na hora do recreio eu corria só para vê-lo. Um belo dia, uma amiga que estudava comigo nos apresentou.

Passamos a nos paquerar. No fim da aula, ele levava os cadernos para mim até perto da minha casa. Não podia me deixar na porta porque o meu pai era bravo! Me recordo com saudade que um simples beijo no rosto já era o suficiente para oficializar o namoro. Isso aconteceu no começo do ano de 1987. No final do mesmo ano, fugi da casa do meu pai, que logo descobriu tudo. Ele me prendia e não queria que eu namorasse, achava que eu era nova demais. Apanhei feito uma condenada e logo fugi de novo. Fui trabalhar como babá e morar na casa dos patrões e, assim, eu e Ademilson continuávamos a nos ver. No ano seguinte, já com 14 anos, tivemos a nossa primeira relação sexual e, cinco meses depois, já estava grávida. Ele foi meu primeiro namorado e eu a dele. Logo nos casamos e tivemos dois filhos — Luana, hoje com 28 anos e Luan, com 27.

Um belo dia, ele saiu do trabalho e foi beber com uns amigos. Lá, se envolveu numa briga boba de bar e pegou um táxi para ir para casa. Atiraram no carro e os tiros o atingiram na cabeça. Na época, tinha apenas 26 anos e eu, 24. Levado para o hospital, foi operado de emergência e achei que tudo ia ficar bem. Mas, depois de três dias na UTI, teve morte encefálica. Na hora que eu recebi a notícia, eu estava só no hospital e mal senti minhas pernas. Foi um tremendo choque! De uma hora para outra, estava viúva, sozinha e com dois filhos para criar, entre 6 e 8 anos.

Nove dias antes da sua morte, Ademilson havia chegado em casa dizendo que havia se cadastrado como doador de órgãos. Lembro como se fosse hoje de dizer: ‘Está louco? Jamais deixaria que tirassem nada de você, nem um pedacinho’. Mas, naquele momento, diante do médico, mudei de ideia. Ele me disse que seus órgãos estavam intactos e que eu poderia mantê-lo vivo dentro de outras pessoas, levando saúde e felicidade para pessoas que precisavam. Só aí decidi assinar o termo de doações dos órgãos do meu marido, a pessoa mais importante da minha vida.

Um ano depois, estava em casa na minha rotina de sempre quando um homem apareceu no portão. Era Celeidino, o cara que havia recebido o coração do meu marido. Pegou nosso endereço no hospital e fez questão de nos agradecer pessoalmente. Contou que já estava sem esperança quando recebeu o transplante. Sofria de cardiomiopatia delatada, ou seja, seu coração cresceu demais e tinha, segundo o médico, àquela altura tinha apenas seis meses de vida e já estava há tempos na fila de espera do transplante.

Celeidino chegou dizendo: ‘Muito prazer! Sou o rapaz que recebeu o coração do seu marido’. Quase caí para trás! Quando me recuperei um pouco do baque, estendi a mão para cumprimenta-lo. Ele me puxou, me abraçou fortemente e disse: ‘Sinta aqui o coração do seu marido bater’. Fiquei tão comovida que as minhas pernas amoleceram e comecei a chorar. Ele entrou, conheceu os meus filhos e, em pouco tempo, estava frequentando nossa casa.

A princípio, fiquei incomodada. Não gostava muito dessa aproximação repentina. Apesar de ter aprovado a doação, não queria ter contato com os receptores. Eles me lembravam da morte do meu marido. Com o tempo, no entanto, fomos nos aproximando e ficamos muito amigos. Ele foi me contando sobre a sua vida.

Soube que ele havia sido casado, mas que não teve filhos. E, com a convivência, acabou adotando os meus. Desde que nos conhecemos, todas as vezes que ele ia ao médico na cidade onde eu morava, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul (ele era de outra cidade, a 300 km de distância), Celê passava lá em casa para ver as crianças, que logo pegaram muito afeição e carinho por ele. Nessa época, para dar conta das despesas da casa e de dois filhos pequenos, eu tinha dois empregos. Durante o dia, era cozinheira e, à noite, trabalhava como garçonete. Para se ter uma ideia, às vezes era o Celedino que passava para levar ou buscar as crianças na escola. E assim, foi se aproximando. Devagar, como quem não quer nada, passou a ir cada vez mais lá em casa, fazer as refeições conosco e foi conquistado toda a família.

Dois anos depois de nos conhecermos, ele abriu uma oficina de pintura de carros e motos na minha cidade. Um dia, fui levá-lo até o portão de casa e, sem que eu esperasse, ele me beijou. Levei um susto! Juro que nunca o havia enxergado com outros olhos que não fosse de um grande amigo. Eu até tinha outros paqueras, nessa época. Mas, como sempre sincero, Celedino confessou que há tempos já estava gostando de mim. No início, resisti. Me sentia um tanto culpada e envergonhada por me envolver com o homem que carregava o coração do meu falecido marido. Parecia até história de novela. Mas, meus filhos fizeram a maior campanha, lideraram a torcida e me pediram que eu ficasse com o ‘novo pai’ deles! Aí, fui me envolvendo e me entreguei.

No dia 19 setembro de 2001, começamos, de fato, a namorar. Três anos após a morte do Ademilson. Um mês depois, já estávamos morando juntos na minha casa, junto com os meus filhos, que também passaram a ser dele. O Celê tem um amor incondicional pelas crianças, e elas por ele!

Com o passar dos anos e com o tempo de convivência, fui notando algumas semelhanças entre os ‘dois maridos’. Ambos eram homens muito generosos, extremamente honestos e o Celê me chama pelo mesmo apelido que o ex me chamava: gata! E tanto um como o outro nunca me chamavam pelo nome, a não ser quando estivessem bravos. Passei a notar coincidências assustadoras entre um e o outro. Eles eram de fazer amigos com muita facilidade e os dois amavam o cantor Raul Seixas. Tanto que a coleção de vinis que o Celedino tinha do Raul era idêntica à do Ademilson. Os dois também eram muito brincalhões com as crianças e tinham a mania de colecionar aquelas figurinhas de álbuns (o pai costumava colar nos álbuns junto com os filhos e o Celeidino fazia o mesmo). Ah, e tem mais. O melhor amigo do Ademilson passou também a ser o melhor amigo do Celeidino, com o mesmo grau de afinidade. Ele se chama Eliezer e se tornaram amigos porque a esposa dele é muito minha amiga e sempre frequentou a minha casa. Os dois também possuem o mesmo trabalho, ambos são pintores automotivos. Então, imagina… Haja assunto sobre carros e afins.

Sei que quando eu decidi assumir publicamente a minha relação com o Celê muita gente fazia alguns comentários maldosos. Muitos achavam estranho, até mesmo pela nossa diferença de idade — ele tem 15 anos a mais que eu. Com tantos rapazes mais jovens, se perguntavam por que eu resolvi me apaixonar justo por ele. Mas, com o passar do tempo, todos passaram a respeitar a nossa decisão.

Sempre fui muito romântica! Sonhava com o marido perfeito, com um príncipe encantado chegando num belo cavalo branco… Aqueles sonhos bem juvenis e até inocentes mesmo. Pois bem, ele chegou perfeito, só que em uma ‘Sahara’ branca, que era a moto ‘envenenada’ que o Celê tinha, na época. O meu coração me fazia acreditar que eu havia superado a morte do meu ex, mas a pessoa do Celeidino é que me fez acreditar na vida novamente. Costumo dizer que o Ademilson foi o primeiro grande amor da minha vida. O Celê é o meu segundo e último grande amor!

Sempre sonhei com alguém que fosse como o Celeidino é. Um bom pai, avô, marido perfeito… O melhor homem do mundo! Acho que eu o amo por causa do seu coração, literalmente. E por causa da pessoa linda que ele é.

Não tivemos filhos porque fiz laqueadura aos 17, quando tive meu segundo bebê. Hoje, já tenho dois netos, que chamam meu marido de avô e também são loucos por ele. Até hoje, quase 20 anos após o falecimento do ex, ainda sonho com ele. Às vezes, me pego pensando nas ironias do destino. O coração do Ademilson se encaixou perfeitamente no peito do Celedino. Muitos dizem que o prazo limite para um transplante é de dez anos. E o coração do Celê continua batendo fortemente e sem nenhum problema já há mais de 18. Dez pessoas tiveram os corações transplantados na mesma época, e ele é o único que está vivo até hoje. Por isso, levantamos a bandeira da doação de órgãos por onde passamos. Queremos que as pessoas estejam cientes da importância desse gestoo de amor e compaixão com o próximo.

Antes, por pura ignorância e falta de informação, eu era totalmente contra a doação de órgãos — atitude que salvou a vida de cinco pessoas, sem contar com a minha e dos meus filhos! Foram doadas duas córneas, dois rins e um coração. Assim, o Ademilson ‘ficou vivendo’ em cinco pessoas. A dor que senti ao enterrar meu marido foi a maior que já senti. Hoje penso que, se a gente optar por ser um doador, além de salvar vidas, ainda conseguimos não deixar que a morte tire tudo de nós.”

Globo, via Marie Claire

 

Juíza é morta a tiros dentro de fórum em Mato Grosso; ex-marido é suspeito

juiza-glauciane-chaves-de-melo-da-comarca-de-alto-taquari-350-km-de-cuiaba-foi-morta-na-manha-desta-sexta-feira-7-dentro-do-forum-1370624477466_300x420A juíza Glauciane Chaves de Melo, da Comarca de Alto Taquari (350 km de Cuiabá), foi morta a tiros na manhã desta sexta-feira (7). O principal suspeito é seu ex-marido, Evanderly de Oliveira Lima.

Glauciane foi atingida com três tiros na cabeça, em seu gabinete, no próprio fórum do município. O governo do Estado determinou ação do Bope de Cuiabá para prender o suspeito. Ela assumiu havia um ano o cargo e era natural de Belo Horizonte.

A polícia está à procura do ex-marido da juíza. O contrato de união estável firmado entre o casal foi dissolvido em 21 de janeiro de 2013, mas eles estavam separados desde 10 de dezembro de 2012. O casal não tinha filhos.

O presidente do TJMT, Orlando Perri, e o juiz auxiliar da presidência, Luiz Octávio Sabóia, viajam no início desta tarde para Alto Taquari. A Coordenadoria Militar confirmou o envio de uma equipe do Bope para ajudar nas buscas.

Também entrou em contato com o Comando Militar da região do Araguaia para auxiliar as diligências. Foi solicitado ainda o bloqueio das estradas que dão acesso aos Estados de Mato Grosso do Sul e Goiás, com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O juiz diretor da Comarca de Alto Araguia, Carlos Augusto Ferrari, foi acionado pelo TJMT para dar apoio e suporte às equipes.

A vítima

A magistrada Glauciane Chaves de Melo morava em Belo Horizonte (MG) até tomar posse como juíza em Mato Grosso, em 15 de junho de 2012. A entrada em exercício no cargo ocorreu no dia 18. Classificada em 20º lugar no concurso público, ela escolheu a Comarca de Alto Taquari para atuar.

Na ocasião da escolha, a magistrada informou que fez a escolha levando em consideração, além da indicação de amigos, algumas informações sobre a comarca, que ela considerava estar em franco desenvolvimento e, apesar disso, ser uma comarca tranqüila, com um bom número de servidores.

Na data da posse, Glauciane ainda era casada. Na capital mineira, ela atuou como advogada, e, nos últimos anos, trabalhou como assessora de um magistrado.

UOL

Traficantes do RN tentam fugir, mas acabam recapturados no Mato Grosso do Sul

020fe4138087021e0e0611fcb37Após serem presos no final da manhã desse domingo (26) com mais de 160 quilos de maconha, dois traficantes moradores do Rio Grande do Norte tentaram fugir da Delegacia, mas acabaram recapturados logo em seguida, em Amambai.

A dupla, Alan Rodrigo de Souza, de 27 anos e João Batista da Silva, de 30, ambos moradores na cidade de Goianinha-RN, foi presa transportando 163, quilos de maconha em tabletes e mais 680 gramas da droga em farelo.

Segundo informações repassadas pela polícia ao A Gazetanes o entorpecente estava em fundos falsos, os chamados “mocós”, na carroceria e o no interior de uma pick-up Fiat Strada, cor preta, placas MYM 9392 de Natal-RN.

A prisão, realizada por uma equipe da PRE (Polícia Militar Rodoviária Estadual) aconteceu na rodovia MS-156, trecho que liga Amambai a Caarapó.

No ato da prisão a dupla disse que havia pegado o carro com a droga em um posto de combustível em Amambai e receberia R$ 3 mil reais para levar até a capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande.

De A Gazeta News