Médica picada por cobra durante banho em cachoeira tem 70% das vias aéreas comprometidas e continua na UTI em MT

Foto: Instagram/Reprodução

A médica Dieynne Saugo passou pelo procedimento de traqueostomia (pequena abertura na traqueia), na tarde dessa terça-feira (1°), para desobstruir as vias aéreas que estavam comprometidas em 70%. O comunicado foi feito pela família da paciente por meio das redes sociais.

Dieynne está internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde domingo (31) após ter sido picada por uma cobra jararaca durante um banho na Cachoeira Serra Azul, em Nobres, a 151 km de Cuiabá (MT).

Dieynne Saugo passou por traqueostomia — Foto: Arquivo Pessoal

O médico coordenador do Centro Antiveneno de Mato Grosso (Ciave), José Antônio de Figueiredo, explicou ao G1 que Dieynne teve picadas no rosto e no pescoço. Segundo ele, as vias aéreas ficaram comprometidas devido ao inchaço nessas regiões, o que acabou prejudicando a respiração da paciente.

“É como se tivesse uma reação alérgica. Não significa que o veneno cause alteração nesse sentido, mas causa o inchaço que, na região do pescoço, pode comprometer veias importantes. O caso dela é bem diferente devido ao local da picada. Na maioria das vezes, as picadas são no pé, tornozelo e perna, seguido de mão e braço”, explicou.

De acordo com a família de Dieynne, o médico deu duas opções para tentar melhorar a respiração da paciente. Uma era a traqueostomia e a outra a entubação. A traqueostomia é um procedimento cirúrgico que consiste em uma abertura feita na traqueia, com inserção de um tubo, que permite a passagem do ar. Na entubação, um tubo é colocado dentro da traqueia, que permite o uso de ventilação mecânica.

“Como a entubação teria um risco muito alto dela desenvolver pneumonia (que não é nada bom nesse momento), optamos pela traquio, por uma questão de precaução, para não ter que acabar tendo que fazer algum procedimento com urgência”, explica em comunicado.

Após a cirurgia, a médica voltou a ser internada na UTI e está em observação.

José Antônio afirmou que o caso de Dieynne é considerado grave. Ela chegou ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) vomitando sangue e com edemas.

O local em que ocorreu o incidente fica a mais de 150 km do hospital. Foram cerca de 3 horas até chegar a unidade de saúde para a aplicação do soro.

“Nesse período já começam as alterações, como dor, inchaço e a diminuição na coagulação. Não tem como diminuir os edemas, mas, após a aplicação do soro, as alterações começam a ser controladas”, disse.

O incidente

Dieynne fazia um passeio em um dos pontos turísticos de Nobres quando ocorreu o incidente. A cobra despencou com a queda d’água da cachoeira e atingiu a médica que estava logo abaixo.

Um vídeo gravado no momento do acidente mostra a médica pedindo socorro (veja acima).

Conforme o comunicado da família, Dieynne foi picada duas vezes, e os locais feridos estão inchados.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado e encontrou a família a caminho do hospital. Ela foi encaminhada ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) para receber o soro e depois foi transferida para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular da capital.

Cachoeira Serra Azul onde médica foi picada por cobra em Nobres (MT) — Foto: Sesc Pantanal/Divulgação

A pousada

Em nota, o Parque Sesc Serra Azul, responsável pela atração turística, informou que a equipe de saúde da pousada foi chamada imediatamente, deu todas as orientações e está acompanhando o caso desde então. Além disso, uma enfermeira e um médico do Sesc Pantanal acompanham o caso desde domingo.

Alguns internautas criticaram a falta do soro antiofídico na própria pousada para atender esses incidentes.

No entanto, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) informou, em nota, que não tem conhecimento de legislação que obriga pousadas e resort próximos à Área de Preservação Ambiental (APA) a disponibilizarem soro antiofídico em caso de incidente com picadas de animais peçonhentos.

“Os soros antivenenos são disponíveis somente em unidades hospitalares com retaguarda para possíveis complicações, pois a aplicação do composto tem que ser feita com supervisão médica”, explica.

O Parque disse que, desde o funcionamento, em dezembro de 2011, quando a unidade foi aberta ao público, esta é a primeira vez que acontece um acidente desta natureza.

O Sesc Serra Azul é um parque ambiental em fase inicial de implantação voltado para os segmentos de ecoturismo e turismo de aventura.

G1

Médica viraliza ao postar sobre o coronavírus: ‘Continue dando festa que te vejo no meu plantão’

Médica Thamine Mesquita desabafa em rede social sobre a gravidade da Covi-19, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Em três horas de atendimento no Centro de Atenção Integral em Saúde (Cais) de Campinas, em Goiânia, a médica de urgência e emergência Thamine Mesquita do Vale assinava o terceiro pedido de internação para paciente com coronavírus. Ela decidiu desabafar sobre a gravidade da doença e postou uma foto em sua rede social com um alerta: “Continue fazendo festa que eu te vejo aqui no plantão”.

Cerca de 60 a 70 pessoas com sintomas de Covid-19 procuram diariamente atendimento médico no Cais de Campinas, como explica a médica. Destes casos suspeitos, aproximadamente 10 acabam sendo internados.

Na manhã desta quarta-feira (17), todos os leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para tratar casos suspeitos e confirmados de Covid-19 em hospitais públicos da capital estavam lotados.

“A coisa está bem feia. Só no Cais Campinas tem cerca de 60 a 70 atendimentos só de Covid-19 e pedimos internação para cerca de 10 pessoas e, às vezes, é preciso de internação para outras especialidades, porque tem acontecido casos de Covi-19 junto com outras doenças. Não é momento para fazer festa e esquecer que está acontecendo uma pandemia que está tirando tantas vidas”, desabafa a médica.

Repercussão na internet

A foto mostrando que três internações já haviam sido solicitadas ainda de manhã foi postada na terça-feira (16) e, logo depois, viralizou. A médica diz que não esperava tanto impacto na internet.

“Fiquei impressionada com a repercussão”, comenta Thamine Mesquita.

A médica disse se sentir frustrada ao sair nas ruas e ver as pessoas sem máscara de proteção facial e com poucos hábitos de higiene pessoal.

“Nós, como profissionais de saúde, após observar o que acontece com os doentes, ficamos frustrados de não ter apoio da população que fica dizendo que somos heróis. É muito ruim sair de casa e ver pessoas sem máscaras, como se estivesse tudo normal. Estão morrendo mais de 1 mil pessoas por dia por conta de uma doença”, pondera.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos Benício disse:

    Esse vírus é uma verdadeira roleta russa. Rezemos para não sermos atingidos!

  2. Pedro Paiva disse:

    Verdade tem muita gente, que só acredita quando ver alguma próximo a você ,deixa de dizer q é frescura e os prefeitos e governadores estão querendo, mais dinheiro o próprio presidente mandando invadir hospitais, se chefe faz isso os inbecis acredita, eu estou a 95 dias em quarentena social em casa não saio nem pra caminhar, espero q passe tudo isso .parabéns a está médica

  3. José aldomar disse:

    Eh assim que o povo quer depois vão reclamar do governo que não tem uti

  4. Cigano Lulu disse:

    Credibilidade não tem preço, mas esta médica merecia receber todas as verbas destinadas a publicidade pelos governos federal, estaduais e municipais.

Médica é presa em Natal após dirigir bêbada, bater em carros e dar tapa em PM, destaca reportagem

Foto: Ilustrativa

O portal Agora RN noticia nesta quinta-feira(16) que uma médica foi presa por dirigir bêbada, andar na contra-mão, bater em veículos e ainda dar um tapa no rosto de um policial militar. De acordo com o Boletim de Ocorrência verificado pela reportagem, a ocorrência aconteceu na noite dessa quarta-feira (15) na avenida Bernardo Vieira, na Zona Leste de Natal.

Segundo a reportagem, a médica reagiu de forma agressiva à abordagem dos policiais, dando um tapa no rosto de um dos PMs que a abordou. Após a agressão, e diante de visível estado de embriaguez, a médica foi presa e levada para a Delegacia de Plantão da Zona Sul de Natal, onde foi autuada.

Veja mais detalhes aqui em texto na íntegra.

Médica é presa por dirigir bêbada, bater em carros e dar tapa em PM na Zona Leste de Natal

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Denise Araújo disse:

    Fala o nome dessa médica , ela não tem nome ?

VÍDEO: Médica ensina a fazer máscara em 1 minuto com material que quase todo mundo tem em casa para proteção em pandemia

As máscaras cirúrgicas estão em falta nas lojas, nas farmácias e até nos hospitais. No entanto, especialistas pedem que toda a população utilize o produto com o objetivo de retardar a propagação do coronavírus. Como resolver o problema? Segundo a pediatra Ana Maria Escobar, colunista da CRESCER, você pode improvisar uma com um objeto que, provavelmente, tem na sua casa: um pano multiuso de limpeza, daqueles com furinhos.

“Todas as pessoas que tiverem que sair de casa devem usar uma máscara”, diz a médica. “Importante dizer que até o dia de hoje, esta não é a posição oficial do Ministério da Saúde. No entanto, evidências têm provado que o uso de máscaras por pessoas que não estão doentes, ou seja, estão assintomáticas – sem sintomas- pode ajudar a proteção de todos”, continua.

Mas por quê? “Algumas pessoas que foram contaminadas podem transmitir o vírus dois a três dias ANTES de apresentarem sintomas ou podem transmití-lo sem que NUNCA apresentem sintomas. Se estas pessoas forem ao mercado ou à farmácia e, por acaso, lá tossirem ou espirrarem, podem contaminar outras tantas pessoas. A máscara protege disto, pois a tosse ou o espirro fazem com que boa parte das gotículas de secreção com milhares de partículas virais fiquem ali contidas. Portanto, a máscara não é para sua própria proteção. É, na verdade, para a proteção de quem está ao seu lado. Se todos usarmos, estaremos todos juntos protegendo um número maior de pessoas”, explica.

As máscaras caseiras não são ideais, segundo a especialista, mas podem ajudar, “desde que tapem o nariz e a boca, não sejam tocadas pelas mãos durante o uso e sejam descartadas no lixo após 2 horas ou se ficarem úmidas”, afirma. No vídeo, ela ensina a fazer uma com objetos fáceis de encontrar. Confira:

Globo, via Crescer

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cap_Mor disse:

    lá vai o preço do perfex pras alturas 🙁

FOTOS: Médica cai em golpe no WhatsApp e recebe ‘conselho’ de bandido: ‘Amadureça’

Foto: Reprodução

Uma médica de 38 anos, moradora de Santos, no litoral de São Paulo, caiu em um golpe aplicado pelo Whatsapp. Em entrevista ao G1 nesta sexta-feira (7), Marcela Voris explica que recebeu uma mensagem que supostamente seria de uma amiga pedindo dinheiro. Ela transferiu R$ 1.500 e horas depois descobriu que a conta da amiga havia sido clonada.

Marcela foi apenas uma entre os mais de 20 contatos que receberam mensagens de alguém que se passava pela médica Juliana Ribeiro Stivaletti, de 43 anos, na semana passada. Ela só percebeu que o aplicativo tinha sido clonado após algumas horas.

Juliana afirma que entrou em contato com o suporte do Whatsapp imediatamente e começou a divulgar em suas próprias redes sociais que havia sido clonada. Mas, quando Marcela viu a mensagem, já era tarde. A transferência de R$ 1.500 para uma agência bancária de Fortaleza, no Ceará, já tinha sido efetuada.

Médica cai no golpe do Whatsapp e leva prejuízo de R$ 1.500 em Santos, SP — Foto: Reprodução

“Ele [golpista] veio com essa história de que precisava de uma ajuda. Falou que precisava fazer um depósito para alguém, no valor de R$ 3 mil. Depois disse que já tinha conseguido R$ 1.500”, conta Marcela.

Ela lembra que em nenhum momento recebeu mensagem de áudio, apenas texto. No mesmo dia, à noite, o golpista continuou se passando por Juliana e agradeceu a transferência. Ela contou que já sabia que tinha sido enganada e o golpista ainda tentou lhe dar uma lição de moral.

“Ele [golpista] disse parabéns, você é uma ótima amiga. Me perdoe, mas você tem que aprender a dizer não. E eu respondi que sim, fica a lição”.

Golpista ainda tentou dar lição de moral, dizendo que a médica deveria aprender a dizer ‘não’ — Foto: Reprodução

Até o último domingo (2), Juliana continuava recebendo mensagens de amigos afirmando que alguém tinha entrado em contato se passando por ela. Dessa vez, de um número diferente, porém, com a foto dela.

O Boletim de Ocorrência por estelionato foi registrado no 7º Distrito Policial de Santos. O caso segue sob investigação da Polícia Civil. Informações que possam ajudar na investigação podem ser comunicadas à Polícia Militar pelo 190 ou por meio do Disque Denúncia 181. Não é preciso se identificar.

G1

Médica que fez lipoaspiração em professora que morreu não tinha especialização na cirurgia

Polícia apura se morte de professora tem relação com lipoaspiração – Reprodução / Facebook

A Polícia Civil investiga se a morte da professora Adriana Ferreira Capitão Pinto, de 41 anos, na segunda-feira, foi provocada por um procedimento estético, realizado uma semana antes. Segundo um parente, que não quis se identificar, Adriana fez uma lipoaspiração nas laterais da barriga e um implante de gordura nos glúteos no dia 16 de julho, em uma clínica em Niterói. Ela se recuperava bem, mas, na madrugada da última segunda-feira, passou mal em casa e morreu antes de chegar ao hospital. A médica Geysa Leal Corrêa, que fez o procedimento, não tinha especialização para a cirurgia, de acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Nos últimos dias, outras duas mulheres morrerem após intervenções estéticas dentro de apartamentos na Barra da Tijuca. Uma das vítimas foi a bancária Lilian Calixto, que realizou uma bioplastia na cobertura do médico Denis Furtado. Conhecido como Doutor Bumbum, ele foi preso após passar cinco dias foragido.

Segundo um parente da professora, Adriana estava bem, horas antes de morrer:

— Ela passou parte do domingo bem, sem sentir nada, foi ao shopping. No fim da tarde, reclamou de falta de ar e estava com os pés um pouco inchados. Ela acordou durante a madrugada para ir ao banheiro e caiu no chão, morta. Segundo o IML, a causa da morte foi trombose e embolia pulmonar, muito provavelmente por causa do procedimento.

O marido de Adriana afirmou, em depoimento à polícia, que a professora fez o procedimento no consultório de Geysa Leal Corrêa, em Icaraí. No Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj), o registro de Geysa consta como ativo. Em seu site pessoal, a médica oferece serviços de cirurgia plástica facial e corporal e diz ter feito pós-graduações em medicina estética e cirurgia geral. Mas, segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Niveo Steffen, os cursos não habilitam o profissional a fazer cirurgias gerais ou plásticas — é necessário fazer residência nas áreas para poder operar.

— Toda cirurgia estética é especialidade de cirurgião plástico, que precisa passar por residência na área e ter uma formação de 11 anos. No Brasil, cursos de pós-graduação fazem parte do crescimento em todas as áreas, mas não habilitam o profissional a fazer cirurgia plástica — diz Steffen.

O GLOBO não conseguiu falar com Geysa — que está sendo processada, na esfera cível, por três casos de erro médico — nem com seu advogado. Num áudio gravado pela médica e divulgado pela TV Globo, a médica confirmou ter realizado o procedimento em Adriana e disse que a morte foi uma fatalidade. “Eu fiz lipo em uma paciente na segunda-feira, dia 16. Uma moça de 41 anos, dois filhos, saudável, sem doença alguma, que pediu para o marido como presente de aniversário de casamento. Às 4h da manhã, ela levantou para ir ao banheiro e ele perguntou: está tudo bem? Ela: tá! Foi ao banheiro, quando voltou, caiu, caiu dura, caiu morta. Teve uma morte súbita”.

A polícia também investiga se a morte, na segunda-feira, da modelo Mayara dos Santos, de 24 anos, tem relação com um procedimento que a jovem teria feito com uma massoterapeuta identificada como Valéria. Ontem, a aposentada Tania de Lima, dona da casa onde Mayara estava quando começou a passar mal, contou à polícia que a modelo chegou muito agitada, aparentando ter feito de uso de drogas.

O Globo

 

Médica é feita de refém e tem carro roubado em Natal

A Polícia Militar confirmou que uma médica ginecologista foi feita de refém após ser rendida por assaltantes e ter o seu carro roubado em frente à Liga Norte-rio-grandense Contra o Câncer, no bairro das Quintas.

Segundo a PM, a médica foi levada pelos bandidos e libertada somente no bairro de Igapó. Informações dão conta que a vítima havia estacionado seu veículo Honda Fit e no caminho para o hospital, foi surpreendida pelos homens.

Após ser libertada na Zona Norte, a mulher pediu socorro através do Centro Integrado de Operações e Segurança Pública (Ciosp). Até o momento nenhum suspeito foi encontrado, muito menos o veículo.

Portaria confirma que mulher de juiz é concursada, e não nomeada pelo PDT

A total irresponsabilidade para com o juiz Geraldo Mota e sua família, chegando a atingir a honra e a categoria, acaba de ser corrigida.

A infeliz informação divulgada inicialmente pelo blog FatorRRH, do jornalista Ricardo Rosado, de que a médica pediatra Maria de Lourdes Mota, pelo fato de ser casada com o juiz Geraldo Mota, estaria ocupando cargo no hospital por determinação do PDT é inverídica.

A Maria de Lourdes é servidora da Maternidade Divino Amor, em Parnamirim. Ela é concursada. O BG recebeu a cópia da portaria que trouxe a nomeação dela para ocupar o cargo através de magistrados e aqui reproduz.

Mas pra que expor a família do jurista e a classe dos magistrados dessa forma?

Confira a cópia da nomeação:

Enfermeira tentou proteger identidade de médica acusada de negligência

O básico para um paciente é saber o nome do médico que está atendendo. Mas no caso da leitora Eva Sanchez, de 34 anos, não foi bem assim. Ela denunciou ao blog que precisou do atendimento médico no posto de saúde de Barra de Maxaranguape, litoral Norte potiguar, para socorrer o filho que estava com o braço quebrado, mas para surpresa dela e de todos, a médica de plantão identificada apenas pelo nome de Joyce se recusou a atender.

Diante da negligência, ela procurou identificar a médica tanto para procurar a Justiça, quanto o próprio Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (Cremern), para denunciar a omissão, a negligência. Mas a enfermeira, que não foi identificada, não informou o nome da médica.

Mesmo assim, Eva conseguiu identificar a médica pelo nome de “Joyce” após muita tentativa de conseguir o atendimento para o filho. A grafia do nome e o sobrenome da médica não foram descobertos, porque a enfermeira se negou a dar qualquer tipo de informação.

“Eu falei pra ela que não adiantava ela esconder, que eu iria descobrir de qualquer jeito. Mesmo assim, ela não deu uma informação. Tem problema não, sei que ela se chama Joyce e que é fácil de descobrir”, contou.

O caso

Eva Sanchez, 34, chegou a unidade de saúde por volta das 18h30 com o filho chorando de dor com o braço quebrado, mas não foi atendida. Não bastando a negativa, ela foi informada por funcionários que precisaria ficar insistindo no pedido por atendimento. Isso mesmo: para ficar implorando para ser atendida.

Mesmo questionando a necessidade do procedimento por se tratar de um serviço de saúde pública e universal, em virtude da dor que seu filho sentia, bateu na porta da plantonista várias vezes solicitando a consulta. Foram mais de cinco pedidos. No último, para tentar sensibilizar a  médica, ela tentou levar o filho até sala da médica, mas a porta não foi aberta.

Sem sucesso, após esperar mais de uma hora por atendimento e não ter conseguido sequer enfaixar o braço quebrado do seu filho, ela se viu obrigada a vir para Natal.

Pela manhã, este blog procurou a secretaria de saúde de Maxaranguape, mas o telefone só fez chamar. Tentou o celular do secretario de saúde do município Wendel, mas estava fora de área.

Justiça

Um juiz já entrou em contato com o blog querendo saber o nome da médica. Ele vai entrar no caso e, se confirmada a denúncia, vai dar o devido andamento judicial.

Defesa

A advogada da médica, Geyse Raulino, entrou em contato com esse blogueiro e negou a história. De acordo com ela, a médica não se recusou a atender, mas explicou que não poderia receber o filho de Eva, porque estava atendendo um outro paciente. Ela ficou de mandar uma nota contando a versão da médica. O blog está no aguardo.

Código de Ética

Um médico negligente, pode ser punido até com a perda do direito do exercício da profissão. A negligência, inclusive, está descrita no Art. 7, do Código de Ética Médica, prevendo casos de urgência e de ausência de outro médico: “O médico deve exercer a profissão com ampla autonomia, não sendo obrigado a prestar serviços profissionais a quem ele não deseje, salvo na ausência de outro médico, em casos de urgência, ou quando sua negativa possa trazer danos irreversíveis ao paciente”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Julio_souza disse:

    conheço uma Joyce que atende no pronto-socorro da Prontoclínica dr. Paulo Gurgel em Capim Macio.

    É ela?

Dona de Casa vai presa por causa de mau atendimento na UPA de Mossoró

O Mossoroense:
Com o surgimento de uma doença ou os sintomas anormais decorrentes, naturalmente, a maior parte da população busca atendimento na rede municipal de saúde. Com isso, padecendo de uma patologia e ainda com estado de saúde debilitado, espera-se que de imediato o atendimento médico seja realizado. Entretanto, essa ordem natural do acolhimento esbarra nas deficiências, que, além de provocar transtornos, ainda compromete o tratamento da população.
Apesar da moderna infraestrutura, um dos principais suportes no acolhimento da população no município, a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Santo Antônio possui uma carência de profissionais. Na unidade, que opera 24 horas ininterruptamente durante toda a semana, apenas dois médicos atuam a cada plantão, um na especialidade pediátrica e o outro clínica geral, que, todavia, ainda realiza pequenas intervenções cirúrgicas.
Em virtude dessa carência de profissionais, a assistência à saúde da população é prejudicada, gerando, entres os problemas, longas filas de espera, com pessoas que deveriam de imediato ser examinadas e submetidas ao tratamento médico. Em média, na maior parte dos casos, os pacientes chegam a aguardar até mais de duas horas para ser avaliado pelo médico.