Uma promoção de Páscoa imperdível lotou um hipermercado Extra de Ponta Negra na madrugada desta quinta-feira, 5. Ovos de chocolate a R$ 1 atrairam centenas de pessoas.

Uma promoção de Páscoa imperdível lotou um hipermercado Extra de Ponta Negra na madrugada desta quinta-feira, 5. Ovos de chocolate a R$ 1 atrairam centenas de pessoas.


Com um vídeo no YouTube e um texto no Google+, foi apresentado nesta quarta-feira o Google Glasses, um projeto que, se implementado com sucesso, promete revolucionar a o cotidiano das pessoas em uma das maiores inovações tecnológicas desde o lançamento do iPad.
O Google Glasses serão óculos que terão as mesmas informações disponíveis hoje em aparelhos como o iPhone ou celulares com o sistema operacional Android. A diferença é que estará no nosso campo de visão, sem a necessidade de uma tela para consultarmos dados.
O produto, ainda em fase de testes, não está a venda. Segundo o Google, “o Project Glass começou a criar esta tecnologia para podermos explorar o mundo no momento”, sem a necessidade de entrar e sair da internet o tempo todo. A divulgação visa esclarecer as dúvidas e também saber as críticas das pessoas.
No vídeo, um homem acorda de manhã e recebe uma mensagem de texto na própria lente dos óculos para encontrar um amigo em uma livraria. Ao abrir a janela de sua casa, a temperatura ambiente assim como a previsão para o resto do dia aparece.
Um fechamento inesperado no metrô que o levará à livraria será avisado imediatamente pelo Google Glasses, que o redirecionará para um mapa. Não muito diferente dos aplicativos já existentes, mas tudo será automático, sem a necessidade de usar o celular. Na cena final, ele fala com a namorada que aparece na sua visão, com a imagem real do rio Hudson, em Nova York, no horizonte.
Claro, há a questão do uso dos óculos. Para superá-la, o projeto Google Glasses estuda uma série de designs que foram apresentados no Google+. Emi Kolawole, blogueiro de tecnologia do jornal Washington Post, afirma que “os óculos podem dar início a uma nova ordem mundial para tráfego de pedestres, com as pessoas parando em pontos da cidade para ver o mundo de uma forma diferente”.
Nick Bilton, do New York Times, diz que pessoas com acesso ao Google Glasses afirmam que os óculos não devem interferir tanto na vida das pessoas. “Elas podem até se sentir mais livres da tecnologia”, afirmou.
Fonte: O Estado de S. Paulo

Já há um novo nome para a Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado do Rio Grande do Norte (Sejuc). O BG voador apurou que o cargo será assumido pelo advogado João Eider Furtado, que, no governo Iberê, foi adjunto da pasta.
A informação é de que o ‘primeiro damo’, Carlos Augusto Rosado, já bateu teria batido o martelo.
Questão de dias…
Quem acha que 2012 já começou agitado com o escândalo dos precatórios não perde por esperar. O BG Voador descobriu que tem nova operação em andamento e que deve ‘estourar’ nos próximos dias.
Segundo apuramos, há magistrados, advogados e político envolvidos.
Se confirmada essa informações, teremos manchetes em jornais e blogs para muitos dias. Vale esperar os desdobramentos desta história.
Bom, aos poucos as podridões vão aparecendo. Em pouco tempo , foram deflagradas várias operações: Impacto, Hefesto, Pecado Capital, Sinal Fechado, Judas e que continue assim…
Se for apenas para fazer alarde e não punir ninguém, é melhor deixar como está!
Tremei, corruptos. Saiam do caminho que o Brasil está desenvolvendo-se.

As candidatas de todo o Brasil para o concurso “Miss Bumbum 2012” podem se inscrever pelo site oficial a partir do dia 01 de junho de 2012 no portal www.missbumbumbrasil.com.br, onde terão a opção de clicar no estado que deseja representar. vale lembrar que, nesta edição, a candidata tem de ser nascida no estado e ter entre 18 e 26 anos. A regra de não ter próteses de glúteo e ter bumbum natural continua valendo para esta edição.
As vencedoras além dos prêmios em dinheiro ganharão uma viagem para Miami, no USA. O concurso de 2011 foi destaque em TVs do mundo inteiro como Japão e Miami e destaque no site de notícias TMZ.
Meu Deus que coisa mais maravilhosa que o senhor inventou da nossa costela deu pra faser tudo isso.Maravilha de bumbum.
Magnifico BUMBUM; um Monumento à Beleza.
Um vídeo publicado na internet mostra um ciclista sendo perseguido pela polícia a mais de 100 km/h em uma estrada na República Tcheca. O ciclista, que ignorou a chuva e a sirene do carro policial, usou o vácuo de uma van para alcançar a velocidade. Ele atingiu cerca de 120 km/h, mas depois diminuiu ao sair de trás da van.

O programa ‘Internet de Todos’ (ITodos) custou R$ 1.575.000,00. O pagamento foi feito em duas partes: o primeiro em julho, de R$ 1.260.00,00; e um segundo, em novembro (aditivo), de R$ 315.000. O detalhe é que apesar dos pagamentos terem sido providenciados com quatro meses de diferença, há indícios de que o ITodos só funcionou durante 60 dias, aproximadamente. E mais: o contrato existe; foi feito com a empresa Stelmat Teleinformática LTDA,de Cuiabá (MT) e – segundo consta no documento – referia-se apenas à compra de equipamentos.
Todas essas informações estão sendo apuradas pela Procuradoria Geral do Estado (PGE), Ministério Público e Controladoria. De acordo com o procurador-geral do Estado, Miguel Josino, não está descartada a possibilidade de que tenha havido superfaturamento. Caso seja comprovada a hipótese o ordenador de despesas responsável pela secretaria de Sáude à época e demais envolvidos serão responsabilizados.
Miguel Josino esteve ontem no final da manhã reunido com representantes do Ministério Público para discutir o caso. Ele explicou que no encontro foram avaliados diferentes documentos, entre eles, o contrato com a empresa Stelmat Teleinformática, que – ao contrário do que se sabia até agora – venceu um processo licitatório (concorrência nacional número 001/08). Nesse contrato, consta que todo o valor pago supostamente referia- se apenas à compra de equipamentos que possibilitassem a comunicação wireless necessária ao projeto. O procurador contou que, segundo informações obtidas até agora, o internet de todos só funcionou dois meses. E que mesmo assim, o pagamento de um aditivo feito em novembro, três meses depois do programa ter sido lançado. Outro dado que está sendo averiguado é que parte dos equipamentos comprados para servirem à população foram roubados. E que, nesses casos, é preciso dar queixa à polícia da perda porque as máquinas pertenciam ao Estado.
Miguel Josino explicou que na atual fase da investigação sobre o caso, há ainda várias dúvidas que precisam ser esclarecidos. Uma delas é se o ITodos chegou a funcionar nas cidades de Mossoró, Caicó, Currais Novos e Pau dos Ferros. No lançamento do programa, em agosto de 2009, a administração da época anunciou que o ITodos seria ampliado para Caicó, Mossoró e Pau dos Ferros.
Uma outra dúvida é por que, ai nal, o programa foi feito dentro da Secretaria de Saúde. “Essa é a grande questão, a grande dúvida”, apontou Miguel Josino. Além das já citadas, a PGE também quer saber se os preços praticados na época do contrato estavam de acordo com os que eram praticados pelo mercado. Para responder a essas e outras dúvidas e poder esclarecer afinal o que houve com o internet de todos, a Procuradoria está consultando alguns órgãos. E agora vai aguardar o retorno desses ofícios para seguir com a investigação. “Este trabalho está só no começo”, avisou Miguel Josino.
O ITodos voltou à ordem do dia depois que o programa Fantástico, da Rede Globo, apresentou reportagem sobre um programa similar em João Pessoa (PB) que não estaria mais funcionando e teria incluído suposto esquema de propina. Por conta da reportagem, o Governo do RN resolveu verificar o que tinha sido feito do ITodos e descobriu uma série de fatos estranhos.
Daí, iniciou-se uma investigação. A princípio, um dos fatos que chamou a atenção foi o sumiço do contrato referente ao programa. E nenhuma justificativa com relação aos valores gastos e aos equipamentos comprados. Inicialmente, achava-se que não havia contrato algum do ITodos porque o programa teria sido gerado de carona num convênio firmado com o Ministério da Saúde. Agora, as informações estão ficando cada vez mais ricas de detalhes.
Por Everton Dantas, do NOVO JORNAL
Uma boa notícia para quem vai passar o feriado da Sexta-Feira Santa, dia 6, na cidade. A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, determinou a aplicação da tarifa social no Sistema de Transporte Público de Passageiros.
Com a medida, ônibus e opcionais estarão operando com tarifa reduzida em 50%. A passagem sairá dos R$ 2,20 para R$ 1,10.
A aplicação da tarifa social é mais um estímulo que o Executivo municipal oferece para incentivar também o uso de ônibus e opcionais durante os feriados nacionais e locais.
Fonte: Dn Online
O tratamento a partir de agora será outro. De acordo com o Comandante Geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, Coronel Araújo, os manifestantes que impedirem o transito de veículos interrompendo quaisquer vias serão conduzidos à delegacia. O recado é para o operários da Arena das Dunas que por dois dias seguidos tomaram a BR 101 e seguiram bloqueando o fluxo na Avenida Salgado Filho, Hermes da Fonseca e Rua Apodi.
Segundo Araújo, os trabalhadores do novo estádio já foram orientados neste sentido e a PM não aceitará uma nova paralisação. “Vamos intervir e dispersar a movimentação na mesma hora”, garantiu. Ainda segundo o coronel, os manifestantes, mesmo estando reivindicando os seus direitos, ao impedirem o trânsito estão ferindo o direito das outras pessoas de ir e vir. “Eles não podem bloquear via nem ficar agrendindo os motoristas que tentam passar”, ressaltou.
Do outro lado, no entanto, os trabalhadores não descartam mais uma vez a interrupção das vias. O representante da Comissão dos Trabalhadores da Arena das Dunas, André Rogério de Oliveira, disse que haverá uma assembleia nesta quinta-feira, 5, com a empresa OAS. “Mas na segunda-feira, talvez. Dependendo do que resultar destas negociações, sim, pode ter outra manifestação”, explicou.
Além disso, os operários ameaçam já na segunda realizarem um pedido de demissão coletiva. “Todos nós vamos com a carteira de trabalho em mãos para dar ‘baixa’”, disse.
É um completo desrespeito à Constituição, a polícia não pode fazer isso!
Daivid Helder de Lima, de 26 anos, foi assassinado no loteamento Novo Horizonte, zona Norte de Natal, enquanto voltava do jogo do ABC, esta madrugada (5).
Segundo o oficial de Comunicação Social da PM, tenente Edmilson, o jovem seguia a pé para casa e foi atingido com um tiro na nuca. “Os policiais que estiveram no local pouco conseguiram saber sobre o homicídio, porque lá impera a lei do silêncio”.
A motivação do crime ainda é um mistério para a Polícia.
Thiago Macedo para o Nominuto.com
Com o apoio do governo, a Câmara vai desmembrar o projeto que endurece a Lei Seca para votar, na semana que vem, somente a ampliação das provas de embriaguez dos motoristas.
Em relação às penalidades, o projeto dobra o valor da multa para quem dirigir sob efeitos de álcool, que hoje é de R$ 957,70. O projeto eleva a taxa a R$ 1.915,40 e mantém a suspensão do direito de dirigir por 12 meses, assim como o recolhimento da habilitação e retenção do veículo.
A decisão é uma resposta ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), que na semana passada decidiu que só o bafômetro e o exame de sangue podem atestar a embriaguez, excluindo provas testemunhais ou exame médico.
O projeto não estabelece o chamado “álcool zero” para os motoristas. Se for aprovado, continuam a valer os limites de 0,6 gramas de álcool no sangue para o motorista estar habilitado a dirigir, assim como 0,3 miligramas por litro de ar alveolar (expirado pela boca ao soprar o bafômetro).
De autoria do deputado Hugo Leal (PSC-RJ), o projeto que vai ser analisado pelos deputados inclui as demais provas como suficientes para comprovar que um motorista está alcoolizado –mesmo que ele se recuse a soprar o bafômetro. Passam a valer o relato de testemunhas, vídeos, exame clínico e outros meios.
O acordo ocorreu com o aval do ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), que se reuniu nesta quarta com Leal e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), para discutir o novo texto. “Qualquer crime é comprovado com outras provas. Estamos considerando o delito de embriaguez desta forma”, disse o ministro.
Segundo Cardozo, o bafômetro vai se tornar um “instrumento de defesa” dos bons motoristas para comprovar que não dirigem alcoolizados. “Da forma que hoje está na lei, a pessoa se recusa a soprar o bafômetro e não é condenada. O projeto prevê que testemunhas podem comprovar a embriaguez, assim como vídeos”, disse o ministro.
PENALIDADES
Também foram excluídas do projeto o aumento das penalidades para o motorista que dirigir alcoolizado. Segundo Marco Maia, a Câmara vai elaborar um outro projeto para ser votado ainda no primeiro semestre para tratar especificamente do tema.
Sobre o recuo no “álcool zero”, Maia disse que “não é o momento” de discutir a questão no Legislativo.
Fonte: Folha São Paulo
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
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Desde o início da semana, vem se falando sobre uma suposta briga dentro do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, envolvendo três desembargadores. Seriam eles: Caio Alencar, Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro. Contudo, segundo o próprio Caio Alencar, o falatório não tem conexão com a realidade. Ontem à noite, o desembargador em entrevista ao jornal Tribuna do Norte, negou a confusão.
Caio Alencar falou a verdade. Não teve briga entre Dr. Rafael Godeiro, Dr. Oswaldo Cruz e ele próprio. Seria impossível, Rafael Godeiro está de férias e não vai ao TJ desde sexta passada, Dr Osvaldo, segundo apuramos, está viajando, portanto seria impossível uma briga na segunda-feira passada, entre os três. A não ser que dois dos supostos contendores tivessem o poder de se tele transportar, tal qual personagens de “Guerra nas Estrelas”.
Agora o que Dr Caio não pode negar é que houve , de fato, um entrevero na segunda-feira dentro do seu gabinete envolvendo o desembargador Virgílio Fernandes e o juiz Luiz Alberto Dantas, que por pouco não foram às vias de fato. Foi o próprio Desembargador Caio Alencar quem tratou de separar e acalmar os ânimos. Depois desse entrevero veio a coincidência do juiz Luiz Alberto Dantas e o próprio Caio Alencar pedirem proteção policial.
Tapas não houve, mas que rolou esse estress, isso rolou………
Para que seu blog continue a ter prestígio, aconselho checar as informações que divulga. Procure checar realmente quem estava no TJ. Posso lhe garantir com a mais absoluta certeza que o Desembargador Virgílio Fernandes não estava presente e se estivesse não participaria de tal situação. Não divulgue boatos infundados, mas sim fatos verdadeiros. Mantenha-se bem informado, para informar bem quem procura em seu blog, notícias verídicas.
O Procurador Geral do Município, Bruno Macedo, envia ao Blog esclarecimentos importantes sobre o post que fizemos onde o TCE aponta irregularidades no acordo firmado entre o município de Natal, o Tribunal de Justiça e a Henasa Empreendimentos Turísticos, através do advogado Fernando Antônio Leal Caldas Filho. Acordo esse segundo o TCE que teria causado um prejuízo de pelo menos R$ 22 milhões de Reais. Segue pela ordem sete esclarecimentos do Procurador Bruno Macedo:
1) O valor do precatório foi calculado pelo próprio Tribunal de Justiça e não pelo Município do Natal;
2) Nesse processo, o Município do Natal estava sendo representado por um escritório de advocacia de São Paulo, contratado por gestões anteriores, e não pela Procuradoria Geral do Município;
3) Fui convocado pelo Tribunal de Justiça para fazer acordo em todos os precatórios, em audiências publicas, que eram acompanhadas por promotores de Justiça;
4) Neste caso, o acordo foi acompanhado por dois Promotores de Justiça, que não apontaram qualquer irregularidade no valor do precatório;
5) Do valor acordado, que seria pago em 10 anos, o Município pagou, até hoje, 19 milhões de reais, de modo que NÃO HOUVE QUALQUER PREJUÍZO AO ERÁRIO, pois tal valor é inferior ao valor apontado pelo TCE (70 milhões de reais);
6) A comissão especial do TCE cometeu vários equívocos, já que desprezou decisões transitadas em julgado há mais de 10 anos, de modo que eventuais erros de cálculo não poderiam ser mais discutidos na data da celebração do acordo;
7) Quanto ao suposto conluio, informo que, na defesa que apresentarei na próxima segunda, perante o TCE, abrirei mão do meu sigilo telefônico, bancário e fiscal, para demonstrar que não tive contato algum com o advogado Fernando Caldas, que representava os interesses da empresa Henasa Ltda.
Atualizado às 13:30 para acréscimo do item 8:
8) Ontem, 4 de abril, determinei a suspensão dos pagamentos em favor da empresa Henasa Ltda. até que o TCE decida, após a apresentação das defesas, o valor que julga correto do precatório
Bruno Macedo Dantas
Procurador Geral do Município
Tem assuntos na rádio peão que começam a sair da rua e aparecerem dentro de investigação. Excelente reportagem de Isaac Lira, Júlio Pinheiro e Ricardo Araújo na Tribuna do Norte de hoje mostra muitas coincidências num acordo para o pagamento do maior precatório já negociado no RN. Investigação do TCE aponta frontalmente irregularidades na negociação e no acordo. Segue reportagem:
Uma investigação realizada pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte constatou indícios de irregularidade em um acordo firmado entre o município de Natal, representado pelo procurador-geral Bruno Macedo Dantas, o Tribunal de Justiça e a Henasa Empreendimentos Turísticos, através do advogado Fernando Antônio Leal Caldas Filho. Segundo o que foi apurado, um precatório que deveria custar aos cofres públicos de Natal, no máximo, R$ 72 milhões teria sido calculado de forma equivocada para que o valor total passasse para R$ 191,22 milhões.

Por causa do alto valor do débito, ficou acordada uma redução de quase 50% e o pagamento de R$ 95,6 milhões aos proprietários da Henasa – que vem a ser o maior precatório já pago no Estado. A negociação chamou a atenção do Tribunal de Contas não só pelo montante, mas pela forma como ocorreu. O órgão suspeita de “conluio” tanto para o cálculo quanto para o pagamento dos valores.
O processo de Precatório nº 2001.003123-5, de 1995, teve como objeto o pagamento de R$ 17.814,652,76 por parte do Município de Natal à Henasa, tomando por base de cálculo feito pela própria empresa. Deste valor, R$ 2.976.608,70 eram destinados aos honorários advocatícios, enquanto R$ 14.836.042,97 era o valor da indenização propriamente dita. O processo ficou praticamente parado por anos, mas em 2002, o Município questionou os valores alegando erro nos cálculos e fornecendo também um parecer contábil.
Em dezembro de 2008, quando o advogado Fernando Caldas Filho assumiu, ele solicitou informações sobre o caso. Em fevereiro de 2009, sem qualquer comunicação oficial do TJRN, o procurador-geral de Natal, Bruno Macedo, solicitou diretamente à então chefe da Divisão de Precatórios, Carla Ubarana, que fosse informado o valor atualizado do precatório. No dia 4 de março de 2009, o desembargador Rafael Godeiro, então presidente do TJRN, solicitou que a Divisão de Precatórios fizesse a atualização dos valores e incluísse aí os honorários advocatícios de Fernando Caldas Filho. Nesse momento, o valor apresentado pela Divisão de Precatórios foi de R$ 191 milhões.
Durante a inspeção realizada na Divisão de Precatórios, os técnicos do Tribunal de Contas desconfiaram da falta de comunicação oficial entre o Município, o TJRN e o advogado da Henasa e do rápido andamento do processo depois da entrada do advogado Fernando Caldas.
Outro ponto levantado pela investigação do Tribunal de Contas é o fato do Município não ter questionado o alto valor do precatório calculado por Carla Ubarana. O TCE tem documentos que atestam que o cálculo foi realizado “sem a participação do contabilista responsável pelo setor”. Esse cálculo resultou em um aumento de 1.073,41% em relação ao débito original – saindo de R$ 17 milhões para R$ 191,22 milhões.
Diante dos indícios, o TCE encomendou uma perícia para a confirmação do real valor do precatório e chegou a um total de R$ R$ 72.847.120,90, atualizados para este ano.
Não tendo questionado o valor apresentado pelo setor de precatórios do TJRN, o Município, representado pelo procurador-geral, Bruno Macêdo, celebrou um acordo com a Henasa que reduzia o débito para R$ 95.612.348,91 a serem pagos em 10 parcelas anuais de R$ 5 milhões, a partir de março de 2010, e parcelas mensais de R$ 380.102,91.
A julgar pela perícia contábil realizada pelo TCE, o prejuízo aos cofres municipais somente no pagamento deste precatório seria da ordem de R$ 22 milhões – equivalente à diferença entre o valor real do precatório (R$ 72.847. 120,90) e o valor acordado entre as partes (R$ 95.612.348,91).
Cálculo teria sido superfaturado
O Tribunal de Contas do Estado encontrou circunstâncias que “indicam um possível conluio entre participantes do acordo” feito entre a Prefeitura de Natal e a Henasa Empreendimentos LTDA. Em outras palavras, há indícios de fraudes. Por essa perspectiva, o cálculo superfaturado não foi um simples erro, mas uma atitude deliberada. As “circunstâncias” relatadas na investigação do TCE são uma série de ligações entre atos de Fernando Caldas, Bruno Macedo, Carla Ubarana e João Batista Pinheiro Cabral dentro do processo de cálculo do valor total do precatório.
O processo ficou parado por um ano e meio, sem nenhuma movimentação ou pedido de vistas tanto por parte da defesa quanto por parte da acusação. O Município, por sua vez, não protocolava petições há sete anos no caso desse precatório. O advogado Fernando Caldas ingressou no processo no dia 17 de dezembro de 2008. Dois meses após a habilitação o procurador geral Bruno Macedo, sem ser comunicado oficialmente pelo Tribunal de Justiça sobre qualquer alteração, manifestou interesse em saber o valor atualizado do precatório. Até 1995, o cálculo estava em cerca de R$ 17 milhões.
Oito dias depois disso, mais uma vez sem qualquer comunicação oficial por parte do TJRN, Fernando Caldas pediu vistas dos autos e juntou nova petição, onde a defesa se pronunciava sobre o valor atualizado devido pelo Município.
Menos de um ano depois dessa movimentação no processo, foi celebrado o acordo no valor de R$ 95 milhões, mesmo com um laudo da contadoria do Município apontando que o valor devido era menor. A Procuradoria do Município pediu vistas do processo, mas não questionou o valor apresentado pela Henasa, que foi adotado na íntegra pela Divisão de Precatórios do TJRN. Ainda segundo a investigação, os procuradores do município não tiveram acesso ao acordo, assim como o setor de contabilidade do Tribunal de Justiça não validou os cálculos presentes no processo.
Esses cálculos teriam sido realizados por Carla Ubarana e João Batista Pinheiro. O TCE argumenta que a conta “foi elaborada com evidentes irregularidades”. Além disso, o Tribunal de Contas explica que “tais fatos indicam possível atividade coordenada entre o Procurador do Município e o causídico da Henasa, além dos citados servidores da Divisão de Precatórios do TJ, o que findou culminando na celebração de acordo com dano ao erário”.
Embargo de obra da Henasa gerou ação
Fernando Caldas era assessor do Desembargador João Batista Rebouças
Blogdobg isso aí já havia sido denunciado pelo seu blog no ano passado. Veja no tópico 4 do seu link: http://www.blogdobg.com.br/2011/04/prefeitura-abre-mao-de-mais-de-cem-milhoes-em-impostos/
De acordo com a AGU (Advocacia-Geral da União), o MPF (Ministério Público Federal) não tem competência para realizar investigações criminais. A opinião está contida em parecer enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal), no qual a AGU ressalta que cabe ao órgão somente exercer o controle externo da atividade policial.
A AGU questiona a Resolução 20/2007 do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), que autoriza o MPF a conduzir investigações. A manifestação foi apresentada na Adin 4220 (Ação Direta de Inconstitucionalidade), proposta pelo Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) contra o dispositivo.
Para a AGU, o controle externo da atividade policial deve ser feito por meio do livre ingresso em delegacias e prisões e do acesso a quaisquer documentos relativos à atividade policial, além de pedidos de instauração de inquérito policial sobre omissão ou sobre fato ilícito ocorrido. O MPF tem o poder ainda de propor ação penal por abuso de poder.
Entretanto, a AGU ressalta que o artigo 144 da Constituição Federal deixa claro que cabe à Polícia Federal apurar infrações penais e “exercer, com exclusividade, as funções de polícia judiciária da União”.
“A partir do momento em que o Ministério Público se utiliza de sua estrutura e de suas garantias institucionais a fim de realizar de modo direto investigações criminais, atua em sigilo e isento de fiscalização em sua estrutura administrativa”, destacou a AGU.
No parecer enviado ao relator da matéria, ministro Luiz Fux, os advogados da União lembram que há, no Congresso Nacional, a tramitação da PEC 1971/2003 (Proposta de Emenda à Constitucional) que pretende alterar a redação do artigo 129 da Constituição Federal para legitimar o poder investigativo do Ministério Público.
Essa PEC, de acordo com a AGU, “demonstra que a atual conformação constitucional não legitima o exercício dessa competência pelo órgão ministerial”.
Julgamento sobre CNJ
Na Adin, a OAB pede concessão de liminar para suspender o artigo 2º da resolução do CNMP até julgamento final do Supremo. No mérito, a Ordem quer que a Corte declare a inconstitucionalidade integral da Resolução 20/2007.
Além da AGU, o CNMP também já emitiu seu parecer ao STF, a pedido do relator. Antes da decisão monocrática do ministro sobre o pedido de liminar, Fux aguarda o parecer da PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre o tema.
A ação só voltou à pauta do Supremo após o ministro Fux reverter a decisão de Eros Grau, antigo relator, que havia negado seguimento à Adin por entender não ser essa a via adequada para impugnação de atos regulamentares.
O agravo interposto pela OAB foi aceito e ação voltou a tramitar normalmente no Supremo. Ao referendar a validade da ação, o ministro Fux lembrou o julgamento do STF sobre as atribuições do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Na ocasião, a Corte validou, com ressalvas, uma resolução editada pelo Conselho e manteve o poder de investigação de magistrados.
Casos semelhantes
O debate sobre as atribuições do Ministério Público e a sua legitimidade para encabeçar investigações não é inédito na Justiça brasileira. Um dos casos de maior repercussão é o julgamento do empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do assassinato do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel.
Sombra alega que o processo contra ele é nulo, pois os promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) decidiram iniciar uma investigação própria após a polícia ter concluído que tratava-se de um crime comum de seqüestro seguido de morte. O MP afirma que a morte de Celso Daniel teve motivação política.
O ministro decano do STF, Celso de Mello, já reafirmou sua posição a respeito do poder de investigação do MP. Em dezembro de 2010, o ministro negou o pedido de um empresário carioca que pretendia anular ação penal aberta contra ele por corrupção ativa. Na ocasião, a defesa de José Caruzzo Escafura sustentava que o processo era ilegal, pois a investigação havia sido conduzida pelo MP.
Na Justiça Eleitoral, a discussão é a mesma. Corre no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a análise de um recurso que questiona se o MPE (Ministério Público Eleitoral) tem atribuições para realizar investigações a fim de apurar crimes eleitorais.
Fonte: Última Instância
Agora até a Pepsi decidiu entrar na onda do “Para nossa alegria”, o vídeo que mais bombou nesses últimos dois meses na internet brasileira. A família “Para nossa alegria” fechou uma parceria com fabricante de bebidas para lançar um desafio: se chegar a marca de 500 mil fãs no Facebook, os três divulgam uma nova música.
A Pepsi já possui quase 400 mil fãs. Então a meta é conseguir pouco mais de 100 mil. Será o “Para nossa alegria”? Será que eles vão conseguir? Será que vem outra bomba por aí? O fato é que a Pepsi encabeçou bem o projeto e está chamando os fãs para curtirem a página. Boa estratégia. A ação foi criada pela agência Riot.
O vídeo institucional já está disponível na página da marca. Nele, Jéeh Barbosa, líder do grupo, aparece acompanhado da mãe Suuh e da irmã Mara. Com o argumento de que “um artista precisa sempre se reinventar”, o jovem então lança a proposta da bebida.
Na internet já são quase de 20 milhões de visualizações em dois vídeos que se dizem oficiais.
Link do vídeo institucional no Facebook
Vídeos do “Para Nossa Alegria”:
ORIGINAL:

COVER D’OS SIMPSONS:

COVER DO COMÉDIA MTV

ROCK:

REGGAE:

EXTERMINADOR:

MONTAGEM DE CHAVES

Essa grande parceria da Pepsi e da <a href="http://www.agenciariot.la/que-hacemos/" rel="nofollow"><b>agência Riot</b></a> é bem interessante, tenho certeza que logo estarão com essa meta atingida! Estão de parabéns!
Parabéns pelo post! Sucesso!
Beijos Cris ;*
A Pepsi é legalzinha? Ela usa fetos pra fabricar seus produtos. Mídia brasileira abafa o caso, em outros países cobram explicações e promovem boicote aos produtos.
Você já se imaginou comendo ou bebendo algo contendo resto de fetos? Já imaginou financiar o assassinato de crianças só pra satisfazer um prazer consumista ou com a desculpa de desenvolvimento científico?
http://wil-santos.blogspot.com.br/2012/04/assassinando-bebes-politica-industria-e.html
http://www.cogforlife.org/pepsiboycottnews.htm
O pior de tudo é que foi uma farsa. Ao chegar nos caixas as pessoas descobriam que o preço estava o mesmo de antes. Se rebelaram e quebraram centenas de ovos! Alguns sentaram no chao abriram os ovos e comeram la mesmo!
Na verdade, nao havia promoção alguma e soube isso hoje qdo fui ao EXTRA ponta negra e me deparei com uma bagunça de assustar, carrinhos e mais carrinhos de ovos quebrados e os poucos que sobraram intactos, sendo pendurados pelos promotores de cada marca. Soube que as 2 unicas coisas que realmente entraram foi um tipo e marca especificas de fogao e geladeira.