Manaus começa nesta sexta-feira (9) a vacinar contra o novo coronavírus pessoas a partir de 20 anos.
Para atender essa faixa etária, a prefeitura ampliou o número de postos de vacinação e o horário de funcionamento, que vai das 9h às 18h.
Já o sábado (10) será marcado por um mutirão de vacinação contra a Covid-19 no interior do Amazonas.
Essa ação, realizada pelo governo do estado em parceria com as prefeituras de cinco municípios, tem o objetivo de acelerar a chegada da vacina à população.
As cidades de Itacoatiara, Urucará, Iranduba, Itapirubá e São Sebastião do Uatumã vão realizar o mutirão.
A expectativa do governo do Amazonas é que quase 30 mil pessoas a partir de 18 anos recebam a primeira dose de vacina contra a Covid-19.
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) informou hoje (8) que vai investigar denúncias sobre a prática da chamada revacinação. A medida foi tomada após denúncias de que pessoas chegaram a tomar até quatro doses de vacinas contra a covid-19.
Em nota técnica emitida aos promotores do estado, o MP reforçou a necessidade de coibir a prática, que, segundo o órgão, compromete o Plano Nacional de Imunização (PNI), “desviando doses que deveriam ser direcionadas ao restante da população ainda não vacinada”.
De acordo com o Ministério Público, quem pratica a revacinação pode ser responsabilizado por estelionato ao enganar os profissionais de saúde para tomar mais doses que o indicado pelos laboratórios que produzem os imunizantes. A pena para o crime é de reclusão de um a cinco anos e pode ser aumentada em um terço por ser praticado contra o Poder Público.
Um dos casos que serão investigados ocorreu em Viçosa (MG), onde um homem de 61 anos tomou três doses de vacinas. No município, ele foi imunizado com duas doses da Coronavac e uma da Pfizer. A quarta dose, produzida pela Astrazeneca, foi aplicada no Rio de Janeiro. O caso foi descoberto após o homem ter procurado uma equipe de aplicadores apenas com o número do CPF e ter informado que não sabia a data correta de sua vacinação. Bastam duas doses da mesma vacina para completar a imunização.
Em nota, a prefeitura de Viçosa repudiou a atitude do cidadão e afirmou que está reforçando a conferência dos dados da população para evitar novos casos de revacinação.
“A Prefeitura de Viçosa, imediatamente após a constatação do fato, acionou sua Procuradoria Geral, para a tomada de medidas de cunho cível e administrativo, e também o Ministério Público, para fins criminais. O município está agora dando total suporte ao caso, para que todas as providências necessárias sejam tomadas em consonância com os princípios da legalidade e devido à gravidade do momento que a população mundial está passando”, declarou.
A situação da pandemia segue melhorando no Rio Grande do Norte, com a redução na ocupação dos leitos críticos e também queda nas mortes. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesap), não foi registrado nenhum óbito em decorrência da covid-19 morte nas últimas 24 horas em Natal e Mossoró, as duas maiores cidades do estado.
De acordo com o boletim encaminhado pela Sesap, foram contabilizados quatro óbitos no estado no intervalo de um dia, finalizado na manhã desta quinta-feira (8). As mortes em decorrência da covid-19 ocorreram em Caicó (2), Campo Grande e Areia Branca.
Até o momento, o Rio Grande do Norte soma 6.879 mortes em decorrência do novo coronavírus, com 348.638 casos confirmados da doença. Há ainda 1.443 mortes sob investigação. O estado tem 56,7% de ocupação dos leitos críticos voltados ao atendimento à covid-19.
O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quinta-feira (08):
– O país registrou 1.639 óbitos nas últimas 24h, totalizando 530.179 mortes;
– Foram 53.725 novos casos de coronavírus registrados, no total 18.962.762.
– Com mais 70.184 curados registrados nas últimas 24h, o número total de recuperados do coronavírus é 17.422.854. Outros 1.009.729 pacientes estão em acompanhamento.
Um estudo recém-divulgado, conduzido por pesquisadores brasileiros, avaliou o uso da nitazoxanida em casos moderados de Covid-19. Publicado na revista científica E-Clinical Medicine, o novo trabalho incluiu 50 indivíduos já internados com sintomas moderados da infecção pelo coronavírus. Eles foram divididos em dois grupos – metade tomando placebo, metade tomando o comprimido, que tem dosagem diferente daquela vendida na farmácia sob o nome comercial Annita.
Os voluntários que receberam a nitazoxanida tiveram alta mais cedo, em média em seis dias, ante 14 dias de hospitalização no braço do placebo (cápsulas sem princípio ativo). Houve ainda maior redução da carga viral e de substâncias inflamatórias nos participantes que tomaram o medicamento real.
Os autores destacam que esse estudo é uma prova de conceito – ou seja, uma espécie de teste inicial que diz se o remédio merece ou não investigações mais aprofundadas, em ensaios clínicos maiores. É preciso tanto confirmar os achados em mais gente quanto ter certeza sobre a segurança do medicamento.
Annita é um remédio que tem nitazoxanida na composição, indicada para o tratamento de infecções como gastroenterites virais causadas por rotavírus e norovírus, helmintíases causadas por vermes, como Enterobius vermicularis, Ascaris lumbricoides, Strongyloides stercoralis, Ancylostoma duodenale, Necator americanus, …
O Dr. Edmilson Migowski, professor da UFRJ fez um trabalho com este medicamento em Volta Redonda/RJ. Nenhum paciente foi a óbito. Não tornaram público até hoje. Muitas pessoas poderiam ser salvas.
Numa colaboração sem precedentes na pandemia, cientistas identificaram fatores genéticos que aumentam o risco de contrair e desenvolver casos graves de Covid-19. O trabalho é resultado da análise de dados de 46 estudos, de 19 países, realizados por 3.300 pesquisadores e foi publicado nesta quinta-feira pela revista Nature. Foram descobertas 13 regiões do genoma humano, em oito cromossomos, que influenciam o risco de uma pessoa adoecer e morrer de Covid-19.
Para tanto, os pesquisadores trabalharam com dados de 49 mil pessoas com Covid-19 e outros 2 milhões de indivíduos, usados para comparação. Entre os fatores que aumentam o risco de desenvolver Covid-19 grave, ser homem, estar acima do peso e mais velho são os principais. Ter diabetes, doenças cardiovasculares e hipertensão também contam.
Mas há pessoas sem nenhuma comorbidade conhecida que adoecem com severidade. E outras que, apesar de comorbidades, sequer apresentam sintomas. Determinadas alterações genéticas podem explicar esses casos misteriosos e também potencializar os danos de comorbidades conhecidas.
Os cientistas da rede Iniciativa para o Estudo da Genética do Hospedeiro (Covid-19-HGI) não identificaram ainda genes específicos e as alterações que poderiam agravar a Covid-19. Mas descobriram que mutações em regiões dos cromossomos 3, 6, 8, 9, 12, 17, 19 e 21 estão associadas à suscetibilidade ou à severidade da doença.
— A maior importância da pesquisa é mostrar que existe um mecanismo genético e que ele fará diferença no curso da doença. Não sabemos quais são os genes envolvidos, mas já podemos afirmar que existem pessoas geneticamente mais suscetíveis. E essa suscetibilidade pode não ser evidente, a não ser que a pessoa seja exposta ao coronavírus — afirma um dos coordenadores da rede, Mark Daly, do Instituto Broad, em Boston.
Genes podem ser decisivos para jovens
No Brasil, a pesquisa contou com a colaboração de cientistas do estudo Determinantes Genéticos de Complicações da Covid-19 na População Brasileira, desenvolvido no Instituto do Coração da USP.
Para os jovens, genes podem ser decisivos. Andrea Ganna, do Instituto de Medicina Molecular da Finlândia, também coordenador da rede global, destacou que a identificação de fatores de risco genético é particularmente importante para os indivíduos mais jovens, que tenham vulnerabilidade não aparente.
Ainda há muito trabalho à frente antes que todos os genes associados à Covid-19 sejam descobertos. Mas uma das primeiras aplicações, quando isso ocorrer, será o desenvolvimento de testes genéticos para detecção de risco aumentado, prognóstico da doença e estratégia de tratamento. Outra, o reposicionamento de remédios que já existem para tratar determinadas conexões biológicas associadas a essas mutações e/ou o desenvolvimento de drogas específicas.
Na apresentação do trabalho, Daly reconheceu que isso pode trazer um grande avanço para alguns, mas aumentar o abismo entre quem tem ou não acesso a serviços de saúde. Ele destacou ainda que a identificação de fatores genéticos associada à Covid-19 aumenta ainda mais a importância de as pessoas se protegerem com os recursos que já existem.
— Se você não se expuser, não vai contrair o coronavírus, mesmo que seja geneticamente mais suscetível. Você não ficará doente ao se proteger. Mais do que a genética, o comportamento é determinante. E existe uma forma universal de prevenção, a vacina — enfatizou Daly.
Pontos vulneráveis ao coronavírus
Para investigar nossos pontos vulneráveis ao coronavírus, os cientistas tanto procuraram alterações genéticas que já haviam sido associadas anteriormente a infecções e a doenças autoimunes, quanto buscaram pontos de convergência em pessoas com quadro graves. Das 13 regiões do genoma relacionadas à Covid-19, seis têm variações específicas da doença e não estão ligadas a qualquer outra enfermidade.
A maioria das regiões do genoma identificadas abriga genes ligados ao sistema imunológico. Porém, algumas estão relacionadas à fisiologia do pulmão e já foram associadas ao câncer e à fibrose pulmonar.
Quatro das 13 áreas do genoma identificadas foram relacionadas à suscetibilidade ao Sars-CoV-2. Isto é, pessoas que possuem esse tipo variação genética correm um risco maior de desenvolver infecção, não necessariamente grave, caso entrem em contato com o coronavírus.
Entre elas está uma posição no cromossomo 3 onde fica o gene SLC6A20. Esse gene ajuda a regular a porta de entrada do coronavírus na célula humana, a proteína ACE2. Variações nesse gene facilitariam a invasão do coronavírus.
Nove das 13 regiões estão ligadas à severidade da Covid-19. Uma delas fica no cromossomo 19 e mutações no gene TYK2 são o fator de risco mais provável. Esse gene ajuda regular o funcionamento do sistema imunológico. Algumas de suas formas alteradas podem aumentar o risco de doenças autoimunes. Já outras foram associadas à chance de desenvolver tuberculose. Na Covid-19, a função do TYK2 estaria reduzida, o que levaria ao agravamento da doença.
Limitações da pesquisa
O estudo tem limitações importantes. Uma delas é ter sido majoritariamente realizado na Europa e na América do Norte. Assim, 80% das pessoas cujos dados foram analisados têm ascendência europeia. Como em genética existem variações populacionais, o trabalho não oferece um quadro global.
Ainda assim, variações encontradas apenas em indivíduos de origem latina ou do leste da Ásia foram identificadas, o que mostra a importância de se investigar a diversidade populacional.
Uma dessas variações ou mutações está no gene FOXP4, no cromossomo 6. Ela foi ligada a formas graves da Covid-19 e é encontrada muito mais frequentemente em populações de ancestralidade latina ou asiática. Mutações no FOXP4 já foram relacionadas a certas formas de câncer de pulmão.
E viva a ciência que tem hoje, 08 de Julio, como o seu dia. Parabèns a todas e todos que fazem a ciência no país, em que pese termos um ignorante na condução do país e que tem um percentual de seguidores, igualmente ignorantes, que se acham, na sua nociva ignorância, de ter o banheiro como único “laboratório” a ter entrado, com capacidade de questionar pessoas que dedicam suas vidas a produzir ciência. Os bolsominions junto com seu chefe precisam voltar a sua insignificância na vida do país e que ele volta a ser pautado pela sabedoria, pelo amor ao próximo, pela solidariedade e pelo bem da nação e não pelo negacionismo, pela irresponsabilidade, pelo desrespeito, pelas ameaças e pelo assassinato de milhares de pessoas que tiveram sua saúde negligenciada, fruto da irresponsabilidade de quem tem um torturador e assassino como ídolo. O Brasil não é miliciano.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a eficácia de mais um tratamento para pacientes com quadros graves e críticos de Covid-19. A terapia é baseada no uso combinado de medicamentos que bloqueiam a proteína interleucina-6 (IL-6) e corticoides, e trouxe bons resultados em revisão publicada nesta terça-feira (6) no periódico Journal of the American Medical Association (JAMA).
Coordenado pela OMS em parceria com universidades do Reino Unido, o estudo analisou 27 ensaios randomizados em 28 países. Dos 10.930 participantes, 6.449 receberam aleatoriamente antagonistas do receptor da interleucina-6 e os outros 4.481 foram submetidos a cuidados padrões ou placebo.
Os pesquisadores observaram que as drogas tocilizumab e sarilumab diminuíram o risco de morte e a necessidade de ventilação mecânica. Ambos os medicamentos agem para bloquear a proteína IL-6 — uma das citocinas que pacientes com Covid-19 severa produzem em excesso como resposta inflamatória do organismo — e ajudam o sistema imunológico a combater o vírus.
De acordo com os resultados, o risco de morte dentro de 28 dias para pessoas tratadas com um dos dois antagonistas de IL-6 foi de 22%. No caso da abordagem tradicional, essa taxa subiu para 25%. Além disso, indivíduos que receberam as drogas e também os corticoides apresentaram um risco ainda menor de falecer: 21%.
Em pacientes hospitalizados, administrar tocilizumab ou sarilumab com corticoides reduziu o risco de óbito em 17% na comparação com o uso isolado de corticoides. Em pacientes que não precisavam de respiradores, o risco de morte ou uso ventilação mecânica caiu em 21%.
Os ensaios randomizados mostraram ainda que o risco da doença progredir para óbito ou necessidade de ventilação mecânica em pacientes sob cuidados comuns foi de 33%. Para aqueles tratados com os antagonistas e corticoides, essa probabilidade foi de 26%.
“Dada a extensão global da inequidade de vacinas, pessoas nos países de renda mais baixa são as que mais correm risco de desenvolver Covid-19 grave”, afirma Janet Diaz, do Programa de Emergências Sanitárias da OMS, em nota. “Esses são os indivíduos que as drogas precisam atingir.”
Como o uso de antagonistas de IL-6 apresentou benefícios aos pacientes infectados pelo Sars-CoV-2 sem oferecer riscos à saúde, uma nova diretriz recomendando essa forma de tratamento para casos graves foi incorporada à quinta edição do documento da OMS Therapeutics and COVID-19: living guideline.
Enquanto isso no Brasil, alguns continuam ignorando os seguintes estudos científicos:
– University of Liverpool;
– University Hospital of Wales;
– University college London Hospital;
– University of Oxford;
– UniversImperial College;
– Chelsea and Westminster Hospital.
TODOS publicaram ESTUDOS CIENTÍFICOS atestando a eficácia da IVERMECTINA contra o COVID 19.
Então quem são os GENOCIDAS?
Lembrando que a OMS vem errando desde o primeiro minuto nessa pandemia e que seu maior representante, NÃO É MÉDICO!
Como dizem, ficou desenhado?
Kkkkk. Sai dessa narrativa! Não há comprovação que ivermectina funciona… Essas publicações não foram validadas ainda…
Verdade, Roberval. Muitos médicos atestam, NA PRÁTICA, a ação benéfica da ivermectina, constatando que dificulta o agravamento da doença. Locais que fizeram uso em larga escala dessa droga sentiram seus efeitos positivos. Quanto a estudos conclusivos, as próprias vacinas aplicadas foram APROVADAS para uso emergencial e ainda apresentam muitas dúvidas quanto a seus efeitos.
Desde o início da pandemia de covid-19, o epicentro das infecções mudou de lugar algumas vezes. Desde o segundo semestre do último ano, a América Latina é a região com o maior número de casos. A região também é a que tem as menores taxas de vacinação.
O Haiti, país que sofre com crise política, econômica e social, tem dificuldades em imunizar a população e controlar a doença. A ilha caribenha registrou mais de 19 mil casos e 462 mortes, com 11 registradas nas últimas 24 horas. Esses números, no entanto, são questionados por autoridades locais e mundiais por conta da subnotificação.
Neste ano, o Haiti enfrenta uma escalada de casos de covid-19 depois da chegada da variante Alfa, que surgiu no Reino Unido, e a Gama, que foi identificada inicialmente aqui no Brasil. Além disso, o país é o único das Américas a não ter uma campanha de vacinação em andamento.
Segundo um comunicado do Ministério de Saúde em junho, o Haiti receberá cerca de 130 mil doses da vacina de Oxford neste mês, por meio do Covax. Para acelerar a imunização da população, o país autorizou o setor farmacêutico privado a importar os imunizantes, medida inédita no mundo.
A maioria dos cidadãos do Haiti não tem acesso ao sistema de saúde, que é falho, e só uma pequena maioria de cidadãos ricos terão acesso às vacinas compradas pelo setor privado.
A covid na América Latina
A América Latina e o Caribe representam apenas 8% da população mundial, mas respondem por quase um terço das mortes por covid-19 desde que o escritório da OMS na China reportou o aparecimento da doença em dezembro de 2019. Ainda assim, a região soma mais de um quinto das infecções globais.
Para a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa Etienne, a situação no continente é “preocupante”. Apenas uma em cada dez pessoas na América Latina e no Caribe foi totalmente vacinada contra a covid-19.
“Atualmente, poucos lugares estão se beneficiando do potencial de proteção total das vacinas, pois existe uma grande lacuna de acesso em nossa região”, afirma Carissa Etienne. “Isso é inaceitável, e o surgimento de variantes torna ainda mais urgente acelerar o fornecimento para os locais com maior transmissão”, completa.
Essas vacinas que os EUA mandou pro Brasil, era pra ter ido pro Haiti, venho falando isso faz tempo…
Segundo o direita lascada, por aqui no BR, o miliciano faz “chover” vacinas.
O Sistema FIERN alcançou, nesta quarta-feira (07), uma marca importante no programa Ação Pela Vida: são mais de 100 mil doses de vacinas contra a Covid-19 aplicadas nos postos de vacinação instalados em Natal e Mossoró.
De acordo com os dados consolidados pelo SESI, foram 101.528 doses do imunizante aplicadas entre primeira e segunda dose desde o dia 5 de abril. Na capital potiguar, foram 60.998 doses do imunizante e 40.530 em Mossoró.
“É um marco histórico que registramos no Sistema Indústria. Através da nossa equipe, estamos trazendo uma contribuição relevante para o combate ao covid-19”, disse o presidente da FIERN, Amaro Sales.
O Ação Pela Vida garante toda a estrutura e pessoal de apoio, enquanto as prefeituras entram com as vacinas e profissionais de saúde que atuam nos locais. Em Natal, são 25 pontos de vacinação instalados no Ginásio do SESI e no estacionamento do SENAI-CTGAS. Em Mossoró, são mais 10 pontos de atendimento, também no Ginásio do SESI.
Vacinação na Indústria
Quase 12 mil industriários foram vacinados nestas duas instalações do SESI-RN desde 11 de junho. Foram 10.313 colaboradores das empresas do setor industrial de Natal que receberam os imunizantes e 1.637 em Mossoró, que totalizam 11.950 industriários vacinados. Os dados se referem a informações consolidadas às 18h desta quarta-feira (07).
O Plano de Vacinação Contra a Covid-19 da Indústria Potiguar, elaborado pelo programa Mais RN, assegura as informações e dados necessários para essas parcerias — entre Sistema FIERN, Prefeituras e Governo do Estado — que garantem a vacinação dos trabalhadores da indústria.
O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quarta-feira (07):
– O país registrou 1.648 óbitos nas últimas 24h, totalizando 528.540 mortes;
– Foram 54.022 novos casos de coronavírus registrados, no total 18.909.037.
– Com mais 90.024 curados registrados nas últimas 24h, o número total de recuperados do coronavírus é 17.352.670. Outros 1.027.827 pacientes estão em acompanhamento.
Segundo levantamento feito pela CNN, 40 cidades brasileiras não registraram mortes em decorrência da Covid-19 desde o início da pandemia. Esse número representa 0,7% do total de 5.570 municípios do país – ou seja, mortes pela doença foram contabilizadas em cerca de 99,3% do território nacional.
Também de acordo com acompanhamento da CNN, todos os municípios já confirmaram pelo menos uma infecção do coronavírus.
Na região sudeste, apenas os estados de São Paulo e Minas Gerais possuem cidades que ainda não registraram mortes pela doença. Na região paulista, apenas Fernão – que possui cerca de 1.563 habitantes, segundo o censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – ainda não contabilizou óbitos em decorrência da Covid-19.
Já Minas Gerais, que é o estado com o maior número de cidades no país (853), também é o estado com o maior número de cidades sem mortes pela doença: 16.
No sul, os três estados ainda possuem território sem mortes por Covid-19. No Rio Grande do Sul, 5 dos 497 municípios ainda não registraram óbitos: Guabiju, Benjamin Constant do Sul, Pedras Altas, André da Rocha e Novo Tiradentes. Em Santa Catarina, são apenas duas cidades: Flor do Sertão e Novo Horizonte. Já no Paraná, apenas Boa Esperança do Iguaçu ainda não contabilizou mortes.
Na região Centro-Oeste do Brasil, apenas quatro cidades ainda não registraram mortes em decorrência da Covid-19. Em Goiás, são os municípios Guarani de Goiás e Sitio D’Abadia, enquanto no Mato Grosso é a cidade de Araguainha e, no Distrito Federal, a região administrativa SIA.
Já no Nordeste, apenas sete cidades não contabilizaram óbitos. Na Paraíba, apenas Riachão do Bacamarte não registrou mortes, enquanto no Piauí são apenas as cidades São Luis do Piauí e Massapê do Piauí. No Rio Grande do Norte, as cidades Bodó, Galinhos e Pedra Preta não registraram mortes, enquanto no Maranhão o município sem óbitos é Santa Filomena do Maranhão.
No Norte, apenas o Tocantins não contabilizou mortes em decorrência da Covid-19. No estado, quatro cidades não registraram óbitos: Crixás do Tocantins, Mateiros, Lavandeira e Taipas do Tocantins.
De acordo com os dados analisados, não é uma questão populacional que define qual cidade registra ou não mortes. Por exemplo, Santa Filomena do Maranhão (MA) tem 7.061 habitantes e não registrou mortes. Já Borá (SP), a menor cidade do Brasil com 805 habitantes segundo o censo de 2010, contabilizou um óbito confirmado em decorrência da Covid-19.
Mais de 13% dos brasileiros tomaram a segunda dose ou a dose única de vacinas contra a Covid e estão imunizados. São 27.795.289 de pessoas vacinadas — 26.682.278 da segunda dose e 1.113.011 da dose única, da Janssen –, o que corresponde a 13,13% da população, de acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados às 20h desta terça-feira (6). Foram oito dias com o total de imunizados no patamar de 12%.
A primeira dose foi aplicada em 78.474.659 pessoas, o que corresponde a 37,06% da população.
Somando a primeira, a segunda e a dose única, são 106.269.948 doses aplicadas no total desde o começo da vacinação, em janeiro.
Quatro estados ainda têm menos de 10% de sua população imunizada com as duas doses ou dose única de vacinas contra a Covid. São Mato Grosso, Maranhão, Rondônia e Amapá.
Mato Grosso do Sul é o estado com mais imunizados, com 23,34% de sua população que recebeu as duas doses ou a dose única. Na sequência vem o Rio Grande do Sul, com 17,61%.
De ontem para hoje, a primeira dose foi aplicada em 987.279 pessoas, em 212.148 na segunda dose e em 217.733 na dose única, com um total de 1.417.160 doses aplicadas neste intervalo.
A informação é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL.
Obrigado calça cravada, vai fazer o Brasil gastar mais dinheiro para dar uma 3ª dose da Ching ling.
Porque 2 doses não está fazendo efeito , comprovado nas mortes do Agnaldo Timóteo e Nelson sargento.
Não é por nada não, más segundo a CNN cerca de 11 mil pessoas já imunizadas com a Coronavac pegaram covid e morreram em decorrência da doença, lembrando que falaram que era 100% de se pegar, só ter sintomas leves. Agora fala isso para as famílias que confiaram nessa vacina.
A Governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), adiantou em uma rede social alguns pontos do novo Decreto estadual de medidas contra a covid-19 que vale a partir desta quarta-feira, 7, e vale até 4 de agosto. Entre as principais questões estão a suspensão do toque de recolher e também novo horário de atividades econômicas em todo o RN, que poderão funcionar das 5h até meia-noite.
Segundo a chefe do Executivo, igrejas e templos religiosos terão a retomada gradual ampliada, sendo 60% da capacidade a partir de 23 de julho; 80% a partir do dia 06 de agosto; e 100% em 20 de agosto. O funcionamento das atividades religiosas, bem como o avanço das fases do cronograma ficam restritos aos municípios cujo indicador composto encontra-se fora da classificação de alto ou risco extremo de controle da doença.
Já os segmentos das atividades socioeconômicas poderão funcionar das 5h da manhã até meia-noite. Os protocolos de segurança sanitária deverão ser seguidos pelos estabelecimentos. De acordo com Fátima, serviços de food park, restaurantes, bares, lojas de conveniência e similares disporão de mais 60 minutos de tolerância para encerramento das atividades presenciais.
Toque de recolher
É a primeira vez, desde 27 de fevereiro, que não haverá toque de recolher entre as medidas protetivas relacionadas ao distanciamento social. Segundo o governo estadual, a decisão foi possível em virtude da melhoria dos indicadores epidemiológicos e do aumento da cobertura vacinal.
“Quanto ao toque de recolher, nós vamos suspendê-lo por tempo indeterminado, porém, caso haja necessidade de retornar a restringir a circulação de pessoas pelo menos de madrugada, ele pode ser retomado. Nossa gestão seguirá acompanhando o quadro pandêmico sempre à luz da Ciência. Continuamos lutando diuturnamente para ampliar a cobertura vacinal e para cumprimento dos protocolos sanitários”, disse a governadora.
Dados do governo estadual apontam que até esta terça-feira foram aplicadas 1.684.086 doses das vacinas contra a covid-19. Na noite desta terça-feira, o Regula RN registrava 219 dos 411 leitos críticos estavam ocupados, o que corresponde a 53,28% do total.
Que DEUS TENHA MISERICORDIA DE NÓS. Qualquer melhora no indice de internações e a turma já parte pra cima de abrir tudo para cobrar e receber mais e MAIS IMPOSTOS e ter Sempre mais e MAIS Superavit, nos cofres.
Não é o momento de estar reabrindo tudo dessa forma. Comércio eu até entendo, mas igrejas não há necessidade. A variante delta provavelmente já está em transmissão comunitária. Vamos avançar nessa vacinação pra poder afrouxar onde for mais necessário.
Ninguém é OBRIGADO a sair de casa. Se vc é ateu e detesta igrejas, isso é problema apenas seu. Deixe a vida alheia em paz e CUIDE DA SUA. Fique em casa, mas não saia PARA NADA, nem peça nada por “delicery”. E, se não trabalhar, não receba seu salário. Seja COERENTE.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a realização de testes clínicos no Brasil para uma nova vacina de combate à covid-19, do laboratório Sanofi Pasteur, com sedes na França e nos Estados Unidos.
Os testes da vacina da Sanofi Pasteur devem contar com a participação de 150 voluntários brasileiros nos estados da Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.
O ensaio clínico autorizado será de fase ½, quando a vacina é aplicada inicialmente em grupos pequenos de adultos saudáveis e depois em grupos que representam a população alvo que se pretende imunizar.
Nos ensaios da Sanofi Pasteur, serão testadas dosagens diferentes para empregar na Fase 3. É nesse momento que o imunizante é testado em um número maior de pessoas, com vistas a avaliar eficácia e segurança.
A tecnologia empregada do imunizante é a de RNA mensageiro. Além do Brasil, os ensaios deverão ocorrer nos Estados Unidos, em Honduras e na Austrália.
Segundo a Anvisa, este é o nono estudo autorizado pela agência para imunizantes contra a covid-19. Foram autorizados testes semelhantes para as vacinas da Pfizer, AstraZeneca, CoronaVac, Janssen, Clover, Medicago e Covaxin.
O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta terça-feira (06):
– O país registrou 1.780 óbitos nas últimas 24h, totalizando 526.892 mortes;
– Foram 62.504 novos casos de coronavírus registrados, no total 18.855.015.
– Com mais 110.973 curados registrados nas últimas 24h, o número total de recuperados do coronavírus é 17.262.646. Outros 1.065.477 pacientes estão em acompanhamento.
Raissa Pereira e Maria Eduarda Dantas são autoras da pesquisa – Foto: Arquivo pessoal
Estudo revela que duas novas variantes do SARS-CoV-2, causador da covid-19, circularam no Rio Grande do Norte: a B.1.1.74 (Alpha), Variante de Preocupação (VOC) e a B.1.212. A pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/RJ) e Secretaria de Saúde Pública do RN (Sesap), foi feita partir do sequenciamento do genoma do SARS-CoV-2 detectado em vários municípios potiguares de julho de 2020 a maio deste ano. Até o momento, foram sequenciados 94 genomas de 94 casos.
Apesar de terem sido descritas pela primeira vez no RN, essas variantes são oriundas de outros locais. A B1174, por exemplo, surgiu no Reino Unido. No entanto, é preciso ficar alerta, pois todas as VOCs oferecem riscos sérios à saúde. Além dessas variantes, os pesquisadores afirmam que foram identificadas por aqui as variantes B.1, B.1.1, B.1.1.28, B.1.1.33, N.9, P.1 (Gamma) e P2 (Zeta), sendo a linhagem P.1 (VOC) a variante mais frequente identificada atualmente no estado.
Coordenada pelo pesquisador Josélio Araújo, professor do Departamento de Microbiologia e Parasitologia (DMP) do Centro de Biociências (CB) da UFRN e pesquisador do Instituto de Medicina Tropical da UFRN (IMT), a pesquisa tem duas autoras: Raissa Pereira e Maria Eduarda Dantas, ambas bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do DMP/UFRN. O próximo passo da pesquisa será fortalecer a Vigilância Genômica do SARS-CoV-2 no Rio Grande do Norte e realizar a análise filogenética das variantes circulantes aqui no estado.
Precauções
O professor Josélio Araújo explica que, com a circulação da Variante de Preocupação P.1 (Gamma) no estado, é importante a manutenção das medidas preventivas como adesão à vacina, utilização de máscaras, higienização das mãos e distanciamento físico, por exemplo.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as Variantes de Preocupação do SARS-CoV-2 são associadas a uma ou mais alterações em um grau de significância para a saúde pública global, como aumento da transmissibilidade, aumento da virulência ou mudança na apresentação clínica da doença, diminuição da eficácia das medidas sociais e de saúde pública ou diagnósticos, vacinas e terapias disponíveis.
Vixe, essas variantes são destruidoras e corrompem cérebros, o único imunizante é, Bolsonaro neles.
É só escrever a palavra PESQUISA no título da matéria que vocês já ficam batendo cabeça, desnorteados e ávidos a esculhambar. Relaxa, Minions. Vocês ainda tem um ano e meio para curtir o seu GENOCIDA CORRUPTO. Depois, vazem!!!!
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